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sexta-feira, maio 15, 2026
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Quem deve ter direito e como deve funcionar o auxílio de R$ 600 para trabalhadores informais

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A Câmara dos Deputados aprovou na última quinta-feira (26) um auxílio mensal de R$ 600 a trabalhadores informais por três meses em razão da pandemia do coronavírus. A mulher que for mãe e chefe de família poderá receber R$ 1,2 mil.

O Congresso determinou um valor maior que o proposto pelo Executivo, que era de R$ 200, depois de articular com o governo. Para valer, o projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado, o que ainda não tem data para acontecer. Depois, seguirá para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Quando começa o pagamento?

governo federal ainda não informou a data de início do pagamento. Isso porque o benefício será criado por um Projeto de Lei (PL), que já foi aprovado pela Câmara, que aumentou o valor proposto, e ainda vai precisar ser analisado pelos senadores antes de entrar em vigor.

Quem tem direito?

Segundo o projeto de lei, o benefício será pago a trabalhadores informais, desempregados e MEIs.

Será preciso se enquadrar em uma das condições abaixo:

  • ser titular de pessoa jurídica (Micro Empreendedor Individual, ou MEI);
  • estar inscrito Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal até o último dia dia 20 de março;
  • cumprir o requisito de renda média (renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa, e de até 3 salários mínimos por família) até 20 de março de 2020;
  • ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social.

Além disso, todos os beneficiários deverão:

  • ter mais de 18 anos de idade;
  • tenham renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 522,50);
  • tenham renda mensal até 3 salários mínimos (R$ 3.135) por família;
  • não tenham recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

É preciso estar inscrito no CadÚnico?

O trabalhador de baixa renda não precisará estar inscrito no CadÚnico para receber o benefício – será necessário apenas cumprir com o limite de renda média. O CadÚnico vai auxiliar na verificação dessa renda para quem está inscrito – para que não está, a verificação será feita por meio de autodeclaração em plataforma digital. Ainda não foi informado como essa declaração será feita.

Quem não tem direito?

O auxílio não será dado a quem recebe benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família.

No caso do Bolsa Família, o beneficiário poderá optar por substituir temporariamente o programa pelo auxílio emergencial, se o último for mais vantajoso.

Se o beneficiário for contratado no regime CLT ou se a renda familiar ultrapassar o limite durante o período de pagamento, ele deixará de receber o auxílio.

Como pedir o benefício

O projeto de lei não informa como os trabalhadores deverão se inscrever para receber o benefício. Quando o benefício foi anunciado (então de R$ 200), o governo informou que o pagamento seria automático para os inscritos no CadÚnico que se enquadrassem no programa, mas isso ainda não foi confirmado.

Limites

O projeto estabelece ainda que só duas pessoas da mesma família poderão acumular o auxílio emergencial.

Será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: o auxílio emergencial e o Bolsa Família. Se o auxílio for maior que a bolsa, a pessoa poderá fazer a opção pelo auxílio.

De que forma será feito o pagamento?

Segundo o projeto, o auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital.

Essa conta será aberta automaticamente em nome dos beneficiários, com dispensa da apresentação de documentos e isenção de tarifas de manutenção.

A pessoa usuária poderá fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos, para conta bancária mantida em qualquer instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central.

A conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e FGTS, mas não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.

Quanto tempo deverá durar o auxílio?

No anúncio da semana passada, o governo estimou que o benefício deverá durar 3 meses ou até o fim da emergência do coronavírus no país. O relator do projeto aprovado na Câmara, Marcelo Aro (PP-MG), disse que a validade do auxílio poderá ser prorrogada de acordo com a necessidade.

Impacto na economia

A previsão do governo federal é que o auxílio deverá injetar R$ 5 bilhões por mês na economia, ou seja, cerca de R$ 15 bilhões em todo o período estimado.

O dinheiro sairá dos cofres da União, que ganhou fôlego após a aprovação do estado de calamidade pública, que permite ao governo descumprir a meta fiscal de 2020, que seria de déficit de R$ 124 bilhões, e agora poderá se endividar mais.

Vídeo Completo: Governo de Rondônia anuncia conjunto de medidas para ajudar na saúde econômica das empresas e garantir empregos

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https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/222348075539264/

Um conjunto de medidas direcionadas para minimizar o impacto negativo que será causado pela pandemia do coronavírus e que chegou a Rondônia tem sido definido pelo governo do Estado para ajudar a economia, bem como a saúde financeira do setor empresarial e, principalmente, visando à preservação dos empregos. O pacote que será desenvolvido através de decretos do Executivo Estadual foi explicado pelo governador do Estado, coronel Marcos Rocha, durante transmissão ao vivo pela sua página do facebook, na noite de quinta-feira, 26, com a participação do secretário de Estado de Finanças (Sefin), Luis Fernando.

Conforme esclarecido pelo governador Marcos Rocha, o pacote de ações econômicas traz medidas essenciais para proteger a economia. Marcos Rocha destaca, inclusive, que o governo do Estado não tem medido esforços para garantir a saúde da população – quando apresentou decretos que vão ao encontro de medidas para combater a proliferação do coronavírus no Estado – e, agora volta as atenções para a questão econômica para a redução do impacto da crise.

O impacto causado pelo coronavírus com a suspensão de atividades econômicas tem movido incentivo dos governos em todo o mundo, assim como no Brasil, com o pacote de medidas anunciado pelo presidente da República, Jair Bolsonado, para todos os estados do país. Em Rondônia, as medidas de apoio às empresas serão apresentadas em 2 eixos: Geral e Setorial.

PACOTE ECONÔMICO

Durante a transmissão ao vivo, o governador Marcos Rocha pontuou juntamente com o secretário Luis Fernando as medidas que irão assistir às empresas e, consequentemente, manter a geração de emprego e renda. Dentre as ações anunciadas está à suspensão por 60 dias dos prazos de processos administrativos, cumprimento de notificações do Programa Fisconforme.

Desta forma, explicou o secretário, serão publicados 4 decretos referentes a essas medidas. Um quinto decreto, referente ao Refaz, ainda depende da Assembleia Legislativa enviar o projeto de lei  aprovado pelo Legislativo Estadual.

As medidas pontuadas em caráter geral apresentarão:  prorrogação por 90 dias do prazo de validade das Certidões Negativas que estiverem válidas neste momento; suspensão de vistorias prévias durante o período de calamidade; prorrogação por 60 dias dos Regimes Especiais que vencerem nesse período;  suspensão da cobrança judicial e execução fiscal da dívida ativa, bem como do parcelamento da dívida ativa; prorrogação por 30 dias do vencimento do IPVA e do prazo de licenciamento de veículos e motos de baixa cilindrada, que são aqueles mais utilizados pelos motoristas de aplicativos e moto taxistas.

O pacote de ações também deve apresentar medidas de caráter setorial, tais como: para as micro, pequenas e médias empresas do Simples Nacional, quando será acompanhada a medida já adotada pelo Governo Federal, prorrogando em 6 meses o vencimento do imposto estadual que seriam pagos em abril, maio e junho e passarão a ser pagos em outubro, novembro e dezembro; para as empresas os setores econômicos que tiveram suas atividades suspensas, visando prorrogar em 6 meses o vencimento do ICMS por Substituição Tributária, Diferencial de Alíquota e o Antecipado, que seriam pagos em março e abril, e passarão a ser pagos em outubro e novembro.

“São medidas que  iremos adotar para poder proteger a economia do Estado e também dá todo o amparo necessário e esforço para minimizar o impacto na economia. É preciso deixar claro que o governo do Estado está juntando todos esforços e fazendo tudo que for necessário nesse enfrentamento ao coronavírus que está assolando o mundo inteiro e que tem reflexos muito fortes na economia. Tivemos que tomar medidas prioritária com a vida das pessoas, como o isolamento social considerado de grande importância, mas é importante também olharmos para a economia para que, principalmente, não ocorra desemprego. Para isso, estudamos possibilidades de aliviar o cumprimento das obrigações tributárias nas empresas”, enfatizou o governador durante a transmissão ao vivo.

Paraíba sanciona lei para multar quem compartilha ‘fake news’ sobre coronavírus

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O governador da Paraíba João Azevêdo (Cidadania) sancionou na terça-feira, 25, lei que multa em até R$ 10 mil quem compartilhar “notícias falsas” sobre o novo coronavírus ou qualquer outra pandemia no Estado. A medida deriva de projeto do deputado estadual Wilson Filho (PTB), e é criticada por especialistas por abrir brechas à liberdade de expressão.

A medida estabelece pagamento de 20 a 200 Unidades Fiscais de Referência (UFR) a quem divulgar “fake news” sobre epidemias e pandemias. Em valores atualizados, cada UFR na Paraíba vale R$ 51. Ou seja, a multa vai de R$ 1 mil a R$ 10 mil. O valor será revertido em apoio ao tratamento de doenças.

De acordo com especialistas ouvidos pela reportagem, a lei é vaga e abre brechas para violações de liberdade de expressão e de imprensa.

Segundo Marcelo Träsel, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), a legislação não define o que seria uma “notícia falsa” nem como será caracterizado o dolo em divulgá-la.

“A maioria das pessoas divulga boatos e desinformação acreditando serem verdadeiros. Ou seja, a maior parte da desinformação não é dolosa, é culposa”, afirma. “De maneira geral, esse tipo de lei tende a gerar mais problemas do que soluções e coloca em risco a liberdade de expressão e de imprensa, pois o fato de o conceito de “notícia falsa” ser vago permite enquadrar qualquer conteúdo do qual se discorde como desinformação”.

A advogada Tais Gasparian, especializada em questões relacionadas à imprensa e à liberdade de expressão, afirma que é até positivo que a lei tenha tido o cuidado em especificar que a punição seria para quem divulgar “fake news” dolosamente, mas falha em especificar o que seria “notícia falsa”.

“Ainda que o motivo seja nobre, a publicação dessa lei sem essa definição causa estranhamento pois não se sabe o que pode vir daí”, afirma Tais Gasparian, que critica o fato da medida ter sido aprovada especificamente sobre pandemias, excluindo outros temas. “Se quiserem legislar sobre isso, deveriam chamar uma audiência pública, definir o que é ‘notícia falsa’, ouvir especialistas”.

Em justificativa levada à Assembleia Legislativa do Estado, o deputado Wilson Filho afirma que liberdade de expressão e de imprensa “não são absolutos e devem ceder sempre que se verificar abuso”.

“Nossa preocupação não é com os profissionais de imprensa, mas com pessoas que, muitas vezes sob anonimato e com interesses escusos, divulgam informações sabidamente falsas, especialmente em meio digital e nas redes sociais, gerando instabilidade, danos morais, patrimoniais e até mesmo a morte em casos mais graves”, afirmou o deputado, em justificativa.

Defesas

“A lei pune quem espalha boatos e fake news. Não atinge em nada os órgãos de imprensa. Pelo contrário. Valoriza os profissionais sérios que checam suas informações e não disseminam mentiras e boatos. Principalmente em um momento delicado como o que atravessamos atualmente”, disse, em nota, o governo da Paraíba.

A reportagem entrou em contato com o gabinete do deputado Wilson Filho por e-mail e aguarda resposta. O espaço está aberto para manifestações.

Cientistas procuram ratos de laboratório na luta contra o coronavírus

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Cientistas do mundo inteiro lutam para encontrar um tratamento ou uma vacina contra o coronavírus, mas também procuram ratos de laboratório e nem todos servem: devem ser roedores transgênicos, atualmente em escassez.

“Os ratos de laboratório habituais não podem ser utilizados para estudar o SARS-CoV-2”, explica à AFP Christophe D’Enfert, diretor científico do prestigioso Instituto Pasteur de Paris.

Eles não possuem um receptor sensível ao coronavírus, o que permite a este penetrar nas células: portanto “não somos capazes de infectar estes ratos de maneira eficaz”, acrescenta D’Enfert.

Por este motivo são necessários ratos especiais, chamados ACE2, geneticamente modificados e fornecidos por empresas especializadas, que neste momento enfrentam uma demanda extremamente elevada.

Este tipo de roedor foi utilizado para estudar a Sars, que afetou a Ásia entre 2002 e 2003, mas uma vez superada a epidemia “ninguém se interessou mais por eles” e os laboratórios deixaram de ter estes animais, segundo D’Enfert.

“Fizemos um pedido e vamos recebê-los, mas vai demorar um tempo”, completa. “São necessárias três semanas de gestação e três meses para contar com uma geração”, ou seja, com ratos capazes de se reproduzir, explica o cientista.

– Fertilização in vitro –

Com sede nos Estados Unidos, o Jackson Laboratory é um grande fornecedor de K18-hACE2 – seu nome completo – e está acelerando a produção para suprir a demanda dos superratos.

Aviões voltam a atender a capitais e outras 19 cidades brasileiras

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A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informou hoje (27), em Brasília, que as companhias Gol, Azul e Latam vão garantir voos para as capitais dos 26 estados e o Distrito Federal, além de outras 19 cidades do país. Os voos terão início amanhã (28) e estão previstos até o fim de abril.

A agência disse, ainda, que recebeu das empresas os últimos ajustes no redimensionamento da malha aérea brasileira, em razão da pandemia do novo coronavírus.

O planejamento teve início na última segunda-feira (23), quando as empresas se reuniram com representantes da Anac, do Ministério de Infraestrutura e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para detalhar o funcionamento da malha, para que nenhum estado ficasse sem pelo menos uma ligação aérea.

“Com a redução drástica de voos em março, em decorrência da pandemia do coronavírus, havia o risco de uma paralisação total do serviço. A malha emergencial é 91,61% menor do que a originalmente prevista pelas empresas para o período. Considerando a programação da Gol, Azul e Latam, a queda é de 56,06% das localidades atendidas, passando de 106 para 46. O número de voos semanais passou de 14.781 para 1.241”, informou a Anac.

Segundo a agência reguladora, os voos, com frequências semanais, serão distribuídos assim: 723 voos no Sudeste, 153 na região Nordeste, 155 voos no Sul, 135 no Centro-oeste e 75 voos para a região Norte. Desse total, 483 voos serão operados pela Latam, 405 voos pela Azul e 353 voos pela Gol.

Contran suspende envio de autuações por infrações no trânsito

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta sexta-feira, 27, uma deliberação que desobriga os órgãos de trânsito a enviar autuações de infrações pelos Correios para os proprietários de veículos. Com isso, enquanto durar a pandemia do novo coronavírus, ficam interrompidos os prazos para notificação e recursos de multas.

“A expedição da notificação da autuação deve ocorrer apenas com sua inclusão em sistema informatizado do órgão autuador, sem remessa ao proprietário do veículo”, diz a deliberação do conselho. Assim que a portaria que suspende os prazos for revogada, o Detran deverá providenciar o envio das notificações de autuação de infração praticada a partir de 20 de março.

As notificações por infrações ocorridas entre 26 de fevereiro e 19 de março que ainda não foram expedidas devem obedecer os mesmos critérios estabelecidos pela portaria desta sexta-feira.

Além disso, o Contran também suspendeu o prazo de licenciamento para inspeção de veículos que sofreram alteração, adaptação ou alguma modificação.

“Hoje, todos os esforços do Governo Federal estão voltados à edição de normas para adequar prazos do sistema de trânsito dentro da realidade da pandemia mundial. O que se espera é facilitar a vida do cidadão brasileiro no enfrentamento do novo Coronavírus, no que diz respeito aos serviços de trânsito”, disse através de nota o presidente do Contran e diretor do Denatran, Frederico Carneiro.

Desde o último dia 20 já estão prorrogados os prazos de processos e procedimentos dos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, como renovação de CNHs vencidas a partir de 19 de fevereiro, autorização para Permissão de Dirigir (PPD) e expedição de Certificado de Registro de Veículo (CRV) em caso de transferência de propriedade de veículo adquirido.

A norma ampliou de 12 para 18 meses o prazo para conclusão do processo de habilitação.

Governo anuncia linha de crédito para financiar folha de pagamento de empresas

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Na tentativa de reduzir os impactos da crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus, o governo anunciou nesta sexta-feira, 27, uma linha de crédito para cobrir parte da folha de pagamento de micro e pequenas empresas. O anúncio foi feito pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, ao lado do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e presidentes de bancos públicos.

O programa destinará R$ 40 bilhões para financiar o pagamento de salários por dois meses, R$ 20 bilhões por mês. O objetivo é atingir 1,4 milhão de empresas e 2,2 milhões de pessoas.

As empresas que poderão ter acesso às linhas têm faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. O recurso será depositado diretamente na conta de cada trabalhador indicado pela empresa, que não poderá demiti-lo nesses dois meses.

“O dinheiro vai direto para a folha de pagamento. A empresa fecha o contrato com o banco, mas o dinheiro vai direto para o funcionário, cai direto no CPF do funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto.

O programa é limitado a dois salários mínimos e, mesmo quem ganha acima disso, receberá no máximo esse valor.

Por exemplo: se o salário do empregado é de um salário mínimo (R$ 1.045), ele continuará ganhando o mesmo valor. Caso ele receba três salários mínimos (R$ 3.135), porém, ele vai ganhar dois salários mínimos (R$ 2.090) nesses dois meses.

Dos R$ 20 bilhões mensais, R$ 17 bilhões virão do Tesouro Nacional e o restante de bancos. “O risco será divido 85% para o governo e 15% para o setor bancário”.

A linha terá juro de 3,75% ao ano, sem a cobrança de spread bancário. Haverá seis meses de carência para o início do pagamento e 36 meses para quitar a dívida.

“O Programa vai ajudar muito pequenas e medias empresas, um segmento que emprega muito. Está em linha com o que o governo tem anunciado”, disse Campos Neto.

Campos Neto ressaltou o aumento no volume do mercado de capitais, que permitiu que grandes empresas busquem financiamento nesse mercado e abriu espaço para os bancos financiarem o pequeno e médio empresário.

CNC pede ao Ministério da Agricultura antecipação de recursos do Funcafé

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São Paulo, 27 – O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, pediu à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, a antecipação de recursos do (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) Funcafé para garantir os trabalhos no campo em meio a pandemia do coronavírus. “Essa medida é essencial para que possamos honrar os compromissos com nossos fornecedores e trabalhadores, pois iniciamos a colheita”, disse Brasileiro, em nota.

A entidade também manifestou ao governo, caso haja impacto na exportação dos cafés do Brasil devido à falta de contêineres, a necessidade de prorrogação de vencimentos dos financiamentos tomados pelo setor.

“A flexibilização dos prazos de pagamento a partir da safra 2020/21 é importante devido à insegurança nos países importadores, que consomem dois terços de nossa produção. Em função das incertezas causadas pela covid-19, poderá haver a necessidade do adiamento para que a renda e os empregos do setor produtor não sejam impactados”, explica o executivo.

Segundo ele, Tereza Cristina está comprometida, em contato com todos os segmentos do agronegócio, a apresentar medidas governamentais que sejam eficazes a cada setor.

É #FAKE que governador do DF determinou volta às aulas e abertura total do comércio na segunda, 30

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Circula nas redes sociais uma mensagem que diz que o governo do Distrito Federal determinou a volta às aulas e a abertura total do comércio na próxima segunda-feira (30). É #FAKE.

 — Foto: G1

À CBN, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), desmentiu a mensagem e disse que a informação de que o comércio vai abrir a partir de segunda é falsa. Ele disse que pretende aliviar alguns serviços, como o funcionamento de lotéricas, correspondentes bancários e lojas de conveniência sem a possibilidade de consumo no local, mas negou que vai existir algum tipo de abertura total do comércio. As escolas continuam fechadas.

O presidente Jair Bolsonaro comentou a informação falsa como se ela fosse verdadeira nesta sexta-feira (27), na saída do Palácio da Alvorada. “Eu vi uma notícia aí na imprensa aí, que o Ibaneis abre tudo. (…) Ibaneis vai abrir tudo segunda-feira, é isso? Olha a minha cara de tristeza aqui”, afirmou o presidente, sorrindo ao final.

Mensagens falsas similares têm circulado com os nomes de prefeitos de capitais e outras cidades do país, como Curitiba, Goiânia, Campinas, Indaiatuba e Mogi Guaçu, no interior de São Paulo. Nenhuma dessas cidades fez tal anúncio.

As mensagens são acompanhadas de um link do G1 que não leva a nenhuma notícia, mas sim à página principal do portal.

Além disso, há abaixo um outro link, que, ao ser aberto, revela que tudo não passa de uma brincadeira.

A Prefeitura de Indaiatuba informa que é mentira a “informação” que está circulando pelo WhatsApp de que o prefeito determinou volta às aulas e abertura total do comércio a partir da próxima segunda-feira (30). “A administração municipal reforça que todas as informações corretas sobre o Plano de Enfrentamento e Prevenção à Covid-19 estão disponibilizadas no site da Prefeitura.”

A Prefeitura de Goiânia informa que os “decretos prevalecem até mudanças em contrário”. Os decretos da prefeitura “seguem em sintonia com os do estado”, que preveem suspensão das aulas e do comércio até 4 de abril, período que pode ser prorrogado.

“As pessoas estão usando sites referenciados para espalhar fake news dizendo que eu abri comércio e escola. Eu queria muito chegar aqui e falar que segunda-feira é todo mundo vida normal. Mas a gente precisa manter o isolamento social. Isso é mentira. As pessoas precisam se informar pelas fontes oficiais”, afirma Jonas Donizete, prefeito de Campinas.

Prefeitura de Mogi Guaçu também fez desmentido — Foto: Reprodução

Governo anuncia R$ 40 bi para financiar salário do trabalhador de pequenas e médias empresas

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O governo federal anunciou nesta sexta-feira (27) uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas e que vai financiar salários pelo período de dois meses.

Anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o programa vai disponibilizar no máximo R$ 20 bilhões por mês, ou seja, R$ 40 bilhões em dois meses.

De acordo com Campos Neto, porém, o dinheiro vai financiar, no máximo, dois salários mínimos por trabalhador.

Isso significa que quem já tem salário de até dois salários mínimos continuará a ter o mesmo rendimento. Entretanto, para os funcionários que ganham acima de dois salários, o financiamento ficará limitado a dois salários mínimos.

No caso de um funcionário que ganhe, por exemplo, R$ 5 mil por mês, vai ficar a critério da empresa complementar o valor acima de dois salários mínimos.

Ainda de acordo com o presidente do BC:

  • o financiamento estará disponível para empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano;
  • o dinheiro será exclusivo para folha de pagamento;
  • a empresa terá 6 meses de carência e 36 meses para pagar o empréstimo;
  • os juros serão de 3,75% ao ano.

Além disso, informou o presidente do Banco Central, as empresas que contratarem essa linha de crédito não poderão demitir funcionários pelo período de dois meses.

“O dinheiro vai direto para a folha de pagamento. A empresa fecha o contrato com o banco, mas o dinheiro vai direto para o funcionário, cai direto no cpf do funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto.

De acordo como presidente, a previsão é que sejam beneficiadas pela medida 1,4 milhão de pequenas e médias empresas do país, num total de 2,2 milhões de pessoas.

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