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quinta-feira, abril 23, 2026
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Ministério Público de Rondônia e Polícia Federal deflagram Operação Deforest em Ariquemes

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O Ministério Público de Rondônia, por meio da Promotoria de Justiça de Ariquemes, e Polícia Federal, deflagraram na manhã desta quarta (23/10) a Operação Deforest visando desarticular organização criminosa fortemente armada sediada em Ariquemes e com atuação em Cujubim, na Linha 106, Região Soldado da Borracha, conhecida também como “Estrada do Chaules”.

Foram cumpridos 16 mandados de prisão preventiva e 21 de buscas e apreensão expedidos pelo juízo da 1ª Vara Criminal de Ariquemes.

Foram presos nesta manhã o líder, o primeiro escalão e o braço armado do grupo, que tinha policiais militares como parte de seus integrantes.

As investigações iniciaram em maio de 2018 e foi descoberto que a organização funcionava no mesmo padrão de milícia, na zona rural, e usavam uma porteira no Ramal Soldado da Borracha para controlar o acesso de posseiros no local, cobrar altos pedágios para passagens de caminhões e máquinas e intimidar, ameaçar e expulsar posseiros que já estavam nos lotes, extorquindo-os, além de comercializar irregularmente glebas.

Diversas famílias foram extorquidas e o grupo se apropriou de dezenas de lotes, os quais seriam vendidos pela organização a preços individuais de R$ 100 mil a 150 mil reais. Foi estimado que a organização movimentou e tinha expectativa de arrecadar cifras milionárias.

Eles se valiam do braço armado, formado por policiais e jagunços, para impor suas vontades e difundir medo na Linha 106, onde fica a área de interesse e atuação da organização.

Durante o cumprimento das medidas foi apreendido farto material bélico, além de dinheiro e inúmeros documentos ligados às atividades ilícitas da organização criminosa.

A operação também teve o apoio do Exército Brasileiro e Corregedoria da Polícia Militar de Rondônia, para cumprimento dos mandados.

Todos serão processados pelos crimes de organização criminosa armada, extorsão qualificada, posse ilegal de arma de fogo, entre outros. As penas somadas poderão alcançar ao menos 30 anos de reclusão para cada réu.

Tudo fachada: Harry está desequilibrado e Meghan bota fogo

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Três assuntos dominam a Inglaterra — e o Brexit nem vem em primeiro lugar.

O derretimento emocional do príncipe Harry está estarrecendo o país e é uma encrenca danada para a monarquia.

Harry chorou recentemente numa cerimônia pública ao falar do filho, disse que não consegue superar a morte da mãe e a comparou à mulher, Meghan.

Prognosticou um desastre semelhante ao que matou a princesa Diana e culpou a imprensa por todos os males, reais e imaginários, que vê na sua vida.

Pior ainda, admitiu publicamente que ele e o irmão, William, futuro rei, estão seguindo caminhos separados.

Confirmou, assim, uma ruptura que todo mundo já tinha percebido, mas que conviria mais ficar no campo das suposições, em nome da homenagem que o vício presta à virtude quando se trata de manter a imagem de uma instituição anacrônica como a monarquia, preservada apenas por personificar a tradição nacional e manter um alto nível de estima e respeito entre os cidadãos.

Ou melhor, súditos. Uma população que é considerada assim precisa ser tratada na palma da mão pela realeza.

Para culminar, “pessoas” ligadas ao casal plantaram na CNN que o palácio de Buckingham está cheio de profissionais inexperientes, incapazes de entender o alto valor que Harry e Meghan representam para o regime monárquico.

Os dois, segundo sua própria e superestimada avaliação, são responsáveis por, sozinhos, terem modernizado a monarquia.

Em vez de ajudar o marido, com quem forma um casal tão unido, e aconselhá-lo a procurar ajuda profissional, Meghan está desmentindo a imagem de mulher totalmente no controle da situação.

Independente, segura, com carreira própria como atriz de série de televisão e acostumada ao mundo das celebridades, embora em escala muito menor, ela surgiu como uma novidade adorável na família real.

rainha Elizabeth manifestou publicamente, pelos sorrisos e a expressão corporal, pois não é mulher de ficar declarando sentimentos, uma receptividade autêntica e calorosa à escolhida por seu neto.

Até a cor da pele, um dos mais de cinquenta tons produzidos por um pai branco e uma mãe negra, foi saudada como um fator positivo.

O casal foi nomeado para representar a rainha na comunidade de nações das quais ela continua a ser chefe de Estado ou preserva laços especiais com a ex-potência colonial.

Como muitas antigas colônias são na África, no Oriente Médio e no Caribe, Meghan, pela mistura racial, foi vista como um trunfo.

Artigos nos jornais, especialmente nas seções de moda, disputavam quem se derretia mais pela futura duquesa de Sussex, com um estilo produzido por profissionais do mundo da imagem e segurança para enfrentar as câmeras que só as atrizes conseguem ter.

Houve reações negativas do público? Certamente.

Foram produtos do racismo? Em uma parte, sem dúvida.

Em outra, maior, resultado das cobranças que sofre qualquer plebeia que tenha a capacidade de fisgar um príncipe e entrar para a família real.

DINHEIRO DOS OUTROS

Ainda mais uma americana, com um ex-marido e a vida amorosa de uma mulher contemporânea com mais de 30 anos e, principalmente, uma família disfuncional.

Thomas Markle, iluminador aposentado do México, foi a porta de entrada para as fofocas dos tabloides sobre Meghan.

Antes mesmo do casamento, ele vendeu fotos falsamente roubadas, uma armação típica. Foi flagrado, deu declarações absurdas e inventou um mal súbito cardíaco para encobrir o papelão.

Diante da oportunidade — e da tentação de jornais e canais de televisão que pagam por entrevistas —, os irmãos de Meghan por parte de pai também deram show de falta de caráter e de mesquinharia.

Foi mal? Absolutamente.

Ser traída pelo pai à véspera do casamento não pode ter deixado Meghan indiferente. Harry com certeza foi solidário à mulher.

Mas também antes do casamento já corriam histórias sobre as exigências de Meghan e o rodízio de funcionários já indicava pressão excessiva ou expectativa irreal sobre o trabalho deles.

Também rolou mal estar entre as cunhadas. E, pior ainda, entre os irmãos.

A fundação criada para concentrar o trabalho filantrópico de William, Harry e Kate não resistiu à nova realidade.

Harry e Meghan não quiserem sequer continuar no complexo de palacetes chamados de “apartamentos” reservado a parentes da rainha no Palácio de Kensington.

Segundo as más línguas, que foram ficando piores à medida em que Meghan ia ganhando o apelido de “duquesa difícil”, o casal pediu nada menos que morar no Palácio de Windsor, a histórica residência de fim de semana da rainha.

Ganharam um “chalé” dentro dos verdíssimos e intermináveis jardins de Windsor, reformado ao custo de mais de 10 milhões de reais. Do contribuinte, claro.

Gastar o dinheiro dos outros virou um costume de Meghan, bancada por amigas milionária como a tenista Serena Williams ou Amal Clooney em viagens de jatinho particular e outros mimos.

Quanto mais dizia que queria proteger o bebê Archie, mais exagerava no estilo de vida extravagante.

Foi para Nova York só para assistir um jogo de Serena e levou o filhinho para duas temporadas extravagantes de férias, em Ibiza e no castelo francês de Elton John.

Enquanto isso, Harry se fantasiava de guerreiro ambiental, fazendo sermões à plebe sobre a necessidade de mudar hábitos para enfrentar desastres ecológicos.

A hipocrisia deixou muita gente da plebe fula da vida.

O capital de simpatia por Harry, órfão com apenas 12 anos, dado a bebedeiras e outras besteiras na juventude, tripulante de helicóptero com serviço em zona de guerra no Afeganistão, foi sendo desperdiçado.

A futilidade quase ridícula de muitas atitudes do casal não escapou a quem não entendia por que esconder ou mentir sobre circunstâncias banais do nascimento de Archie, como horário e hospital.

Ou não revelar os nomes dos padrinhos do bebê. Cuja carinha — idêntica ao pai, em imagens difíceis de esquecer, nos braços de Diana — só foi mostrada quando o casal viajou para a África do Sul.

Como se imagem fosse apenas uma encenação para engabelar o público, Meghan só usou roupas já conhecidas ou baratas nessa viagem.

Chegou a tirar o anel recebido no noivado — e que mandou reformar para ficar mais luxuoso — como gesto de suposta consideração pela pobreza à sua volta. Nunca deve ter ouvido falar da máxima de Joãosinho Trinta.

UM AMOR, UMA CABANA

Apesar dos gestos encenados, a cobertura da imprensa foi elogiosa, quando não deslumbrada. Pois foi no fim da viagem que Harry resolveu ter um ataque um nervos, rodar a baiana com a imprensa e anunciar um processo por causa de um caso antigo.

Anos atrás, repórteres atrevidos descobriram um jeito de acessar a caixa de mensagens de William e Harry, deduzindo assim seus movimentos.

Foi um dos vários lamentáveis episódios de invasão de privacidade que levaram até Rupert Murdoch a fechar o tabloide News of the World.

Qual a vantagem em ressuscitar o caso agora? Por que as explosões emocionais, as lágrimas em público, emuladas por Meghan no infeliz programa feito por um jornalista amigo de Harry?

Obviamente, os dois estão achando que ela é uma nova Diana, a jovem aristocrata escolhida para se casar com o príncipe Charles quando tinha apenas 19 anos. E que mesmo antes do casamento descobriu que o futuro marido não havia rompido com a amante, Camilla.

Bulímica, insegura e emocionalmente desequilibrada, Diana também tinha um carisma inexplicável, um caminho para falar direitamente ao coração das multidões, uma autenticidade à prova até das incontáveis manipulações que fazia em combinação com os jornalistas amigos.

Meghan não conseguiu transmitir nada disso.

Linda, elegante e disposta a abraçar todas as criancinhas que aparecerem em seu caminho, ela tem fãs e admiradores encantados com a batida encenação do conto de fadas.

Tem também uma multidão de críticos, que a culpam inclusive por ter transformado Harry num chato politicamente correto.

É, em parte, injusto. Harry obviamente já se achava uma vítima antes de conhecer Meghan. Em lugar do papel estabilizador que ela podia ter, tomou o caminho oposto. Bota fogo na revolta e na instabilidade do marido.

Os dois agora insinuam que se mudarão para algum país africano, escapando assim ao escrutínio constante que fama, fortuna e o status social incomparável, pelo menos no ocidente, dos membros do clã Windsor.

Talvez seja uma alternativa, inclusive para o sofrimento que ambos estão exibindo. É triste ver o casal chorando e se lamentando.

Um amor e uma cabana podem dar um jeito nisso.

Em tempo: além das lamúrias de Harry e Meghan e da agonia do Brexit, o terceiro caso que hipnotiza os ingleses é o de duas mulheres de jogadores de futebol que protagonizam um bafafá homérico.

Coleen, mulher de Wayne Rooney, fez uma armadilha digital para acusar Rebekah, mulher de Jamie Vardy, de vender informações sobre ela para um tabloide.

Dramas, lágrimas, olhares desafiadores, roupas curtíssimas e um racha nacional sobre quem foi a verdadeira vítima dividem opiniões.

É exatamente por isso que se espera que membros da família real não reproduzam o comportamento das celebridades do show business e do futebol.

Todo mundo precisa de um pouco de ilusão. Ou talvez muito, quando se trata de pessoas que devem representar o reino com dignidade e senso de dever.

Alguém imagina a rainha Elizabeth dando chilique em público?

Jair Montes demonstra preocupação com eleição de diretores de escolas e PM’s que atuam com educação

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O deputado Jair Montes (Avante) fez uso da palavra na tarde desta terça-feira (22), no plenário da Assembleia Legislativa, para comentar sobre a questão da educação nas escolas de nosso Estado.

Antes, ele desejou uma breve recuperação ao presidente da ALE, deputado Laerte Gomes (PSDB), que se encontra na cidade de São Paulo, onde fez uma cirurgia. “Na próxima semana, ele estará de volta”, adiantou.

Durante a fala, Jair Montes elogiou o trabalho desenvolvido pelo deputado Aélcio da TV (PP), quando o assunto é Educação, chamando-o de “Pai da Educação”, na cidade de Porto Velho. “Parabéns para ele”, enfatizou.

Jair Montes fez um apelo em nome dos 232 Policiais Militares da Reserva Remunerada, conhecidos como RR’s, que atuam nas escolas militarizadas e que correm o risco de deixarem essas instituições. “Pedimos a Secretaria Estadual de Finanças (Sefin) e a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) que não percam esses policiais que ajudam na nossa educação”, ressaltou.

Outra observação feita pelo deputado durante a explanação dele sobre o setor educacional público de Rondônia foi em relação à forma como são eleitos os diretores das escolas estaduais.

Para o parlamentar, esse sistema de escolha de diretores de escolas precisa passar por mudanças. Para isso, ele citou como exemplo o que está ocorrendo em Guajará-Mirim, Nova Mamoré e Porto Velho.

“Em Guajará- Mirim, as eleições nas escolas estão parecendo o governo do Evo Morales, não saem do cargo. Defendo que o Governo do Estado possa escolher os diretores. É necessário que o Secretário Estadual de Educação olhe para essa situação”, alertou.

O deputado Aélcio da TV, solicitou um aparte durante a fala de Jair Montes, para afirmar que alguns diretores de escolas são bons de gestão e outros são bons politicamente, e propôs uma solução para a escolha dos gestores escolares. “Em Sobral, no Ceará, foi encontrado um meio termo. É feito um processo seletivo com competência sobre administração escolar. Fazem uma prova e quem tiver melhor nota é selecionado pela sua competência. Hoje, Sobral é referência em educação”, declarou.

O deputado Jair Montes, concordou com a sugestão de Aélcio da TV. “Muitos diretores têm capacidade técnica para tocar uma escola e outros não têm. Fica essa ideia. Se o diretor faz um bom trabalho, parabéns. Se não, vai colocar quem tem direito e conhecimento”, finalizou.

Profaz discute regularização fundiária como forma de alavancar economia em Rondônia

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A regularização fundiária nas propriedades rurais de Rondônia foi o tema central da 8ª edição do Programa de Modernização e Governança das Fazendas Municipais do Estado de Rondônia e do Desenvolvimento Econômico Sustentável dos Municípios, que aconteceu no auditório do Instituto Federal de Rondônia (Ifro) em Ji-Paraná, na última terça-feira (22).

O assunto chamou a atenção de prefeitos, secretários e técnicos dos demais municípios, representantes do Estado e de entidades dos setores produtivo e cooperativo.

“Pela primeira vez estamos fazendo um trabalho em conjunto com esses órgãos e entidades envolvidos. Todos emanados, em um único propósito, que é a regularização fundiária. Sem esse mecanismo não tem como acontecer o desenvolvimento econômico sustentável de Rondônia”, salientou Benedito Antônio Alves, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.

A proposta desta edição do Profaz é treinar técnicos dos 52 municípios para que entendam todo o processo e sejam capazes de ajustar os procedimentos indispensáveis para a efetivação da regularização fundiária de pequenas propriedades rurais, formando uma cadeia estadual de informações e ações, que busque soluções para superar os entraves que impedem a atividade, que é imprescindível para o desenvolvimento sócio econômico dos municípios envolvidos.

“É importante que os municípios se desenvolvam para que os prefeitos não precisem ficar requisitando recursos dos Governos Federal e Estadual. A regularização fundiária vai trazer uma série de vantagens para os nossos produtores rurais, entre elas: linhas de crédito para compra de implementos agrícolas. Isso vai gerar emprego e renda e fortalecer a econômica dos municípios e o Estado como um todo. Isso venho falando desde o início do Governo e, inclusive, faz parte do nosso Plano Estratégico”, ponderou o governador Marcos Rocha.

Para o presidente do Tribunal de Contas, Edilson de Souza Silva, é necessário disseminar a cultura da regularização fundiária em governança, para que o desenvolvimento sustentável seja de fato efetivo. “Essa 8ª edição do Profaz será um passo roteador de um trabalho em conjunto de regularização fundiária. Uma iniciativa inédita no Estado, onde haverá muito trabalho e esforço dos entes envolvidos”, salientou o presidente do TCE.

Todo o trabalho de regularização fundiária de propriedades rurais está sendo feito pela Superintendência Estadual de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat). A meta do Governo do Estado é entregar, pelos Programas Título Já e Papel Passado, mais de 14 mil títulos definitivos em todo o Estado.

O superintendente da Sepat, Constantino Erwen Gomes Souza, que integrou a mesa com os conselheiros do Profaz, também deu uma saudação aos espectadores do encontro, aproveitou e agradeceu ao governador por lhe confiar à missão de cuidar da regularização fundiária do Estado.

Constantino também participou do evento após o intervalo, onde fez uma palestra com o tema: A importância da regularização fundiária para os municípios. Com a palavra, o superintendente apresentou dados aos prefeitos, secretários e técnicos dos diversos municípios presentes. Na tela foi explicado que os municípios tendem a triplicar seu faturamento com a regularização fundiária urbana. “É bom que os gestores municipais abram os olhos para a importância da regularização, pois pode ser uma ferramenta importante para a recuperação econômica de seus municípios”.

O governador Marcos Rocha enfatizou que a regularização fundiária vai favorecer ainda mais o agronegócio e a agricultura familiar. “De acordo com indicadores econômicos, Rondônia teve um crescimento de 8% de receita em todo o Brasil, de janeiro a agosto deste ano. Deu um salto da 17ª para a 3ª posição, ficando atrás do Amazonas e Espírito Santo. É uma prova que as ações adotadas nesse governo, em parceria com demais órgãos, estão dando certo, porque ninguém faz nada sozinho. Não tenho dúvida que Rondônia vai ficar no cenário nacional como o melhor Estado para trabalhar e viver, essa é a minha meta. É possível trabalhar a regularização fundiária sem danificar o meio ambiente, de forma inteligente. É bom para Rondônia e para a população”.

O evento foi realizado pelo Tribunal de Contas, em parceria com o Governo do Estado, através da Superintendência Estadual de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat), Tribunal de Justiça, Ministério Público, Associação Rondoniense de Municípios (Arom), Assembleia Legislativa, representantes da bancada federal em Brasília, União das Câmaras e Vereadores de Rondônia (Ucaver), Federação das Associações Comerciais e Industriais do Estado de Rondônia (Facer), Superintendência do Patrimônio da União em Rondônia (SPU) e instituições de crédito, gestores públicos e privados.

Regulamentação pode garantir acesso ao uso seguro de canabidiol, diz diretor da Anvisa

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Em audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (22), sobre o Projeto de Lei 399/15, que trata do uso da cannabis sativa para fins medicinais, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), William Dib, destacou duas propostas em análise na agência que tratam do tema: uma sobre plantio, armazenamento e transporte; e outra sobre produção, registro e comercialização do produto.

“Isso vai garantir acesso à população brasileira e à classe médica com a segurança, qualidade e eficácia que hoje a gente não consegue garantir”, disse ele. Segundo Dib, a cannabis para uso medicinal já é importada para o Brasil, mas, por ser manipulada em outros países, a Anvisa não tem como garantir a segurança desses produtos.

Liberação gradual
A gerente de produtos controlados da Anvisa, Renata de Morais, destacou que desde 2015 a agência libera medicamentos à base de canabidiol mediante determinação judicial para pessoas físicas. Mesmo assim, existem 11 mil solicitações do medicamento em análise.

Primeiros passos
O presidente da comissão especial que analisa a proposta, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), destacou que a Anvisa já está dando os primeiros passos para que a cannabis medicinal possa ser utilizada por todos os que precisam e não somente pelos que têm condições de pagar pela importação.

“Muitos pacientes precisam e precisamos desenvolver o mercado para o uso medicinal da cannabis. Há pacientes que têm inúmeras doenças e que precisam ser atendidos, mas hoje dependem de remédios importados muito caros. Quem não pode importar os remédios não tem acesso”, declarou.

Cannabis
A cannabis medicinal usa partes da planta sem THC, que é o agente entorpecente da maconha. Ela é receitada pelos médicos para combater doenças como dor crônica, glaucoma, Alzheimer, fibrose cística, doenças autoimunes e doenças inflamatórias crônicas.

Procon registra mais de 26 mil atendimentos de negociação entre consumidor e empresa

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Mais de 26 mil atendimentos já foram realizados neste ano pela Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) em Rondônia. As estatísticas da Gerência de Fiscalização do órgão registrou 436 casos a mais que o ano de 2018, até outubro. A efetiva atuação do Procon está em proporcionar ao cidadão o entendimento dos seus direitos como consumidor e intermediar soluções céleres e satisfatórias.

De janeiro a outubro de 2019, foram realizadas 3.476 audiências de custódia em Rondônia, mesmo quantitativo referente ao período em 2018. Em 2018, 26.004 atendimentos foram registrados em todo o Estado, e, neste ano, 26.440.

A partir do momento que o cidadão procura o Procon, um procedimento é iniciado por meio da Ficha de Atendimento, que apresenta todos os dados de um caso específico, bem como dados da empresa. Para a abertura do processo, é imprescindível que o consumidor tenha em mãos as cópias dos documentos necessários para a Ficha de Atendimento, como notas fiscais, comprovantes de pagamentos e documentos pessoais.

Com a Ficha de Atendimento, chamada também de CIP (Carta de Informação Preliminar), discorre-se os artigos infringidos no Código de Defesa do Consumidor, as e imposições realizadas à empresa, para que de forma célere o órgão apresente resolutividade no primeiro contato feito entre consumidor, Procon e empresa.

Por meio da CIP eletrônica também é possível dar maior celeridade às negociações, onde em alguns casos não há necessidade de realizar audiências de conciliação entre as partes, como exemplo a distribuidora de energia em Rondônia, que conta com um prazo de 10 dias para responder o atendimento, indo ao encontro à finalidade do órgão para abertura de procedimento administrativo. “Se o consumidor buscar resolver junto ao judiciário, leva muito tempo, então o Procon desafoga o judiciário, de forma mais célere ao consumidor para que consiga ter seus problemas dirimidos”, acrescentou o coordenador Estevão Ferreira.

O consumidor também pode contar com o Procon para negociar dívidas. Em casos onde as faturas apresentam alto valor, o consumidor procura o órgão para intermediação com a empresa. “O consumidor, na CIP eletrônica, disse que pode pagar 25 reais por mês. E pela CIP a empresa já dá ok. Sem passar por audiência de conciliação, e, ainda por cima, em eminência de receber uma notificação ou auto de infração”, explicou Estevão, onde no primeiro contato, o órgão consegue proporcionar resolutividade do caso.

Quando na negativa de resposta por parte da empresa, o Procon enseja reiteração para que a demanda do consumidor seja respondida, ou inicia abertura de procedimento administrativo com notificação direta à empresa, constando a infração de regras e leis específicas. A Gerência de Fiscalização do Procon, tem liberdade para autuar e aplicar multas às empresas que descumprirem as regras, negar resposta ao atendimento ou não comparecer às audiências de conciliação. Em alguns casos, ainda há possibilidade de procedimento aberto pelo Ministério Público.

“Esse ano, pelo Procon, já trocamos sete automóveis, sem aplicação de multa à empresa. Com FA (Ficha de Atendimento) aberta, no qual a empresa em audiência de conciliação trouxe proposta. Esse ano em audiência de conciliação tivemos um pagamento à vista e estorno à vista do dinheiro pro consumidor, daquele automóvel que estava com problema. Os fornecedores precisam dos consumidores, mas até que o cliente procure seus direitos, a empresa se mantém inerte. Quando o cliente procura o órgão, que media uma negociação, está o papel do Procon, buscando um meio mais célere e razoável”, concluiu o coordenador.

O efetivo do Procon conta com cerca de 30 servidores, graduados ou acadêmicos do curso de Direito. O Estado conta com 10 agências do órgão, em Porto Velho, Ariquemes, Guajará-Mirim, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena.

Eduardo Bolsonaro desiste de ser embaixador nos Estados Unidos

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O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) desistiu de ocupar o cargo de embaixador em Washington. O anúncio foi feito em pronunciamento no plenário da Câmara na noite desta terça-feira, 22, durante a aprovação do acordo entre o Brasil e os Estados Unidos para o uso comercial da base de Alcântara (MA). O filho do presidente Jair Bolsonaro e atual líder do PSL, Eduardo afirmou que “fica” no País para defender a pauta conservadora e o governo do pai.

“Esse aqui que vos fala, filho de militar do Exército brasileiro e deputado federal, que foi zombado por ter, aos 20 anos de idade, um trabalho digno e honesto em restaurante fast-food nos Estados Unidos, diz que fica no Brasil para defender os princípios conservadores, para fazer o tsunami que foi a eleição de 2018, uma onda permanente. Assim, me comprometo a caminhar por São Paulo, pelo Brasil e pelo povo”, afirmou o deputado.

A decisão de Eduardo já era esperada por auxiliares de Bolsonaro que afirmavam que, apesar da peregrinação que fez junto aos senadores, o parlamentar não conseguiu apoios suficientes para ser aprovado para o cargo – o que poderia levar a uma derrota emblemática para o governo.

Além disso, o movimento do presidente para colocar o filho na liderança do PSL, na semana passada, ajudou a inviabilizar a possibilidade do deputado de assumir a Embaixada Brasileira em Washington. “A liderança ainda está instável, mas, a princípio, só (fico) até o final do ano”, afirmou o deputado.

De acordo com Eduardo, a rejeição do eleitorado à saída dele da Câmara também pesou na decisão. “A gente escuta conselhos, e confesso que ainda tem o meu eleitorado. Confesso, não era a maioria que estava apoiando”, afirmou.

Geisy Arruda ‘celebra’ dez anos do dia em que foi hostilizada em faculdade de SP: ‘Tenho orgulho da minha história’

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Nesta terça-feira (22) faz exatamente 10 anos do dia em que a então estudante de turismo Geisy Arruda foi hostilizada, perseguida e teve de ser retirada sob escolta policial da faculdade Uniban, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, por usar um vestido cor de rosa curto para ir à aula. “O dia mais importante e mais triste da minha vida”, disse Geisy em entrevista ao G1.

Um vídeo do episódio de 22 de outubro de 2009 viralizou em uma época em que não havia redes sociais e escancarou o assunto do assédio contra mulheres no Brasil quando, diferente dos dias atuais, feminismo e direito das mulheres não eram tão discutidos.

Dez anos depois, tendo feito uma ‘limonada’ do episódio, Geisy soube se manter nos holofotes na mídia e segue atuante nas redes sociais. “Se você tem a oportunidade de ter um futuro melhor, uma vida melhor, você vai viver sempre ali na lama se rastejando? Se isso for ser oportunista eu sou uma baita de uma oportunista sim. Continuo me vestindo como eu quero, como sempre fiz. Nunca me importei com a opinião das pessoas e agora muito menos.”

Caso Geisy Arruda completa dez anos nesta terça-feira (22) — Foto: Fábio Tito/G1

‘Me chamaram de vadia’

Em entrevista ao G1 concedida no Motel Magnata, na Zona Sul de São Paulo, Geisy relembrou o dia há exatos dez anos quando se arrumou para ir à aula já pensando na festa a que iria depois.

“Era uma quinta-feira comum, dia de balada. Fui para a faculdade com roupa de balada. Quando eu cheguei recebi assovios e olhares, mas até então nada incomum, eu era muito paquerada. Mas na hora do intervalo houve uma grande comoção. Todos foram para a frente da minha sala e começaram a me ofender. Me chamaram de puta e vadia”, relembra.

Geisy Arruda usava este vestido rosa quando foi hostilizada em faculdade em outubro de 2009 — Foto: Reprodução/TV Globo
Geisy conta que a sua sala de aula era de vidro e que a ofensiva do lado de fora foi crescendo, de forma que seus colegas do lado de dentro ficaram “com muito medo.”
“Todos nós ficamos apavorados. Colocamos cadeiras e mesas na porta porque queriam arrombar a porta e colamos folhas de papel de caderno no vidro porque estavam filmando. Eu chorava muito e me perguntava porque aquilo estava acontecendo. Meu professor chamou a polícia e eu saí de lá escoltada por 5 policiais dentro de uma viatura.”
Geisy Arruda posa para ensaio para o G1 — Foto: Fábio Tito/G1
A Uniban se posicionou expulsando Geisy da faculdade alegando que a aluna teve uma atitude de desrespeito à moralidade e à dignidade acadêmica, mas voltaram atrás por causa da repercussão do caso. Ela foi recolocada, processou a unidade por danos morais e recebeu R$ 40 mil de indenização, mas não quis voltar a estudar no local.
“Eu me culpei por muito tempo. Eu tentava refazer meus passos para descobrir onde errei. Pensava que se estivesse com uma calça jeans, uma roupa mais comportada ou com menos maquiagem talvez eu tivesse sido poupada. Demorei muito para aceitar que eu não era a culpada e sim a vítima. Eu só percebi isso quando eu tive apoio da imprensa e quando eu vi feministas na frente da faculdade me defendendo. Vi que não estava sozinha.”

A vida antes e depois

Geisy tinha 20 anos quando o episódio na faculdade ganhou repercussão nacional. Ela trabalhava em um mercadinho de Diadema, na Grande São Paulo, fatiando frios como mortadela e presunto e tinha um salário de R$ 500.

“Eu era feliz assim. Não tinha muitas ambições na vida, queria trabalhar com hotelaria e turismo, talvez ser recepcionista de hotel. De repente a minha vida se transformou e tive oportunidades lindas”.

Com a fama alçada e que já dura dez anos, Geisy posou nua duas vezes para a revista “Sexy”, fez trabalhos como modelo, repórter de TV e atriz e publicou um livro sobre sua história. Mas talvez tenham sido as cirurgias plásticas realizadas o que repercutiu mais. Ela fez lipoaspiração, rinoplastia, colocou próteses de silicone nos seios e fez cirurgia íntima.

“Fiz cirurgias plásticas sim, me tornei uma mulher mais bonita e mais confiante. E hoje vivo da fama que me deram e vivo muito bem”, diz ela.

É comum que Geisy seja criticada e taxada de oportunista, mas ela diz não se importar com as críticas.

“Eu sempre vejo a palavra oportunismo com carinho porque eu acho justo o ser humano aproveitar as oportunidades. Acho que ninguém nasceu para ganhar R$ 500 por mês”, rebate.

Em breve Geisy vai lançar um livro de contos eróticos, alguns baseados em experiências reais de sua vida e outros de ficção.

Caso Geisy Arruda completa dez anos nesta terça-feira (22) — Foto: Fábio Tito/G1

‘Nunca tinha ouvido a palavra feminismo’

Geisy diz que, na época, se surpreendeu com a repercussão do caso e que não conhecia a luta por direitos iguais das mulheres, mas que foi o movimento de apoio dentre as mulheres que lhe deu forças.

“Nunca tinha ouvido a palavra feminismo e de repente essa se tornou a palavra mais importante da minha vida. Me senti acolhida, protegida e sustentada por milhares de mulheres que lutaram comigo pelo direito de vestir o que quer, de ser como é, ir para onde e quando se quer. Eu tenho um amor e orgulho por minha história de vida. Hoje eu sou uma mulher feminista e a minha luta é a luta de todas as mulheres.”

Apesar de passados dez anos e do aumento da discussão sobre temas feministas, Geisy acredita que ainda poderia ter sofrido o ataque nos dias atuais.

“Poderia ter acontecido hoje sim. Infelizmente o índice de feminicídio no nosso país é gigante. A mulher tem de se reafirmar todos os dias como mulher que exige respeito e que não vai ser estuprada só porque está com uma roupa curta na balada bebendo. No carnaval a gente tem de estar sempre lembrando que não é não. É bem possível que isso acontecesse novamente. Mas espero que não e que meu caso tenha servido de exemplo para que isso nunca mais aconteça.”

Promotora vê mais conscientização

Dez anos depois, progredimos nas discussões, mas ainda há muita diferença na postura cobrada de homens e mulheres, de acordo com Silvia Chakian, promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP).

“Temos de reconhecer que nos últimos anos houve maior conscientização da sociedade em geral no tocante a questões de gênero e violência contra a mulher. O debate ganhou força e ocupou principalmente agendas através da internet e das redes sociais, mas ainda temos de refletir muito sobre como o sexo feminino é julgado por dupla moral”, diz a promotora.

“Se cobra no comportamento masculino o que se repudia no feminino. Ainda que tenhamos evoluído, nossa sociedade ainda cobra um papel de recato na mulher e um comportamento social e sexual mais conservador do que aquele que se admite no homem. Essa discussão precisa avançar porque tem reflexo nos índices de violência contra a mulher e na justificativas para esses casos.”

Prefeitura de Jaru realiza aulão fitness; ação faz parte da campanha outubro rosa

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A Secretaria Municipal de Saúde de Jaru (Semusa) realizou na noite da última segunda-feira (21), mais uma atividade da campanha outubro rosa. Centenas de mulheres participaram do aulão fitness, que aconteceu na praça José Eustáquio, em frente à escola Capitão Silvio de Farias, centro da cidade.

A campanha tem o objetivo de conscientizar sobre a importância da prevenção contra o câncer do colo do útero e de mama.

O aulão foi ministrado pelo mestre Café e pela personal treiner Patrícia Dias, que por cerca de uma hora movimentaram o público com exercícios funcionais. “A atividade física reduz em até 75% as chances de desenvolve câncer, então que o movimento se torne cotidiano na vida de todas as mulheres”, destacou a personal.

Durante esse mês, a secretaria intensificou as ações de prevenção, estendendo o horário de atendimento em todas as unidades básicas de saúde do município.

E no próximo dia 29 de outubro será realizada a noite rosa, com palestras e sorteio de brindes.

Já o encerramento da campanha, o dia D de conscientização, vai ser na próxima quinta-feira (30), no centro de saúde Ruth de Souza, no setor 07, das 8h às 17h. “Na oportunidade, entre outros atendimentos, vamos oferecer a coleta de preventivo, consultas médicas, dia de beleza; além de café da manhã e sorteio de brindes”, informou a secretária executiva da Semusa, Edileuza Sena.

Ministério Público apura possíveis irregularidades na Associação dos Deficientes Físicos de Vilhena

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O Ministério do Estado de Rondônia, por meio da Promotoria de Justiça de Vilhena, instaurou inquérito civil público para apurar possíveis irregularidades financeiras e documentais na Associação dos Deficientes Físicos do Município de Vilhena (Aspedevi).

O procedimento foi instaurado pelo Promotor de Justiça Paulo Fernando Lermen, da 1ª Promotoria de Justiça de Vilhena (com atribuições na Defesa das Pessoas com Necessidades Especiais), com o objetivo de fiscalizar a regularidade das atividades da Aspedevi.

Na portaria de instauração do inquérito, foi solicitado ao Presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Município de Vilhena que encaminhe à Promotoria de Justiça, no prazo de 30 dias, relatório detalhado com vários documentos, a exemplo do Regimento Interno da Associação;

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