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terça-feira, abril 28, 2026
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Bolsonaro só cumpriu uma das 7 promessas que fez a pessoas com deficiência

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O movimento em defesa das pessoas com deficiência tem muito pouco a comemorar ao fim do primeiro ano de governo do presidente Jair Bolsonaro. O sentimento é de insatisfação pelo não cumprimento de promessas de campanha e até por retrocessos em avanços anteriormente conquistados.

Apenas um dos sete compromissos assumidos pelo então candidato do PSL saiu do papel, segundo levantamento do Comitê Brasileiro de Organizações Representativas das Pessoas com Deficiência (CRPD). Integram esse comitê as 10 mais importantes organizações atuantes na defesa dos direitos de pessoas com deficiência, entre elas a Associação Brasileira de Autismo (Abra), o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi).

Juntas, essas entidades representam cerca de 46 milhões de pessoas que vivem com algum tipo de deficiência no país, o equivalente a 24% da população — dados do Censo do IBGE de 2010. As principais demandas desse movimento são a inclusão — social, educacional e laboral — das pessoas com deficiência, o fim do preconceito e a garantia de acesso aos serviços de saúde, reabilitação e assistência social.

Compromisso assinado

Em 19 de outubro de 2018, entre os dois turnos da corrida presidencial, Bolsonaro recebeu em sua casa, no Rio de Janeiro, representantes de todas as instituições integrantes do CRPD. No encontro, eles apresentaram uma carta compromisso (veja a íntegra abaixo), que foi assinada pelo candidato. O então presidenciável do PT, Fernando Haddad, também foi procurado e assinou documento semelhante.

As expectativas dessas entidades cresceram no dia da posse presidencial, quando a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, protagonizou um dos momentos mais comentados da cerimônia. Ela quebrou o protocolo e fez um discurso em Libras (Língua Brasileira de Sinais), prometendo se dedicar à causa das pessoas com deficiência. “Vocês serão valorizados e terão seus direitos respeitados. Tenho esse chamado no meu coração e desejo contribuir na promoção do ser humano”, afirmou, na ocasião.
Correio fez contato com o presidente do CRPD, Moisés Bauer Luiz, e solicitou que ele comentasse a atuação do governo federal em relação a cada um dos compromissos assumidos por Bolsonaro. Ele disse que ia se reunir com as instituições integrantes do comitê para fazer um levantamento dos resultados das políticas públicas do governo para o setor. Após o encontro, Bauer falou à reportagem sobre os desdobramentos de cada uma das promessas de campanha.
O primeiro dos compromissos, por exemplo, de fortalecer o orçamento e a estrutura dos órgãos atuantes no setor, com a efetiva participação das pessoas com deficiência na construção das políticas públicas, não foi cumprido, segundo Bauer.
“Nós entendemos que, no que diz respeito à manutenção do órgão na administração pública federal para tocar as políticas do setor, ou seja, a Secretaria Nacional da Pessoa com Deficiência, a estrutura desse órgão foi mantida, felizmente”, afirmou. “No que diz respeito a cargos, ela foi até um pouco ampliada. Nos parece, em razão da crise econômica, que o orçamento poderia ser bem melhor, mas, em razão da conjuntura econômica do país, algo que já vem de outros governos, é um orçamento, na nossa avaliação, bastante reduzido para a gestão das políticas das pessoas com deficiência.” Ele criticou a estrutura do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Conade), considerada precária pelas entidades integrantes do comitê.

Ausência

Bauer lamentou a ausência da participação de pessoas com deficiência na construção das políticas públicas. “Quanto à última parte desse primeiro compromisso, a gente pensa que esse é o grande prejuízo deste governo até este momento”, frisou. “Nós nos colocamos à disposição, desde o momento da transição, para contribuir com este governo no que diz respeito às políticas públicas para as pessoas com deficiência, fazer valer a máxima utilizada durante a elaboração da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência: ‘Nada sobre nós sem nós’, mas entendemos que o espaço de escuta, infelizmente, foi muito reduzido, e isso reflete em alguns exemplos práticos”, criticou o presidente do CRPD.
Entre os exemplos, o dirigente citou o Decreto nº 10.110, de novembro, que institui a Estratégia Nacional de Qualificação para a Produtividade e o Emprego e o Conselho de Desenvolvimento do Capital Humano para a Produtividade e o Emprego. “Esse decreto elege cinco ou seis públicos prioritários, e as pessoas com deficiência não estão previstas entre esses públicos prioritários para uma estratégia de qualificação profissional”, protestou. “Isso é lamentável, e só se dá por uma ausência de diálogo e de envolvimento das nossas organizações na construção dessas políticas públicas.”
Outro texto também criticado por ele foi o Projeto de Lei nº 6.159, de autoria do Executivo e que praticamente acaba com a política de cotas para pessoas com deficiência. A matéria propõe que os empregadores possam substituir a adoção das cotas pela contribuição financeira a um fundo da União destinado a financiar ações de reabilitação. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), procurado pelo CRPD e por parlamentares que defendem a causa das pessoas com deficiência, assegurou que a proposta não vai avançar na Casa.

Defesa de direitos

Na lista de promessas de campanha não cumpridas neste primeiro ano de governo Bolsonaro está a que trata da elaboração de um sistema nacional de promoção e de defesa de direitos da pessoa com deficiência. Por meio dele, seriam assegurados a criação e o fomento de um Fundo Nacional da Pessoa com Deficiência, nos mesmos moldes dos fundos nacional da Criança e Adolescente e do Idoso.
O Comitê Brasileiro de Organizações Representativas das Pessoas com Deficiência (CRPD) também aguarda a ampliação e o fortalecimento de parcerias do governo com organizações da sociedade civil que desenvolvem ações nas áreas de educação, saúde, assistência social e trabalho, entre outras. Segundo o presidente do CRPD, Moisés Bauer Luiz, apenas na área da saúde a meta saiu do papel, por meio de uma portaria, de dezembro, que credenciou novas organizações para a rede de reabilitação de pessoas com deficiência.

Educação especial

O compromisso de atualização da Política Nacional de Educação Especial tampouco foi honrado. Segundo Bauer, o Ministério da Educação tem dado continuidade ao trabalho que vinha sendo feito na gestão do presidente Michel Temer, mas o processo ainda não foi concluído.
Outro alvo de críticas foi a parte do projeto de reforma da Previdência que propôs alterações no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a pessoas com deficiência e idosos carentes. “Felizmente, após a mobilização das nossas organizações no Congresso, conseguimos que não se mexesse no BPC”, afirmou.
Na opinião do comitê, o único compromisso honrado até agora foi o de reconhecer as conquistas do esporte paralímpico, mantendo os recursos investidos nessa área, em especial os oriundos das loterias federais. “É com grande felicidade que a gente pode responder ‘sim’, o compromisso está sendo honrado, as parcerias, os convênios existentes, a própria legislação está mantida, garantindo recursos oriundos das loterias para o paradesporto”, frisou.
Procurada, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto informou que a defesa dos direitos das pessoas com deficiência continuará sendo uma prioridade do presidente Jair Bolsonaro nos próximos três anos de governo. O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, também foi consultado, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem.

Íntegra dos compromissos assumidos por Bolsonaro durante a campanha

TERMO DE COMPROMISSO
 
Eu, JAIR MESSIAS BOLSONARO, uma vez eleito Presidente da República Federativa do Brasil
 
nas eleições de 2018, COMPROMETO-ME com o Comitê Brasileiro de Organizações Representativas das Pessoas com Deficiência (CRPD), a dedicar todos os esforços para atender integralmente as seguintes demandas:
 
1 – Dar continuidade às políticas voltadas às pessoas com deficiência, fortalecendo o órgão gestor dessas políticas, com estrutura e orçamento adequados para a sua efetiva execução, garantindo a efetiva participação das pessoas com deficiência na construção e na execução dessas políticas;
 
2 – Elaborar um sistema nacional de promoção e de defesa de direitos da pessoa com deficiência, assegurando a criação e o fomento de um Fundo Nacional da Pessoa com Deficiência, nos mesmos moldes dos fundos nacionais da Criança e Adolescente e do Idoso;
 
3 – Reconhecer o Comitê Brasileiro das Organizações Representativas de Pessoas com Deficiência – CRPD, como uma das instâncias legítimas da sociedade civil para exercer a função de mecanismo de monitoramento da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU, nos termos do seu Artigo 33;
 
4 – Investir na ampliação e no fortalecimento de parcerias com organizações da sociedade civil, filantrópicas, sem fins lucrativos que desenvolvem ações voltadas às pessoas com deficiência nas políticas públicas de educação, saúde, assistência social, trabalho e outras;
 
5 – Atualizar a política de educação voltada às pessoas com deficiência, levando-se em conta as especificidades das diversas situações de deficiência, com a participação efetiva das pessoas com deficiência, seja pela participação direta dessas pessoas ou por suas organizações representativas, garantindo a existência de classes e escolas especiais, assim como o direito de escolha dos pais e das próprias pessoas com deficiência quanto a modalidade de ensino.
 
6 – Garantir a manutenção do Benefício de Prestação Continuada para as pessoas com deficiência comprovadamente carentes;
 
7 – Reconhecer as relevantes conquistas do esporte paraolímpico, mantendo os recursos financeiros que são investidos nessa área, em especial os recursos oriundos das loterias federais.”
Fonte: Comitê Brasileiro de Organizações Representativas das Pessoas com Deficiência

Quem será herdeiro de Bolt e Phelps nas Olimpíadas de 2020?

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Nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, Michael Phelps atraiu os primeiros olhares de atenção, mas foi em Pequim, quatro anos depois, quando conquistou oito medalhas de ouro, que todos se deram conta de que estavam diante de um fenômeno da natação. Também foi em solo chinês que outro fora de série surgiu, só que nas pistas de atletismo: Usain Bolt. Mas o público só se dará conta de que esses dois gênios não estarão entre os competidores na Olimpíada de Tóquio quando o evento começar. É quando virá também a inevitável pergunta: quem poderá substituí-los?

 

No caso do nadador, um jovem americano desponta como o favorito para ocupar o posto. Caeleb Dressel, 23 anos, é o maior candidato a papa-medalhas nos próximos jogos. Especialista em provas rápidas, já soma 19 ouros de 24 medalhas em mundiais (Phelps tem 27 ouros, de 34 no total). Dressel é o atual bicampeão mundial dos 100m borboleta, com 49s50, tempo que rendeu a quebra do recorde que pertencia justamente a Phelps, desde 2009 — que conquistou três ouros olímpicos nessa prova.

 

No Rio, em 2016, Dressel dividiu o pódio com o ídolo nos revezamentos 4x100m livre e 4x100m medley, em que representaram os Estados Unidos. O próprio Phelps reconheceu que aquele jovem ao seu lado poderia sucedê-lo, caso esteja disposto a pagar o preço pelo tempo de trabalho e pelas dores que esse nível de desempenho exige.

(Foto: ODD ANDERSEN)

Nos 200m borboleta, em que Phelps também é tricampeão olímpico, um húngaro de 19 anos é cotado para o título olímpico em Tóquio. Kristof Milak foi campeão mundial na prova com 1m50s73, desbancando o recorde do americano, que durava uma década. Mas, nos 200 medley, que consagrou Phelps como o único tetracampeão olímpico da natação, não há ninguém com pinta de sucessor.

 

Se nas piscinas os sucessores de Phelps estão mapeados, entre os velocistas o estandarte de Usain Bolt é disputado por vários nomes. Nos 100m, prova que consagrou o jamaicano como o mais rápido do mundo, o candidato a protagonista é o norte-americano Christian Coleman, 23 anos, que cravou 9s76 no Mundial de Doha, se tornando o sexto mais rápido da história. Nos 200m, outro jovem americano desponta: Noah Lyles, de 22 anos. No revezamento 4x100m, a situação é precária, sobretudo para a Jamaica, que não chegou nem à final mundial sem Bolt.

 

E a incrível Simone?

 

Enquanto as estrelas da natação e do atletismo se despediam nos Jogos do Rio, a pequena e surpreendente Simone Biles levantava o público com sua altíssima capacidade técnica. Não à toa abocanhou quatro ouros nas provas de salto, solo, individual geral e por equipes, e um bronze na trave. Simone tem ainda a seu favor a simpatia. A gigante de 1,45m chegará a Tóquio com 23 anos como a mais condecorada da história do Campeonato Mundial. E pretende sair da Olimpíada como a melhor da história na ginástica artística: desde que despontou no cenário internacional, em 2013, aos 16 anos, acumulou 25 medalhas em mundiais, 19 delas de ouro. E esse número não é maior porque não competiu em 2017, já que se deu uma folga depois dos Jogos do Rio. Para Tóquio, Simone promete uma apresentação repleta de mortais com níveis altíssimos de dificuldade, além de acrobacias inéditas, como um triplo-duplo no solo e um duplo-duplo de saída na barra de equilíbrio – tal como fez no Campeonato dos Estados Unidos, em agosto passado. E embora esteja na ativa, e na plenitude, ela já deixa a dúvida no ar: por planejar se despedir de olimpíadas, surgirá em Tóquio alguém com jeito de sucessor para, em Paris, em 2024, ser capaz de carregar a herança de Simone?

Mega-Sena da Virada tem arrecadação recorde de mais de R$ 1 bilhão

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Mega da Virada 2019, concurso especial 2.220 da Mega-Sena, registrou a maior arrecadação na história das loterias da Caixa. O valor total arrecadado atingiu o volume de R$ 1.028.882.101,50. Esse resultado é 16,12% superior ao total arrecadado em 2018.

 

Segundo a Caixa, só nos canais eletrônicos (portal Loterias Caixa, aplicativo Loterias Caixa e Internet Banking) a arrecadação ultrapassou R$ 77,8 milhões e correspondeu a 7,56% do total das apostas realizadas.

 

O total do prêmio de R$ 304,2 milhões, que será divido entre quatro apostas vencedoras, superou a estimativa de R$ 300 milhões feita pela Caixa. As dezenas sorteadas, na terça-feira (31/12) foram as seguintes: 03 – 35 – 38 – 40 – 57 – 58. O prêmio saiu para quatro apostas, sendo uma delas um bolão de 26 cotas.

 

Das quatro apostas ganhadoras, duas são de São Paulo, uma de Criciúma, em Santa Catarina, e uma da cidade de Juscimeira, em Mato Grosso, onde foi registrado o Bolão Caixa. Cada aposta vencedora vai receber R$ 76,05 milhões. A Caixa ainda não informou se os ganhadores do prêmio principal já apareceram, nesta quinta-feira (2/1), para resgatar o dinheiro.

Vacina que impede Alzheimer em animais deve ser testada em humanos

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Um tratamento preventivo para demência foi bem-sucedido em modelos animais e poderá seguir para ensaios clínicos, feitos em seres humanos. Em um artigo publicado na revista Alzheimer’s Research & Therapy pesquisadores do Instituto de Medicina Molecular e Universidade da Califórnia, Irvine (UCI) relatam o trabalho com uma vacina desenvolvida pelo professor da Universidade de Flinders, na Austrália, Nikolai Petrovsky, que obteve bons resultados em testes com camundongos.

 

A pesquisa tem como objetivo criar um tratamento para remover placas beta-amiloides (Abeta) acumuladas e emaranhados neurofibrilares compostos pela proteína tau hiperfosforilada — juntas, essas anomalias levam à neurodegeneração e ao declínio cognitivo característicos da doença de Alzheimer. Essa é a principal causa de demência relacionada à idade. Os principais desafios são a falta de tratamentos eficazes, biomarcadores confiáveis ou estratégias preventivas.

As possíveis novas terapias foram testadas em camundongos bigênicos que apresentavam tanto o acúmulo da beta-amiloide quanto os emaranhados neurofibrilares. A nova abordagem combinada com vacinação poderia ser usada para induzir “fortes respostas imunes a ambas as patologias marcantes da doença de Alzheimer em uma ampla base populacional de indivíduos com polimorfismos genéticos de classe II de MHC”, diz o artigo. Essas pessoas estão em risco de desenvolvimento da enfermidade. Os cientistas pretendem começar os testes em humanos em até dois anos.

Exercícios aeróbicos aumentam massa cerebral e previnem Alzheimer

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Os que estão em busca de incentivo para começar uma atividade física neste início de ano têm um motivo a mais para cumprir a meta. Além dos benefícios bem conhecidos para a saúde, um estudo realizado na Mayo Clinic Proceedings, do Centro Alemão de Doenças Neurodegenerativas, constatou que o exercício cardiorrespiratório — caminhar rapidamente, correr, andar de bicicleta ou qualquer outra coisa que faça o coração disparar — é bom para o corpo, e também pode retardar as alterações cognitivas no cérebro. A pesquisa apresenta novas evidências de uma associação entre aptidão cardiorrespiratória e saúde cerebral, particularmente na substância cinzenta e no volume total do órgão — regiões envolvidas com declínio cognitivo e o envelhecimento.

 

O tecido cerebral é constituído por matéria cinzenta, ou corpos celulares, e filamentos, chamados substância branca, que se estendem a partir das células. O volume da primeira estrutura parece correlacionar-se com várias habilidades, incluindo as cognitivas. Os pesquisadores descobriram que o aumento no consumo máximo de oxigênio está fortemente associado ao incremento do volume de substância cinzenta.

O estudo envolveu 2.013 adultos de duas coortes independentes no nordeste da Alemanha. Os participantes foram examinados em diferentes fases, de 1997 a 2012. A aptidão cardiorrespiratória foi medida usando o pico de consumo de oxigênio e outros padrões enquanto os participantes usavam uma bicicleta ergométrica. Os dados cerebrais de ressonância magnética também foram analisados.

 

Os resultados sugerem que o exercício cardiorrespiratório pode contribuir para melhorar a saúde do cérebro e desacelerar o declínio da substância cinzenta. Um editorial de três especialistas da Mayo Clinic que acompanham o estudo afirma que os resultados são “encorajadores, intrigantes e contribuem para a crescente literatura relacionada ao exercício e à saúde do cérebro”.

 

Impacto

Ronald Petersen, neurologista da Mayo Clinic e primeiro autor do editorial, diz que a característica mais marcante do estudo é o efeito medido do exercício nas estruturas envolvidas na cognição, e não na função motora. “Isso fornece evidências indiretas de que o exercício aeróbico pode ter um impacto positivo na função cognitiva, além do condicionamento físico”, diz. “Outra característica importante do estudo é que esses resultados também se aplicam a adultos mais velhos. Há boas evidências sobre o valor do exercício na meia-idade, mas é encorajador que também possa haver efeitos positivos no cérebro na vida adulta.”

 

As descobertas do estudo sobre um maior volume de massa cinzenta associado ao exercício cardiorrespiratório estão em regiões cerebrais clinicamente relevantes para alterações cognitivas no envelhecimento, incluindo algumas envolvidas na doença de Alzheimer. O editorial chama essas associações de interessantes, mas adverte contra a conclusão de que as correlações da aptidão cardiorrespiratória afetariam a doença de Alzheimer.

 

“Essa é outra peça do quebra-cabeça que mostra que a atividade física e a aptidão física são protetoras contra o declínio cognitivo relacionado ao envelhecimento”, diz Michael Joyner, anestesiologista e fisiologista da Mayo Clinic e coautor editorial. “Já existem boas evidências epidemiológicas para isso, além de dados emergentes que mostram que a atividade física e a aptidão estão associadas à melhora da função dos vasos sanguíneos cerebrais. Esse artigo é importante por causa dos dados volumétricos que mostram um efeito na estrutura cerebral”, observa. Debbie Cadieux Diretora do Centro de Pesquisa em Doenças de Alzheimer, ressalta que são necessários estudos de longo prazo sobre a relação entre exercícios e saúde cerebral. “No entanto, esses dados são encorajadores”, afirma.

 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), recomenda-se o exercício moderado e regular — cerca de 150 minutos por semana — para obter benefícios. A boa aptidão cardiorrespiratória também envolve não fumar, ter hábitos alimentares saudáveis, perder peso ou mantê-lo saudável, evitar hipertensão, controlar os níveis de colesterol e reduzir o açúcar no sangue.

IPVA, IPTU, escola… Veja como se preparar para as contas do início do ano

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O início do ano chega com a cobrança de várias contas, muitas inadiáveis. Gastos periódicos, como impostos anuais, matrícula material escolares, despesas de férias, além de renovações de seguros e custos profissionais dos conselhos de entidades que emitem registro, não dão folga e batem à porta já nos primeiros meses de 2020. Analistas ressaltam a importância de planejamento financeiro a fim de evitar empréstimos ou parcelamentos, que vão encolher o rendimento mensal durante todo o ano.

 

Professor de finanças pessoais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Jurandir Sell Macedo destaca a importância de se programar ainda no fim do ano anterior. Antes de começar a gastar o 13º salário com presentes e viagens, recomenda, é bom separar parte do dinheiro para essas despesas. “É preciso ter em mente que janeiro e fevereiro são meses complicados. Via de regra, as pessoas começam o ano endividadas pelos gastos excessivos nas festas de fim de ano e nas férias. Quem consegue maneirar se dá bem, porque o maior presente é não fazer dívidas”, diz.

 

A advogada Edilene Brito, 59 anos, se planeja há décadas para não passar apertada nem ter surpresas indesejadas no início do ano. “Eu sempre faço o levantamento das contas feitas em dezembro e organizo os pagamentos para os três primeiros meses do ano seguinte, acrescentando IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), seguro do carro, educação, anuidade da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e outros gastos”, afirma. Para Edilene, o que mais pesa no bolso são os impostos e gastos com viagens e educação.

 

Antecedência

Quem não é tão organizado como a advogada, ainda tem como sair do aperto, orienta Macedo. “As pessoas deveriam começar a fazer as contas no início de dezembro, mas quem não o fez deve colocar no papel tudo o que vai vencer nos próximos meses. A maioria das despesas tem correção, mas, no caso de IPVA IPTU, o percentual de reajuste é divulgado com antecedência. Mesmo sem o valor correto, é possível fazer projeções”, ressalta.

 

O IPTU é o tributo cobrado dos proprietários de imóveis e tem seu cálculo baseado a partir do tamanho e do valor de venda do bem. Pode ser parcelado, mas são oferecidos descontos para o pagamento à vista. Além disso, há alguns programas de pontos com abatimento para os contribuintes. Em Brasília, existem o Nota Legal, com desconto no IPTU e IPVA por meio da emissão de notas fiscais. Para se credenciar, quem mora na capital federal deve sempre exigir que o seu CPF ou CNPJ conste no documento fiscal emitido pelo estabelecimento fornecedor ou prestador de serviço. É necessário um cadastro na página da Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal (SEF/DF) para acompanhar os créditos e indicar imóvel ou veículo beneficiados, que pode ser feito no site www.notalegal.df.gov.br.

 

Corrigido segundo a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o IPTU terá uma atualização monetária de 3,28% sobre o valor de 2019 do terreno e metro quadrado (m²) construído. As alíquotas do IPVA em 2020, de acordo com o Projeto de Lei nº 855/2019, aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, serão reduzidas, de 3,5% para 3% para automóveis com quatro rodas ou mais e, de 2,5% para 2%, no caso de motocicletas. O seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT), cobrado com o IPVA, quase foi extinto, depois o governo federal deu desconto de 86%, mas, na terça-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, suspendeu a redução.

 

“A maior dica parte das prefeituras, que oferecem um desconto elevado para o pagamento à vista. Mesmo se pensarmos em 10%, é muito superior à Selic (taxa básica de juros, hoje em 4,5% ao ano). Se o abatimento for relevante do ponto de vista financeiro, sendo que varia de acordo com o valor do imóvel ou do carro, se o contribuinte tem condições, é sempre a melhor opção pagar à vista”, recomenda o professor de finanças pessoais.

 

Impacto

Embora os descontos sejam tentadores, alguns analistas orientam considerar se os pagamentos por completo não vão ter impacto negativo no mês. O ideal é que essas despesas sempre sejam cobertas pela renda. “Evite ao máximo pegar dinheiro emprestado, pois, ao começar o ano endividado, a tendência é que endividamento aumente ao longo do ano”, alerta o consultor financeiro da Libratta, Rogério Olegário.

 

No caso das despesas escolares, também há maneiras de aliviar o acúmulo de gastos no início do ano. A dona de casa Ana Claudia Braz, 40, buscou alternativas para economizar. “Tive a opção de pagar a matrícula dos filhos parcelada ainda em 2019. Dividi em quatro vezes, de setembro a dezembro, já pensando nos outros gastos do início do ano. Consegui desconto de 10%”, conta. Ela também antecipou a compra de material escolar. “No mês de janeiro, além do tumulto e do movimento, os preços sobem”, diz. “Na escola dos meus filhos, irmãos ganham desconto. Negociei desconto de 25% para cada um dos três. Isso, sem dúvidas, vai ajudar muito”, acrescenta.

 

Se der, evite parcelamento

 

Para os contribuintes menos organizados, o coordenador do MBA de Gestão de Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, adverte que é interessante evitar as parcelas. “Em casos de matrículas e anuidades, quem dispuser do dinheiro para adiantar parcelas leva vantagem. Planejar com antecedência é o ideal. Porém, quem não é organizado pode acabar se atrapalhando com muitas parcelas diferentes. Acontece muito de as pessoas não conseguirem administrar tantas contas. Por isso, é importante evitar, a não ser que tenha um retorno financeiro muito interessante”, afirma.

 

A fotógrafa Luana Gonçalves, 26 anos, vai entrar o ano no vermelho por dois motivos: ficou desempregada e faltou uma melhor organização nas contas. Com uma filha de 9 anos, garantir o bem estar da família é sua prioridade, contudo, os pagamentos do começo do ano influenciam diretamente nisso. Ela conta que terá de fazer alguns cortes no orçamento para conseguir se equilibrar. “Vou deixar o lazer de lado, pois preciso pagar aluguel, faculdade, cartão (de crédito), material escolar, luz, água, contas penduradas. Vou precisar pedir adiantamento no trabalho”, admite.

 

Luana considera que a crise dos últimos cinco anos foi um dos fatores que influenciaram o desequilíbrio de sua vida financeira. “O dinheiro continuou com o mesmo valor, enquanto o custo de vida aumentou consideravelmente. Passei a ter de economizar muito mais para manter as mesmas contas que já tinha, porque aumentaram o valor. Mercado, água, luz, material escolar. Tudo isso ficou muito mais caro”, lamenta.

 

Teto

Realizar um planejamento durante todo o ano é fundamental para evitar dívidas e deixar de ter problemas financeiros, indica o economista da FGV. “O ideal é iniciar o ano fazendo uma planilha com o lançamento de gastos, verificando o valor de cada item, quanto gastar com as contas e projetar isso para o ano inteiro. Com isso, é possível verificar que certos gastos não cabem no orçamento e assim evitá-los. É importante estabelecer um teto para as despesas”, ensina.

 

Teixeira acrescenta dicas para iniciar o ano financeiramente saudável. “Tente descontos maiores com o pagamento à vista, lance tudo que vai gastar durante o ano para programar com antecedência. De preferência, compre aquilo que já tem o dinheiro para pagar, evitando, na medida do possível, gastos maiores que sua renda”, enumera.

 

O especialista alerta que só melhora de vida financeiramente quem consegue poupar alguma coisa. “Se não conseguir que sobre algo no fim do mês, não há como sair dessa ciranda”, assinala. “É preciso de freio e arrumação. Talvez 2020 seja o seu ano de tomar medidas drásticas para garantir uma tranquilidade maior”, completa.

De olho nas eleições, governadores que eram aliados se afastam de Bolsonaro

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Com a proximidade das eleições municipais, em outubro, e o jogo político se desenhando para 2022, a relação do presidente Jair Bolsonaro com governadores prefeitos pode sofrer desgastes ainda maiores dos que os vistos em 2019, dizem especialistas. A tendência, na visão deles, é o aprofundamento de desavenças que ainda não foram resolvidas, como as corriqueiras brigas com chefes de Executivos do Nordeste e o afastamento de nomes que, até pouco tempo, eram aliados.

 

Do ponto de vista orçamentário, estados e municípios estão, agora, mais independentes do governo federal do que eram em 2019. A partir deste ano, os parlamentares poderão enviar as emendas individuais para os governadores e prefeitos sem intermediários, graças a uma proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada em dezembro. Também contribui para a autonomia dos entes o alívio trazido pelo Orçamento impositivo, que tornou obrigatório o pagamento de emendas coletivas, as elaboradas pelas bancadas estaduais.

A consequência das mudanças é que os governadores terão menos necessidade de chegar a Brasília “com o pires na mão” para pedir liberação de dinheiro. As políticas recém-aprovadas os descolam da caneta do presidente, afirma o analista político César Alexandre de Carvalho, da CAC consultoria. “Os parlamentares, em geral, são municipalistas, têm interesse na liberação de verbas. Levar recursos para as bases é muito importante, principalmente para quem está de olho em reeleição”, explica.

 

Os parlamentares aprovaram os instrumentos que facilitam o repasse justamente para formalizar o distanciamento entre Executivo e Legislativo, avalia o analista político Thiago Vidal, da consultoria Prospectiva. “As mudanças começaram em um período de muitas brigas entre os dois poderes. O parlamento enviou um recado de autonomia para o presidente”, frisa. Para ele, “não há nada no horizonte que mostre que, neste ano, a relação será melhor” com o Congresso e, consequentemente, com governadores e prefeitos.

 

Obstáculos

As garantias em relação às verbas e ao apoio de congressistas, porém, não são suficientes para que os entes percam interesse em melhorar o trânsito com o Planalto, pondera o CEO da consultoria Dharma, Creomar de Souza. “Mesmo com Orçamento impositivo e capacidade dos parlamentares de ter emendas, de fato, implementadas, há determinados tipos de linhas de crédito e benesses da União sobre os quais estados e municípios não são muito autônomos”, aponta. A dependência em relação ao presidente segue, portanto, relevante.

 

“De qualquer forma, tende a ter um aumento da temperatura neste ano”, acredita o especialista. A dúvida dele é se Bolsonaro vai criar dificuldades daqui para a frente. Um dos motivos é, naturalmente, a campanha eleitoral municipal, considerada uma espécie de “ensaio” para as nacionais e que mexe na organização dos partidos e das lideranças. Os candidatos escolhidos e os que foram descartados, sob comando de quem, são um ótimo termômetro para analisar a influência do governo federal no futuro.

Tanto brigas quanto resultado do pleito podem afetar a atuação das bancadas no Congresso e os projetos do governo. Em alguns casos, governadores bem posicionados no partido, que mostrem influência durante as eleições municipais, vão passar a ter mais poder nas legendas e, por isso, podem atrapalhar a agenda do Executivo federal. “Eles poderão solicitar que as bancadas tenham posicionamento mais favorável ou contrário ao governo em pautas”, explica Souza.

 

Brigas

Os interesses em candidaturas presidenciais também afetam o cenário. Até o início de 2019, Bolsonaro ainda contava com a simpatia dos governadores do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e de São Paulo, João Doria (PSDB). O cenário mudou. Focados nas eleições de 2022, a expectativa é de que eles se afastem ainda mais, analisa o cientista político Geraldo Tadeu Monteiro, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). “Se nada mudar, a tendência é que ele continue com as dificuldades, os embates e as acusações”, destaca.

Os desentendimentos não começaram agora. O primeiro ano de governo Bolsonaro foi cheio de alfinetadas a governadores, principalmente do Nordeste. A expectativa dos especialistas é de que a relação siga dessa forma. O problema foi sinalizado logo em janeiro, quando os nove representantes da região boicotaram a posse presidencial, mas piorou em julho, com o vazamento da gravação em que o presidente disse ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que, “entre os governadores de ‘paraíba’, o pior é o do Maranhão”, em referência a Flávio Dino (PCdoB).

 

A declaração rendeu uma nota de repúdio assinada por oito governadores. Mesmo assim, dias depois, Bolsonaro disse que os chefes de Executivos da região se acham “os reis da área”. Ainda em junho, na inauguração do Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, na Bahia, ele disputou com o governo estadual a paternidade da obra. O governador do estado, Rui Costa (PT), não foi ao evento e ainda afirmou que o presidente “odeia o povo do Nordeste”.

 

A mais recente divergência com representantes da região foi em outubro. Em postagem no Facebook, o chefe do Executivo federal chamou o governador de PernambucoPaulo Câmara (PSB), de “espertalhão” e criticou uma campanha sobre o pagamento do 13º do Bolsa Família com recursos do estado. Resultado: outra carta de repúdio dos governadores. “É profundamente lamentável que a missão confiada ao atual presidente seja transformada em um vergonhoso exercício de grosserias”, escreveram.

 

Com os prefeitos, o relacionamento também não é dos melhores. Um baque marcante foi quando o Ministério da Economia propôs extinguir municípios com menos de cinco mil habitantes e arrecadação própria inferior a 10%. A ideia, incluída na versão do Executivo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo, foi muito mal recebida. Centenas de prefeitos já estavam prontos para vir a Brasília fazer pressão pessoalmente para que o texto fosse barrado, quando o presidente recuou.

Governo veta proposta que garante fornecimento de sangue aos pacientes do SUS

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou de forma integral proposta que busca garantir a todos os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) a disponibilização de sangue, componentes, hemoderivados, medicamentos e outros recursos necessários ao diagnóstico, à prevenção e ao tratamento de suas doenças. O projeto vetado (PL 6718/09, do Senado) foi aprovado pela Câmara em outubro.

Segundo o Executivo, o veto integral ocorreu por “inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público” por parte do projeto. A mensagem enviada ao Congresso Nacional registra que foram ouvidos os ministérios da Economia e da Saúde. O governo alega que o projeto cria despesa obrigatória ao Poder Público sem a indicação de fonte de custeio, e aponta a ausência do demonstrativo do respectivo impacto orçamentário e financeiro no exercício corrente e nos dois subsequentes, contrariando as previsões legais.

A mensagem de veto foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (27).

Decisão final
O veto ainda será apreciado em sessão conjunta do Congresso Nacional. Para derrubar um veto, são necessários os votos de pelo menos 257 deputados e 41 senadores.

Netflix revela séries mais vistas pelos brasileiros em 2019

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A Netflix liberou a lista com as 10 séries mais populares, dentre o público brasileiro, durante o ano de 2019. O ranking foi divulgado pela coluna de Ricardo Feltrin no UOL, e foi construída com base nos números de audiência acumulados nos primeiros 28 dias de exibição de cada obra.

Sem maiores surpresas, La Casa de Papel comprova sua força por aqui, liderando o top 10 com sua terceira temporada. Curiosamente, o fenômeno espanhol também apareceu na lista de séries mais vistas na França e na Alemanha deste ano.

No ranking brasileiro, fica o destaque para duas produções nacionais: Sintonia, criada por KondZilla, e Irmandade, estrelada por Seu Jorge. Também foi revelada a lista de atrações mais populares dentre o público infantil na nossa terrinha. Confira ambas abaixo:

As séries mais vistas no Brasil (onde a Netflix conta com mais de 10 milhões de assinantes):

1 – La Casa de Papel (terceira temporada)
2 – The Witcher
3 – Sintonia
4 – Titãs
5 – Sex Education
6 – Stranger Things (terceira temporada)
7 – Irmandade
8 – Lucifer (quarta temporada)
9 – The Umbrella Academy
10 – Você (segunda temporada)

As séries mais vistas pelo público infantil brasileiro

1 – Velozes & Furiosos: Espiões do Asfalto
2 – Criando Dion
3 – O Pequeno Poderoso Bheem
4 – Perdidos no Espaço
5 – Você Radical
6 – Mônica Toy
7 – The A List
8 – Chip e Potato
9 – O Cristal Encantado: A Era da Resistência
10 – Larva: Ilhados

Grey’s Anatomy escala atriz de Suits

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Sarah Rafferty está saindo do mundo dos advogados para embarcar no universo dos médicos. A atriz de Suits foi escalada para um papel recorrente na temporada atual de Grey’s Anatomy.

Sua personagem será Suzanne, paciente que vai ao hospital Grey Sloan para fazer um procedimento de rotina, mas terá complicações misteriosas, num caso que envolverá Bailey (Chandra Wilson) e DeLuca (Giacomo Gianniotti). Sua estreia na série de Ellen Pompeo acontecerá em 30 de janeiro nos Estados Unidos, com o episódio “A Hard Pill to Swallow”.

Grey’s Anatomy retorna com capítulos inéditos a partir de 23 de janeiro na ABC. No Brasil, a 16ª temporada começa a ser exibida em 14 de janeiro, pelo canal Sony. Enquanto isso, veja imagens da participação de Sarah Rafferty:

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