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sábado, abril 25, 2026
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Bolsonaro é denunciado à corte por incitar genocídio indígena

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São Paulo — Um grupo de advogados e militantes de direitos humanos informou nesta quarta-feira, 27, que denunciou o presidente Jair Bolsonaro ao Tribunal Penal Internacional (TPI) por “incitar o genocídio e promover ataques sistemáticos contra os povos indígenas do Brasil“.

De acordo com os denunciantes, o presidente do Brasil poderia ser enquadrado em “crime contra a humanidade”, previsto no Estatuto de Roma, tratado internacional do qual o Brasil é signatário desde 1998 e que reconhece o TPI.

Os advogados que entraram com a ação contra Bolsonaro integram a Comissão Arns, que reúne ex-ministros de Estado e militantes dos direitos humanos, e o Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos (CADHu), que atua desde 2012.

A reportagem aguarda retorno do Planalto sobre o caso. Em frente ao Palácio da Alvorada nesta quinta-feira, 28, Bolsonaro deu risada ao ser questionado sobre a denúncia. “Próxima pergunta”, disse a repórteres presentes.

A denúncia foi apresentada à procuradora-chefe do tribunal, Fatou Bensouda. De acordo com os acusadores, agora Fatou deve solicitar informações a Estados, órgãos das Nações Unidas, organizações intergovernamentais ou não-governamentais e a outras fontes que considere relevantes. Só então Fatou pode apresentar um pedido de autorização de investigação à Câmara de Questões Preliminares, ligada ao tribunal.

A ação cita os incêndios na região amazônica, que deflagraram neste ano a primeira crise internacional do governo Bolsonaro. “Os incêndios, que ainda se perpetuam na região, geram um dano ambiental e social desigual e de difícil reversão.

Acompanham as pressões sobre a floresta e associam-se à disputa – frequentemente violenta – pela terra para empreendimentos agropecuários, grandes obras de infraestrutura, grilagem, garimpo e exploração de madeira. Tais atividades exercem grande impacto sobre a floresta e os povos que a habitam e vêm sendo ora estimuladas ora negligenciadas em seu potencial de degradação”, diz a denúncia.

Entre as penas previstas no Estatuto do TPI estão até 30 anos de prisão e até prisão perpétua em casos extremos. Também são possíveis sanções como multas e perda de bens.

“Chefes de Estado e de governo têm, perante o direito internacional, o dever de coibir crimes e proteger populações vulneráveis”, informam a Comissão Arns e a CADHu em nota. “Por sua gravidade, os crimes sob jurisdição do TPI não prescrevem. Mesmo que seu mandato tenha terminado, Bolsonaro continuará passível de punição pelo tribunal.”

O que é o Tribunal Penal Internacional?

Diferentemente da Corte Internacional de Justiça, que examina litígios entre Estados, o TPI julga apenas indivíduos. O tribunal processa e julga indivíduos acusados de crimes de genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e, desde 17 de julho de 2018, crimes de agressão.

Em julho deste ano, o TPI condenou o ex-líder rebelde congolês Bosco Ntaganda por 18 crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos entre 2002 e 2003. Entre eles, assassinato, estupro, escravidão sexual e uso de crianças-soldado. A conclusão foi tomada durante audiência pública em Haia, na Holanda, sede do TPI, após revisão de documentos e audiências com testemunhas. A sentença foi anunciada em novembro: 30 anos de prisão. Ele recorre da decisão.

Réu declarado culpado de escravidão sexual, Ntaganda se entregou em 2013 na capital de Ruanda, Kigali. Ele pediu para ser encaminhado ao TPI em Haia, onde ficou preso até 2016. Esse tempo será descontado da sentença de 30 anos.

A sentença informou que 102 testemunhas prestaram depoimento, incluindo uma mulher cuja garganta foi cortada por aliados de Ntaganda. Uma das conclusões da investigação foi que Ntaganda matou a tiros um padre.

Matrículas 2020: Prefeitura de Vilhena divulga datas de matrículas e rematrículas das escolas da rede municipal para 2020

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A Secretaria Municipal de Educação (Semed) abre na segunda semana do mês de dezembro as matrículas e rematrículas nas 29 unidades escolares da rede municipal de Educação para o ano letivo de 2020.

Segundo a secretária municipal de Educação, professora Vivian Repessold, entre os dias 09 e 11 de dezembro serão realizadas as rematrículas para os alunos da Educação Infantil (Creche, Pré I e Pré II) e entre os dias 13 e 17 de janeiro de 2020 serão realizadas as novas matrículas.

Já para o Ensino Fundamental I e II (1° ao 9° ano), as rematrículas dos alunos que passaram direto serão entre os dias 16 e 20 de dezembro. Para os demais alunos, que fizeram a recuperação, as rematrículas ocorrerão entre os dias 23 a 31 de dezembro. Por sua vez, as novas matrículas serão realizadas entre os dias 14 a 17 de janeiro.

As inscrições serão realizadas nas próprias unidades de ensino. Os pais ou responsável devem se dirigir às escolas municipais munidos dos documentos originais e cópias: RG e CPF do responsável e aluno, comprovante de endereço atualizado, certidão de nascimento, histórico escolar ou declaração de transferência, uma foto 3×4, cartão do SUS, tipagem sanguínea, carteira de vacina e número do NIS (caso tiver Bolsa Família).

Devido a peculiaridades de demandas de matrículas, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Marizeti Mendes de Oliveira será feita análise documental. Os responsáveis devem entregar os documentos para análise entre os dias 13 a 16 de dezembro. Nos dias 17, 18 e 19 serão feitas as análises pela comissão. No dia 20 será divulgada a lista com os nomes dos alunos que se ajustam nos critérios para a efetivação da matrícula. Entre os dias 14 a 17 os responsáveis devem comparecer novamente na unidade de ensino com os documentos para efetivar a matrícula.

“Pedimos aos pais atenção a todos esses prazos e documentos, pois é importante evitar transtornos. Qualquer dúvida pode ser também sanada na Secretaria Municipal de Educação. Vamos começar um ano de forma renovada, com muitos projetos para serem executados e avanços importantes na Educação municipal”, completa Vivian.

Direito dos consumidores é assegurado com lei estadual que veta o corte de fornecimento de energia elétrica

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Com objetivo de assegurar a defesa dos direitos do consumidor, o Governo do Estado sancionou a Lei n° 4.660, de 26 de novembro de 2019, que dispõe sobre o corte de fornecimento de energia elétrica, no âmbito do Estado de Rondônia, em conformidade ao estabelecido na Resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A presente Lei, em conformidade ao estabelecido na Resolução nº 414, de 9 de setembro de 2010, da Aneel, veta o corte de fornecimento de energia elétrica sem a devida notificação prévia ao consumidor. O corte só poderá ocorrer após 15 dias da notificação do atraso, podendo ser efetivado num prazo máximo de até 90 dias.

Caso o consumidor não pague a conta gerada, mas quite as próximas faturas, e não for notificado do débito anterior em até 90 dias, o corte não pode ser efetuado, restando apenas a cobrança da conta. Assim como a interrupção de fornecimento de energia elétrica do usuário que tiver uma conta atrasada, desde que as contas posteriores estejam quitadas.

Fica vedado, no âmbito do Estado de Rondônia, o corte do fornecimento de energia elétrica, por inadimplência, a estabelecimentos de saúde, a instituições educacionais e de internação coletiva de pessoas e a usuário residencial de baixa renda beneficiário de subsídio, bem como em domicílio onde resida pessoa idosa que cuida de outra pessoa idosa portadora de deficiência mental, física ou acamada.

E em domicílio habitado por pessoa portadora de doença, cujo tratamento requeira o uso continuado de equipamentos elétricos ou eletroeletrônicos. Desde que a condição seja comprovada previamente junto à empresa distribuidora de energia, mediante declaração firmada pelo interessado.

A empresa de concessão do serviço de energia elétrica fica impedida de cortar o fornecimento de energia residencial, por falta de pagamento de conta, às sextas-feiras, sábados, domingos, feriados e no último dia útil anterior ao feriado. E de cobrar a taxa para a religação, quando o corte ou interrupção do fornecimento tiver sido realizado em razão de atraso no pagamento. O religamento deverá ser restabelecido no prazo de 24 horas da realização do pagamento.

Ao consumidor que tiver suspenso o fornecimento de energia elétrica com violação do disposto nesta Lei, fica assegurado o direito de acionar juridicamente a empresa concessionária por perdas e danos, além de ficar desobrigado do pagamento do débito que originou o referido corte abusivo.  A continuidade do fornecimento de energia elétrica nos casos especificados nesta Lei, não isenta os usuários do pagamento dos valores devidos à concessionária.

PENALIDADES

O descumprimento da Lei acarretará à concessionária, sem prejuízo de outras sanções previstas no Código de Proteção e Defesa do Consumidor, multa de 35 Unidade Padrão Fiscal do Estado de Rondônia (UPF-/RO) em vigor, e será dobrada em caso de reincidência.

A sanção prevista será aplicada por meio de um processo administrativo o qual deve seguir o procedimento definido pelo Decreto Federal nº 2.181, de 1997. E havendo condenação, os valores arrecadados serão revertidos ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor conforme prevê a Lei Estadual nº 2.721, de 2012.

A fiscalização e aplicação de eventual penalidade ficará a cargo do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Rondônia (Procon-RO).

Lei n° 4.660, é de iniciativa do poder legislativo, sancionada pelo Governo do Estado, em vigor desde do dia 26 de novembro de 2019.

Black Friday: McDonald’s vende 2 lanches por R$ 4,90 e BK faz 6 por R$ 15

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Importada dos Estados Unidos, a Black Friday chegou ao Brasil em 2010 focando principalmente no comércio online. No entanto, as superpromoções caíram no gosto do brasileiro e devem estar em todos os lugares nesta sexta-feira, 29, inclusive na comida. As redes de fast food aderiram a promoção para que o cliente possa comer mais por menos. O Burger King, por exemplo, vai repetir a ação do ano passado, quando vendeu três sanduíches por 15 reais. Porém, neste ano, é possível comprar até seis lanches pelo mesmo valor caso o cliente pague pelo app do MercadoPago, carteira digital do grupo Mercado Livre. Já o McDonald’s vai vender dois sanduíches clássicos da marca por 4,90 reais (também mediante a pagamento via MercadoPago) e dez cheeseburgers por 20 reais.

Cnfira abaixo as promoções e planeje as refeições de sexta-feira:

McDonald’s

As promoções do Mc valem para sexta-feira, mas para participar é preciso que o cliente ative as ofertas no aplicativo e apresentar o cupom nas lojas. A rede vai vender 10 cheeseburgers por 20 reais.  As sobremesas – Sunday, McColosso e McSunday – serão vendidas em dobro. O restaurante também fará promoção para quem usar o app do MercadoPago para fazer o pagamento. Ao comprar dois sanduíches clássicos (BigMac, Quarteirão, Cheddar McMelt, McChicken, entre outros) e pagar pelo app, os dois lanches saem por 4,90. Usando o MercadoPago como meio de pagamento, a casquinha de sorvete McColosso será vendida a 0,50 centavos.

Burger King

O fast food volta com a promoção que fez sucesso no ano passado, de três sanduíches por 15 reais. Mas, criou uma condição especial e quem pagar usando o MercadoPago pode levar seis lanches pelo mesmo valor. Os clientes poderão escolher entre sete opções de sanduíches (Big King, Chicken Sandwich, Cheddar Duplo, Cheeseburguer Duplo Bacon, Whopper Jr., Barbecue Bacon ou Long Rodeio). O desconto, no entanto, só é válido para quem fizer comprar acima de 25 reais no BK. O desconto de 15 reais para quem usar aplicativo para pagamento vale para todas as compras acima de 25 reais entre sexta-feira e sábado. A rede de lanchonetes fará ofertas surpresas mediante a apresentação de cupons a partir de 0,50 centavos.

Bob’s

A rede de restaurantes brasileira venderá entre sexta-feira e domingo, milk shake de 300ml por 5,90 reais. Para a data, o Bob’s também preparou promoções de combos com lanches. O trio Big Bob (com batata-frita e refrigerante) sai a 14,90 reais e o trio Double Cheese vai custar 13,50. O combo especial com Big Bob’s, dois milk shakes 500ml e duas batatas canoas por 41 reais.

Pizza Hut

A Pizza Hut já começou a promoção. Até sexta-feira, as 200 lojas da rede oferecem pizza grande com 50% de desconto. Entram na oferta os sabores de Mussarela, Calabresa, Pepperoni, Brasileira, Corn & Bacon, Supreme. A ação vale tanto para comer no local, retirada no balcão e para delivery.

Domino’s Pizza

A Domino’s também já entrou no clima de Black Friday. Até a data, na compra de umapizzamédia ou grande, a segunda sai de graça (com exceção de PizzaPan e a nova massa Finíssima). A promoção vale para todas as lojas da rede em compras online pelo site da empresa ou pelo aplicativo.

Jin Jin

A rede de culinária asiática venderá na sexta-feira Yakisoba ou um Temaki à la carte com 50% de desconto na compra da segunda unidade.

Presidente Laerte Gomes denuncia abuso nas operações da Lei Seca

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Esta semana, o presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB) saiu em defesa de empresários proprietários de bares e restaurantes de Rolim de Moura, que afirmam estarem sendo penalizados com bruscas quedas no faturamento por conta da forma ostensiva que a Polícia Militar vem atuando nas blitze da Lei Seca.

Segundo Laerte Gomes, os empresários não são contra as blitze, porém, consideram abusivo e exagerado o modo coercitivo utilizado pelos policiais que dão suporte para os agentes do Detran, departamento titular das blitze.

“É um absurdo! Uma cidade do tamanho de Rolim de Moura, que até pouco tempo não tinha tantas opções do segmento gastronômico e de lazer, agora ter seu faturamento afetado por conta de ações como essas que se utilizam da blitz da Lei Seca com o único objetivo de punir e encher ainda mais a conta bancária do Detran”, declarou o presidente.

Para o parlamentar, o objetivo da Lei Seca é a conscientização e a diminuição dos acidentes de trânsito e não uma ferramenta de perseguição e enriquecimento.

“Blitz não foi feita para ser fábrica de gerar dinheiro, blitz é fiscalização, educação no trânsito, blitz é para salvar vidas, e tanto o Detran como a Polícia Militar estão fazendo isso errado”, ressaltou o parlamentar.

Segundo os relatos dos empresários de Rolim de Moura, as blitze, comandadas pelo major da PM Thiago Campos, têm sido frequentes e assustado os clientes que buscam o lazer aos finais de semana.

“A Polícia chega a fechar as poucas vias de acesso para o Centro, onde está o polo gastronômico de Rolim de Moura, que, aliás, gera emprego, renda e movimenta o setor. As rondas de motos da Polícia, feitas, praticamente, na porta dos bares e restaurantes constrangem os clientes, que óbvio, preferem pedir a conta e ir embora. Isso está acontecendo constantemente, não há estabelecimento que resista. É uma ação que está inibindo o cidadão no seu direito de ir e vir livremente”, enfatizou Laerte Gomes.

Economia, Governo, Municípios, Rondônia

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Duas entidades brasileiras de defesa dos direitos humanos entraram, na quarta-feira 27, com uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional (TPI), com sede em Haia, na Holanda. A denúncia acusa o chefe de Estado brasileiro de “incitar o genocídio e promover ataques sistemáticos contra os povos indígenas” em declarações e medidas de seu governo.

Assinam a representação o grupo de advogados Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos (CADHu) e a Comissão Arns, associação formada por personalidades do mundo político, juristas, acadêmicos, intelectuais, jornalistas e militantes sociais, presidido pela socióloga Margarida Genevois. As entidades consideram Bolsonaro responsável por “um crime contra a humanidade”.

Integrado por representantes de diversos países, o TPI julga indivíduos acusados de crimes contra a humanidade, genocídios, crimes de guerra e de agressão. Ao receber a denúncia contra Bolsonaro, o órgão abrirá consultas para decidir se há base suficiente para iniciar uma investigação.

A Corte utiliza como base o Estatuto de Roma, instrumento jurídico internacional reconhecido por mais de 120 países – entre eles o Brasil. As penas podem chegar a condenação por prisão. Ditadores como o líbio Muammar Gadaffi já foram julgados no tribunal.

A acusação contra Bolsonaro afirma que atos do presidente brasileiro “promovem a incitação ao cometimento de genocídio contra os povos indígenas e tradicionais brasileiros, uma vez que podem intencionalmente destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico”. Entre outros episódios, as ONGs se referem a situações ligadas à crise das queimadas da Amazônia, ocorrida às vésperas da cúpula do G7, em agosto. Na ocasião, Bolsonaro questionou dados sobre aumento de desmatamento na floresta e trocou acusações públicas com outros chefes de Estado, como o francês Emmanuel Macron.

“Desde o início de seu governo, o presidente Jair Bolsonaro incitou violações e violência contra populações indígenas e tradicionais, enfraqueceu instituições de controle e fiscalização, demitiu pesquisadores laureados de órgãos de pesquisa e foi flagrantemente omisso na resposta aos crimes ambientais na Amazônia, entre outras ações que alçaram a situação a um ponto de alerta mundial”, diz a denúncia assinada pelas entidades.

1ª Feira da Agricultura Familiar é realizada nesta sexta-feira em Cerejeiras

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Em parceria com a prefeitura de Cerejeiras, o governo do Estado, por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater), realiza, nesta sexta-feira, dia 29, a partir das 14h, no espaço ao lado do escritório de sua sede administrativa, a 1ª Feira da Agricultura Familiar. Na oportunidade, cerca de 30 produtores do município estarão comercializando seus produtos diretamente com os consumidores da cidade.

Outro ponto alto da feira, segundo os organizadores, será a diversidade de produtos como hortaliças, frutas, entre outros. Segundo o gerente local da Emater, extensionista rural Sandro Malta, o evento terá ainda a participação das agroindústrias que atuam na região, como de frango, leite, panificação e outros segmentos.

PECUÁRIA

No último dia 22, o governo do Estado, por meio da Emater, Secretaria de Agricultura (Seagri) e demais parceiros, também realizou um Dia Especial de Pecuária Leiteira, evento que contou com palestras que, entre outros temas, abordou a questão do melhoramento genético. Para o gerente local da Emater, as parcerias na realização dos eventos fortalece cada vez mais o segmento produtivo no Sul do Estado.

INFRAESTRUTURA VIÁRIA | Pavimentação avança em mais dois bairros da capital

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em mais asfalto saindo do papel nos bairros Conceição e Castanheira, zona Sul da cidade. O serviço executado pela Prefeitura de Porto Velho na última quarta-feira (27), faz parte do planejamento estratégico do prefeito Hildon Chaves em busca de uma infraestrutura viária de melhor qualidade e condições de trafegabilidade.

Lutando contra o período chuvoso que vem se intensificando, as equipes da Subsecretaria Municipal de Obras e Pavimentação (SUOP) finalizaram a pavimentação da rua 15 de novembro e avançaram na Águida Muniz, ambas no Conceição. No mesmo bairro também será contemplada a rua Governador Valadares, que já está sendo imprimada.

A programação contempla ainda o bairro Castanheira. As equipes da Suop já estão avançando também na rua Benjoeiro, que assim como as ruas Tracajas e Maracajas, será asfaltada.

CCJ aprova prisão para quem portar documento falso

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta terça-feira (26) o Projeto de Lei 10605/18, do deputado Delegado Waldir (PSL-GO), que permite a prisão de quem portar documento falso. O Código Penal apenas pune quem falsifica ou usa o documento, mas não há nenhuma pena prevista para o porte.

A pena para o porte será a mesma da de falsificação, que varia de acordo com o tipo de papel alterado. A punição vale para alteração de documento público ou particular, informações para Previdência Social, cartão de crédito ou débito, certidão ou atestado.

Delegado Waldir argumenta que o porte da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsificada já é equiparado pela jurisprudência ao crime de uso de documento falso, entendimento que deve ser estendido para qualquer situação. “O fato de uma pessoa portar uma documentação falsa indica que tem como objetivo a prática de um ato contrário à lei, fato que deve ser punido.”

O deputado Gilson Marques (Novo-SC) observa que a lei atual dificulta a prisão de falsários. “Para a pessoa ser denunciada, praticamente tem que ser em flagrante. Porque se a pessoa for pega portando, o crime não é tipificado.” Gilson Marques observou que alguém só porta documento falso para conseguir um benefício ou privilégio indevido.

Ao apoiar a aprovação do projeto, o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) revelou que já foi vítima de um falsário. “Como a pena é leve, os falsários escapam. A gente passa por bobo, enquanto eles são especialistas em enganar, ao ponto que a pessoa daqui a pouco duvida da sua própria identidade.”

Tramitação
A proposta foi aprovada com uma emenda do relator, deputado Gurgel (PSL-RJ). O projeto será analisado agora pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

Lei proposta por Jean Oliveira obriga afixação visível dos nomes da escala de plantão nos postos de saúde

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Projeto de Lei apresentado pelo deputado Jean Oliveira (MDB) na Assembleia Legislativa, institui a Lei do Plantão Médico, que determina que os hospitais da rede pública estadual, ficam obrigados a afixação, em local visível, ostensivo e acessível ao público em geral, a lista de médicos, enfermeiros e qualquer funcionário envolvido no atendimento à saúde.

A lista, no que diz respeito aos médicos, deve conter, o nome completo, número de registro profissional e especialidade; ainda, os nomes dos responsáveis administrativos e do médico responsável pela chefia de plantão, e mais, ficam obrigados a identificação de todos os funcionários dos hospitais da rede estadual por meio de crachá com foto.

“Desta forma, para dar publicidade, transparência, legalidade e demais princípios administrativos esta Lei determina a obrigatoriedade da divulgação dos nomes de todas as pessoas envolvidas no atendimento à saúde no âmbito dos hospitais estaduais. Tal obrigatoriedade é necessária para que os responsáveis pela organização das escalas médicas hajam com a devida transparência no atendimento ao público”, diz o deputado na justificativa da sua proposta.

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