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sexta-feira, maio 15, 2026
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Mototaxistas protestam para retornar ao trabalho ou recebimento de um salário

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Um grupo de mototaxistas se reuniu em frente ao Centro Político Administrativo (CPA) do Governo na manhã desta quinta-feira (26) para pedir que o governador Marcos Rocha autorize o retorno deles ao trabalho, proibido pelo decreto de calamidade pública estadual após o avanço do Coronavírus. Outra proposta apresentada pelos trabalhadores, seria o pagamento de um salário mínimo para cada um deles, durante o período que ficarem sem trabalhar.

Edclei Fernandes trabalha como mototáxi há mais de 3 anos e diz que quer apenas trabalhar. “Nós queremos apenas voltar a exercer nossa profissão porque não dá para ficar parado em casa e as contas vencendo. A gente pede que o governador nos ajude nesse momento”, afirmou.

O mototaxista Reginaldo Alves disse que após a proibição da atividade a vida ficou difícil. “Eu preciso pagar o aluguel da moto que trabalho e levar alimentação para dentro de casa porque tenho dois filhos. Nós estamos sem trabalhar desde a assinatura do decreto e está muito difícil porque temos nossas responsabilidades e não podemos ficar parados”, disse.

No final da manhã três representantes da categoria protocolaram na Casa Civil um documento com as reivindicações. O Governo não se pronunciou.

Comitê alinha ações de enfrentamento ao coronavírus em Rondônia

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Membros do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus  em Rondônia se reúnem diariamente na sala de situação criada na Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) para através do Sistema de Comando de Incidentes (SCI), apresentar soluções e inibir o avanço da Covid-19, doença causada pelo coronavírus.

Na manhã de quinta-feira (26), o secretário de Saúde, Fernando Máximo, a diretora da Agevisa, Ana Flora Camargo Gerhardt, e o secretário-executivo da Defesa Civil do Estado, major Tadeu Sanches, juntamente com demais membros do comitê, alinharam ações conjuntas de defesa da saúde pública diante da pandemia.

O planejamento do Sistema de Comando de Incidentes (SCI) quanto a organização de atividades e distribuição de funções  está dividido em quatro eixos principais de organização: logística, planejamento de recursos disponíveis, operacionalização e orçamento/financeiro.

‘‘O organograma está perfeito. Agradeço o empenho de todos que tem se dedicado, trabalhado muito nesse momento de crise mundial devido à pandemia”, avalia o secretário.

O Sistema de Comando de Incidentes utiliza as plataformas do governo para aliar a tecnologia à organização do fluxo de atividades que vão desde a decisão das prioridades de compra, como de testes para confirmação da Covid 19, máscaras e luvas, transporte de insumos, efetividade das barreiras sanitárias, e demais medidas para possibilitar condições para a rede pública de saúde responder de forma eficiente ao enfrentamento da doença.

MEDIDAS

O trabalho realizado pelo comitê soma-se a outras medidas adotadas pelo Governo de Rondônia contra o coronavírus como o novo decreto do governador coronel Marcos Rocha que altera e acrescenta dispositivos do Decreto de Calamidade Pública, a fim de que as recomendações de saúde não gerem colapso na economia, e que haja equilíbrio no trato das necessidades da população rondoniense.

As aulas nas instituições de ensino permanecem suspensas, assim como demais serviços considerados não essenciais.

Confira o que pode funcionar seguindo as recomendações de prevenção da Covid-19:

– Açougues
– Panificadoras
– Supermercados
– Atacadistas
– Distribuidoras
– Lotéricas
– Caixas eletrônicos
– Serviços funerários
– Clínicas de atendimento na área da saúde
– Laboratórios de análises clínicas
– Farmácias
– Consultórios veterinários
– Comércio de produtos agropecuários
– Pet shops
– Postos de combustíveis
– Indústrias
– Obras e serviços de engenharia
– Oficinas mecânicas
– Autopeças
– Serviços de manutenção
– Hotéis e hospedarias, sendo que o serviço de café da manhã, almoço, jantar e afins deverão ser servidos de forma individualizada na própria acomodação do hóspede
– Escritórios de contabilidade
– Materiais de construções
– Restaurantes à margem das rodovias
-Transporte aquaviário, em todo o território do Estado, sem exceder a metade da capacidade de passageiros sentados

O decreto ainda dispõe que os estabelecimentos devem respeitar a limitação de 40% da área de circulação interna de clientes, não computando área externa e administração, sendo no caso de filas fora do estabelecimento, os clientes deverão manter distância de, no mínimo, dois metros um do outro, cabendo à responsabilidade ao proprietário de manter a ordem e o distanciamento deles na área externa.

Confira as medidas e providências necessárias para fins de prevenção e de enfrentamento à pandemia causada pelo coronavírus descritas no EDITAL.

CNJ: declarações de nascimento e óbito podem ser enviadas por e-mail

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As declarações de óbito e nascimento, necessárias para a emissão das respectivas certidões, poderão a partir de agora ser enviadas aos cartórios de registro civil diretamente por email, sem a necessidade de comparecimento do interessado.

A medida foi autorizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) diante da necessidade de reduzir os riscos de contaminação com o novo coronavírus (covid-19).

No domingo (22), a corregedoria do CNJ já havia determinado que os cartórios suspendessem o atendimento presencial, observando para isso as determinações das autoridades de saúde pública, sejam municipais, estaduais ou nacionais. No mesmo ato, foram suspensos os prazos dos atos notariais pelo tempo de fechamento da serventia.

A exceção foram os pedidos urgentes para a emissão de certidões de óbito e nascimento, que continuaram presenciais. Pelo novo provimento, o interessado pode agora enviar a documentação necessária por e-mail e comparecer somente para buscar as certidões.

O novo provimento prorroga ainda os prazos legais para a emissão das certidões, que ficam estendidos para até 15 dias após o fim da emergência de saúde pública decretada pelo Ministério da Saúde, o que não tem data definida.

Os endereços eletrônicos das serventias para o envio de declarações de nascimento e óbito serão divulgados no portal da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen Brasil).

Covid-19: Mais de R$ 63 mil são doados para produções de EPIs em universidade federal do Acre

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A produção de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) feita por alunos de medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, vai ganhar um reforço orçamentário.

Mais de R$ 63 mil foram doados para confecção de escudos faciais e aventais descartáveis que serão entregues aos profissionais de saúde que atendem os pacientes com Covid-19.

A doação foi feita pela Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas da Comarca de Rio Branco (Vepma). Um representante do projeto deve solicitar o saque dos valores com um alvará judicial e precisa prestar contas, apresentando notas fiscais e outros comprovantes.

Produções

Com a pandemia de Covid-19 que o mundo enfrenta, luvas, aventais e máscaras se tornaram itens escassos na saúde pública. Para amenizar o problema no Acre, os alunos do curso de medicina da Ufac confeccionam os EPIs para abastecer os profissionais.

A máscara é do tipo escudo facial. Por isso, os alunos se reuniram para produzir o material com produtos achados em papelarias e de baixo custo, como cartolinas. A iniciativa foi do Lucas Reis, que em conversa com um colega médico identificou a falta desses equipamentos.

“A primeira ideia que eu tive foi fazer com o que eu tinha em casa, como cartolina, clipes, grampeador e algumas transparência que tinha. Foi como montei”, explicou.

Do Lucas, a ideia foi repassada para a Talita Trancoso e atualmente já tem muitos alunos envolvidos. Já tem até gente querendo replicar a ideia outros estados.

“Outras universidades de Rondônia, Manaus e Bahia entraram em contato com a gente. Um colega nossa daqui que está em São Paulo já replicou lá também. Já está sendo aprovado em outros estados”, contou.

A estudante disse que o material é de fácil higienização também. Os equipamentos já estão sendo usados por profissionais do estado.

O médico Fernando Assis é o professor que orienta a turma de alunos. Ele contou como recebeu a iniciativa e começou a ajudar.

“A partir do momento que me perguntaram se era possível fazer esses equipamentos, encaminhei para a equipe da Secretaria de Saúde, que faz a validação desses equipamentos, em relação a segurança e esterilização, e fizemos um teste com 10 amostras e levamos para os médicos do Hospital das Clínicas, que fez a validação”, relembrou.

Assis disse também que já foram entregues 40 protetores faciais, em uma primeiro lote, para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que vai receber os pacientes com Covid-19. Com doações, o grupo comprou 30 óculos e levaram para os profissionais.

Os voluntários se dividem em pelo menos quatro salas do bloco de medicina da Ufac para confecção dos equipamentos. Isso para respeitar as recomendações de distância mínima e os cuidados de higiene.

A assepsia dos materiais é feita antes e depois dos equipamentos prontos. Ao todo, os alunos já produziram cerca de 604 peças e a meta é chegar a 5 mil.

Governadores pedem apoio a Bolsonaro e reafirmam medidas apoiadas na ciência

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Em nova carta, governadores de 24 Estados pedem ao presidente da República a união de forças no combate à crise. “Rogamos uma vez mais ao Presidente Jair Bolsonaro que some forças com os governadores na luta contra a crise do coronavírus e seus impactos humanitários e econômicos”, dizem.

Três governadores não assinam a carta: Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal, que não participou da reunião feita por governadores com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais; e coronel Marcos Rocha (PSL), de Rondônia.

Nesta semana, Bolsonaro atacou governadores que tomaram a decisão de fechar o comércio e incentivar o isolamento da população. A atitude causou uma avalanche no mundo político. Como resultado, governadores romperam com governo federal, inclusive aqueles que o apoiavam, como é o caso do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM).

Apesar das críticas, governadores indicam na carta que vão seguir as medidas de isolamento nas suas regiões. “No que diz respeito ao enfrentamento da pandemia global, vamos continuar adotando medidas baseadas no que afirma a ciência, seguindo orientação de profissionais de saúde e, sobretudo, os protocolos orientados pela Organização Mundial de Saúde (OMS)”, dizem.

A carta também traz uma série de pedidos à União, como suspensão, pelo período de 12 meses, do pagamento da dívida dos Estados com a União, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e também das contraídas junto a organismos internacionais como Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Governadores pedem também a viabilização emergencial e substancial de recursos livres às Unidades Federadas, aprovação do Plano Mansueto e ajuda federal para se conseguir insumos e equipamentos para o enfrentamento da crise.

Leia a carta:

CARTA DOS GOVERNADORES DO BRASIL NESTE MOMENTO DE GRAVE CRISE

O Brasil atravessa um momento de gravidade, em que os governadores foram convocados por suas populações a agir para conter o ritmo da expansão da Covid-19 em seus territórios. O novo coronavírus é um adversário a ser vencido com bom senso, empatia, equilíbrio e união. Neste processo, consideramos essencial a liderança do presidente da República e a sua parceria com governadores, prefeitos e chefes dos demais poderes.

Reunidos, queremos dizer ao Brasil que travamos uma guerra contra uma doença altamente contagiosa e que deixará milhares de vítimas fatais. A nossa decisão prioritária é a de cuidar da vida das pessoas, não esquecendo da responsabilidade de administrar a economia. Os dois compromissos não são excludentes. Para cumpri-los precisamos de solidariedade do governo federal e de apoio urgente com as seguintes medidas (muitas já presentes na Carta dos Governadores assinada em 19 de março de 2020):

1. Suspensão, pelo período de 12 meses, do pagamento da dívida dos Estados com a União, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, e, também das contraídas junto a organismos internacionais como Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), bem como abertura da possibilidade de quitação de prestações apenas no final do contrato; permissão de utilização do FPE e do ICMS como garantia a operações de crédito nacionais e internacionais dos Estados; além da disponibilização de linhas de crédito do BNDES para aplicação em serviços de saúde e investimentos em obras;

2. Ampliação da disponibilidade e alongamento, pelo BNDES, dos prazos e carências das operações de crédito diretas e indiretas para médias, pequenas e microempresas. Demanda-se viabilizar o mesmo em relação a empréstimos junto a organismos internacionais;

3. Viabilização emergencial e substancial de recursos livres às Unidades Federadas, visando a reforçar a nossa capacidade financeira, assim como a liberação de limites e condições para contratação de novas operações de crédito (incluindo extralimite aos Estados com nota A e B), estabelecendo ainda o dimensionamento de 2019 pelo Conselho Monetário Nacional e permitindo a securitização das operações de crédito; bem como a suspensão dos pagamentos de PASEP para conferir liquidez imediata aos estados;

4. Imediata aprovação do Projeto de Lei Complementar 149/2019 (“Plano Mansueto”) e mudança no Regime de Recuperação Fiscal, de modo a promover o efetivo equilíbrio fiscal dos Entes Federados;

5. Redução da meta de superávit primário do Governo Federal, para evitar ameaça de contingenciamento no momento em que o Sistema Único de Saúde mais necessita de recursos que impactam diretamente as prestações estaduais de saúde;

6. Adoção de outras políticas emergenciais capazes de mitigar os efeitos da crise sobre as parcelas mais pobres das nossas populações, principalmente no tocante aos impactos sobre o emprego e a informalidade, avaliando a aplicação da Lei nº 10.835, de 8 de janeiro de 2004, que institui a renda básica de cidadania, a fim de propiciar recursos destinados a amparar a população economicamente vulnerável;

7. Apoio do governo federal no tocante à aquisição de equipamentos e insumos necessários à preparação de leitos, assistência da população e proteção dos profissionais de saúde;

8. Resolução imediata de impasses políticos e jurídicos que travam a liberação de recursos decorrentes das compensações pelas perdas com a Lei Kandir, além do pagamento de valores em atraso por parte da União.

Informamos que os governadores seguirão se reunindo à distância, no modelo de videoconferências – como preconizam as orientações médicas internacionais -, com o objetivo de uniformizar métodos e procedimentos na crise e com vistas a alcançar, em um futuro breve, ações consorciadas, que nos permitam agir no tema de coronavírus e em outros temas.

No que diz respeito ao enfrentamento da pandemia global, vamos continuar adotando medidas baseadas no que afirma a ciência, seguindo orientação de profissionais de saúde e, sobretudo, os protocolos orientados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Consideramos que o Congresso Nacional deverá assumir o protagonismo em defesa do pacto federativo, conciliando os interesses dos entes da federação, compatibilizando ações e canalizando demandas de Estados e municípios.

Por fim, rogamos uma vez mais ao Presidente Jair Bolsonaro que some forças com os Governadores na luta contra a crise do coronavírus e seus impactos humanitários e econômicos. Entendemos que este momento exige a participação de todos os poderes, de todas as instâncias federativas e de toda a sociedade. Juntos teremos mais força para superar esta grave crise.

25 de março de 2020

Coronavírus: quarentena diminui fluxo de pacientes no João Paulo II e corredores ficam vazios em RO

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O fluxo de pacientes dentro do Hospital João Paulo II caiu em Porto Velho nos últimos dias, por causa da pandemia do novo coronavírus. Os corredores, acentos da sala de espera e alas médicas estão vazias, nem parecendo ser o hospital mais movimentado de Rondônia.

Ao G1, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) informou que o número de atendimentos do hospital reduziu devido à quarentena durante a pandemia.

A Sesau explicou que essa queda nos atendimentos do JPII aconteceu porque o procedimento da entrada do paciente no hospital tem sido respeitado. Ou seja, a primeira atenção do paciente tem sido buscar atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) ou na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Caso exista algo mais grave, segundo a secretaria, esse paciente recebe um encaminhamento ao João Paulo II.

No entanto, o procedimento antes da quarentena era mais difícil de acontecer, segundo a Sesau. Isso porque, na maioria dos casos, as unidades não conseguiam comportar o número de pacientes e os enviavam direto para o JPII, causando a superlotação no local.

João Paulo II em Porto Velho Rondônia — Foto: arquivo pessoal

JPII não é referência para paciente com Covid-19

Rondônia tem 585 casos notificados de novo coronavírus, conforme balanço da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) publicado na quarta-feira (25). Até o momento, o estado contabiliza cinco casos confirmados para Covid-19 e outros 166 foram descartados.

A Sesau destacou ainda que o João Paulo II não é uma referência para receber pacientes com a Covid-19 (novo corona vírus).

A secretaria destacou que, no plano de contingência, as referências do estado são o Cemetron, tendo a Ami como retaguarda e o Cosme e Damião para crianças. Ressalta ainda que essas unidades já têm áreas de isolamento preparadas e, no momento, não há ninguém internado com a doença.

Confira foto do João Paulo II

João Paulo II em Porto Velho Rondônia — Foto: arquivo pessoal

João Paulo II em Porto Velho Rondônia — Foto: arquivo pessoal

João Paulo II em Porto Velho Rondônia — Foto: arquivo pessoal

João Paulo II em Porto Velho Rondônia — Foto: arquivo pessoal

 

Coronavírus: Maia diz que auxílio para trabalhador informal pode ser elevado de R$ 200 para R$ 500

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse nesta quinta-feira (26) que o valor do auxílio mensal a ser pago aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus pode ser elevado para R$ 500.

O valor consta de um projeto de lei que deve ser votado pela Câmara nesta quinta.

Na semana passada, o governo propôs um plano de auxílio que previa o pagamento de R$ 200 para esses trabalhadores. Nesta quarta (25), o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, disse que o valor poderia ser elevado para R$ 300.

“O que a gente tem entendido é que a proposta do governo é muito pequena diante do que a população brasileira precisa”, afirmou Maia a jornalistas durante entrevista na Câmara.

“O que está se construindo é um valor da ordem de R$ 500, é o que o parlamento está trabalhando”, acrescentou.

Segundo Maia, o impacto financeiro do pagamento dos R$ 500 durante três meses será da ordem de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões.

“A nossa opinião é que esse valor vai gerar um impacto a mais de R$ 10 bilhões, R$ 12 bilhões. Mas em relação ao que o Brasil precisa investir, garantir à sociedade brasileira, é muito pouco”, disse.

O projeto em discussão na Câmara altera lei de 1993 que trata da organização da assistência social no Brasil. De acordo com a versão final do parecer, o dinheiro será concedido a título de “auxílio emergencial” ao trabalhador que cumprir os seguintes requisitos:

  • seja maior de 18 anos;
  • não tenha emprego formal;
  • não seja titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o bolsa-família;
  • a renda mensal per capita seja de até meio salário mínimos ou a renda familiar mensal total seja de até três salários mínimos;
  • que não tenha recebido em 2018 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

O benefício só será pago a microempreendedor individual, contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social ou trabalhador informal, de qualquer natureza, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até 20 de março de 2020.

Empresas

Como solução para as pequenas e médias empresas durante a crise, Maia afirmou que está sendo discutido um empréstimos de longo prazo com carência, em que o governo federal seria o garantidor.

“Tenho dito a algumas pessoas da equipe econômica: ‘a gente precisa resolver o problema das pequenas e médias e empresas, os salários’. As empresas não vão ter os recursos para pagar esses salários. Então, a gente precisa construir uma alternativa. Acho que uma alternativa que está sendo discutida é um empréstimo de longo prazo com carência, com o governo sendo garantidor”, disse.

Comitê Técnico-Científico inicia colaboração com hospitais e unidades básicas de saúde de Rondônia

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Hospitais e centros de saúde já podem contar com o apoio dos cientistas de Rondônia. Está funcionando o recém-criado Comitê Técnico-Científico para o Combate ao Covid-19 (novo coronavírus).

O comitê foi constituído no âmbito governamental, sexta-feira passada (20), em teleconferência da qual participaram o governador Marcos Rocha, o secretário de saúde Fernando Máximo, entre outras autoridades estaduais.

Médicos, acadêmicos de medicina e pesquisadores em geral disponibilizaram sua experiência e mão de obra ao Centro de Educação Técnico Profissional na Área de Saúde (Cetas)*, vinculado à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), e onde mais forem necessários. São parceiros do comitê: Fundação Oswaldo Cruz de Rondônia (Fiocruz-RO), Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), Instituto Federal de Rondônia (Ifro) e Universidade Federal de Rondônia (Unir).

“O governador está preocupado com o avanço do vírus e vê a necessidade de soluções, assim, colocou prontamente a Fapero para atuar na arregimentação de conhecimentos e disposição ao trabalho”, disse hoje (26) o presidente desse órgão, Leandro Moreira Dill.

Acionada, a Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedi) identificará comerciantes que possam fornecer o polímero ABS** utilizado em impressores 3D.

“Da impressora sai o modelo para a produção de equipamentos de proteção individual (EPIs) que já estão em falta no mercado”, disse o presidente da Fapero.

O comitê incumbirá laboratórios institucionais de pesquisa para aumentar a produção de álcool em gel 70%. A Unir e o Ifro estão adaptando dois laboratórios para atender à demanda, e a Embrapa também colocou à disposição um dos seus, ele informou.

Entre outras ações previstas, o comitê conseguiu dessas instituições federais os serviços de programadores que irão auxiliar na busca de estratégias de comunicação, entre elas, a telemedicina.

“Tudo isso demonstra que a comunidade científica estadual tem condições e está empenhada para o enfrentamento da doença e demonstra a importância da ciência para a sociedade”, disse o presidente da Fapero.

Coronavírus: Judiciário doa EPIs para policiais e bombeiros em Ji-Paraná

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Cerca de 9 mil pares de luvas, 1.400 máscaras e 35 litros de alcool em gel foram doados para os policiais militares, agentes das polícias civil e ambiental, e bombeiros em Ji-Paraná. Os equipamentos são fundamentais para prevenir a contaminação e serão usados pelos servidores durante o enfrentamento da pandemia internacional do novo coronavírus. Os materiais foram adquiridos por meio das verbas de prestação pecunária e madeiras apreendidas que são recursos disponibilizados pelo Judiciário acordos de transações penais com eventuais infratores ambientais. A entrega aconteceu nesta quarta-feira (25), em uma ação conjunta do Juizado Especial Criminal de Ji-Paraná, Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia e Ministério Público Estadual.

“Fiquei assustado com a falta de EPIs desse pessoal que atua no ‘front’ da Pandemia”, comenta o juiz do Juizado Especial da comarca de Ji-Paraná, Maximiliano Darcy David Deitos demonstrando perplexidade com a condição precária – EPIs insuficientes,  em que os servidores trabalham em meio a pandemia.  ´Seguindo orientação da CNJ e do TJ-RO, o Juizado Especial Criminal também se comprometeu a direcionar nesse período eventuais apreensão de madeiras feitas pela Polícia Rodoviária Federal e Policia Ambiental para a venda e conversão do recurso para a compra de mais EPIs aos policiais, bombeiros e para o hospital municipal. Informou o magistrado que as audiências de apreensões de madeira não foram paralisadas, sendo realizadas por videoconferência pelo chefe do Cejusc Rogério Soté, monitorado e acompanhado pelo magistrado e M.P.

A Polícia Civil de Ji-Paraná tem contado com um efetivo na ativa de de 90 servidores por dia – sendo 7 plantonistas 24 horas –  distribuídos na Unidade Integrada de Segurança Pública- UNISP, Papiloscopistas, Delegacia da Mulher, Instituto Médico Legal e Delegacia de Homicídios, além da Politec. E ainda, 226 policiais militares na ativa que fazem o patrulhamento ostensivo 24 horas no município.

Estão engajados na ação o juiz dos Juizados Especiais Criminais, Maximiliano Darcy David Deitos, o juiz da Vara de Execução Penal de Ji-Paraná Edewaldo Fantini Júnior, o comandante da Polícia Ambiental Adlon Cláudio, o comandante da Polícia Militar Yuri Frota, os delegados da Polícia Civil Derli Gouveia, Alexandre Árabe, Renata Gouveia, o promotor de justiça Pedro Wagner, a promotora de justiça Meire Silva Pereira e o Conselho da Comunidade.

A proliferação rápida do coronavírus tem preocupado as autoridades brasileiras. Diante do cenário de pandemia internacional, as equipes médicas tem recomendado o isolamento social da população para evitar com que o vírus se propague em uma velocidade ainda maior. No entanto, alguns prestadores de serviço público não estão autorizados a parar as atividades por serem consideradas atividades essenciais para a manutenção da ordem pública, como é o caso dos policiais, médicos, enfermeiros e bombeiros. São servidores que arriscam as próprias vidas para atender o cidadão em meio a calamidade pública.

CORONAVÍRUS – Prefeitura flexibiliza decreto que regula atividades comerciais

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O prefeito Hildon Chaves deve publicar em breve um adendo ao decreto de calamidade pública, flexibilizando para que algumas atividades comerciais sob restrições sejam liberadas. Na quarta-feira, o governo estadual fez alterações no decreto estadual e a Prefeitura corroborou com algumas mudanças. Nos próximos dias deve fazer novas alterações.

Nesse momento, o prefeito Hildon Chaves vai liberar o funcionamento de atividades como funerárias, comércio de produtos de agroindústria, obras e serviços de engenharia, manutenção e limpeza, hotéis e hospedarias, escritórios de contabilidades, materiais de construção, restaurantes que ficam às margens de rodovias e borracharias.

“Compreendemos que a liberação dessas atividades não causa grande impactos e já alertamos a população que na semana que vem, na segunda-feira, nós vamos fazer uma reavaliação dessa situação e vamos manter a população informada”, disse o prefeito Hildon Chaves.

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