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domingo, maio 3, 2026
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Planejamento do Detran Rondônia para 2020 prevê reformas, construções e convênios com municípios

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A Diretoria Técnica de Engenharia e Patrimônio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de Rondônia prestou contas das atividades realizadas em 2019 e apresentou planejamento das ações que estão previstas para serem realizadas neste ano de 2020 em todo o Estado.

O diretor técnico de Engenharia e Patrimônio, Clairton Pereira da Silva, disse que o Detran tem 34 prédios próprios onde funcionam as Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans), quatro pistas de testes, o prédio da Coordenadoria Metropolitana de Trânsito (Cometran) de Porto Velho e a sede administrativa da autarquia também em Porto Velho e prédios alugados.

Clairton Pereira exibiu fotos e explicou a situação dos imóveis que necessitam de reforma devido aos desgastes continuados das instalações, incluindo as instalações elétricas com mais de oito anos de uso. O planejamento, que prevê reforma e novas construções nas unidades, deve melhorar as condições de trabalho dos servidores, bem como o atendimento ao público.

O coordenador de Engenharia do Detran, o engenheiro Carlos Antônio Trajano Borges, disse que os processos licitatórios para reformar os prédios das Ciretran dos municípios de São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé e Seringueiras já estão em fase de contratação. Já a reforma da Ciretran de Ariquemes, Ji-Paraná, do auditório da Ciretran de Cacoal e do prédio da Cometeram de Porto Velho estão em fase de licitação.

Alguns prédios necessitam de reforma urgente devido a precariedade. O planejamento também prevê novas obras, como por exemplo, o pátio de veículos apreendidos de Porto Velho, a construção de novos prédios das Ciretran de Mirante da Serra e de Alta Floresta que estão na fase de licitação de edital.

Neil Gonzaga destacou a importância das obras de infraestrutura e dos investimentos tecnológicos

Vários projetos técnicos estão em fase de elaboração do termo de referência, onde serão contempladas com novas sedes as Ciretrans de Costa Marques e Primavera de Rondônia, além de pista e pátio para Ariquemes, pista para Porto Velho, pista e pátio para Cacoal e Jaru e previsão de liberação de convênios de sinalização de trânsito com vários municípios.

O diretor geral do Detran, coronel Neil Aldir Faria Gonzaga, aproveitou a presença dos diretores e pediu que estendesse aos demais servidores o seu agradecimento pelo empenho de todos. Ressaltou a importância do trabalho de cada um na excelência dos serviços prestados aos usuários. Destacou que o Detran Rondônia é o único do país que está presente em todos os municípios e lembrou que existe uma logística que exige tecnologia de ponta para melhor atender aos usuários com eficiência e agilidade.

Neil Gonzaga também falou da importância do planejamento das ações que o Detran pretende realizar nesse ano, e afirmou que tem pautado sua gestão alinhada nas determinações do governador Marcos Rocha, que prevê austeridade no controle de gastos sempre pensando na eficiência do serviço oferecido ao cidadão.

Semagric continua trabalho no distrito de Rio Pardo

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Da primeira semana de 2020 até agora a patrulha mecanizada da Semagric baseada no distrito de Rio Pardo realizou o patrolamento e encascalhamento de trechos críticos em 15 km de estradas na região conhecida como Marco Azul, precisamente na linha 90, onde é forte a produção rural de pequeno e médio porte, totalmente dependente da qualidade das estradas para que a produção chegue ao consumidor na cidade, principalmente às feiras livres.

“O cronograma de trabalho para 2020 está em fase conclusiva, mas estamos mantendo o ritmo desde o ano passado, não permitindo que nenhum localidade fique sem assistência”, garantiu o secretário Luiz Cláudio da Agricultura.

Semasf recebe recursos para atendimento aos imigrantes

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), recebeu o valor de R$ 150 mil como apoio financeiro para o atendimento aos imigrantes venezuelanos que estão nas Unidades de Acolhimento Institucional da Prefeitura.

O recurso recebido é resultado do trabalho de articulação política feito pelo secretário Claudi Rocha, que representando o prefeito Hildon Chaves, em reunião realizada em Brasília, em novembro do ano passado e acompanhado do deputado federal Expedito Netto, discutiu o assunto com os gestores e técnicos da Secretaria Nacional de Assistência Social do Ministério da Cidadania, pra tratar dos impactos sociais da migração venezuelana para Porto Velho.

Na ocasião, o secretário solicitou a liberação de recursos ao município que estava recebendo muitos imigrantes, lotando as unidades de acolhimento (popularmente conhecidas como abrigos). Segundo o Secretário Claudi Rocha, o apoio parlamentar da Bancada Federal foi fundamental para o recebimento desse recurso financeiro.

“´É fruto também da dedicação da nossa equipe que esteve apresentando todos os dados de atendimento e protocolando um plano de trabalho. Diante da quantidade de imigrantes venezuelanos, o prefeito determinou que adotássemos todas as medidas necessárias para o atendimento com dignidade e segurança para essas famílias que estão em situação de risco, de forma que não fosse prejudicado o atendimento dos nossos munícipes”, concluiu o secretário.

‘Não tenho esse tipo de pretensão’, diz Moro sobre candidatura em 2022

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Sergio Moro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, negou, nesta segunda-feira, 20, uma eventual candidatura à Presidência da República, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura.

“Não tenho esse tipo de ambição. Temos de ter bastante pé no chão, existe o famoso ditado antigo que diz sic transit gloria mundi (toda glória do mundo é transitória, em latim). Então, essas questões de popularidade, elas vem, vão, passam, e o importante para mim é fazer meu trabalho como ministro da Justiça, e foi o que eu me propus com o presidente, acho que estamos num caminho certo”, afirmou.

Questionado se assinaria um documento em que se comprometeria a não concorrer, o ex-juiz da Lava Jato afirmou: “não faz sentido assinar um documento desse, porque muitas pessoas assinaram e depois rasgaram. Eu não tenho esse tipo de pretensão”.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a cogitar o nome do ex-ministro para seu vice nas próximas eleições. Pesquisa Datafolha divulgada em janeiro indica que o ministro da Justiça é conhecido por 93% dos brasileiros e aprovado por 53%. Antes, o mesmo instituto divulgou pesquisa de avaliação do presidente da República, Jair Bolsonaro, indicando que a aprovação dele é mais modesta, de 30%.

Moro, no entanto, afirma que o “candidato do presidente Jair Bolsonaro deve ser ele mesmo”. “Ele já manifestou o desejo de ser reeleito”, disse.

“Se um ministro do presidente Jair Bolsonaro, evidentemente, os ministros vão apoiar o presidente. É um caminho natural. Eu não tenho esse tipo de ambição. Eu posso dizer: minha vida é suficientemente complicada Eu estou pensando no presente momento. Não posso pensar no que vou fazer daqui a dez anos”, afirmou o ministro, que ainda especulou sobre a possibilidade de tirar “um ano sabático” ou de migrar para a iniciativa privada.

Brumadinho convive com adoecimento mental um ano após tragédia da Vale

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Crescimento do número de suicídios e de tentativas de autoextermínio, aumento do consumo de antidepressivos e ansiolíticos, elevação de afastamento entre profissionais de saúde: o diagnóstico é da Secretaria Municipal de Saúde de Brumadinho. Um ano após a tragédia da Vale, a cidade convive com o adoecimento mental de parte da população.

“Essa tragédia, esse crime, isso fez com que despertasse um movimento mental que tem adoecido as pessoas. Sensivelmente, é perceptível o adoecimento mental de grande parte da população”, diz o secretário Municipal de Saúde, Júnio Araújo.

Por causa do aumento do consumo de medicamentos como antidepressivos, farmácia em Brumadinho teve que expandir espaço no estoque para esse tipo de remédio — Foto: Raquel Freitas/G1

Segundo o secretário, em 2019, o uso de antidepressivos cresceu 56% e o de ansiolíticos aumentou 79% em comparação com 2018. Os casos de suicídio passaram de 1 para 5, sendo 3 no município e dois na região, conforme a assessoria da prefeitura. Já as tentativas saltaram de 29 para 47. Araújo, entretanto, acredita que esse último número possa ser ainda maior.

“Quando a tentativa do autoextermínio não chega a êxito, a família, a própria pessoa tem vergonha de procurar o serviço [de saúde]. Dentro da família, eles tentam esconder e só vão à unidade de saúde quando a situação é mais gravosa”, explica.

A doméstica Vicentina Moreira do Prado, de 42 anos, traz nas mãos as marcas de sentimentos que surgiram após a tragédia em que perdeu uma prima, além de amigos. São feridas provocadas por mordidas.

Vicentina Moreira do Prado, de 42 anos, traz nas mãos marcas de sentimentos que surgiram após o desastre — Foto: Raquel Freitas/G1

“O psicólogo falou que, como eu não tenho ninguém para desabafar, eu estou mordendo a mão”, conta.

Segundo Vicentina, como grande parte da cidade está em luto, ela não se sente à vontade para falar dos sentimentos.

“Eu chego em Brumadinho, eu vou conversar com meus amigos — todo mundo perdeu alguém. O meu marido trabalha na Vale. Eu não posso conversar com ele porque ele perdeu muito amigo também. As minhas crianças são pequenas. Então, todo mundo que eu vou conversar sempre perdeu alguém lá na Vale”, conta a doméstica.

Vicentina vive na comunidade de Ponte das Almorreimas, lugarejo onde está sendo instalado um ponto de captação do Rio Paraopeba. Atingido pela lama, o rio teve seu uso proibido e agora é construído um novo local para a retirada de água, antes do trecho do rompimento da barragem.

Da janela de casa, Vicentina pode ver as obras que, segundo a doméstica, tiraram a paz e a tranquilidade da comunidade. Para ela, nestes últimos de 12 meses, o consumo de medicamentos e o tratamento com psicólogo e psiquiatra se tornaram usuais.

Sônia Alves Moreira, de 45 anos, sente-se muito abalada com toda a tragédia — Foto: Raquel Freitas/G1

Essa rotina é compartilhada com a irmã Sônia Alves Moreira, de 45 anos. Com tantas máquinas e funcionários trabalhando ao lado de casa, ela reclama da perda da liberdade e da segurança, além do barulho.

Vivenciando dia a dia os transtornos da obra, Sônia ainda se sente muito abalada com toda a tragédia.

“Não tem como te explicar o que que vem na minha cabeça. Do jeito que tanta gente morreu, eu vou pôr fogo nessa casa aqui e sair. Morrer também. Sabe por quê? De agonia, tristeza”, desabafa.

No centro de Brumadinho, casos assim se repetem. Para suportar os dias, o empresário Antônio Queiroz Ribeiro, de 48 anos, tem recorrido a altas doses de medicamentos. “Acaba sendo prejudicado todo mundo. Porque o sofrimento de você ver os outros sofrendo, você sofre em pânico”, desabafa.

Na drogaria em que é cliente, foi preciso até aumentar o espaço para estocar antidepressivos e ansiolíticos.

Antônio Queiroz Ribeiro, de 48 anos, tem recorrido a remédios para suportar os dias — Foto: Raquel Freitas/G1

“Tinha produto que você comprava 6, hoje você compra 40, 50. Antidepressivo é uma coisa de doido, está vendendo, mas está vendendo demais. Agora, as pessoas têm tido dificuldade em conseguir receituário. Então, o que a gente faz? A gente passa um calmante natural até ela conseguir o receituário porque está faltando médico especialista”, afirma o dono da farmácia, Carlos Roberto de Lima, de 67.

O secretário de Saúde diz que a prefeitura precisou aumentar o quadro de pessoal na área da saúde e avalia que a quantidade de profissionais é suficiente.

“No geral, nós tínhamos 790 trabalhadores no SUS antes do rompimento da barragem. Hoje nós estamos com 1.190 trabalhadores”, afirma.

A agente de saúde comunitário Adriana Mendes de Jesus, de 41 anos, vive na mesma comunidade onde moram irmãs Vicentina e Sônia e viu de perto a busca pelo Sistema Único de Saúde crescer após a tragédia.

Adriana Mendes de Jesus, de 41 anos, é agente de saúde comunitário e viu atendimento no SUS aumentar após a tragédia — Foto: Raquel Freitas/G1

“Aumentaram bastante os atendimentos porque tem muita gente que procura mais o SUS, principalmente na psicologia porque está muito abalado com tudo isso que está acontecendo. Aqui a gente tem bastante idoso. Então, dificilmente, eles conseguem entender o que está acontecendo. Para eles é bem difícil, bem complicado”, afirma.

Diariamente, Adirana precisa lidar com a dor, o luto e os traumas de pacientes. Mas, para ela, a tragédia também trouxe a perda de primos, de um concunhado e de amigos.

“Eu posso falar que hoje eu sou uma pessoa doente. Estou cuidando e preciso de cuidado”, diz.

Até entre os florais, fórmulas para depressão e ansiedade são as primeiras a acabar em farmácia em Brumadinho — Foto: Raquel Freitas/G1

O secretário de Saúde confirma aumento do adoecimento dos profissionais da área, principalmente no campo da enfermagem. De acordo com Araújo, em 2019, foram cerca de 100 afastamentos contra aproximadamente 15 em 2018.

“É uma cidade marcada. É uma marca tão forte que eu comparo ela ao holocausto. A vida toda essa cidade vai estar marcada. (…) É uma cidade toda doente recebendo essa ressonância do fato ocorrido há muito pouco tempo. Então é uma coisa que vai demorar a passar”, diz.

O que diz a Vale

De acordo com a Vale, cerca de 600 famílias estão sendo acompanhadas por profissionais do Programa Referência da Família, como forma de garantir assistência às pessoas diretamente atingidas pelo rompimento.

“Como se trata de um luto coletivo, os esforços voltados à saúde emocional devem envolver não só um trabalho direcionado aos familiares, mas à população como um todo”, afirma mineradora por meio de nota.

Ainda segundo a Vale, a empresa assinou acordo de cooperação com a prefeitura para repasses que já totalizam R$ 32 milhões destinados, exclusivamente, à ampliação da assistência de saúde e psicossocial no município. Em 2019, foram realizados mais de 18 mil atendimentos médicos e acolhimentos psicossociais à população.

‘BBB20’ começa nesta terça-feira; Veja tudo o que você tem que saber do ‘Big Brother Brasil’

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“BBB20” começa nesta terça (21) com uma edição inédita: anônimos e famosos dividirão a casa. Mais uma vez o apresentador Tiago Leifert comenda o programa. Os competidores disputam o prêmio de R$ 1,5 milhão.

Quantos participantes vão entrar na casa?

Por enquanto, foram anunciados 18 participantes, com divisão igual entre homens e mulheres. Mas Boninho, diretor do programa, deu uma pista em seu Instagram neste domingo (19): Com a equação “+4 = 2”, o diretor disse que “esse time ainda terminou, vem mais”.

https://www.instagram.com/p/B7gbfboJi_z/?utm_source=ig_embed

Como será feita a divisão da casa?

Os participantes vão se dividir em dois grupos:

  • No “camarote” ficam os convidados pelo programa, atores, cantores, jogadores, influenciadores e pessoas conhecidas na internet;
  • Na “pipoca”, estão as pessoas anônimas que se inscreveram no programa. Grupos ficarão separados por um muro e só vão se comunicar por voz neste início de programa.

Quem são os famosos?

Bianca Andrade, blogueira do canal 'Boca Rosa', em lançamento de DVD de Ludmilla em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

O líder terá mais poderes?

O líder continuará com seus poderes de indicar um brother ao paredão, ser imune e convidar participantes para seu quarto VIP, mas também ganhará outro poder importante: é ele que vai escolher quem fica na cozinha vip ou na xepa.

“A tendência é que eles durmam muito pouco e comam muito mal. O que começa a fazer uma diferença imensa ao longo do jogo”, disse Tiago Leifert em entrevista à Ana Maria Braga.

Como assim, celular está liberado?

Sim! Em um programa cheio de influenciadores, o celular está liberado. Mas, o aparelho não terá conexão de telefone ou internet. Ele servirá para os brothers fazerem fotos e vídeos que vão compor o Feed BBB, disponível na sala da casa para eles, e na internet para os espectadores.

Sisu 2020: inscrições são abertas com prazo estendido; estudantes relataram lentidão em site

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As inscrições do 1º semestre de 2020 do Sistema de Seleção Unificada (Sisuforam abertas na madrugada desta terça-feira (21). O sistema permite que o estudante concorra a 237,1 mil vagas em universidades federais de todo o país.

Os estudantes podem se inscrever até as 23h59 do próximo domingo (26). O prazo, que antes se encerraria na sexta (24), foi prorrogado após erros nas correções de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que, de acordo com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afetou quase 6 mil candidatos, mas foi corrigido antes da abertura das inscrições do Sisu.

Lentidão

Logo após o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) liberar as inscrições no site do Sisu, estudantes relataram lentidão e dificuldades para se candidatar às vagas das universidades federais. A situação foi normalizada no fim da madrugada, mas voltou a apresentar problemas durante a manhã – o G1 teve dificuldades de acessar o sistema por volta das 9h. O sistema não estava reconhecendo a seleção do captcha, mecanismo que evita que o site seja atacado por robôs.

Durante a madrugada, usuários reclamaram nas redes sociais sore uma mensagem que surgia logo depois de clicarem no botão ‘Fazer inscrição’.

Os estudantes eram redirecionados para uma página com o aviso de que as “inscrições estão encerradas”. Quem conseguia incluir os dados pessoais para prosseguir com a inscrição reclamou de falhas na autenticação.

Alerta na página no Sisu na madrugada desta terça-feira (21) — Foto: Reprodução/Sisu

Inscrições no Sisu inspiram memes

Nas redes sociais, o Sisu se tornou um dos assuntos mais comentados ainda durante a madrugada. Às 9h30, o assunto ‘Sisu’ já registrava 196 mil tweets.

As dificuldades de acesso geraram memes:

https://twitter.com/Magxnlbbh/status/1219587503814008833?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1219587503814008833&ref_url=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Feducacao%2Fnoticia%2F2020%2F01%2F21%2Fsisu-2020-inscricoes-sao-abertas-e-estudantes-relatam-lentidao-em-site.ghtml

https://twitter.com/guilaurenco/status/1219468489636941826?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1219468489636941826&ref_url=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Feducacao%2Fnoticia%2F2020%2F01%2F21%2Fsisu-2020-inscricoes-sao-abertas-e-estudantes-relatam-lentidao-em-site.ghtml

https://twitter.com/brunakarynas/status/1219485511435288576?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1219485511435288576&ref_url=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Feducacao%2Fnoticia%2F2020%2F01%2F21%2Fsisu-2020-inscricoes-sao-abertas-e-estudantes-relatam-lentidao-em-site.ghtml

Sisu 2020: como se inscrever

As inscrições devem ser feitas na página do Sisu.

Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país.

Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar.

Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais).

O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu:

  • As inscrições vão de 21/1 a 26/1;
  • É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção);
  • O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem;
  • A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1;
  • Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso;
  • O resultado da chamada regular sai no dia 28/1;
  • Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo);
  • O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2;
  • A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4;

Cronograma do Sisu 2020

  • Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira)
  • Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo)
  • Resultado: 28 de janeiro
  • Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2
  • Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4

Único de barba branca e costas vermelhas, nova espécie de macaco ‘zogue-zogue’ é descrita na Amazônia

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Uma nova espécie do macaco “zogue-zogue” acaba de ser descrita e confirmada na Amazônia: é o Plecturocebus parecis, possivelmente visto pela primeira vez há mais de um século. O nome científico de batismo do primata faz referência à Chapada dos Parecis, já que macacos da espécie foram observados em uma área da região que fica entre Rondônia e Mato Grosso (MT).

“Em 2011, foram observados os primeiros indivíduos de zogue-zogue, vistos nos municípios Pimenta Bueno e Vilhena. Conferimos artigos e livros para verificar se já existia uma descrição ou se tratava de uma espécie nova. Observando a morfologia, levantou-se a hipótese de que seria uma espécie nova. Agora foi descrito cientificamente. É oficial”, explicou Almério Gusmão, pesquisador da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e professor do Centro Técnico Estadual de Educação Rural Abaitará (Centec Abaitará), em Pimenta Bueno (RO).

A recém descoberta foi publicada no periódico Primate Conservation. Além de Almério, a pesquisadora Mariluce Messias, da Universidade Federal de Rondônia (Unir), e outros 13 cientistas do Acre, Pará, Sergipe e da Universidade Estadual de Nova York, em Stony Brook, nos Estados Unidos, fizeram observações de grupos do mais novo “zogue-zogue”. Outros registros do animal foram obtidos em regiões de Mato Grosso.

Com a descoberta do Plecturocebus parecis, há agora 24 espécies de zogue-zogue descritas.  — Foto: Manoel Pinheiro/Arquivo pessoal

“Agora são 24 espécies do Plecturocebus descritos. O Plecturocebus parecis foi descrito recentemente, em dezembro de 2019, quando saiu a publicação”, complementou Mariluce Messias.

“De barba branca e costas vermelhas é o único. Tem outro amarelo-esbranquiçado, mas é encontrado bem mais distante, com grau de parentesco distante”, disse Almério Gusmão.

A diferença que saltou aos olhos dos estudiosos foi a coloração do macaco. Diferentemente da pelagem grisalha característica do Plecturocebus, o também conhecido como “zogue-zogue-de-barba-branca” conta com uma coloração que mescla entre castanho e vermelho nas costas, tons claros e pelos curtos nas mãos, além da barba esbranquiçada. Foram investigadas mais de 50 variáveis do primata.

O único relato breve sobre a espécie foi feito pelo naturalista Alipio de Miranda Ribeiro, da Comissão das linhas telegráficas de Rondon, publicado em seu livro em 1914. Alipio de Miranda descreveu que dois espécimes foram coletados na cabeceira do rio Ji-Paraná, em Rondônia, que aparentemente se tratavam do “zogue-zogue” dos Parecis.

O naturalista identificou os animais provisoriamente, então, como sendo o Plecturocebus cinerascens. Mas o macaco ficou “esquecido” e o novo “zogue-zogue” foi reencontrado na natureza em uma região de Vilhena (RO), na divisa com Mato Grosso (MT), em 2011.

“Quando vimos essa espécie percebemos que era muito diferente. Mas em alguns mamíferos é comum a variação de cor ao longo das populações. Às vezes há alguns casos de animais que são muito diferentes da pelagem, mas quando se olha a genética é muito parecida, é muito próxima”, revelou Mariluce Messias.

Comparação do Plecturocebus parecis com outros macacos do gênero Plecturocebus.  — Foto: Divulgação

Quase ameaçado de extinção

Os pesquisadores esperam que o Plecturocebus parecis passe a fazer parte da lista dos animais quase ameaçados de extinção, da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). O motivo é que o habitat natural da espécie está sendo destruído pelo desmatamento na Amazônia.

“Ele vive no chamado ‘Arco do Desmatamento’, área onde as matas foram abertas para dar lugar a plantações ou gados. Um grupo do zogue-zogue foi encontrado, por exemplo, no meio de uma lavoura de soja”, explicou Almério Gusmão.

Zogue-zogue-da-barba-branca vive no chamado "Arco do Desmatamento", área onde as matas foram abertas para dar lugar a plantações ou gados.  — Foto: Reuters

“Os registros atuais são de áreas de desmatamento. Então é naquela região Sul do estado de Rondônia onde tem muita pressão, uma cultura de soja, de milho, de pecuária extensiva, tanto em Rondônia quanto em Mato Grosso”, disse Mariluce Messias.

O próximo passo é definir a descrição geográfica, além dos fatores ecológicos do Plecturocebus parecis. Conforme Mariluce Messias, tais informações ajudariam, por exemplo, a estimar a densidade populacional e entender o quão ameaçado de extinção poderia estar. Do contrário, seria difícil tomar medidas de conservação.

“Precisamos definir o limite certo, até onde que ele vai, o que define a distribuição ou qual o fato ecológico, pois não é só isolamento biogeográfico. Na grande maioria das vezes na bacia amazônica, as principais barreiras geográficas que impedem a formação de novas espécies são os grandes rios. Ou serras também”, ressaltou a pesquisadora.

Pesquisadores querem definir a distribuição geográfica e tomar medidas de conservação da espécie.  — Foto: Manoel Pinheiro/Arquivo pessoal

TCE-RO abre seleção para contratar assessor de R$ 7 mil

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O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) abriu inscrições, nesta segunda-feira (20), para preencher uma vaga de assessor através de processo seletivo. O salário do cargo é de R$ 7.097,49 e a vaga é para Porto Velho.

Segundo edital, a oportunidade é voltada preferencialmente para quem tiver formação em Direito ou formação em nível superior em qualquer área, desde que tenha experiência mínima de dois anos em cartórios de órgãos como tribunais de Justiça, Ministérios Públicos e Tribunais de Contas.

De acordo com o edital, os interessados na vaga precisam se inscrever até 13h30min de quinta-feira, 23 de janeiro (clique aqui). O Processo de seleção será composto por quatro etapas, incluindo análise de currículo e prova teórica/prática.

Rotina de trabalho

A jornada de trabalho para quem for aprovado será das 7h30min às 13h30min, de segunda-feira a sexta-feira.

Entre as funções do assessor II estarão as prestações de assistências e assessoramento direto à Secretária de Processamento e Julgamento do TCE, análises, interpretações de dados necessários às suas atividades, entre outras.

Laboratório de Patologia realiza mais de seis mil exames de pacientes renais na região de Ariquemes

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Durante dois dias (13 e 14) a equipe de profissionais do Laboratório Estadual de Patologias e Análises Clínicas (Lepac) esteve no Centro de Diálise de Ariquemes para a coleta anual de exames de cerca de 200 pacientes do município, e também de Jaru. No total, cerca de seis mil exames foram realizados.

A coleta anual faz parte de portaria do Ministério da Saúde que determina o procedimento para a prescrição de medicamentos excepcionais como; alfapoetina, sacarato hidróxito de ferro ,sevelamer, entre outros que são usados rotineiramente por pacientes renais que fazem hemodiálise.

De acordo com Paulo Girod, gerente do Lepac, além da coleta anual que reúne um número maior de exames por pacientes, a equipe também realiza mensalmente uma série de exames na região de acordo com as recomendações do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Todos os meses nossa equipe vem até Ariquemes para fazer a coleta mensal destes pacientes com insuficiência renal, isto é importante para prevenção e acompanhamento do quadro do paciente para a equipe médica que faz o acompanhamento do doente renal”, completa o gerente.

A doença renal crônica é caracterizada pela perda lenta e irreversível das funções renais. Essa perda pode ser controlada por medicamentos e dieta no estágio inicial da doença, bem como por procedimentos como diálise ou transplante renal quando a função normal dos rins é reduzida em mais de 90%.

No Brasil, os medicamentos disponibilizados pelo SUS para o tratamento dessas complicações fazem parte do Programa Nacional de Medicamentos de Dispensação em Caráter Excepcional.

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