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sábado, abril 25, 2026
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Educação Inclusiva é tema de debate no Ministério Público de Rondônia

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O governo do Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), participou de debates, na quinta-feira (28), no auditório do Ministério Público do Estado, com o objetivo de garantir o direito à educação aos estudantes com necessidades especiais nas instituições privadas de ensino, em Porto Velho, a fim de impulsionar a implementação da educação inclusiva de forma plena.

O evento, denominado o Encontro de Educação Inclusiva, promovido pela Promotoria da Educação do Ministério Público do Estado de Rondônia, coordenado pela promotora de Justiça Priscila Matzenbacher Tibes Machado, contou com a participação da Secretaria de Estado da Educação, Secretaria Municipal de Educação, do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Rondônia, representantes de aproximadamente 50 instituições privadas que ofertam educação básica, desde a educação infantil ao ensino médio, e das mães que compõem o Grupo Mães-Coragem Indesistíveis.

Durante o evento foi ministrada a palestras sobre Educação Inclusiva pela pedagoga Sylvia Thomaz, que atua como formadora de profissionais da educação e instituições de ensino, expondo as realidades e sugerindo diretrizes para impulsionar a educação inclusiva nas instituições privadas de ensino. “Precisamos romper algumas barreiras, arquitetônicas e conceituais, quanto à educação inclusiva, pois todos têm direito à educação, afinal, em toda escola nós vamos encontrar um estudante com alguma necessidade específica, e nós precisamos estar cada vez mais capacitados para recebê-los”, disse.

De acordo com a promotoria da Educação do Ministério Público do Estado de Rondônia, é preciso uma transformação cultural, das práticas e das políticas vigentes nas escolas e no sistema privado de ensino, de modo a garantir o acesso, participação e a aprendizagem de todos, sem exclusão aos estudantes com necessidades especiais.

Para a integrante do Grupo Mães Coragem, Andreia Cruz da Silva, mãe do estudante autista Anderson Luan ,13, da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Daniel Néri da Silva, o trabalho de inclusão social dos estudantes é de muita importância, pois além de incorporar os alunos no convívio social com os demais, auxilia muito no convívio dos mesmos com a família.

“Até eu descobrir o autismo do meu filho, eu sofri muito por não entender o que era ter um filho autista. Hoje eu convivo melhor com ele. O apoio do Grupo Mães Coragem e da escola me ajuda muito, trabalhando a inclusão no convívio com meu filho”, expressou.

O secretário da Seduc, Suamy Vivecananda, pontuou que todos precisam se unir para melhorar a educação inclusiva no Estado, conforme garantido em lei. “Agora é uma questão de execução. Quando nos negamos a agir, nós aumentamos a problemática e a exclusão, por isto é necessário trabalhar mais para garantir a educação a todos, sem exceção. E tem mais, em dez anos, a lei da inclusão já vai está com outros avanços. Tanto a medicina quanto a educação irão encaminhar para suprir as necessidades especiais”.

O encontro finalizou com um debate sobre o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que trata das questões relativas à obrigatoriedade da oferta e implementação de educação inclusiva nas instituições privadas de ensino de Porto Velho. As redes municipal e estadual de ensino se dispuseram a colaborar com as instituições privadas para contribuir com a formação e o aperfeiçoamento do corpo de professores, assim como os Conselhos de Educação comprometeram-se, também,a contribuir e fiscalizar, exigindo o cumprimento da legislação no momento ato da autorização, credenciamento e o funcionamento das escolas, além de revisar as leis em vigor.

As instituições de ensino foram informadas pela Promotoria de Justiça da Educação com instruções a serem consideradas em relação à acessibilidade, ao atendimento educacional especializado, à matrícula e à implementação de adaptações e adequações no projeto pedagógico das escolas.

 

SIC TV/ STUDIOMAXTV ROLIM DE MOURA – Um novo marco na história da comunicação na Zona da Mata

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Milhares de pessoas de Rolim de Moura e das cidades que moram na região da grande Zona da Mata já estão com acesso a TV Record/Sic Tv, parceira da StudioMAxTV,  líder de audiência em Rondônia.

Empresa do grupo SIC Comunicação, a TV Record/SIC TV oferece desde as primeiras horas de um hoje, o que existe de mais moderno no campo da tecnologia da informação, sendo 100% digital, o que garante, entre outras coisas, qualidade altamente superior de imagem e cores.

Além da programação da grade estadual, contem os melhores nomes do jornalismo rondoniense nos programas noticiosas e os mais premiados apresentadores na grade de entretenimento e serviços, a Rede Record/ StudioMAxTV também terá programação local.  A estreia do noticiário local será hoje, as 11h30min, com o programa ROLIM NOTÍCIAS, apresentado pela jornalista Gislaine Lima, sob produção e direção de Gregório Max.

A empresa StudioMAxTV, pioneira em Rolim de Moura e com uma década de experiência na comunicação televisa, antecipa agradecimentos a colaboradores, parceiros e anunciantes, prometendo empenho e dedicação de uma equipe de profissionais que acima de tudo faz jornalismo com paixão e profissionalismo. Aproveite. Acompanhe a programa da TV Record/SIC TV, envie sugestões e faça parte dessa família. TV RECORD ROLIM DE MOURA – O NOVO AMOR DA CIDADE!

Comissão mista debate MP sobre doação de terras da União para Roraima e Amapá

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comissão mista que analisa a Medida Provisória 901/19, que facilita a doação de terras do patrimônio da União aos estados de Roraima e Amapá, realiza audiência pública nesta terça-feira (3). A doação já estava prevista nas Leis 10.304/01 e 11.949/09, mas não ocorreu de fato por causa de exigências para comprovação da posse de terrenos.

Segundo o governo, a MP busca simplificar as exigências para a comprovação de propriedade dessas terras e resguardar os direitos adquiridos dos beneficiários de títulos expedidos pela União, sem registros cartoriais.

De acordo com a legislação em vigor até a edição da MP, não poderiam ser doadas aos estados as áreas em nome da União já destinadas a alguma finalidade específica. Somente após assegurada a transferência de patrimônio dessas exceções, a doação dos demais terrenos aos estados poderia ocorrer.

Foram convidados para o debate representantes das seguintes entidades:
– Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (CNSP);
– Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU);
– Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra);
– Instituto de Terras do Estado do Amapá (Amapá Terras);
– Instituto de Terras e Colonização do Estado de Roraima (Iteraima);
– Instituto Socioambiental (ISA); e
– Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

A audiência está marcada para as 14h30, no plenário 6 da ala Nilo Coelho, no Senado.

O debate será interativo e quem tiver interesse pode participar enviando perguntas e comentários por meio do portal e-Cidadania ou pelo telefone do Alô Senado (0800 612211).

Mark Ruffalo, o Hulk, sai em defesa de DiCaprio e critica Bolsonaro

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O ator Mark Ruffalo, que interpreta o herói Hulk nos filmes da Marvel, saiu em defesa de Leonardo DiCaprio após as acusações, sem provas, que o presidente Jair Bolsonaro fez. Em uma transmissão ao vivo feita em seu perfil no Facebook, o brasileiro afirmou que DiCaprio “deu dinheiro para tacar fogo na Amazônia”.

Neste domingo (2), Ruffalo publicou em seu perfil no Twitter que “Bolsonaro e sua turma estão transformando em bode expiatório as pessoas que estão protegendo a Amazônia das queimadas que ele mesmo deixou acontecer”.

“Pergunte a si mesmo: o que mudou recentemente no Brasil para que isso aconteça agora? Bolsonaro e suas políticas (não) ambientais”, completou Ruffalo.

No sábado, DiCaprio disse que “ONGs atacadas merecem apoio, mas que não as financia“.

 

Rondônia deve abrir quase duas mil vagas temporárias no final de ano

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Para atender as demandas das festas de final de ano, como Natal e Ano Novo, o número de vagas temporárias abertas para Rondônia deve chegar a 1.875 este ano, segundo um levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio). A sondagem foi feita em 120 empresas espalhadas pelo Estado.

Durante o período de final de ano, as lojas começam a reforçar as equipes para as vendas de Natal e Ano Novo. Em 2018, por exemplo, foram contratadas 1.218 pessoas, ou seja, a previsão é de um aumento de 53%, segundo o levantamento, o que demonstra o otimismo dos empresários em relação as vendas de final de ano.

Segundo a Fecomércio, a estimativa é que cerca de 32% dos empregos temporários se tornem permanentes. Também foi feita uma estimativa de que o comércio deve movimentar cerca de R$ 215 milhões este ano.

Para o presidente da Fecomércio/RO, Gladstone Frota, ainda que a recuperação da economia seja mais lenta do que o esperado, a região Norte, e Rondônia em particular, estão mais otimistas do que as outras regiões do País. “Isso deve se refletir num crescimento do consumo nas festas de fim de ano”, disse.

Com a aproximação do final do ano, os lojistas já começaram a preparar as promoções para atrair os clientes e aquecer as vendas ainda mais. Normalmente, os ramos de alimentos, bebidas, roupas, calçados e eletroeletrônicos, são os mais atrativos.

Mas, há expectativa de que os bens de menor valor, como CDs, DVDs, livros e artesanatos ganhem maior destaque e atraiam os olhadores dos consumidores.

Nacional

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a inflação comportada e a melhora no crédito, devem fazer o comércio varejista brasileiro contratar neste fim de ano o maior número de funcionários temporários desde 2013.

A entidade prevê a abertura de 91 mil vagas temporárias para atender ao aumento sazonal das vendas, um avanço de 4% ante os 87,5 mil postos de trabalho temporários criados no mesmo período do ano passado. Já o comércio, deve movimentar R$ 35,9 bilhões em vendas no Natal de 2019, segundo a CNC. A taxa de efetivação dos trabalhadores temporários deve alcançar 26,1%. Ressaltou ainda em nota oficial, que lenta recuperação da economia e, naturalmente do consumo desde o fim da recessão deverá, no entanto, impedir mais uma vez que o varejo promova taxas de efetivação superiores a 30% como costumava ocorrer até 2014.

Trump acusa Brasil de desvalorizar real e impõe tarifa sobre aço e alumínio

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“Brasil e Argentina estão promovendo desvalorização em massa de suas moedas, algo ruim para os nossos fazendeiros. Portanto, tendo efeito imediato, vou restaurar as tarifas sobre aço e alumínio que são importados aos Estados Unidos desses países”, escreveu o mandatário americano no Twitter.

Trump também cobrou que o Banco Central dos Estados Unidos adote medidas para evitar que países “tirem vantagens de nosso dólar forte”. “Isso torna as coisas muito difíceis para nossos fabricantes e fazendeiros exportarem seus bens”, afirmou o presidente americano.

Os EUA são os maiores compradores do aço produzido no Brasil, em um mercado que movimenta US$ 2,6 bilhões (ou R$ 8,6 bilhões).

Atualmente, as taxas são de 0,9%, para o aço e 2% para o alumínio.

Em foto de março, Bolsonaro assina livro de visitas da Casa Branca, com Trump sorrindo atrás

Em março do ano passado, a possibilidade de uma eventual sobretaxa para o aço e o alumínio exportados pelo Brasil gerou pânico entre produtores brasileiros.

À época, em meio à guerra comercial com a China, o presidente americano anunciou alíquotas de 25% sobre o aço e de 10% sobre o alumínio comprados pelos EUA de outros países, mas deixou de lado Brasil, Argentina, Austrália, União Europeia e Coreia do Sul.

Em abril do ano passado, o presidente americano buscava meios de reduzir o déficit de sua balança comercial e deu início à discussão, quando afirmou que a indústria do aço dos EUA teria sido “sitiada” durante décadas por concorrentes estrangeiros “que ganharam a vida tirando proveito” de leis de comércio desfavoráveis aos americanos.

Segundo Trump, a concorrência gerou demissões em massa e inundou os EUA com “aço barato”.

No caso da China, por exemplo, o líder americano afirmou que o desenvolvimento da indústria exportadora se daria à custa de empregos que poderiam ser criados nos EUA, por empresas americanas.

Como resultado dessa ofensiva, Trump escreveu nesta segunda-feira que a sobretaxa adotada no ano passado, que mirava principalmente Rússia, Turquia e Japão, levou a uma alta de 21% das Bolsas americanas.

Por outro lado, para se diferenciar dos chineses, os brasileiros argumentam que a indústria brasileira compra produtos americanos produzidos a partir do aço exportado pelo Brasil, como carros, maquinário pesado e locomotivas, fazendo o dinheiro circular.

Atualmente, os principais produtos da pauta de exportações brasileira para o país são semimanufaturados de ferro e aço, petróleo, celulose e café. Juntos, esses produtos responderam por quase 30% dos embarques para os EUA em 2018, de acordo com os dados do Ministério da Economia referentes a 2018.

Balança comercial Brasil-EUA

Do total das exportações, 6,8% foram aviões, refletindo a atuação — e a importância — da Embraer.

Entre os produtos que brasileiros importam dos americanos, pouco mais de 26% são combustíveis – óleo diesel e fuel-oil (18%), gás propano liquefeito (3,2%), gasolina (2,9%) e etanol (2,6%), levando em consideração os dados fechados de 2018.

Cirone Deiró confirma audiência pública da CPI da Energisa para ouvir consumidores da Zona da Mata

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Na próxima segunda feira, dia 02 de dezembro, a partir das 09 horas, a Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a possível prática de abusos da Energisa contra os consumidores, estará em Rolim de Moura, para ouvir as reivindicações da Zona da Mata. A informação foi confirmada pelo deputado Cirone Deiró (Podemos) que pede aos consumidores para levarem para a audiência pública comprovante de cobranças abusivas e outras práticas que tenham causado constrangimento ou prejuízo. O evento será realizado na Câmara Municipal de Rolim de Moura.

Cirone Deiró que é integrante titular da CPI da Energisa, avalia que a Comissão Parlamentar de Inquérito já contabiliza importantes conquistas para os consumidores que estavam refém das práticas abusivas da empresa. Segundo ele, a criação da CPI permitiu que a população tivesse onde levar suas reivindicações. “Aprovamos recentemente três novas leis que restabelecem os direitos dos consumidores. Isso é resultado das inúmeras denúncias que a CPI recebeu durante os últimos dias”, afirmou.

O parlamentar ainda destacou a sensibilidade do governador Marcos Rocha (PSL) que prontamente sancionou as referidas leis aprovadas pela Assembleia que já estão em vigor. Segundo Cirone Deiró, a partir de agora, a Energisa não pode cortar o fornecimento de energia sem aviso prévio, nem tão pouco trocar medidores de energia sem aviso de 72 horas de antecedência. Ele informa ainda que a empresa está proibida de cobrar tarifa mínima, aquela cobrança que era feita mesmo quando o imóvel estava fechado.

Preço da carne não vai baixar, diz ministra

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O preço da arroba do boi gordo, que em São Paulo teve aumento real de 35% em um mês, não vai mais retornar ao patamar anterior. A afirmação é da ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ela disse que a alta das exportações para a China teve forte impacto na valorização da carne. O que também ajudou a puxar o aumento, segundo ela, teria sido a falta de reajuste nos preços nos últimos três anos.

O presidente Jair Bolsonaro, em transmissão pela internet, declarou que a ministra garantiu que, daqui a três ou quatro meses, o preço da carne voltaria à normalidade.

Algumas redes de supermercados têm afirmado que a exportação de carne está limitando a oferta da proteína no País, além de inflacionar o produto. A rede paraense Líder colocou cartazes em suas 20 lojas de supermercados alertando os consumidores sobre problemas com o abastecimento de carne bovina, a alta dos preços e a falta dos produtos nas lojas.

Nos avisos, é informado que os frigoríficos sobem os preços diariamente alegando aumento nas exportações. “Recebíamos tabelas de preços dos fornecedores duas vezes por mês”, diz Oscar Rodrigues, diretor do Grupo Líder. “Agora, elas chegam de dois em dois dias, com a carne sempre mais cara.”

Segundo ele, o grupo abateu todas as cabeças de gado de suas fazendas para minimizar o impacto da alta do preço. Havia cerca de 1.000 cabeças que estavam em condições de abate. “Nossas margens estão bastante reduzidas e fizemos o informativo em respeito ao cliente que, quando perceber o aumento, pode se sentir enganado”, diz Rodrigues. “Nosso cliente é muito fiel e prezamos pela transparência.”

A ministra nega falta de oferta para o mercado nacional. “Não é verdade. Primeiro, o Brasil tem 215 milhões de cabeças de gado. Então, não é um rebanho para acabar amanhã. Segundo, realmente o mercado chinês mexeu com as exportações, e não só da carne brasileira, mas da carne argentina, paraguaia, uruguaia. É muito grande a necessidade da China.”

“Além de o Brasil abrir as exportações, temos de lembrar que o boi tinha um preço represado há três anos. O pecuarista estava tendo prejuízo nesse período”, declarou a ministra. “Antes, o produtor vendia uma arroba por R$ 140, em média. O que aconteceu é que, nesse primeiro momento de abertura, com a China pagando um preço muito bom, houve esse momento, digamos, de euforia. Em São Paulo, uma arroba está sendo vendida a R$ 231.”

Em menos de três meses, o contrafilé registrou índices de aumento acima de 50% e o coxão mole, de 46%, no preço de custo que acaba sendo repassado ao consumidor, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

O Ministério da Agricultura afirmou que está acompanhando de perto a situação e acredita que o mercado “vai encontrar o equilíbrio”. “Não é papel do Ministério intervir nas relações de mercado. Os preços são regidos pela oferta e procura. Neste momento, o mercado está sinalizando que os preços da carne bovina, que estavam deprimidos, mudaram de patamar”, afirmou, em nota.

Questionada se continua a consumir carne vermelha, Tereza Cristina respondeu em tom de brincadeira: “Estou comendo frango. Agora, é só frango”.

Inflação

Na avaliação de economistas, a alta não só da carne bovina como de outras mercadorias agrícolas – como feijão (de 38,1%, no atacado, até a metade de novembro), café (5,6%) e frango (3,2%) – deve colaborar para uma aceleração da inflação nos próximos meses. “Deve haver alguma pressão na inflação”, diz Fabio Silveira, da Macro Sector. Ele estima que as altas dos preços dos alimentos, somadas aos dos combustíveis e energia elétrica, devem fazer com que 2020 comece com uma inflação de 4% a 4,2%.

URBANISMO | Equipes da Semusb intensificam limpeza para o Natal Porto de Luz

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Está sendo tudo preparado para a chegada do Papai Noel e Cantata de Natal que acontecerá nesta sexta-feira (29) e sábado (30). Durante toda a manhã desta sexta a Prefeitura de Porto Velho, através da Subsecretaria de Serviços Básicos (Semusb), intensificou a limpeza no Espaço Alternativo.

Para proporcionar um local mais limpo e agradável para a chegada do natal, uma equipe composta de 100 garis divididas em várias partes estão realizando a limpeza em todo o entorno do Espaço Alternativo, que logo mais será palco para a inauguração do Natal Porto de Luz de Porto Velho.

Estão sendo realizados os serviços de roço, rastelagem, capina, varrição e recolhimento de materiais inservíveis nos canteiros centrais e laterais.

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