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quarta-feira, abril 29, 2026
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Em 24 horas, rio Acre baixa quase dois metros em Rio Branco

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Em vazante desde o último sábado (11), o Rio Acre baixou quase um metro em 24 horas, em Rio Branco. O manancial chegou a cota de 9,84 metros na manhã desta terça-feira (14).

A vazante é de 1,7 metro em 24 horas. O rio, na manhã de segunda-feira (13), era de 11,54 metros, na medição das 6 horas.

De acordo com a Defesa Civil, a tendência é que o manancial continue a apresentar vazante nos próximos dias.

“Nós temos aumento de nível lá em Brasileia e Assis Brasil, só que essa elevação não é muito significativa, então continuaremos em vazante aqui em Rio Branco, nos próximos dias, pelo menos”, explica o major Cláudio Falcão do Corpo de Bombeiros

Além disso, o major acrescenta que mesmo com o fim da primeira quinzena de janeiro, ainda são esperados dias de relativa tranquilidade, até o final desta semana, quanto às chuvas e ao nível do rio também.

“Pelo menos até sexta-feira [17] e sábado [18], nós esperamos dias de relativa tranquilidade e depois disso, provavelmente, teremos uma intensificação de chuva e nível de rio também”, disse.

Durante os 14 primeiros dias de janeiro, o acumulado de chuvas é de 141 milímetros. O esperado para o mês é de 269 milímetros.

Na capital acreana, o rio Acre atingiu a cota histórica de 18,40 metros no dia 4 de março de 2015.

Rios no interior

O Rio Acre, em Assis Brasil, subiu 18 centímetros. Na segunda-feira, a cota do rio era de 3 metros e marcou 3,18 metros nesta terça.

Em Brasileia também houve elevação de 51 centímetros. A medição de segunda foi de 2,75 metros e nesta terça de 3,26 metros.

Em Cruzeiro do Sul, o rio Juruá chegou à cota de 8,05 metros nesta terça-feira.

BBB 20 pode ter Manu Gavassi e youtuber Júlio Cocielo, diz site

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A cantora Manu Gavassi e o youtuber Júlio Cocielo estão na mira de Boninho, diretor do Big Brother Brasil, da Globo. De acordo com o site Notícias da TV, ambos estão em negociação com o reality show que estreará sua 20º edição neste mês de janeiro.

Gavassi é um rostinho conhecido da mídia, além de cantora, ela é atriz, digital influencer e amiga de vários famosos como, por exemplo, Bruna Marquezine. A duas passaram o virada do ano juntas na Bahia.

Já Cocielo é um famoso youtuber com milhares de seguidores em suas redes sociais, mas com uma grande polêmica em seu currículo. Em dezembro de 2013, internautas resgataram uma publicação racista em seu perfil no twitter, onde ele dizia: “Gritei ‘Vai, macaca’ pela janela e a vizinha negra bateu no portão de casa para me dar bronca”.

Além de Manu Gavassi e Cocielo, nomes de outras personalidades também foram citados para uma possível ida para a casa mais vigiada do Brasil., como Jojo Todynho e as blogueiras Boca Rosa e Rafaella Kalimann.

Ações na Justiça obrigam famílias a vacinarem filhos; pais podem perder guarda

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Em meio à queda da cobertura vacinal e reaparecimento de doenças erradicadas, como o sarampo, casos de famílias que não vacinam os filhos têm chegado à Justiça, que passou a determinar imunização das crianças. Nos últimos seis meses, houve ao menos três episódios no País. Especialistas explicam que a vacinação é um direito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e que a falta de proteção contra doenças põe a vida das crianças em risco. Nesses casos, os pais podem ser multados e até perder a guarda da criança.

O caso mais recente foi no início de janeiro, quando a Justiça de Minas determinou que um casal vacinasse os dois filhos. Os pais diziam que tinham se baseado em artigos científicos e informaram que se converteram a uma religião que proíbe a “contaminação por vacina”. Após perder a ação em 1ª instância, a família recorreu, mas perdeu.

Para fundamentar sua decisão, o desembargador Dárcio Lopardi Mendes citou a Constituição, que “proclama a saúde como direito social” e “preconiza que a saúde é direito de todos e constitui dever do Estado assegurá-la, de forma a resguardar um bem maior: a vida”. O caso corre em segredo de Justiça. A reportagem conseguiu localizar a família, da região de Poços de Caldas (MG), mas ela não quis se manifestar.

Também foi com base na Constituição que Carlos Roberto da Silva, desembargador da 7ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), determinou que um casal de Rio do Sul, região do Alto Vale catarinense, atualizasse a carteira de vacinação dos três filhos em julho de 2019.

“Tem o arcabouço que começa na Constituição, pois é obrigação do Estado de garantir a saúde e isso suplanta determinadas convicções pessoais. O ECA também contempla essa obrigatoriedade dos pais em relação à saúde e do ensino. A vacinação é um dever dos pais e um direito das crianças e adolescentes”, disse o desembargador ao jornal O Estado de S. Paulo.

A ação havia sido ajuizada pelo Ministério Público e a família recorreu.

“O argumento deles era um temor de que os filhos pudessem ter alguma rejeição. Solicitamos consulta médica nas crianças para afastar a hipótese de rejeição, o agravo foi julgado e foi mantida a decisão de proceder a vacinação sob pena de multa. É uma demonstração dessa lamentável situação de abandono dos pais em relação à obrigatoriedade das vacinas.”

Em São Paulo, o Ministério Público Estadual (MPE) resolveu intervir no caso de uma família de Paulínia, cidade do interior paulista, que não queria vacinar o filho de 2 anos.

“O casal informou que optou por um crescimento de ‘intervenções mínimas’, que o filho estava saudável e que ele não ia à escola, portanto, estaria ‘longe de riscos de infecções’”, informou a assessoria do órgão.

A queda da cobertura vacinal é um problema que tem se acentuado nos últimos anos. Segundo dados do Ministério da Saúde, das oito vacinas obrigatórias para crianças de até um ano de idade, apenas a BGC, que protege contra a tuberculose e é dada após o nascimento, atingiu a meta de 95% em 2018.

A cobertura da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, caiu de 102,39% em 2011 para 91,98%. Segundo o ministério, com as campanhas realizadas no ano passado, 2019 conseguiu superar a meta e 99,4% das crianças de um ano foram vacinadas – a pasta não informou a cobertura das demais vacinas e afirmou que os dados ainda estão em consolidação.

Presidente da Comissão de Direito Médico e de Saúde da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), Juliana Hasse diz que a Justiça se baseia não só na legislação vigente, mas em evidências científicas sobre a eficácia das vacinas. Segundo ela, esse tipo de caso não deveria ser resolvido nos tribunais.

“Geralmente, a escola denuncia para o conselho tutelar, que vai apurar, e o Ministério Público pode oferecer denúncia. Sabemos que a judicialização está crescendo de um modo geral, mas não há necessidade disso”, afirma Juliana. “É uma questão de conscientizar os pais sobre a importância disso. Tem de ter um pediatra com bom senso e seguir as diretrizes baseadas na ciência.”

Juliana diz que a legislação precisa ser fortalecida para que não seja preciso recorrer ao Judiciário. “Algumas doenças voltaram. Quando não vacina, além de descumprir o ECA, os pais trazem mais riscos à criança. Só se desobriga quando há um relatório médico apontando que a criança tem algum problema de saúde que a impede de ser vacinada.”

Segundo ela, a multa aos pais pode chegar a R$ 20 mil e, em casos mais extremos, os pais podem perder a guarda do filho.

Carteira de vacinação

Em agosto de 2018, a Prefeitura de São Paulo anunciou que passaria a exigir a carteira de vacinação das crianças matriculadas nas creches e pré-escolas da rede municipal duas vezes por ano: no ato da matrícula e no mês de agosto. As crianças que não estão vacinadas não são impedidas de fazer a matrícula ou a rematrícula, mas os pais são orientados a fazer a atualização da carteira.

O Programa Municipal de Imunizações prevê, segundo a Prefeitura, “vacinação em escolas com busca ativa de crianças para atualização da caderneta de vacinação, de acordo com o levantamento do perfil epidemiológico, e quando há a necessidade de ampliação da cobertura vacinal”.

Em novembro do ano passado, a cobertura vacinal da poliomielite atingiu 86,39% e a da tríplice viral atingiu 100,5% entre as crianças até um ano da capital.

A gestão municipal informou que servidores das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) vão visitar as escolas no primeiro dia de aula, em 5 de fevereiro, para conversar com os pais sobre a importância da vacinação. “A partir dessa sensibilização, haverá a avaliação da carteira de vacinação dos alunos.”

No Paraná, uma lei sancionada em 2018 tornou obrigatória a apresentação da carteira de vacinação nas escolas públicas e particulares do Estado, mas a medida não faz com que o aluno sem imunização seja impedido de frequentar a escola. A regra entrou em vigor no ano passado.

“Após a conclusão de todo o processo de efetivação das matrículas, é gerado um relatório com a relação nominal dos estudantes cuja declaração de vacinação ainda não foi entregue. Os pais ou responsáveis são contatados pela escola e devem regularizar a situação em um prazo de 30 dias, sob pena de serem acionados pelo Conselho Tutelar”, explica a Secretaria da Educação e do Esporte do Paraná.

Presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (SIEEESP), Benjamin Ribeiro da Silva diz que, com o reaparecimento de doenças, as escolas particulares intensificaram as campanhas com os pais e alunos.

“A gente tem orientado as famílias e algumas escolas, que têm serviços médicos, fazem a campanha (de vacinação) dentro da escola. (O tema é abordado) nas reuniões, no site das escolas. Hoje, a comunicação digital é muito grande e algumas escolas têm sistema de comunicação por SMS.”

Silva afirma que, neste momento de férias, os pais podem aproveitar para atualizar a carteira de vacinação dos filhos.

Em novembro do ano passado, pais da escola de ensino infantil Carinha Suja, localizada na Santa Cecília, na região central de São Paulo, relataram que receberam um comunicado informando que agentes de saúde visitariam a unidade para verificar a carteira de vacinação e que a entrada dos alunos só seria “permitida mediante o envio dos documentos solicitados”.

Consultada pela reportagem no dia da ação, realizada em 21 de novembro, a coordenadora pedagógica da escola, Meire Andrade, afirmou que o comunicado tinha como objetivo conscientizar as famílias e que nenhuma criança seria barrada.

“Não tivemos nem dez vacinas aplicadas, porque as crianças estão com a carteira em dia. (O comunicado) foi para que os pais tivessem uma responsabilidade maior, porque já vínhamos fazendo um trabalho nos bastidores. Se tivesse ocorrido algum problema, iríamos chamar para conversar, fazer a conscientização.”

Durante o surto de sarampo, a escola teve uma ação de bloqueio por caso suspeito da doença.

Congresso

No mês passado, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que prevê a prisão de quem deixar de vacinar criança ou adolescente. A medida ainda precisa ainda passar pela Comissão de Constituição e Justiça, para depois ir ao plenário da Casa.

O texto acrescenta ao Código Penal o crime de omissão e oposição à vacinação. Os responsáveis que se negarem ou se omitirem a vacinar a criança ou adolescente, sem justa causa, poderão sofrer detenção de um mês a um ano ou multa. Ainda conforme o projeto, a mesma pena pode ser aplicada para quem divulgar, propagar e disseminar, por qualquer meio, notícias falsas sobre as vacinas componentes de programas públicos de imunização.

 

OMS quer preparar hospitais de todo mundo para vírus chinês misterioso

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A Organização Mundial de Saúde anunciou, nesta terça-feira (14), um plano para preparar os hospitais de todo o mundo para um novo vírus que já contagiou dezenas de pessoas na China, provocando uma morte. O anúncio foi feito depois que uma pessoa fora da China foi diagnosticada com o mesmo vírus misterioso.

“Estamos nos preparando para a hipótese de contágios em massa. Por isso, estão sendo tomadas medidas de prevenção e controle de infecções para que todos os hospitais do mundo apliquem as precauções habituais”, informou a diretora interina do Departamento de Doenças Emergentes da Organização Mundial de Saúde, Maria Van Kerkhove.

As declarações surgem depois de a agência de notícias oficial da China ter divulgado que uma mulher chinesa que viajou para a Tailândia transportou consigo o vírus e foi colocada em quarentena.

A mulher, que voou da cidade chinesa de Wuhan, onde o surto teve origem em dezembro, foi hospitalizada depois de ter chegado a Bangkok e acabou por ser colocada em quarentena.

De acordo com a agência de notícias chinesa, a mulher chegou à Tailândia em 8 de janeiro e nenhum outro passageiro do avião em que seguia foi infectado.

Coronavírus

Até agora, o novo vírus já provocou a morte de uma pessoa e afetou outras 41, que registram sintomas semelhantes aos de uma pneumonia. Dos 41 casos confirmados na China, seis estão em estado grave e outros sete já tiveram alta, disse a porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic.

O vírus está sendo enquadrado na família dos coronavírus, responsáveis por infeções respiratórias. Os coronavírus podem causar variadas doenças, desde simples constipações até doenças respiratórias fatais.

Ainda nesta terça-feira, a Organização Mundial da Saúde mencionou a possibilidade de o vírus ser transmitido “de forma limitada de pessoa para pessoa”, apesar de “ser cedo e ainda não existir um quadro clínico claro”.

“A experiência com a síndrome respiratória aguda e grave (Sars) ou a síndrome respiratória do Médio Oriente (Mers) nos preparou para esta situação, a comunidade global vem tomando medidas preventivas e todos os sistemas estão preparados para serem ativados”, garantiu a OMS.

Área com alerta de desmatamento na Amazônia sobe 85% em 2019 ante 2018, segundo o Inpe

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A área com alertas de desmatamento na Amazônia Legal em 2019 aumentou 85,3% na comparação com o ano de 2018. Os dados foram registrados pelo sistema Deter-B, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Divulgados publicamente pela plataforma Terra Brasilis, os dados mostram que, de janeiro a dezembro do ano passado, a área com alertas chegou a 9.165,6 km². Já em 2018, o número foi de 4.946,37 km².

Os alertas diários são emitidos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) e servem para embasar ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Já os dados oficiais são do Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). Essas informações apontaram que a área desmatada na Amazônia Legal foi de 10.311,36 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019.

Os dados de 2019 são os mais elevados dos últimos cinco anos:

Área correspondente aos alertas de desmatamento do Deter/Inpe em 2019 — Foto: G1/G1

Os meses de maio, julho, agosto, setembro e novembro de 2019 tiveram as maiores taxas de desmate desde 2015.

Desmatamento nos principais estados

Pará, Mato Grosso, Amazonas e Rondônia são os estados da Amazônia Legal que mais tiveram registros de alertas de desmatamento em 2019, conforme a área identificada pelo Deter:

8 municípios ainda não têm internet 4G em Rondônia

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Sete anos depois de estrear no Brasil, a internet 4G ainda é uma tecnologia que não chega para 60 mil moradores de Rondônia. É o que revela um levantamento exclusivo feito pelo G1.

Neste mês de janeiro, 8 dos 52 municípios rondonienses não têm sinal 4G de nenhuma operadora, segundo dados obtidos através da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Veja as cidades onde a cobertura de internet 4G não chega em Rondônia:

  1. Alto Alegre dos Parecis (13.227 habitantes)
  2. Cabixi (5.438 habitantes)
  3. Cacaulândia (6.190 habitantes)
  4. Corumbiara (7.567 habitantes)
  5. Nova União (7.047 habitantes)
  6. Novo Horizonte do Oeste (8.751 habitantes)
  7. Parecis (5.947 habitantes)
  8. São Felipe D’Oeste (5.280 habitantes)

Até o momento, conforme a Anatel, essas oito cidades recebem apenas a cobertura de internet móvel 3G. Já as outras 44 cidades são cobertas pela rede 4G.

Quais operadoras oferecem 4G em Rondônia?

Claro, Oi, Tim e Vivo são as únicas operadoras que oferecem sinal 4G em Rondônia. A Claro, por sua vez, lidera a área de cobertura de internet: são 38 cidades atendidas.

Já a Vivo está presente em 25 cidades, enquanto que a TIM fornece sinal 4G a 25 municípios. A Oi tem a menor área de cobertura em Rondônia: 9 cidades.

Jaru, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Porto Velho e Rolim de Moura são as únicas cidades do estado que recebem 4G das quatro operadoras. Porém, Candeias do Jamari, região metropolitana da capital, tem internet 4G de três empresas (Claro, Tim e Vivo).

Em 20 dos municípios cobertos pelo sinal 4G, segundo levantamento, os moradores só recebem cobertura de uma única operadora. Como em Alto Paraíso, Campo Novo, Chupinguaia, Costa Marques, Cujubim, Governador Jorge Teixeira, Itapuã do Oeste, Ministro Andreazza, Mirante da Serra, Pimenteiras, Primavera de Rondônia, Rio Crespo, Santa Luzia, São Francisco, Seringueiras, Teixeirópolis, Theobroma, Urupá, Vale do Anari e Vale do Paraíso.

Dificuldade da expansão 4G

A ampliação da rede tem um custo elevado às operadoras, sendo o principal motivo para o estado não estar 100% coberto com a tecnologia 4G.

Um cronograma da Anatel definia que, até o fim de 2017, as operadoras de telefonia instalassem a internet 4G em todas as cidades que tinham entre 30 e 100 mil habitantes.

Já para cidades com menos de 30 mil pessoas, como a maioria de Rondônia, a adesão do 4G deve ocorrer até o fim de 2020.

Tecnologia 4G permite navegar na internet com maior rapidez — Foto: Pixabay

O que dizem as operadoras sobre o 4G em RO?

Ao G1, a Claro diz que está “investido constantemente em sua rede móvel de última geração, para atender o crescimento da demanda por novos serviços e oferecer sempre inovação e qualidade aos rondonienses”. A operadora diz existir um projeto de ampliação da rede 4G em andamento e que atualmente oferece internet 4.5G (uma velocidade até dez vezes maior que o 4G) em 38 cidades rondonienses.

Em nota, a Oi diz ter investido R$ 41 milhões de janeiro a setembro de 2019 e afirma que o planejamento para 2020 da companhia está sendo fechado, mas está “priorizando a modernização da infraestrutura e expansão da capacidade da rede, a realização de ações preventivas com aumento de produtividade e a digitalização para oferecer uma melhor experiência aos clientes”.

A empresa TIM informou que, ao longo deste ano, a empresa “seguirá investindo em infraestrutura para aprimorar a cobertura e a qualidade dos serviços prestados”.

Já a Vivo informou avaliar “constantemente a possibilidade de ampliações de sua rede para oferecer o melhor serviço a seus clientes em todo o país, considerando a demanda e critérios técnicos para expansão de seu atendimento”.

Diferença da internet 3G e 4G

A tecnologia 4G é conhecida por aumentar a velocidade da conexão à internet através de dispositivos móveis, como smartpones e tablets. Enquanto o sinal 3G tem velocidades a partir de 144 Kbps, a 4G pode chegar até 1 gibabit por segundo, permitindo que o internauta assista vídeos em alta resolução e sem travamentos.

4G permite assistir vídeos em alta resolução e sem travamentos — Foto: Techtudo/Reprodução

Extensão Rural: rádio garante prestação de serviço e rapidez na informação

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Os extensionistas da Emater-RO em alguns municípios do estado de Rondônia utilizam o programa de rádio, como método educativo, para orientar a adoção de tecnologias agrícolas para agricultores familiares. Na região Sul, no município de Vilhena, o programa de rádio, Emater e o Campo foi retomado por iniciativa do extensionista Cleverson Oliveira dos Santos que formalizou uma parceria com empresas privadas para custear o espaço locado da emissora.

E a mesma formula se repete nos municípios de Novo Horizonte, onde o programa tem apresentação do extensionista Jose Aparecido, e em Machadinho do Oeste o produtor e apresentador é o extensionista Gilberto Santana. Neste município, o programa conserva o nome Emater e o Campo, e incluiu um quadro chamado Momento Idaron, fazendo jus à parceria entre os órgãos, o programa é feito com a participação de técnicos da Emater-RO e da Agencia local Idaron.

Mesmo com a popularização da televisão, através da antena parabólica nas áreas rurais, e o surgimento da internet, o rádio continua a ser o veículo de comunicação mais ouvido pelos agricultores, por ser um meio de comunicação de baixo custo, que não depende de antenas especiais ou pagamento de mensalidades para acessá-lo.

O programa de rádio na extensão rural facilita a comunicação do técnico com seu público e estabelece um vinculo do ouvinte com o técnico apresentador, que faz com que o produtor e sua família memorize a periodicidade do programa e fique atento para não perder as informações trazidas através do rádio.

Agora, com o uso dos aplicativos de internet, o produtor tem ainda a possibilidade de ouvir o programa de rádio gravado para esta plataforma, no youtube, e aplicativos para smartphones.

E segundo estudo feito para o planejamento anual da Emater-RO, Proater, 42% dos agricultores cadastrados pela Emater-RO já possuem acesso à rede mundial de computadores.

A chegada da internet ao campo não inviabiliza a transmissão da informação via rádio, pelo contrario potencializa este veículo, que sempre foi considerado um método eficaz de comunicação entre o extensionista e o agricultor assistido, facilitando a transmissão de informações urgentes e o estimulo à adoção de tecnologias modernas nas lavouras e criações de diferentes espécies, é o que diz o extensionista Gilberto Santana de Machadinho do Oeste.

Metade das pessoas que procura um serviço de saúde não está com doença física, mas psicológica, afirma especialista

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“Hoje podemos dizer que 50% das pessoas que sentem dor de cabeça, na verdade, elas sentem uma ansiedade, uma angustia, apresentando um problema psicossomático. Pode ter certeza que metade das pessoas que procuram um serviço de saúde não está doente do corpo, ainda, é sim da mente”, destacou Daniel Lima, psicólogo e diretor do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) ao alertar sobre a importância da saúde mental.

Para isso, o Janeiro Branco, uma campanha nova, mas que merece atenção, tem o objetivo de mobilizar a sociedade em favor da saúde mental, mudando a compreensão cercada de tabus e promovendo mais possibilidade de saúde mental a todos os indivíduos e a sociedade como um todo.

A escolha do mês de janeiro é estratégica, pois o começo do ano pode gerar ansiedade pelo desejo de cumprir as metas dos meses seguintes. “Quando falamos em saúde mental, muitas vezes se tem o entendimento que é um paciente com transtorno psicológico, mas a proposta é completamente diferente, é trabalhar a saúde emocional, como lidamos com nossos problemas emocionais. É uma reflexão interior de reatar os laços, repensar os sentimentos”, enfatizou Daniel Amaral Lima.

De acordo com o especialista, o Janeiro Branco é divulgado em todo Brasil, e em outros países, por cidadãos, psicólogos e demais profissionais da saúde ou não. “Estamos mobilizando para levar mensagens e reflexões para as pessoas. Muitas vezes, essas pessoas encontram-se entrelaçadas, até mesmo em seu local de trabalho”, destacou.

Tratar da saúde mental ainda é um preconceito, segundo Daniel Lima. “É incomum dizer que vamos ao psicólogo, falamos que vamos a qualquer profissional, menos a um psicólogo ou psiquiatra, por conta de acharem que somos doidos ou fracos. Antes de uma pessoa adoecer e ser avaliada por um psiquiatra, tratar uma depressão grave, com certeza isso começou com emocional lá atrás, coisas que não damos valor, o que acaba trazendo inúmeros problemas futuramente”.

O Caps realiza, atualmente, cerca de três mil atendimentos, com enfermagem, psicólogo, consultas com psiquiatra, serviço social. Lembrando que para ser atendido basta levar o encaminhamento médico.

Os pacientes que fazem tratamento no Caps participam de grupos de sala de espera, oficinas terapêuticas de artesanatos, coral e atividades lúdicas. “Geralmente, em janeiro, temos uma diminuição de pacientes tanto nas questões das oficinas quanto na procura por atendimentos devido ao período de férias. Por isso, neste mês, não iremos realizar atividades relacionadas ao Janeiro Brando dentro Caps, faremos em fevereiro, quando todos retornarem, mas estamos realizando campanhas fora da unidade, e precisamos que seja divulgada a importância dos cuidados com a saúde mental”, destacou o diretor da unidade.

PREVENÇÃO | Rondônia registra redução de 44% nos casos de HIV em grávidas em 2019

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Em 2019, Rondônia registrou uma redução no índice de mulheres grávidas contaminadas pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) de 44%. Os números são positivos frente aos dados nacionais divulgados pelo Ministério da Saúde, que apresentou alta superior de cerca de 38% na média nacional dos últimos dez anos. A exemplo, em 2008, foram registradas 6,7 mil gestantes com HIV, o que representava 2,1 casos para cada 1 mil nascidos vivos. Em 2018, esse número passou para 8,6 mil, o equivalente a 2,9 casos a cada 1 mil pessoas

A coordenadora do programa das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) da Agência Estadual de Vigilância em Saúde do Estado de Rondônia (Agevisa), Gilmarina Silva, explica que essa é uma preocupação de todos os estados da federação, mas que Rondônia vem mantendo uma diminuição de casos. Em um período de 15 anos (2004 a 2019), o estado registrou cerca de 827 casos.

“Desde a descoberta do primeiro caso de HIV em grávidas, que aconteceu em 2004, nós temos focado na prevenção e em políticas públicas. Em 2019 conseguimos reduzir em até 44% o número de casos, que passou de 80 para 45 registros”, destacou a coordenadora.

PREVENÇÃO

Segundo Gilmarina, a redução se deve ao trabalho planejado que vem sendo realizado pela Agevisa, com foco na prevenção. Campanhas de conscientização sobre a importância do uso de preservativos nas relações sexuais acontecem durante todo o ano, com distribuição gratuita de preservativos à população. “Hoje, com apenas um teste rápido, a pessoa consegue descobrir se possui a doença e, em pouco tempo, iniciar o tratamento”, ressaltou a coordenadora.

TRANSMISSÃO VERTICAL

Gilmarina destaca, ainda, a importância de uso do preservativo mesmo após o nascimento do bebê, já que o vírus do HIV pode ser transmitido através do leite materno, a chamada transmissão vertical. “Nós orientamos que a mulher, após notar os sintomas típicos da gravidez, procure a unidade de saúde para a realização de exames, pré-natal e o teste rápido que identifica várias doenças como o HIV, por exemplo. Caso descubra a doença, a paciente será orientada da melhor forma sobre como fazer o tratamento”.

SOBRE O HIV

A infeção com o vírus embora não tenha cura, possui tratamento que é oferecido gratuitamente em toda a rede estadual.

Caso não seja tratado, o vírus pode levar à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids), estágio mais avançado da doença. A prevenção com uso de preservativos é ainda a ferramenta mais eficaz para evitar o contágio.

“Rondônia conta com dez Serviços de Assistência Especializada (SAE) para tratar os pacientes. As unidades de saúde, além de possuírem equipes profissionais capacitadas, estão abastecidas com medicamentos, tudo para que o paciente receba o melhor tratamento possível. E reafirmamos a importância do uso de preservativos, a realização dos testes rápidos, tanto em mulheres quanto nos homens, já que o parceiro também deve realizar o tratamento, garantindo a saúde dos dois”, concluiu a coordenadora.

TRANSPORTE COLETIVO | Ônibus devem voltar a rodar com pelo menos 90% da frota

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A Procuradoria Geral do Município ingressou com ação judicial para que o Consórcio SIM, responsável pelo transporte coletivo na capital retorne com o serviço sob pena de multa e outras cominações.

A ação foi acolhida e a decisão determina ao Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Transporte Urbano (Sitetuperon) e ao Consórcio que “assegurem a efetiva prestação de serviços pelos trabalhadores, em número suficiente para o regular funcionamento do transporte público urbano de passageiros em Porto Velho, no percentual mínimo de 90% das atividades nos horários de pico e o funcionamento de no mínimo 70% das atividades nos demais horários”.

A decisão determina ainda que “se abstenham de praticar, imediatamente, qualquer ato ou manifestação que possa violar ou constranger os direitos de outrem”.

Segundo o Tribunal de Trabalho, sindicato e consórcio devem, em conjunto, elaborar planilha ou escala, constando informações sobre os ônibus e trabalhadores que estarão em atividade nos percentuais acima estabelecidos para os horários de picos e normais, e repassem o documento à Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito – Semtran, para monitoramento.

Em caso de desobediência da ordem judicial, a decisão prevê multa de “R$ 100 mil por dia, para cada um dos requeridos, bem como a multa de R$ 10 mil reais por ônibus, em caso de descumprimento do percentual mínimo em atividade nos períodos de pico e normal, como delimitado anteriormente, podendo essa última penalidade ser aplicada para ambos os réus que derem casa ao descumprimento”.

Ficou designada audiência de conciliação para esta quarta-feira (15), as 14h, na Sala de Dissídios Coletivos do Tribunal Regional do Trabalho.

CLIQUE AQUI E VEJA DECISÃO NA ÍNTEGRA

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