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sábado, abril 25, 2026
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SAÚDE | Semusa realiza ação no Cristal da Calama no próximo sábado

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A gestão Hildon Chaves continua neste sábado (23), o cronograma de ações do Projeto Atenção Básica da Comunidade que visa atender moradores de bairros com vulnerabilidade social e adjacências, onde não tem cobertura das equipes de estratégia de saúde da família.

Segundo a secretária municipal de saúde, Eliana Pasini, o evento que acontece das 8h às 13h, será no Residencial Cristal da Calama, localizado à avenida Calama, na Associação Cristal da Calama.

“Esse projeto, elaborado pelo Departamento de Atenção Básica da Semusa, acontece a cada quinze dias”, informou Eliana Pasini, acrescentando que a pasta contam com a parceria de outras instituições.

São oferecidos vários serviços como atendimento médico, emissão de carteira do SUS, agendamento de consulta para várias especialidades, teste rápido de HIV, sífilis e hepatite virais, aferição de pressão, teste de glicemia, vacinação, orientação de serviço social, saúde mental pelo CAPs (Centros de Atenção Psicossocial) e medicamento mediante receita médica.

Para debatedores, autorização para plantio da Cannabis pode gerar emprego e renda

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Enquanto a liberação da Cannabis sativa para uso medicinal está sendo discutida em uma comissão especial aqui na Câmara, a Comissão de Agricultura fez uma audiência pública nesta quarta-feira (20) focada na autorização para o plantio. Alguns debatedores salientaram a oportunidade econômica, com a possibilidade de geração de emprego e renda.

Segundo o representante da empresa VerdeMed, José Bacelar, que atua na comercialização do canabidiol, subproduto da Cannabis, num curto espaço de tempo o Brasil vai ter que produzir ou importar a planta conhecida popularmente como maconha.  Ele ressaltou que a demanda dos pacientes pode ser atendida sem problemas.

“É possível, sim, plantar cânhamo, plantar cannabis com baixos teores de THC, exercer o controle sobre a plantação, exercer os cuidados com toda a proteção para que não haja abusos e isso está sendo feito em 50 países do mundo”, disse.

Na discussão sobre o potencial agrícola da Cannabis, os especialistas salientaram o papel da planta na rotação de culturas, no controle de substâncias que podem contaminar o solo e na utilização da semente como alimento humano ou para o gado.

Atraso nas pesquisas
A representante do Ministério da Agricultura, Virginia Carpi, disse que a área de defesa agropecuária está preparada, inclusive com legislação suficiente, para fiscalizar a produção. O representante da Embrapa, Roberto Vieira, destacou que, caso o plantio seja aprovado, é necessário garantir padrões técnicos e lembrou que as pesquisas na área estão atrasadas. Já o pesquisador Sérgio de Sousa, da Universidade Federal de Viçosa, apresentou alguns resultados de um estudo sobre as melhores condições para a cultura.

“O solo brasileiro não possui grandes restrições para o cultivo de cannabis; nós avaliamos a altitude ideal para o cultivo de cannabis, que está em torno de 400 metros de altitude; a gente vê que grande parte do território brasileiro possui áreas adequadas para esses cultivos. Nós avaliamos também a temperatura ideal para o cultivo das plantas, então a gente vê que a região Norte, em geral, pelas altas temperaturas, possui uma aptidão menor em relação ao cultivo de cannabis”, explicou.

Parlamentares presentes à audiência pública lamentaram que o debate sobre o plantio da cannabis para fins medicinais ainda esteja polarizado, principalmente por conta de questões morais e religiosas. Para o deputado Fabiano Tolentino (Cidadania-MG) é preciso haver uma decisão rápida sobre o tema, porque a demanda está aumentando e, por enquanto, os pacientes são obrigados a recorrer ao mercado paralelo.

Mercado paralelo
Para ele, as pessoas que necessitam do canabidiol, por exemplo, estão indo ao mercado paralelo buscar o produto, se aproximando do criminoso que “acaba tendo uma ação social e até levando as gotinhas na casa do paciente. E aí, sim, o criminoso fica de bem, e nós, o Brasil, de mal”.

Representante da Polícia Federal no debate, Marcos Paulo Pimentel afirmou que dependendo do tipo de planta que for liberada para cultivo, com maior ou menor teor de THC, a decisão pode repercutir na segurança pública do país. Ele acrescentou que é preciso reduzir as brechas que permitam que o objetivo inicial do plantio – o uso medicinal – seja desvirtuado.

ROLIM DE MOURA | Associação Mulheres de Lenço recebe terreno para construir sede própria em Rolim de Moura

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Acompanhado pelos vereadores Uénder Nogueira  Allyson Ferreira a presidente da Associação Mulheres do Lenço recebeu, nessa semana, os documentos de um terreno doado pela Prefeitura para a construção da nova sede da entidade. A ONG Mulheres de Lenço trabalha hoje numa pequena sala de 25 metros quadrados e agora vai trabalhar para conseguir recursos para construir uma sede adequada para abrigar portadores de câncer.

Segundo Leonora Ferrari, presidente da entidade, apesar do nome a entidade não atende apenas mulheres. “Nós temos uma demanda imensa, atendemos famílias de toda a Zona da Mata e com uma sede adequada poderemos racionalizar o atendimento, expandindo nossa atuação e ajudando de maneira mais eficiente aqueles que a nós recorrem”, disse ela, agradecendo os vereadores e anunciando que em fevereiro de 2020 pretende iniciar as obras, contando com parcerias e ajuda da iniciativa privada. O terreno fica na avenida Rio Madeira, nas proximidades do Hospital Municipal.

 

Bolsonaro: Aliança não disputará eleições de 2020 se TSE vetar assinaturas

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O presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta quinta-feira que o novo partido criado por ele, a Aliança pelo Brasil, não conseguirá disputar as eleições municipais de 2020 se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vetar a coleta eletrônica de assinaturas, e disse que nenhum ministro fará parte da legenda para evitar acusações de uso da máquina pública.

Bolsonaro tem presença prevista nesta quinta na primeira convenção nacional da Aliança, partido criado por ele após romper com o PSL, pelo qual se elegeu presidente no ano passado.

Para estar apto a disputar a eleição municipal do ano que vem, o partido precisa formalizar seu registro junto ao TSE até o início de abril. Para isso, são necessárias cerca de 492 mil assinaturas em pelo menos 9 Estados — que precisam ser conferidas pelos Tribunais Regionais Eleitorais de cada Estado.

“Estamos aguardando a decisão do TSE se pode ocorrer a assinatura eletrônica. O voto pode, assinatura não pode? Não sei. De acordo com a decisão, a gente vai saber se forma para março ou para o final do ano que vem”, disse Bolsonaro a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada.

“Se for possível (assinatura) eletrônica a gente forma o partido para março, se não for possível, eu não vou entrar em disputas municipais no ano que vem, estou fora”, acrescentou.

Atualmente, a possibilidade aventada por Bolsonaro de obter assinaturas digitais para apoio à criação da nova legenda não está prevista em resolução do TSE.

O presidente também acrescentou que o novo partido não contará com nenhum dos atuais ministro do governo. “Não vamos ter a participação do governo na criação do partido… para evitar interpretação equivocada de que estou usando a máquina pública para formar um partido, zero”, afirmou.

Rondônia está em primeiro lugar entre os estados do Norte em cadastramento de doadores de medula óssea

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Segundo dados repassados pelo setor de cadastros de doação de medula óssea da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron), o estado é o primeiro da região Norte em cadastramentos de doadores dos últimos anos na soma total do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), registrando 106 mil cadastrados até o início deste mês.

No país, são 4,980 milhões de pessoas cadastradas no Redome, onde ficam até completarem 60 anos de idade. Para se cadastrar, o assistente social da Fhemeron, Dimarães da Silva, explica que o voluntário não pode ter Aids, câncer ou qualquer outra doença autoimune, e deve estar na faixa etária de 18 a 55 anos de idade incompletos, ou seja, 54 anos, 11 meses e 29 dias.

“A princípio, como é um cadastro, o voluntário procura a Fhemeron, onde fazemos o cadastro e realizamos a coleta de 5 ml de sangue. Munidos de documentos pessoais, o interessado deve estar bem alimentado, pois no mesmo dia do cadastro já é realizada a coleta, que é procedimento rápido e seguro”, conta.

Em Rondônia, cerca de 25 pessoas já passaram pelo transplante como doadoras para receptores de outros estados e, no ano de 2018, duas fizeram doação internacional. Anualmente, a Fhemeron considera aproximadamente 15 receptores à espera do transplante de medula óssea, e uma média de 50% desse número chega a receber a doação. No Brasil, a chance de encontrar um doador compatível é de uma em 100 mil.

Dimarães esclarece que, quando acontece o adoecimento e a indicação de transplante, a primeira busca pela compatibilidade é no meio familiar. “São os irmãos, tios e primos que podem ter maior possibilidade, sendo que irmãos tem 25% de chance, e tios ou primos tem 5% de chance de ser compatível com o paciente. Se não, a procura deve ser no Redome”.

O paciente é registrado em um sistema, criado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), chamado Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme). Junto ao Redome, o sistema do Inca busca alguém que seja compatível com os pacientes cadastrados. “Apesar de ser gerido pelo Inca, o sistema é um banco internacional, qualquer pessoa de qualquer lugar do mundo pode fazer essa busca”, completa o assistente social.

A preocupação que um voluntário deve ter é a atualização de dados junto ao sistema de cadastros. “Mudou de endereço ou telefone, o doador deve nos procurar aqui na Fhemeron para atualizar as informações, ou entrar no site do Inca, www.inca.gov.br/doador e fazer a atualização. No mais, é aguardar. Às vezes a pessoa se cadastra e ao passar de dois ou três anos sem dar resultado de compatibilidade, não precisa ficar preocupado pensando que nunca vai dar certo. O doador tem até os 60 anos de idade para esperar estando cadastrado no sistema e uma hora pode acontecer”, conclui o profissional.

Ex-ministro Fernando Pimentel é condenado a 10 anos de prisão

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O ex-governador mineiro e ex-ministro Fernando Pimentel (PT) foi condenado pela Justiça Eleitoral a 10 anos e 6 meses de prisão em regime inicial fechado pelos crimes tráfico de influência e lavagem de dinheiro no período em que esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento, entre 2011 e 2014, durante o governo de Dilma Rousseff.

De acordo com a decisão da juíza Divina de Paula Peixôto, Pimentel poderá recorrer em liberdade. O processo se refere à Operação Acrônimo, da Polícia Federal, que apurou um suposto esquema de lavagem de dinheiro para campanhas eleitorais. Além de Pimentel, também foram condenados os empresários Benedito Rodrigues de Oliveira, o Bené (que fechou acordo de delação premiada), Marcos Coimbra e Márcio Hiram Novaes.

Segundo o processo, Bené relatou em seu acordo de delação que Pimentel atuou pela aprovação da obra de um aeroporto particular na Grande São Paulo em troca de doações da empresa JHSF, que atua no ramo de incorporação imobiliária, de 4,2 milhões de reais para o PT e para a campanha à reeleição do ex-governador em 2014.

“É seguro concluir que se por um lado não há prova de que Fernando Pimentel tenha efetivamente influenciado na aprovação do aeroporto, do outro lado, nenhuma dúvida há de que ele convenceu José Auriemo Neto (da JHSF) de que em razão do prestígio que detinha pelo cargo que ocupava no governo influenciaria na aprovação do aeroporto”, escreveu a juíza.

Também réu, Auriemo Neto, presidente do conselho de administração da JHSF, teve seu processo suspenso após o pagamento de 1 milhão de reais ao Hospital do Câncer de Barretos e o cumprimento de requisitos previstos na Lei 9.099/1995, como reparação dos danos, proibição de frequentar determinados lugares, de ausentar-se de seu domicílio sem autorização e comparecimento mensal a juízo.

Pimentel foi acusado pelo Ministério Público de não declarar recursos utilizados na campanha de 2014, o que caracterizaria o chamado “caixa 2”. O processo contra o ex-governador tramitava no Superior Tribunal de Justiça, mas foi remetido à Justiça Eleitoral de Minas após ele encerrar o mandato, em 2018.

Na primeira fase da Operação Acrônimo, deflagrada em maio de 2015, a Polícia Federal (PF) encontrou cinco notas fiscais referentes à confecção de 34 milhões de santinhos da campanha de Pimentel ao governo do estado no ano anterior, no valor de 362 mil de reais.

Segundo a investigação na época, um cruzamento de dados revelou que os documentos “não estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seja na prestação de contas do candidato, da direção partidária ou do comitê financeiro único”. A defesa do ex-ministro sempre negou qualquer irregularidade.

Central de Regulação de Ariquemes (SISREG) está atendendo em novo endereço

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A Secretaria Municipal de saúde (SEMSAU) informa que a Central de Regulação (SISREG), está atendendo em novo endereço. O novo local está situado em anexo ao Centro de Reabilitação Belmira de Araújo, na esquina da Avenida Juscelino Kubitschek, na rua de acesso à Feira do Produtor Rural.

Criado pelo Ministério da Saúde, o SISREG abrange desde a rede básica à internação hospitalar, visando a humanização dos serviços e permitindo a realização das solicitações e agendamentos das consultas, exames e procedimentos, com transparência na fila de espera, sendo uma maneira de prestar atendimento igualitário a todos que têm acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Porteiro do condomínio de Bolsonaro depôs à PF em inquérito do caso Marielle

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O porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde tem casa o presidente Jair Bolsonaro, prestou depoimento à Polícia Federal nessa terça-feira, 19. Ele foi ouvido no inquérito aberto por ordem do ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) para apurar “tentativa de envolvimento indevido” do nome de Bolsonaro nas investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL).

A investigação teve início após reportagem da TV Globo mostrar que um homem chamado Elcio (que seria Elcio Queiroz, um dos acusados pela execução de Marielle) deu entrada no condomínio Vivendas da Barra em 14 de março de 2018 dirigindo um Renault Logan prata. Ele teria informado ao porteiro que iria visitar a casa 58, de Bolsonaro. O porteiro afirmou ter confirmado a entrada com o “seu Jair”.

O presidente, à época deputado federal, estava em Brasília conforme registros da Câmara dos Deputados.

Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, foram mortos há 616 dias – março de 2018 – em circunstâncias até hoje não esclarecidas.

A repercussão do caso levou Moro a solicitar, via Procuradoria-Geral da República, a abertura de um inquérito na Polícia Federal para apurar o depoimento do porteiro.

Segundo o ministro, há “inconsistências” no depoimento do funcionário, o que poderia classificar o ato como “crimes de obstrução à Justiça, falso testemunho ou denunciação caluniosa”.

Aras aceitou o pedido de Moro e enviou o ofício ao Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, que solicitou a abertura das investigações no dia 06. No mesmo dia, a Polícia Federal abriu o inquérito.

Perícia questionada

No dia seguinte à citação do nome de Bolsonaro no caso, o Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou perícia nos áudios, feita em menos de duas horas e meia.

Foi a partir desta análise que promotoras do caso sustentaram a tese de que o porteiro mentiu em depoimento, o que motivou a abertura do inquérito contra o funcionário do Vivendas.

O Ministério Público afirma que os áudios não foram editados, nem adulterados, mas perícia é questionada por especialistas. Segundo eles, não houve tempo suficiente para uma análise aprofundada das provas e ressaltam que, como os computadores do condomínio não foram avaliados, não é possível saber se algum áudio foi suprimido ou renomeado de forma a enganar os investigadores.

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente, exibiu nas redes sociais gravações alegadamente obtidas com o síndico do Vivendas da Barra. O próprio presidente chegou a declarar que havia pego os áudios antes que fossem “adulterados”. A declaração provocou questionamentos sobre suposta obstrução de justiça.

Federalização

Em setembro, a então a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que o caso fosse conduzido em âmbito federal, o que será analisado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) até o fim deste ano. Foi um dos últimos atos de Raquel no cargo.

A defesa de Lessa e Queiroz, inclusive, utilizam a manifestação de Raquel para pedir a suspensão do processo, alegando falhas na investigação e obstrução por parte da Polícia Civil.

A federalização do caso, no entanto, enfrenta resistências do Ministério Público do Rio, que comanda as investigações. Se aprovada, o caso deixará as mãos da promotoria estadual.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o ex-ministro da Defesa e Segurança Pública na gestão Michel Temer, Raul Jungmann, classificou como “injustificável” a ação do Ministério Público do Rio em barrar a federalização.

O Ministério Público repudiou as declarações do ex-ministro e afirmou que o acionou formalmente para dar explicações à Justiça.

EDUCAÇÃO | Crianças venezuelanas terão matrículas opcional na rede municipal de ensino

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A secretária adjunta municipal da Assistência Social e Família, Ana Maria Negreiros, a secretária adjunta municipal da Educação, Gláucia Negreiros, da Prefeitura de Porto velho, o professor doutor Geraldo Contiguiba, sociólogo e antropólogo do Ifro e a professora doutora em linguística, Marília Lima, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), reuniram-se na manhã desta quarta-feira para discutir a matrícula opcional para as crianças indígenas Warao venezuelanos.

O trabalho está sendo acompanhado pelos professores Contiguiba, e Marília Lima, devido a questão cultural. A Semed, disponibilizou os dias 9, 10, 11 e 12 de dezembro, e uma equipe para atender exclusivamente as famílias indígenas que quiserem, opcionalmente, matricular os filhos.

A proposta é que as crianças sejam matriculadas em escola em tempo integral garantindo a participação no esporte, arte e lazer.

A secretária adjunta da Semasf disse que o que é possível a prefeitura fazer, dentro do que é da sua alçada, está se fazendo, para atender os indígenas venezuelanos.

“Estamos funcionando em parcerias, numa rede. O que a lei nos permite e as condições nos possibilita, as ações estão sendo executadas. As ações são permanentes. O prefeito Hildon Chaves nos cobra todos dias. Nossa equipe com parceiros, todos os dias, estão em campo”, afirma Ana Negreiros.

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