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Previsão: Frente Fria e Tempo Seco no Fim de Semana

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Frente fria avança com tempo seco no Brasil
Previsão do tempo indica chegada de frente fria e predominância de tempo seco para o fim de semana.

Frente fria avança pelo Sul do Brasil, enquanto tempo seco e baixa umidade dominam o restante do país neste fim de semana. Saiba como se preparar.

Alerta: Frente Fria e Tempo Seco Devem Predominar no Brasil Durante o Fim de Semana

O Brasil se prepara para um fim de semana com condições climáticas distintas em suas regiões. Enquanto uma frente fria avança pelo Sul, a maior parte do país enfrentará tempo seco e baixa umidade do ar. A situação de tempo seco Brasil destaca a necessidade de cuidados especiais.

Frente Fria no Sul

A chegada de uma frente fria ao Sul do Brasil provocará queda nas temperaturas, especialmente a partir de sexta-feira (18). Por exemplo, no Paraná, as mínimas podem chegar a 9°C, com máximas entre 15°C e 17°C. Além disso, a previsão indica céu claro e sem chuvas significativas, proporcionando assim um clima ameno para o litoral e outras regiões do estado.

Tempo Seco no Centro-Oeste, Sudeste e Norte

Enquanto o Sul experimenta o resfriamento, as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Norte enfrentarão tempo firme e seco. Em estados como São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais, a umidade relativa do ar deve cair abaixo dos 30%, chegando em alguns locais a índices inferiores a 20%. Essa baixa umidade pode causar desconforto e, consequentemente, aumentar os riscos à saúde, especialmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. Com o tempo seco Brasil, é crucial seguir as recomendações de saúde.

Chuva no Norte e Nordeste

Por outro lado, as regiões Norte e Nordeste apresentarão condições climáticas variadas. No litoral do Maranhão, por exemplo, há previsão de chuvas moderadas, enquanto o sertão e o agreste devem permanecer com tempo firme e calor intenso. Além disso, no Amapá, a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) pode provocar pancadas de chuva com moderada a forte intensidade.

Recomendações de Saúde

Devido à baixa umidade do ar, que pode causar ressecamento das vias respiratórias, irritação nos olhos e na pele, além de agravar problemas alérgicos e respiratórios, especialistas recomendam:

  • Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11h e 15h.

  • Manter-se hidratado, ingerindo líquidos regularmente.

  • Utilizar umidificadores de ar ou recipientes com água para aumentar a umidade nos ambientes internos.

  • Proteger os olhos e a pele com óculos de sol e hidratantes.

Com a chegada da frente fria no Sul e o tempo seco predominando na maior parte do país, é essencial que a população esteja atenta às condições climáticas. Diante do tempo seco Brasil, é importante adotar medidas preventivas para garantir o bem-estar durante o fim de semana.

Fonte: Olhar Digital

Golpe hacker drena R$ 541 milhões do Pix e transforma em bitcoin

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Hacker encapuzado em frente a notebook com notas de dinheiro e texto R$ 541 milhões ataque hacker.
Imagem ilustrativa mostra hacker encapuzado operando computador, representando golpe de R$ 541 milhões desviado via Pix e convertido em criptomoedas.

Um ataque hacker desviou R$ 541 milhões via Pix em poucas horas. Parte do valor foi convertida em criptomoedas para dificultar o rastreamento, segundo a Polícia Federal. Pix foi alvo de um ataque hacker massivo que resultou em perdas de milhões.

Ataque hacker desvia R$ 541 milhões via Pix e converte parte em criptomoedas, informa PF

Na madrugada de 30 de junho de 2025, criminosos executaram um ataque hacker de grande porte que atingiu o sistema de uma empresa de tecnologia responsável por intermediar transferências via Pix. Os invasores roubaram R$ 541 milhões de uma instituição de pagamento, realizando um dos maiores golpes da história do sistema financeiro brasileiro.

Hacker obteve acesso com ajuda interna

Os investigadores descobriram que um funcionário da prestadora de serviços entregou suas credenciais — login, senha e acesso remoto — a integrantes da quadrilha. Em troca, ele recebeu cerca de R$ 15 mil. Assim, o grupo iniciou as transferências por volta das 2h da manhã. No total, os hackers enviaram dinheiro em 166 operações, distribuindo os valores para 29 entidades diferentes e movimentando contas em seis instituições financeiras. Foi por meio de um ataque hacker que houve o desvio de dinheiro via Pix.

Descoberta rápida evitou prejuízo total

Uma das instituições identificou transações atípicas logo nas primeiras horas. Ao perceber valores muito altos, que passavam de R$ 200 milhões por operação, o setor de segurança acionou as autoridades. Graças à reação rápida, os agentes bloquearam aproximadamente R$ 270 milhões antes que o grupo criminoso conseguisse retirar toda a quantia. A polícia prendeu o funcionário envolvido poucos dias depois.

Quadrilha converteu milhões em criptomoedas

Para dificultar o rastreamento, os golpistas converteram parte dos valores em criptomoedas. Assim que as transferências foram concluídas, dezenas de milhões de reais passaram para carteiras digitais de bitcoin e outras moedas virtuais. Mesmo com as tentativas de ocultação, a Polícia Federal conseguiu recuperar cerca de R$ 5,5 milhões em criptoativos. Além disso, os investigadores congelaram outros R$ 32 milhões em contas ligadas aos suspeitos. No caso Ataque hacker Pix, as criptomoedas foram usadas para esconder o dinheiro.

Fraude expõe fragilidades no sistema

Esse ataque se tornou o maior registrado contra instituições financeiras no país. Como forma de conter novas fraudes, o Banco Central suspendeu temporariamente as operações via Pix de seis instituições financeiras envolvidas na trama. Uma empresa, por exemplo, recebeu mais de R$ 270 milhões em 69 transações, valor que as autoridades já bloquearam.

Ação criminosa impulsiona novas medidas

As investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo e recuperar o máximo de dinheiro possível. No entanto, a conversão em criptomoedas ainda representa um grande desafio. O caso também revelou vulnerabilidades nos serviços terceirizados que integram o ecossistema do Pix. Assim, o Banco Central e as instituições afetadas avaliam mudanças na fiscalização e pretendem adotar medidas de segurança mais rígidas para evitar novos golpes. Depois do ataque hacker ao serviço Pix, medidas de segurança estão sendo revistas.

Fonte: CNN Brasil

Moraes decide validar decreto do Governo sobre IOF

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Imagem mostra fachada do STF com a estátua da Justiça em destaque, ao fundo fotos de Alexandre de Moraes, Lula e Fernando Haddad, e o título “STF: Alexandre de Moraes decide validar decreto do governo sobre IOF”.
Decisão de Alexandre de Moraes mantém decretos do governo Lula sobre o IOF e gera reação no Congresso.

Alexandre de Moraes, ministro do STF, decide validar os decretos que aumentam o IOF após tentativa de conciliação fracassar. Decisão garante arrecadação, mas gera reação no Congresso. Nesta decisão, Moraes valida decretos do IOF em um contexto de desafios políticos.

? Moraes mantém decretos do IOF após conciliação fracassada

Brasília, 16 de julho de 2025 — Em decisão monocrática proferida nesta quarta-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu a maior parte dos decretos presidenciais que aumentaram o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Foram mantidas as alíquotas para operações de crédito, câmbio, seguros e previdência complementar, anulando apenas o trecho aplicável às chamadas “operações de risco sacado”. A decisão de Moraes valida decretos do IOF, criando assim precedentes para futuras discussões sobre o tema.

? Breve histórico do imbróglio

  1. Decretos federais: Em maio, o governo Lula elevou o IOF em diversos segmentos, justificando o aumento como necessário para ajustar o arcabouço fiscal. Moraes valida decretos do IOF, afirmando que são coerentes com os objetivos fiscais.

  2. Reação do Congresso: Em 25 de junho, o Parlamento derrubou os decretos em votação simbólica, usando decreto legislativo.

  3. Ação no STF: Em 4 de julho, Moraes suspendeu tanto os decretos do Executivo quanto o ato do Legislativo, convocando uma audiência de conciliação entre os Poderes, marcada para 15 de julho.

  4. Audiência sem acordo: O encontro terminou sem consenso. Com isso, Moraes assumiu a decisão sobre os decretos. Moraes valida decretos do IOF que ainda geram debate jurídico.

⚖️ O que a decisão diz

  • O ministro considerou que não houve desvio de finalidade nos aumentos tributários implementados via decreto presidencial, pois visavam ajustar a política macroeconômica.

  • A única exceção foi a tributação de “operações de risco sacado”, considerada uma extrapolação do alcance desse tipo de decreto, já que mesclou natureza creditícia com risco, violando a segurança jurídica.

? Repercussão no Senado

A decisão provocou reações acaloradas no Senado, com críticas de parlamentares que consideram a medida uma afronta ao Congresso e uma demonstração do excesso de poder monocrático do STF. Por outro lado, líderes governistas defenderam que o Supremo desempenhou seu papel de árbitro institucional.

? Implicações e próximos passos

EfeitoImpacto
ArrecadaçãoA manutenção do IOF deve trazer incremento aos cofres públicos, mas ainda há incerteza sobre o impacto futuro.
Precedente institucionalA decisão reforça o papel do STF como árbitro em conflitos entre Executivo e Legislativo.
Debate sobre monocraciasO caso reacendeu críticas à possibilidade de decisões monocráticas sem participação do colegiado.

A próxima etapa pode incluir recursos ao plenário do STF e reações no Congresso, especialmente discussões sobre limitações a decisões individuais de ministros, após edição em que Moraes valida decretos do IOF.

? Desfecho da disputa sobre o IOF

A decisão de Moraes marca uma vitória para o governo, ao salvaguardar a maior parte dos aumentos do IOF, enquanto ainda mantém um canal aberto para contestação institucional e jurídica sobre a forma como o Poder Executivo pode alterar tributos por decreto.

Fonte: Agência Brasil

Portugal endurece regras de imigração e impacta brasileiros

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Mapa de Portugal com bandeira portuguesa e brasileira, ilustrando novas regras de imigração que afetam brasileiros
Mapa de Portugal com bandeira portuguesa e brasileira, ilustrando novas regras de imigração que afetam brasileiros

Lisboa, 16 de julho de 2025 — O Parlamento de Portugal aprovou um pacote de medidas que torna mais rígidas as regras de entrada, permanência e naturalização de estrangeiros. A mudança impacta diretamente milhares de brasileiros que já vivem no país ou pretendem se mudar nos próximos meses.

Regularização por turismo chega ao fim

Com as novas regras, quem entra em Portugal como turista não poderá mais regularizar sua situação depois da chegada. Isso mostra que Portugal endurece regras de imigração. Até agora, era comum que muitos brasileiros viajassem com visto de curta duração e, em seguida, solicitassem autorização de residência. Agora, porém, quem quiser morar em Portugal precisará ter o visto certo antes mesmo de embarcar.

Reagrupamento familiar fica mais difícil

Nova lei exige visto obtido no Brasil, limita reagrupamento e amplia poder de fiscalização para autoridades locais.
Nova lei exige visto obtido no Brasil, limita reagrupamento e amplia poder de fiscalização para autoridades locais.

Além disso, o reagrupamento familiar se tornará mais restrito. O governo determinou que o pedido só poderá ser feito depois de dois anos de residência legal. Dessa forma, apenas menores de 18 anos poderão se juntar aos parentes que já vivem no país. Portugal endurece regras de imigração também para cônjuges e filhos adultos, que terão de aguardar em seus países de origem até que todas as condições sejam atendidas.

Vistos de trabalho mais limitados

Outro ponto que preocupa muitos brasileiros é a restrição dos vistos de trabalho. A partir de agora, o governo só concederá autorização para profissionais considerados altamente qualificados. Por isso, quem pretende atuar em setores com menor exigência técnica enfrentará mais barreiras para obter uma vaga, claramente sofrendo com o endurecimento das regras de imigração em Portugal.

Tempo de espera para cidadania aumenta

Além das restrições, o pacote também amplia o tempo mínimo necessário para adquirir a cidadania portuguesa. Assim, cidadãos de países lusófonos, como o Brasil, precisarão residir legalmente por pelo menos sete anos — antes eram cinco. Portugal endurece as regras de imigração ainda mais ao considerar a possibilidade de retirada da nacionalidade de quem cometer crimes graves, que ainda será debatida.

Nova força policial para fiscalização

Para reforçar o controle, o pacote cria a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras. Esse novo órgão, que ficará vinculado à polícia, terá a missão de fiscalizar imigrantes, aplicar multas, deter e até deportar quem permanecer de forma irregular no território português. Isso se alinha com o fato de que Portugal endurece regras de imigração para controlá-las.

Brasileiros temem prejuízos

Por causa de todas essas mudanças, a comunidade brasileira — atualmente a maior população estrangeira em Portugal — teme sofrer impactos significativos. Muitas famílias demonstram preocupação com a dificuldade para reunir parentes, regularizar documentos e obter a tão sonhada cidadania. Com certeza, Portugal endurece as regras de imigração, levando a preocupações contínuas.

Próximos passos e reação

Agora, o texto segue para análise do presidente, que poderá sancionar, vetar partes específicas ou até mesmo pedir uma revisão judicial. Enquanto isso, associações que defendem os imigrantes já se organizam para pressionar por mudanças ou recorrer à Justiça, caso considerem algum ponto inconstitucional.

Portanto, brasileiros que sonham em viver em Portugal precisam acompanhar cada etapa do processo, planejar bem a mudança e buscar informações atualizadas antes de tomar qualquer decisão. As novas regras prometem transformar o cenário migratório e exigir mais preparação de quem deseja morar no país europeu.

Fonte: InfoMoney

Comissão da Câmara aprova isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil

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Arthur Lira discursa na Câmara e Lula sorri após aprovação de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
Arthur Lira, presidente da Câmara, e o presidente Lula comemoram avanço de projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (16) um projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Com a isenção do IR até 5 mil reais, todos os trabalhadores que ganham até esse valor por mês não precisarão mais pagar o imposto. O governo aposta que a mudança vai aliviar o peso dos tributos para milhões de famílias.

Faixa intermediária será escalonada

Além da isenção para quem recebe até R$ 5 mil, o projeto cria uma faixa de transição. Quem tem salário entre R$ 5 mil e R$ 7.350 não perderá o benefício de forma brusca. Com a isenção do IR até 5 mil, para esse grupo, a cobrança será progressiva, com alíquotas mais baixas. Assim, o contribuinte não sente um impacto tão grande no bolso.

Mais cobrança para quem ganha muito

Para compensar a perda de receita, quem recebe altos salários vai pagar mais imposto. Rendas acima de R$ 50 mil mensais terão uma alíquota mínima de 10%. Dependendo do valor, essa alíquota pode aumentar. Para quem fatura mais de R$ 1,2 milhão por ano, o imposto sobe ainda mais. Dessa forma, o governo espera equilibrar as contas sem penalizar quem ganha menos.

Dividendos isentos por prazo limitado

Outro ponto importante é que dividendos e lucros seguem isentos até o fim de 2025. Depois desse prazo, novas regras de tributação devem entrar em vigor. A proposta prevê essa transição justamente para dar mais segurança jurídica a empresas e investidores. Além disso, essa estratégia garante previsibilidade para o mercado.

Economia para milhões de brasileiros

Com a nova faixa de isenção do IR até 5 mil, cerca de 10 milhões de pessoas ficarão livres do Imposto de Renda. Na prática, isso representa uma economia de mais de R$ 4 mil por ano para cada contribuinte. Esse dinheiro extra deve movimentar o comércio, fortalecer o consumo e ajudar a aquecer a economia, segundo estimativas do governo.

Próxima etapa será votação no Plenário

Depois de passar pela Comissão, o texto segue para votação no Plenário da Câmara. O tema deve voltar à pauta em agosto, logo após o recesso parlamentar. Alguns deputados já defendem mudanças, como cortes em outras despesas ou ajustes na cobrança de bancos e grandes fortunas. Portanto, o debate ainda promete ser intenso.

Proposta avança com apoio amplo

A aprovação contou com votos de partidos da base e até de opositores. Esse consenso mostra que a proposta tem boas chances de passar sem grandes obstáculos. No entanto, ainda há preocupação sobre como garantir equilíbrio fiscal. O governo reforça que a cobrança de altas rendas e lucros ajudará a fechar essa conta.

Alívio fiscal para quem ganha menos

Em resumo, quem recebe até R$ 5 mil por mês não pagará mais IR. Já quem ganha um pouco mais pagará menos imposto do que hoje. A isenção do IR até 5 mil é um passo importante nessa direção. Por outro lado, quem tem renda alta contribuirá mais. Se tudo ocorrer como planejado, a medida deve entrar em vigor ainda este ano. Assim, o país avança para uma cobrança mais justa e progressiva.

Fonte: Agência Brasil

Pix é alvo de investigação dos EUA após pressão de Trump

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Imagem mostra Donald Trump em destaque com a frase “Pix vira alvo de Trump”, bandeiras do Brasil e dos EUA ao fundo, além de um celular exibindo o logo do Pix.
Imagem destaca o Presidente Donald Trump, que pressiona uma investigação contra o Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central do Brasil.

O sistema de pagamentos instantâneos Pix virou alvo de uma nova investigação comercial aberta pelos Estados Unidos, após uma iniciativa direta de Donald Trump. O processo questiona se o Pix representa uma “prática desleal” que poderia prejudicar empresas americanas do setor financeiro. Essa investigação dos EUA surge em meio a crescentes tensões comerciais.

Por que o Pix entrou na mira

A apuração ocorre com base em dispositivos da legislação comercial americana, que autorizam retaliações contra países acusados de práticas consideradas injustas. Mesmo sem citar o Pix de forma direta, o texto oficial menciona sistemas de pagamento eletrônico controlados por governos, o que aponta diretamente para o modelo brasileiro. Além disso, o governo americano alega que tais sistemas criam barreiras para empresas estrangeiras. O Pix, alvo de investigação nos EUA, é um exemplo.

Pessoa realiza pagamento usando Pix em smartphone, aproximando o celular de outro aparelho com QR Code.
Imagem mostra transação feita com Pix por meio de smartphones, ilustrando a popularidade do sistema de pagamentos no Brasil.

Impactos possíveis

Caso a investigação confirme as suspeitas, os Estados Unidos podem impor tarifas adicionais sobre produtos brasileiros. Além disso, existe expectativa de um novo pacote tarifário, que pode entrar em vigor já em agosto, se as negociações não avançarem para um entendimento entre as partes. Consequentemente, setores da economia brasileira podem sofrer impactos diretos devido à investigação EUA sobre o Pix.

Pacote de alvos

Por outro lado, o Pix não é o único foco dessa ofensiva. O governo americano também avalia questões ligadas ao comércio eletrônico, pirataria, restrições ao etanol importado e políticas ambientais. Dessa forma, o Brasil se organiza para apresentar uma resposta unificada, enfatizando que o Pix modernizou os pagamentos, ampliou o acesso da população aos serviços bancários e não fere os princípios da concorrência justa. No contexto da investigação EUA, o Pix destaca-se.

Governo reage

Integrantes do governo brasileiro consideram a investigação uma tentativa de interferência indevida na economia nacional. Para eles, o sistema de pagamentos instantâneos democratizou os serviços financeiros, reduziu taxas bancárias e quebrou o monopólio das grandes bandeiras internacionais de cartões. Portanto, não haveria justificativa para barreiras comerciais adicionais. A Pix investigação EUA é vista como desproporcional.

Popularidade crescente

O Pix consolidou-se rapidamente como o meio de pagamento mais utilizado no país. Desde o seu lançamento, em 2020, ultrapassou os cartões de débito e o dinheiro em espécie, alcançando a maioria da população adulta. Assim, o crescimento acelerado do sistema explica parte da insatisfação de empresas estrangeiras, que perderam espaço no mercado nacional. A investigação EUA incluiu o Pix na análise desse fenômeno.

Próximos passos

A investigação deve se estender pelas próximas semanas. Enquanto isso, o governo brasileiro articula estratégias para evitar um impasse comercial ainda maior entre os dois países e aposta no diálogo como principal caminho para resolver o conflito. Por fim, o caso do Pix pode se tornar um símbolo de como inovação tecnológica e disputa comercial caminham lado a lado no cenário global. Será crucial acompanhar o desdobramento da Pix investigação EUA.

Fonte: G1

Âncora da CNN chama Bolsonaro de Bozo ao vivo e gera polêmica

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Apresentadora da CNN Brasil chama Jair Bolsonaro de Bozo ao vivo durante jornal
“Foi o próprio Bozo...”, diz apresentadora da CNN Brasil ao comentar sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A apresentadora da CNN Elisa Veeck gerou polêmica ao vivo ao chamar Jair Bolsonaro de “Bozo”. A fala dividiu opiniões e repercutiu fortemente nas redes, tornando-se um episódio memorável sobre apresentadora chamar Bolsonaro Bozo.

O episódio que chamou atenção

A jornalista Elisa Veeck, apresentadora do programa Live CNN, causou repercussão nas redes sociais ao se referir ao ex-presidente Jair Bolsonaro como “Bozo” durante uma transmissão ao vivo. O momento aconteceu enquanto ela comentava a atuação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em negociações contra tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

A fala que gerou reação

Ao mencionar a relação política entre Tarcísio e Bolsonaro, Elisa afirmou: “Tarcísio aparece publicamente, com mais ênfase, porque fora ministro de Jair Bolsonaro. E aí esse trampolim o trouxe aqui, inclusive a pedido do próprio Bozo… de Jair Bolsonaro”. Nesse contexto, a apresentadora se referiu a Bolsonaro como Bozo, ampliando a repercussão. A jornalista soltou uma leve risada logo após a declaração, o que ampliou a repercussão do caso.

O uso do apelido “Bozo”

O apelido “Bozo” tem sido utilizado por críticos de Bolsonaro desde a campanha de 2018, em alusão ao personagem de palhaço famoso entre as décadas de 1980 e 1990. Embora comum nas redes sociais, o uso dessa expressão em um telejornal gerou controvérsia e evidenciou o contexto no qual apresentadora chama Bolsonaro Bozo.

Reações à fala da apresentadora

Críticos acusaram a jornalista de falta de ética e profissionalismo por empregar um termo pejorativo durante uma transmissão ao vivo. Por outro lado, defensores minimizaram a fala e elogiaram sua postura, considerando o episódio como uma forma de expressão legítima no contexto político. Isso trouxe um novo debate sobre por que uma apresentadora chama Bolsonaro Bozo em rede nacional.

Posicionamento da CNN Brasil

Até o momento, nem a CNN Brasil nem Elisa Veeck emitiram um posicionamento oficial a respeito do ocorrido, mantendo o silêncio diante da repercussão sobre por que uma apresentadora decidira chamar Jair Bolsonaro de Bozo ao vivo.

Fonte: Metrópoles

Medicamento impede AVC: nova alternativa reduz danos e sequelas

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Novo Medicamento Abre Caminho para Prevenção de AVC
Novo Medicamento Abre Caminho para Prevenção de AVC

Pesquisadores japoneses criam medicamento capaz de reduzir danos do AVC, mesmo horas após o derrame. Esse novo medicamento impede AVC, oferecendo um avanço promissor para quem não consegue atendimento imediato. O medicamento impede AVC ao potencializar o tratamento inicial.

Nova esperança para vítimas de AVC


Pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, desenvolveram um medicamento que pode mudar o tratamento de acidentes vasculares cerebrais (AVC). A substância, chamada GAI-17, inibe uma proteína ligada à morte das células cerebrais, a GAPDH (gliceraldeído-3-fosfato desidrogenase). Assim, o remédio evita o agravamento dos danos logo após o derrame.

Leia Também: Colesterol alto é fator de risco para infarto e AVC; como se prevenir?

Resultados positivos em testes com animais


Nos testes em camundongos, o GAI-17 foi aplicado até seis horas depois do AVC. Os resultados mostraram menos destruição de células e redução do risco de paralisia. Além disso, não foram observados efeitos colaterais relevantes, o que aumenta as chances de sucesso em fases mais avançadas.

Próximo passo: testes em humanos


Apesar dos bons resultados, especialistas alertam que ainda é cedo para comemorar. Antes de chegar aos pacientes, é preciso iniciar os testes em humanos. Para isso, os pesquisadores devem comprovar a segurança do medicamento, além de entender como ele age no organismo. É fundamental que os ensaios clínicos sejam rigorosos para garantir a eficácia e prevenir possíveis riscos.

Possível aplicação em outras doenças


Outro ponto importante é que o GAI-17 pode ser útil em outras doenças neurológicas, como o Alzheimer. Isso porque a substância atua diretamente nos processos que levam à morte das células do cérebro. Mesmo assim, mais pesquisas são fundamentais para confirmar esses efeitos.

Avanço importante na medicina neurológica


Essa descoberta abre novas possibilidades de tratamento para o AVC. Em muitos casos, o atendimento rápido é um desafio, principalmente em locais distantes. Por isso, um medicamento que atue mesmo horas depois do acidente vascular pode aumentar as chances de recuperação. Com mais estudos e testes, espera-se reduzir as sequelas e melhorar a qualidade de vida de milhões de pessoas.

Fonte: Correio Braziliense. Além disso, o medicamento impede AVC especialmente quando administrado rapidamente.

Audiência de conciliação sobre IOF no STF termina sem acordo

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Alexandre de Moraes em sessão do STF; frase destaca tentativa de acordo sobre aumento do IOF, mas mostra que impasse continua.
Ministro Alexandre de Moraes conduz audiência de conciliação sobre o aumento do IOF no STF; tentativa de acordo termina sem consenso.

A audiência de conciliação realizada nesta terça-feira, 15 de julho de 2025, no Supremo Tribunal Federal (STF) terminou sem acordo. O encontro foi marcado para discutir o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). No contexto da audiência de conciliação IOF STF, governo federal, Congresso Nacional e partidos políticos participaram, mas não chegaram a um consenso.

Disputa entre governo e Congresso

O governo publicou decretos para aumentar as alíquotas do IOF. A medida buscava reforçar a arrecadação e garantir o equilíbrio fiscal neste ano. No entanto, o Congresso reagiu. Parlamentares aprovaram um decreto legislativo para cancelar os efeitos dos decretos presidenciais. Assim, começou um novo conflito entre os Poderes.

Para evitar insegurança jurídica, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu os decretos do governo e também o ato do Congresso. Além disso, marcou uma audiência para tentar um acordo. Apesar do esforço, não houve avanços.

Leia Também: STF suspende decretos do IOF e cobra harmonia entre Poderes

Posições mantidas na reunião

Participaram da reunião representantes da Advocacia-Geral da União, Ministério da Fazenda, Senado, Câmara dos Deputados e partidos de oposição. Cada lado defendeu sua posição. O governo insistiu na legalidade dos decretos e na importância de manter a arrecadação. Por outro lado, o Congresso reafirmou o direito de sustar atos do Executivo. Já os partidos de oposição defenderam que o STF deve decidir o impasse.

Como resultado, ninguém cedeu. Não houve abertura para negociação.

Decisão agora está com Moraes

Sem acordo, o próximo passo cabe a Alexandre de Moraes. O ministro deve decidir sozinho se os decretos presidenciais continuam válidos ou se valerá a decisão do Congresso. A expectativa é que a decisão saia ainda nesta semana.

Essa decisão é importante. Ela pode afetar a arrecadação federal e indicar os limites do governo para mudar impostos por decreto. Além disso, pode abrir precedentes para disputas futuras entre Executivo e Legislativo.

O que está em jogo

O julgamento definirá os limites do uso de decretos para aumentar tributos. Mostra também como o Congresso pode reagir para barrar medidas que considera abusivas. Por fim, reforça o papel do STF como árbitro de conflitos entre os Poderes.

Fonte: O Dia

Caixa libera abono salarial para nascidos em setembro e outubro

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Homem conta notas de 100 reais com o texto: Caixa libera abono salarial para nascidos em setembro e outubro
Trabalhador segurando notas de dinheiro, simbolizando o pagamento do abono salarial liberado pela Caixa para quem nasceu em setembro e outubro.

Abono salarial 2025 já pode ser sacado por trabalhadores nascidos em setembro e outubro. Confira quem tem direito e como receber o PIS/Pasep neste ano.

Caixa libera abono salarial para nascidos em setembro e outubro

Brasília, 15 de julho de 2025 – A Caixa Econômica Federal começou nesta terça-feira (15) a liberar o abono salarial do ano-base 2023 para trabalhadores com carteira assinada que nasceram em setembro e outubro. Quem tem direito e atende os critérios pode retirar o valor até o final de dezembro. Este é um momento importante, pois a Caixa libera o abono salarial para os beneficiários.

? Quem recebe e qual o valor

Neste lote, cerca de 3,8 milhões de brasileiros têm direito ao benefício. Juntos, eles devem movimentar aproximadamente R$ 4,4 bilhões na economia. Durante 2025, o programa PIS/Pasep vai repassar R$30,7 bilhões a 25,8 milhões de pessoas, o que ajuda a complementar a renda de quem mais precisa. Assim, com a Caixa liberando o benefício salarial, milhões de brasileiros serão beneficiados.

? Confira o calendário completo

O pagamento segue o mês de nascimento do trabalhador, o que facilita a organização. Assim, quem faz aniversário em setembro e outubro já pode sacar desde 15 de julho. Em seguida, o último grupo, formado por nascidos em novembro e dezembro, recebe o dinheiro a partir de 15 de agosto. É fundamental respeitar o cronograma e realizar o saque até 29 de dezembro de 2025, evitando perder o valor. Não perca, portanto, quando a Caixa liberar o abono em sua data.

Mês de nascimentoData de início do saque
Janeiro17 de fevereiro
Fevereiro17 de março
Março e abril15 de abril
Maio e junho15 de maio
Julho e agosto16 de junho
Setembro e outubro15 de julho
Novembro e dezembro15 de agosto

✅ Veja quem tem direito

Para receber o abono, o trabalhador deve cumprir alguns requisitos. Antes de tudo, é preciso ter inscrição no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. Além disso, é necessário ter trabalhado com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2023 e ter recebido, em média, até dois salários mínimos por mês. O empregador também precisa enviar corretamente as informações do trabalhador na RAIS, o que garante o acesso ao benefício. Assim, a liberação do abono pela Caixa segue os critérios estabelecidos.

O valor varia conforme o tempo trabalhado. Assim, quem atuou o ano todo garante R$ 1.518, valor máximo permitido. Já quem trabalhou um único mês recebe R$ 126,50. Por isso, é essencial entender como o cálculo funciona. E é fundamental saber quando a Caixa libera o valor completo do abono salarial.

? Saiba como sacar o benefício

A Caixa deposita automaticamente o dinheiro na conta corrente ou poupança de quem já é cliente. Por outro lado, quem não tem conta recebe o valor pela poupança social digital, acessível pelo app Caixa Tem. Além disso, o trabalhador pode usar o Cartão do Cidadão para sacar o dinheiro em lotéricas, caixas eletrônicos ou agências. Se a Caixa liberar abono salarial, fica fácil retirar o dinheiro seguindo essas opções.

Os servidores públicos e empregados de estatais recebem o Pasep pelo Banco do Brasil. Se não tiverem conta, podem transferir o valor por TED ou fazer o saque presencialmente, desde que apresentem um documento oficial. Assim, mesmo quando a Caixa não libera diretamente, há opções para acessar o abono.

Outra opção é solicitar o saque diretamente no Portal Gov.br, mas é importante ter uma conta nível prata ou ouro para liberar o pagamento online. Via Gov.br, também é possível quando a Caixa liberar o abono.

? Atenção ao prazo final

Todos os beneficiários precisam fazer o saque até 29 de dezembro de 2025. Caso contrário, quem não retirar o dinheiro dentro do prazo terá de esperar uma nova convocação para sacar valores atrasados. Portanto, vale acompanhar o calendário e não deixar para a última hora. É importante saber o prazo quando a Caixa libera o dinheiro do abono para evitar perdas.

Fonte: Agência Brasil

Arte de divulgação do Vida Plena sobre câncer de próstata com apresentador e três participantes.

Vida Plena debate câncer de próstata com médicos e paciente

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Vida Plena reúne médicos e jornalista para explicar exames, tratamento e saúde da próstata.
Cemitério da Saudade em Ji-Paraná com entrada principal e registros das obras de revitalização.

Cemitério da Saudade em Ji-Paraná recebe melhorias e novas calçadas

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Obras devem facilitar as visitas; custo, conclusão e mudanças de acesso não foram divulgados.
Educação para o trânsito em Rio Pardo: estudantes assistem à apresentação de personagens em escola.

Detran leva educação para o trânsito a mais de 340 alunos em Rio Pardo

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Dinâmicas com personagens abordaram travessia, sinalização e prevenção de sinistros nas escolas do distrito.
Ilustração de um cão e um gato representando a feira de adoção em Porto Velho.

Feira de adoção terá cerca de 60 cães e gatos em Porto Velho no...

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Ação orientará futuros tutores; animais particulares não poderão ser entregues no evento.
Retenção de ISS ilustrada por computador com símbolo da NFS-e, calculadora e referência ao ISS.

Ji-Paraná alerta empresas sobre retenção de ISS na NFS-e nacional

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Prefeitura de Ji-Paraná orienta empresas do Simples a conferir a retenção do ISS antes de emitir notas.