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sexta-feira, maio 15, 2026
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Presos por pensão alimentícia deverão ficar em casa, decide STJ

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O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), atendeu a um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) e concedeu o regime domiciliar a todos os presos por falta de pagamento de pensão alimentícia, em razão da pandemia do novo coronavírus.

Sanseverino havia deferido parcialmente um habeas corpus coletivo pedido pela Defensoria Pública do Ceará, concedendo as prisões domiciliares no estado, e depois estendeu a medida para todo o território nacional, conforme solicitado pela DPU.

Sanseverino tomou a decisão “considerando o crescimento exponencial da pandemia em nosso país e no mundo, e com vistas a assegurar efetividade às recomendações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para conter a propagação da doença”, escreveu o ministro.

Em 17 de março, o CNJ publicou uma série de recomendações para prevenir o avanço da doença no sistema prisional, entre as quais que os magistrados da área cível considerassem “a colocação em prisão domiciliar das pessoas presas por dívida alimentícia”.

Diante da demora para a apreciação dos casos individualmente, as defensorias decidiram pedir o habeas corpus coletivo ao STJ. Em seu pedido, a DPU considerou o agravamento do desemprego decorrente das medidas de isolamento no combate ao coronavírus como mais uma preocupação, pois “resultará num considerável incremento de pessoas devedoras de alimentos”.

Segundo a DPU, existem hoje no Brasil cerca de 2 mil pessoas presas por não pagarem pensão alimentícia.

Governo fixa medidas para garantir a segurança alimentar da população

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Sessenta pessoas participaram do mutirão da colheita de arroz, na comunidade do quilombo Morro Seco.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento editou portaria, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27), que trata de medidas essenciais para garantir o pleno funcionamento das cadeias produtivas de alimentos e bebidas, assegurando o abastecimento e a segurança alimentar da população, durante o estado de calamidade pública decorrente da pandemia do novo coronavírus (covid-19). As medidas foram definidas conforme o  Decreto n.º 10.282/2020.

De acordo com o decreto, as atividades essenciais são aquelas “indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, assim considerados aqueles que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população”.

Detalhamento

O documento estabelece, entre outras medidas, a manutenção do transporte coletivo ou individual de funcionários dos setores produtivos de alimentos e bebidas, que deverá ser realizado por empresas de transporte público ou privado; o transporte e entrega de cargas em geral; produção, distribuição e comercialização de combustíveis e derivados, e o funcionamento das oficinas mecânicas e borracharias, para o suporte de transporte de carga de serviços essenciais nas estradas e rodovias.

A portaria lista também, como serviços e atividades essenciais para a segurança alimentar as operações dos portos, entrepostos, ferrovias e rodovias, municipais, estaduais e federais para escoamento e distribuição de alimentos, bebidas e insumos agropecuários; o trabalho nos postos de gasolina, restaurantes, lojas de conveniência; e a manutenção de locais para pouso e higiene, com infraestrutura mínima para caminhoneiros e para o tráfego de caminhões ao longo de estradas e rodovias de todo o país.

Pagamento de auxílio de R$ 600 segue para votação no Senado

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Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem (26) o pagamento de um auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600, destinados aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus. O próximo passo até a implementação da medida é a aprovação pelo plenário do Senado. Após o Senado, o texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Só após essas etapas, o governo federal deverá divulgar o calendário de pagamento.

A aprovação no Senado deve acontecer na próxima semana, já que hoje (27) não haverá votação.

Inicialmente, o valor proposto era de R$ 500. Após negociações com o líder do governo, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), o Executivo decidiu aumentar para R$ 600.

Em transmissão ao vivo pela internet realizada ontem, o presidente destacou que o auxílio é voltado aos trabalhadores informais (sem carteira assinada), às pessoas sem assistência social e à população que desistiu de procurar emprego. A medida é uma forma de amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica causada pela disseminação da doença no Brasil, e o auxílio será distribuído por meio de vouchers (cupons).

Critérios para o pagamento

Os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito ao auxílio:
– ser maior de 18 anos de idade;
– não ter emprego formal;
– não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;
– renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e
– não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

Pelo texto, o beneficiário deverá ainda cumprir uma dessas condições:

– exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
– ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
– ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou
– ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.

Pelas regras, o trabalhador não pode ter vínculo formal, ou seja, não poderão receber o benefício trabalhadores formalizados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e servidores públicos.

Pela proposta, também será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Se o auxílio for maior que a bolsa, a pessoa poderá fazer a opção pelo auxílio. O pagamento será realizado por meio de bancos públicos federais via conta do tipo poupança social digital. Essa conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas não pode permitir a emissão de cartão físico ou cheques.

*Colaborou Heloísa Cristaldo

* Com informações da Agência Câmara

Coronavírus: Justiça cassa liminar que sustava contrato da União sobre medicação

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A 2ª Vara Federal do Distrito Federal derrubou liminar que suspendia o contrato da União com a Blau Farmacêutica para o fornecimento de imunoglobulina humana, medicamento que o governo federal alega ajudar no tratamento de coronavírus ao aumentar a imunidade do paciente. A decisão atende a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).

A ação foi movida pela Ultramed Distribuidora de Medicamentos, representante legal da Nanjung Pharmacare, que alegava que o aditivo firmado pela União com a Blau Farmacêutica previa a venda de medicamento em valor superior ao preço fixado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No recurso, a AGU afirmou que no pregão realizado para a aquisição do remédio, nenhuma empresa com registro da Anvisa apresentou preço inferior ao permitido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos ou ofereceu quantitativo suficiente para atender a demanda exigida pelo Ministério da Saúde. Por essa razão, o Ministério da Saúde firmou contrato com a Blau Farmacêutica.

O governo destacou que o Tribunal de Contas da União (TCU) teria autorizado a compra, de forma excepcional e provisória, de remédios com valor acima do preço médio em caráter emergencial devido à crise do novo coronavírus.

“O Ministério da Saúde apontou que houve uma revisão de literatura e que esse medicamento poderia ser utilizado como alternativa terapêutica para o tratamento do coronavírus. Não é um remédio salvador, que sozinho vai conseguir curar o paciente, porém juntamente com outros pode melhorar os sintomas”, alega a AGU.

Os advogados da União dizem que a suspensão do contrato trazia “inúmeros prejuízos” à manutenção do tratamento ambulatorial dos pacientes que precisavam da medicação, em especial devido ao crescimento de casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue.

Além de restabelecer o contrato, a decisão judicial mantém o fornecimento do medicamento para o Ministério da Saúde.

Coronavírus: universidades observam quadro para definir suspensão de vestibulares

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A maioria das universidades ainda não decidiu se vai suspender a realização dos próximos vestibulares, diante do avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Algumas instituições organizam provas também no meio do ano. Por enquanto, a maior parte vai aguardar a evolução do cenário para decidir pela suspensão das provas presenciais.

A Universidade de São Paulo (USP) afirma que o calendário de vestibular não foi alterado. As datas do vestibular 2021, que ocorre no fim do ano, ainda não foram definidas.

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) disse que até o momento continua com a programação normal. O calendário oficial será divulgado em meados do ano.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) informa que, por enquanto, não há nenhum indicativo de suspensão do vestibular. Lembrando que as inscrições são online (começam em agosto) e a primeira fase é realizada apenas no fim do ano.

Particulares

A Fundação Getulio Vargas (FGV) afirma em nota que “está analisando as diretrizes quanto à realização do vestibular de meio de ano para Administração de Empresas, em São Paulo, e informará tão logo haja uma decisão”. A data de realização da próxima prova do vestibular, a princípio, está prevista para 31 de maio.

A Universidade Cruzeiro do Sul e a Unicid, do grupo Cruzeiro do Sul Educacional, informam que frente às recomendações dos órgãos responsáveis, suspenderam momentaneamente as provas presenciais do vestibular. Porém, mantendo o compromisso com os candidatos inscritos, oferecem o ingresso via Enem, que dispensa a presença física do candidato e, em abril, oferecerá a prova online.

A Universidade Nove de Julho (Uninove) afirma que o candidato poderá utilizar a nota do Enem para ingressar na universidade, em substituição ao processo seletivo presencial.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie afirmou que vai “aguardar a evolução do quadro atual para uma decisão”. O vestibular na instituição acontece em junho, mas não tem uma data definida.

A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) ressalta que até o momento não tem informação se terá alteração na data do vestibular. Em caso de mudança, entrará em contato com os inscritos. Caso tenha interesse, o candidato também poderá participar do processo seletivo usando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), desde que tenha atingido as médias (geral e de redação) necessárias para ingresso. As inscrições deverão ser realizadas, exclusivamente pelo site até 19 de maio. (https://www.espm.br/vestibular/enem/)

A Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) afirma que ainda não tem informação sobre mudanças nos próximos vestibulares.

Em uma semana, Brasil registrou 9 vezes mais internações por problemas respiratórios que a média, aponta Fiocruz

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O Brasil teve, na semana passada, 9 vezes o número de internações por insuficiência respiratória grave do que a média histórica semanal registrada para este período do ano, apontou estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado na quinta-feira (26).

De acordo com a pesquisa, na semana entre os dias 15 e 21 de março, 2.250 pessoas foram internadas com a síndrome respiratória aguda grave. A média semanal em outros anos era de 250 a 300 internações para os meses de fevereiro e março.

A síndrome respiratória aguda grave pode ser causada por vários tipos de vírus, entre eles o novo coronavírus. Para o pesquisador Marcelo Gomes, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, muitos desses casos devem ser de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.

“[O estudo] sugere que isso pode já estar associado à circulação do novo coronavírus, mas só vamos saber quando saírem os resultados laboratoriais”, afirmou Gomes.

“Mas isso já preocupa. Isso significa que nós já estamos colocando uma carga em cima da rede hospitalar extremamente elevada – muito acima do que a gente esperaria necessitar de leitos hospitalares para doenças respiratórias nesse período do ano”, alertou.

Gomes também destacou a importância das medidas de isolamento social para amenizar a disseminação do vírus.

“É fundamental que a população faça adesão massiva às campanhas de distanciamento social, para que a gente consiga frear o número de hospitalizações para que não entre em colapso no nosso sistema de saúde”, lembrou.

Nas 13 primeiras semanas do ano, segundo o Ministério da Saúde, 11.257 pessoas foram internadas por síndrome respiratória aguda grave no Brasil. Dessas, 391 tinham Covid-19, e 341 eram consideradas casos graves.

Com 3 mil casos de Covid-19 até esta sexta-feira (27), o Brasil ainda deve ver um aumento grande no número de infectados em abril.

“A previsão é de que nós vamos ter 30 dias difíceis”, disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo. “Provavelmente nós estejamos aí na fase crítica da epidemia.”

Abril também é o mês em que, historicamente, aumenta muito o número de casos de dengue e gripe no país.

“Na China e na Itália, os surtos de influenza aconteceram antes dos picos de coronavírus. No Brasil, a curva de coronavírus vai acontecer no momento do pico de influenza“, lembrou o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.

“Nós estamos com três epidemias simultâneas – dengue, coronavírus e influenza – próximas do seu pico. Aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem focos de dengue e vacinem-se de acordo com o calendário”, pediu Oliveira.

Estrutura

Para melhorar a estrutura dos hospitais, o governo diz que 540 novos leitos de UTI já estão sendo instalados, e outros 1,5 mil estarão disponíveis para distribuição de acordo com a demanda dos estados.

Também na quinta (26), o Ministério da Saúde publicou uma edição extra do Diário Oficial com um chamamento para que empresas interessadas forneçam 15 mil ventiladores pulmonares e 5 mil camas motorizadas de forma emergencial.

A pasta diz que ainda não é possível fazer uma avaliação sobre o efeito das medidas de distanciamento social que foram adotadas em quase todo o país, porque ainda é o início da epidemia. “Mas eu não tenho dúvidas de que essas medidas irão influenciar de alguma maneira”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.

O governo também proibiu, por 30 dias, o desembarque de estrangeiros no país por meio de portos. A medida completa as restrições já impostas nas fronteiras terrestres e nos aeroportos.

MPF recomenda que 45 médicos estrangeiros sejam contratados em razão do coronavírus em RR

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O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) recomendaram ao Ministério da Saúde que contrate 45 médicos estrangeiros para atuar em Roraima por 90 dias em razão do coronavírus.

Os profissionais indicados já estão catalogados em organizações não governamentais (ONG’s) parceiras da Operação Acolhida, missão humanitária que cuida da imigração venezuelana no estado.

O documento foi assinado nessa terça-feira (24) pelo procurador da República Rodrigo Mark Freitas e o defensor público Thiago Moreira Parry. O Ministério da Saúde tem o prazo de dez dias para responder.

G1 aguarda posicionamento do Ministério da Saúde sobre a recomendação do MPF e DPU.

Um dos argumentos usados é que há 15 mil imigrantes e refugiados vivendo em abrigos e ocupações, que se encontram em situação de extrema vulnerabilidade em face da pandemia causada pelo coronavírus. Roraima registrou oito casos da doença.

“Tais médicos atuariam de forma restrita no âmbito das instalações de abrigamento da Operação Acolhida , em procedimentos de saúde básicos, ficando a cargo das ONG’s parceiras a contratação e os pagamentos destes profissionais”, diz trecho do documento.

É pedido que seja dispensada a revalidação do diploma ou inscrição no Conselho Regional de Medicina e que os profissionais sejam contratados e remunerados pelas Agências Internacionais parceiras da Operação Acolhida.

Quando o programa Mais Médicos foi instituído no Brasil, a medida provisória 821 foi alterada para permitir que profissionais habilitados a exercer medicina no exterior pudessem atuar no Brasil, lembram os órgãos.

Também é pontuado que o decreto de calamidade pública assinado pelo governador Antonio Denarium (PSL) ordena a convocação de profissionais da saúde, servidores ou empregados da administração pública estadual, para atuar no combate a Covid-19.

Um hospital de campanha para atender pacientes com coronavírus está em construção no estado e vai atender, inicialmente, até 80 pessoas. A estrutura é feita pela Operação Acolhida e tem parceira com o governo e prefeitura de Boa Vista.

Hospital de campanha em contrução em Boa Visita vai atender a brasileiros e estrangeiros com coronavírus — Foto: Valéria Oliveira/G1 RR

Secretaria de Estado da Saúde abre processo seletivo para contratação temporária de profissionais por tempo determinado

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Para fins de prevenção e enfrentamento à pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio da Superintendência Estadual de Gestão de Pessoas (Segep), abre o processo seletivo para contratação temporária, em caráter emergencial, de profissionais por termo determinado, com vistas à ampliação imediata da cobertura assistencial à população.

O processo seletivo não tem limites de inscrições, sendo que as vagas são para atender as Unidades de Saúde Pública Estadual dos municípios de Buris, Cacoal, Extrema, Porto Velho e São Francisco do Guaporé.

De acordo com gerente de Recursos Humanos da Sesau, Neucila Baratto, os candidatos devem ficar atentos, pois a qualquer momento podem ser chamados. “Lembramos que no ato da convocação, o profissional tem que estar de posse de toda documentação que foi declarada mediante a inscrição”, destacou.

Bolsonaro volta a pressionar governadores que resistem em flexibilizar isolamento

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O presidente Jair Bolsonaro reforçou a pressão sobre os governadores que resistem em flexibilizar medidas de isolamento adotadas para o enfrentamento do novo coronavírus. Na manhã desta sexta-feira, 27, Bolsonaro deu uma declaração controversa de que os Estados e municípios podem ser responsabilizados por encargos trabalhistas de estabelecimentos obrigados a fechar.

“Tem um artigo na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que diz que todo empresário, comerciante, etc, que for obrigado a fechar o seu estabelecimento por decisão do respectivo chefe do Executivo, os encargos trabalhistas quem paga é o governador e o prefeito, tá ok? Fecharam tudo. Era uma competição de quem ia faturar mais”, disse Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada.

O presidente também afirmou ter tido conhecimento de que o governador Ibaneis Rocha (DF) vai romper medidas de isolamento e reabrir as atividades econômicas a partir da próxima segunda-feira, 30. Ibaneis, no entanto, afirma que a informação não procede.

“Eu li uma notícia que dizia que o Ibaneis vai abrir tudo segunda-feira, é isso? Olha a minha cara de tristeza aqui”, disse Bolsonaro, rindo, na saída do Palácio da Alvorada. De acordo com o presidente, ele leu sobre o assunto na imprensa, mas não há notícias sobre o tema. No Whatsapp, circula um link falso que afirma que o governador seguirá posição do presidente e vai reabrir as escolas e o comércio.

“Continuo firme cuidando do meu povo e contando com o apoio do governo federal”, garantiu Ibaneis ao Broadcast/Estadão. “O que tenho dito desde o início é que estamos analisando a todos os momentos as curvas de infecção e seguindo as orientações dos especialistas. No momento não existe nenhum indicativo que chegamos ao pico da infecção”, emendou.

O governador, que já foi advogado trabalhista no passado, disse que desconhece a legislação citada por Bolsonaro para passar encargos trabalhistas aos Estados e ao DF. “Conheço bem de leis, mas esse aí eu não li em lugar nenhum”, declarou. “Isso não me preocupa. Eu conheço e confio na Justiça”, finalizou.

IPTU 2020 – Prefeitura prorroga pagamento em cota única até dia 31 de maio

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O prefeito Hildon Chaves prorrogou por 60 dias o vencimento da cota única do Imposto sobre a Propriedade Territorial e Predial Urbana (IPTU), como uma das medidas adotadas para minimizar os impactos do decreto de calamidade pública sobre o comércio de Porto Velho, visando conter o novo coronavírus.

De acordo com a legislação, o pagamento (sem desconto) da cota única do imposto pede ser feito anualmente até o dia 31 de março. Porém, com novo decreto assinado pelo prefeito na quarta-feira (25), o prazo fica estendido para 31 de maio, em função da crise econômica causada pela pandemia do Covid-19 no Município.

“Sabemos que quem mais sofre com as medidas de confinamento são justamente os mais humildes, trabalhadores avulsos, autônomos, o próprio comércio de uma maneira geral”, salienta Hildon Chaves ao justificar o alinhamento de seu entendimento ao das autoridades de saúde do País. Ele argumenta que isso provoca uma deficiência na capacidade econômica da população, justificando o ato de prorrogação.

Descontos e parcelas

Os valores devidos, assim como a impressão dos boletos, o contribuinte pode acessar no site www.semfazonline.com. A obtenção dos documentos pode ser feita tanto em cota única como em parcelas a vencer, no máximo, em 10 (dez) parcelas, não inferiores a 01 (uma) UPF, que neste ano é equivalente a R$ 77,09.

Política Municipal

“As facilidades implementadas pela Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz) decorrem da política de gestão do prefeito Hildon Chaves, na busca de facilitar a vida do contribuinte, evitando endividamento, além de garantir a arrecadação para investimentos em obras e custeio da máquina pública, entre outros”, comenta a subsecretária da Receita Municipal, Sandra Bandeira.

O IPTU é uma das mais relevantes fontes de recursos próprios dos municípios brasileiros para a gestão das cidades, sendo que os recursos oriundos do imposto são totalmente revertidos em benefícios ao próprio contribuinte.

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