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domingo, abril 19, 2026
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Najila é denunciada por fraude processual, denúncia caluniosa e extorsão

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São Paulo – A modelo Najila Trindade foi indiciada pela Polícia Civil de São Paulo em três supostos crimes envolvendo o caso Neymar. Ela terá que responder por fraude processual, denúncia caluniosa e extorsão no caso em que a modelo acusou o jogador brasileiro de agressão e estupro. Além dela, o seu ex-marido, Estivens Alves, foi denunciado por fraude processual e divulgação de conteúdo erótico.

Najila Trindade acusou Neymar de estupro e agressão, após o encontro em Paris no dia 15 de maio. O indiciamento vem após a conclusão de dois inquéritos que tramitavam pelo 11º DP (Santo Amaro) envolvendo o jogador brasileiro. O jogador brasileiro não foi indiciado, por falta de provas da modelo.

“Com base no conjunto probatório reunido durante as investigações, a delegada decidiu pelo indiciamento de N. e Estivens Alves seu ex-companheiro, pelo crime de fraude processual (art. 347, parágrafo único, CP). Decidiu, ainda, por indiciar Alves pelo artigo 218-C, por divulgar material com conteúdo erótico de N. para um repórter, em troca de publicações suas na internet. Após o esclarecimento da materialidade delitiva, procedida à realização das respectivas perícias e oitivas, a autoridade também decidiu pelo indiciamento de N. nos crimes de denunciação caluniosa e extorsão”, afirma a nota da Secretaria de Segurança Pública.

Os inquéritos foram encaminhados ao Tribunal de Justiça para apreciação dos representantes do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Escola Abaitará oferece formação técnica para jovens de Rondônia

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Há aproximadamente 500 quilômetros da capital Porto Velho, entre os municípios de Pimenta Bueno e Rolim de Moura,  está localizado o Centro Técnico Estadual de Educação Rural Abaitará, ou simplesmente a Escola Abaitará, uma instituição que abriga sob o regime de internato 300 alunos de 38 municípios, entre eles 40 indígenas de 16 etnias diferentes. E ainda alunos de origem quilombola e ribeirinhos de lugares bem distantes, explica a diretora Telma Pinto, durante visita do presidente da Emater-RO, Luciano Brandão, e o deputado estadual Eyder Brasil.

A Escola Abaitará é um centro de ensino profissionalizante, estruturado com equipamentos e instalações agropecuárias próprias para o ensino e prática dos estudantes, que podem optar por três cursos diferentes dentro da mesma temática. Todos cursos técnicos de nível médio, em agronegócio, agroecologia, e agropecuária, e para os alunos que estão concluindo qualquer um desses cursos, este ano, haverá uma seleção para o ingresso em um curso pós médio, de especialização, disse a presidente do Instituto de Desenvolvimento da Educação Profissional, Adir Josefa Oliveira. O instituto é uma autarquia estadual que atua como mantenedora das escolas de ensino profissionalizante.

Entre as inovações apresentadas pela Escola Abaitará está uma banca de autoatendimento instalada pelos alunos do curso de agronegócio, nela os produtos colhidos ou processados pelos alunos são deixados para a venda sem nenhum tipo de vigilância ou atendimento direto, o comprador que esteja passando pela estrada é que escolhe o que pretende comprar e deposita o dinheiro numa caixa preparada para o recebimento, o principal objetivo é dar oportunidade da população exercitar a honestidade e os alunos desenvolverem pesquisas comportamentais do consumidor e prática no controle do fluxo de caixa e plano de negócio.

A escola possui uma área total de 287 hectares destas 188 ainda são de floresta virgem, e a área explorada é ocupada com criações de gado de leite, ovinocultura, suinocultura e criações de aves caipira, cuja produção é usada para o abastecimento interno, mas podendo gerar um excedente comercializável.

A Emater-RO é parceira da Escola Abaitará com o compartilhamento de tecnologias e cedência de profissionais extensionistas que atuam como professores do ensino técnico. Durante as aulas práticas os alunos aprendem técnicas de manejo do gado bovino e pequenos animais, operação de máquinas, manejo de irrigação e cultivo de hortaliças e frutas, mas ainda são muitos os desafios, que exigem esforço dedicação da equipe e aporte financeiro do Estado, disse a diretora Telma Pinto.

Conselho rejeita afastar Deltan e adia decisão sobre abertura de processo

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O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) rejeitou um pedido de afastamento do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava Jato no Paraná, por publicações em rede social com posicionamento contrário à candidatura do senador Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência do Senado no início do ano. O plenário do conselho também adiou a decisão sobre o pedido da abertura de um processo administrativo (PAD) disciplinar contra o procurador pelo mesmo tema, graças a um pedido de vista (mais tempo para análise).

O voto do relator, o corregedor nacional do MP, Orlando Rochael, foi pela abertura de processo administrativo, apontando que Dallagnol “denegriu e menosprezou” as atribuições constitucionais do MPF por ter se manifestado “contra a eleição de Renan Calheiros buscando descredenciá-lo perante a opinião pública”. Segundo ele, o caso é passível de punição por censura. Um pedido de vista do conselheiro Fábio Estica, contudo, suspendeu a análise, que não tem data prevista para ser retomada.

Quanto ao afastamento pedido por Renan Calheiros, o conselho foi unânime – doze votos – em rejeitá-lo, incluindo o voto da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que deixará o cargo no dia 17 de setembro. Na continuidade do caso é provável que ela já não esteja no comando da PGR.

Embora seja alvo de outras 11 representações no CNMP, o procurador-chefe da Lava Jato responde a apenas um processo administrativo disciplinar. O processo trata de “manifestação pública indevida” em uma entrevista concedida à rádio CBN, na qual criticou o Supremo Tribunal Federal, afirmando que decisões tomadas pela Corte passam a mensagem de leniência com a corrupção.

Votos

Ao defender a abertura de um processo administrativo, o corregedor afirmou que Deltan “manifestou-se indevidamente sobre tema político, relativo à eleição interna da presidência do Senado, em matéria alheia às suas atribuições, e posicionou-se a favor do voto aberto e contra a eleição de Renan Calheiros”. “Importa reconhecer que ele deixou de observar seu dever pessoal de guardar decoro em relação a suas funções”, disse.

O corregedor entendeu, no entanto, que as manifestações não tiveram caráter partidário, o que seria um agravante capaz de possibilitar uma punição como a suspensão. Para rejeitar o afastamento, Rochadel destacou, também, que Dallagnol é primário, isto é, ainda não sofreu punição administrativa.

Advogado de defesa de Deltan Dallagnol, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Francisco Rezek afirmou que não houve falta de decoro e classificou o pedido de Renan Calheiros como vingança pela não eleição à presidência do Senado. “Há uma atividade política sem dúvida, ativismo político, mas não ativismo político partidário”, disse.

Dodge justificou ser contra o afastamento citando que a lei não permite essa medida quando não há um processo administrativo aberto. “Não se sabe sequer se haverá abertura de PAD”, disse. A chefe do MPF também afirmou que um afastamento não pode ocorrer quando a falta administrativa apontada corresponde a penas de advertência e censura – que foram as hipóteses citadas pelo relator para o caso em seu voto.

Embora tenha optado por não dar o voto de mérito, sobre a abertura ou não do processo administrativo, Raquel Dodge disse que o pedido de vista era importante para analisar a fundo a possibilidade de se punir procuradores por críticas sociais ou políticas – e se elas podem ser comparadas à falta de decoro.

“Aqui nesse conselho, que tem missão de examinar como se comportam os membros do MP e de depurar o comportamento para que ele não contamine a credibilidade da instituição e de seus membros, nós temos de examinar se a crítica social e política é cabível aos membros do MPF ou se é o caso de silenciar. É uma tarefa importante para esse conselho”, disse Dodge.

(Com Estadão Conteúdo)

Edital para comercialização na Exporporto é lançado em Porto Velho

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A Feira de Exposições que acontece de 2 a 6 de outubro, no Parque dos Tanques em Porto Velho, é o resgate da antiga Exposição Agropecuária, Comercial e Industrial de Porto Velho (Expovel). A festa agropecuária reunia um grande número de pessoas, além de empresários de vários segmentos do estado. Uma oportunidade de conhecer as potencias de Rondônia.

A Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) em parceria com a Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb) está fazendo o credenciamento à licença eventual para quem deseja trabalhar na 1ª Edição da Expoporto 2019.

Quatro editais já foram lançados: Edital para a exploração de atividade comercial destinada ao parque de diversões e brinquedos, com área total de 4.000 m², atividade comercial de gêneros alimentícios e bebidas, estacionamento de veículos com área total de 6.300 m² e recolhimento do lixo seletivo com área total de 42.000 m².

ESPECIFICAÇÃO

BRINQUEDOS: Cerca de 36 brinquedos, entre tobogã, barracas, piscina de bolinhas, escorregador inflável, camas elásticas, entre outros.

COMIDAS: Atividade gastronômica como caldos, sopas, salgados, doces, restaurantes, comidas típicas em geral e bebidas. A Sejucel irá disponibilizar tendas, onde estará incluso o fechamento da lateral, fiações contendo uma lâmpada de 45 watt e seis pontos de energia de 127 watt. No caso de trailers, cinco vagas para veículo de tamanho médio serão disponibilizadas.

ESTACIONAMENTO: O espaço é destinado para a utilização de carros, motocicletas e utilitários leves e médio. O horário para início de funcionamento será das 17:30 até quando o último carro/moto estiver no estacionamento. Todas as despesas relativas ao funcionamento do estacionamento, como estrutura, contratação de funcionários e demais despesas necessárias serão de exclusiva responsabilidade do selecionado.

RECOLHIMENTO DO LIXO: A área destinada para o recolhimento do lixo é de 42.000 m². Todas as despesas relativas ao recolhimento, como estrutura, contratação de funcionários e demais despesas necessárias serão de exclusiva responsabilidade do selecionado.

CREDENCIAMENTO

Para participar do credenciamento os interessados, pessoas físicas e jurídicas, devem preencher os requisitos especificados no Anexi I de cada edital, que trata do conjunto de documentos necessários. O não cumprimento de itens do edital leva a desclassificação.

SELEÇÃO

Os documentos apresentados pelos interessados serão analisados pela Comissão de Seleção e Julgamento, constituída pela Portaria nº 00058/SEMUSB/2019. Após a habilitação será analisada a melhor proposta, no caso da comida, o melhor cardápio; e dos brinquedos, do estacionamento e recolhimento de lixo, a melhor proposta.

OBRIGAÇÕES

BRINQUEDOS: Devem estar em ótimo estado de conservação. O selecionado deverá apresentar ainda autorizações de instalação e funcionamento, além do laudo de vistoria junto ao Corpo de Bombeiros.

COMIDAS: Responsabilizar-se pela manutenção física da barraca, e pagamento dos itens comercializados.

ESTACIONAMENTO: Apresentar um plano de trabalho sobre a utilização do recurso arrecadado; Responsabilizar-se pela manutenção do espaço, e pagamento dos itens necessários para o fornecimento do serviço.

RECOLHIMENTO DO LIXO:  Responsabilizar-se pela manutenção do espaço, e pagamento dos itens necessários para o fornecimento do serviço; Permitir e oferecer condições para a fiscalização por parte da Sejucel e do Departamento de Posturas Urbanas da Semusb.

CRONOGRAMA

Os editais foram publicados no dia 9 de setembro. As inscrições vão até o dia 16 deste mês. A divulgação da lista dos selecionados será no dia 23/09. A Exporporto 2019 acontece dos dias 02 a 06 de outubro, no Parque dos Tanques localizado na rua Lauro Sodré, nº 3102, bairro Costa e Silva, em Porto Velho.

CONFIRA OS EDITAIS AQUI

Previdência dos militares volta a ser discutida em audiência nesta tarde

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Comissão Especial da Previdência dos Militares, que analisa o PL 1645/19, realiza nova audiência púbica nesta tarde. O debate atende a requerimento dos deputados Carlos Zarattini (PT-SP) e Policial Kátia Sastre (PL-SP).

Militares, por força da legislação, vão para a reserva remunerada e seguem à disposição das Forças Armadas, ou são reformados, momento em que são definitivamente desligados.

O projeto aumenta, dos atuais 30 para 35 anos, o tempo de trabalho necessário para que os integrantes das Forças Armadas possam requerer esses benefícios. Na transição, cria pedágio de 17% do que faltar para os que estão em atividade.

Foram convidados para discutir o tema com os deputados:
– o presidente da Federação Nacional dos Oficiais Militares Estaduais (Feneme), coronel Marlon Jorge Teza;
– o diretor da Associação Nacional dos Praças (Anaspra), Helder Martins de Oliveira; e
– o diretor jurídico da Associação Nacional de Entidades Representativas de Militares Estaduais (ANERMB), Cláudio Coelho.

O debate está previsto para começar às 16 horas, no plenário 10.

Assista ao vivo

Da Redação – MB

Agevisa orienta sobre os riscos da Doença do Pombo; saiba como evitar e se prevenir

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Como o nome já diz, a Doença do Pombo é causada pelo contato ou inalação de fezes dos pombos: animais silvestres considerados pragas urbanas. Há séculos eles vivem junto com os seres humanos, buscando abrigo, alimentos e proteção e, embora pareçam inofensivos, devem ser evitados, já que oferecem riscos de doenças que podem levar a morte.

Como são protegidos por lei (Lei nº 9.605/98) é considerado crime ambiental ferir ou matar estes tipos de animais. Segundo a coordenadora estadual de Vigilância e Controle da Leptospirose e Pragas Urbanas da Agevisa, Luzimar Amorim, é possível conviver no meio deles, mas a recomendação é nunca alimentar os pombos, ou domestica-los, pois se tornam dependentes e causam grandes transtornos.

A coordenadora explica que o controle dessas e outras pragas é realizado pelas Unidades de Vigilâncias de Zoonoses dos municípios (UVZ), os antigos centros de controle de zoonoses. Rondônia conta com seis unidades que trabalham com visitas e orientações a população. Só em 2018 foram realizadas 273 visitas domiciliares, e Ji-Paraná está entre os municípios com maior número de visitas.

“Anualmente a Agevisa capacita os municípios para lidar com o controle de pragas urbanas, de forma que estejam preparados para identificar os pontos críticos, se houve aumento de pragas no local e quais os fatores de risco à população. Também são realizadas vistorias com foco na prevenção”, destacou a coordenadora.

DOENÇAS CAUSADORAS

O contato ou a inalação de poeira em ambientes que possuem as fezes dos pombos, provoca uma série de doenças graves como a Criptococose ou Doença de Pombo, a Histoplasmose, Ornitose, Salmonelose, Dermatites e alergias, entre outras. Todas essas doenças apresentam sintomas como dor de cabeça, febre, náuseas, suor noturno, algumas apresentam vermelhidão na pele, semelhantes a picadas de insetos, além de vômitos, diarreia, e rinites.

Mas como se proteger das doenças, sem causar danos ao animal? Simples, adotando algumas medidas e ações de prevenção.

DICAS DE SEGURANÇA 

Antes de iniciar qualquer limpeza em ambientes com fezes ou sujeiras é preciso estar com equipamentos individuais de proteção (Epi’s), como luvas, mascaras e botas. Deve-se observar a higienização dos ambientes, mantendo sempre o local limpo, retirando o lixo, ter cuidados com o armazenamentos de alimentos, evitando deixá-los expostos, vedar buracos ou vãos para evitar a criação de abrigos ou ninhos, aplicar telas de proteção em janelas ou ar-condicionado se necessário,  entre outras medidas.

SOBRE OS POMBO

Com o tempo a população de pombos diminui naturalmente. No ambiente silvestre eles podem chegar a viver até 15 anos, mas no meio urbano vivem em média de três a quatro anos. São animais inteligentes que se diferenciam das outras aves por apresentarem capacidade de retornarem ao local em que estavam. Se alimentam de grãos e sementes, mas no meio urbano se adaptaram aos alimentos consumidos por humanos.

Quase 60% das obras de infraestrutura paralisadas no país são de saneamento básico, aponta estudo

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Quase 60% das obras de infraestrutura paralisadas no país são de saneamento básico, aponta estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao qual o G1 teve acesso com exclusividade. São 429 das 718 obras de infraestrutura paradas, segundo dados do Ministério da Economia coletados pela CNI. As obras fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Nesta terça-feira (10), a especialista em infraestrutura da CNI, Ilana Ferreira, deve apresentar as conclusões do estudo na Comissão Especial que debate saneamento básico na Câmara dos Deputados.

As principais razões para as paralisações das obras de saneamento são “motivos técnicos” e “abandono pela empresa”. Há ainda problemas financeiros e orçamentários, judiciais, de desapropriação, ambientais, entre outros.

“O abandono por parte das empresas pode ocorrer por falhas no processo de licitação, em que empresas inaptas acabaram ganhando a concorrência apesar de não terem a expertise necessária para a conclusão da obra. Outra causa (…) está no contexto fiscal em que municípios e estados não têm conseguido cumprir com os compromissos contratuais, o que leva ao abandono de empresas pela falta de pagamento”, aponta a CNI.

Em entrevista ao G1, Ilana Ferreira elenca as principais dificuldades que estão por trás das paralisações:

  • Dificuldade em estruturar projetos: gestões municipais e estaduais têm dificuldade em contratar consultorias e empresas para estruturar os projetos e fazer análises básicas de engenharia. Assim, as obras começam com projetos incompletos, vagos ou com falhas
  • Crise financeira: as cidades e os estados estão em condição orçamentária restrita, o que dificulta a contratação de empresas tanto para realizar os projetos quanto as obras
  • Falhas de gestão e de planos municipais: como as obras são majoritariamente em áreas urbanas, é essencial ter análises do ordenamento territorial, bem como planejamento adequado e de longo prazo dos investimentos. Porém, apenas 30% das cidades do país têm planos municipais de saneamento básico
  • Falta de análise robusta dos projetos: os projetos das obras analisadas, que fazem parte do PAC, não passaram por análises robustas antes da aprovação e do repasse do financiamento federal. Assim, as obras começaram com projetos falhos, o que gerou as paralisações

Apesar de serem 60% das obras paralisadas, os casos de saneamento básico concentram apenas 9% dos recursos totais dos projetos parados. As 429 obras de saneamento correspondem a um investimento de R$ 10 bilhões, contra R$ 109,1 bilhões de todos os 718 projetos parados.

Segundo a CNI, são projetos simples, de pequena escala, “onde parece haver pouco espaço para imprevistos que possam gerar problemas técnicos”.

“Tem obras de petróleo e gás que custam bilhões de reais. Essas de saneamento custam milhões, são bem menores e mais simples. Ou seja, há dificuldade de gerir até projetos pequenos”, diz Ilana Ferreira, da CNI.

Público X privado

Para entender os problemas por trás dos altos índices de paralisação das obras, bem como os entraves do saneamento básico no geral, o estudo analisa o principal instrumento jurídico que rege o setor no país, os contratos de programa. Apesar de o saneamento ser uma responsabilidade dos municípios, empresas estaduais assumem os serviços de água e esgoto nas cidades a partir destes contratos.

Segundo o estudo da CNI, uma das principais distinções em relação ao contrato de concessão é que a celebração do contrato de programa não precisa ser precedida por licitação. Em outras palavras, não é necessário que haja concorrência para a celebração do contrato.

Além disso, Ilana Ferreira destaca que os contratos de programa não precisam estabelecer metas e indicadores de qualidade dos serviços, além de estarem passíveis de renovações sistemáticas. Já as concessões são mais rígidas, sendo que as renovações apenas podem acontecer uma vez e apenas se a empresa contratada conseguir cumprir as metas estabelecidas no contrato.

Não à toa, os contratos de programa são bem mais comuns no país. As companhias estaduais são responsáveis por 73% do mercado. Já os entes privados administram apenas 9% da população atendida.

O estudo da CNI destaca que essa falta de concorrência no setor repercute negativamente tanto nos dados já apresentados sobre obras paralisadas, quanto nos indicadores de atendimento de água e esgoto no país.

A confederação destaca que os índices de coleta de esgoto são 20 pontos percentuais mais altos no caso das concessões que na média nacional. Além disso, os investimentos per capita foram 33% superiores nas áreas concedidas que na média nacional entre os anos de 2015 e 2017.

“A pessoa que recebe o atendimento não escolhe de onde vem, mas o gestor público pode criar instrumentos para que haja garantia de que a pessoa receba o serviço da melhor forma possível”, diz Ilana Ferreira. “Não é que tem que ser 100% privado. É que precisa de instrumentos de competição. A falta de competição fecha o mercado.”

Saneamento em discussão

A Câmara dos Deputados instalou em agosto a comissão especial responsável pela análise do projeto de lei que estabelece um novo marco regulatório do saneamento básico. Está em discussão a prestação de serviços de saneamento por empresas privadas, bem como a determinação da abertura de licitações no setor, com a participação de empresas públicas e privadas e com o fim do direito de preferência das companhias estaduais.

“Hoje, tem sete projetos de lei do marco regulatório do saneamento. O que está sendo discutido hoje é justamente a exigência ou não de fazer licitação quando o contrato [de prestação de serviço] vence. Não significa privatizar. Significa abrir para propostas, seja da companhia estadual, seja de ente privado”, diz Ilana Ferreira.

A CNI defenda a revisão do atual modelo do saneamento, afirmando que é um modelo “estabelecido há 50 anos” e que “não tem sido capaz de expandir de maneira satisfatória a prestação de serviços de água e esgoto” no país.

Segundo os dados mais atualizados do setor, o Brasil ainda apresenta quase 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada e quase 100 milhões sem coleta de esgoto. Além disso, apenas 46% dos esgotos gerados nos país são tratados.

Carlos Bolsonaro diz que Transformação do Brasil não Virá por via Democrática

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Rio – O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), disse em sua conta no Twitter na noite desta segunda-feira que as transformações no Brasil não virão por vias democráticas.
“Por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos… e se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes!”, escreveu Carlos.

Políticos reagiram à declaração.

Por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos… e se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes!

O PSDB se posicionou em repúdio à publicação no Twitter e disse que por vias democráticas, o brasileiro elegeu Bolsonaro e tirou o PT.

“Por vias democráticas o brasileiro elegeu presidentes, apoiou impeachment dos que cometeram irregularidades. Por vias democráticas, o brasileiro elegeu Bolsonaro e tirou o PT. Figuras autoritárias insistem em transformações que não sejam pelas vias democráticas. Mas a democracia é a única opção possível”, escreveu o partido.

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) criticou a postagem. “O  Carlos Bolsonaro, filho do presidente, diz que não há transformação pelas vias democráticas. Afirma assim a veia ditatorial da famiglia Bolsonaro”, tuitou.

A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) também se posicionou e reforçou que a democracia é o único caminho a se seguir.

“Para Carlos Bolsonaro, vias democráticas não trarão a transformação que o país precisa. O que ele sugere? A tirania? A democracia é o único caminho a se seguir para termos uma sociedade justa, livre e inclusiva. O nosso avanço será pela pluralidade e não pela censura e repressão”, disse a parlamentar.
O youtuber Felipe Neto também respondeu o vereador e disse que a democracia está em risco. “Carlos Bolsonaro acaba de dizer com todas as letras: ‘Não é possível mudar o Brasil por vias democráticas’. Vou repetir: se você está calado nesse momento, você é conivente. Todas as ameaças estão sendo feitas. A democracia está em risco”, disse.

Huck quer um lugar no caldeirão de 2022

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Foi o discurso possível que a essa altura alguém se arriscaria a fazer como aspirante a candidato à sucessão do presidente Jair Bolsonaro. Se lhe perguntarem se será, negará. É de praxe.

Em seminário promovido pela revista Exame, em São Paulo, diante de uma plateia de executivos de empresas, o apresentador do Caldeirão do Huck falou como se só pensasse naquilo.

Descreveu-se como uma pessoa “com a cabeça aberta”. Disse que o Brasil precisa se debruçar sobre problemas urgentes como a falta de mobilidade social e o atraso na educação.

Contou histórias sobre pessoas que conheceu ao viajar pelo país para as gravações do seu programa na Rede Globo de Televisão, e afirmou que “se a gente não fizer nada, este país vai implodir”.

Explicou: “Eu não convivo bem com a polarização. Eu não sou um cara do grito, de falar alto. Eu não enxergo as pessoas que pensam diferente de mim como inimiga”.

Parte da plateia agitou-se  ao ouvir: “A gente não acha que vai discutir redução de desigualdade ou solução para favela com um monte de gente branca, rica, sentada numa mesa na Faria Lima”.

E convocou o que chamou de elite a abandonar a indiferença e “colocar a mão na massa” para buscar uma transformação no país. Advertiu, cuidadoso, como quase todo político costuma fazer:

– Isso não é um projeto pessoal, isso não é um projeto de poder, isso não é um projeto político. É um projeto de país.

Sobre o governo Bolsonaro, só uma frase: “A agenda econômica deste governo é correta”. Mas não se recusou a alfinetar Lula e o prefeito Marcelo Crivella, do Rio.

“A gente precisa de uma narrativa conciliadora no Brasil. Não dá para ficar brigando com todo mundo, discutindo, iludindo as pessoas. E, olha, não é de hoje. Já usaram muito a retórica do ‘nunca antes na história deste país’. Não é verdade.”

“De coração, acho que o povo para valer não está preocupado com como é que é o desenho do casal que está no gibi da Marvel. As pessoas querem saber como a vida delas pode melhorar de verdade. É só isso”.

Arderam as orelhas do governador João Doria (PSDB-SP) que sonha em ser o candidato da direita para desbancar Bolsonaro na eleição de 2022.

Emater estimula produtor rural com premiação de R$ 16 mil em concurso leiteiro durante a 40ª Expojipa

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O pequeno produtor da região Central está sendo estimulado a participar do concurso leiteiro que ocorrerá durante a 40ª Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial de Ji-Paraná (Expojipa), que acontece de 18 a 22 de setembro no parque de exposições Hermínio Victorelli, em Ji-Paraná.

Nas categorias vaca e novilha, o concurso oferece R$ 8 mil em dinheiro aos vencedores de cada categoria.

Organizado e realizado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) em parceria com a Associação Rural de Rondônia (ARR), o concurso leiteiro é exclusivo à agricultura familiar. Os organizadores esperam superar o recorde de 2018, que foi de 3,050 litros produzidos em nove ordenhas em 18 animais de 14 sitiantes.

A produção leiteira em Rondônia vem crescendo graças ao estímulo do governo estadual por várias frentes de fomento. Uma delas são por meio dos técnicos da Emater que orientam os produtores sobre a importância da genética, bons tratos, sanidade e alimentação adequada aos animais.

“O leite é uma expressiva fonte de renda aos produtores da agricultura familiar. Nosso papel é orientá-los a conduzir o rebanho de maneira que o lucro cresça”, explica o gerente do escritório regional da Emater em Ji-Paraná, o agrônomo Antônio de Assis Furtado.

Só no primeiro trimestre de 2019 Rondônia registrou 25,5% da produção leiteira realizada durante todo o ano anterior, segundo dados do IBGE. O produtor interessado em participar do concurso leiteiro deve se dirigir ao escritório da Emater do Território Central da Cidadania mais próximo para formalizar o pedido de participação.

Além do concurso leiteiro durante a Expojipa, a Emater manterá um escritório no parque de exposições para orientar o pequeno produtor em várias áreas do setor produtivo. “Nossos técnicos estarão disponíveis na feira para tirar dúvidas e explicar aos visitantes interessados tudo sobre as cadeias produtivas rondonienses, como café, peixe, gado de corte e leiteiro, dentre outras culturas que fomentem o desenvolvimento”, ressaltou Antônio de Assis.

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