back to top
sexta-feira, maio 15, 2026
Início Site Página 1964

Brasil tem 241 mortes e 6.836 casos confirmados de coronavírus, diz ministério

0
Brasil-tem-241-mortes-e-6.836-casos-confirmados-de-coronavírus,-diz-ministério

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (1º) o mais recente balanço nacional sobre os casos de Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-Cov-2. Os principais dados são:

  • 241 mortes
  • 6.836 casos confirmados
  • 3,5% é a taxa de letalidade

No levantamento anterior, divulgado na terça-feira (31), o Brasil tinha 201 mortes e 5.717 casos confirmados de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

Vídeo – CORONAVÍRUS: Call Center – “0800 647 5225” – Porto Velho

0

O “0800 647 5225”, Funciona Com Equipes Compostas Por 26 Médicos Especialistas, Estarão em Plantão 24 Horas.

Centro de Especialidades Médicas (CEM) – A Unidade Vai Atender EXCLUSIVAMENTE Pacientes Encaminhados Oelo Call Center “0800 647 5225”

https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/295105294819651/

Agevisa elabora notificação recomendatória conjunta para reduzir disseminação de coronavírus em ambientes de trabalho

0

Em cumprimento ao decreto de calamidade pública do governo de Rondônia, e seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) elaborou notificação recomendatória conjunta com o de objetivo reduzir a disseminação de coronavírus em ambientes de trabalho, alertando sobre punições para empregadores que não cumpram as recomendações.

A iniciativa da Gerência Técnica em Vigilância da Saúde do Trabalhador da Agevisa, em conjunto com a Superintendência Regional do Trabalho (SRTRO), considera o principio da proteção e do cuidado em relação à condição de trabalho mais benéfica para os trabalhadores, somado a necessidade de redução da disseminação da doença nos ambientes de trabalho, devido aos riscos à saúde pública no Estado, que já registra casos de Covid-19.

Os trabalhadores, empregadores e gestores devem cumprir as recomendações de prevenção e cuidados estabelecidas pelas autoridades competentes do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau), da Agevisa) e da Auditoria Fiscal do Trabalho da SRTRO para reduzir a propagação da doença nos ambientes de trabalho.

‘‘Com essa notificação recomendatória conjunta nós fortalecemos as orientações quanto à limpeza, o uso de equipamentos de proteção como máscaras e luvas, quando necessário, e demais medidas que tem como objetivo reduzir a disseminação de coronavírus em ambientes de trabalho, e essa nota fala ainda de punições com multas quando há descumprimento dessas’’, afirma a gerente técnica em Vigilância da Saúde do Trabalhador, Elisane Pereira de Melo Santos.

RECOMENDAÇÕES

DISTANCIAMENTO – A Agevisa, com base em orientação do Ministério da Saúde, recomenda o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas, por medida de segurança. Esse distanciamento deve ser obedecido também nos ambientes de trabalho, incluindo locais de descanso e alimentação dos trabalhadores.

LISTA DE UNIDADES DE SAÚDE – Os locais de trabalho devem conter as informações da Sesau e secretarias municipais de saúde, de acordo com seus respectivos Plano Estadual e Planos Municipais de Contingências com a lista dos estabelecimentos de saúde que atendem os casos suspeitos de Covid-19.

LIMPEZA – Os ambientes de trabalho devem ser mantidos bem ventilados, limpos, com janelas e portas abertas, caso seja possível;

Os estabelecimentos devem possuir procedimentos de limpeza e desinfecção de objetos e superfícies existentes nos ambientes de trabalho, com frequência, como elevadores, materiais de escritório e computadores.

EVITAR AGLOMERAÇÕES – Os empregadores e gestores devem impedir aglomerações dos trabalhadores e para isso devem ser criados turnos de revezamento da jornada de trabalho ou tomadas outras medidas como férias coletivas, redução da jornada de trabalho, trabalho remoto (home office), antecipação de férias individuais, uso de banco de horas para tirar folgas, em troca da reposição depois do fim da calamidade pública, limitada a duas horas por dia.

MÍDIAS OFICIAIS – Deve ser realizada a divulgação de plataformas de informação oficiais do Ministério da Saúde e do Governo do Estado nos ambientes de trabalho; afixar cartazes educativos em locais visíveis aos trabalhadores com informação sobre os cuidados com a saúde, para prevenir o contágio do novo coronavírus.

ISOLAMENTO DOS GRUPOS DE RISCO – Afastar dos ambientes de trabalho, por medida de segurança, os trabalhadores com doenças crônicas, idosos, as gestantes, entre outros, que de acordo com a legislação devem restringir o contato social.

A Agevisa esclarece que em relação às gestantes recomenda-se protegê-las, já que trata-se de um vírus novo e as gestantes naturalmente apresentam alterações na imunidade durante a gestação.

A preocupação das autoridades com as gestantes existe, tanto que a Resolução n. 313, de 19 de março de 2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) incluiu as gestantes nos grupos de riscos.

SUPENSÃO DE EVENTOS – Suspender a realização de eventos (capacitações, treinamentos, cursos) com aglomeração de trabalhadores nos ambientes de trabalho, em obediência ao decreto, se possível realizar esses procedimentos como trabalho remoto.

ADIAR EXAMES OCUPACIONAIS – Adiar temporariamente a realização de exames médicos ocupacionais previstos no Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO), com o intuito de prevenir que trabalhadores saudáveis frequentem unidades de saúde, façam exames ocupacionais e possam se contaminar.

USO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO – É direito dos trabalhadores o acesso aos equipamentos e produtos de proteção individual, conforme as atividades desempenhadas e os riscos ocupacionais existentes.

DESCARTE – Deve-se fazer o descarte adequado dos materiais e produtos de proteção individual utilizados, da utilização dos sacos de lixo (resíduos ou rejeitos), dos locais de descarte, dos recipientes de armazenamento temporário. Cuidado com a vestimenta de corpo inteiro, caso necessário, com o devido fluxo para o processamento das roupas, em razão do trabalho.

REGRAS DE SEGURANÇA – É obrigação dos empregadores e gestores promover a capacitação e é obrigação dos trabalhadores cumprir as regras de segurança definidas pelas autoridades competentes e difundidas na capacitação, como à higienização correta das mãos e adoção de etiqueta respiratória ao tossir e espirrar; e onde se aplicar o uso adequado (e retirada) de máscaras, toucas, gorros, jalecos, preparação alcoólica a 70%, luvas, óculos de proteção, lenços e toalhas de papel.

A notificação recomendatória se aplica a indústrias, restaurantes, cozinhas industriais, estivadores, embarcadores, teleatendimento, bancos, frigoríficos, supermercados, frentes de trabalho rurais, transportadoras, transporte coletivo de passageiros públicos e privados, urbano e rural; clínicas de atendimento na área de saúde, consultórios veterinários, postos de revenda de combustíveis.

E ainda, atacadistas, distribuidoras, oficinas mecânicas, autopeças, serviços de manutenção, açougues, panificadoras, lotéricas, caixas eletrônicos serviços funerários, laboratórios de análises clínicas, farmácias, comércio de produtos agropecuários, pet shops, obras e serviços de engenharia, oficinas mecânicas, autopeças, serviços de manutenção, hotéis e hospedarias, escritórios de contabilidade, materiais de construções, restaurantes à margem das rodovias.

PUNIÇÕES EM CASO DE DESCUMPRIMENTO

Todos os estabelecimentos industriais e comercias que têm autorização do Governo de Rondônia para continuar funcionando devem cumprir as regras de segurança impostas pelas autoridades da Saúde. O trabalhador flagrado descumprindo as regras de segurança impostas pelas autoridades competentes em matéria de saúde será denunciado ao Ministério Público Federal.

Essa medida não será tomada caso fique comprovado durante a auditoria que o empregador não cumpriu com as obrigações de fornecer os equipamentos e produtos para a proteção individual ou caso o ambiente de trabalho não permita o distanciamento mínimo de dois metros entre um trabalhador e outro.

O descumprimento das medidas impostas pelos órgãos públicos para evitar a disseminação do coronavírus, causador da doença Covid-19, pode inserir o agente na prática dos crimes previstos nos artigos 268 e 330 do Decreto-lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal) – Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa: Pena – detenção, de um mês a um ano, e multa. Art. 330 – Desobedecer à ordem legal de funcionário público: Pena – detenção, de quinze dias a seis meses, e multa.

FISCALIZAÇÃO

Compete à Auditoria Fiscal do Trabalho notificar as pessoas sujeitas à inspeção do trabalho para o cumprimento de obrigações e adoção de medidas que eliminem os riscos para a saúde e segurança dos trabalhadores, nas instalações ou métodos de trabalho.
Aqueles que violarem as disposições legais ou se mostrarem negligentes na sua aplicação, deixando de atender às advertências, notificações ou sanções da autoridade competente, poderão sofrer reiterada ação fiscal (Art. 26 do Regulamento da Inspeção de Trabalho).

Ao contrário de vídeo postado por Bolsonaro, Ceasa amanhece com fila de caminhões e garante abastecimento normal

0

O presidente Jair Bolsonaro postou, nas redes sociais, no início da manhã desta quarta-feira (1º), um vídeo que teria sido gravado, na véspera, na Ceasa, a Central de Abastecimento de Minas Gerais, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Nas imagens, um homem aparece mostrando o local vazio e dizendo que há desabastecimento. No texto, Bolsonaro diz que “não é um desentendimento entre o presidente e alguns governadores e prefeitos”, e que “são fatos e realidades que devem ser mostrados”.

Mas o Globocop sobrevoou a Ceasa, na manhã desta quarta-feira (1º), e constatou o oposto: muito movimento de caminhões e clientes no local. A assessoria de imprensa da Ceasa também garantiu que não há falta de produtos por lá.

Algumas medidas foram adotadas para evitar a propagação do coronavírus na semana passada, mas o comércio de alimentos segue normalmente no entreposto e a Ceasa garante o abastecimento na Grande BH.

Nesta manhã, muitos caminhões de verduras, frutas e legumes, que vão chegar às mesas dos moradores da região, eram descarregados.

Caminhões formam fila na Ceasa em Contagem — Foto: Reprodução/TV Globo

Medidas para conter o coronavírus

As medidas para evitar o coronavírus passaram a valer no último dia 23. Por causa da pandemia, menores de 14 anos e maiores de 60 não podem entrar na Ceasa por ora.

Somente podem acessar o entreposto produtores rurais, consumidores e compradores dos entes ligados ao abastecimento, movimentadores de mercadoria, carregadores, motoristas de veículos utilitários e caminhões, sócios e empregados das empresas concessionária e empregados da Ceasa.

Movimento na Ceasa na manhã desta quarta-feira (1º) — Foto: Pedro Bohnenberger/CBN BH

O funcionamento é normal nas empresas de hortifrutigranjeiros, abastecimento alimentar de pessoas e animais, bebidas, higiene e limpeza, farmácias e drogarias, fornecimento de insumos para produção agrícola, embalagens para produtos alimentícios, postos de combustíveis e agências bancárias para atendimento exclusivamente interno.

Já as outras empresas podem abrir a partir das 11h. Restaurantes e lanchonetes ficarão abertos somente para pronta-entrega ou para retirada dos alimentos no local.

ONU e OMC alertam para risco de “escassez de alimentos” provocada pelo coronavírus

0

Existe um risco de “escassez de alimentos” no mercado mundial por perturbações derivadas da Covid-19 no comércio internacional e nas cadeias de abastecimento, advertiram os dirigentes de dois organismos da ONU e da OMC.

As incertezas “podem gerar uma onda de restrições à exportação” que podem provocar uma “escassez no mercado mundial”, afirmam em um comunicado incomum o chinês Qu Dongyu, que dirige a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), e o brasileiro Roberto Azevêdo, diretor geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Para os três organismos multilaterais é “importante” garantir os negócios comerciais, “em particular para evitar escassez de alimentos”, afirma o texto.

Os três organismos se preocupam com a “desaceleração da circulação de trabalhadores da indústria agrícola e alimentícia”, que bloqueia várias agriculturas ocidentais, e com os “atrasos nas fronteiras para os contêineres” de mercadorias, gerando “um desperdício de produtos perecíveis”.

Também destacam a necessidade de “proteção” dos trabalhadores do setor para “minimizar a propagação do vírus no setor e manter as cadeias de abastecimento alimentar”.

“Ao proteger a saúde e o bem-estar dos cidadãos, os países devem assegurar que o conjunto das medidas comerciais não perturbe a rede de abastecimento alimentar”, completam os diretores da FAO, OMS e OMC.

“Em períodos como este, a cooperação internacional é essencial” completam.

“Devemos garantir que nossa resposta à pandemia de Covid-19 não crie de maneira involuntária uma escassez injustificada de produtos essenciais e exacerbe a fome a desnutrição”, conclui o texto.

Presidente divulgou mensagem que pede ‘paralisação responsável’ contra novo coronavírus

0

Um dia após pregar “união” e “cooperação”, o presidente Jair Bolsonaro compartilhou nesta quarta-feira um vídeo com críticas a governadores. No vídeo, um homem que diz estar na Central de Abastecimento (Ceasa) de Belo Horizonte critica o desabastecimento causado por medidas de contenção ao novo coronavírus , afirma que a culpa é dos governadores e elogia Bolsonaro.

“Para você que falou, depois do discurso do presidente , que economia não tem importância…Pois é, fome também mata. Fome, desespero, caos, também matam. Não esquece disso, não”, afirma o homem, que não se identifica.

Ele diz que a culpa é dos governadores, porque Bolsonaro estaria defendendo uma “paralisação responsável”.

“A culpa disso aqui é dos governadores, porque o presidente da República está brigando incessantemente para que haja uma paralisação responsável”, disse.

O homem afirma ainda que governadores tentam “ganhar nome e projeção política”.

“Isso se chama responsabilidade. Tem que ponderar, administrar a crise. É isso que o presidente tem tentado fazer, (ao contrário) de governadores tentando ganhar nome e projeção política, à custa do sofrimento da população”, afirmou.

Ao publicar o vídeo, Bolsonaro escreveu que não se trata de um”desentendimento entre o Presidente e ALGUNS governadores e ALGUNS prefeitos”, mas sim de “fatos e realidades que devem ser mostradas” porque “depois da destruição não interessa mostrar culpados”.

Apesar da publicação, no pronunciamento na noite de terça-feira Bolsonaro não defendeu o fim do isolamento social e a retomada das atividades econômicas, como vinha fazendo nós últimos dias.

Além disso, o presidente também defendeu “um grande pacto” com rodas as autoridades, inclusive governadores:

“Agradeço e reafirmo a importância da colaboração e a necessária união de todos num grande pacto pela preservação da vida e dos empregos: parlamento, judiciário, governadores, prefeitos e sociedade”.

https://twitter.com/jairbolsonaro/status/1245304299539828737?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1245304299539828737&ref_url=https%3A%2F%2Fultimosegundo.ig.com.br%2Fbrasil%2F2020-04-01%2Fbolsonaro-compartilha-video-com-criticas-a-governadores-apos-pregar-uniao.html

Em trecho suprimido pelo presidente, homem aparece chamando governadores de “canalhas”

Bolsonaro compartilhou uma versão editada no vídeo. Na versão original, que circula em redes sociais desde terça-feira, o homem chama os governadores de “canalhas” e “corja”. A versão original foi publicada pelo site “Poder 360”.

“E essa corja de governadores canalhas tão ai, cada um por si, igual a uma manada de burros querendo ganhar nome e projeção política”, dizia o homem.

 

Beneficiários do Bolsa Família devem receber ‘coronavoucher’ primeiro

0

A liberação do auxílio emergencial para trabalhadores informais, apelidado de ‘coronavoucher’, ainda aguarda a assinatura do presidente Jair Bolsonaro para que possa efetivamente entrar em vigor, mas o governo já sinalizou como devem ser esquematizados os pagamentos. Segundo o Ministério da Cidadania, os beneficiários do Bolsa Família serão os primeiros a receber o auxílio de até 600 reais por pessoa (e limitado a 1.200 reais por família). O pagamento para pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia do coronavírus deve começar na segunda quinzena de abril.

A decisão por priorizar os beneficiários do Bolsa Família tem critério operacional. Por já estarem cadastrados e terem uma forma de receber o benefício, com o cartão do programa emitido pela Caixa Econômica Federal, há uma facilidade para começar o repasse de recursos. Por três meses, essas famílias terão o Bolsa Família substituído pelo auxílio de 600 reais. Depois desse prazo, voltam a receber o valor do Bolsa Família — que varia de 89 reais a 178 reais, mais os bônus por filho.

O segundo grupo que deve receber são os trabalhadores informais que estão CadÚnico, que agrega os beneficiários de programas sociais, mas não são beneficiários do Bolsa Família. Na sequência, será a vez de microempreendedores individuais (MEI) e autônomos, que contribuem para o INSS.

Por fim, os informais não cadastrados serão beneficiados. O governo estuda uma forma que essas pessoas possam fazer uma autodeclaração à distância para que possam ser beneficiadas pelo governo.

Na terça-feira, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que é necessário um prazo de quinze dias para operacionalizar toda a operação. Além disso, ele afirmou que o governo tinha problemas para indicar as fontes de recursos necessárias para pagar o auxílio, que terá impacto de cerca de  80 bilhões de reais e, mesmo após a sanção, é necessário que o Congresso Nacional aprove uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para viabilizar o processo. A posição, entretanto, é questionada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que afirma que uma medida provisória (MP) pode solucionar o problema. A MP entra em vigor assim que for assinada, já a PEC precisa passar por dois turnos de votação na Câmara e no Senado.

Quem pode receber

De acordo com o texto aprovado pelo legislativo, o dinheiro será concedido a título de “auxílio emergencial” para quem cumprir os seguintes requisitos:

– ser maior de 18 anos de idade;
– não ter emprego com carteira assinada
– não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;
– renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (522,50 reais) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (3.135 reais)
– a pessoa também não pode ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de 28.559,70 reais. Ou seja, é preciso ter sido isenta de IR no ano passado

Além dos requisitos acima, é preciso que a pessoa se encaixa em uma das situações de informalidade abaixo para receber o benefício:

– ser microempreendedor individual (MEI)
– ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS)
– ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico)
– ser trabalhador com contrato intermitente inativo, ou seja, que não está sendo convocado pelo patrão para prestar serviço

Caso o cidadão não esteja em nenhum desses programas, o governo prevê uma autodeclaração a ser preenchida pela internet, mas o formato dessa declaração depende da regulamentação do governo.

A estimativa do legislativo é que o projeto beneficie 24 milhões de trabalhadores informais e microempreendedores que se encaixem no perfil de baixa renda. O número de trabalhadores informais no Brasil, entretanto, é de 38 milhões, segundo o IBGE.

Diante de pandemia, população deve estar alerta sobre notícias falsas

0

A pandemia do novo coronavírus e as medidas de isolamento social vêm sendo acompanhadas pela ampla profusão de conteúdos sobre o tema. Com isso crescem também as notícias falsas, prática difundida no Brasil e no mundo nos últimos anos. Nesse momento,a população deve tomar ainda mais cuidado tanto para não acreditar em mentiras quanto para não repassá-las.

Notícias bombástica, prometendo remédios ou saídas milagrosas têm circulado no ambiente online, em redes como Whatsapp, Facebook, Instagram e Youtube. Pessoas sem qualquer qualificação divulgam providências sem embasamento que tratariam a covid-19, como pequenas doses “shots” de imunidade ou a atribuição de poder de cura à hidroxicloroquina, mesmo contra determinação do Ministério da Saúde.

As notícias falsas espalham desinformação e dificultam a divulgação de informações e orientações pelas autoridades à população. Diante da preocupação com a pandemia, o cuidado com a verificação para o repasse muitas vezes pode diminuir, aumentando a circulação desses conteúdos enganosos.

Um exemplo é a foto de supostos saques na cidade de São Vicente, no litoral Paulista. O episódio ocorreu, mas em 2013, e não agora. A imagem ganhou milhares de cliques e compartilhamentos em redes sociais. Ela foi desmentida por agências de checagem, como a Aos Fatos.

Checar informações

Entre as orientações estão duvidar de fontes desconhecidas, buscar orientações nos sites oficiais das autoridades de área, como a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana da Saúde, braço regional da OMS, o Ministério da Saúde e as secretarias municipais e estaduais e evitar repassar informações sem certeza, mesmo que venham de amigos ou familiares. É possível também checar em diversas agências ou projetos, como Lupa, Aos Fatos e Comprova.

O Ministério da Saúde lançou uma página direcionada a desmentir os boatos. O site desmente inúmeras mensagens falsas, como orientações do órgãos que nunca foram dadas, anúncios de vacinas, formas de prevenção que não funcionam (como gargarejo com água morna, sal e vinagre) e alegações sobre o vírus, como o fato de ele morrer em temperaturas partir de 26º .

Guia

O Comitê Gestor da Internet lançou um guia com dicas para manter um uso seguro da Internet, que aborda, entre outros temas, o cuidado com boatos e mensagens. Uma cartilha específica sobre como evitar e combater boatos foi publicada juntamente com o material.

Conforme a publicação, em geral os boatos difundidos apresentam uma série de características:

– Afirmam não ser notícia falsa

– Possui título bombástico

– Tem um tom alarmista, com palavras como “cuidado” ou “atenção”

– Omite local, data ou até mesmo fonte (principalmente no caso do Whatsapp)

– Não traz evidências nem embasamento

– Coloca-se como único a revelar uma informação escondida pelos demais veículos

– Pede para ser repassado a um grande número de pessoas e alega consequências trágicas caso a tarefa não seja realizada

– Utiliza URL ou até mesmo design gráfico semelhante a veículos conhecidos.

Punição

O material lembra que as pessoas responsáveis pela difusão dessas mensagens podem ser punidas, como o enquadramento nos ilícitos de calúnia e difamação, além de danos morais. No Brasil, o ilícito relacionado a um conteúdo falso só existe na legislação eleitoral, mas esses outros tipos penais podem ser utilizados.

Na Paraíba, a Assembleia Legislativa aprovou uma lei pela qual poderá multar quem difundir conteúdos falsos sobre a pandemia. A sanção pode ser entre R$ 1 mil e R$ 10 mil para quem difundir uma mensagem enganosa no estado que gere algum tipo de dano. Os recursos arrecadados serão direcionados para as ações de combate a epidemias no estado.

Hábitos

O Whatsapp é um dos principais meios de difusão de notícias falsas. O app é um dos principais canais de informação dos brasileiros, segundo o Relatório de Notícias Digitais do Instituto Reuters, que analisa hábitos de consumo de comunicação em todo o mundo. A rede social conta com mais de 130 milhões de usuários brasileiros. A jornalista Carolina Valadares relatou à Agência Brasil que tem evitado se informar pelo aplicativo Whatsapp.

Na avaliação da organização internacional Avaaz, que atua no combate à desinformação, existe uma “infodemia”, com uma inundação de desinformação nas redes sociais. Exemplos são “lives” em redes como Facebook, Instagram e Youtube, para disseminar conteúdos falsos, além de áudios adaptadas para a realidade de cada país. É o caso, por exemplo, de áudios supostamente atribuídos a autoridades de saúde ou personalidades confiáveis com métodos e curas falsas.

“Algumas dessas mensagens podem até mesmo levar à morte em momentos de desespero, mas ainda, a longo prazo, gera uma grande desconfiança nas instituições, resultando em uma ameaça ainda maior às nossas democracias e nossa saúde. A desinformação dá às pessoas a falsa sensação de segurança e levam essas pessoas a agirem de maneiras que podem ajudar a espalhar o vírus”, comenta Laura Moraes, coordenadora de campanhas da entidade no Brasil.

Medidas

Plataformas digitais anunciaram medidas contra a disseminação de notícias falsas. O Google lançou um alerta que dá acesso a notícias, dicas de segurança e outras orientações de autoridades como a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde. De acordo com a assessoria da empresa, milhões de anúncios que tentavam arrecadar com o tema foram bloqueados, além de ter sido implementada a proibição de anúncios em que apareciam máscaras médicas. O serviço de notícias do conglomerado, Google News, criou uma seção específica com informações sobre a pandemia. Na Play Store, a loja de aplicativos, quando uma pessoa procura um app sobre o assunto são mostrados aqueles relacionados a autoridades públicas, como o  “Coronavírus – SUS”, do Governo Federal e o “Coronavírus Ceará”, do Governo do Estado do Ceará.

Por outro lado, o Youtube, maior plataforma de vídeo e também controlada pelo Google, permitiu a monetização de vídeos com menção ao novo coronavírus. Em 11 de março, a diretora executiva da empresa, Susan Wojcicki, declarou em comunicado que esta alternativa seria controlada. Mas em 16 de março, a empresa anunciou a expansão desse recurso, mantendo apenas diretrizes aos produtores de conteúdo, como checar a informação, uso de fontes confiáveis (como OMS e autoridades de saúde) e manter “a melhor das intenções possíveis”.

De acordo com a assessoria da empresa, vídeos de fontes confiáveis são destacadas nos resultados de busca. Além disso, seguem valendo as regras internas da plataforma, que proíbem, por exemplo, produtos nocivos. Entretanto, tanto o Youtube quanto outras plataformas tiveram de seguir as medidas de quarentena, o que reduziu as equipes de verificadores de conteúdo e deixou uma maior parte dessa tarefa para sistemas automatizados.

Twitter

Em comunicado publicado na última sexta-feira (27), o Twitter alertou que o emprego maior de ferramentas automatizadas pode gerar uma “perda de contexto” e pode resultar em erros. A rede social aumentou o escopo do entendimento de “dano” para incluir aqueles que vão contra as orientações das autoridades de saúde. Serão excluídos, por exemplo, tuítes que neguem essas recomendações, divulgação de medida de prevenção e tratamento ineficazes, negação de fatos científicos, mensagens buscando se passar por autoridades ou afirmações de que determinados grupos populacionais são menos ou nada suscetíveis à pandemia.

Na avaliação da Avaaz, as plataformas devem aumentar a escala de suas ações para seguir a gravidade da pandemia. A entidade defende que elas devem apontar um conteúdo como falso a todos que viram ou interagiram com aquela informação, fornecendo links para fontes confiáveis, como a OMS. A organização também propõe que as plataformas “desintoxiquem” seus algoritmos para que não promovam conteúdos perigosos (como na definição do que aparece numa linha do tempo ou recomendação do próximo vídeo).

O que significa salto de mais de 24% em casos e mortes por coronavírus no Brasil em um dia

0

Nas 24 horas do dia, foram confirmadas 1.138 novas infecções, das quais 822 em São Paulo, o Estado mais afetado até agora. Isso fez o total de casos saltar de 4.579 para 5.717, um aumento de quase 25% em um dia.

Ao mesmo tempo, foram registradas 42 novas mortes no mesmo período, 23 delas em São Paulo. Com isso, 201 pessoas já morreram no Brasil desde o início da pandemia, 136 delas em São Paulo. Isso representa um crescimento de 26,4% em relação ao dia anterior, quando havia 159 mortes, de acordo com os dados oficiais.

No entanto, apesar deste aumento expressivo dos casos confirmados, o crescimento percentual diário de casos confirmados está dentro do índice de 33% que havia sido projetado pelo Ministério da Saúde, como ressaltou o secretário-executivo João Gabbardo em uma coletiva de imprensa no último dia 25.

Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que esse crescimento mais intenso já era esperado no país neste momento da pandemia, especialmente diante do maior número de laboratórios credenciados para realizar exames e do grande número de amostras que ainda esperam para ser testadas. Eles também dizem que picos ainda maiores estão por vir.

“A gente está passando pelo aumento exponencial da curva (de contágio), então, isso vai ser constante nos próximos dias. Vamos bater recordes em cima de recordes”, afirma o infectologista Benedito da Fonseca, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

Ilustração de pessoas usando máscaras

A médica sanitarista Ana Freitas Ribeiro, do serviço de epidemiologia do Instituto Emílio Ribas, destaca que, a partir do momento em que a transmissão comunitária foi detectada no país, os testes de covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, passaram a ser aplicados somente nos casos com sintomas graves.

Esse tipo de transmissão, identificada oficialmente em São Paulo em 13 de março e sete dias depois em todo território nacional, ocorre quando há casos em que não é possível mais saber como uma pessoa se infectou. Isso indica que o vírus está circulando livremente entre a população.

Ribeiro diz que isso é diferente do início da epidemia no país, quando eram testados apenas viajantes com sintomas e pessoas que tinham entrado em contato com essas pessoas. “Quando muda o critério de testagem para os casos graves, a chance de um resultado ser positivo é maior. É natural que o total de casos comece a aumentar, e acho que vai subir ainda mais”, afirma a médica.

Rede de laboratórios que fazem exames aumento

Fonseca ressalta que, nas últimas semanas, foi ampliada a rede de laboratórios que podem fazer a testagem para covid-19 no país.

Os exames vinham sendo feitos apenas por três laboratórios de referência: A Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e o Instituto Evandro Chagas, no Pará. Em 18 de março, o Ministério da Saúde anunciou que todos os Laboratórios Centrais de Saúde Pública dos 26 Estados e do Distrito Federal estavam aptos a fazer estes testes.

“Além disso, laboratórios privados, como o do Hospital Albert Einstein e o Fleury, foram credenciados. Então, os exames que antes eram feitos por eles e precisavam da contraprova feita em um laboratório do governo agora passam ser contabilizados sem ser necessário fazer isso”, afirma Fonseca.

O maior número de testes leva a um aumento dos diagnósticos, mas isso não significa que a epidemia esteja fora de controle, avalia o infectologista. “Simplesmente, estamos detectando mais o vírus.”

Mas, como tem faltado material para a realização dos testes, muitas amostras coletadas de pacientes na rede pública ainda precisam ser examinadas. Somente no Instituto Adolfo Lutz, a fila de espera era de 12 mil amostras até o último sábado, de acordo com a secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. A instituição tem capacidade de testar 400 amostras por dia, e cerca de 1,2 mil novas chegam diariamente.

Homem com máscara

“Está havendo uma pressão muito grande para esses exames serem liberados. Com tanto teste represado, a tendência é não só (aumentar o) número de casos confirmados, mas a termos picos maiores ainda”, diz Ribeiro.

A médica afirma que só será possível ter uma real dimensão da disseminação do novo coronavírus no país quando essa demanda for atendida. “Os resultados de exames que estão saindo agora são de 10 a 15 dias atrás.”

Ribeiro afirma que também ajudaria a ter uma melhor noção do tamanho da pandemia e sua gravidade atual no Brasil se o número de casos suspeitos fosse divulgado, o que o Ministério da Saúde deixou de fazer desde o último dia 19. “Teríamos que ver como estão evoluindo as notificações de suspeitas e a proporção de casos confirmados”, diz ela.

Ministro diz que mortes concentradas em hospital distorcem dados

Ribeiro diz ainda que realizar os exames reprimidos não só aumentaria o número de casos confirmados, como faria cair a taxa de letalidade do novo coronavírus no país. Atualmente, ela está em 3,5% de acordo com o Ministério da Saúde, o mesmo patamar divulgado pela Organização Mundial da Saúde, de 3,4%.

No entanto, ao comentar o aumento do número de óbitos no país, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que os dados vêm sendo distorcidos por um grande número de mortes registradas no hospital Sancta Maggiore, em São Paulo.

A instituição é operada pela empresa de planos de saúde Prevent Senior, voltada para idosos. Segundo Mandetta, 79 das 136 mortes ocorreram no Sancta Maggiore.

“O coronavírus entrou em um hospital só de idosos com diferentes graus de imunossupressão (redução de imunidade), e o hospital não conseguiu segurar a transmissão ali dentro. Temos hoje um ponto extremamente grave naquele hospital”, disse o ministro.

Em nota divulgada à imprensa, a Prevent Senior disse que as mortes ocorrem em dois hospitais de sua rede e não apenas em um como disse Mandetta e negou que tenha cometido erros para conter a disseminação do vírus.

“Os pacientes de covid-19 internados nos dois hospitais da rede não foram contaminados no interior das unidades, conforme atestam os exames laboratoriais, colhidos fora dos estabelecimentos”, disse a empresa.

“Os hospitais da rede seguem todos os protocolos e recomendações da OMS. Prova disso é que o índice de infecção de profissionais de saúde pelo coronavírus é o menor das redes pública e privada.”

O que esperar agora?

Benedito da Fonseca diz ser natural que o número de mortes cresça mais intensamente conforme a pandemia avance.

“Os pacientes vão a óbito na segunda ou terceira semana (após a infecção), e é esperado que a maior parte deles esteja em São Paulo, onde a pandemia chegou mais cedo”, afirma o infectologista.

Ana Freitas Ribeiro concorda e diz que a expectativa é que o aumento do número de casos confirmados seja acompanhado pelo crescimento do total de mortes, ainda que não na mesma proporção.

Analisando exame de coronavírus

“Essa não é uma doença que tem um desfecho rápido. Vimos em outros países que as pessoas que morreram ficaram três semanas no hospital em média. Então, quando aumenta o número de internações, o esperado é que você tenha um aumento do número de mortes depois de algum tempo”, diz a médica.

Só será possível saber que a pandemia parou de se agravar e que as medidas de isolamento social estão surtindo efeito quando o número de casos e mortes se mantiver em um mesmo patamar ou começar a diminuir, explica Fonseca.

“É o melhor dos cenários, mas ainda estamos em uma fase de crescimento da epidemia, então, o mais provável é que siga aumentando antes disso acontecer”, afirma o infectologista.

“Nossa esperança é que essas medidas não farmacológicas funcionem e, nas próximas duas, três ou quatro semanas, a curva se estabilize e comece a cair.”

Os casos

O primeiro registro do coronavírus no Brasil foi em 24 de fevereiro. Um empresário de 61 anos, que mora em São Paulo (SP), foi infectado após retornar de uma viagem, entre 9 e 21 de fevereiro, à região italiana da Lombardia, a mais afetada do país europeu que tem mais casos fora da China.

De acordo com o Ministério da Saúde, o empresário de 61 anos tinha sintomas como febre, tosse seca, dor de garganta e coriza. Parentes dele passaram a ser monitorados. Dias depois, exames apontaram que uma pessoa ligada ao paciente também estava com o novo coronavírus e transmitiu o vírus para uma terceira pessoa. Todos permaneceram em quarentena em suas casas, pelo período de, ao menos, 14 dias.

Após o primeiro caso, outros diversos registros passaram a ser feitos no Brasil. Muitos vieram de países com inúmeros casos do novo coronavírus, mas depois foram registrados casos de transmissão local e, por fim, comunitária.

Duas semanas depois, foi anunciado que o empresário de 61 anos está curado da doença provocada pelo novo coronavírus.

Paciente com coronavírus

Cuidados

A principal recomendação de profissionais de saúde que acompanham o surto é simples, porém bastante eficiente: lavar as mãos com sabão após usar o banheiro, sempre que chegar em casa ou antes de manipular alimentos.

O ideal é esfregar as mãos por algo entre 15 e 20 segundos para garantir que os vírus e bactérias serão eliminados.

Se estiver em um ambiente público, por exemplo, ou com grande aglomeração, não toque a boca, o nariz ou olhos sem antes ter antes lavado as mãos ou pelo limpá-las com álcool. O vírus é transmitido por via aérea, mas também pelo contato.

Também é importante manter o ambiente limpo, higienizando com soluções desinfetantes as superfícies como, por exemplo, móveis e telefones celulares.

Para limpar o celular, pode-se usar uma solução com mais ou menos metade de água e metade de álcool, além de um pano limpo.

Governo recomenda boas práticas aos feirantes de Rondônia para garantir o abastecimento e evitar impactos no agronegócio

0

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), enviou aos chefes do Poder Executivo Municipal de Rondônia uma resolução com recomendações de boas práticas para a continuidade da realização de Feiras Livres, que devem ser respeitadas para a prevenção de contágio do novo coronavírus (Covid-19).

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a medida tem o objetivo de evitar a transmissão do vírus e contágio dos trabalhadores e consumidores. “Visa garantir a continuidade de serviços essenciais para o escoamento da produção familiar e auxílio ao abastecimento da população, bem como de mini e pequenos mercados, comércios e restaurantes de nosso Estado”, disse.

A notificação recomenda aos comerciantes que estejam no grupo de risco, como idosos com mais de sessenta anos, ou que possuam doenças crônicas, doenças cardiovasculares, doença respiratória crônica, que permaneçam em casa, assim como os que apresentem qualquer sintoma como febre, tosse ou dificuldades para respirar.

Entre as recomendações, a parte de higienização é a mais exigida. Os comerciantes devem higienizar as mãos com água e sabão líquido ou álcool a 70% antes de embalar os alimentos. As bancas, balanças e utensílios devem ser desinfetados antes da montagem da barraca com álcool 70% ou com solução de água sanitária. Todas as atividades como degustação, corte e exposição de frutas e legumes, no espaço reservado à Feira Livre, senão a de produtos oriundos da agricultura familiar, estão proibidas e, durante o atendimento, o qual deverá ser individualizado, deverão manter a distância de pelo menos dois metros dos consumidores.

Nos locais das feiras livres, devem ser fixados e disponibilizados cartazes e folders, comunicando as medidas e orientações necessárias e divulgando as boas práticas aos consumidores, incluindo a de não manusear alimentos. É importante atender todas as medidas necessárias de controle do fluxo de pessoas, evitando aglomerações, além de aumentar a frequência e o tempo de realização de feiras livres em todo o Estado, realizando em diferentes dias da semana, com o intuito de pulverizar o público, evitar as aglomerações e ofertar regularmente alimentos à população.

As feiras livres devem ser realizadas em ambiente amplo e ao ar livre, respeitando todas as resoluções sanitárias em vigor. Também devem ser monitoradas as entradas e as saídas de caminhões, quando aplicável, respeitando as normas definidas pelos órgãos competentes, e também estimular o rodízio ou escalas dos colaboradores em diferentes turnos. Todas as medidas devem ser respeitadas, conforme o anexo abaixo.

Representação visual da Lei da Igualdade Salarial com símbolos de justiça, moedas e figuras masculina e feminina sobre uma balança

STF valida lei que cobra salários iguais entre homens e mulheres

0
Empresas terão de manter transparência nos salários após decisão unânime dos ministros no Supremo.
Operação da PF e ICMBio contra garimpo ilegal em Rondônia com escavadeira em chamas e agentes em área de floresta

PF e ICMBio desmontam garimpos ilegais em área protegida de Rondônia

0
Ação federal atingiu três frentes de exploração irregular e inutilizou máquinas usadas na área protegida.
Anúncio de investimento para tratamento contra câncer pelo SUS com autoridades em frente a unidade móvel de saúde

Tratamento contra câncer pelo SUS recebe 2,2 bi do governo

0
Pacote amplia medicamentos, cirurgia robótica e reconstrução mamária para pacientes da rede pública.
Notificação do Instagram sobre segurança digital em celular enquanto adulto conversa com adolescente

Pais serão avisados sobre buscas sensíveis feitas por filhos no Instagram

0
Novo alerta aproxima responsáveis do ambiente digital dos filhos em situações de risco identificadas na plataforma.
Carreta de tomografia em Porto Velho inicia atendimento a pacientes regulados pelo SUS

Porto Velho recebe carreta de tomografia para reforçar exames pelo SUS

0
Ação temporária amplia exames de imagem pelo SUS e reforça o atendimento a pacientes que aguardam diagnóstico.