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sexta-feira, maio 15, 2026
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Governo de MT contrata R$ 17 milhões sem licitação em serviços de saúde para tratamento de coronavírus

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O governo de Mato Grosso contratou R$ 17 milhões sem licitação em serviços e insumos para o tratamento de coronavírus na rede pública de saúde no estado. A medida foi divulgada no Diário Oficial do Estado (DOE) que circulou na quinta-feira (26).

De acordo com a Secretaria de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), os dois contratos emergenciais sem licitação estavam previstos nos decretos anteriores do governo.

O estado tem 11 casos de coronavírus, sendo que oito deles são de Cuiabá.

Recentemente o governador Mauro Mendes (DEM) declarou situação de calamidade pública e situação de emergência diante do cenário da doença. Essas medidas ajudavam e facilitavam o estado a conseguir recursos e formas de administrar os hospitais de uma maneira mais rápida.

Segundo os documentos, a licitação prevê contratação emergencial de empresas para prestação de serviços administrativos, fornecimento de recursos humanos, recursos materiais, equipamentos, medicamentos e insumos farmacêuticos e outros itens necessários para o funcionamento de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Serão contemplados 10 leitos adultos no Hospital Regional de Rondonópolis, 10 leitos adultos e 10 leitos neonatal no Hospital Regional de Sinop, e 10 leitos adultos no Hospital Regional de Alta Floresta.

Quatro empresas foram contratadas em valores que variam entre R$ 3,2 milhões e R$ 3,3 milhões, cada uma delas.

O segundo documento prevê a contratação emergencial de uma empresa especializada em prestação de serviços médicos para o Hospital Estadual Santa Casa, em Cuiabá. O valor do contrato é de R$ 4,1 milhões.

Rondônia poderá ter 500 mil novos casos de coronavírus até maio de 2020, estima Cremero

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Rondônia poderá ter 500 mil novos casos confirmados do novo coronavírus até 2 de maio de 2020, estima o Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero).

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27), durante coletiva de imprensa em Porto Velho. A pesquisa foi realizada por Ana Lucia Escobar e Vinícius Ortigosa Nogueira, médicos, pesquisadores e conselheiros do Cremero.

O estudo divide os números sobre o comportamento da Covid-19 no estado em dois cenários: estimativas otimistas e pessimistas.

Estimativas pessimistas

O Cremero baseou esse cenário pessimista nas estimativas feitas pelo Centro de Pesquisas do Hospital Sarabá, em São Paulo, que apontam que a Covid-19 pode, a cada 7,2 dias, se decuplicar, ou seja, se multiplicar por 10.

Com isso, partindo da informação que em Rondônia existiam, até 25 de março, 5 casos confirmados, a prospecção é que até 2 de maio, o número salte para 500 mil.

A cada 7,2 dias

Data Previsão de casos
25 de março 5
1º de abril 50
8 de abril 500
15 de abril 5 mil
22 de abril 50 mil
2 de maio 500 mil

Estimativas otimistas

Em um cenário otimista, Rondônia poderá ter 134.582 novos casos confirmados do novo coronavírus até maio de 2020.

A distribuição dos casos estimados nesse cenário avalia a população residente no estado e a taxa de ataque [taxa de letalidade], conforme cada faixa etária. Para a quantidade populacional foram usadas informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para interpretar a tabela abaixo leia assim: moram em Rondônia 132.095 crianças de 0 a 4 anos, como a taxa de ataque para esse grupo é de 7,4%, há uma previsão de 9.775 casos para essas pessoas.

No caso dos 159.360 jovens de 20 a 24 anos que moram em Rondônia a previsão é que 9.562 casos sejam confirmados nesse grupo. Já que a taxa de ataque é de 6%.

Para os 117.965 adultos de 45 a 49 anos, os dados esperam 5.780 casos confirmados, pois a taxa de ataque é de 4,9%.

Quando se trata dos idosos de 65 a 69 anos espera-se 7.002 casos confirmados entre a 45.470 pessoas, com taxa de ataque em 15,4%.

Confira a tabela completa:

Estimativas otimistas

Faixa etária População residente Taxa de ataque Casos previstos
0 a 4 anos 132.095 7,4% 9.775
5 a 9 anos 139.864 7,4% 10.350
10 a 14 anos 150.104 7,1% 10.657
15 a 19 anos 162.901 7,1% 11.566
20 a 24 anos 159.360 6% 9.562
25 a 29 anos 166.858 6% 10.011
30 a 34 anos 165.612 6% 9.937
35 a 39 anos 159.994 6% 9.600
40 a 44 anos 138.044 4,9% 6.764
45 a 49 anos 117.965 4,9% 5.780
50 a 54 anos 104.259 9,1% 9.488
55 a 59 anos 87.657 9,1% 7.977
60 a 64 anos 65.177 15,4% 10.037
65 a 69 anos 45.470 15,4% 7.002
70 a 74 anos 28.676 9,7% 2.782
75 a 79 anos 17.532 9,7% 1.701
80 a 84 anos 9.875 9,7% 958
85 a 89 anos 4.417 9,7% 428
90 anos e mais 2.132 9,7% 207
Total 1.857.992 134.582

Embasamento

A pesquisa foi feita para mostrar à população e autoridades o que está por vir e como se preparar para a situação.

“Estamos observando com muita preocupação a letargia do poder público estadual em prover seguranças e ações efetivas de enfrentamento a pandemia. Os números apresentados são preocupantes e não estamos preparados para eles”, disse Vinicius.

Entre as fontes citadas para a pesquisa estão a Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Associação Brasileira de Infectologia, o Centro de Pesquisa Clínica do Hospital Sabará, e artigos internacionais, um deles desenvolvido na China “Epidemiology and Transmission of COVID-19 in Shenzhen China”.

Prefeitura da Capital decide liberar feiras livres, mas sob controle

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A Prefeitura de Porto Velho informou no início da tarde desta sexta-feira (27) que o prefeito Hildon Chaves decidiu, em conjunto com os titulares da Semagric, Semusa e Defesa Civil, o retorno das feiras livres na Capital. “Queremos ajudar o pequeno agricultor, que vive da agricultura familiar, pois entendemos que é imprescindível tomar medidas de proteção social e econômica a essa população que vive do trabalho rural, das águas, da floresta e do extrativismo.

A proibição foi definida como forma de enfrentamento ao Coronavírus no Município. “Pensamos em manter uma equipe da Semusa e Defesa civil para orientar sobre a aglomeração de pessoas, distância mínima entre as barracas, uso de equipamento de proteção e a quantidade de pessoas que irão entrar por vez no ambiente de compra”, disse.

Os detalhes da nova medida serão anunciados pelos Secretários Luís Cláudio, Agricultura e Wellem Antônio Prestes Campos, Semusb.

Atualização cadastral de servidores públicos estaduais é prorrogada para 20 de abril

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Com a atualização cadastral do servidor público anteriormente agendada para encerramento no dia 29 de março, visto à situação do estado de calamidade pública em prevenção ao coronavírus, a Superintendência Estadual de Gestão de Pessoas (Segep) prorrogou para 20 de abril o prazo de envio dos dados atualizados dos servidores ativos.

São 51.007 servidores aptos para atualizar o cadastro . Destes, 14.479 servidores já foram aprovados, 17.126 em análise, 11.810 servidores pendentes de atualização e 7.592 reprovados. Esses dados foram atualizados na manhã desta sexta-feira (27).

De acordo com o superintendente da Segep, Coronel BM Silvio Luiz, os servidores devem verificar o sistema Sauron ( Sistema de Autenticação do Estado de Rondônia), para acompanhar se a atualização foi reprovada. “O servidor não atenta para a digitalização do titulo de eleitor e acaba digitalizando a frente do documento e isso reprova. Precisa ser digitalizado os dois lados do documento”.

Outro fator que foi análisado pela Segep é o servidor que prestes a se aposentar ou aguardando a aposentadoria tem dificuldade com a tecnologia, sendo necessário buscar ajudar. “Conseguimos ajudar os servidores do Palácio Rio Madeira e fomos ao interior do Estado para orientar os servidores, mas ainda está faltando 23% para realizar a atualização”, explicou o superintendente sobre o motivo da prorrogação por  mais 20 dias, de forma a sensibilizar o servidor público.

Além do Governo Estadual possuir os dados atualizados dos servidores, os dados devem ser exportados ao e-Social, plataforma do Governo Federal que unifica o recolhimento de informações previdenciárias, trabalhistas e funcionais dos trabalhadores. Nesse sistema as informações nela contidas estão protegidas por sigilo.

O Decreto 24.652 de 08 de janeiro de 2020, que instituiu a atualização cadastral, prevê punição disciplinar e bloqueio de pagamento caso o servidor não faça a atualização. A Segep deve publicar a nova portaria no Diário Oficial até 30 de março, mas disponibilizou processo via SEI com a prorrogação da atualização cadastral.

Hospitais Cosme e Damião e João Paulo II instalam tendas externas em preparação para futuras demandas de Covid-19

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Para enfrentar a pandemia causada pelo coronavírus (Covid-19), o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), antecipou os trabalhos, focando sempre na prevenção. As estratégias vão além da quarentena, e abrangem a preparação das equipes e das unidades que vão receber os possíveis pacientes.

Na sexta-feira (27), o Hospital Infantil Cosme e Damião e Pronto Socorro João Paulo II começaram a instalar as tendas e barracas para que, de forma separada, possam fazer a triagem dos pacientes com possíveis casos de covid-19, resultado da parceria com o Exército Brasileiro (17ª Brigada de Infantaria de Selva ) e com o Grupo Saga.

Os postos de triagem ficarão disponíveis pelo período mínimo de 30 dias na área externa dos hospitais, de forma que fiquem isolados dos demais pacientes. Segundo o diretor do Cosme e Damião, Sérgio Pereira, a ação visa diminuir o fluxo de pessoas dentro das unidades.

“Nós faremos a triagem de pacientes infantis e adultos, oferecendo toda a segurança necessária. Nossas equipes já foram treinadas e capacitadas para dar o melhor suporte”, destacou o diretor.

ATENDIMENTOS COM ENCAMINHAMENTOS

É importante ressaltar que ao sentir possíveis sintomas de Covid-19, o indivíduo deve procurar primeiro o Centro de Estratégias da Vigilância em Saúde (Cievs) e informar a situação para as equipes disponíveis 24 horas por dia, através dos números 0800 642 5398 e 0800 647 1010.

Os postos de triagem vão atender pacientes que já receberam as orientações por telefone e casos graves, evitando aglomerações nos locais.

EQUIPES PREPARADAS

A pandemia do coronavírus pegou o mundo todo de surpresa, por ser uma doença nova, sem cura e vacinação. A prevenção é a medida mais eficaz adotada pela maioria dos países, para que todos possam se proteger.

Em Rondônia, o cenário é positivo, devido aos poucos casos confirmados e a rápida ação do governo. Desde o início deste mês, equipes de saúde estão recebendo capacitações, e os hospitais estão sendo preparados para lidar com a pandemia.

A médica infectologista, Mariana Vasconcelos, explica que é importante os profissionais estarem atentos às medidas de segurança, o uso consciente dos equipamentos que estão racionados no mundo todo, entre outras medidas.

“Temos treinado as equipes de saúde para que possam enfrentar a pandemia com responsabilidade, evitando possíveis contaminações e uso inadequado dos equipamentos”, ressaltou a médica.

NOVOS LEITOS

O Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) atenderá exclusivamente os pacientes acometidos por Covid-19. A expectativa é disponibilizar nesse primeiro momento a maior quantidade de leitos equipados e com áreas de isolamento.

O Cemetron já possui sete salas prontas e mais 12 que estão em fase de finalização. Além dele, a unidade de Assistência Médica Intensiva (AMI 24H) funcionará como como unidade de retaguarda, e estarão à disposição para dar qualquer suporte.

Já o Hospital Cosme e Damião possui uma ala de enfermaria separada com seis leitos prontos e equipados, e mais três alas que estão finalizando alguns ajustes, de forma que possam acolher possíveis pacientes com Covid-19 de forma segura e eficaz.

CORONAVÍRUS – Prefeitura contingencia orçamento para priorizar a saúde e a assistência social

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio do decreto 16.616, de 26 de março, declarou o contingenciamento de despesas e adotou medidas que garantam o equilíbrio fiscal, em razão da pandemia causada pelo Coronavírus – Covid-19, com o objetivo de resguardar as finanças do município e especialmente salvaguardar recursos para saúde e assistência social nesse cenário de crise.

Algumas iniciativas estão sendo tomadas e, considerando a iminente possibilidade de reduções nas transferências do Fundo de Participação do Município – FPM e do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, como também as constantes perdas na arrecadação das receitas próprias do município, a exemplo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN, foi determinado o contingenciamento de 35% do orçamento geral das secretarias municipais, com exceção das Secretarias Municipal de Saúde e de Assistência Social e Família, que foram poupadas para que cumpram com a finalidade de manutenção de suas atividades na promoção da saúde e bem-estar da população, tão necessárias neste momento.

As secretarias municipais deverão priorizar o custeio com apoio administrativo, vez que os recursos programados para o exercício não serão disponibilizados conforme a programação orçamentária, em função do contingenciamento.

O corte no orçamento não será linear, oportunizando as secretarias gestoras do orçamento, destinar recursos conforme a necessidade de serviços públicos em cada unidade, dentro dos critérios de conveniência e oportunidade, desde que em nível de orçamentação geral, o contingenciamento seja obedecido.

Mesmo diante da grave crise financeira, o município de Porto Velho mantém todas as suas obrigações legais e busca em sentido amplo manter a adimplência com fornecedores e prestadores de serviços, comportamento que não se poderá manter sem que medidas de contenção efetiva de gastos sejam tomadas.

O prefeito Hildon Chaves decretou às secretarias municipais, de Planejamento e a da Fazenda, que empreendam condutas para promover controle das receitas tributárias e despesas da Prefeitura, podendo propor medidas adicionais para suavizar o impacto econômico financeiro derivado do estado de calamidade pública.

Foi determinada atenção prioritária às ações promovidas pela Secretaria Municipal da Saúde e pela Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família, de forma a se manter ativo os serviços de atendimento de competência destas unidades orçamentárias, sobretudo aquelas relacionadas às ações de controle da pandemia derivada do contágio do novo Coronavírus.

Eventuais decisões que venham a representar acréscimo nas despesas de pessoal e encargos devem ser acompanhadas de minucioso estudo em relação à necessidade da demanda e submetidas à apreciação do Chefe do poder executivo, que deliberará acerca de sua efetivação em conformidade com seus critérios de conveniência e oportunidade.

As medidas decorrentes do decreto terão validade até 31 de dezembro de 2020 ou enquanto durar o estado de calamidade pública, em virtude da pandemia oriunda do contágio do novo Coronavírus.

Entidades religiosas reforçam necessidade do isolamento social

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Em comunicado em sua página na internet, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reforçou a recomendação do distanciamento social do Ministério da Saúde para evitar o contágio pelo coronavírus.

Ontem (26) foi publicado o Decreto nº 10.292/2020 ampliando a lista de atividades essenciais durante a emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus (covid-19), incluindo as atividades religiosas de qualquer natureza, desde que obedecidas as determinações do Ministério da Saúde.

No texto, assinado pelo bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado, recomenda que as igrejas podem permanecer abertas apenas para orações individuais e para a realização das transmissões online das missas. Segundo o documento, “não há como entender que os instrumentos legais possam obrigar a reabertura das igrejas, muito menos para a prática de qualquer tipo de aglomeração”.

A exemplo de outras atividades, igrejas de diferentes tradições vêm realizando missas e cultos online por meio de mídias sociais, como Facebook e YouTube.

Em sua página no Facebook, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) informou que, apesar do decreto publicado ontem, a orientação é para que as igrejas cristãs “sigam com suas atividades presenciais suspensas”. Segundo o Conic, quem sentir vontade de falar com lideranças religiosas deve comunicar-se com elas pelas redes sociais.

Em uma nota em sua página na internet, as igrejas-membro do Conic orientam que os fiéis sigam à risca as recomendações do Ministério da Saúde e a principal orientação é para que as pessoas fiquem em casa.

Após a publicação do decreto, a Igreja Universal divulgou comunicado em sua página na internet reiterando “as medidas adotadas em todos os seus templos, que respeitam as determinações do Ministério da Saúde no combate à propagação do coronavírus”.

“Para que se evite a aglomeração de pessoas, nas localidades onde está proibida a realização de cultos em templos religiosos, a Universal está aberta apenas para orações individuais e auxílio espiritual, e observando todas as cautelas sanitárias”, diz o texto.

A igreja orienta os fiéis a assistir aos cultos pela TV, rádio e internet.

“Nas localidades onde foi estipulado limite à presença de pessoas em templos religiosos, a Universal segue controlando a entrada de público Se necessário, amplia-se a quantidade de reuniões para atender a todos que procuram a Igreja”, informa.

Segundo o comunicado, a Universal recomenda que as pessoas com mais de 60 anos, que são grupo de risco para a covid-19, permaneçam em casa.

Apresentador de afiliada da Globo comemora alta após luta contra o coronavírus

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Depois de passar vários dias internado, o apresentador Marcelo Magno teve alta médica e agradeceu todas as mensagens e orações. Após uma semana em um hospital em Teresina, no Piauí, o jornalista foi liberado nesta sexta-feira (27).

O jornalista da emissora TV Clube, do Piauí, chegou a ficar na UTI respirando por ventilação mecânica. Marcelo foi diagnosticado com o Covid-19, mas um novo exame realizado após o período de internação mostrou que o apresentador está livre da doença.

“Quero agradecer as orações, torcidas, vibrações positivas que consegui receber aqui no hospital. Fui para a UTI, depois semiuti e agradeço a todo o corpo clínico, médicos, profissionais de saúde e hoje felizmente estou aqui no apartamento seguindo o tratamento em outro estágio, ainda em isolamento, mas comemorando uma vitória”, disse ele em um vídeo divulgado pelo G1.

Na publicação, o apresentador também relata que sentiu fortes sintomas do novo coronavírus.

“Foram dias difíceis desde que comecei a perceber os primeiros sintomas, há mais de uma semana, febre, moleza no corpo, uma febre que não passava, tosse que não cessava, sintomas divulgados amplamente, tudo se encaixava no diagnóstico de coronavírus. Passei pelo aeroporto de São Paulo durante cerca de cinco horas e dias depois comecei a sentir os sintomas”, revelou o apresentador.

Magno foi diagnosticado com o Covid-19 no último dia 19 de março. No entanto, o apresentador esteve no Rio de Janeiro e São Paulo antes disso. Os dois estados são os principais epicentros da doença no Brasil.

OMS diz que desenvolvimento de vacina contra coronavírus deve demorar mais de 18 meses

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira (27) que o desenvolvimento da vacina contra coronavírus deve demorar mais de um ano e meio.

“A vacina ainda está há pelo menos 18 meses. Enquanto isso, reconhecemos que há uma necessidade urgente de terapêutica para tratar pacientes e salvar vidas”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O diretor-geral informou durante coletiva de imprensa que um grupo de pacientes participarão de uma pesquisa chamada de “Estudo de Solidariedade”, “que comparará a segurança e a eficácia de quatro medicamentos diferentes ou combinações de medicamentos contra a Covid-19”, disse.

“Nós só estamos apenas começando a luta contra o coronavírus. Precisamos manter a calma, permanecer unidos e trabalhar juntos”, complementou Tedros.

A diretora-técnica da OMS, Maria van Kerkhove, afirmou que “mais de uma dúzia de países” estuda o desenvolvimento da vacina e qual medicamento é mais eficiente para tratar os infectados por Covid-19.

Também está em desenvolvimento um estudo sistemático de dados para analisar como a infecção se manifestou nos diferentes países e nos grupos de diferentes idades, já que a morte de crianças também foram registradas na China.

“Enquanto isso, pedimos que indivíduos e países se abstenham de usar tratamentos que não demonstraram ser eficazes no tratamento da Covid-19”, alertou Tedros.

Ainda nesta sexta, a OMS voltou a reforçar a necessidade de isolamento social e de medidas de distanciamento para evitar a transmissão do vírus de pessoa a pessoa, além da quarentena de 14 dias não somente nos infectados, mas em todas as pessoas que também entraram em contato com os infectados.

“Esse vírus pode ser controlado, mas precisa de medidas agressivas”, finalizou Kerkhove.

Itália tem quase mil mortes causadas pela Covid-19, o recorde diário

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O número de mortes na Itália por causa do Covid-19, a doença causada pelo coronavírus aumentou em 919, disse a agência de proteção civil nesta sexta-feira (27). Até agora, 9.143 pessoas morreram por conta da epidemia no país.

É o recorde para um único dia. Antes, havia sido o 21 de março, quando 793 pessoas haviam morrido. No entanto, 50 delas são referentes à mortes de quinta-feira, na região do Piemonte, que foram contabilizadas nesta sexta-feira.

Nos últimos dias, os números foram os seguintes:

  • 23 de março: 602
  • 24 de março: 743
  • 25 de março: 683
  • 26 de março: 712
  • 27 de março: 919

Prefeito de Milão

A região mais atingida é a da Lombardia, onde fica a cidade de Milão. Lá, houve 5.402 mortes.

No dia 22 de março, durante uma entrevista à TV RAI, o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, afirmou que errou ao divulgar, no fim de fevereiro, um vídeo que dizia que a cidade não pode parar.

“Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título ’Milão não Para’. Era 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente, errado”, ele afirmou à RAI no domingo (22).

Ainda não chegou o pico

As infecções de coronavírus na Itália não atingiram seu pico, disse Silvio Brusaferro, chefe do Instituto Superior de Saúde do país nesta sexta-feira (27).

Os números mais recentes da pandemia no país são 8.215 mortes e 80.589 infectados. O balanço da quinta-feira foi de 712 mortos nas 24 horas anteriores.

“Não atingimos o pico e não passamos dele”, disse Brussaferro.

Ele disso que há, no entanto, sinais de uma desaceleração no número de pessoas que estão ficando infectadas, o que sugere que o pico não está longe. Depois disso, os novos casos vão entrar em tendência visível de queda.

“O nosso comportamento vai influenciar em quão íngreme vai ser a queda, quando ela começar”, afirmou ele, em uma referência à aderência dos italianos às restrições ao movimento impostas pelo governo.

Mortes na Espanha

A Espanha é o segundo país da Europa mais atingido pela pandemia. Lá, foram 769 mortes nas últimas 24 horas. Ao todo, são 4.858 mortes.

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