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domingo, abril 19, 2026
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Lady Gaga e Bradley Cooper levam público à loucura com apresentação no Oscar

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Lady Gaga e Bradley Cooper tiveram uma performance e tanto no Oscar 2019, graças à interpretação da música ‘Shallow’, faixa de grande sucesso do filme ‘Nasce Uma Estrela’ e que ganhou o prêmio de ‘Melhor canção original’.

Gaga e Cooper, protagonistas do filme, subiram ao palco para cantar a música, com ela no piano e ele sentado na frente. Já no fim da apresentação, o ator se sentou ao lado da cantora e terminaram de cantar juntinhos, com os rostos colados.

Após a apresentação, o público presente no Dolby Theatre fez questão de aplaudir de pé. Além disso, nas redes sociais, os internautas foram à loucura com a performance. “Surreal de maravilhosos”, afirmou um usuário no Twitter. “Lady Gaga terminou de ganhar o mundo com essa apresentação”, disse outro.

Presidente do Hospital de Amor Busca Parceria Com a Assembleia Legislativa

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Em busca de parceria com a Assembleia Legislativa, o presidente do Hospital de Amor (antigo Hospital de Câncer de Barretos), Henrique Prata, esteve com o presidente da Casa de Leis, Laerte Gomes, em reunião com diretores do hospital, unidade de Porto Velho.

Ao lado da deputada Cássia Muleta (Podemos), Laerte Gomes ouviu Prata explanar sobre o desempenho da instituição que dirige e os resultados do Hospital de Amor de Barretos, um dos maiores centros de referência em oncologia do Brasil e mundialmente conhecido.

Além de Porto Velho, o Hospital de Amor tem unidades em Fernandópolis (SP) Jales (SP), Campinas (SP), Juazeiro (BA), Macapá (AP) e Campo Grande (MS), com vários alojamentos e casas de apoio para pacientes e acompanhantes.

“Quem puder ajudar de um jeito, ajuda, quem puder ajudar de dois jeitos, ajuda também, o que buscamos é apoio para tocar esse barco”, disse Prata que defende uma mudança na política de isenção fiscal, para que haja uma diferenciação no tratamento de instituições que de fato são filantrópicas e de outras que, em sua análise, apenas buscam certificações com o objetivo de ter benefícios tributários.

Após ouvir o empreendedor filantropo, Laerte Gomes disse que irá sugerir aos demais deputados da Assembleia, que na próxima vinda de Henrique Prata a Porto Velho, uma caravana com todos os parlamentares da Casa faça uma visita ao Hospital de Amor da capital.

“Precisamos levar todos os deputados para conhecerem de perto, na vida real mesmo, toda a estrutura que vocês têm e como funciona a gestão do Hospital de Amor. E com isso, buscarmos emendas de cada deputado para colocarmos em prol desse trabalho maravilhoso que o Henrique Prata faz pela nossa população, pelo nosso Estado de Rondônia”, disse o presidente.

“A única coisa que eu quero é essa parceria, essa aliança, porque sozinho a gente não toca um projeto dessa envergadura, com a tecnologia de ponta que mantemos no hospital hoje. Fazer, através do SUS, o que fazemos hoje aqui, nem a medicina privada não dá conta de competir com a gente, em nada, em nenhum serviço”, declarou Henrique Prata.

Laerte explicou que a Assembleia está passando por um período de readequação após a mudança para uma sede nova, segundo o presidente, muito maior estruturalmente e em todos os sentidos.

“Eu não prometo nada que eu não possa cumprir. Esse ano vamos trabalhar com muita transparência e economia para vermos o que é possível fazer para atendermos projetos como o do Hospital de Amor. Acredito que a partir de outubro já podemos conversar. Já somos parceiros e queremos dar continuidade a esse trabalho, porém, no momento certo para podermos, de fato, contribuirmos”, concluiu o presidente.

Acompanharam Henrique Prata o diretor executivo do Hospital de Amor de Porto Velho, Jean Negreiros, a diretora administrativa, Raquel Keller, o advogado Odair Flausino e, a convite do presidente Laerte Gomes, o ex-secretário da Sesau, Carlos Eduardo Maiorquim e a ex-adjunta da pasta, Socorro Rodrigues da Silva.

Texto: Juliana Martins – DECOM/ALE

Fotos: José Hilde – DECOM/ALE

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PEC da Previdência e Bloqueio de Bens de Terroristas são os Destaques da Semana

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Reforma da Previdência

Na quarta-feira (20) o presidente da República, Jair Bolsonaro, entregou aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 6/2019) que sugere mudanças no sistema previdenciário. Na quinta-feira (21), Maia enviou a matéria à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, onde se inicia a tramitação. O texto ainda passará por uma comissão especial para então ser analisada em dois turnos pelo Plenário. No Senado, a matéria será debatida no âmbito da CCJ e depois segue para votação em dois turnos pelo Plenário. Se as novas regras forem aprovadas como quer o governo, a idade mínima de aposentadoria para os homens será 65 anos, e para as mulheres, 62.

Bloqueio de bens de terrorista

O Senado aprovou o projeto que trata do bloqueio imediato de bens de pessoas e entidades investigadas ou acusadas por terrorismo (PL 703/2019). A proposta, que segue para a sanção da Presidência da República, busca adequar a legislação brasileira às recomendações do Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi), uma organização global da qual o Brasil faz parte.

Casamento de menores de 16 anos

O Senado aprovou na terça-feira (19) o projeto que proíbe o casamento de menores de 16 anos (PLC 56/2018). A proposta já havia sido aprovada pela Câmara em 2018 e seguirá para sanção presidencial.

Política Nacional sobre Drogas

O Senado voltará a debater uma proposta de lei que caracteriza o tráfico de pequeno porte e propõe o uso terapêutico da maconha. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 37/2013 retornará à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), seguindo posteriormente para as Comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). O requerimento para desarquivar o projeto foi aprovado após solicitação em Plenário do senador Alvaro Dias (Pode-PR).

Pessoas Desaparecidas

Em votação simbólica, o Plenário aprovou ainda o projeto de lei (PLC 144/2017), que cria a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. O texto prevê ações articuladas do poder público e a reformulação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas. A matéria segue para sanção presidencial.

Anistia a policiais militares

Também nesta semana foi aprovado o requerimento de urgência para a votação do projeto que concede anistia aos policiais militares do Espírito Santo e do Ceará que participaram de movimentos grevistas entre 2011 e 2018 (PL 395/2019).

Homenagem à Folha de S.Paulo

O Plenário do Senado Federal vai homenagear os 98 anos de existência do jornal Folha de S.Paulo, completados na terça-feira (19). Os senadores aprovaram o requerimento da senadora Kátia Abreu (PDT-TO) que pede a homenagem. Ela afirmou que a Folha é “um dos maiores jornais do país” e destacou a credibilidade do veículo.

Adesão à Funpresp

Nesta semana, o Senado também aprovou o texto da Medida Provisória (MP) 853/2018, que reabriu até 29 de março de 2019 o prazo de adesão à Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp). O prazo original havia sido encerrado em 29 de julho de 2018. Como não houve mudanças no Congresso, o texto será encaminhada à promulgação.

Sessões especiais

O Plenário do Senado aprovou também na quarta-feira (20) a promoção de duas sessões especiais. Uma comemorativa à profissão de médico veterinário, e outra para debater as causas, consequências e responsabilidades pelo rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG). Ambas sessões terão suas datas definidas pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Damares Alves

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves participou, na quinta-feira (22), de audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos (CDH). Na ocasião, a ministra disse que a discussão sobre o aborto cabe ao Congresso Nacional e não ao Supremo Tribunal Federal (STF). A ministra criticou o que chamou de “ativismo” do Judiciário ao tratar de temas que, na visão dela, cabem ao Legislativo.

14 ministros no Senado

A CDH também deve ouvir o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para conhecer as prioridades da pasta. A decisão foi tomada na reunião da terça-feira (19), com a aprovação de um requerimento sobre o assunto. Moro também deve falar sobre os três projetos de combate aos crimes de corrupção, caixa dois, crime organizado e crimes hediondos, que ele entregou pessoalmente ao Congresso na terça-feira (19). Entre outras medidas, o pacote anticrime aumenta a pena para quem usar arma de fogo e acaba com a liberdade condicional para integrantes do crime organizado.

Outros 13 ministros e mais o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, foram convidados para participar de debates nas diversas comissões permanentes do Senado.

Pessoas com deficiência e doenças raras

Subcomissão Permanente para Pessoas com Deficiência foi reativada na quarta-feira (20) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A subcomissão terá cinco membros titulares e igual número de suplentes para debater desafios e questões nacionais de interesse das pessoas com deficiência para aperfeiçoar a legislação que protege esse grupo.

Foi aprovado também na CAS um requerimento da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) para criação de uma subcomissão temporária para tratar da defesa dos direitos das pessoas com doenças raras.

Formação de Categorias de Base

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou na terça-feira (19) a criação da Subcomissão permanente do Esporte, da Educação Física e da Formação de Categorias de Base. Segundo explicou a senadora Leila Barros (PSB-DF), as políticas públicas de inclusão social por meio do esporte, quando bem articuladas com políticas de teor semelhante nas áreas da educação, saúde e cultura, “podem impactar efetivamente as vidas de crianças e jovens do país”.

Pesagem de mercadorias

Os estabelecimentos comerciais que vendem produtos lacrados poderão ser obrigados a disponibilizar balança para pesagem de mercadorias, para que os consumidores confiram o peso indicado nas embalagens. Esse é o objetivo do projeto de lei (PLS 21/2017) aprovado na terça-feira (19), em turno suplementar, pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC), e que segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

Criação de fundos

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou na quarta-feira (20) parecer que permite aos senadores e deputados federais reivindicarem a criação de fundos pelos Poderes Executivo e Judiciário via proposta de emenda à Constituição (PEC). Esse foi o entendimento do colegiado em resposta a uma consulta feita pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O parecer seguiu para conhecimento da CAE.

Sistema de avaliação de políticas públicas

A CCJ também aprovou, na quarta-feira (20), proposta que cria um sistema de avaliação de políticas públicas dos três Poderes. A ideia é aferir a efetividade das ações governamentais criadas para mudar a realidade socioeconômica brasileira, não apenas na execução financeira, mas também no que diz respeito à relação entre custo e benefício para a sociedade. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 26/2017 segue para análise em Plenário.

Bancada Feminina

primeira reunião da bancada feminina do Senado, na terça-feira (19), foi o passo inicial que as 12 senadoras deram para ocupar mais espaços na Casa, desde a participação nas comissões até a luta por uma pauta de interesse das mulheres. Dentro da chamada pauta positiva, a igualdade de gênero aparece como tema que a bancada quer ver avançar no Senado.

Vice-presidentes das comissões

A senadora Zenaide Maia (Pros–RN) é a nova vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR).

Na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), a senadora Selma Arruda (PSL-MT) foi eleita como vice-presidente por unanimidade para o biênio 2019-2020.

Novo líder do governo

Já o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) foi nomeado líder do governo no Senado. Ele afirmou que vai se reunir com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para detalhar as prioridades na Casa.

Direito de Amamentação em Locais Públicos e Privados Está na Pauta da CCJ

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O projeto que criminaliza a violação do direito à amamentação está na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na próxima quarta-feira (27), às 10h. O texto (PLS 514/2015) assegura o direito das mães de amamentar em qualquer local público ou privado sem sofrer qualquer impedimento.

A proposta da ex-senadora Vanessa Grazziotin estabelece que, mesmo havendo espaço reservado para amamentação nos estabelecimentos, cabe somente às mães decidir se querem ou não utilizar o local. A pena para quem proibir a amamentação poderá chegar a até 100 dias-multa.

A matéria recebeu voto favorável da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), que acatou emenda de redação aprovada anteriormente na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) para incluir a palavra “respeito” na abordagem às lactantes.

A relatora também apresentou emenda para que, em vez de crime, se preveja expressamente ilícito civil para quem impedir a lactante, destacando no texto que “considera-se conduta ilícita, sujeita à reparação de danos, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, qualquer ato que segregue, discrimine, proíba, reprima ou constranja lactantes ou lactentes, no exercício dos direitos previstos nesta Lei”.

Bolsa Família

Projeto que criminaliza o desvio de recursos da merenda escolar, da saúde e do Bolsa Família também deve ser analisado na CCJ. Apresentado pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), o texto (PLS 216/2015) estabelece que se torna agravante do crime de peculato — quando o funcionário público se apropria de dinheiro ou bens públicos ou particulares, em função do cargo — o desvio de recursos de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.

A apropriação irregular do orçamento da merenda escolar ou dos recursos de ações de educação alimentar em escolas públicas ou entidades filantrópicas ou comunitárias também fazem parte do projeto. A pena prevista é de 4 a 14 anos de prisão, mais multa.

O relator na CCJ, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), avaliou ser necessário incluir nesse rol o desvio de recursos às ações de saúde. No entanto, retirou do projeto original a inclusão desses desvios entre os crimes hediondos.

Se for aprovada na CCJ, a matéria deve seguir direto para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação em Plenário.

Eutanásia

Entre os dez itens da pauta da CCJ também estão projetos polêmicos como o que altera o Código Penal, para deixar de punir como crime, a omissão de tratamento ou procedimento de saúde a um paciente que recuse, expressamente, a oferta desses cuidados para prolongar sua vida. Caso o paciente não consiga manifestar sua vontade, esse direito de recusa poderá ser exercido por seu representante legal.

Embora a eutanásia (ajudar alguém doente a morrer) seja considerada crime no Brasil, com penas que podem chegar a 20 anos de prisão, essa possibilidade de descriminalizar a falta de um suporte de vida está prevista no projeto de lei (PLS 7/2018) do ex-senador Pedro Chaves.

O relator, senador Lasier Martins (Pode-RS), recomendou a aprovação do projeto, mas propôs emenda para que não seja aceita a manifestação de recusa quando houver risco para a saúde pública, nos casos de recusa de tratamento ou procedimento essencial para o controle de doenças ou agravos coletivos à saúde; quando a manifestação feita pelo representante recusar tratamento ou procedimento capaz de salvar a vida do paciente que esteja civilmente incapaz e sob risco iminente de morte.

STF julga 4ª feira ações que questionam Lei de Responsabilidade Fiscal

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O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na quarta-feira (27) oito ações que chegaram à Corte na década passada e que questionam a legalidade de artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), aprovada em 2000 para estabelecer normas de gestão fiscal para as finanças públicas dos governos federal, estaduais e municipais, além de punições para o descumprimento das medidas.

Os principais questionamentos contra a LRF foram feitos ao Supremo pelo PCdoB e PT e associações de membros do Ministérios Público Federal e de Contas. Todos afirmam que a norma não poderia ter estabelecido limite de gastos com o pagamento do funcionalismo dos estados. Conforme o entendimento, os estados têm autonomia financeira garantida pela Constituição.

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza sessão plenária para o julgamento de processos sobre criminalização da homofobia.
Supremo Tribunal Federal deve julgar 4ªfeira ações que questionam legalidade da Lei de Responsabilidade Fiscal, aprovada em 2000   (Arquivo/Rosinei Coutinho/SCO/STF)

Outra questão que deve ser debatida durante o julgamento é a manutenção de uma decisão do STF que considerou inconstitucional o artigo 23 da mesma lei.

Regras

De acordo com o dispositivo, quando os gastos com pessoal forem superiores ao limite estabelecido pela lei, os estados, o Distrito Federal e o governo federal deveriam reduzir em 20% as despesas com cargos comissionados e funções de confiança, promover a redução da jornada de trabalho e dos salários ou demitir servidores não estáveis.

Em 2002, o STF considerou o texto inconstitucional porque a Constituição determinou que os salários dos trabalhadores são irredutíveis.

Neste mês, diante da situação precária das contas públicas, secretários da Fazenda de alguns estados enviaram carta ao Supremo na qual defendem a revogação da decisão e a manutenção da possibilidade de redução da jornada e dos salários como forma de equilibrar as contas.

Em novembro do ano passado, a Secretaria do Tesouro Nacional informou que 14 estados superaram o limite de gastos com pessoal previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal.

De acordo com o Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais de 2018, divulgado pelo Tesouro, os estados que descumpriram a regra foram Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Sergipe, Acre, Paraíba, Roraima, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Alagoas.

Aumento de gastos

O Tesouro informou também que a maior parte do aumento de gastos com pessoal entre 2012 e 2017 correspondeu às despesas com servidores inativos (aposentados e pensionistas).

Esses gastos cresceram mais que as receitas, que ficaram estagnadas nesses anos, deteriorando as contas locais ao gerarem déficits fiscais cada vez maiores.

Apenas de 2016 para 2017, as despesas com pessoal nos estados e no Distrito Federal subiram R$ 25 bilhões, alta nominal de 6,7% e real (descontada a inflação) de 3,75%.

Plenário pode votar hoje projeto que tipifica crime de assédio moral no trabalho

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Deputados poderão votar proposta que prevê até dois anos de detenção em casos de assédio moral no trabalho

O projeto de lei que tipifica o crime de assédio moral no trabalho é o destaque do Plenário da Câmara dos Deputados nesta última semana de fevereiro. O Projeto de Lei 4742/01, do ex-deputado Marcos de Jesus, inclui o novo crime no Código Penal. Hoje a sessão do Plenário está marcada para as 13h55.

Será analisado o substitutivo aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em 2002, que caracteriza o crime de assédio moral no trabalho como depreciar sem justa causa, de qualquer forma e reiteradamente, a imagem ou o desempenho de servidor público ou empregado em razão de subordinação hierárquica funcional ou laboral.

A tipificação inclui ainda como crime o fato de tratar o funcionário com vigor excessivo, colocando em risco ou afetando sua saúde física ou psíquica. A pena proposta é de detenção de um a dois anos.

Iniciativa popular
Outro projeto em pauta é o PL 7005/13, do Senado, que permite o uso de subscrição eletrônica para apoio a projetos de iniciativa popular. O texto altera a Lei 9.709/98, que trata do assunto e permite apenas assinaturas manuais dos eleitores.

Para os projetos de iniciativa popular, a lei exige o apoio de 1% dos eleitores do País, distribuídos em, pelo menos, cinco estados, com não menos de 0,3% dos eleitores de cada um deles.

Fiscalização dos cidadãos
Está em pauta ainda o PL 9617/18, do Senado, que propõe regras para acompanhamento e fiscalização de obras e serviços públicos pelos cidadãos cadastrados em grupos de rede social.

Chamada pelo projeto de “gestão compartilhada”, a participação dos cidadãos é definida como o acompanhamento orçamentário, financeiro e físico dos gastos públicos, tais como a execução de obras, a prestação de serviços públicos e a aquisição de bens, por grupos virtuais atuantes em aplicativos disponíveis na internet ou na telefonia celular.

Imposto de Renda: Receita libera hoje programa para fazer a declaração

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A Receita Federal deve liberar hoje o programa para os contribuintes fazerem a declaração de Imposto de Renda (IR). Além de ser possível baixar o programa no computador, estará disponível o aplicativo para dispositivos móveis. Os formulários, no entanto, só poderão ser enviados a partir de 7 de março, depois do carnaval. O prazo termina em 30 de abril. Está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018 — o mesmo valor do ano-base de 2017.

Diante de um calendário apertado — o carnaval vai “comer” uma semana do prazo da entrega —, é melhor começar logo a separar documentos e comprovantes.

É fundamental que o contribuinte tenha em mãos os documentos que são encaminhados pelas fontes pagadoras (informes de rendimento), como as empresas e bancos — explica Gustavo da Gama, professor da pós-graduação de Direito Tributário do Ibmec/RJ. — Além disso, os recibos de gastos com saúde e educação devem estar todos reunidos.

E não é necessário esperar juntar todos os informes para colocar mãos à obra, ressalta Gama:

— À medida que o contribuinte já tenha algumas informações, é aconselhável que ele preencha os campos da declaração.

O planejamento antecipado evita que faltem documentos no momento de preencher a declaração ou que erros causados por desatenção ou pressa, como deixar de informar uma fonte pagadora ou incluir valores incorretos, façam o contribuinte cair na malha fina. Por isso, a dica é ficar atento e saber quais são os gastos mais comuns que têm de ser declarados.

Deduções

Além disso, Gama explica que é preciso ter atenção na hora de informar as despesas com saúde e educação. Não são todos os gastos que podem ser incluídos na declaração:

— Em relação à saúde, é possível deduzir gastos com médicos, dentistas e psicólogos. Já em educação, as deduções ficam a cargo de escolas, do nível infantil ao médio, faculdade, pós-graduação e cursos técnicos. Cursos de idiomas, dança e preparatório para vestibular não podem ser abatidos.

Reprodução

Um ponto em que muitos contribuintes se atrapalham na hora de preencher a declaração, explica Antônio Gil, sócio de Tributos da consultoria EY, é a inclusão de medicamentos:

— Medicamentos não podem ser deduzidos, a não ser que estejam incluídos no procedimento e, consequentemente, na nota fiscal de algum procedimento médico. Além disso, é preciso ter atenção aos reembolsos do plano de saúde. O contribuinte precisa informar o gasto com o serviço e quanto o plano ressarciu.

Novidades

Na declaração de ajuste 2019, ano-base 2018, será obrigatório informar o CPF de todos os dependentes nela incluídos, independentemente da idade. Os dados complementares sobre imóveis (número da matrícula, data de aquisição etc.) e veículos (Renavam), no entanto, serão facultativos.

— Essas informações complementares ajudam mais o contribuinte do que a Receita — explica Leônidas Quaresma, auditor da Receita Federal. — Futuramente, no caso de um inventário, por exemplo, os herdeiros terão facilidade de encontrar os dados sobre os bens.

Quaresma explica que, como esses dados são opcionais, o contribuinte não será impedido de transmitir sua declaração para o Fisco caso eles não sejam incluídos na declaração.

Outra novidade em relação ao IR é sobre a comunicação de erros. A Receita informou que as declarações serão processadas no mesmo dia em que forem entregues. Com isso, no dia seguinte ao envio dos dados, o contribuinte já terá acesso ao extrato da declaração, se eventualmente entrará na fila de restituição ou se será necessário ajustar algumas informações.

Completo ou simplificado

Os contribuintes também costumam ficar em dúvida sobre qual é o modelo de declaração mais vantajoso: o simplificado ou o completo. Quaresma, da Receita, diz que não há um padrão para o contribuinte saber qual a melhor modalidade.

— A minha recomendação é que o contribuinte preencha todos os campos da declaração. O programa da Receita vai dando as indicações sobre qual a melhor modalidade ao longo de cada etapa — ressalta o auditor fiscal. — Sendo assim, ao chegar ao fim do procedimento, será indicado se é mais favorável fazer o envio dos dados por meio do modelo simplificado ou pelo completo.

A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo será correspondente a 20% do imposto devido.

Os contribuintes que enviarem a declaração nos primeiros dias do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências nas informações, receberão mais cedo as restituições, caso tenham direito a ela. Além disso, alguns grupos têm prioridade para receber a restituição: idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais. O calendário de pagamento da restituição começa em junho e termina em dezembro.

Já quem tiver contas a acertar poderá dividir o valor do imposto devido em até oito parcelas, de no mínimo R$ 50 cada. O imposto de valor inferior a R$ 100 deve ser pago em cota única.

A primeira cota, ou a única, deve ser paga até 30 de abril. As demais vencem no último dia útil de cada mês, acrescidas de juros (Taxa Selic, hoje em 6,5% ao ano).

Em 1° pronunciamento na Câmara, Silvia destaca trajetória e luta contra o câncer

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No breve discurso, a deputada e jornalista de Ji-Paraná destacou sua trajetória e luta contra o câncer. Assista abaixo o pronunciamento.

 

Policial é presa ao entrar com itens para churrasco em cadeia

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A direção do Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar, onde está preso o ex-governador Luiz Fernando Pezão (MDB), prendeu, na manhã deste sábado, uma policial militar entrando na unidade prisional com material para fazer um churrasco. Foram apreendidas latas de cerveja, garrafas de vinho, facas, espetos, carvão e até a churrasqueira. Num trabalho de inteligência, os agentes do BEP flagraram a policial, lotada no próprio batalhão, quando tentava colocar os produtos em latões de lixo, no estacionamento. Presos de confiança, que trabalham na faxina, iriam colocar as lixeiras para dentro da unidade com os produtos.

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Polícia Milita informou que, o corregedor e o comandante do BEP, “tomaram as medidas cabíveis para prisão em flagrante da policial militar e de pelo menos mais dois acautelados que estavam envolvidos” no caso. Os procedimentos de investigação ainda estão em andamento. A pedido do EXTRA, a PM explicou por nota: “ressaltamos a importância da pronta resposta da corregedoria na prisão e enfatizamos que a Polícia Militar não coaduna com qualquer desvio de conduta de nenhum de seus membros.

Vale lembrar que inspeções são realizadas rotineiramente na unidade com vistas a manter o cumprimento da Lei de Execução Penal e o Regulamento Disciplinar da Instituição”.

Divulgação

Desde que o ex-governador Pezão foi preso, na operação Boca de Lobo, em novembro do ano passado, o BEP tem passado por frequentes vistorias. Desta vez, a direção adotou o sistema de monitoramento dos próprios guardas da unidade. A força-tarefa da Lava Jato deu voz de prisão a Pezão, por entender que, solto, ele poderia dificultar ainda mais a recuperação dos valores, além de dissipar o patrimônio adquirido em práticas criminosas. Segundo o MPF, à época, o esquema de corrupção ainda estava ativo. A prisão foi baseada na delação de Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral.

Outro político que se encontra na unidade desde novembro do ano passado é o ex-deputado Coronel Jairo (SDD), preso na operação Furna da Onça. Ele, junto com mais nove deputados na época, foram alvos da ação da Lava-Jato. Três deles já estavam detidos: Jorge Picciani, ex-presidente da Assembleia, Paulo Melo e Edson Albertassi. Eles fazem parte do grupo político da base do MDB.

Governador Marcos Rocha RESPONDE Supostas FAKE NEWS

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??IMPORTANTE! ASSISTAM TODO VÍDEO, COMPARTILHEM – Sobre o corte de gastos ??

— Boa noite, Rondônia. Tenho uma característica pessoal que sempre optei por aqui e zelo por mantê-la desde a campanha: concluir a ação e informar o que é absolutamente necessário para que ela se concretize. Sem palanque, sem falar por falar. Estou em uma missão e vou cumpri-la. ??

— Nos próximos meses realizaremos uma reforma administrativa com corte de gastos, redução de cargos comissionados (além do que já foi feito) e fusão de secretarias. Essa opção foi colocada para fazermos uma reforma que não prejudique a eficiência do Estado e assim se estabeleça uma nova, valorizando a meritocracia, a competência técnica. Estou trabalhando para concluir minhas promessas uma por uma. Como prova, em menos de dois meses de gestão, iniciou-se o projeto da regularização fundiária, um dos maiores desafios do Estado há anos. Compromisso meu e do presidente Jair Bolsonaro com a população Rondoniense.

— Sobre os cargos comissionados que serão criados na CAERD: Os dirigentes atuais da companhia apoiaram e cancelaram quase duzentas nomeações nos últimos meses. A redução gerou uma economia de mais de 1 milhão em um curto período. O pedido da contratação de seis cargos (apenas) foi por necessidade técnica e para a empresa trabalhar com regularidade mantendo a saúde financeira.

— Vou trabalhar para nossa gente de forma séria e honesta, cumprindo o que fora prometido. Sei que, por isso, alguns me atacarão com mentiras, optando pelo caminho da desinformação, a fim de conseguirem algo. Como tenho dito, não terão. Podem bater à vontade. Estou em paz.

Grande abraço a todos! Fiquem com Deus. ????

#SELVA #CORTEDEGASTOS #AVANTERONDONIA

EDIT: O Governo anterior exonerou todos os cargos comissionados no final de Dezembro 2018 por questões técnicas.

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