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sábado, maio 16, 2026
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Projeto autoriza antecipar feriados por quarentena de coronavírus Fonte: Agência Câmara de Notícias

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O Projeto de Lei 986/20 permite antecipação ou cancelamento de feriados nacionais diante de grandes catástrofes, epidemias, e pandemias como a do novo coronavírus. A decisão será do Presidente da República, governadores e prefeitos.

A regra também poderá ser aplicada a outras calamidades e situações de emergência, que tragam risco à saúde coletiva, à segurança pública, e tenham impacto relevante na rotina econômica.

Apenas o Natal e o Ano Novo não poderão ser antecipados ou cancelados.

O autor, deputado Gilson Marques (Novo-SC), avalia que a antecipação e cancelamento dos feriados pode ser uma ferramenta para o governo lidar com a quarentena imposta como forma de controle da disseminação do coronavírus e retomada da economia.

“A antecipação dos feriados favorece a adesão ao período de isolamento. E após o fim do estado de calamidade, cada dia útil fará diferença para a recuperação econômica e social da nação, em busca da retomada da produtividade nacional”, argumentou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Lives desta sexta-feira (3): Léo Santana, Márcia Fellipe, Diplo e outros shows na web

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Forró de Márcia Fellipe, pagodão de Léo Santana e eletrônica de Diplo estão entre as opções de lives musicais desta sexta-feira (3). O G1 listou as principais transmissões programadas; veja abaixo.

Há opções diversas. Tem o arrocha de Pablo com Tierry. O indie rock da americana Soccer Mommy aparece no canal francês La Blogothèque. Júnior Bass Groovador mostra no Instagram o baixo que seduziu Jack Black.

No Brasil, continuam as séries de shows de músicos em casa #FicoEmCasaBR e #MúsicaEmCasa (clique nos nomes para ver a programação completa).

Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus.

Veja as lives desta sexta-feira (3):

Todos os shows estão na hora de Brasília:

  • Soccer Mommy – 14h – (La Blogothèque)
  • Sofi Tukker – 14h –
  • Aurora – 16h – (Sofasets live)
  • Margareth Menezes – 17h – (#FicoEmCasa)
  • Hozier – 18h – (Billboard at Home)
  • Selvagens a Procura da Lei – 18h – (#FicoEmCasa)
  • Pedro Sampaio – 19h –
  • Júnior Bass Groovador – 19h –
  • Diego & Arnaldo – 19h – (Sertanejo em Casa – Sony)
  • Tuyo – 19h – (Sala de Casa – Natura Musical)
  • Detonautas – 20h30 – – (#ZiriguidumEmCasa)
  • Márcia Fellipe – 21h –
  • Léo Santana – 21h –
  • Baby do Brasil – 21h – (#ZiriguidumEmCasa)
  • Sebastián Yatra – 21h – (#MúsicaEmCasa)
  • Pablo e Tierry – 21h30 –
  • Hypearanhas – 22h30 – (#FicoEmCasa)
  • Diplo – Meia-noite –

INFLUENZA – Mais de 22 mil idosos já foram vacinados contra gripe na capital

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A prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), concluiu, nesta sexta-feira (3), mais uma etapa da primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza que previne contra a gripe H1N1, H2N3 e Influenza B. Cerca mil doses de vacina foram distribuídas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Porto Velho, para a imunização do grupo de risco.

Durante todo o ano de 2019, o município imunizou contra a gripe cerca de 19 mil idosos. Esse ano, em menos de dez dias, o departamento de Imunização contabiliza mais de 22 dois mil idosos vacinados.

Segundo a gerente de imunização da Semusa, Elizeth Gomes, o volume de vacina disponibilizado pelo Ministério da Saúde é sempre baseada no quantitativo aplicado no ano anterior. “Por causa do coronavírus, muitos idosos procuraram a vacinação pela primeira vez, aumentando muito a demanda da saúde. Não é a prefeitura que compra a vacina, mas sim, o Ministério da Saúde que envia e tem feito isso por etapas”.

A secretária titular da Semusa, Eliana Pasini, reforça que a vacinação que está em andamento não é contra o novo coronavírus, mas sim, contra as gripes H1N1, H2N3 e Influenza B. “O Ministério da Saúde antecipou o início da campanha, de abril para março, para proteger de forma antecipada os grupos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe.

Vacinação dos Acamados

Durante a vacinação da quinta-feira (2), muitos acamados que já haviam se cadastrado para serem vacinados em casa enfrentaram fila para receber a vacina. A Semusa informa que as doses desse público está garantida. As equipes estão vacinando em casa todos que agendam pelo telefone 3224-8071, basta aguardar.

AEDES AEGYPTI – Em tempos de isolamento, eliminação de criadouros domésticos é essencial contra dengue, zika e chikungunya em Rondônia

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O momento de isolamento das famílias nos lares, para se protegerem da Covid-19, é uma boa oportunidade para realizar as ações de limpeza necessárias no combate à proliferação de criadouros do aedes aegypti em Rondônia. Segundo a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), mesmo devotando todo esforço no combate ao coronavírus, conter o avanço de doenças como a dengue, zika e chikungunya tem sido um desdobramento do Governo de Rondônia, devido ao registro de aumento das ocorrências em 530%, nos últimos três meses.

De janeiro a março de 2020 foram confirmados 517 casos de dengue, contra apenas 82 casos durante todo o ano de 2019. Por este motivo, segundo a enfermeira Bárbara Moura, coordenadora estadual de Vigilância e Controle do Aedes da Agevisa, as instituições governamentais do setor de saúde – Estado e municípios – precisam continuar com o desenvolvimento de ações para o controle e combate dessas doenças, de forma a evitar outro grave problema de saúde pública, como já está ocorrendo em relação à disseminação do coronavírus.

Alguns municípios que registraram mais ocorrências do aedes aegypti foram Vilhena, Cerejeiras, Ariquemes, Alto Alegre dos Parecis, Cabixi e Parecis, consequentemente,  casos de dengue, zika e chikungunya. O que exige providências mais específicas e diretas, como fumacê para evitar o pior, lembrando que não basta passar o fumacê, pois não elimina o ovo e tampouco a larva.

“Daí a necessidade da participação de todos na eliminação dos criadouros domésticos”, disse a coordenadora.

Segundo a Coordenação de Vigilância e Controle do Aedes, a Agevisa suspendeu temporariamente o Levantamento de Índice Rápido (Lira), para adoção de outras medidas consideradas mais importantes no momento, como as visitas (vistorias) de casa em casa, que levam orientação às famílias sobre a importância da limpeza, com a eliminação de lixo, que é considerado o principal ambiente para proliferação do mosquito, além de outras medidas igualmente importantes, simples e eficazes na luta contra o aedes.

CONVOCANDO A POPULAÇÃO

Segundo a Agevisa, embora dengue, zika e chikungunya sejam doenças que podem ser controladas e evitadas, podem também ser letais, e assumir um caráter de epidemia se não houver uma união de forças para seu combate. Por esse motivo, importa destacar a participação de toda a população do Estado, em especial os gestores municipais, no intuito de desenvolverem medidas preventivas de combate ao vetor dessas doenças.

No período chuvoso é preciso estar ainda mais atenta a esta situação que merece todo zelo. “Pode parecer simplório, mas essas ocorrências podem ser controladas e até evitadas com a destinação correta do lixo doméstico e com o monitoramento dos recipientes que podem acumular água”, apelou a coordenadora da Agevisa, para que as famílias rondonienses fiquem atentas e redobrem cuidados na eliminação de possíveis criadouros do aedes aegypti.

Moura ensinou que neste período de reclusão em casa, pelo menos uma vez por semana, é possível retirar lixo e o entulho do quintal e fazer uma minuciosa investigação dos criadouros, observando a disposição de garrafas, pneus, vasilhames e até cacos (de vidro em muros) que acumulam água e, por consequência, torna-se ambiente propício para o depósito dos ovos e eclosão das larvas do mosquito.

Maia: Bolsonaro não tem coragem de tirar Mandetta

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a defender de forma veemente o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, garantindo que ele tem o apoio de toda a sociedade – “do Parlamento nem se fala”, enfatizou. Para Maia, a despeito de todos os ataques que o ministro vem sofrendo do presidente Jair Bolsonaro, Mandetta é um homem de responsabilidade e não vai pedir demissão, neste momento de pandemia do coronavírus que o País atravessa. “Mandetta não vai pedir o boné mesmo com toda a adversidade.”

Maia, que participa de teleconferência promovida pelo jornal Valor Econômico, com a participação do economista-chefe do Banco Itaú, Mario Mesquita, lembrou que o ministro é um dos quadros de seu partido, mas não foi escolhido por isso, foi escolha pessoal de Bolsonaro. Por isso mesmo, disse Maia, o conflito que o mandatário busca com ele não faz o menor sentido.

O presidente da Câmara destacou que se o mandatário preferir ouvir quem quer o cargo do ministro de forma oportunista, será uma decisão política, mas o presidente sabe da importância de Mandetta e sabe que o seu trabalho é reconhecido pelos brasileiros. “Mesmo sendo desautorizado, Mandetta cumpre papel fundamental baseado na ciência e é fundamental que ele não saia da condução dessa crise.”

Para Maia, apesar das bravatas de Bolsonaro, ele não tem coragem de tirar Mandetta e mudar a política que o ministro vem conduzindo no Ministério da Saúde. “Toda vez que Bolsonaro vem a público criticar Mandetta, mais atrapalha do que ajuda. Mandetta tem tranquilidade para não sair do trilho por pressão do presidente.” E ironizou: “Covid-19 não é uma gripinha, Alcolumbre (presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que testou positivo para o coronavírus) vai dar um depoimento sobre isso.”

O parlamentar disse ainda que Bolsonaro parece comentarista de seu próprio governo e quer jogar a responsabilidade para os outros. Maia fez novamente elogios ao titular da Saúde na condução da atual pandemia: “Governadores têm feito papel extraordinário sob orientação de Mandetta e o presidente critica governadores que seguem orientação de seu próprio ministro.” E reiterou: “Mandetta tem todo o respaldo que precisar da Câmara dos Deputados.”

Zonas críticas de malária em Rondônia receberão mosquiteiros com inseticida de longa duração

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O Ministério da Saúde enviará nos próximos dias a Rondônia mais um carregamento de mosquiteiros impregnados (possuem inseticida de longa duração – Mild, por recomendação da Organização Mundial de Saúde – OMS) para distribuição em áreas críticas da doença.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) constatou 132 novos casos de malária em março: 79 em Espigão d’Oeste, 38 em Mirante da Serra e 15 em Urupá.

“No ano passado dez mil unidades de mosquiteiros atenderam às necessidades de Alto Paraíso, Ariquemes, Costa Marques, Cujubim, Guajará-Mirim, Machadinho d’Oeste, Nova Mamoré e Rio Crespo”, lembrou Valdir França, coordenador estadual de Vigilância e Controle da Malária, Valdir França.

Em Guajará-Mirim e Nova Mamoré, na faixa de fronteira Brasil-Bolívia, mosquitos anofelinos atacam mais em áreas indígenas, onde entram caminhoneiros envolvidos em extrações ilegais, como constatado pelas polícias Civil, Federal e Militar, e o Ministério Público Federal.

Dois técnicos do Ministério da Saúde trabalham permanentemente na região, em Itapuã d’Oeste, antiga e conhecida região de exploração de cassiterita (minério de estanho), e em Machadinho d’Oeste, onde há intensa exploração madeireira. O primeiro município situa-se a 113 quilômetros de Porto Velho, o segundo, a 353 quilômetros, nordeste do Estado, na divisa com os estados do Amazonas e Mato Grosso.

“Na Terra Indígena do Roosevelt , ao contrário de outras regiões, constatamos trezentos casos, a maioria entre garimpeiros. Um menino de apenas oito anos foi diagnosticado com a doença”, explicou o coordenador.

O alerta da Agevisa se justifica: em 2018, nas terras indígenas, os casos passaram de 574 para 1.071 em 2019, um acréscimo de 86,6%, enquanto na zona urbana urbana ocorreram 1.687 notificações em 2019.

No geral, os garimpos vivem um período mais tranquilo, com redução de 58,2%; este ano ocorreram apenas 122 novos casos no primeiro trimestre do ano.

“Agora mesmo estamos instalando a base em Mirante, esclarecendo ao pessoal do município que as primeiras três aplicações do fumacê são insuficientes, é preciso um trabalho constante para eliminar os focos de anofelinos”, contou França.

De acordo com a Agência, em 2018, a malária atacou 3.655 pessoas na zona rural rondoniense, aumentando 37,4% para 5.021 casos, em 2019. Mesmo assim, em assentamentos, houve um decréscimo de 20%.

França reforça que os municípios devem se empenhar na gestão dos cuidados epidemiológicos, como determinado pelo Ministério da Saúde a descentralização. O coordenador explicou que a aquisição de Equipamentos de Proteção Individual, conhecidos por EPIs (botas, máscaras, etc), é responsabilidade do município.

Segundo a Agevisa, um mutirão de trabalho deve ser promovido em breve no bairro Satélite, banhado pelo Rio Negro, em Candeias do Jamari. O município, considerado integrante da região metropolitana de Porto Velho, é um dos maiores focos de malária do Estado. Em março de 2019, após uma cheia do rio, foi constatado o aumento de 18% dos casos de malária desde 2018.

SAIBA MAIS

► Rondônia chegou a ser responsável por metade dos casos da malária no Brasil, no final da década de 1980 e por 25% nas Américas, com 300 mil casos notificados.

► Levantamento do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, revelam que três municípios concentram 75% dos casos da doença: Porto Velho, Candeias do Jamari e Machadinho d’Oeste.

► O Centro de Pesquisa em Medicina Tropical da Secretaria Estadual de Saúde, que funciona numa área do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), acompanha o controle da malária em Rondônia há décadas. A Fiocruz-RO também trabalha nessa área. A Agevisa faz todas as notificações dos casos diagnosticados na Capital e no Interior.

MOSQUITEIROS IMPREGNADOS

Trata-se de um método eficaz e sustentável para a proteção contra a malária. As telas desses mosquiteiros são tratadas na fábrica com um inseticida líquido incorporado ao tecido. Esse inseticida dura pelo menos 20 lavagens em teste padrão de laboratório e por três anos de uso em condições de campo.

Vídeo: DENÚNCIA de VIOLAÇÃO de QUARENTENA Por PACIENTES CONFIRMADOS e SUSPEITOS de CORONAVÍRUS em RONDÔNIA

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Até quando? As previsões de especialistas para o fim do isolamento

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Parece uma eternidade, e não se passaram mais de vinte dias desde que o governo do Estado de São Paulo decretou, pioneiramente no Brasil, severas medidas de distanciamento social para combater a pandemia de Covid-19. A partir daí, o país parou, com algumas distinções em cada região — congelamento necessário, imposto pelo mantra que atravessa o mundo, ancorado em três palavrinhas mandatórias: fique em casa. E é para ficar mesmo. Mas até quando teremos de estar confinados? Ou, em outros termos: quando conseguiremos retomar o cotidiano de modo relativamente normal, sem riscos para a saúde, mas em ritmo que autorize ar respirável e luz para a economia? Não há, evidentemente, uma resposta clara, muito menos única.

No entanto, a curva de casos, mortes e, sobretudo, recuperações em países que chegaram antes ao drama, além de vastos estudos de epidemiologia e projeções matemáticas, oferece um cauteloso — cauteloso, insista-se — otimismo. Um modo inaugural de enxergar alguma saída é olhar para a região de Hubei, na China, epicentro do espraiamento do coronavírus, identificado pela primeira vez logo depois do Natal de 2019, então como “uma pneumonia atípica de causa desconhecida” e que, na quinta-feira 2, tinha alcançado a triste marca de mais de 1 milhão de casos, 8 000 deles no Brasil. Em 23 de janeiro, a cidade mais populosa do condado chinês — Wuhan — entrou em um processo chamado de “isolamento sanitário”. Tudo fechou — ruas, escolas, estabelecimentos comerciais. Em 24 de março, depois de exatos dois meses, a pétrea decisão foi levantada.

Aos poucos, os meios de transporte público em Wuhan começam a funcionar, com usuários de máscara, e as aulas são retomadas gradativamente (embora as salas de cinema permaneçam com cadeados). Vive-se, enfim, fora do enclausuramento — ainda que com receio permanente. Tudo somado, eis uma perspectiva, empírica, baseada no exemplo da China: temos ainda pelo menos outro mês de quarentena no Brasil. Se o cálculo levar em conta a eclosão do primeiro caso, aplicando-se a toada por aqui, o prazo se estenderá por mais trinta dias. Seria plausível, portanto, o restabelecimento da normalidade a partir do fim de maio, início de junho. Mas não para todos ao mesmo tempo. O provável, segundo expectativa de técnicos do Ministério da Saúde, não revelada oficialmente: a normalidade mesmo só voltará em setembro. Diz Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, em São Paulo, uma das vozes mais respeitadas do país quando se fala de vacinas, interlocutor preferencial das autoridades de saúde: “Se seguirmos rigorosamente a orientação de afastamento, evitando a circulação de pessoas, poderemos ter um quadro positivo lá na frente”. Por ora, não — e espera-se um salto de internações nos próximos quinze dias.

A experiência chinesa, em que pese a possibilidade de um segundo e até mesmo um terceiro surto, representa uma janela de horizonte. Embora seja compulsório registrar as diferenças: a ditadura mandou prender quem ousasse abrir a porta para a rua; havia testes em profusão, separando sãos de enfermos; e deu-se, é sempre bom sublinhar, uma exibição da extraordinária capacidade de movimentação oriental, que ergueu em apenas dez dias um hospital com 1 600 leitos. Ainda assim, apesar das evidentes discrepâncias, trata-se de um bom espelho.

CORONAVÍRUS – Decisão Contempla com R$ 420 Mil Hospitais de Feijó/AC e Tarauacá no Enfrentamento à COVID-19

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CORONAVÍRUS - Decisão Contempla com R$ 420 Mil Hospitais de Feijó/AC e Tarauacá no Enfrentamento à COVID-19

As unidades de saúde que atendem os municípios de Feijó/AC e Tarauacá/AC terão um reforço da Justiça do Trabalho no combate à COVID-19, doença infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2. A Vara do Trabalho de Feijó/AC autorizou no último dia 31 a destinação de R$ 420 mil para a aquisição de insumos, remédios, equipamentos de proteção individual, dentre outros itens previstos nos projetos apresentados pela Secretaria de Estado da Saúde do Acre.

O pedido do repasse foi feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e deverá ser feito para conta do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), que possui Termo de Cooperação Técnica com o órgão.

O recurso faz parte do processo de Execução de Título Extrajudicial decorrente de decisão transitada em julgado em Embargos à Execução, desde 2009, cujo ofício precatório foi expedido em 22/10/2009 para pagamento pelo Município de Tarauacá, que ocorreu em março de 2016.

Em sua decisão, o juiz do Trabalho Titular da VT de Feijó/AC, Vicente Angelo Silveira Rego, ressaltou que o estado do Acre é, proporcionalmente, o segundo estado com mais números de casos de contaminação pela COVID-19, só sendo superado pelo Estado de São Paulo. Até quinta-feira (02) eram 45 casos confirmados para uma população de 869,3 mil habitantes. O magistrado comparou ainda que a proporção de leitos disponíveis de UTI no estado é de um para 18,5 mil habitantes, pois existem somente 47 leitos de UTI em todo o estado, conforme levantamento realizado pela Universidade Federal do Acre.

A população de Tarauacá é de, aproximadamente, 36 mil habitantes e a de Feijó cerca de 32 mil, os quais dependem de dois hospitais, uma vez que o primeiro atendimento e os atendimentos de urgência têm que ser realizados no local. “Tanto o Hospital de Feijó quanto

o Hospital de Tarauacá atendem 100% SUS, não há unidade de saúde particular na região do Juruá, sendo que, no Estado do Acre, a única Unidade de Saúde da União é o Hospital do Exército, as demais são mantidas pelo Estado e Municípios”, registrou Vicente em seu despacho.

Indígenas

Outro destaque na decisão dado pelo juiz foi para a situação dos indígenas, onde Feijó/AC possui a maior população indígena do Acre, sendo 4.227 índios das etnias Ashaninka, Mandijá (Kulina), Huni Kui (Kaxinawá) e Shanenawa (dados do informativo Acre em Números). Aliás, 68% da população indígena acreana vive na Região do Envira-Juruá.

“Não é preciso dizer que a população indígena necessita de especial cuidado por parte do Estado, pois muitos, apesar de já estarem integrados ou em processo de integração não possuem anticorpos para muitas de nossas doenças”, argumentou Vicente Angelo.

O magistrado determinou ainda que o valor remanescente na conta judicial deverá ser destinado a projetos sociais apresentados pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Feijó.

A prestação de contas, referente à quantia de R$ 420 mil deverá ser realizada no prazo de 120 dias a partir da disponibilização dos numerários.

(Processo n. 0018200-63.2008.5.14.0421)

Secom/TRT14 (Luiz Alexandre)
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial
É permitida a reprodução mediante citação da fonte
  

 

Coronavírus morre a 26º C – É FAKE NEWS!

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Para combater as Fake News sobre saúde, o Ministério da Saúde, de forma inovadora, está disponibilizando um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. Vale destacar que o canal não será um SAC ou tira dúvidas dos usuários, mas um espaço exclusivo para receber informações virais, que serão apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente se são verdade ou mentira.

Qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. O número é (61)99289-4640

Não compartilhe essa mensagem, ela é falsa!

O texto contém diversas informações erradas sobre o coronavírus (COVID-19) e sobre como se proteger da doença.

A temperatura do corpo humano é de pelo menos 36°C, assim, beber água a uma temperatura de 26 a 27 °C não traz benefício algum em relação à prevenção ou eliminação do coronavírus (COVID-19), uma vez que no corpo humano o vírus tolera temperatura de pelo menos 36°C.

O período médio de incubação da infecção por coronavírus é de 5.2 dias, com intervalo que pode chegar até 14 dias.

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

  • – gotículas de saliva;
  • – espirro;
  • – tosse;
  • – catarro;
  • – contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • – contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe e, portanto, indicam menor de grande circulação mundial

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • – Lave as mãos com frequência, com água e sabão. Ou então higienize com álcool em gel 70%.
  • – Cubra seu nariz e boca com lenço ou COM O BRAÇO (e não com as mãos!) quando tossir ou espirrar.
  • – Evite contato próximo com pessoas resfriadas ou que estejam com sintomas parecidos com os da gripe.
  • – Quando estiver doente, fique em casa.
  • – Evite tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • – Não compartilhe objetos de uso pessoal (como talheres, toalhas, pratos e copos).
  • – Evite aglomerações e mantenha os ambientes ventilados.

Para saber mais, acesse: https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus.

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