Relator do caso, o ministro Gilmar Mendes decidiu deixar para o próximo ano o julgamento na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal do pedido de suspeição do ex-juiz Sergio Moro, acusado pela defesa de Lula de ter sido parcial na condução do processo do triplex do Guarujá que o condenou por corrupção.
Embora ainda responda a meia dúzia de processos, Lula quer recuperar seus direitos políticos para disputar as eleições de 2022. Mas para isso sua condenação terá de ser anulada. A Segunda Turma é formada pelos ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes, Carmen Lúcia, Edson Fachin e Ricardo Lewandowski.
Ali, Cármen e Fachin são considerados votos certos para derrotar o pedido de suspeição de Moro. Gilmar e Lewandowski, para acolher o pedido. A sorte de Lula depende do voto de Celso de Mello, o decano do tribunal. Por ora, Gilmar ainda não faz a menor ideia de como Celso deverá votar.
Abrindo o segundo semestre de novembro a Escola do Legislativo (EL), da Assembleia Legislativa (ALE) abriu nesta segunda-feira (18) mais dois cursos relativos a grade do mês com cerca de cem alunos matriculados, visando a melhoria da mão de obra pública e também da iniciativa privada.
Na parte da manhã 50 alunos estão participando do curso “O Sentido e o Propósito do seu Trabalho para a Sociedade”. São 20 horas/aula com exigência de alunos com no mínimo 16 anos de idade e cursando ou concluído o ensino fundamental, no horário das 8h às 12h.
À tarde está sendo ministrado o curso de “Administração e Finanças Pessoais”, com mais de 50 inscritos e duração de 20 horas/aula a alunos com idade acima de 16 anos e cursando ou concluído o ensino médio. O horário é das 14h às 18h.
Os cursos são ministrados na sede da Escola do Legislativo, antigas instalações da ALE, em Porto Velho, na rua Major Amarante, 390. Eles serão encerrados na próxima sexta-feira (22). Após avaliação dos participantes os alunos receberão certificados de conclusão.
A EL é a ferramenta da ALE, presidida pelo deputado Laerte Gomes (PSDB), para capacitar constantemente o servidor público, seja para atender os gabinetes ou à comunidade em geral. “Somente investindo na educação teremos sucesso na missão social do Parlamento Estadual em favor da comunidade”, diz o diretor geral da escola, Fábio Ribeiro.
A prioridade da escola é capacitar os servidores públicos da ALE e dos demais órgãos públicos: câmaras de vereadores, prefeituras, executivo estadual, judiciário, Ministério Público (federal e estadual) e também a comunidade em geral, com as vagas remanescentes. “Além de qualificar o servidor público, ainda, temos condições de colaborar com a melhoria da mão de obra da população com os cursos aplicados mensalmente”, concluí Fábio Ribeiro.
Os cursos oferecidos pela escola são gratuitos. Na ocasião da inscrição o aluno é convidado a doar uma lata de leite em pó de 400g para o Banco de Leite (BC). Posteriormente o BC distribui o leite arrecadado para entidades beneficentes, previamente cadastradas, que atendam crianças acima de um ano e idosos.
Consumidores têm até o dia 30 de novembro para negociar dívidas no Feirão Limpa Nome da Serasa. Por meio de uma plataforma online, é possível descobrir os valores devidos a diversos credores cadastrados, como bancos e operadoras de telefonia, e obter oportunidades que vão de pagamentos parcelados até descontos que chegam a 98%.
Segundo a entidade, a última edição, realizada em março, facilitou o fechamento de mais de 679 mil acordos com abatimentos na casa dos R$ 2,8 bilhões. O número de inadimplentes, no entanto, segue alto, na casa dos 63,2 milhões de pessoas — o setor bancário e de cartões de crédito responde por 28% das dívidas. Veja, a seguir, como usar o serviço para quitar débitos pela Internet.
Passo 1. Acesse o portal Limpa Nome da Serasa (serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online) pelo navegador do computador ou do celular. Digite o seu CPF no campo em destaque e pressione o botão “Consultar”;
Passo 2. Preencha o formulário com nome, data de nascimento, e-mail e senha para criar uma conta. Se já tiver registro no serviço, o site pedirá a senha após informar o CPF;
Passo 3. O Limpa Nome faz o rastreio automático de dívidas que têm ofertas ativas durante o Feirão. De cara, é possível ver o valor original, a empresa credora e o valor com desconto para quitar o débito. Assinale a seta ao lado para ver mais detalhes;
Passo 4. O site mostra informações como a data de vencimento original e o código de contrato, que podem ser úteis tanto para ajudar a lembrar da dívida quanto para contestar o credor caso não reconheça o débito. Selecione a opção “Ver oferta” para avançar;
Passo 5. No painel à direita, veja quais são as opções de pagamento oferecidas pelo credor. Escolha a opção “Parcelamento” para checar se há flexibilidade para pagar mensalmente, e em “Data de vencimento” para escolher o melhor dia para começar a pagar;
Passo 6. Por fim, verifique o resumo do pagamento, leia os termos e condições do serviço e marque a caixa ao lado, e pressione “Concluir acordo” para baixar o boleto.
Centenas de pessoas passaram pela Galeria de Artes, do Porto Velho Shopping, em Porto velho, na sexta e sábado (15 e 16), onde foi realizado o projeto Ciência na Rua. A iniciativa da Fiocruz RO é uma oportunidade para a população interagir com os pesquisadores, acadêmicos de mestrado e doutorado e voluntários que desenvolvem pesquisa na área da Saúde Pública, em Rondônia.
A primeira edição do evento ocorreu no ano passado, e levou milhares de pessoas ao Espaço Alternativo e ao shopping da capital. Neste ano, não foi diferente. Em alusão à 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) uma multidão compareceu ao Espaço Alternativo no dia 26 de setembro, e dando continuidade ao evento foi a vez do Porto Velho Shopping receber a comunidade em geral. O evento encerrou no sábado (16).
Preparado para chamar a atenção do público, o Ciência na Rua 2019 reservou muitas novidades. No Palco do Ciência Show, equipes se revezaram para apresentações teatrais bem criativas e lúdicas, com temáticas do cotidiano que envolvem o conhecimento científico e a participação da população no combate a algumas doenças. O cenário de uma floresta repercutiu positivamente entre os frequentadores, além disso, com um espaço dedicado a explicações de transmissões de doenças e como determinados vetores se reproduzem no ambiente, representando riscos à saúde humana.
Outra novidade, este ano, foi o espaço dedicado à construção da história da ciência na região e participação da Fiocruz RO em ações de pesquisa em saúde pública, com projeções de vídeos e narrativas que relembraram a passagem por Rondônia de personagens importantes como o médico sanitarista Oswaldo Cruz, no começo do século passado por ocasião da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, e o professor Luiz Hildebrando Pereira da Silva, que teve papel de destaque na consolidação da pesquisa na área da saúde, em Rondônia.
O memorialista e historiador Anísio Gorayeb participou como convidado especial, promovendo amplo debate sobre a importância da Fiocruz RO para o desenvolvimento das políticas de saúde e fortalecimento da pesquisa na região Norte do país.
O coordenador da Fiocruz RO, Jansen Fernandes de Medeiros, enfatizou que o Ciência na Rua é uma iniciativa que veio para consolidar o ideal da instituição, de manter-se cada vez mais próximo da sociedade rondoniense, “uma vez que todos os nossos pesquisadores estão envolvidos, com seus laboratórios e projetos de pesquisa à disposição de toda a comunidade”.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Laerte Gomes, é autor do projeto de Lei criando o Dia Estadual do Adventista em Rondônia. Não se trata de feriado, a exemplo do Dia do Evangélico, mas tão somente um dia para comemorar os feitos da instituição em várias frentes sociais. A data escolhida foi o dia 22 de outubro por tratar-se de um marco na igreja.
“A decisão é um reconhecimento ao trabalho executado pela Igreja Adventista em todo o território rondoniense que, aliás, atua em diversas frentes como educação, saúde e projetos sociais”, ressaltou Laerte Gomes.
De acordo com o presidente, a data escolhida é emblemática para os adventistas. Após estudos meticulosos das Escrituras Sagradas, o dia 22 de outubro de 1844 ficou marcado como a data e quem Jesus Cristo entrou no “santo dos santos do santuário celestial para dar início a Sua obra de julgamento”, conforme interpretações da profecia de Daniel.
A partir de células sanguíneas humanas, pesquisadores brasileiros conseguiram obter organoides hepáticos – ou minifígados – capazes de exercer as funções típicas do órgão, como produção de proteínas vitais, secreção e armazenamento de substâncias. A inovação permite a produção de tecido hepático no laboratório em apenas 90 dias e pode se tornar, no futuro, uma alternativa ao transplante de órgãos.
No estudo, realizado no Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela FAPESP na Universidade de São Paulo (USP) –, foram combinadas técnicas de bioengenharia, como reprogramação celular e produção de células-tronco pluripotentes, com a bioimpressão 3D. A estratégia permitiu que o tecido produzido pela impressora mantivesse as funções hepáticas por um período mais longo que o registrado em trabalhos anteriores de outros grupos.
“Ainda existem etapas a serem alcançadas até obtermos um órgão completo, mas estamos em um caminho muito promissor. É possível que, em um futuro próximo, em vez de esperar por um transplante de órgão seja possível pegar a célula da própria pessoa e reprogramá-la para construir um novo fígado em laboratório. Outra vantagem importante é que, como são células do próprio paciente, a chance de rejeição seria, em teoria, zero”, disse Mayana Zatz, coordenadora do CEGH-CEL e coautora do artigo publicado na revista Biofabrication.
A inovação do estudo está na forma de incluir as células na biotinta usada para formar o tecido na impressora 3D. “Em vez de imprimir células individualizadas, desenvolvemos uma maneira de agrupá-las antes da impressão. São esses ‘gruminhos’ de células, ou esferoides, que constituem o tecido e mantêm a sua funcionalidade por muito mais tempo”, explicou Ernesto Goulart, pós-doutorando do Instituto de Biociências da USP e primeiro autor do artigo.
Desse modo, evita-se um problema comum à maioria das técnicas de bioimpressão de tecidos humanos: a perda paulatina do contato entre as células e, consequentemente, da funcionalidade do tecido.
No estudo, a formação dos esferoides ocorre já no processo de diferenciação, quando as células pluripotentes são transformadas em células do tecido hepático (hepatócitos, células vasculares e mesenquimais). “Começamos o processo de diferenciação já com as células agrupadas. Elas são cultivadas em agitação e espontaneamente formam agrupamentos”, disse Goulart.
Um fígado em 90 dias
De acordo com os pesquisadores, o processo completo – desde a coleta do sangue do paciente até a obtenção do tecido funcional – demora aproximadamente 90 dias e pode ser dividido em três etapas: diferenciação, impressão e maturação.
Inicialmente, os pesquisadores reprogramam as células sanguíneas para que regridam a um estágio de pluripotência característico de célula-tronco (células-tronco pluripotentes induzidas ou iPS, técnica que rendeu o Nobel de Medicina ao cientista japonês Shinya Yamanaka, em 2012). Em seguida, induzem a diferenciação em células hepáticas.
Os esferoides são então misturados à biotinta, uma espécie de hidrogel, e impressos. As estruturas resultantes passam por um período de maturação em cultura que dura 18 dias.
“A deposição dos esferoides durante a impressão ocorre em três eixos, algo necessário para o material ganhar volume e o tecido ter sustentação. Depois é feita uma reação de reticulação para que a impressão – que tem a consistência de um gel – enrijeça a ponto de ser manipulada ou até mesmo suturada”, disse Goulart.
A maioria dos métodos disponíveis para impressão de tecidos vivos usa imersão e dispersão celular dentro de um hidrogel para recapitular o microambiente e a funcionalidade do tecido. No entanto, provou-se que, ao fazer a dispersão célula a célula, a tendência é que ocorra a perda de contato celular e de funcionalidade.
“É um processo um pouco traumático para as células, que necessitam de um tempo para se acostumar com o ambiente e ganhar funcionalidade. Nessa etapa, elas ainda não são um tecido, pois estão dispersas, mas, como pudemos constatar, já têm a capacidade de desintoxicar o sangue e também de produzir e secretar albumina [proteína produzida exclusivamente pelo fígado], por exemplo”, disse Goulart à Agência FAPESP.
No estudo, os pesquisadores desenvolveram os minifígados usando como matéria-prima células de sangue de três voluntários. Foram comparados marcadores relacionados à funcionalidade, como a manutenção de contato celular, produção e liberação de proteínas. “Os esferoides funcionam muito melhor do que os obtidos por dispersão célula a célula. Como previsto, durante a maturação, eles não tiveram os marcadores de função hepática reduzidos”, disse.
Embora o estudo tenha se limitado à produção de fígados em miniatura, Goulart acredita ser possível a produção de órgãos inteiros no futuro, que poderiam ser transplantados. “Fizemos em uma escala mínima, mas com investimento e interesse é muito fácil de escalonar”, disse.
O artigo 3D bioprinting of liver spheroids derived from human induced pluripotent stem cells sustain liver function and viability in vitro (doi: 10.1073/pnas.1904384116), de Ernesto Goulart, Luiz Carlos de Caires-Junior, Kayque Alves Telles-Silva, Bruno Henrique Silva Araujo, Silvana Aparecida Rocco, Mauricio Sforca, Irene Layane de Sousa, Gerson Shigeru Kobayashi, Camila Manso Musso, Amanda Faria Assoni, Danyllo Oliveira, Elia Caldini, Silvano Raia, Peter I Lelkes e Mayana Zatz, pode ser lido em iopscience.iop.org/article/10.1088/1758-5090/ab4a30.
Rio – A Polícia Civil divulgou, nesta terça-feira, que um PM da UPP Fazendinha foi indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar) pela morte de Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos. A menina foi atingida por um fragmento de projétil quando voltava para casa com a mãe dentro de uma kombi, no Complexo do Alemão, no dia 20 de setembro. Na ocasião, ela chegou a ser socorrida no Hospital Getúlio Vargas (HGV), mas não resistiu aos ferimentos.
A identificação do policial militar indiciado não foi divulgada. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), responsável pelas investigações, o inquérito do caso já foi encaminhado ao Ministério Público estadual (MPRJ).
O inquérito tomou como base depoimentos de testemunhas, de PMs em serviço na UPP que estavam no local do crime, além de diversas perícias e o laudo da reconstituição do caso, realizada no dia 1º de outubro.
Ainda segundo a polícia, o resultado da perícia apontou que houve erro de execução por parte do PM, como divulgado inicialmente pelo jornal Extra. De acordo com as investigações, o policial tentou atingir dois suspeitos que passavam em uma moto, mas o projétil ricocheteou e atingiu Ágatha no interior do veículo.
Além do indiciamento do PM, a Polícia Civil também pediu o afastamento do agente da UPP e a proibição de contato dele com qualquer testemunhas do caso que não sejam policiais militares.
Com o início do inverno amazônico, o prefeito Hildon Chaves vem intensificando os esforços para minimizar os alagamentos decorrentes das fortes chuvas que são comuns nessa época do ano.
Para dar suporte a intensa programação de desobstrução das caixas coletoras, melhorando o sistema de drenagem das águas pluviais, a Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb) recebeu um novo caminhão modelo “tatuzão”.
O caminhão de hidrojateamento, que faz a limpeza pesada e desobstrução das bocas de lobo, foi adquirido com recursos próprios da Prefeitura de Porto Velho, ao custo de R$ 1.117.000,00.
Apesar dos investimentos da administração em maquinário e os esforços da equipe de limpeza, o subsecretário Wellen Prestes lembra que a população tem papel fundamental na minimização dos pontos de alagamento.
“Todo lixo descartado de forma incorreta, com as chuvas são arrastados para as bocas de lobo, entupindo e transbordando. O trabalho se torna árduo e repetitivo”, explicou Prestes.
A ação educativa, pit stop, iniciou na segunda-feira (18) e acontece durante toda a semana nas principais avenidas da capital.
As equipes são formadas por servidores da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), acadêmicos da Universidade Federal de Rondônia e profissionais da saúde pública, uma parceria entre os municípios e o Estado para combater a tuberculose, doença infectocontagiosa que, se não tratada, pode levar à morte.
“Dia 17 de novembro é o Dia Nacional de Combate a Tuberculose, e a Agevisa, em parceria com os municípios, está fazendo esse pit stop educativo para conscientizar a população e informar sobre as doenças e como preveni-las”,destacou a coordenadora estadual de combate à tuberculose, Nilda de Oliveira.
Segundo Nilda, o número de notificações da doença no estado aumentou graças as campanhas de conscientização sobre a doença. “Quanto mais divulgamos o que é a doença e como tratá-la, mais pessoas são informadas e procuram as unidades de saúde”, acrescentou a coordenadora.
A enfermeira Rafaele Bonfim faz parte de um grupo de estudos em tuberculose, e afirma que várias pesquisas são realizadas em Rondônia, uma delas aborda o número grande de pessoas que abandonam o tratamento e acabam contagiando outras pessoas, já que o contágio ocorre em sua maioria pelo ar, através de tosse ou espirros.
“A educação em saúde não se faz apenas dentro de uma sala, ou setor de saúde, ela se faz também nas ruas. Nós precisamos chegar ao maior número de pessoas, e um trabalho como este é muito importante, já que nos propicia alcançar uma grande diversidade de pessoas”, ressaltou.
Outro dado apontado é que a doença está mais presente em homens, cerca de 70% dos casos de notificações são em pacientes do sexo masculino, em muitos casos porque deixam de lado os cuidados com a saúde.
O jovem Edenilson do Espirito Santo ficou surpreso com o dado, e diz que agora vai prestar mais atenção na saúde.
“Eu já ouvi falar da tuberculose, mas não sabia muito sobre tratamento e como se pegava ela. Agora tô bem mais informado e atento”, explicou o jovem autônomo.
NOVEMBRO AZUL
Assim como ele, o Francisco Oliveira também ficou informado sobre a tuberculose e o Novembro Azul, movimento mundial que busca alertar, conscientizar e prevenir o câncer de próstata, muito comum em homens. Ele explica que é importante cuidar da saúde, e mais ainda de deixar o preconceito de lado.
“Hoje a tecnologia está bastante avançada, e nós, como homens, temos que dar mais importância à saúde. A mulher sempre me cobra e eu tenho feito meus exames de rotina. Já fiz minha prevenção ao câncer de próstata, é algo simples, faz o PSA e o exame já acusa se tem alguma coisa errada ou não, o importante é ter saúde” afirmou Francisco.
A ideia é juntar as duas campanhas: Combate à Tuberculose e ao câncer de próstata para alertar um maior número de pessoas e otimizar nossas ações. “É um mês totalmente voltado à conscientização”, finalizou a coordenadora, Nilda Oliveira.