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sexta-feira, maio 15, 2026
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Dengue Alerta o Brasil em 2024: Sorotipo 3 Resurge e Preocupa Autoridades.

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"Com recorde de casos e mortes no Distrito Federal, o retorno do sorotipo 3, inativo por décadas, amplia o risco de epidemias graves e reinfecções no país
"Com recorde de casos e mortes no Distrito Federal, o retorno do sorotipo 3, inativo por décadas, amplia o risco de epidemias graves e reinfecções no país

Com recorde de casos no Brasil e no Distrito Federal em 2024, a dengue volta a preocupar autoridades sanitárias por conta do ressurgimento do sorotipo 3 e da sazonalidade da doença, que tem seu auge entre os meses de outubro e maio, sendo que em janeiro, historicamente, há um salto no número de casos.

De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desde 2023 o sorotipo 3 da dengue, responsável pela epidemia da primeira década dos anos 2000, voltou a ser notificado. “Por não estar em circulação há tanto tempo, o número de pessoas suscetíveis a esse sorotipo é elevado”, informou a fundação, por meio de nota, ressaltando que, até agora, ainda prevalecem no país os sorotipos 1 e 2, responsáveis pela epidemia de 2024.

No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde disse que o fato de o sorotipo 3 estar ganhando espaço em outras unidades da federação é um fator preocupante, que precisa ser monitorado, apesar de ter sido notificado apenas um caso em 2022. Este ano, a capital do país registrou o maior número de casos de dengue e de mortes pela doença de sua história.

Foram registrados 11.704 casos de dengue com sinais de alarme (leia para saber mais), um aumento de 2.079,51% em relação ao ano anterior, que registrou 537 vítimas alarmantes. Os casos graves chegaram a 508, marcando um acréscimo de 1.932%. Até 14 de dezembro, 440 óbitos por dengue haviam sido confirmados, enquanto três ainda estão sob investigação.

Walter Ramalho, professor de epidemiologia da Universidade de Brasília (UnB), explicou que, no DF, as cepas 1 e 2 predominaram durante a última epidemia. “Com isso, as pessoas estão menos suscetíveis a elas, fazendo com que o sorotipo 3 fique em uma situação predominante para 2025”, analisou.

Reinfecção

Além do risco de avanço do sorotipo 3 nos próximos meses, existe ainda o perigo de reinfecção e, no DF, foram muitos os casos de pessoas doentes. O infectologista Leandro Machado explica que a reinfecção por dengue ocorre quando uma pessoa que já teve a doença é contaminada por um dos outros três sorotipos do vírus (DEN-1, DEN-2, DEN-3 ou DEN-4).

A situação, segundo o especialista, é mais perigosa devido a um fenômeno conhecido como aumento dependente de anticorpos (ADE, do inglês antibody-dependent enhancement). “Na reinfecção, os anticorpos gerados contra o primeiro sorotipo podem não neutralizar o novo sorotipo e, paradoxalmente, facilitar a entrada do vírus nas células, aumentando a carga viral e a resposta inflamatória do organismo. Esse processo eleva o risco de formas graves da doença, como a dengue grave (antiga dengue hemorrágica) e a síndrome do choque da dengue, condições que podem provocar hemorragias, falência de órgãos e, em casos extremos, levar ao óbito”, afirmou Machado.

Ele alerta que mesmo aqueles que já tiveram dengue anteriormente devem redobrar os cuidados para evitar novas infecções. “Medidas como o uso de repelentes, a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, a proteção contra picadas e a vacinação são essenciais”, reforçou.

A estudante de comunicação Maria Carolina Lima de Paula, 21 anos, enfrentou cerca de 10 dias de sintomas  da dengue que a deixaram debilitada. “No começo, suspeitei de infecção. Tive febre alta e muita dor atrás dos olhos. Assim que os sintomas apareceram, fui direto ao hospital. Quando cheguei lá, eles me orientaram a tomar apenas paracetamol e manter muita hidratação, e então segui esse tratamento até o fim da minha recuperação”, disse.

Mesmo com sintomas leves, Carolina temeu a forma mais grave da doença(foto: Arquivo pessoal)

Mesmo com sintomas considerados leves, ela temeu a forma mais grave da doença. “Fiquei com medo, confesso! Meu irmão teve dengue hemorrágica no ano passado, e os médicos e os enfermeiros reforçaram que eu precisava me cuidar para não evoluir para um estágio perigoso”, explicou.

Professor da UnB, o sanitarista Jonas Brant disse que é possível que o Distrito Federal tenha um aumento de casos da doença nos próximos meses. Porém, ele acredita que é pouco provável que a capital enfrente uma epidemia. “O mais importante, neste momento, é avaliar os erros do ano passado e nos prepararmos para uma epidemia de chikungunya e uma próxima onda de dengue, monitorando se as ações estão sendo avaliadas e melhoradas”, alertou.

O especialista explicou o motivo de preocupação com a chikungunya. “Temos uma imunidade de rebanho grande contra a dengue, mas não contra a chikungunya, pois não tivemos transmissão, e a doença vem se expandindo no Brasil. Ano passado, outras regiões do Centro-Oeste tiveram grandes epidemias”, pontuou.

Números

Segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES-DF), até a 50ª semana epidemiológica de 2024, foram notificados 323.671 casos suspeitos de dengue, dos quais 284.255 foram considerados prováveis. Entre as confirmações, 97,9% dos casos são de residentes no DF, somando 278.235 vítimas.

Neste ano, foi registrado um aumento de 659,2% no número de casos prováveis de dengue em residentes no DF se comparado ao mesmo período de 2023, quando foram contabilizados 36.647 possíveis vítimas da doença na cidade.

A professora Simone Xavier, 51, define como “aterrorizantes” os dias nos quais teve os sintomas da dengue. “Fiquei sete dias doente. Tudo começou com a pressão arterial subindo, acompanhada de uma dor de cabeça insuportável, dores dentro dos olhos, tontura, enjoo e dores fortes nas juntas, como joelhos, cotovelos, punhos, tornozelos e quadris”, descreveu. Após sentir os sintomas, Simone foi a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) onde recebeu orientação para ficar em completo repouso.

Silvana Xavier conta que experiência com dengue foi “horrível”(foto: Arquivo pessoal)

A infectologista Joana D’arc Gonçalves detalha que a maioria das pessoas que se infectam com um dos sorotipos da dengue podem desenvolver sinais e sintomas leves ou até imperceptíveis. Contudo, em infecções futuras por outro sorotipo, esses anticorpos acabam tendo um papel de amplificação da infecção, não protegem contra as outras cepas e, ao contrário do esperado, além de não protegerem, ajudam o vírus a infectar novas células e a se replicar.

“A própria imunidade do indivíduo, com anticorpos que não neutralizam a doença, piora o quadro com uma resposta inflamatória severa, pois as células de memória formadas na primeira infecção são reativadas de forma mais intensa e robusta, porém, sem conseguir eliminar o vírus”, explicou.

Taxa de vacinação no DF está baixa

A vacinação é fundamental para prevenir a dengue ou, em caso de infecção, reduzir os riscos da forma grave da doença. No Distrito Federal, o imunizante está disponível para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. No entanto, a taxa de imunização na capital é baixa. Segundo a Secretaria de Saúde, apenas 46% tomaram a primeira dose e somente 18,9% tomaram a segunda. Há 17 mil doses em estoque na Rede de Frio Central (GRF).

O esquema vacinal ocorre em duas doses, com um intervalo de 90 dias entre elas. Mas se a pessoa foi diagnósticada com dengue, é preciso esperar seis meses para começar a vacinação. Segundo a Secretaria de Saúde, a imunização não é indicada para indivíduos com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo aqueles em terapias imunossupressoras, com infecção por HIV sintomática ou com evidência de função imunológica comprometida, e pessoas com hipersensibilidade às substâncias listadas na bula, além de mulheres gestantes ou em fase de amamentação.

Combate

Segundo a Secretaria de Saúde do DF, cerca de 5 mil imóveis são visitados diariamente pelos agentes de saúde. No início deste ano, o Governo do Distrito Federal (GDF) nomeou 150 agentes de vigilância ambiental (Avas) e 115 agentes comunitários de saúde (ACS´s). Atualmente, há 512 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) trabalhando e, hoje, o DF conta com 25 carros de fumacê.

Além disso, o governo vem reforçando as ações de controle vetorial com a incorporação de novas tecnologias. No momento, as equipes estão implementando estações disseminadoras de larvicida em locais de maior risco, bem como ações de borrifação residual intradomiciliar, que é uma estratégia de controle químico de vetores que consiste na pulverização de inseticida de efeito residual nas paredes internas dos imóveis.

Essas ações, de acordo com a pasta, reforçam as demais rotineiramente implementadas, como a realização de levantamento de índices de infestação, monitoramento de armadilhas ovitrampas — constituídas de um vaso de planta preto, no qual são adicionados água, uma palheta de madeira e substância atrativa para o mosquito —, visitas domiciliares para eliminação de focos de transmissão, orientações à população e tratamento de focos que não sejam passíveis de eliminação.

Bancos têm horários reduzidos de atendimento no final de ano

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Confira os ajustes no atendimento bancário e como utilizar o sistema Pix durante os feriados
Confira os ajustes no atendimento bancário e como utilizar o sistema Pix durante os feriados

As festas de final de ano vão alterar o expediente bancário nas próximas duas semanas. No dia 24 de dezembro, véspera de Natal, os bancos terão o horário de atendimento ao público reduzido, das 9h às 11h, horário de Brasília. Já na véspera do Ano Novo, dia 31, não haverá expediente e as compensações bancárias não serão efetivadas, incluindo a TED.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), somente o PIX, sistema que funciona 24 horas todos os dias e feriados, poderá ser feito normalmente.

Já nos dias 23, 26, 27 e 30 de dezembro as agências funcionam normalmente, bem como a partir do dia 2 de janeiro.

No dia 25 de dezembro e 1º de janeiro, feriados nacionais, não há expediente bancário e as instituições financeiras não abrem para atendimento presencial ao público. As compensações bancárias também não serão efetivadas nessas datas.

Contas de consumo (água, energia, telefone, etc.) com vencimento nos dias em que não há compensação bancária – 25/12, 31/12 e 01/01 – poderão ser pagas, sem acréscimo, no dia útil seguinte. Já no caso dos tributos e impostos, caso vençam no feriado ou nos dias em que não há compensação bancária, é necessário que o pagamento seja antecipado, para evitar a incidência de juros e multa.

“Normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais”, informou a Febraban.

Caso isso não tenha ocorrido no documento de arrecadação, a entidade sugere antecipar o pagamento ou, no caso dos títulos que têm código de barras, agendar o pagamento nos caixas eletrônicos, canais digitais, como sites e aplicativos, ou pelo atendimento telefônico dos bancos.

Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) não considera dias úteis, para fins de operações bancárias, os sábados, domingos e feriados de âmbito nacional e as agências bancárias não funcionam em feriados oficiais, sejam eles municipais, estaduais ou federais.

“Os meios eletrônicos são uma alternativa prática e extremamente segura aos clientes, que podem usar as áreas de autoatendimento nas agências disponíveis, e os canais digitais (celulares e computadores) dos bancos, para a realização de transferências e pagamento de contas, e demais serviços”, destacou a Febraban.

Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).

Golpes no Gov.br: Criminosos Invadem Contas para Empréstimos e Desbloqueio de Veículos

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Organização criminosa usa dados pessoais para fraudes no Gov.br; saiba como se proteger e denunciar casos suspeitos.
Organização criminosa usa dados pessoais para fraudes no Gov.br; saiba como se proteger e denunciar casos suspeitos.

Uma organização criminosa está sendo investigada por invadir contas da plataforma Gov.br, do governo federal, para realizar empréstimos, emitir procurações e até liberar veículos de restrições judiciais. As denúncias foram reveladas pelo programa Fantástico, da TV Globo.

O que aconteceu?

Uma das vítimas descobriu a invasão ao tentar recuperar sua senha. “O aplicativo enviou uma mensagem para um e-mail e telefone que não eram meus. Foi aí que percebi o golpe”, relatou. A conta havia sido usada para emitir uma procuração que dava ao golpista poderes para negociar um automóvel.

Outro caso envolveu uma juíza do trabalho em São Paulo, cuja conta foi usada para acessar processos judiciais de todo o país. Os golpistas removeram bloqueios de pelo menos 50 veículos, beneficiando pessoas como Júnior Barom, investigado por pagar pelo desbloqueio de um carro. Embora negue as acusações, Barom foi preso em flagrante após policiais encontrarem uma arma com numeração raspada em sua casa, no Rio Grande do Sul.

Os criminosos cobram cerca de R$ 350 por invasão de contas. Em um flagrante, um dos golpistas revelou, sem saber que estava sendo gravado, a participação de um servidor do INSS na fraude.

Reação das autoridades

Em nota, o INSS afirmou estar tomando medidas preventivas contra esse tipo de golpe. Nos últimos dois meses, sete operações resultaram em prisões e bloqueios de bens e contas bancárias de suspeitos.

O Ministério da Gestão e da Inovação declarou que trabalha para reforçar a segurança da plataforma Gov.br. A pasta recomenda que os usuários:

  • Não aceitem ajuda de terceiros para recuperar senhas.
  • Relatem qualquer suspeita de fraude às autoridades, registrando um boletim de ocorrência.

Prejuízos Evitados

Um exemplo positivo de reação ocorreu com uma mulher de Novo Hamburgo (RS). Criminosos usaram os dados de sua CNH para tentar um empréstimo de R$ 130 mil, mas o gerente do banco percebeu a fraude e bloqueou a conta a tempo.

Os golpes envolvendo a plataforma Gov.br têm levantado preocupações sobre a segurança dos dados pessoais. Especialistas alertam para a necessidade de maior conscientização e investimentos em tecnologias de proteção para evitar novos casos.

Idosos e Redes Sociais: Como o Vício Digital Impacta a Terceira Idade

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Do isolamento à dependência: os desafios enfrentados por idosos no uso excessivo de celulares e redes sociais
Do isolamento à dependência: os desafios enfrentados por idosos no uso excessivo de celulares e redes sociais

Na casa da família de Ester, no interior de São Paulo, o wi-fi está desligado. A cuidadora de idosos de 38 anos e os irmãos também têm evitado mexer no celular quando estão reunidos.

A decisão repentina da família de ficar offline é uma tentativa de trazer uma pessoa “de volta à vida real”: a mãe de Ester, que tem 74 anos.

“Ela está muito viciada: leva o celular para o banheiro, dorme com o celular embaixo do travesseiro, não interage e não deixa a gente chegar perto do telefone dela. Parece uma criança”, diz Ester, que preferiu preservar o nome da mãe e o sobrenome da família para evitar constrangimentos.

Em uma medida mais drástica, os filhos chegaram a tirar o chip do telefone da mãe para cortar o acesso da idosa a dados móveis e, assim, parasse de entrar no Facebook e TikTok.

“A gente desligou o wi-fi e tirou o chip do celular dela porque não tinha outro jeito”, diz Ester.

O caso da família paulista ilustra um fenômeno que tem aparecido em pesquisas recentes sobre danos causados pelo vício em celular — a chamada nomofobia, expressão que vem do inglês no mobile (sem celular).

Ela não é considerada uma doença ou um transtorno, mas um conjunto de sintomas exacerbados nessa relação não saudável com os aparelhos eletrônicos.

Em alguns casos, o medo de ficar sem celular pode deixar uma pessoa tão nervosa que ela pode suar demais ou ter taquicardia.

Impactos na Saúde Mental

O uso excessivo de telas é relacionado a uma piora da saúde mental, com sintomas de estresse, depressão e ansiedade, segundo pesquisas reunidas em um estudo realizado pela terapeuta ocupacional Renata Maria Santos em seu doutorado na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A principal surpresa para a pesquisadora, que acompanha pacientes no Hospital das Clínicas da UFMG, em Belo Horizonte, foi o impacto em idosos.

“A gente imaginava que os idosos teriam uma aversão à tecnologia, pela dificuldade de mexer ou por um leve declínio cognitivo natural, que seriam uma barreira para um relacionamento positivo com esses aparelhos”, diz Santos, que analisou 142 artigos publicados sobre pesquisas que, reunidas, envolvem 2 milhões de pessoas no mundo.

“Mas o que a gente encontrou é que as pessoas estão tão apegadas a ponto de desenvolver essa ansiedade generalizada de ficar desconectado [a nomofobia].”

Ou seja, a dificuldade que muitos idosos relatam de lembrar de senhas, baixar algum programa ou conhecer os caminhos para acessar um site não tem sido mais uma barreira.

Os especialistas com quem a BBC News Brasil conversou apontam que os celulares podem ser aliados importantes na melhoria da qualidade de vida de idosos (no contato com a família, por exemplo).

Mas há alguns aspectos que deixam os idosos especialmente vulneráveis a uma possível dependência, como:

  • Isolamento e solidão;
  • Sentimento de “exclusão” do mundo atual;
  • Alto índice de transtornos de humor, como depressão.

Essas situações, somadas a algum declínio cognitivo e à falta de letramento digital, ainda podem levar os idosos a uma maior propensão a cair em golpes ou se viciar em jogos, explica a neuropsicóloga Cecília Galetti, especialista em gerontologia, a ciência que estuda o envelhecimento.

“É como uma bola de neve. Um idoso isolado em casa e deprimido é mais vulnerável a um comportamento aditivo”, diz Galetti.

Sinais de Alerta

As psicólogas com quem a BBC News Brasil conversou indicam alguns sinais que os familiares podem perceber sobre o uso não saudável do celular, como:

  • Um isolamento social, mesmo quando há pessoas por perto;
  • Deixar de realizar atividades cotidianas e domésticas.

Na avaliação da psicóloga Anna Lucia Spear King, fundadora do Instituto Delete, que promove uso consciente de tecnologias, a nomofobia ocorre, em geral, para “dar vazão a um transtorno de origem”, como compulsão, ansiedade, depressão ou síndrome do pânico.

“Quando percebido o problema, o tratamento é no transtorno de origem que leva a essa dependência”, conta Spear King, que pesquisa dependência digital e é professora do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Soluções e Caminhos

As especialistas aconselham as famílias a estarem por perto dos idosos e incentivá-los a realizar atividades fora de casa.

A aposentada Maria Aparecida Silva conta que conseguiu se sentir “livre” do celular ao fazer aulas como caratê em espaços de convivência para idosos, como o Associação Brasileira de Apoio à Terceira Idade (Abrati), que oferece cursos em São Paulo.

“Deixei de carregar essa tralha o tempo todo”, diz Aparecida. “Hoje, ele não me faz falta, coloco ele para dormir em outro quarto e o deixo fora do meu alcance, desligado.”

 

Como calor e seca afetam alimentos e já deixam o café mais caro

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Com temperaturas extremas e falta de chuvas, produtores enfrentam perdas crescentes. Especialistas alertam para o futuro do café em meio ao aquecimento global.
Com temperaturas extremas e falta de chuvas, produtores enfrentam perdas crescentes. Especialistas alertam para o futuro do café em meio ao aquecimento global.

Pragas descontroladas, meses sem chuva e lavouras destruídas: essa é a nova realidade para os cafeicultores brasileiros, que enfrentam os efeitos do aquecimento global e das ondas de calor.

“É uma condição muito severa, como nunca vimos antes”, diz Pedro Berengani, produtor de Cerqueira César (SP).

A série “PF: prato do futuro” revelou como produtores estão buscando soluções, como o plantio de café sob árvores, para mitigar os danos.

Café em risco com o aquecimento global

O café, assim como outras culturas perenes, está entre os alimentos mais vulneráveis ao aumento da temperatura. O momento mais crítico é a florada, que ocorre entre setembro e novembro. Altas temperaturas e seca podem causar o aborto floral, reduzindo drasticamente a produção.

Com o aumento de 1°C desde os níveis pré-industriais, conforme o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), o cenário já é preocupante. Entre 2030 e 2050, espera-se um aquecimento de mais 1,5°C, impactando diretamente o café arábica, que suporta temperaturas de 18°C a 22°C.

“Nos últimos 34 meses, tivemos temperaturas muito acima da média e seca prolongada”, afirma Ana Paula Cunha, do Cemaden.

Produção nacional já sente os impactos

A safra atual teve queda de 1,9% em relação a 2023, segundo a Conab, devido à estiagem e ao calor nas fases críticas dos frutos. Em estados como São Paulo e Minas Gerais, tradicionais na produção, as áreas aptas para cultivo estão diminuindo.

Projeções da FGV Agro indicam que, com o aumento de 3°C, 76% das terras em Minas Gerais e 69% em São Paulo se tornarão impróprias para o café.

Enquanto isso, o Sul do Brasil pode ganhar relevância, mas enfrenta desafios como falta de tradição cafeeira e preferência por culturas como soja e milho.

Preços mais altos e menor acesso

O aumento no consumo global de café, somado à redução da área de cultivo, eleva os preços e pode limitar o acesso à bebida. Além disso, o clima afeta a qualidade do grão.

Marcelo Gasparoto, especialista em torrefação, explica: “Cafés dessa safra estão difíceis de torrar devido à menor quantidade de água nos grãos.”

Por outro lado, pesquisas estão em andamento para desenvolver variedades mais resistentes e técnicas de manejo sustentável, que podem ajudar a preservar a produção.

Acidente entre ônibus, carreta e carro deixa 22 mortos em MG

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Acidente entre ônibus carreta e carro em Minas Gerais deixa mortos na BR-116
Colisão grave na BR-116 deixou 22 mortos em Minas Gerais, segundo os bombeiros.

O acidente entre ônibus, carreta e carro em Minas Gerais deixou ao menos 22 mortos na madrugada deste sábado, na BR-116, segundo informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. A tragédia ocorreu no interior do estado e mobilizou equipes de resgate, bombeiros e a Polícia Rodoviária Federal.

As primeiras informações indicam que o ônibus seguia de São Paulo com cerca de 45 passageiros quando um dos pneus teria estourado. Com isso, o motorista perdeu o controle da direção, bateu em uma carreta e o veículo pegou fogo, agravando ainda mais a dimensão do acidente.

▶ Ative o som e assista ao vídeo completo

Acidente entre ônibus carreta e carro em Minas Gerais aconteceu na BR-116

De acordo com a transcrição enviada, o acidente aconteceu na região de Lajinha, em Teófilo Otoni, em Minas Gerais. O ônibus vinha de São Paulo quando sofreu o problema mecânico que teria provocado a perda de controle e a colisão com a carreta.

Após o impacto, o coletivo pegou fogo, o que contribuiu para o alto número de vítimas fatais. A ocorrência rapidamente ganhou dimensão de tragédia devido ao número de passageiros a bordo e à gravidade do incêndio.

Carro que vinha atrás também se envolveu na colisão

Segundo as informações iniciais, um carro de passeio que seguia logo atrás do ônibus também acabou colidindo com o veículo. Apesar disso, os três ocupantes do automóvel conseguiram sair com vida.

Esse detalhe reforça a violência da sequência do acidente, que envolveu três veículos em uma das principais rodovias do país. A dinâmica completa ainda depende de apuração mais detalhada das autoridades que acompanham a ocorrência.

Resumo rápido

  • Acidente aconteceu na BR-116, em Minas Gerais
  • Ônibus bateu em carreta após possível estouro de pneu
  • Veículo pegou fogo depois da colisão
  • Carro de passeio também se envolveu no acidente

Bombeiros e PRF acompanham a ocorrência

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais confirmou o registro de ao menos 22 mortos nas primeiras horas após a tragédia. Já a Polícia Rodoviária Federal continuava acompanhando a ocorrência no local, com trabalho voltado à apuração dos fatos, atendimento e organização do trânsito na rodovia.

Como se trata de uma situação dinâmica, as informações podem ser atualizadas ao longo do dia pelas autoridades responsáveis. A prioridade inicial é o resgate, a identificação das vítimas e a reconstrução precisa da dinâmica do acidente.

Tragédia reforça gravidade dos acidentes em rodovias

O caso chama atenção pelo número de mortos e pelo cenário de destruição causado após a colisão e o incêndio. Acidentes com ônibus em rodovias costumam ter impacto ainda mais grave quando envolvem lotação elevada, veículos de carga e fogo após a batida.

Com isso, o acidente entre ônibus carreta e carro em Minas Gerais entra para a lista de ocorrências mais graves registradas recentemente em estradas brasileiras, com forte repercussão nacional e acompanhamento contínuo das autoridades.

Mais informações sobre a ocorrência e atualizações oficiais podem ser acompanhadas pelos canais do Polícia Rodoviária Federal.

Alta do Dólar: Quem Ganha e Quem Perde na Economia Brasileira em 2024

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A valorização do dólar impacta setores como agro, mineração, turismo e consumidores. Entenda os ganhos e perdas na economia brasileira.
A valorização do dólar impacta setores como agro, mineração, turismo e consumidores. Entenda os ganhos e perdas na economia brasileira.

A alta do dólar continua a mexer com a economia brasileira. Nesta quinta-feira (19/12), a moeda americana fechou em R$ 6,12, após recuar de um recorde de R$ 6,30, influenciada pela intervenção do Banco Central (BC). Apesar da queda pontual, o dólar acumula alta de 26,18% no ano, sendo negociado a R$ 4,85 em janeiro.

Essa valorização tem efeitos diretos no poder de compra das famílias e nos custos das empresas. O impacto varia conforme o setor: enquanto exportadores se beneficiam, consumidores e empresas que dependem de insumos importados enfrentam dificuldades.

Quem Ganha com a Alta do Dólar

  1. Agronegócio e Mineração
    Setores como agronegócio, mineração e celulose se beneficiam da alta do dólar, já que suas receitas são em grande parte atreladas à moeda americana. Exportadores conseguem ganhos imediatos ao vender produtos em dólares e receber valores mais altos em reais.

No caso do agronegócio, a vantagem é ainda maior porque muitos produtores possuem estoques que permitem adiar importações caras, como de fertilizantes e máquinas.

  1. Turismo Interno
    O turismo interno também é favorecido, pois viagens ao exterior se tornam menos atrativas. Estrangeiros são incentivados a visitar o Brasil, enquanto brasileiros repensam planos de férias internacionais.

Quem Perde com o Dólar Alto

  1. Consumidores Brasileiros
    Os maiores prejudicados são os consumidores, que enfrentam alta nos preços de bens importados, como eletrônicos, medicamentos e combustíveis. Além disso, produtos industrializados nacionais também encarecem, devido ao uso de insumos estrangeiros.
  2. Indústrias Dependentes de Importação
    Setores como o de automóveis, especialmente de carros elétricos, e o farmacêutico sofrem com o encarecimento de insumos. Empresas sem proteção cambial podem ver seus custos dispararem.
  3. Serviços
    A perda de poder aquisitivo das famílias afeta indiretamente o setor de serviços, comprometendo o crescimento recente do segmento.

Incertezas para o Futuro

O comportamento do dólar em 2025 é incerto. Fatores globais, como políticas econômicas dos Estados Unidos, e locais, como ações do governo brasileiro, influenciam diretamente a cotação. Medidas fiscais e a confiança do mercado serão cruciais para estabilizar a moeda no médio prazo.

Enquanto isso, empresas e consumidores precisam se adaptar aos efeitos da valorização do dólar, com ajustes inevitáveis nos preços e nos custos.

Verão começa hoje e previsão é de menos chuvas na maior parte do país

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Estação começa com previsão de clima mais seco em grande parte do país, influenciada pelo La Niña, e traz desafios para setores como agricultura e energia.
Estação começa com previsão de clima mais seco em grande parte do país, influenciada pelo La Niña, e traz desafios para setores como agricultura e energia.

O verão de 2024 começou neste sábado (21), às 6h20 (horário de Brasília), marcando mudanças climáticas significativas no Hemisfério Sul. A estação é caracterizada por temperaturas elevadas, dias mais longos e condições climáticas dinâmicas, como chuvas intensas e ventos fortes.

Segundo o Prognóstico Climático de Verão, divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno La Niña terá duração mais curta nesta temporada. Esse fenômeno, que geralmente traz fortes chuvas para o Norte e Nordeste e seca para o Sul, apresenta uma probabilidade de 60% de atuação entre janeiro e março, reduzindo para 40% até abril de 2025.

Predomínio de Chuvas Abaixo da Média

De acordo com a meteorologista do Inmet, Maytê Coutinho, “as previsões climáticas indicam o predomínio de chuvas abaixo da média climatológica em grande parte do país”.

  • Região Norte: Chuvas acima da média são esperadas, representando uma exceção.
  • Nordeste: Chuvas volumosas podem ocorrer em áreas específicas, mas o total tende a ficar abaixo da média.
  • Centro-Oeste e Sudeste: As precipitações devem variar entre normais e abaixo da média.
  • Sul: Chuvas permanecem na faixa normal ou abaixo do normal, com destaque para o extremo sul do Rio Grande do Sul, onde os volumes devem ser inferiores a 400 mm.

Impactos Econômicos e Ambientais

A configuração climática, com águas mais quentes no Atlântico Tropical Norte e frias no Atlântico Tropical Sul, pode alterar a regularidade das chuvas no Norte e Nordeste. Isso impacta atividades como:

  • Agropecuária: Redução de produtividade em culturas dependentes de chuvas.
  • Geração de Energia: Menor capacidade de geração hidrelétrica.
  • Abastecimento de Água: Dificuldades na reposição hídrica dos reservatórios.

Conforme apontado pela meteorologista Maytê Coutinho, “essas condições reforçam a necessidade de monitoramento contínuo para mitigar os impactos econômicos e sociais”.

O que Esperar do Verão 2024?

Apesar da previsão de chuvas abaixo da média, eventos isolados de precipitação intensa podem ocorrer em diferentes regiões do país, exigindo atenção de agricultores, gestores de recursos hídricos e da população.

Netflix transmitirá a Copa do Mundo Feminina em 2027 e 2031

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O serviço de streaming terá direitos exclusivos do torneio
O serviço de streaming terá direitos exclusivos do torneio

A aposta da Netflix em esportes ao vivo terá mais uma grande competição internacional no catálogo. A empresa anunciou nesta sexta-feira (20) que adquiriu os direitos de transmissão nos EUA para a Copa do Mundo Feminina da FIFA em 2027 e 2031.

A FIFA chamou o acordo de “histórico para o futebol feminino”.

Copa do Mundo Feminina em 2027 será no Brasil

  • Vale lembrar que a edição de 2027 do torneio acontecerá no Brasil;
  • A próxima ainda não tem um país-sede confirmado;
  • A cobertura da Netflix nos EUA incluirá transmissões em inglês e espanhol;
  • O serviço informou ainda que trará mais cobertura com comentários e entretenimento além das partidas ao vivo;
  • Na preparação para o torneio, a Netflix produzirá ainda uma programação documental especial destacando as principais jogadoras, suas jornadas e a “explosão do esporte ao redor do mundo”.
Tendência vem crescendo entre os serviços de streaming que buscam eventos ao vivo, principalmente esportes. (Imagem: A.RICARDO / Shutterstock)
Tendência vem crescendo entre os serviços de streaming que buscam eventos ao vivo, principalmente esportes. (Imagem: A.RICARDO / Shutterstock)

A Copa do Mundo abrange um mês inteiro partidas com 32 seleções nacionais competindo pela taça. Será a adição recente mais ambiciosa à crescente programação esportiva da Netflix — que até agora incluiu principalmente eventos como a luta Jake Paul vs. Mike Tyson.

Netflix: lançamentos da semana (16 a 22 de dezembro)

Toda semana, o Olhar Digital reúne os principais lançamentos da Netflix, com um olhar especial para as produções originais. No período de 16 a 22 de dezembro, a plataforma de streaming do Tudum adicionará vários filmes e séries ao catálogo.

Trabalhadores Portuários de Porto Velho recebem apoio com última entrega emergencial de cestas básicas

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Entrega de cestas básicas e kits de higiene aos Trabalhadores Portuários Avulsos em Porto Velho.
Entrega de cestas básicas e kits de higiene aos Trabalhadores Portuários Avulsos em Porto Velho.

Rondônia concluiu a entrega da terceira e última remessa de cestas básicas destinadas aos Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs) do Porto de Porto Velho. A ação, que ocorreu na quinta-feira (19), é parte de um pacote emergencial do governo do estado, que mitiga os efeitos da crise hídrica, refletindo o compromisso da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas) em beneficiar os trabalhadores impactados pela estiagem severa, que paralisou as operações no Rio Madeira por quase três meses.

As cestas básicas contêm itens como arroz, feijão, óleo, farinha e outros gêneros alimentícios essenciais, representando um suporte fundamental em momentos de vulnerabilidade econômica. Foram entregues 384 cestas básicas no total, e 128 famílias foram atendidas em um período de três meses. Desta vez, também foi entregue um kit higiene que contém itens como sabonetes, shampoo, desodorante e protetor solar.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, enfatizou a importância da iniciativa e reafirmou o compromisso do estado com a população. “Essa entrega demonstra que estamos atentos às necessidades de quem move a economia do estado. Os Trabalhadores Portuários Avulsos enfrentaram um período difícil, mas com as ações emergenciais e a retomada das atividades no Porto, estamos prontos para seguir em frente. Rondônia cresce quando cada trabalhador é valorizado e incentivado.”

“Essa cesta básica vem em uma boa hora, graças a Deus! Está ajudando bastante a gente, porque o serviço está voltando agora, devagar. Eu tenho família e todo mundo precisa desses mantimentos”. O relato é de Manoel Socorro Torres, Trabalhador Portuário Avulso, que trabalha no Porto de Porto Velho, há 27 anos. Chefe de uma família de seis pessoas, o trabalhador viu o pão ficar escasso na mesa após um período de inatividade de, aproximadamente, 90 dias em razão da crise hídrica. A entrega pontual de três cestas básicas amenizou o problema.

Além de seu Manoel, outros 127 TPAs encontraram-se na mesma situação. Muitos desses trabalhadores enfrentaram dificuldades financeiras severas durante os quase três meses de paralisação das atividades no Porto. A entrega das cestas básicas foi vista como um gesto de solidariedade e apoio que trouxe alívio imediato para essas famílias, garantindo que tivessem acesso a alimentos básicos durante o período mais crítico.

A gerente da Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade, Gláucia do Nascimento Prado, responsável pelo Serviço de Calamidade Pública e Emergência da Seas, reforçou que, a política de assistência social tem sempre o escopo de garantir direitos. “Um dos direitos é segurança alimentar. Algumas famílias que, normalmente, não estão em situação de vulnerabilidade social, nessas situações acabam necessitando de assistência. E essas famílias não tinham recursos para o básico. E quando o município não consegue atender a essa demanda, o estado tem esse compromisso de garantir a segurança alimentar dessas famílias”, pontuou.

ATIVIDADES RETOMADAS

A recente alta no nível do Rio Madeira permitiu a retomada das operações no Porto de Porto Velho. Após semanas de incertezas causadas pela baixa histórica das águas, que comprometeu a logística fluvial e a geração de renda para os trabalhadores, o cenário é de estabilidade.

O diretor-presidente da Sociedade dos Portos e Hidrovias do Estado de Rondônia (Soph) evidenciou a relevância da iniciativa para apoiar os Trabalhadores Portuários Avulsos durante o período de crise e comemorou o retorno das atividades. “O Porto de Porto Velho é vital para a economia do estado, e nós nos empenhamos em garantir que os trabalhadores tivessem o suporte do governo do estado para enfrentar as dificuldades. Com o nível do Rio Madeira normalizado, retomamos nossa trajetória de crescimento.”

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