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sábado, abril 25, 2026
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Presidente Laerte Gomes comemora conclusão do Anel Viário de Ji-Paraná

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Após 22 anos, as obras do Anel Viário de Ji-Paraná foram concluídas esta semana. O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB) comemorou a notícia e afirmou se tratar de uma obra de extrema importância para a região central e para todo o estado de Rondônia.

“O Anel Viário está todo concluído no que se refere a pavimentação asfáltica, faltando apenas pintura e sinalização, e esperamos que isso se inicie de imediato. Hoje, o maior fluxo da BR-429, principalmente de carretas, passa pelo Anel Viário, o que desafoga o trânsito dentro da cidade e oferece mais uma alternativa para o acesso rápido ao Município”, destacou Laerte Gomes.

Segundo o parlamentar, a obra avançou muito no Governo Confúcio Moura (MDB), sob a gestão do diretor do DER na época, Ezequiel Neiva (PTB), hoje, deputado estadual.

“E está sendo concluída na administração do governador Marcos Rocha (PSL), sob a gestão do atual diretor do DER, coronel Erasmo Meireles. Mesmo diante de tantos anos de obras, mais de 20, é um feito a ser comemorado. Parabenizo tanto o Governo anterior como o atual pela conclusão do Anel Viário, uma construção que valoriza, e muito, o município de Ji-Paraná”, declarou o presidente.

O parlamentar também fez questão de parabenizar todos os demais envolvidos na obra do Anel Viário. “Toda a equipe merece ser parabenizada, em especial a dos últimos anos, liderada pelo Ninho, na época chefe da usina de Ji-Paraná e agora concluídas pelo residente do DER no município, engenheiro Carlos Morais e pelo engenheiro Klayson Furtado, atual gerente da Usina de Asfalto”, concluiu o presidente Laerte Gomes.

Salles promete reduzir desmatamento, mas não apresenta nenhuma meta

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Brasília – Depois do desmatamento ter alcançado nos últimos 12 meses o maior nível desde 2008, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, prometeu nesta quarta-feira (20) que o governo vai se empenhar na redução da atividade ilegal, mas não estabeleceu metas ou prazos.

“O que percebemos é que mais importante que estabelecer metas numéricas é estabelecer uma estratégia. Estratégia inclusive que o primeiro item é o alinhamento com os Estados, que ficou 100% estabelecido hoje”, disse o ministro em entrevista depois de reunião com os governadores dos nove Estados da Amazônia Legal.

Segundo o ministro, a intenção já é ter uma redução do desmatamento no próximo Prodes, em 2020, “e do ponto de vista de tendência, eliminar o desmatamento ilegal”.

Os dados do Prodes, sistema de vigilância do desmatamento na Amazônia, foram apresentados na última segunda-feira e mostram que, entre 1 de agosto de 2018 e 31 de julho deste ano foram desmatados 9.762 quilômetros quadrados de mata nativa na região, maior valor desde 2008. O ritmo de crescimento entre 2018 e 2019, de quase 30%, é também o maior da última década.

Parte da estratégia do governo, alinhado com os governadores, segundo o ministro, é obter recursos internacionais para desenvolver atividades econômicas legais na região Amazônica, e isso será levado como posição brasileira a Conferência das Partes 25 (COP25), em Madri, no próximo mês.

“É necessário que recursos em volume considerável, compatíveis com a preservação da Amazônia, passem a fluir para países em desenvolvimento. Há um alinhamento total dos Estados com governo federal para essa negociação”, garantiu o ministro.

Questionado sobre como o Brasil pretende convencer os demais países a investirem em ações no atual governo, já que o desmatamento vem aumentando e o país não deve cumprir a meta que se autoimpôs em 2015, Salles disse que o Brasil está indo bem.

“Não concordamos que não estamos indo bem. O ano-base é 2005. O Brasil está indo muito bem na redução de emissões, em tudo. O que não está indo bem é receber os recursos que foram prometidos e são essenciais. Precisamos obter os recursos que nos foram prometidos e até agora não recebemos”, disse Salles, acrescentando que a partir de 2020 os recursos internacionais prometidos aos países em desenvolvimento para serviços ambientais alcançariam 100 bilhões de dólares.

A estratégia, no entanto, pode ser difícil de ser implementada. Até agora, o governo brasileiro criou diversos problemas para investimentos estrangeiros na questão ambiental e o presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer que ONGs estrangeiras estariam “pondo no bolso” os recursos recebidos.

Em mais de uma ocasião, Bolsonaro acusou, especialmente os países europeus, de estarem “comprando a Amazônia” e de quererem retirar a soberania brasileira na região. O Fundo Amazônia, financiado por Alemanha e Noruega para ações de preservação, está paralisado e os dois países retiraram os recursos previstos em resposta a mudanças feitas pelo atual governo e às declarações de Bolsonaro, que nesta quarta-feira disse que o Brasil não vai acabar com a destruição da floresta por se tratar de uma questão “cultural”: “Você não vai acabar com desmatamento. Nem com queimada. É cultural.”

Salles, no entanto, afirma que o Brasil presta serviços ambientais ao clima e ao planeta e que se a Amazônia tem um alto nível de conservação, o apoio dos países ricos precisa se concretizar.

“O grande ator do crescimento no desmatamento na Amazônia é a ausência de dinamismo econômico na região”, afirmou.

Salles traçou outras três estratégias resolver essa questão, já faladas anteriormente, e que incluem a regularização fundiária, o zoneamento econômico-ecológico para definir o potencial econômico de cada área, e uma agenda de bioeconomia, para incentivar produtos vindos da floresta.

Segundo o ministro, essas questões precisam deixar de ser ideias para serem “uma atitude concreta, transformando essas ações em um ambientalismo de resultado.”

A reunião com os governadores também analisou o uso de verbas oriundos da recuperação de recursos da Petrobras pela operação Lava Jato. O ministério terá 230 milhões de reais e os Estados, outros 430 milhões. Salles não detalhou como serão usados os recursos da sua pasta.

Já os governadores, segundo Flávio Dino, do Maranhão, usarão a verba para ações de prevenção e repressão aos crimes ambientais e também na legalização fundiária.

“Consideramos que esses aspectos são a garantia de que a lei será respeitada”, disse o governador.

Agero coíbe irregularidades no transporte rodoviário intermunicipal de passageiros em Guajará-Mirim

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A denúncia de que empresas de ônibus estavam realizando de forma irregular o transporte rodoviário intermunicipal de passageiros, em Guajará-Mirim, foi de pronto verificada pela Diretoria de Normatização e Fiscalização de Serviços da a Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Rondônia (Agero) em uma operação de fiscalização integrada.

A ação foi realizada na entrada da cidade, de 12 a 16 deste mês, com o apoio da Receita Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal.  Parcerias que, segundo o diretor de Normatizações Fiscalizações e Serviços Públicos da Agero, Magnum Jorge Oliveira da Silva, permitiu um trabalho mais efetivo.
Na operação foram constatadas irregularidades como falta do porte de documentos obrigatórios para realização do serviço, falta de vistoria do veículo e seccionamento de passageiros. As empresas foram autuadas. A Receita Federal realizou também, durante a operação, a apreensão de mercadorias destinadas a revenda e sem o devido recolhimento de imposto.
Para o diretor de Normatizações Fiscalizações e Serviços Públicos da Agero, a participação da população através de denúncias, o trabalho eficiente da ouvidoria e o planejamento da Agero têm possibilitado dar resposta céleres às demandas de regulação de serviços públicos em Rondônia. ‘‘Quando recebemos denúncias, procuramos atender a população de forma eficiente através de um plano de ação’’, conta.

Ministério Público vai promover Encontro de Educação Inclusiva com Instituições de ensino da rede privada

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O Ministério Público do Estado de Rondônia vai realizar no dia 28 de novembro, das 8 às 12 horas, o “Encontro de Educação Inclusiva da Promotoria de Justiça da Educação com Instituições de Ensino da Rede Privada”. O objetivo do evento é discutir com essas instituições a garantia do direito à educação dos alunos com deficiência a fim de impulsionar essas instituições a implementarem a Educação Inclusiva de forma plena.

O encontro será realizado no auditório do edifício-sede do MPRO, em Porto Velho,  com palestra de abertura da especialista em Educação Inclusiva, Sylvia Thomaz, sobre “Educação Inclusiva na Prática”. Também haverá palestra da representante do Grupo Mães Coragem Indesistíveis, Flaviana Tertuliana de Barros, com o tema  “Inclusão para Quem?” e da Promotora de Justiça da Educação, Priscila Matzenbacher Tibes Machado, “Educação Inclusiva para Todos”. A Promotora também fará proposições para garantia plena do direito à educação de crianças com deficiência.

O encontro contará com a participação de representantes do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de Rondônia, Secretaria Municipal de Educação de Porto Velho, Secretaria de Estado da Educação, Conselho Municipal de Educação de Porto Velho, Conselho Estadual de Edução, II, Juizado da Infância e Juventude de Porto Velho, além de educadores e pais de alunos com deficiência.

‘Você não vai acabar com desmatamento nem com queimadas, é cultural’, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (20) que não é possível acabar com o desmatamento e com as queimadas no Brasil, já que, afirmou, se trata de uma questão “cultural”.

Bolsonaro deu a declaração durante entrevista na saída do Palácio da Alvorada. Ele foi questionado se conversou com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sobre os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de aumento do desmatamento na Amazônia.

“Você não vai acabar com o desmatamento nem com queimadas, é cultural. Eu vi a Marina Silva criticando anteontem. No período dela tivemos a maior quantidade de ilícitos na região amazônica”, respondeu Bolsonaro.

Gestão de Marina Silva

Marina Silva foi ministra do Meio Ambiente de janeiro de 2003 a maio de 2008. Neste período foram registrados dois recordes de desmatamento na Amazônia Legal: em 2004, foram desmatados 27.772 km² de floresta e, em 2003, foram 25.396 km².

Os números se referem ao segundo e terceiro piores índices de destruição da floresta, ficando atrás apenas do ano de 1995, quando 29.059 km² da Amazônia foram devastados. Os dados são do Prodes, o sistema oficial do governo federal que mede o desmatamento na Amazônia e é gerido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Em 2003, quando o índice atingiu mais de 25 mil km² de floresta desmatada, Marina Silva criou um grupo com 11 ministérios para planejar ações e conter a degradação da floresta. Ela também prometeu divulgar os dados de desmatamento seis meses antes do previsto para planejar as ações de combate. As informações estão no portal do Ministério do Meio Ambiente e foram publicadas em julho de 2003.

No ano seguinte, em 15 de março de 2004, foi lançado o Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), onde está inserido o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter). Este sistema de alertas permite que o Ibama fiscalize a área de floresta que tem sinais de degradação.

A divulgação destes dados preliminares de desmatamento foi duramente criticada pelo presidente Jair Bolsonaro, que chegou a sugerir que o então diretor do Inpe, Ricardo Galvão, estivesse a serviço de “alguma ONG”. O episódio levou à demissão de Galvão e a uma onda de críticas de ambientalistas, que defenderam a metodologia e os dados apresentados pelo instituto.

Desmatamento 2018/2019

Conforme o Inpe, a área desmatada na Amazônia foi de 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019, um aumento de 29,5% em relação ao período anterior (agosto de 2017 a julho de 2018), que registrou 7.536 km² de área desmatada.

Os dados foram divulgados na segunda-feira (18) são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), considerado o mais preciso para medir as taxas anuais. O Prodes é diferente do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que mostra os alertas mensais e já sinalizava tendência de aumento.

O presidente foi questionado se mudar regras de regularização fundiária seria uma opção para combater o desmatamento. Segundo ele, o governo pretende dar a titularidade de áreas para os proprietários, a fim de identificar os responsáveis por eventuais crimes.

“Nós queremos é titularizar as terras, daí uma vez havendo o ilícito, você sabe quem é o dono da terra, hoje em dia você não sabe”, argumentou.

Bolsonaro ainda afirmou que a titularização por autodeclaração tem “previsão” de entrar em uma medida provisória.

Em vigor, defeso proíbe pesca de espécies como dourada, jatuarana, filhote e outros

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Já está proibida desde dia o 15 último e vai até 15 de março do próximo ano, a pesca da dourada, filhote, jatuarana e de outras espécies de características reprodutivas semelhantes, segundo informou na terça-feira (19) a mestra zootecnista Lariessa Soares, gerente de Pesca da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

Segundo ela, esta é uma providência legal e fundamental do Governo de Rondônia, que estabelece o período de defeso com a proibição da pesca durante a fase de reprodução natural dos peixes, com períodos distintos para espécies diferentes. A proibição da pesca dessas espécies que incluem também o surubim, caparari, pirapitinga e a pescada atende à norma prevista na Portaria 428/2018/ GAB/Sedam, que regulamenta dispositivo da Constituição Estadual (art. 219) sobre o tema.

A zootecnista da Sedam lembrou que esta é apenas uma das fases de proibição da pesca para algumas espécies, visto que para outras como o tambaqui e pirarucu, o período de defeso começou dia 1º de outubro para o primeiro e 1º de novembro para o segundo, indo até o final dos meses de março e abril respectivamente, sempre com proibição e fiscalização exemplar e com apelo à população para que não compre peixe ilegal, e exija o certificado de origem ao comerciante. “Só assim conseguiremos manter o estoque para reprodução”, disse a professora Lariessa Soares, destacando que essas são espécies mais sensíveis e que o Estado faz grande esforço para sua preservação.

Ela explicou que a relação de espécies que precisam ser preservadas poderia ser bem maior se fossem realizados estudos mais aprofundados sobre elas, com identificação, manejo, períodos e estratégias de reprodução. Segundo sua explicação, já é possível notar uma diminuição considerável dos estoques pesqueiros e de algumas espécies em especial, como a dourada, por exemplo, e por isso, a necessidade da recomposição natural desse conjunto de espécies (ictiofauna) e do respeito à piracema, que é o processo de migração dos peixes para as cabeceiras dos rios para desova e reprodução, conforme justificativa da Portaria do Defeso.

Dessa forma, de acordo com os termos da Portaria 428/2018, com exceção das espécies conhecidas como piranha, piau, pirarara, traíra, cuiucuiu, cubiu, branquinha, bodó, pacu, jaú, acará e jaraqui, fica proibida de 15 de novembro a 15 de março, a pesca em todos os rios do território rondoniense, medida que é dada a conhecer à sociedade por meio de campanhas publicitárias, folhetos e folderes, tudo pela preservação, conforme indica a Sedam.

Por outro lado, podem os pescadores, profissionais, artesanais e amadores, pescar e transportar, obedecendo ao limite de captura e transportes (art. 4º, I), “… até cinco quilos (5 kg) de peixe ou um exemplar, por semana, para os pescadores profissionais artesanais e amadores, inclusive na modalidade pesque e solte, devidamente licenciados e àqueles dispensados de licença na forma do artigo 29 do Decreto-Lei nº 221, de 28 de fevereiro de 1967, com redação dada pelas Leis nº 6.585, de 24 de outubro de 1978, sendo vedada a sua comercialização”.

Nos mesmos termos também é facultada a pesca de até 5 kg (cinco quilos) de peixe ou um exemplar, por dia, a título de subsistência (para alimentação da família), para as populações ribeirinhas, com proibição plena da comercialização.

CPMI das Fake News cancela audiência com Joice Hasselmann

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Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga as fake news (CPMI das Fake News) cancelou a reunião que faria hoje para ouvir a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP). Joice ia esclarecer declarações sobre milícias digitais feitas por ela em suas redes sociais.

A comissão ainda não marcou nova data para ouvir a deputada.

Prefeitura divulga edital para coordenador de polo da UAB

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A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação divulgou na quinta-feira (14), edital de processo seletivo, destinado ao preenchimento de uma vaga para o cargo de coordenador do Pólo de Apoio Presencial da Universidade Aberta do Brasil, mantido pela administração municipal de Porto Velho.

A seleção será conduzida pela Comissão Organizadora do processo seletivo designado pela portaria municipal 258/Semed, de 6 de setembro de 2019. As inscrições deverão ser efetuadas no período de 18 a 22 de novembro de 2019. Clique aqui para fazer sua inscrição.

O processo seletivo obedece às instruções das Portarias CAPES nº 183, de 21 de outubro de 2016, Lei nº 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, Portaria CAPES nº 15, de 23 de janeiro de 2017, Portaria CAPES nº 139 de 13 de julho de 2017 e Portaria Nº 232, de 9 de outubro de 2019 que prevê a realização da seleção em uma etapa eliminatória e outra classificatória.

Para concorrer ao cargo é necessário, entre outras exigências, ser professor efetivo da Secretaria Municipal de Educação de Porto Velho, com contrato mínimo de 20h, desde que tenha disponibilidade de atuar 40h semanais.

Para maiores esclarecimentos, pode acessar aqui o edital.

Cirurgiões plásticos realizam reconstrução de orelhas a partir da cartilagem das costelas no Hospital de Base em Porto Velho

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Desde os oito anos de idade este é o meu sonho, estou um pouco ansiosa, mas feliz. No sábado me ligaram e me avisaram da cirurgia”, disse a jovem Ana Carolina dos Santos, 21 anos, que é uma das nove pacientes que passaram pelo procedimento de reconstrução da orelha executado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP), em Porto Velho, em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC).

O cirurgião plástico responsável pelos procedimentos e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Leandro Debs Procópio, explica que estas ações para cirurgias reconstrutivas e reparadoras tem recebido o apoio da SBPC e os médicos voluntários tem visitado vários estados para realizar os procedimentos.

“É a terceira vez que realizamos a ação para pacientes que nasceram com alguma malformação na orelha ou sofreram algum trauma, como queimadura, corte ou mordida, em que a pessoa perdeu parte do pavilhão auricular e para nos ajudar contamos com apoio do especialista Gustavo Moreira, cirurgião plástico de Belo Horizonte para nos ajudar, pois é uma cirurgia de alta complexidade, uma das mais difíceis de reconstrução é a de orelha”, disse Leandro Debs Procópio.

O secretário da Sesau, Fernando Máximo, conheceu um pouco da história de uma dos pacientes submetidos ao procedimento, um jovem que veio do interior e que teve parte da orelha arrancada por um  cachorro. “Estas cirurgias são complexas e demoradas. Os pacientes aguardam muito tempo pela realização. O momento hoje é de vitória por conseguirmos devolver a autoestima a algumas destas pessoas e, também, de agradecer pela parceria”, destacou Máximo.

Segundo o especialista Gustavo Moreira, o procedimento é feito em várias etapas.“Esta é a primeira etapa para a maioria dos pacientes que foram chamados onde se faz o arcabouço cartilaginoso retirado da costela, é um trabalho delicado em que é necessário esculpir bem para que fique o mais parecido possível com uma orelha e na segunda etapa a gente solta essa orelha da região lateral da cabeça e, se for o caso, outras etapas podem ser necessárias”.

Ainda de acordo com o cirurgião, para pequenas perdas usa-se a cartilagem da outra orelha, mas para perdas totais a costela é a única fonte de cartilagem viável para fazer uma estrutura completa.As cirurgias foram realizadas nos dias 17,18 e 19 de novembro.

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