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quinta-feira, abril 9, 2026
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Brasil completa 25 anos de estabilidade; Real é a moeda mais longeva

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Há 25 anos, o Brasil dava início à batalha contra o dragão da hiperinflação. Uma das maiores conquistas do país, que mudou radicalmente o modo de vida dos brasileiros, o Plano Real instituiu a mais longeva das moedas e fez a inflação despencar de 916%, em 1994, para 22,14% no ano seguinte. Em 2019, a previsão é de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atinja 3,6%. Será o terceiro ano seguido em que o indicador ficará abaixo da meta perseguida pelo Banco Central. Nos 12 meses até 1º de julho de 1994, quando a moeda começou a circular, a inflação somou incríveis 6.433%.

Se, até a data da implementação do Plano, a hiperinflação era a grande inimiga da população, duas décadas e meia depois, três desafios se colocam no caminho do Brasil: as contas públicas, que estão no vermelho e implodiram a capacidade de investimento do governo; a estagnação da economia, que, pelos cálculos do BC, crescerá apenas 0,8% neste ano; e a falta de emprego — mais de 13 milhões de pessoas não têm de onde tirar o sustento.

Antes de domar a fera da hiperinflação, o Brasil passou por cinco tentativas frustradas de estabilização, com diferentes planos econômicos: Cruzado (1986), Bresser (1987), Verão (1989), Collor I (1990) e Collor II (1991). Desde o sucesso do Plano Real, porém, a inflação nunca mais voltou a sair do controle. Pelos cálculos do economista Marcel Balassiano, da Fundação Getulio Vargas (FGV), a média anual de inflação entre 1996 e 2018 foi de 6,4%.

Nos 25 anos do Real, a estabilização monetária permitiu a inclusão de milhões de pessoas no mercado de consumo, a adoção de importantes ferramentas de gestão macroeconômica, a começar pelo sistema de metas de inflação e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), além do acúmulo de US$ 380 bilhões em reservas cambiais, que vacinaram o país contra choques externos. Também facilitou o desenvolvimento de programas sociais que, mesmo timidamente, permitiram a redução das desigualdades, conforme série de reportagens que o Correio começa a publicar a partir desta sexta-feira (28/6).

Concentração

Não há dúvidas de que, 25 anos depois do lançamento do Real, o Brasil está mais pobre e, de novo, à beira da recessão, sem qualquer capacidade de reação do governo, cujas finanças saíram do controle. Os gastos públicos não pararam de crescer e explodiram a partir de 2014. No ano passado, as contas registraram deficit primário (sem contar pagamento dos juros da dívida pública) de R$ 120,3 bilhões, ou 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o quinto ano seguido em que as contas fecharam no vermelho.

O setor público não tem recursos para fazer investimentos e acumula uma dívida em trajetória explosiva. A estimativa do governo é que chegue a R$ 4,3 trilhões até o fim do ano. O controle da inflação, porém, virou patrimônio nacional e a taxa básica de juros, apesar de ainda estar entre as maiores do mundo, nunca foi tão baixa:  6,5% ao ano. Caso o Congresso aprove a reforma da Previdência, é possível que o Banco Central reduza a Selic a 5,5% anuais até o fim de 2019.

A hiperinflação que vigorou até 1994 provocava uma transferência perversa de renda da população mais pobre para a mais rica. Esse fenômeno tornava o aumento descontrolado dos preços o maior tributo sobre os cidadãos, que não conseguiam proteger o valor do salário. As pessoas corriam para consumir o necessário o mais rapidamente possível na tentativa de driblar os reajustes, que eram diários. Nos supermercados, os preços eram remarcados várias vezes ao dia.

Por outro lado, a parte mais rica da sociedade — cerca de 25% da população tinha acesso ao sistema financeiro —  conseguia proteger o valor do dinheiro comprando dólar, investindo no exterior ou no Brasil. Aplicação financeira mais popular, o overnight, fazia a festa dos rentistas. “O Plano Real foi um eficiente mecanismo distributivo, que estancou um mecanismo de concentração de renda”, diz Roberto Padovani, economista-chefe do Banco Votorantim, que assessorou a equipe econômica que implantou o Real. “O plano limpou o horizonte e permitiu que houvesse planejamento. Antes, vivíamos um dia de cada vez”, afirma.

Pragas

Padovani explica que, antes do Real, toda a economia era indexada à taxa de inflação, inclusive os salários, que eram corrigidos todos os meses. Isso fazia com que o custo de vida se transformasse em uma bola de neve. Para estancar esse processo inercial, a equipe econômica criou um mecanismo de desindexação para desativar a memória inflacionária: a Unidade de Valor Real (URV), uma moeda virtual atrelada ao valor do dólar, que vigorou entre fevereiro e junho de 1994.

Todos os preços, inclusive os salários, foram convertidos em URV, que era atualizada todos os dias, o que serviu como uma ponte até o início da circulação do real, em julho de 1994. “O Plano Real resolveu a inércia inflacionária com eficiência. Os planos anteriores tentaram combater a inflação congelando os preços, mas isso causava escassez de produtos, pois os fabricantes seguravam as mercadorias aguardando reajuste de preços”, lembra o economista Felipe Salto, da Instituição Fiscal Independente (IFI).

Para ele, embora o real tenha criado as condições para a criação de importantes ferramentas macroeconômicas, as principais heranças foram o fim da inflação e o ganho de renda da população. “Além disso, hoje em dia, as pessoas não aceitam promessas de mundos e fundos em campanhas eleitorais, porque sabem que isso não é possível e traria de volta a inflação”, opina Felipe Salto.

Em 1998, foi registrada inflação de 1,65%, a mais baixa desde o início do plano. Desde então, o IPCA alcançou dois dígitos em 2002 (12,53%) e em 2015 (10,67%). “As pessoas não toleram mais inflação alta, e a sociedade reage contra aumento de preços”, orgulha-se o economista Gustavo Loyola, que integrou a equipe econômica do Real e presidiu o Banco Central entre junho de 1995 e agosto de 1997. Ele ressalta que, das três “pragas macroeconômicas” existentes à época, duas foram erradicadas, a hiperinflação e as crises externas. “Faltou o deficit público. A questão, agora, é fiscal. Por isso, precisamos da reforma da Previdência, que não é a bala de prata, mas é o que vai reunir as condições necessárias para equacionar o problema fiscal”, frisa.

Brasil assume liderança de ações culturais do Mercosul

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Buenos Aires (Argentina) – O Brasil assumiu, nesta quinta-feira (27), a liderança das ações culturais do Mercosul pelos próximos seis meses. O ministro da Cidadania, Osmar Terra, recebeu do governo argentino a presidência das atividades do bloco durante a 45ª Reunião de Ministros da Cultura do Mercosul, realizada em Buenos Aires, na Argentina.

O ministro falou da necessidade de exportar a cultura dos países latinoamericanos de forma articulada e de avançar em parcerias estratégicas com a Aliança do Pacífico, a União Européia e os países asiáticos. “Estamos discutindo como trabalhar em conjunto as questões culturais, desenvolver o mercado cultural e também exportar essas atividades, a nossa história, a nossa cultura, a nossa música, a nossa dança, o teatro e o cinema”, ressaltou.

O secretário de Cultura da Argentina, Pablo Avelluto, disse que as parcerias na região podem ampliar as ações ligadas à economia criativa e à valorização de patrimônios. “O debate das alianças, os novos entornos digitais, o desenvolvimento das indústrias criativas, o desenvolvimento dos patrimônios materiais e imateriais são assuntos que o Brasil tem plenas condições de coordenar”, afirmou.

O encontro foi realizado na casa do Observatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Villa Ocampo – antiga moradia onde viveu a escritora argentina Victoria Ocampo (1890-1979).
Para a diretora do escritório da UNESCO, Lidia Brito, a fala do ministro da Cidadania, Osmar Terra, durante a posse assegura e fortalece a continuidade dos acordos de cooperação. “Como vimos, hoje o Brasil tem muito a trazer para estes desafios que são comuns para toda a região. Portanto, o que nós esperamos é um reforço da nossa colaboração com nossos estados-membros e com o Brasil, em particular, pela sua presidência.”

Agenda

Terra também conversou com os representantes das delegações da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Peru e Colômbia sobre as políticas desenvolvidas pelo Ministério da Cidadania – composto pelas secretarias especiais do Desenvolvimento Social, do Esporte e da Cultura. O ministro brasileiro afirmou que a aproximação é importante para a definição de políticas sociais. “Procuraremos investir na aproximação com outras esferas do Mercosul, em especial a área social”, destacou. O objetivo é articular e desenvolver ações que resultem em benefícios à população.

O secretário especial da Cultura, Henrique Pires, acompanhou a agenda e representará o País nesta sexta-feira (28) durante a segunda edição da Cúpula Cultural das Américas, na Argentina. Ele explica que o trabalho conjunto é fundamental para solucionar problemas comuns a todos os países da região. “É possível encontrar soluções nessas conversas multilaterais, no sentido de trocar experiências e aproximar as nossas comunidades.”

Uma nova reunião de ministros está prevista para ocorrer em novembro em Porto Alegre. Na data, também será realizada a Bienal de Música, com artistas com ênfase na identidade das fronteiras.

Reunião do Mercosul

A Reunião dos Ministros da Cultura tem a função de promover a difusão e o conhecimento de valores e tradições culturais dos países parte do Mercosul, assim como apresentar ao Conselho do Mercado Comum (CMC) propostas de cooperação e coordenação no campo da cultura.

Fundado em 1991 pelo Tratado de Assunção, o Mercado Comum do Sul (Mercosul) é responsável por facilitar conversas e acordos entre países componentes da América do Sul. No segundo semestre de 2019, o Brasil assume a presidência do bloco, então ocupada pela Argentina.A cada seis meses há rotatividade – por ordem alfabética – dos países membros no cargo de mais alta representação jurídico-política da organização.

Palco Giratório e Série Encontro das Águas são destaques em julho, no Teatro Amazonas

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Em julho, a agenda do Teatro Amazonas traz ao público o Festival Palco Giratório, realizado pelo Sesc, e mais uma edição da Série Encontro das Águas, que reúne o erudito e o pop e é protagonizada pelos Corpos Artísticos da Secretaria de Estado de Cultura (SEC). A programação ainda inclui concertos da Amazonas Band e Orquestra de Câmara, espetáculo do Corpo de Dança do Amazonas, entre outros eventos. Confira:

2 de julho – No dia 2 de julho, às 20h, tem início o Festival Palco Giratório do SESC, projeto de difusão e intercâmbio das Artes Cênicas com mais de 20 anos de história. A primeira peça será “Meu Seridó”, do grupo Casa Zoé, de Natal (RN).

O espetáculo leva o sertão do Rio Grande do Norte ao público, por meio de um passeio pelo imaginário delirante e mitos do local. “Meu Seridó” também fala da relação do homem com a terra, com humor, música e reflexão. A classificação indicativa é livre e a entrada é gratuita.

3 de julho – “Se eu fosse Iracema” é a segunda peça do Palco Giratório, que será apresentada no dia 3 de julho, às 20h, com entrada gratuita. O espetáculo propõe um olhar sobre o universo indígena brasileiro, transitando entre a tradição e a sua situação atual, e usa referências que vão de mitos e rituais de várias etnias a questões como a demarcação de terras e outros direitos fundamentais, muitas vezes negligenciados.

O monólogo, primeira pesquisa de linguagem do grupo 1COMUM Coletivo, do Rio de Janeiro, com atuação de Adassa Martins, dramaturgia de Fernando Marques e direção de Fernando Nicolau, questiona: qual a real possibilidade de convivência entre as diferenças? A classificação é para 14 anos.

5 de julho – No dia 5, às 20h, será realizada a 2ª Mostra de Repertório Espatódea em comemoração aos 3 anos de aniversário da companhia Espatódea Trupe. No evento serão apresentados dois espetáculos infantojuvenis: “Upiara e a Lenda da Água Doce” e “O Cavaleiro Andante e Seu Fiel Escudeiro”. A entrada para todos os lugares do Teatro é R$20 (valor da inteira) e a classificação é livre.

6 de julho – No dia 6, a Amazonas Filarmônica realiza o concerto “From Vienna With Love To Manaus”, com participação da cantora austríaca Tamara Trojani e de Konstantin Schenk, como regente. A entrada será gratuita, e a classificação livre.

8 de julho – Continuando a programação do Palco Giratório, no dia 8 de julho, às 20h, será apresentada a peça “Traga-me a cabeça de Lima Barreto”, da Cia Comun, do Rio de Janeiro.

Inspirada livremente na obra de Lima Barreto (1881-1922), especialmente em “Diário Íntimo” e “Cemitério dos vivos”, “Traga-me a cabeça de Lima Barreto” é um monólogo teatral que reúne trechos de memórias impressas em suas obras, entrecruzadas com livre imaginação. Com entrada gratuita, o espetáculo tem classificação indicativa para 14 anos.

11 de julho – A Amazonas Band volta ao palco do Teatro Amazonas no dia 11 de julho, às 20h, para o concerto “Memórias para o Futuro”, uma retrospectiva do Festival Amazonas Band. Na ocasião, serão apresentadas obras que fizeram história nas nove edições do evento. A entrada será gratuita e classificação livre.

12 de julho – O Coral João Gomes Júnior apresentará um concerto de gala no Teatro, no dia 12, às 20h, em comemoração aos 63 anos do grupo. O evento terá entrada gratuita e classificação também é livre.

13 de julho – No dia 13 de julho, às 20h, o Festival Palco Giratório apresenta a peça “Mulher Arrastada”, que fala sobre Cláudia Silva Ferreira, mulher negra, pobre que foi baleada pela Polícia Militar em uma operação e teve o corpo arrastado por uma viatura quando estava sendo levada ao hospital. O caso aconteceu em 2014, no Rio de Janeiro.

Entrelaçando fato verídico e narrativa ficcional, esta peça-manifesto mostra a figura trágica de Cláudia reivindicando o que havia sido apagado durante a cobertura jornalística do caso: o seu próprio nome, substituído pela impessoal, violenta e cruel alcunha de “Mulher Arrastada”. A entrada será gratuita e a classificação é de 12 anos.

14 de julho – No dia 14 de julho, às 17h e 19h, o público infantil poderá prestigiar a obra “Branca de Neve: A mais bela de todas”, com montagem da Companhia Metamorfose. O clássico ganha uma nova versão sob um ponto de vista inovador. Repaginada, Branca de Neve é divertida, perspicaz e quebra paradigmas e preconceitos. Nesta versão, Zangado tem um papel fundamental.

Os ingressos custam R$ 40 (valor da inteira) para todos os lugares do Teatro e já podem ser comprados no site da bilheteria digital: http://bit.ly/brancadeneveteatroam.

17 de julho – Ainda pela programação do Festival Palco Giratório do Sesc, às 20h do dia 17 será apresentada a peça “Das cinzas coração”, da Quimera Criações Artísticas e Teatro Ateliê, do Rio Grande do Sul. “Das cinzas coração” usa a linguagem do cinema mudo, com trilha-sonora ao vivo para contar uma história de opressão feminina baseada que se passa em 1920. A entrada será gratuita e a classificação indicativa é para 12 anos.

18 de julho – “Aquelas – uma dieta para caber no mundo” acontece no dia 18 de julho, às 20h, também pelo Palco Giratório. A montagem da Manada Teatro, do Ceará, conta a história de Maria de Bil, santa popular da cidade de Várzea Alegre (CE), que foi assassinada em 1926 pelo “companheiro”, transformada em mártir, e até hoje é ícone de devoção do povo da região. A classificação é para 14 anos, e a entrada será gratuita.

19 e 27 de julho – Sucesso de público, a Série Encontro das Águas chega à quinta edição, com a proposta de unir o pop ao erudito. Nos dias 19 e 27 de julho, às 20h, a Orquestra de Câmara do Amazonas, o Balé Folclórico do Amazonas e a banda Aliases realizarão o concerto “All Star”, um show nostálgico com uma homenagem a grandes vertentes do soul, com foco especial em Amy Winehouse.

Os ingressos para a Série Encontro das Águas serão vendidos no site da Bilheteria Digital e custam R$ 60 para plateia e frisas, R$ 40 para o 1° pavimento, R$ 30 para o 2º e R$ 20 para o 3º pavimento.

20 e 28 de julho – A Série Encontro das Águas continua com o espetáculo “Playbill (Broadway)”, que reunirá diversos musicais que são obras primas do gênero, como o Fantasma da Ópera. O espetáculo será realizado nos dias 20 de julho (às 20h) e 28 (às 17h e 20h), pela Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica, Grupo Vocal dos Corpos Artísticos e Coral do Amazonas. Terá, ainda, colaboração do diretor cênico Matheus Sabbá.

21 de julho – No dia 21 de julho, às 11h, será realizada mais uma edição do “Concertos para Juventude”, desta vez com a Orquestra de Câmara do Amazonas. No evento, são apresentadas obras clássicas enquanto o maestro e os músicos conversam com o público sobre curiosidades da orquestra e a história da música. A entrada é gratuita e a classificação é livre.

21 e 26 de julho – “A Arte da Guerra”, dentro da Série Encontro das Águas, vai reproduzir as trilhas sonoras das grandes batalhas clássicas do cinema no palco do Teatro Amazonas, por meio de um concerto interativo da Amazonas Filarmônica em parceria com o Mapingua Nerd. O espetáculo acontece nos dias 21 (às 17h e 20h) e 26 de julho (20h).

24 de julho – O Festival Palco Giratório volta ao Teatro no dia 24 de julho, às 20h, com o espetáculo “Risco”, do grupo Fragmento Urbano, do Amazonas. A peça tem, como contexto, a metafórica das sensações e sentimentos que o corpo sofre a partir das adaptações em lugares e em instabilidades que se depara. A entrada é gratuita e classificação livre.

25 de julho – A última peça do Palco Giratório será “Helena”, da companhia amazonense Ateliê 23, no dia 25 de julho, às 20h. O espetáculo narra, de forma não cronológica, a história de vida uma mulher-mãe-professora-brasileira-resistência. A metáfora de Helena fala sobre a construção de uma imagem de superação. A entrada é gratuita, e a classificação é para 16 anos.

28 de julho – Às 11h do dia 28 de julho, a Série Encontro das Águas apresenta o “Concerto Didático”, com o Coral do Amazonas. O evento propõe um passeio pelo coral de diversas épocas e estilos. Além disso, questões como o funcionamento de um coro, o que são os “naipes” e como ouvir uma peça coral separando suas várias camadas serão respondidas pelo Coral do Amazonas e maestro Otávio Simões. A entrada é gratuita.

30 de julho – No dia 30 de julho, às 20h, o Corpo de Dança do Amazonas reapresenta o espetáculo de dança “Mata”, do coreógrafo Clébio Oliveira. A encenação sugere momentos de tensão e conflitos, e tem a proposta de ser poético reflexivo e atemporal, abordando o fenômeno de “despertencimento” de uma nação indígena. Entrada gratuita e a classificação indicativa é para 14 anos.

31 de julho – Os 27 anos de carreira do cantor amazonense Serginho Queiroz serão comemorados no show “Luzídia”, no dia 31 de julho, às 20h. Cerca de 20 convidados da música amazonense estarão com no palco do Teatro Amazonas, dentre eles: Zezinho Corrêa, Márcia Siqueira, Célio Cruz e Kethlen Nascimento. A entrada custa R$ 30 (valor da inteira) para todos os lugares do Teatro.

Rondônia registra saldo positivo na geração de empregos em maio

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (27) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, mostram que o estado de Rondônia teve saldo positivo na geração de empregos em maio. No período, foram abertos 243 novos postos de trabalho, uma variação de 0,10% em relação ao estoque do mês anterior.

Em maio, a geração de empregos na economia de Rondônia foi impulsionada pelos setores de Serviço, com a abertura de 432 novos postos, seguida pela Construção Civil e Agropecuária.

Desempenho Nacional

Em todo o Brasil, foram criados, em maio, 32.140 empregos formais. Se consideradas as vagas abertas desde janeiro, o número já chega a 351.063 novos postos com carteira assinada este ano. Com isso, o estoque de vagas no país chega a 38,761 milhões, o maior desde maio de 2016, quando o Caged havia registrado 38,783 milhões de vínculos empregatícios.

O destaque nacional neste último mês foi a Agropecuária, responsável pela abertura de 37.373 postos formais em todo o país. O segundo melhor desempenho foi o do setor da Construção Civil, com 8.459 novos postos, seguido dos Serviços (2.533), da Administração Pública (1.004) e da Extrativa Mineral (627).

Porto Velho recebe título de ‘Cidade Destaque em Gestão Ambiental’

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Porto Velho recebeu, nesta última quinta-feira (27/8), em Campinas/SP, o prêmio ‘Brasil de Gestão Ambiental’, concedido pela Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma). Com o prêmio, a capital passa a ter o título de Cidade Destaque em Gestão Ambiental.

O município agora figura entre os 100 melhores do país em relação a gestão ambiental. Representando a Prefeitura de Porto Velho, o secretário de Integração e Meio Ambiente, Robson Damasceno, recebeu a premiação.

O prefeito Hildon Chaves parabenizou o município pelo título. “Sabemos que muito ainda há de ser feito, mas estamos muito felizes por este reconhecimento nacional”.

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio de R$ 10 milhões

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A Mega-Sena, que está acumulada, sorteia neste sábado (29) o prêmio de R$ 10 milhões. As seis dezenas do concurso 2.164 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê em São Paulo.

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio, caso aplicado na poupança, opoderia renderia aproximadamente R$ 37 mil por mês.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

‘LA CASA de PAPEL’ ganhará quarta temporada, diz diretor

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“La Casa de Papel”, uma das produções de língua não inglesa de maior sucesso da “Netflix”, terá uma quarta temporada, segundo revelou nesta quinta-feira (27), Diego Ávalos, diretor de conteúdo original da plataforma de streaming na Espanha.

O anúncio foi feito durante a apresentação da terceira temporada da série, que estreia em 19 de julho.

Esta será a primeira transmitida com exclusividade pela “Netflix” após adquirir os direitos da Antena 3 e tê-la transformado em um fenômeno mundial.

A série, uma ação centrada em assaltos, foi criada por Álex Pina e é protagonizada por Álvaro Morte, Úrsula Corberó e Itziar Ituño.

No ano passado, “La Casa de Papel” recebeu o prêmio Emmy Internacional na categoria de melhor drama.

Placa do Mercosul é adiada para janeiro de 2020

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) anunciou nesta sexta-feira (28) um novo adiamento para as placas do Mercosul. Desta vez, os estados e o Distrito Federal têm até o dia 31 de janeiro de 2020 para se adequarem ao novo padrão.

Esta é a sexta vez que o novo processo de emplacamentos é adiado. O prazo estabelecido anteriormente pelo órgão venceria no próximo domingo (30).

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o adiamento traz consigo regras simplificadas que prometem reduzir os custos das novas placas, como novas normas para credenciamento de estampadores que aumentam a concorrência.

Outra novidade é que não será necessária a troca de placas em transferências de propriedade, como era exigido anteriormente.

A partir da nova resolução, o padrão Mercosul só será obrigatório para veículos novos, no caso de veículos em circulação, em mudança de município ou estado, e se as placas forem furtadas ou danificadas.

Atualmente, o novo modelo já está em aproximadamente 2 milhões de veículos e em vigor em 7 estados brasileiros: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.

Mudanças e prazos

A placa foi anunciada em 2014 e deveria ter entrado em vigor no Brasil em janeiro de 2016, mas foi adiada para 2017.

Depois, passou para o início de dezembro de 2018 e, posteriormente, para o final do mesmo mês, com prazos diferentes para os estados. No meio, uma liminar suspendeu o novo processo por tempo indeterminado. Em seguida, surgiu o prazo de 30 de junho.

Ainda no ano passado, o extinto Ministério das Cidades tinha decidido inserir mais dois elementos no modelo acordado entre os países do bloco, fugindo do padrão.

Além do brasão do Mercosul, da sequência de três letras e quatro números, e da bandeira do Brasil, a pasta havia inserido a bandeira do estado onde o veículo seria registrado e o brasão da cidade. Mas voltou atrás, após contestação de uma ONG.

Novo padrão de placas, já adotado em 7 estados, prevê combinação de 4 letras e 3 números — Foto: Foto: Karina Almeida e Claudia Peixoto/G1

Novo padrão de placas, já adotado em 7 estados, prevê combinação de 4 letras e 3 números — Foto: Foto: Karina Almeida e Claudia Peixoto/G1

Brasil e Japão: G20 é momento de estreitar relações entre os países

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O Japão tem um histórico de parcerias com o Brasil  e o G20 é uma oportunidade para entendimento de questões relevantes, de acordo com o embaixador do Brasil no Japão, Eduardo Saboia, em entrevista ao Portal do Planalto.

Em Osaka, o presidente terá reunião bilateral com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe no sábado (29). “Queremos com as reformas econômicas um novo ciclo de investimentos japoneses voltados para a infraestrutura [do Brasil], para aumentar nossa produtividade. O Japão dá muitos sinais de interesse nisso”, afirmou Saboia.

“O setor privado brasileiro e o setor privado japonês defendem uma negociação entre o Mercosul e o Japão. Esse é um ponto onde nós gostaríamos de ver avanço, porque nós temos uma agricultura competitiva. O Japão é a terceira maior economia e nós gostaríamos de ver mais produtos brasileiros ingressando no mercado japonês”.

Segundo ele, Brasil e Japão têm uma excelente convergência de visões. “O Brasil, assim como o Japão, defende o primado do direito internacional,  defende a reforma de organizações internacionais como a Organização Mundial do Comércio, e o Conselho de Segurança, e somos países amantes da democracia”.

O embaixador destacou que o Japão é o parceiro mais tradicional do Brasil na Ásia. “Daqui partiram investimentos que foram estruturantes para siderurgia, para a mineração do Brasil. Temos a história da Usiminas e também projetos que transformaram, por exemplo, a agricultura do cerrado”, disse o embaixador do Brasil no Japão, Eduardo Saboia, em entrevista ao Portal Planalto.

Brasil no Japão

O embaixador do Brasil no Japão, Eduardo Saboia, destacou que o Japão tem a terceira maior comunidade brasileira no exterior (cerca de 200 mil brasileiros) e lembrou que, no próximo ano, serão comemorados os 30 anos da presença da comunidade brasileira no país asiático.

“Esse é um diferencial que faz do Brasil um parceiro muito especial do Japão. Nós temos uma comunidade muito dinâmica, organizada, trabalhadora, que contribui para a prosperidade do Japão”, contou.

Ao todo, 39 escolas no Japão são homologadas pelo Ministério da Educação brasileiro. Nelas, os estudantes seguem o currículo brasileiro, para terem a possibilidade de retornar ao país sem perdas nos estudos. Porém, muitos brasileiros optam por estabelecerem suas vidas no país asiático.”Como já são trinta anos de presença dessa comunidade, já temos hoje advogados brasileiros formados em universidades japonesas, temos empresários, e uma comunidade que vem galgando posições aqui no Japão”, disse o embaixador.

PF busca por armas e carro blindado dentro de condomínio de luxo em Porto Velho

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A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta sexta-feira (28), dois mandados de busca e apreensão dentro de um condomínio de luxo localizado na Avenida José Vieira Caúla, Zona Leste, de Porto Velho. Os agentes buscam por armas e carros blindados no local.

Segundo a PF, os mandados foram expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal, após investigadores descobrirem que parentes de um detento da Penitenciária Federal de Porto Velho alugaram dois imóveis dentro do mesmo condomínio de luxo.

Os familiares do preso faziam uso de veículos de elevado valor, alguns inclusive blindados. Estes carros eram registrados em nome de terceiros ou de familiares, com objetivo de não deixar lastro financeiro.

Segundo a PF, durante investigação foi descoberta a existência de armas de fogo no interior dos imóveis de luxo e também por seguranças contratados “em decorrência de uma declarada guerra pelo controle do tráfico de drogas e armas entre familiares do interno e grupos criminosos rivais”. Este grupo estaria atuando na fronteira do Brasil com o Paraguai.

Os nomes dos investigados não foram divulgados.

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