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sexta-feira, maio 15, 2026
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Período de defeso para o tambaqui terminou, mas segue restrito para o pirarucu até dia 30 de abril

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Terminou no último dia 15 de março o período de defeso para algumas espécies de peixes da região amazônica (surubim, caparari, pirapitinga, jatuarana, filhote, dourada e pescada). Já para o tambaqui, a pesca será liberada a partir desta terça-feira (31), porém segue ate o dia 30 de abril a restrição para o pirarucu na região.

Quem for flagrado fazendo a pesca, transporte, venda ou armazenamento irregular durante o período de defeso pode ser multado em valores que vão de R$ 700 a R$ 100 mil. com acréscimo de R$ 20,00 (vinte reais), por quilo ou fração do produto da pescaria, ou por espécime quando se tratar de produto de pesca para uso ornamental. Os equipamentos de pesca serão apreendidos os peixes recolhidos e para o pescador, será lavrado o auto de infração.
Para vender peixe capturado antes do período de defeso faz-se necessária a declaração de estoque registrada junto ao órgão ambiental.

A coordenadora Estadual de Licenciamento e Monitoramento Ambiental, Marcia Alves, lembra que a portaria nº 428/2018 possibilita a pesca para subsistência das populações ribeirinhas, pescadores profissionais artesanais e amadores, inclusive na modalidade pesque e solte que estejam devidamente regularizados mediante a legislação, sendo a captura vedada a sua comercialização.

Especialista renomado cita Rondônia entre os estados que se destacam no enfrentamento ao coronavírus

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Durante entrevista realizada na segunda-feira (30) ao programa Roda Viva da Tv Cultura, o cientista, pesquisador e pós doutor em microbiologia pela Universidade de São Paulo, Atila Iamarino disse que ” os estados que diminuíram o fluxo de pessoas nas ruas e que estão construindo leitos hospitalares estão indo bem”, citando como destaques Rondônia,  São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.  A entrevista abordou as ações que os Estados estão aplicando quanto ao enfrentamento do novo coronavírus.

RONDÔNIA

Antes de qualquer confirmação de casos no Estado, o Governo de Rondônia, focando na prevenção e proteção da população, antecipou-se aderindo a um Plano de Contingência, no qual ações foram traçadas para enfrentar a pandemia.

Para lidar com o coronavírus, equipes de saúde foram capacitadas, novos leitos e equipamentos foram adquiridos, e medidas protetivas foram tomadas, como a quarentena, evitando aglomeração e propagação do vírus.

Em entrevistas o secretário estadual de Saúde, Fernando Máximos, fala sobre a atuação e as ações executadas. “Muitos Estados estão passando sufoco, o que não é o caso de Rondônia. Nos antecipamos preparando nossas equipes, comprando equipamentos e implantando novos leitos no Estado. Ser elogiado em rede nacional por um dos maiores especialistas em pandemias do Brasil mostra que estamos no caminho certo”.

AÇÕES

O Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) atenderá exclusivamente os casos confirmados de coronavírus. Até o momento, já recebeu cerca de 44 novos equipamentos, entre ventiladores pulmonares mecânicos, cardioversores, monitores e leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), para suporte à vida. 19 leitos equipados já estão à disposição para receber os pacientes. A Assistência Médica Intensiva (Ami) também está sendo preparada e funcionará como unidade de retaguarda.

Os hospitais Cosme e Damião (infantil), João Paulo II, e Hospital Regional de Cacoal (HRC) instalaram tendas e barracas para fazer a triagem de possíveis pacientes com o coronavírus, através de parceria com o Exército Brasileiro (17º Brigada de Infantaria de Selva ) e com o Grupo Saga.

RIOTERRA – Rondônia assina Termo de Cooperação para restauração florestal em unidades de conservação

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Desenvolvimento Ambiental (Sedam), assinou um termo de cooperação com o Centro de Estudos Rioterra, objetivando ações de restauração florestal em Unidades de Conservação (UCs) de Rondônia. As ações consistem em aliar aspectos ambientais com a geração de emprego e renda nas unidades.

O termo assinado pelo Secretário da Sedam, Elias Rezende, com a presidente do Centro Rioterra, Telva Maltezo, visa a geração de emprego por meio do uso sustentável dos recursos naturais propiciando às comunidades do entorno o desenvolvimento de atividades econômicas.

A atividade terá diversas finalidades, a depender da área em execução, visto que as Unidades de Conservação apresentam características diferenciadas, de biodiversidade e oferta ambiental.

Objetiva-se a restauração ecológica; enriquecimento de áreas com produtos florestais como castanha, pupunha, açaí, para fim de exploração econômica em locais onde vivem populações tradicionais, como reservas extrativistas (Resex) e criação de ambientes com espécies nativas com foco em silvicultura.

Atualmente existem 40 Unidades de Conservação estaduais, o que corresponde a aproximadamente 18% da área superficial do Estado de Rondônia.

Para Denison Trindade, coordenador de Unidades de Conservação da Sedam, essa pode ser a melhor estratégia para manutenção das áreas, a fim de evitar desmatamentos ilegais e possibilitar conservação da biodiversidade no Estado.

“Estamos nos empenhando para mudar as estratégias de conservação, permitindo que as unidades possam gerar renda e emprego, principalmente para os moradores que as habitam ou estão no seu entorno” explica Trindade.

UNIDADES DE PROTEÇÃO INTEGRAL

A proteção da natureza é o principal objetivo dessas unidades, por isso as regras e normas são mais restritivas. Nesse grupo é permitido apenas o uso indireto dos recursos naturais; ou seja, aquele que não envolve consumo, coleta ou dano aos recursos naturais. Exemplos de atividades de uso indireto dos recursos naturais são: recreação em contato com a natureza, turismo ecológico, pesquisa científica, educação e interpretação ambiental, entre outras.

As categorias de proteção integral são: estação ecológica, reserva biológica, parque, monumento natural e refúgio de vida silvestre.

As categorias de uso sustentável são: área de relevante interesse ecológico, floresta nacional, reserva de fauna, reserva de desenvolvimento sustentável, reserva extrativista, Área de Proteção Ambiental (APA) e Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN).

CORONAVÍRUS – Começa a funcionar call center para atendimento a casos de Covid-19

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A partir desta terça-feira (31), o Call Center para atendimento a pacientes com suspeita de Covid-19 estará à disposição da população de Porto Velho. O número 0800 647 5225 vai funcionar como teleconsulta, onde o paciente será atendido por uma equipe médica e, conforme os sintomas apresentados, encaminhado para atendimento presencial.

A pedido do prefeito Hildon Chaves, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) elaborou um fluxo de atendimento. Pacientes com sintomas leves precisam obedecer ao isolamento social domiciliar obrigatório. Os de sintomas moderados necessitam da consulta presencial, que serão realizadas no recém-criado Centro de Atendimento para casos suspeitos do novo coronavírus. E aqueles com sintomas graves serão orientados a ligar para o 192 (SAMU) ou procurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima de casa.

Equipes compostas por 27 médicos especialistas, estarão em plantão 24 horas com o objetivo de atender a população, tirar dúvidas e esclarecer as condutas corretas de acordo com cada sintoma.

Centro de Atendimento para casos suspeitos

Para atender as pessoas que apresentam sintomas moderados de Covid-19, a prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) criou o Centro de Atendimento para casos suspeitos do novo coronavírus, que a partir desta terça-feira (31) entra em funcionamento no Centro de Especialidades Médicas (CEM). A unidade vai atender exclusivamente aqueles pacientes encaminhados pelo Call Center (0800 647 5225).

O Centro de Atendimento para casos suspeitos do novo coronavírus vai funcionar 24 horas, com uma equipe multiprofissional formada por médicos, enfermeiros e demais profissionais capacitados para prestar apoio e acolhimento adequado à população.

O Centro de Especialidades Médicas (CEM) está localizado na Avenida Sete de Setembro (esquina com Av. Rio Madeira) nº 2010.

TRANSPORTE ESCOLAR – Prefeitura divulga resultado preliminar do processo para contratação de motoristas

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), publicou nesta terça-feira (31) o resultado preliminar do edital do processo seletivo simplificado para contratação de motoristas de ônibus escolar para atender as instituições de ensino da zona rural do município.

Serão contratados 146 motoristas para atendimento dos estudantes da zona rural que fazem parte da rede municipal. Conforme o cronograma do edital, os candidatos poderão interpor recurso no dia 1 e 2 de abril. O resultado final sai no dia 7 de abril, próxima terça-feira.

Dúvidas podem ser esclarecidas no telefone (69) 98453-5388.

Restaurantes Bom Prato vão oferecer café da manhã, almoço e jantar até dia 30 de maio

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) anunciou que todos os restaurantes Bom Prato do estado vão passar a funcionar aos finais de semana e oferecer além do almoço, café da manhã e jantar até o dia 30 de maio. Atualmente, o estado possui 59 unidades.

““A partir desta quarta-feira, 1º de abril, todos os 59 restaurantes do Bom Prato vão passar a servir café da manhã, almoço e jantar”, disse Doria. O novo funcionamento terá duração de 60 dias e passa a valer em 1º de abril. Com essa medida, serão servidas 1,2 milhão a mais de refeições por mês. Os restaurantes atendem 2,4 milhões de pessoas em todo o estado.

Doria disse que a medida visa beneficiar a população mais vulnerável e mais afetada durante a crise econômica gerada pela pandemia. “Com essa decisão de ampliar o funcionamento dos Bom Pratos para a noite e os cafés da manhã ajudamos a atender e a amparar as pessoas que mais precisam”, afirmou.

O investimento total será de R$ 18 milhões. “Vão servir em embalagens descartáveis, o serviço não será feito por razões sanitárias dentro dos restaurantes”, disse. Serão distribuídos talheres plásticos, que estava abolido.

Doações

Doria disse que a bancada paulista de deputados e senadores destinaram R$ 219 milhões de emendas para o combate ao coronavírus.

Ele também anunciou que fez na manhã desta segunda (30) uma reunião virtual com um grupo de 232 empresários que doou o valor de R$ 97 milhões em dinheiro, respiradores, produtos de higiene, equipamentos de proteção, alimentos não-perecíveis para as áreas de Saúde, Segurança e comunidades mais carentes do estado, principalmente na região metropolitana. Essa foi a segunda doação feita por empresários para o estado, totalizando um valor de R$ 195 milhões. Ele também fez um apelo para os empresários “por favor, não demitam. Essa é uma crise com prazo determinado”, solicitou.

Isolamento

O governador também ressaltou a necessidade do isolamento social no combate à doença. “Isolamento é necessidade, não é obrigatoriedade apenas, e melhor prevenir hoje do que lamentar amanhã”, disse. De acordo com ele, as decisões dos governadores estão amparadas em decisões técnicas “fiquem em casa, utilize mecanismos virtuais para trabalhar.”

Ele pediu que a população escute e atenda as recomendações médicas. “Neste caso, por favor, não sigam as orientações do presidente da República do Brasil. Ele não orienta corretamente a população e lamentavelmente não lidera o país no combate ao coronavírus e à preservação da vida.”

Foto ilustrativa mostra adesivo com resultado positivo para o novo coronavírus  — Foto: Dado Ruvic/Reuters/Arquivo

Mortes

Subiu para 98 o número de mortes pelo novo coronavírus no estado de São Paulo, segundo balanço do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (29). O estado possui ainda 1.451 casos confirmados.

O novo número de casos representa um aumento de 3,2% em relação aos 1.406 casos anunciados no sábado (28). No caso das mortes, o crescimento foi de 16,6%. No Brasil são 4.256 casos confirmados e 136 mortes.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, foram contabilizados 14 novos óbitos no estado de São Paulo, destes um homem de 89 anos de São Bernardo do Campo e outras 13 pessoas da capital: cinco mulheres (71, 84, 84, 87 e 90 anos), seis homens idosos (60, 67, 79, 76, 63, 83) e dois jovens de 26 e 33 anos. Todos foram atendidos na rede particular.

Notificação apenas em casos graves

Na segunda-feira (23) a Secretaria Estadual da Saúde determinou que as unidades de saúde da rede pública devem registrar no sistema apenas pacientes internados com sintomas graves da doença.

Pessoas com sintomas leves, especialmente aquelas que não sentem falta de ar, não são registradas como casos suspeitos ou confirmados de coronavírus no sistema oficial, tampouco são submetidas ao teste laboratorial. Especialistas afirmam que a nova metodologia de registro pode levar a subnotificação.

Segundo a Diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), Helena Sato, a medida é necessária para concentrar esforços nos casos graves.

“Isso não quer dizer que a gente vai ter menos dados, de jeito nenhum. Nós trabalhamos com vigilância epidemiológica. Então, nós tivemos um procedimento muito parecido na época da pandemia que aconteceu dez anos atrás, em relação ao vírus do H1N1. Antes a gente notificava os casos leves, moderados, depois, com o aumento, com o que se considera uma pandemia, a gente foca nos casos graves. Isso de modo nenhum vai alterar nossas ações de vigilância, não altera em nada”, disse Sato em entrevista ao G1.

“É só uma forma de a gente poder acompanhar o que é mais importante nesse momento. Quando começa a ter mais casos, a gente começa a focar nos graves”, completa.

Para Fernanda Campagnucci, diretora executiva da Open Knowledge Brazil e especialista em transparência de dados, a nova orientação mostra que as estatísticas estaduais precisam ser analisadas com cautela, já que não refletem mais o mesmo cenário que era analisado antes.

“É compreensível que haja mudanças no processo de coleta dos dados, porque a gente está aprendendo a lidar com o vírus, e não há testes suficientes. Mas qualquer mudança na metodologia impacta o resultado. Isso precisa ser comunicado, divulgado, para que as análises sejam feitas com base nessa informação importante da nova orientação”, afirma Campagnucci.

Aumento de casos graves

O secretário estadual de saúde, José Henrique German disse na quinta-feira (26) que os casos de pacientes graves internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) após serem infectados pela Covid-19 aumentaram 42% em 24 horas no estado de São Paulo.

“Os pacientes graves internados em UTI são agora 84. Neste último dia houve um acréscimo de 42%. Isso é mais ou menos característico da epidemia, ela tem dias de mais acréscimo e dias de menos acréscimo. Mas ela vem crescendo, o que mostra talvez para nós que as medidas de restrição de mobilidade estão sendo suficientes ou, pelo menos colaborando de forma bastante efetiva, para que a gente tenha 862 casos”, afirmou Germann.

De acordo com ele, esse crescimento de mortos e pacientes graves é característico de uma epidemia. “Nós éramos praticamente 90% dos casos do Brasil e agora nós somos 30% dos casos do Brasil. O que significa que existe uma expansão da epidemia de forma acelerada. Se nós formos olhar o número de óbitos, nós tivemos no Brasil 57 óbitos, infelizmente, e no estado de São Paulo, 48. No estado de São Paulo ontem eu anunciei 40 óbitos, então, tivemos um acréscimo de 20% no número de óbitos”, disse.

Representantes do comitê estadual de combate ao novo coronavírus em São Paulo afirmam que as medidas de restrição de circulação adotadas nas últimas semanas foram eficazes e ajudaram a conter a curva de crescimento de casos confirmados no estado. Segundo Helena Sato, médica que coordena o comitê, “muito provavelmente haveria um número muito maior [de casos] se as nossas famílias não estivessem em casa”.

Em pronunciamento na terça-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro criticou medidas de isolamento adotadas por estados e municípios. Na quarta-feira (25), Bolsonaro discutiu com o governador de São Paulo, João Doria.

Quarentena

O estado de São Paulo adota estratégias de restrição de circulação contra o coronavírus desde 16 de março. A quarentena começou na terça-feira (24) e vai durar 15 dias, até o dia 7 de abril, para os 645 municípios do estado de São Paulo.

A medida obriga o fechamento do comércio e mantém apenas os serviços essenciais, como nas áreas de Saúde e Segurança. Assim, os hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas, públicas ou privadas, terão o funcionamento normal.

As transportadoras, armazéns, serviços de transporte público, serviços de call center, petshops, bancas de jornais, táxis e aplicativos de transporte continuam funcionando com as orientações dos sanitaristas.

Os serviços de Segurança Pública, tanto estadual, quanto municipais, continuam funcionando normalmente. Os bancos e lotéricas também continuam abertos. As indústrias devem continuam operando, já que não têm atendimento ao público em geral.

EUA tem mais mortes por coronavírus do que no 11 de setembro

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11 Sep 2001, New York City, New York, USA --- The second hijacked plane is seen as it hits the second tower of the World Trade Center. --- Image by © Masatomo Kuriya/Corbis

WASHINGTON E NOVA YORK, 31 MAR (ANSA) – O número de mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) ultrapassou o total de vítimas provocadas pelos atentados de 11 de setembro de 2001, mostra o último levantamento feito pelo Centro Universitário John Hopkins publicado nesta terça-feira (31).

Ao todo, são 3.173 vítimas da Covid-19 contra os 2.996 que morreram (incluindo os terroristas) durante os ataques daquele ano. O estado de Nova York continua sendo o epicentro da pandemia, com 1.342 mortes e 67.384 casos confirmados. Ao todo no país são 164.785 contaminados e 5.945 curados da nova doença.

Nova York também anunciou nesta terça que, pela primeira vez, registrou a morte de uma criança, um menino que não teve a idade revelada, mas que sofria com outras comorbidades. No estado, inclusive, a maior parte dos pacientes tem menos de 50 anos, mas as vítimas seguem o padrão mundial, sendo a maior parte de idosos com mais de 60 anos.

Por conta do avanço da pandemia por todo o território norte-americano, o presidente Donald Trump assinou um plano de US$ 2 trilhões para ajudar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde. A medida foi aprovada em caráter de urgência pelo Congresso após um acordo entre republicanos e democratas. (ANSA)

General Heleno divulga resultado negativo em segundo teste para covid-19

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Após testar positivo para infecção pelo novo coronavírus, o ministro-chefe do Gabinete Institucional da Presidência, general Augusto Heleno, divulgou na manhã desta terça-feira (31) o resultado de um segundo teste realizado por ele, com resultado negativo para covid-19. Heleno deu a notícia por meio de sua conta oficial no Twitter.

“Meu novo teste para coronavírus deu negativo, graças a Deus! Agradeço o apoio e as orações de todos os amigos e amigas. Seguimos juntos na batalha por um Brasil melhor!”, publicou o ministro. Junto à mensagem, Heleno postou também uma cópia do exame feito na segunda-feira, dia 30, que determina a presença do SARS-CoV-2 como “não detectado”.

Bolsonaro reclama da postura de Moro na crise

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A crise do coronavírus é o mais novo componente da tumultuada relação entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, destaca o jornal O Estado de S. Paulo. Em conversas reservadas no fim de semana, o presidente reclamou que o ex-juiz da Lava Jato é “egoísta” e não atua para defender suas posições no enfrentamento às medidas restritivas tomadas por Estados e municípios. Na visão do presidente, Moro só age em circunstâncias que possam aumentar o próprio capital político.

Em conversa com interlocutores, Bolsonaro reclamou da postura do ex-juiz, dizendo que o ministro “só pensa nele” e “não está fazendo nada” para ajudar o governo na batalha que o presidente trava com governadores e até mesmo com as recomendações do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O mais popular do governo, superando o próprio presidente, Moro tem optado por não tomar partido e só se manifesta em ações de enfrentamento ao coronavírus diretamente ligadas a sua pasta. Em suas redes sociais, tem se mantido neutro e evitado seguir as opiniões de Bolsonaro.

O presidente tem insistindo que as pessoas voltem a trabalhar mesmo diante do risco da escalada pandemia da covid-19 e contra as recomendações de autoridades sanitárias de várias partes do mundo. Outra defesa enfática do presidente é o uso da cloroquina para o tratamento do vírus, embora os testes sobre a eficácia do medicamento ainda não sejam conclusivos.

É a postura mais comedida do ministro que tem gerado insatisfação em Bolsonaro, que, em outras ocasiões, já reclamou que Moro costuma agir como um juiz de primeira instância e age sozinho, como se não estivesse em um time.

Nas redes, Moro tem se isentado de abraçar o discurso de Bolsonaro. Ontem, o ministro da Justiça, que já sofre pressão nos bastidores, afirmou no Twitter: “Prudência no momento é fundamental”. A frase foi publicada junto com um artigo do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), publicado em O Globo, em que faz um apelo aos magistrados dizendo que “é hora de ouvir a ciência”. Moro destacou um trecho do texto de Fux: “Está na ordem do dia a virtude passiva dos juízes e a humildade de reconhecer, em muitos casos, a ausência de expertise em relação à covid-19”.

A mulher do ministro da Justiça, a advogada Rosângela Moro, tem defendido o isolamento social em publicações em seus perfis na internet. No sábado, publicou uma foto deitada lendo um livro: “Sábado + quarentena = leitura”. No domingo, alertou para o número de mortes causadas pela covid-19 com a foto de um avião no ar. “A cada 200/300 pessoas que morrem é como se um avião caísse”, escreveu.

Antes do pronunciamento de Bolsonaro defendendo que as pessoas voltassem à “normalidade”, Moro publicou no Twitter: “Segurança Pública não pode parar, mas muita gente pode. Quem puder, fique em casa”. No mesmo dia, republicou uma postagem do ministro Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura, fazendo uma defesa pontual para a flexibilização das medidas restritivas. “Importante. Voluntarismo sem racionalidade e coordenação coloca o País em risco. Caminhoneiros precisam de serviços de suporte abertos na estrada, como borracharias e restaurantes. Alguns decretos estaduais devem ser revistos com urgência.”

Derrotas

Bolsonaro, segundo o Estado apurou, reclama de estar desassistido juridicamente. O governo federal tem perdido batalhas consideradas caras ao presidente contra governadores e prefeitos. Apesar de Bolsonaro defender um isolamento vertical, somente para idosos e pessoas com doenças, Estados e municípios seguem adotando a quarentena como medida para controlar o avanço da covid-19. Na opinião do presidente, Moro deveria ajudar o governo nessa disputa jurídica.

Na semana passada, a Justiça do Rio derrubou decisão de Bolsonaro de reabrir templos e casas lotéricas. Outra derrota foi imposta quando o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, decidiu que governadores e prefeitos podem determinar sobre restrições de circulação de transporte.

Auxiliares da área jurídica têm alertado o presidente que as decisões individuais da União, Estados e municípios podem acarretar uma série de ações judiciais questionando as medidas uns dos outros.

A avaliação no círculo mais próximo de Bolsonaro é de que o ministro André Luiz Mendonça, da Advocacia-Geral da União, embora tecnicamente bem preparado, é tímido politicamente e tem ficado aquém das expectativas na crise do coronavírus. Já o ministro Jorge Oliveira, da Secretaria-Geral da Presidência e responsável pela Subchefia de Assuntos Jurídicos, tem adotado uma postura comedida. Para Bolsonaro, a área jurídica está sem rumo. Procurados, Moro e o Planalto não se manifestaram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Covid-19: PGR quer que STF garanta tráfego entre estados e municípios

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Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Augusto Aras, se colocou a favor de uma liminar (decisão provisória) que garanta o tráfego de pessoas e cargas entre fronteiras estaduais e municipais e suspenda todos os atos locais de restrição à circulação em razão do novo coronavírus (covid-19).

O parecer foi encaminhado ao ministro Luiz Fux, que é relator de uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) aberta pela Confederação Nacional de Transportes (CNT).

A entidade questionou normas impostas pelos estados de Goiás, Bahia, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e dos municípios de Florianópolis (SC) e Tamandaré (PE). Todas preveem algum tipo de restrição à circulação de pessoas e cargas em rodovias.

Aras reconhece a competência de estados e municípios em editar normas voltadas à proteção da saúde das populações locais, mas argumenta que a restrição da circulação pode na verdade ter o efeito contrário, pois tem o potencial de impedir o acesso dessa mesma população a remédios e mantimentos de fora e também impedir o acesso a saúde de quem precise buscar hospitais e atendimento em outra localidade.

O PGR acrescentou que “não apenas os usuários dos serviços de saúde podem ser privados do acesso a medicamentos e cuidados hospitalares, como também os profissionais de saúde que atuam em localidades diversas daquelas em que residem podem se ver impedidos de exercer suas funções profissionais”.

Na petição inicial, a CNT já havia argumentado que os decretos tem prejudicado o abastecimento de insumos médico-hospitalares, ao impedir o trabalho de caminhoneiros. A entidade disse ser “inconcebível que um decreto municipal, sem embasamento científico, determine o fechamento de estradas, impedindo o trânsito de veículos e a circulação de bens e insumos básicos, além de imputar responsabilidades penais e administrativas ao condutor que for apreendido.”

Aras alegou ainda violação outros direitos fundamentais, como o direito social à alimentação, ao restringir o trânsito de alimentos. O PGR acrescentou ainda que, pelo ordenamento jurídico, a competência para editar normas sobre trânsito e transporte seria exclusiva da União.

Por fim, Aras se manifestou em favor de que Fux conceda a liminar para suspender todas as normas estaduais ou municipais do país que “restrinjam a locomoção individual e o transporte intermunicipal e interestadual de pessoas e de cargas, acarretando riscos de desabastecimento e falta de acesso a serviços de saúde para as populações diretamente afetadas”.

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