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sexta-feira, maio 15, 2026
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CORONAVÍRUS: Suspensão da 9ª Edição da Rondônia Rural Show Internacional

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), comunica aos expositores e público em geral a suspensão, por tempo indeterminado, da 9ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, com data prevista para acontecer no período de 26 a 30 de maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná.

A Rondônia Rural Show Internacional é a maior feira do agronegócio da região Norte. Em maio de 2019, recebeu mais de 120 mil visitantes nos quatro dias de evento e bateu recordes em negócios fechados de mais R$ 700 milhões.

https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/926881820987835/

Para este ano a expectativa é receber mais de 180 mil visitantes, mas considerando o Decreto n. 24.887, de 20 de março de 2020, assinado pelo governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, visando proteger a população e reduzir o risco de contágio e disseminação do coronavírus (Covid-19), a coordenação da Rondônia Rural Show decidiu suspender a 9ª edição da feira.

A Orientação da Coordenadoria do evento é que os parceiros e expositores mantenham as atividades de organização para a feira e a manutenção das vitrines tecnológicas no local e que cumpram as recomendações e determinações impostas pelos órgãos de saúde nas esferas global, nacional e regional para evitar a propagação de Covid-19.

A Seagri informa ainda que emitirá comunicado da nova data da 9ª Edição da Rondônia Rural Show.

Indígenas fecham acesso a comunidades como prevenção ao novo coronavírus em RR

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Ao menos 12 comunidades indígenas de Roraima fecharam o acesso às suas terras como forma de prevenção contra o novo coronavírus, informou o Conselho Indígena de Roraima (CIR) nessa quarta-feira (25). O estado tem oito casos confirmados da doença e 21 suspeitos.

Um dos casos confirmados é de uma pessoa que vive em Bonfim, ao Norte de Roraima. No município, as comunidades Cachoeira do Sapo, Pium, São João, Cumarú, Manoá, Novo Paraíso, Moskow e Jabuti vetaram a entrada de pessoas sem autorização.

De acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai), não há casos confirmados e nem suspeitos em terras indígenas. O monitoramento tem sido realizado em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).

O presidente da Funai, Marcelo Xavier, publicou portarias que limitam o acesso de civis e agentes do órgão a atividades essenciais. Também suspendeu autorizações de entradas em território indígena e as permissões já concedidas devem ser reavaliadas.

Para garantir que as medidas sejam aplicadas, os indígenas estão contando com um Grupo de Proteção e Vigilância dos Territórios Indígenas (GPVITI). Um dos integrantes é o tuxauá (líder) da comunidade do Jabuti, Ronaldo Francisco Wapichana.

“A gente vem tendo o trabalho de fiscalizar a nossa comunidade, temos que nos preocupar com o coronavírus, que veio assustando a gente e, assim, controlamos a entrada de pessoas que vem de Boa Vista e também do município de Bonfim’, afirmou o tuxauá.

A população indígena de Roraima é igual 70.596 mil, de acordo com dados da Sesai. São mais de 342 comunidades dos povos Macuxi, Wapichana, Ingarikó, Patamona, Taurepang, Wai Wai, Yekuana, Yanomami, Sapará, Pirititi e Wamiri Atroari.

Também restringiram o acesso as comunidades Truaru da Cabeceira e terra indígena Serra da moça, que ficam em Boa Vista, capital do estado, que tem sete casos confirmados da Covid-19 pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau).

Rorainópolis, ao Sul de Roraima, tinha um caso suspeito até a última atualização do boletim epidemiológico da Sesau. Na região, as comunidades da Barata, Pium e Raimundão 1 também restringiram a entrada de pessoas sem autorização.

Após reunião com governadores, Gladson Cameli diz que prioridade é salvar vidas: ‘Casos da Covid-19 estão aumentando no AC’

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O governador do Acre, Gladson Cameli, participou, na noite desta quarta-feira (25), de uma reunião com outros 25 governadores do Brasil para discutir ações de combate ao novo coronavírus. A reunião ocorreu por vídeoconferência. Entre essas reivindicações dos gestores, está a aplicação da lei que institui uma renda básica de cidadania para todos os brasileiros.

Cameli afirmou no encontro que a prioridade do governo do Acre é salvar vidas e falou dos casos da Covid-19 que estão aumentando no Acre. Ele reafirmou que vai continuar tomando as medidas que forem necessárias para salvar vidas.

“Assuntos relevantes foram definidos. Na Carta, definimos como prioridade a saúde pública da nossa população. Apresentei junto aos colegas a proposta de compra consorciada de medicamentos e insumos necessários para conter a pandemia do Covid-19 no nosso país, pois unidos poderemos obter descontos na aquisição desses produtos”, disse o governador durante a videoconferência do Fórum dos Governadores.

O gestor acrescentou que o Acre vai manter todas as medidas necessárias para resguardar o isolamento social e quebrar a linha de contágio. Gladson propôs ainda que sejam criados mecanismos para compras consorciadas entre os estados. “Conversei com vários deputados federais do Acre, nossa sugestão é fazer compras em conjunto, traçarmos os trâmites legais”, destacou.

O encontrou foi organizado um dia após o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, que contrariou a opinião de especialistas e autoridades sanitárias do país no combate ao novo coronavírus. Durante o discurso, Bolsonaro culpou os meios de comunicação por espalharem uma “sensação de pavor” e criticou os governos estaduais por fecharem estabelecimentos comerciais para prevenção à doença.

Nesta quarta (25), Cameli se posicionou, por meio de nota, sobre o discurso do presidente e reafirmou que vai manter todas as medidas necessárias para resguardar o isolamento social, com objetivo de evitar a proliferação da doença no estado acreano. Outras autoridades do país também reagiram a fala de Bolsonaro.

Na nota, Cameli disse que o objetivo principal no momento é preservar as vidas dos cidadãos acreanos, sejam eles estudantes, aposentados, empresários, assalariados ou em condições de vulnerabilidade.

“Estão mantidas todas as medidas necessárias adotadas pelo governo estadual no sentido de resguardar o isolamento social e visando promover a quebra da linha de contágio. Lamento que neste momento, onde devemos destinar toda energia e foco em combater o Coronavírus, se procure politizar as opiniões e ações dos agentes públicos”, reafirmou o governador.

O último boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) apontou 23 casos confirmados da doença no estado. Todos os pacientes confirmados estão em Rio Branco.

Veja o que aconteceu na reunião

A lei que institui uma renda básica de cidadania para os brasileiros foi sancionada em 2005 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e prevê o “direito de todos os brasileiros residentes no País e estrangeiros residentes há pelo menos 5 (cinco) anos no Brasil, não importando sua condição socioeconômica, receberem, anualmente, um benefício monetário”.

A lei diz que caberá ao Poder Executivo estipular o valor do benefício e prevê o pagamento de parcelas mensais, de mesmo valor, para todos os cidadãos, a fim de atender “às despesas mínimas de cada pessoa com alimentação, educação e saúde, considerando para isso o grau de desenvolvimento do País e as possibilidades orçamentárias”.

Os governadores também querem a suspensão por 12 meses do pagamento das dívidas dos estados com a União e bancos públicos, além da “abertura da possibilidade de quitação de prestações apenas no final do contrato” e a “disponibilização de linhas de crédito do BNDES para aplicação em serviços de saúde e investimentos em obras”.

Concluída a reunião, os governadores tiveram um tempo para avaliar e aprovar as propostas, o que aconteceu no início da noite, segundo informou a assessoria do governo do estado de São Paulo. Participaram do encontro 26 dos 27 governadores – o único ausente foi o do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) – e o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

As propostas a serem apresentadas ao governo federal são as seguintes:

  • Suspensão por 12 meses do pagamento das dívidas dos estados com a União, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e disponibilização de linhas de créditos do BNDES para aplicação em serviços de saúde e investimentos em obras
  • Viabilização emergencial e substancial de recursos “livres” do governo federal
  • Mudanças no regime de recuperação fiscal e aprovação do chamado Plano Mansueto. Pelo plano, enviado em junho do ano passado ao Congresso, a União propõe dar aval para estados com baixo nível de endividamento contratarem empréstimos junto ao setor financeiro e concede prazo de até cinco anos aos estados que estão descumprindo os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para que possam se reenquadrar nos limites estabelecidos.
  • Redução da meta de superávit primário para evitar ameaça de contingenciamento (bloqueio) orçamentário
  • Aplicação da Lei 10.835/2004 que institui a renda básica da cidadania

Na carta, os governadores dizem desejar que o presidente Jair Bolsonaro “tenha serenidade e some forças” com eles para enfrentar os efeitos da crise do coronavírus.

Os governadores dizem no documentos que continuarão adotando medidas de acordo com as orientações de profissionais de saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Ao menos 25 dos 27 governadores manterão restrições

Ao menos 25 dos 27 governadores informaram que manterão as regras de isolamento apesar das declarações do presidente Jair Bolsonaro. Na noite de terça-feira (24), Bolsonaro fez pronunciamento em que pediu a “volta à normalidade”, o fim do “confinamento em massa” e disse que os meios de comunicação espalharam “pavor”.

  • Disseram que manterão as regras de isolamento: governadores de AC, AL, AP, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MT, MS, MG, PA, PB, PR, PE, PI, RJ, RN, RS, SC, SP, SE e TO. À tarde, governadores do Nordeste divulgaram carta se comprometendo a manter as medidas de isolamento social;
  • Não se manifestaram: governadores de RO e RR.

A fala de Bolsonaro foi criticada por 19 governadores.

  • Criticaram a fala de Bolsonaro: governadores de AC, AL, AP, BA, CE, ES, GO, MA, MS, PA, PB, PE, PI, RJ, RN, RS, SC, SP e SE;
  • Evitaram criticar: governadores de AM, DF, MT, MG, PR e TO;
  • Não se manifestaram: governadores de RO e RR.

Íntegra da carta

Leia abaixo a íntegra do documento aprovado na reunião dos governadores:

CARTA DOS GOVERNADORES DO BRASIL

NESTE MOMENTO DE GRAVE CRISE

O Brasil atravessa um momento de gravidade, em que os governadores foram convocados por suas populações a agir para conter o ritmo da expansão da Covid-19 em seus territórios. O novo coronavírus é um adversário a ser vencido com bom senso, empatia, equilíbrio e união. Convidamos o presidente da República a liderar este processo e agir em parceria conosco e com os demais poderes.

Reunidos, queremos dizer ao Brasil que travamos uma guerra contra uma doença altamente contagiosa e que deixará milhares de vítimas fatais. A nossa decisão prioritária é a de cuidar da vida das pessoas, não esquecendo da responsabilidade de administrar a economia. Os dois compromissos não são excludentes. Para cumpri-los precisamos de solidariedade do governo federal e de apoio urgente com as seguintes medidas (muitas já presentes na Carta dos Governadores assinada em 19 de março de 2020):

  1. Suspensão, pelo período de 12 meses, do pagamento da dívida dos Estados com a União, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, e organismos internacionais como Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), bem como abertura da possibilidade de quitação de prestações apenas no final do contrato, além da disponibilização de linhas de crédito do BNDES para aplicação em serviços de saúde e investimentos em obras;
  2. Disponibilidade e alongamento, pelo BNDES, dos prazos e carências das operações de crédito diretas e indiretas para médias, pequenas e microempresas. Demanda-se viabilizar o mesmo em relação a empréstimos junto a organismos internacionais;
  3. Viabilização emergencial e substancial de recursos livres às Unidades Federadas, visando a reforçar a nossa capacidade financeira, assim como a liberação de limites e condições para contratação de novas operações de crédito (incluindo extralimite aos Estados com nota A e B), estabelecendo ainda o dimensionamento de 2019 pelo Conselho Monetário Nacional e permitindo a securitização das operações de crédito;
  4. Imediata aprovação do Projeto de Lei Complementar 149/2019 (“Plano Mansueto”) e mudança no Regime de Recuperação Fiscal, de modo a promover o efetivo equilíbrio fiscal dos Entes Federados;
  5. Redução da meta de superávit primário do Governo Federal, para evitar ameaça de contingenciamento no momento em que o Sistema Único de Saúde mais necessita de recursos que impactam diretamente as prestações estaduais de saúde;
  6. Adoção de outras políticas emergenciais capazes de mitigar os efeitos da crise sobre as parcelas mais pobres das nossas populações, principalmente no tocante aos impactos sobre o emprego e a informalidade, avaliando a aplicação da Lei nº 10.835, de 8 de janeiro de 2004, que institui a renda básica de cidadania, a fim de propiciar recursos destinados a amparar a população economicamente vulnerável;
  7. Apoio do governo federal no tocante à aquisição de equipamentos e insumos necessários à preparação de leitos, assistência da população e proteção dos profissionais de saúde.

Informamos que os governadores seguirão se reunindo à distância, no modelo de videoconferências – como preconizam as orientações médicas internacionais –, com o objetivo de uniformizar métodos e com vistas a alcançar, em um futuro breve, ações consorciadas, que nos permitam agir no tema de coronavírus e em outros temas.

No que diz respeito ao enfrentamento da pandemia global, vamos continuar adotando medidas baseadas no que afirma a ciência, seguindo orientação de profissionais de saúde e, sobretudo, os protocolos orientados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

O Congresso Nacional deve assumir o protagonismo em defesa do pacto federativo, conciliando os interesses dos entes da federação, compatibilizando ações e canalizando demandas de Estados e municípios.

Por fim, desejamos que o Presidente Jair Bolsonaro tenha serenidade e some forças com os Governadores na luta contra a crise do coronavírus e seus impactos humanitários e econômicos. Os Governadores entendem que este momento exige a participação dos poderes legislativo, executivo, judiciário, da sociedade civil e dos meios de comunicação.

Juntos teremos mais força para superar esta grave crise no País.

Assinam esta carta 26 Governadores

  • João Doria, Governador de São Paulo
  • Wilson Witzel, Governador do Rio de Janeiro
  • Gladson Cameli, Governador do Acre
  • Renan Filho, Governador de Alagoas
  • Waldez Góes, Governador do Amapá
  • Wilson Lima, Governador do Amazonas
  • Rui Costa, Governador da Bahia
  • Camilo Santana, Governador do Ceará
  • Renato Casagrande, Governador do Espírito Santo
  • Ronaldo Caiado, Governador de Goiás
  • Flávio Dino, Governador do Maranhão
  • Mauro Mendes, Governador do Mato Grosso
  • Reinaldo Azambuja, Governador do Mato Grosso do Sul
  • Romeu Zema, Governador de Minas Gerais
  • Helder Barbalho, Governador do Pará
  • João Azevêdo, Governador da Paraíba
  • Ratinho Júnior, Governador do Paraná
  • Paulo Câmara, Governador do Pernambuco
  • Wellington Dias. Governador do Piauí
  • Fátima Bezerra, Governador do Rio Grande do Norte
  • Eduardo Leite, Governador do Rio Grande do Sul
  • Coronel Marcos Rocha, Governador de Rondônia
  • Antonio Denarium, Governador de Roraima
  • Carlos Moisés, Governador de Santa Catarina
  • Belivaldo Chagas, Governador de Sergipe
  • Mauro Carlesse, Governador do Tocantins

Descumprimento do Decreto de calamidade pública em Rondônia pode ser denunciado à polícia

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A pandemia de coronavírus (Covid-19) em Rondônia tem movimentado órgãos e entidades estaduais e municipais para o combate à propagação da doença. Declarando calamidade em saúde pública, o Decreto nº 24.887 de 20 de março de 2020

Para o artefinalista que trabalha em empresa de iniciativa privada e está em isolamento social devido o estado de calamidade em saúde pública, Daniel Santos, as medidas tomadas pelo governo para conter a pandemia são muito importantes.

“Já foi comprovado que o isolamento social reduz, e muito, a propagação da doença. Não entendo o motivo das pessoas ficarem se expondo ao vírus, muitas vezes por não acreditarem ou acharem que não vai acontecer com elas, considerando que uma pessoa pode transmitir para várias outras simultaneamente, e assim sucessivamente, fazendo com que o vírus se alastre de forma absurda. A higiene e as precauções devem ser seguidas”.

Ao detectar descumprimento do Decreto, a população pode denunciar à Polícia Militar, através do 190. Baseado no Código Penal Brasileiro, a atitude de desobediência é considerada crime. A PM deve averiguar o caso e no ato de constatação será lavrado o Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO).

Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940: 

Art. 268 – Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa: Pena – detenção, de um mês a um ano, e multa.

Parágrafo único – A pena é aumentada de um terço, se o agente é funcionário da saúde pública ou exerce a profissão de médico, farmacêutico, dentista ou enfermeiro. Omissão de notificação de doença.

Há quem faça dos dias de liberação do trabalho para o isolamento social como se fossem férias, realizando passeios e festas em casa. O artefinalista Daniel Santos afirma que, se perceber imprudência e descumprimento das medidas governamentais, como aglomerações de diferentes famílias em festas, ele vai acionar a polícia. “Não é justo que a maioria corra risco por causa da irresponsabilidade de algumas pessoas”.

A orientadora educacional da rede pública de ensino municipal e estadual, Cacilda Pereira da Hora, considera que, mesmo com o conhecimento de todos sobre as medidas de prevenção, há uma grande parcela da população que tem condições de aderir ao isolamento social e ainda está muito resistente.

“Ainda estamos vendo o comércio muito lotado, o desespero das pessoas para estocar alimentos em casa, a fila exagerada das pessoas para a vacinação contra a gripe. É preciso ter um pouco mais de calma. Se a gente não tem consciência do que é uma responsabilidade social para enfrentar este momento crítico, precisamos no mínimo ter noção do que é a responsabilidade afetiva com os nossos próprios familiares”, declara.

As pessoas que chegam de outros estados ou países com registros da doença, em caso de dúvidas ou sintomas de coronavírus devem entrar em contato com o Centro de Informações Estratégicas em Saúde (Cievs) municipal ou estadual, pelos telefones 0800 642 5398 0800 647 1010.

é uma das medidas tomadas pelo governador Marcos Rocha para diminuir os riscos de contaminação e disseminação do vírus.

Em suma, entre todas as recomendações às pessoas e ao comércio de um modo geral, a ordem é para que a população fique em casa e evite aglomerações.

Desobedecendo ao decreto estadual e não assumindo a responsabilidade sobre a seriedade da doença e consequências de não seguir às orientações para o bem da saúde pública, muitas pessoas ainda estão indo às ruas para fazer caminhadas, ou superlotando supermercados e estabelecimentos de atendimento essencial.

‘Não há previsão de abastecer álcool gel e máscaras’, diz presidente da Raia Drogasil

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Uma das maiores redes de varejo farmacêutico do País, a Raia Drogasil (RD) montou um “plano de guerra” para atender aos consumidores e dar conta da demanda por conta do coronavírus. Marcilio Posada, presidente da RD, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que máscaras e álcool gel sumiram das prateleiras e não há previsão de abastecimento. A rede também decidiu não repassar em abril o reajuste dos preços dos medicamentos. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Como a rede se preparou para enfrentar o coronavírus?

Estava de férias em janeiro e passei pela Itália no final da minha viagem. Lá, vi muitos chineses de máscara tossindo. Ao chegar aqui no Brasil no fim de janeiro, a gente começou a trabalhar com um cenário de que iria ser muito difícil. Não tinha ideia do impacto, mas sabia que tínhamos de nos preparar.

O que o grupo fez?

Preparamos um plano de guerra: aumentamos nossos estoques de medicamentos isentos de prescrição (OTC, na sigla em inglês) entre o fim de janeiro e fevereiro. Geralmente, isso é feito em março. Também elevamos estoques de itens básicos, como máscaras e álcool gel. Trabalhamos com a (consultoria) McKinsey aqui e falamos com o time deles na Itália, assim como com o diretor-geral da Bayer de lá para tentarmos entender cenários nos outros países e como as farmácias daqui poderiam melhorar o atendimento.

Mas máscaras e álcool gel sumiram das farmácias…

Não temos para vender há um bom tempo. A gente preparou um estoque de segurança para ter as nossas lojas funcionando. Nossos funcionários estão usando, mas estamos correndo atrás para abastecer nossos clientes. A máscara é um item bem polêmico. Ninguém chegou à conclusão sobre o uso. Entendemos que nosso pessoal de linha de frente tem de usar. No caso do álcool gel, o uso começou a explodir em fevereiro. O fornecimento ao cliente deve se normalizar nos próximos 30 a 60 dias. O de máscara é mais difícil.

Quais são os medicamentos mais procurados?

A grande busca para passar por essa pandemia foram por medicamentos clássicos de uma gripe forte, problemas asmáticos e vitaminas C.

As indústrias estão preparadas para fornecer esses produtos?

A indústria está respondendo muito bem. Se acaba um dia, temos entrega no outro. A dificuldade é álcool gel e máscara.

Como ficaram as vendas do medicamentos de hidroxicloroquina (para lúpus)?

Quando começou o boato de que esses medicamentos poderiam ajudar (no tratamento do coronavírus) e, realmente podem, muitas pessoas começaram a correr atrás. Ligamos para a secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e doamos nosso estoque para eles. Nas redes, vendas só com receita controlada.

A demanda por todos tipos de medicamentos cresceu muito?

Não abrimos esses dados. Houve uma corrida por certos medicamentos e uma explosão de demanda no online. Estamos trabalhando para melhorar esse canal.

O governo quer que as farmácias se tornem postos oficiais de vacinação. A RD está preparada?

A RD já começa na semana que vem. O governo falou que será a partir do dia 13 de abril, mas estamos tentando antecipar. Outras redes também vão fazer o mesmo.

E as vacinas privadas?

A RD fazia a aplicação da vacina privada, mas os estoques acabaram. Agora, a prioridade é a pública. Teremos 150 lojas preparadas em São Paulo.

E as contratações na rede Raia Drogasil aumentaram?

Contratamos 2 mil pessoas desde a crise para atender os clientes na crise. Temos um plano agressivo de expansão de abertura de 20 lojas por mês. Neste mês, teremos redução. Para o ano, a previsão são 240 lojas novas, a mesma abertura da do ano passado.

O que o sr. prevê daqui para frente?

Nós nos preparamos para crise desde janeiro e estamos trabalhando como loucos. No fim deste mês, tem o reajuste de preços de medicamentos. Decidimos que não vamos reajustar os preços no mês de abril.

Como o sr. vê a questão sobre confinamento?

A gente não se posiciona. Acho que é uma crise séria e está atingindo boa parte população, sobretudo idosa. E isso está estrangulando o sistema de saúde. Estamos fazendo de tudo para ajudar o governo. Acho que o governo do Estado de São Paulo se posicionou bem. Temos de ajudar.

Sobe para três número de mortes de pacientes com novo coronavírus em Pernambuco

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Subiu para três o número de pessoas mortas com Covid-19, doença transmitida pelo novo coronavírus, em Pernambuco, nesta quinta-feira (26), segundo a Secretaria Estadual de Saúde (veja vídeo acima). A morte de um homem de 85 anos, na quarta (25), foi considerada a primeira no estado de um paciente com a doença.

O turista foi socorrido com sintomas da doença no mesmo dia e foi levado a um hospital particular do Recife, onde houve confirmação de que ele foi infectado pelo novo coronavírus. Ele foi retirado da embarcação junto com a esposa. Num primeiro momento, ela não apresentava sintomas da doença, mas foi diagnosticada com Covid-19 dias depois.

O canadense estava internado em uma unidade privada de saúde e foi mantido em ventilação mecânica e hemodiálise. Ele também estava fazendo também uso de medicamentos, de acordo com a SES.

Devido à presença do homem na embarcação, o navio ficou isolado no Porto do Recife com cerca de 600 pessoas, entre passageiros e tripulantes. De acordo com um turista francês que estava a bordo, a temperatura das pessoas do navio era checada todas as noites.

Já o morador do Recife, segundo a secretaria, era hipertenso e tinha histórico de viagem para Portugal e Itália. Ele voltou a Pernambuco no dia 10 de março e, no dia 12 do mesmo mês, ele foi atendido em uma unidade privada de saúde apresentando febre e “alteração na ausculta pulmonar”, de acordo com a secretaria. Depois de coleta de material, ele foi liberado para isolamento domiciliar.

Na quinta (19), o paciente buscou outra emergência da rede privada com insuficiência respiratória. Na ocasião, ele foi entubado e levado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com a secretaria, a diálise foi iniciada no sábado (21) e, na segunda (23), ele não apresentava febre. Na quarta (25), houve uma piora da função renal.

Coronavírus Sars-CoV-2, que provoca a Covid-19 — Foto: Amanda Georgia/G1

Pacientes em Pernambuco

Até a tarde da quarta (25), o governo estadual contabilizou 46 pessoas que tiveram resultado positivo para a Covid-19. Desse total, foram contabilizadas cinco curas clínicas. Entre elas, está a da advogada Renata Berenguer, de 30 anos. O número de casos em investigação não foi divulgado na ocasião.

Cruzeiro

Após ficar retido no Porto do Recife por duas semanas, o navio Silver Shadow teve a saída autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quinta-feira (26). A liberação foi comunicada à Capitania dos Portos e ao Porto do Recife para que a embarcação possa seguir viagem.

Ao todo, havia 609 pessoas no navio, entre passageiros e tripulantes. Todos os passageiros foram retirados da embarcação até o domingo (22). Os dois únicos casos da doença na embarcação foram o turista canadense, que faleceu nesta quinta (26), e a esposa dele.

Dicas de prevenção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1

Exército paraguaio coloca arame farpado nas travessias da fronteira com o Brasil em combate à covid-19

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A fronteira terrestre entre Brasil e Paraguai, nas vizinhas Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, agora está com mais um obstáculo para restringir a circulação de pessoas entre os dois países. O Exército paraguaio colocou arame farpado nas barreiras feitas semana passada por moradores com pneus e tambores plásticos.

O arame integra mais uma ação de fechamento das fronteiras do Paraguai, determinada pelo governo daquele país no dia 15 de março. O Brasil também mandou fechar as ligações com outros países. Tudo para evitar a proliferação do coronavírus.

Na tarde de quarta-feira (25), além de parar veículos e pedestres que tentavam cruzar a fronteira, o Exército paraguaio ‘desinfetava’ carros e motos autorizados a passar de um país para o outro.

No final da semana passada, paraguaios cavaram valas na fronteira com o município sul-mato-grossense de Paranhos. O Paraguai está com 41 casos de covid-19 e três mortes.

No Brasil, segundo últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, são sete mortes e 2.433 casos confirmados de covid-19. Em Mato Grosso do Sul, são 24 casos de covid-19 e 38 suspeitos. Dos 358 casos notificados à Secretaria de Estado de Saúde pelos municípios, 289 foram descartados e 11 excluídos. O estado não registrou nenhum óbito pela doença até o momento.

Arame faprado e fita de isolamento na fronteira entre Brasil e Paraguai — Foto: Martim Andrada/TV Morena

Restrição de circulação de pessoas

Diversos municípios brasileiros restringiram a circulação de pessoas com determinações referentes a horários e fechamento do comércio, como em Campo Grande, Bonito, Dourados e Ponta Porã. Na maioria há toque de recolher entre a noite e a madrugada. Na capital, a situação ficou mais rigorosa: entre às 20 e às 5h, somente podem ficar nas ruas quem trabalha com serviço essencial e delivery.

Novo decreto do governo de MT libera funcionamento do comércio desde que sigam as normas de prevenção ao coronavírus

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O governador Mauro Mendes (DEM) assinou um novo decreto que permite o funcionamento do comércio, desde que os estabelecimentos sigam as normas de segurança, prevenção e combate ao coronavírus. Ele deu entrevista coletiva, via redes sociais, nesta quinta-feira (26), sobre as mudanças.

No entanto, Mendes alegou que a flexibilização do decreto não aconteceu por causa do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, que criticou medidas de isolamento social para evitar a transmissão do Covid-19.

O novo decreto foi assinado nessa quarta-feira (25), no mesmo dia em que o governador havia decretado calamidade pública no estado. Mas o anúncio das mudanças foi feito hoje. Ao lado de Mauro Mendes, participaram da coletiva o secretário de Saúde do estado, Gilberto Figueiredo, e um infectologista.

O decreto anterior, assinado na sexta-feira (20), trazia uma série de restrições e determinava que a maioria do comércio fosse fechado.

Mauro Mendes deu entrevista coletiva junto com o secretário de Saúde e um infectologista — Foto: Secom-MT/Assessoria

Entre as novas medidas está a unificação das decisões tomadas pelos municípios de Mato Grosso, para evitar divergências entre as as regras adotadas pelo estado e pelos municípios.

Mendes afirmou que as empresas precisam continuar funcionando para garantir os empregos e movimentar a economia. Segundo ele, os prefeitos de municípios que não registraram casos da doença, não deveriam determinar o fechamento do comércio.

Conforme o decreto, caso os prefeitos queiram adotar ações mais restritivas, terão que apresentar “fundamentação técnico-científica que justifique a providência no âmbito local”.

Outra liberação é a circulação do transporte coletivo municipal e metropolitano, sem exceder a capacidade de passageiros sentados.

Além disso, o decreto dá permissão para o funcionamento do transporte individual remunerado de passageiros, por meio de táxi ou aplicativo, desde que não seja utilizado o banco dianteiro do passageiro e seja feita a limpeza da parte interna do veículo após a finalização de cada atendimento.

“Não podemos apavorar. Precisamos ir na linha do equilíbrio e bom senso, tomar medidas para salvar vidas. Os empregos precisam ser preservados, as empresas precisam continuar trabalhando, desde que tomem os cuidados devidos com a higiene”, explicou.

O transporte intermunicipal para funcionários também está liberado. Frigoríficos, por exemplo, estão autorizados a levarem os trabalhadores para unidades mais distantes, de um município para o outro, desde que o veículo seja da própria empresa.

Apesar da permissão para o funcionamento do comércio, o decreto ainda restringe a abertura de parques públicos e privados, praias de água doce, teatro, cinema, museus, casas de shows, festas, feiras, academias, ginásios esportivos e campos de futebol, missas, cultos e celebrações religiosas; outros eventos e atividades que demandem aglomeração ou reunião de pessoas.

Os velórios só podem ter até 20 pessoas.

“Precisamos voltar com cuidado, manter as restrições sociais. Se você não precisa sair de casa, não saia. Respeitamos a autonomia dos gestores municipais, mas, se quiserem agir diferente, precisam fazer um estudo para justificar outras paralisações”, declarou.

Governo de Rondônia orienta população a fazer contato por telefone para receber esclarecimentos sobre Covid-19

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De um lado da linha, a população em busca de informações sobre como agir em caso de apresentação de sintomas característicos da Covid-19, causado pelo coronavírus, e onde fazer testes. Do outro lado, profissionais capacitados para orientar o que é recomendado para cada caso. Esse é o serviço feito pelo Disque Corona.

Para a gerente técnica de Vigilância Epidemiológica da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Arlete Baldez, a iniciativa tem ajudado a sociedade, mesmo em isolamento social, a ter todo o suporte necessário para o enfrentamento da pandemia.

‘‘O Disque Corona é fundamental. Essa é uma doença nova, então a população tem muitas dúvidas. E aí que se faz necessário esses telefones específicos para passar informações, e, ao mesmo tempo, evita que tenha que ir até uma unidade de saúde, e contribuir com a aglomeração de pessoas. Na dúvida, ligue, a informação é uma arma poderosa na prevenção’’, afirma Arlete Baldez.

O Centro de Informações Estratégicas em Saúde (Cievs) do Estado funciona 24 horas através do 0800 642 5398, e tem recebido um grande volume de ligações por dia. As ligações, segundo Arlete Baldez, são atendidas por profissionais da saúde com experiência em urgência e emergência e que acompanham as informações sobre o vírus no mundo.

Ana Flora Gerhardt, diretora geral da Agevisa, reforça a importância do contato telefônico para que, assim, a população possa seguir a recomendação de isolamento social que tem o objetivo de contribuir com a saúde de todos. “Fiquem em casa, não se exponham aos riscos. Faça o uso do Disque Corona”, reforça.

Os sintomas que apresento são de Covid-19? Onde faço o teste?

As dúvidas mais frequentes que chegam através do Disque Corona, segundo o coordenador estadual do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), Sid Orleans, são para saber se os sintomas apresentados são da Covid-19 e onde são feitos os testes.

Quanto ao questionamento sobre sintomas, o Cievs orienta que em caso de sintoma gripal leve, sem confirmação de contato com caso confirmado ou suspeito de contágio por coronavírus, deve ficar em casa por 14 dias.

Caso a pessoa apresente sintomas mais graves como cansaço que dificulte a fala ou esse cansaço apareça ao fazer pequenas caminhadas dentro de casa, unhas e lábios azulados, febre, é para procurar uma unidade de saúde mais próxima, utilizando máscara.

Na unidade de saúde, segundo o coordenador, a pessoa passará por avaliação. Se não precisar de internação, será devidamente medicada e ficará em isolamento domiciliar com acompanhamento da equipe de Saúde da Família e das vigilâncias.

Quanto ao questionamento sobre os testes, o Governo de Rondônia está priorizando os testes para as pessoas que estão classificadas como suspeitas, que são aquelas que tiveram contato com casos suspeitos ou confirmados e apresentam sintomas.

Além do Estado, os municípios também somam esforços para oferecer um serviço de suporte aos esclarecimentos da doença via contato telefônico.

Confira qual o Disque Corona do seu município:

Alta Floresta D’Oeste – 3641-35059/ 9318-9573

Alto Alegre dos Parecis – 3643-1338

Alto Paraíso – 9 9206-0401

Alvorada D’Oeste – 9 9397-9465

Ariquemes – 3516-2149

Buritis – 3238-3461/ 0800 642 6040

Cabixi – 9 8106-1653

Cacaulândia – 3532-2036/ 9 8121-5444/ 9 8126-7467/ 9 9201-2002/ 9 8121-4596

Cacoal – 3907-4092/ 9 9904-2201/ 9 9908-9426

Campo Novo de Rondônia – 3239-2255

Candeias do Jamari – 9 9320-1174

Castanheiras – 3474-2014/ 9 8116-0740/ 9 9258-0757

Cerejeiras – 3342-3342 / 3342-4090/ 3342-3123/ 3342-2108/ 9 9928-8342

Chupinguaia – 3346-1103/ 9 8133-8983 / 9 9393-4124 / 9 9286-0629

Colorado D’Oeste – 9 9969-1204

Corumbiara – 9 8441-2858

Costa Marques – 9 8462-3730/ 9 8432-7626/ 9 8442-4954

Cujubim – 9 8417-3140

Espigão D’Oeste – 3912-8039

Gov. Jorge Teixeira – 9 9974-9911

Guajará–Mirim – 9 8479-8290 / 9 8447-9144

Itapuã D’Oeste –  9 92372670

Jaru – 9 9210-6771

Ji-Paraná 3424-7601

Machadinho D’Oeste – 9 9249-4729

Ministro Andreazza – 3448-2212

Mirante da Serra 9 9975-7442

Monte Negro –  3530-2463

Nova Brasilândia 9 9927-8905/ 9 9937

-5572

Nova Mamoré 9 9900-4415

Nova União 9 9236-2600

Novo Horizonte 3435-2195/ 3435-2219

Ouro Preto do Oeste – 9 9913-2885

Parecis – 3447-1324/ 9 9243-6468

Pimenta Bueno – 9 9905 -8044 / 9 9917-2097 / 9 9996-0118/3451

-2122

Pimenteiras 9 9342-8662/9 9282-8110

Porto Velho -3901-2835/ 0800-647-1010/9 8473-3110/ 9 8473 -7482/ 9 8473-8041

Presidente Médici 156

Primavera de Rondônia 9 99351-7951/9 8150-1005

Rio Crespo 3539-2011/ 9 8103-1374

Rolim de Moura 3442-1113

Santa Luzia do Oeste 3434-2309/ 9 8495-5989

São Felipe D’Oeste – 3445-1320/ 3468-1030/ 3445-1103

São Francisco do Guaporé – 9 8446-2923/ 9 8446-4276

São Miguel do Guaporé – 9 8479-7277

Seringueiras – 9 8482-2475/ 9 8409-6897

Teixeirópolis – 9 9376-0792

Theobroma – 9 8479-6270

Urupá – 9 9309.0260

Vale do Anari 3525-1339

Vale do Paraíso – 3464-1273

Vilhena – 3919-7080/ 3321- 4338/ (whats) 3919-7081

Vinte máquinas de costuras são doadas para internas do AM confeccionarem máscaras de proteção

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Com a alta demanda de produtos de proteção, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) recebeu na manhã desta quinta-feira (26) a doação de 20 máquinas de costuras que serão utilizadas por detentas e, agora, detentos do sistema prisional de Manaus. Eles trabalham na produção de máscaras de proteção.

Nesta quarta-feira (25), foi divulgado pelo órgão que detentas do sistema prisional do Amazonas iniciaram a produção de 120 mil máscaras descartáveis. As máquinas de costuras foram doadas pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam).

As máscaras estão sendo produzidas no núcleo de costura na Penitenciária Feminina de Manaus (PFM), por detentas do regime fechado que trabalham para remição de pena remição de pena

“Na semana que vem, queremos atingir a meta de produção de dez mil máscaras que serão destinadas, tanto a saúde, quanto ao sistema de segurança pública”, disse.

Depois de confeccionadas, o secretário informou que as máscaras serão levadas para a Fundação de Vigilância Sanitária para serem esterilizadas e, em seguida, serem distribuídas.

O trabalho de produção de cada detento (a) reflete na pena de cada um. A atividade faz parte de um programa de ressocialização e para cada três dias trabalhados, um dia de remição de pena.

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