back to top
sexta-feira, maio 15, 2026
Início Site Página 326

Rondônia revoluciona tratamento renal e de próstata com entrega de revitalização e alta tecnologia no Hospital de Base

0

Para proporcionar melhores condições de atendimento à população na superação das doenças renais e de próstata, o governo de Rondônia entregou, nesta quarta-feira (18), a obra de revitalização da Clínica Urológica do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP), localizada em Porto Velho. Equipada com a mais alta tecnologia, padrão ouro, o investimento na unidade garante fortalecer a saúde pública do estado.

Na cerimônia, o vice-governador, Sérgio Gonçalves, representando o governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou que a busca contínua por melhor atender à população levou o estado a celebrar uma parceria público-privada para esses investimentos, demonstrando o esforço integrado para beneficiar a saúde pública estadual, a fim de proporcionar uma vida mais saudável a todos.

‘‘Preparamos o projeto e mostramos a necessidade de Rondônia melhorar os atendimentos em urologia. Buscamos a parceria e recebemos sinal positivo. Estamos celebrando esse benefício para a sociedade. A expectativa é que aumente em até 25% a quantidade de procedimentos. Atualmente são realizados em média 1.200 atendimentos por ano. Além disso, é projetado que o tempo de espera reduza de 11 para 5 meses, e que o tempo de internação caia de 30 para dois dias”, ressaltou o vice-governador.

TECNOLOGIA NOS ATENDIMENTOS

O titular da Secretaria de Estado de Saúde (Sesau), Jefferson Rocha explicou que, entre as melhorias, está a aquisição de um laser de alta potência, empregado em cirurgias de próstata e cálculos renais, que permite procedimentos menos invasivos e proporciona uma rápida recuperação para os pacientes. O equipamento foi importado da Alemanha.

”Sempre digo à nossa equipe da Sesau para que pense no melhor. Apresentamos então a necessidade dos melhores equipamentos para atender à população e com a parceria privada conseguimos celeridade na aquisição. É muito mais do que recursos envolvidos; estamos falando do valor e da diferença que isso trará para muitas vidas, amenizando o sofrimento e devolvendo a saúde.”

O chefe de urologia, cirurgião Diego Escobar, ressaltou o impacto dos investimentos. ”É uma iniciativa que melhora a nossa capacidade de atendimento. Com o laser, temos segurança para operar até os casos mais complexos, como os pacientes cardiopatas. Esse investimento muda a urologia no estado.”

PARCERIA E RESULTADOS

O empresário do setor de móveis e eletrodomésticos, Mário Gazin, que realizou através de parceria uma doação no valor de R$ 3,5 milhões, elogiou os cuidados com a saúde pública do estado. ”Há países em que, se o povo não tiver dinheiro, morre, pois não há saúde pública. Então, ficamos felizes em contribuir para o bem da população de Rondônia por meio dessa doação. Quando temos um ambiente seguro, honesto, transparente, temos confiança em investir.”

O vice-governador sinalizou que a parceria cria oportunidades para que mais pessoas venham construir, junto ao governo de Rondônia, uma evolução na saúde pública do estado.

REVITALIZAÇÃO

A Clínica Urológica do HBAP, responsável por tratar de doenças que envolvem os órgãos urinários de homens e mulheres, e do sistema reprodutor masculino, passou por diversas melhorias, como instalação de barras de acessibilidade nos banheiros, substituição de peças sanitárias e revestimento cerâmico em paredes, instalação de pias, bancadas e adequações do abrigo de hidrante. Com um investimento superior a R$ 800 mil, foram realizados, também, os serviços de pintura interna e modernização da cobertura.

Para modernização da Clínica Urológica, houve investimento adicional de R$ 2,5 milhões com aquisição de equipamentos médicos de alta tecnologia, destacando-se:

  • Ressectoscópio: instrumental utilizado para enucleação da próstata;
  • Morcelador: equipamento para triturar e aspirar o adenoma prostático;
  • Instrumental/ótica para cirurgias de próstata;
  • Instrumental/ótica para cirurgias de cálculos ureterais; e
  • Laser de alta potência: empregado em cirurgias de próstata e cálculos renais de grande porte.

INVESTIMENTO CONTÍNUO

As novas entregas somam-se a outras obras realizadas com investimentos do governo de Rondônia para proporcionar melhorias no Hospital de Base, como:

  • Ampliação e reforma da Maternidade e Centro Obstétrico: investimento de R$ 3.346.337,00;
  • Reforma da Psiquiatria: investimento de R$ 1.385.989,05;
  • Reforma dos corredores: investimento de R$ 1.478.450,74.

Além disso, o governo do estado está investindo em melhorias na saúde pública com construções, reformas de unidades de saúde e nos serviços prestados à população.

À espera do pacote fiscal, dólar vai a R$ 6,29, em nova alta histórica

0

O dólar à vista abriu em movimento de leve baixa nesta quinta-feira (19/12). No início do pregão, ele registrava recuo de 0,33%, R$ 6,24. Oscilando bastante, porém, pouco depois mudou a trajetória, chegando a R$ 6,29. Na véspera, a moeda americana disparou, fechando na maior cotação da história, a R$ 6,26. O avanço foi de 2,82%, a maior elevação percentual desde novembro de 2022, quando subiu 4,10%.

Em 2024, o real enfrenta um dos piores desempenhos em relação ao dólar dos últimos 25 anos. Até segunda-feira (17/12), a moeda brasileira acumulava desvalorização de 21,52%, patamar próximo do registrado em 2020, ano da pandemia, quando ela recuou 22,44% (de acordo com o dólar Ptax, calculado pelo Banco Central).

“A diferença entre os dois períodos é de 0,92 ponto percentual, refletindo um cenário de pressão cambial persistente e desafios econômicos”, diz Einar Rivero, sócio da consultoria Elos Ayta e autor da estimativa.

Para analistas, a alta do dólar ocorre por fatores externos, como pelas incertezas causadas pelos juros americanos, a eleição do presidente Donald Trump, nos Estados Unidos, mas também por especulação interna. Na avaliação de analistas de mercado, contudo, a grande pressão sobre a moeda americana é exercida pelas expectativas do mercado financeiro sobre como ficará o pacote de cortes de gastos, enviado pelo governo federal ao Congresso.

Na quarta-feira, o mercado também estava tenso com a reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que decidiu cortar novamente a taxa básica de juros do país em 0,25 ponto percentual. Com isso, ela ficou no entre 4,25% e 4,50% ao ano.

Mais de 130 cidades passaram nove meses em situação de seca desde o início da crise; veja situação onde você mora

0

A seca que afeta o Brasil já se arrasta por 18 meses. A estiagem começou em junho de 2023, não deu trégua e, segundo especialistas, ainda não há previsão de quando deve acabar. Isso se reflete em rios secos, comunidades isoladas e perdas bilionárias que marcaram o país em 2024.

Dados do do Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) obtidos pelo g1 com exclusividade mostram que mais de 130 cidades pelo país enfrentaram ao menos nove meses consecutivos de estiagem neste período.

? Os especialistas explicam que a intensidade da seca e os impactos têm a ver com fenômenos da natureza, como o El Niño. Mas, também com a ação humana, como as mudanças climáticas, o desmatamento e o uso ilegal do fogo, que cobriu o país de fumaça por meses.

Com isso, a estiagem foi se alastrando pelo mapa do Brasil. Segundo os dados do Cemaden, órgão que subsidia o governo nas ações de enfrentamento às crises climáticas, foram mais de 5 milhões de km² foram afetados, o que corresponde a aproximadamente 59% do território brasileiro – um recorde para o país.

➡️ Embora o Brasil esteja sob o mesmo efeito, as regiões enfrentam a seca em intensidade e extensões diferentes. Isso por dois motivos: o país tem dimensões continentais, com climas diferentes de Norte a Sul. E os fenômenos climáticos que resultaram na seca também agiram de forma diferente sobre as regiões.

O Cemaden avaliou o estresse da seca em cada estado, observando o tempo de impacto da crise por cidade no país.

O levantamento mostra que 137 cidades passaram mais da metade do período de crise em situação de seca, o que são nove meses sob esse estresse climático. O pior cenário, no entanto, foi no Norte do país. A cidade com o período mais longo de estiagem é Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, que passou 14 meses em situação de seca.
➡️ Os dados mostram que mais de 50% do país passou pelo menos 30 dias em situação de seca, em algum grau.

Impactos pelo país

Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) são 2,8 milhões de pessoas afetadas pela crise com a seca no país. Isso se reflete em um cenário de tragédia em muitas cidades, com rios secos e comunidades isoladas, sem acesso á serviços básicos, fome e prejuízos bilionários na economia, que tem como pilar a agricultura e pecuária.

No Amapá, alunos de uma escola pública tiveram que caminhar cerca de uma hora para chegar até a escola. A imagem, que é impressionante, mostra eles andando me meio a lama, onde antes havia um rio.

No Amazonas, onde Santa Isabel do Rio Negro teve o pior cenário de seca no país, com 14 meses, o estado está em situação de emergência por causa da seca. Os principais rios estão em terra exposta, o que deixou milhares de pessoas sem acesso à água e vulneráveis as populações ribeirinhas, que vivem da pesca.

Enquanto a seca se alastrava, o fogo ilegal também tomou conta do país. Sem chuva para conter as chamas, uma nuvem densa de fumaça se formou e chegou a uma extensão de quase 5 milhões de quilômetros quadrados. Isso é quase 60% de todo o território nacional.

Enquanto as cidades sufocavam, biomas importantes como o Pantanal, Amazônia e Cerrado eram incendiados. O fogo chegou a extrapolar os períodos que antes era registrado. Em pleno dezembro, o Pará estava coberto de fumaça.

O problema não é só ambiental, o que por si só é grave, mas econômico. Segundo a CNM, em um balanço que reuniu alguns dos principais estados afetados, os prejuízos financeiros chegam a R$ 2 bilhões, entre perdas no setor agropecuário e gastos dos cofres municipais para o enfrentamento da crise. No entanto, o valor é subestimado, porque não inclui todas as regiões afetadas.

Por que o tempo de seca varia entre as cidades?

O país está sob um efeito de seca generalizado, segundo especialistas. Apesar disso, a intensidade e o momento em que ela chegou ou deu trégua em algumas regiões são diferentes em cada região e isso está diretamente relacionado às causas dessa crise.

  • El Niño: fenômeno responsável pelo aquecimento do Oceano Pacífico, contribuiu para a elevação das temperaturas no país e alterações nos padrões de chuva. Seu impacto gerou uma seca intensa no Norte do país, com recordes históricos.
  • Bloqueios atmosféricos: esses fenômenos barraram o avanço das frentes frias pelo país, resultando em chuvas abaixo da média em quase todo o território. O maior impacto foi registrado nas regiões Central e Sudeste do Brasil.
  • Aquecimento do Atlântico Tropical Norte: nos últimos meses, o Oceano Atlântico Tropical Norte apresentou temperaturas acima do normal, influenciando alterações nos padrões de chuva no Brasil.

O pesquisador Luiz Marcelo Zeri, do Cemaden, explica que a estiagem se intensificou à medida que os fenômenos se somaram, espalhando-se pelo país. Mapas mensais elaborados pelo Cemaden desde o início da crise ilustram esse avanço. (Veja a imagem abaixo)

E o que esperar da seca a partir de agora?

A expectativa era de que a trégua ocorresse em novembro, mas isso não aconteceu por dois motivos: a estação chuvosa, prevista para começar em outubro, atrasou; e a La Niña, fenômeno que poderia trazer mais chuvas e reduzir as temperaturas, não se concretizou. Ela ainda pode chegar, mas mais fraca e mais tarde.

Luiz Marcelo Zeri explica que esses fatores poderiam trazer uma trégua, mas não uma solução definitiva. A seca foi tão severa que é necessário um longo período com chuvas acima da média para que as cidades se recuperem, o que não deve ocorrer tão cedo.

A chegada do verão torna a situação ainda mais delicada. O aumento das temperaturas intensifica o processo de evapotranspiração – a perda de água do solo e dos rios. Com chuvas de intensidade comum, temperaturas mais altas e menos nuvens, características do verão, a perda de água se agrava, piorando a seca.

Embora o cenário seja incerto, as previsões apontam que, ao menos até março, a seca persistirá de forma mais intensa na região central do Brasil.

Sem celular nas escolas: todos são a favor, mas dá para implementar nova lei?

0

O Senado aprovou nesta quarta-feira (18) a proibição do uso de aparelhos celulares por alunos nas escolas públicas e privadas de todo o Brasil.

O relator no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), não fez alterações sobre o texto aprovado pela Câmara dos Deputados na última semana.

O projeto de lei agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – que já demonstrou apoio ao tema – para se tornar lei nacional a partir de 2025.

O uso de smartphones está no centro de um debate global sobre os impactos no desempenho acadêmico, desenvolvimento de habilidades cognitivas e na saúde mental de crianças e adolescentes.

A nova lei pretende equilibrar os benefícios e prejuízos do uso desses dispositivos, especialmente em salas de aula.

O PL aprovado prevê:

Uso do celular proibido em sala de aula, no recreio e nos intervalos de aula e em todas as etapas da educação básica (educação infantil até o ensino médio)
Telas permitidas para fins pedagógicos sob orientação de educadores, ou para casos de acessibilidade e inclusão de alunos com deficiência;
Uso permitido em situações de estado de perigo, estado de necessidade ou caso de força maior;
As redes de ensino e as escolas devem desenvolver estratégias para abordar a saúde mental dos estudantes, além de oferecer treinamentos periódicos para detectar, prevenir e lidar com os sinais de sofrimento mental e os impactos do uso excessivo de telas;
Todos os alunos poderão portar o celular, mas não podem utilizá-lo;

A lei não prevê nenhum tipo de sanção específica aos alunos que a descumprirem, mas empodera as escolas para ter mais controle sobre o uso dos aparelhos.

Como será a aplicação da lei em 2025?

O início da lei não significa que o que acontece nas escolas – tanto por parte dos alunos quanto dos educadores – mudará instantaneamente.

Poucos dias antes da votação no Senado, em 5 de dezembro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou a lei aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa do estado (Alesp) em novembro, tornando São Paulo o primeiro estado a implementar a proibição.

A BBC News Brasil visitou escolas da capital paulista para entender como estão se preparando para se adaptar à nova lei e o que fizeram aquelas que já haviam adotado a prática antes da aprovação da legislação.

Em visita da reportagem à Escola Estadual Professor Antônio Emílio Souza Penna, em São Paulo, os educadores compartilharam que ainda não tem um plano totalmente definido, e afirmam que não há recomendações muito específicas vindas do Estado, visto que cada escola pode ter uma realidade distinta.

Manuela Fachini, vice-diretora, diz que o caminho será de ‘tentativa e erro’.

Maria das Graças e Rogério Migotto dão aulas para o ensino fundamental II e para o Ensino Médio, e relatam que, atualmente, é difícil controlar o uso mesmo durante as aulas.

Maria das Graças e Rogério Migotto, professores Escola Estadual Professor Antônio Emílio Souza Penna

“Eles acham que tudo precisa ser feito no celular – cerca de 80% dos alunos usa dentro da sala de aula. A gente pede para guardar, mas eles escondem o aparelho embaixo da carteira ou até da perna. Parece que não conseguem ficar sem.”

Ainda assim, os professores não se sentem confortáveis em tirar o aparelho de um aluno.

“Eu parei de pegar celular por que se acontecesse uma queda, qualquer coisa, eu poderia ser responsabilizada por ter pego o celular”, diz Graças.

Migotto relata também que há alunos discutindo com os professores dizendo que eles “não podem fazer nada” em relação ao uso das telas – e alguns poucos se tornam agressivos.

“Já tive uma experiência que resolvi tirar o aluno de sala por não guardar o celular. Ele atirou o celular na parede e saiu me xingando.”

Eles esperam que a lei os garanta mais autoridade em sala de aula, mas ainda não sabem como exatamente isso poderia ser feito.

“Uma coisa que me preocupa muito é como vamos nos responsabilizar pelos celulares. Até que ponto conseguiremos, junto com as famílias, dar um destino adequado para esses aparelhos, evitando qualquer tipo de problema, de ambos os lados? Estamos pensando em alternativas para que isso aconteça”, acrescenta a vice-diretora.

Escola Estadual Professor Antônio Emílio Souza Penna após o último dia letivo de 2024

Os alunos Rafaela Teodoro e Gabriel Takashi, de 17 e 16 anos, dizem compreender que o celular pode ser nocivo e não deve ser usado durante as aulas.

“Eu acho que, por termos crescido tão ligados às telas, quando estamos na sala de aula e chega uma notificação no celular, a vontade de olhar é quase inevitável, e isso acaba gerando até uma sensação de ansiedade”, diz Rafaela.

Gabriel concorda, mas preferia ter acesso durante os intervalos.

“O celular acaba, sim, desviando nossa atenção. Eu acho válido proibir, mas acredito que isso vai depender muito da abordagem adotada em sala de aula. Mas acho que a proibição não deveria se estender ao recreio, que é um momento em que os alunos estão mais livres para relaxar.”

Gabriel Takashi, 16, e Rafaela Teodoro, 17, alunos do segundo ano do Ensino Médio na Escola Estadual Professor Antônio Emílio Souza Penna, em São Paulo

Escolas particulares que já adotaram a medida ficam mais confortáveis

Quem tem mais recursos têm também mais liberdade para explorar soluções que mantêm os alunos longe da tentação das telas.

É o caso do Colégio Porto Seguro, particular, que impõe uma regra interna de não uso de telas – mesmo durante intervalos – há seis anos.

Em conversa com a reportagem, Meire Nocito, diretora da unidade Morumbi, na zona Sul de São Paulo, diz que o segredo é o espaço de diálogo direto com os alunos, sobretudo com aqueles que demonstram mais resistência em ficarem afastados do celular.

“Os alunos já estavam tão focados no celular durante os intervalos que pararam de interagir socialmente ou brincar entre si. Por isso, implementamos o ‘detox’ às sextas-feiras, um dia em que eles deixavam os celulares de lado nos intervalos para brincar e participar de atividades recreativas, esportivas e culturais.”

Depois, a regra passou a valer para todos os dias. E mesmo com uma infraestrutura completa, com quadras, laboratórios e salas de música, os alunos puderam oferecer atividades que, em sua visão, poderiam ajudá-los a ignorar as telas.

“Independentemente das atividades que já oferecemos, eles começaram a apresentar suas próprias ideias. Foi assim que surgiram propostas como oficinas de cupcakes, contação de histórias e ateliês de artes.”

Meire Nocito, diretora da unidade Morumbi do Colégio Visconde de Porto Seguro

No também particular colégio Camino, situado na zona Oeste, há cerca de quatro anos é proibido que os alunos usem celular ou outros dispositivos eletrônicos. Para evitar a tentação, os aparelhos são colocados em uma caixa. Se alguém é pego usando, um funcionário da escola pode retirar e devolver somente após o término do dia escolar.

A diretora Letícia Lyle conta que decidiu impor a regra após a pandemia, quando percebeu que os alunos estavam ainda mais apegados à tecnologia.

“No começo, muitos ficaram revoltados, fizeram até um protesto. Mas não durou muito. Depois de uma semana eles começaram a engajar em atividades, jogar vôlei, conversar entre eles… E passaram a ver que também existiam benefícios.”

Maria Morena, Gustavo Matias, Fernando Montoro e Alicia Pereira, alunos do colégio Camino

“Eu quase não sinto falta do celular, porque estou com meus amigos. Mas, por exemplo, quando saiu o Spotify Wrapped [uma retrospectiva personalizada com os artistas mais ouvidos no ano], no ano passado, eu fiquei muito ansiosa para ver o meu. Estávamos na escola, e eu só conseguia pensar: ‘Quero muito ver o meu'”, diz Alicia Pereira, aluna do colégio Camino, de 15 anos.

“Mas, em relação às redes sociais, eu não sinto tanta necessidade, porque sei que, quando a aula acabar e eu puder mexer, vou acabar vendo as mesmas coisas de sempre. E eu acho que quanto mais tempo a gente passa online, é pior para a nossa saúde mental, por conta da comparação com outras pessoas”.

A aluna admite, porém, que muitos dos amigos tem seus ‘jeitinhos’ para manter os celulares escondidos e usar quando ninguém está olhando.

Aluno usando celular durante o tempo livre no último dia letivo, quando ficaram mais livres para escolher suas atividades

O papel da família e a ‘sensação de controle’

Tanto nas escolas públicas quanto nas particulares, muitos pais defendem que os filhos tenham o celular consigo “para emergências” ou para garantir que “a criança está bem”. Ao mesmo tempo, há um consenso quase unânime de que as famílias esperam que os educadores consigam garantir que, pelo menos durante as aulas, os jovens estejam focados no conteúdo acadêmico.

“Os pais querem manter essa conexão, o que é compreensível, então nem sempre é fácil. Eles precisam aprender a desapegar um pouco e confiar que seus filhos estão em um ambiente seguro e favorável para o aprendizado”, defende Lyle.

A vice-diretora da Escola Estadual Professor Antônio Emílio Souza Penna, Manuela Fachini, ressalta que os pais precisam estar alinhados não apenas com as regras da escola, mas também colaborando para promover uma educação digital mais equilibrada.

“Não posso delegar ao professor algo que, como mãe, é minha responsabilidade. O que vemos hoje é que muitos pais, pela correria do dia a dia, acabam permitindo que o filho use o celular como uma recompensa, como se isso fosse uma forma de compensar a falta de tempo com ele.”

Camila Bruzzi, uma das mães por trás do ‘Movimento Desconecta’, avalia que o argumento de muitos pais para que as crianças sigam portando os aparelhos em escolas parte de uma “falsa sensação de controle”, já que em caso de emergências, como, por exemplo, um ataque violento à escola, o aluno deve focar em se proteger e seguir as orientações da instituição.

“E se precisar contatar a criança, o caminho é ligar na escola, como sempre foi feito”, diz ela, que pretende espalhar a ideia do grupo de criar ações coletivas para adiar, limitar e controlar o acesso de crianças a smartphones e redes sociais.

Para ela, o porte deve ser totalmente proibido. “As crianças e adolescentes estão sempre tentando quebrar regras. Com o nível de sofisticação dos algoritmos usados para viciar e capturar a atenção das pessoas, é injusto esperar que se comportem bem e sigam as regras sem o apoio de diretrizes claras da escola.”

Bruzzi considera alarmante a falta de definição da lei que menciona que se houver uma necessidade importante, a criança pode usar o celular sem qualquer autorização.

“O texto se tornou mais amplo e nada claro. A preocupação é que, basicamente, qualquer coisa pode ser considerada uma exceção.”

O impacto na saúde mental dos jovens

O psicólogo Cristiano Nabuco alerta que os efeitos das dependências das telas, tema do qual é pesquisador, são especialmente nocivos para os jovens.

“O córtex pré-frontal, responsável pelo controle de impulsos e pela reflexão sobre nossas ações, só se desenvolve totalmente por volta dos 25 anos. O uso constante de telas digitais estimula atalhos no cérebro, liberando dopamina, o que acelera as decisões e reduz a influência de outras áreas cerebrais”, diz ele.

Segundo Nabuco processo reforça a sensação de prazer imediato, como ao receber “curtidas” nas redes sociais, mas também altera a estrutura do cérebro, diminuindo a conectividade entre os neurônios. “Isso pode ter efeitos negativos no longo prazo, como a redução do QI, de acordo com pesquisas.”

A expectativa é que, uma vez implementada, a lei contribua não apenas para um melhor desempenho acadêmico, mas também para a melhoria da saúde mental e das habilidades cognitivas dos alunos, como redução da ansiedade, aumento da atenção, maior foco nas atividades escolares, melhora na interação social e maior capacidade de concentração nas tarefas.

Semtran alerta motoristas sobre mudanças de sentido nas ruas do bairro Rio Madeira, na Capital

0
Mudança de trânsito na Avenida Calama com sentido único no horário de pico em Porto Velho
Trecho da Avenida Calama passa a operar em sentido único para o Centro no horário de maior movimento.

A mudança de sentido na Avenida Calama já começou a funcionar em Porto Velho e faz parte de uma estratégia da Semtran para melhorar o fluxo de veículos no bairro Rio Madeira e em vias próximas. A intervenção atinge o trecho entre a Avenida Guaporé e a Rua Venezuela.

De segunda a sexta-feira, das 6h30 às 8h30, esse trecho opera apenas no sentido Centro. A medida foi adotada após estudos de tráfego e integra um conjunto de ajustes para desafogar o movimento em corredores importantes da capital.

▶ Ative o som e assista: o vídeo mostra como funciona a mudança de sentido na Avenida Calama e os ajustes feitos pela Semtran para melhorar o trânsito no horário de pico.

Trecho funciona só para o Centro no pico da manhã

A alteração vale no trecho da Calama entre a Guaporé e a Venezuela, sempre no horário da manhã, quando o fluxo é mais intenso. Segundo a Prefeitura, a proposta é reduzir a pressão sobre os corredores no sentido bairro/Centro, especialmente nas avenidas José Vieira Caúla e Imigrantes.

De acordo com a própria equipe de trânsito, os primeiros dias de operação serviram também para observar a necessidade de ajustes pontuais, como a entrada de veículos vindos da Rua Venezuela e o tempo semafórico em cruzamentos estratégicos.

Horário
6h30 às 8h30
Janela de operação do sentido único, de segunda a sexta-feira.
Trecho
Calama
Entre a Avenida Guaporé e a Rua Venezuela, com sentido ao Centro.
Objetivo
Fluxo
Desafogar o trânsito e melhorar a mobilidade na região do Rio Madeira.

Semtran faz ajustes em semáforos e rotas

A operação envolve acompanhamento em campo por agentes e equipe de engenharia de tráfego. A Prefeitura informou que ajustes semafóricos foram avaliados em pontos como a Jorge Teixeira, para melhorar a fluidez na ligação com a Calama.

Além disso, a mudança também impactou linhas de ônibus no horário do contrafluxo, com alteração temporária de itinerários em alguns casos. A fiscalização foi reforçada para orientar os motoristas e garantir que as novas regras fossem respeitadas.

Fonte da notícia: Semtran e Prefeitura de Porto Velho, com informações sobre o início do sentido único na Avenida Calama e os ajustes viários na região.

Lula sanciona lei que cria o cadastro nacional e ‘RG a pets’

0

O presidente Lula da Silva sancionou a Lei Federal 15.046/2024 autorizando a criação do Cadastro Nacional de Animais Domésticos. O projeto obriga a União e os Municípios a cadastrarem os animais. Funcionando como uma espécie de “RG” para os bichos, o documento conterá informações com nome do pet, endereço onde reside, cadastro de vacinas e nome do responsável.

E o curioso – mas não obrigatório, por ora, visto que ainda precisa de regulamentação – é a necessidade do uso de chips para monitoramento, provavelmente para caso de perdas ou fugas. O proprietário também deverá informar os casos de venda, doação e ocorrência de morte do animal, apontada a sua causa.

Mas algo que ainda não está claro é qual a secretaria nas prefeituras e órgão do Governo Federal que será responsável pelo monitoramento. Será criada uma PetBras? A conferir.

Dólar chega a R$ 6,25 enquanto Congresso não conclui pacote fiscal

0

O dólar comercial opera em alta e chegou a bater a marca de R$ 6,25 na tarde desta quarta-feira (18/12). Esse cenário de cotação da moeda norte-americana se dá em meio à expectativa do Congresso Nacional votar o pacote de gastos proposto pelo governo federal.

Por volta das 16h37, a poucos minustos do fechamento do pregão, o dólar comercial estava cotado a R$ 6,25, o que representaria uma variação positiva de 2,54%.

Outro fator que chama a atenção dos investidores e que tem reflexo na cotação do dólar é a decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed), o Banco Central americano, quanto aos juros. A decisão foi no sentido de cortar os juros para faixa de 4,25% e 4,50% ao ano.

Nessa terça-feira (17/12), a moeda fechou em leve alta de 0,02%, cotado a R$ 6,095, o que representou um novo recorde nominal (sem o ajuste pela inflação).

O mercado está de olho na tramitação do pacote de corte de gastos no Congresso. Os parlamentares correm contra o tempo para aprovar as matérias antes do recesso legislativo, mas nem todos os itens chegaram a ser apreciados.

Prefeitura de Porto Velho inaugura no dia 22 de dezembro o Safari Ecológico, nova atração do Parque Natural

0

Novidades são sempre bem-vindas, principalmente se trazem em seu bojo conhecimento e a oportunidade de se certificar da importância da natureza, do meio ambiente e sua preservação e conservação. E tudo isso vem somado às doses generosas de aventura com muita informação e emoção, que integram o trajeto do Safari Ecológico.

Iniciativa se deu por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema). A novidade será inaugurada domingo (22), no Parque Natural, uma atração especialmente preparada para a família porto-velhense, a partir das 9h.

O titular da Sema, Richardson Cruz da Silva, reitera que a ideia do safári foi do prefeito Hildon Chaves, que deu apoio à iniciativa. “O Safari Ecológico é mais uma nova maneira para chamar a atenção da população para o Parque Natural. O bom é que o passeio é disponibilizado gratuitamente. Queremos fomentar o turismo e as novas opções de lazer para a sociedade de Porto Velho” disse.

O secretário destacou que para desenvolver este trabalho, a atual gestão adquiriu dois veículos UTV, comprados mediante uma parceria junto com a Associação Cultural Tribo do Mato. A equipe da entidade vai administrar as atividades.

Durante as incursões na trilha, os participantes serão guiados por monitores treinados pela Tribo do Mato, e um guia vai mostrar espécies nativas e as árvores centenárias.

Segundo o presidente da Associação Cultural Tribo do Mato, Felipe Alexandre, mediante edital, a entidade tem a qualificação para atuar com ecoturismo e diretamente com turismo pelos agentes ambientais da Sema. Para o percurso, a equipe mapeou várias árvores centenárias, robustas e que em seu ponto de vista é interessante à população conhecer pelo contato direto oferecido pelo Safari.

Alexandre acrescentou que em meados de fevereiro, o Parque vai ofertar outras novidades, dentre elas, a escalada com tirolesa, além de uma trilha de bicicleta.

Quanto às vestimentas, Alexandre pontuou que o Safari poderá ser feito por crianças, devidamente acompanhadas pelos pais e responsáveis. Como é uma atividade ao ar livre, o presidente aconselha o uso de calçados fechados, e boné por causa do sol. Para o Safari Ecológico serão disponibilizados óculos de proteção. Não há necessidade de outros equipamentos, a não ser a ingestão de muita água.

“As expectativas são as melhores possíveis”, garantiu o líder da Associação. “Com o ecoturismo, queremos os visitantes em contato com a natureza. Não existe na região Norte, nenhum outro parque natural com a estrutura do nosso, contando com viveiro de pássaros das mais variadas espécies, sem esquecer de mencionar a fauna e a flora, o museu, dentre outras atrações”, finalizou.

SAFARI ECOLÓGICO

Acompanhados por um guia treinado, o passeio é feito de UTV, em que cabem até cinco pessoas, incluso o motorista. O Safari vai acontecer aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Será preciso fazer agendamento que será divulgado posteriormente. Cada percurso tem entre 15 e 20 minutos de duração.

VEÍCULOS UTV

O UTV é um veículo utilitário multitarefas (do inglês Utility Task Vehicle). O automóvel é comumente referido como sendo metade carro, dada a estrutura em torno da carroceria que protege os passageiros, e a outra metade quadriciclo, devido à base e motorização parecidas.

Pavimentação asfáltica e sinalização horizontal é concluída pelo governo de RO, no distrito de Vila Marcão

0

Com o intuito de fomentar a economia e impulsionar o progresso na região da Zona da Mata, o governo de Rondônia concluiu, na última semana, as obras de pavimentação asfáltica com sinalização horizontal na RO-135 e RO-370, no distrito de Vila Marcão, em Alta Floresta d’Oeste. Os trabalhos foram realizados pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), utilizando recursos próprios, reforçando o compromisso do estado com o desenvolvimento regional e a melhoria da infraestrutura viária.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a conclusão da obra é essencial, pois garante o transporte da produção agrícola e pecuária para comercialização. “Nossas estradas são a rota do progresso, fomentando a economia local e estadual, e o governo tem investido para mantê-las trafegáveis durante todo o ano,” ressaltou.

De acordo com o diretor-geral do DER-RO, Eder André Fernandes, faltavam aproximadamente 4 quilômetros para concluir a pavimentação da RO-135, popularmente conhecida como Linha P-50. “A equipe entrou em ação, concluindo o asfalto até a Vila Marcão e mais um quilômetro de pavimentação na RO-370, no perímetro urbano do distrito”, explicou.

SERVIÇOS EXECUTADOS

Responsável pelas obras na região, Rogério Nicácio destacou que, os trechos das rodovias receberam Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), com 5 centímetros de espessura. “A obra foi executada contemplando, desde o início, projeto, topografia, drenagem superficial e profunda, terraplenagem, rotatória, aplicação da capa asfáltica em CBUQ e sinalização horizontal pelo DER”, destacou.

Concurso do INSS terá 500 vagas e salários de R$ 14 mil; confira

0

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MPS) publicou, nesta quarta-feira (18), o edital do concurso público do INSS. Ao todo, serão ofertadas, em um primeiro momento, 250 vagas para o cargo de perito médico federal com salário inicial de R$ 14.166,99.

Além das 250 vagas que serão preenchidas imediatamente, o secretário de Regime Geral de Previdência Social, Adroaldo Portal, afirmou que o compromisso do Ministério é chamar mais 250 candidatos do cadastro reserva tão logo a lista de aprovados seja divulgada.

As inscrições para o concurso se iniciam em 23 de dezembro e encerram dia 9 de janeiro no site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), responsável pela seleção.

O valor da taxa inscrição no concurso público é de R$ 120 e o pagamento deve ser realizado até 10 de janeiro pelos candidatos.

A aplicação das provas objetivas está prevista para o dia 16 de fevereiro de 2025 e o resultado final será publicado em 16 de março, segundo cronograma divulgado.

As vagas oferecidas são distribuídas nos 26 estados do país, além do Distrito Federal. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

Do total de vagas, 5% são reservadas para pessoas com deficiência (PcDs) e 20% vagas para pessoas negras.

Cronograma

Confira os principais prazos e datas relacionadas ao concurso público.

  • Inscrições: 23 de dezembro a 9 de janeiro
  • Solicitação de isenção da taxa: 23 a 26 de dezembro
  • Pagamento da taxa de inscrição: até 10 de janeiro de 2025
  • Divulgação dos locais das provas: 31 de janeiro de 2025
  • Aplicação das provas objetivas: 16 de fevereiro de 2025
  • Divulgação dos gabaritos: 21 de fevereiro de 2025
  • Divulgação do resultado das provas objetivas: 19 de março de 2025.
Representação visual da Lei da Igualdade Salarial com símbolos de justiça, moedas e figuras masculina e feminina sobre uma balança

STF valida lei que cobra salários iguais entre homens e mulheres

0
Empresas terão de manter transparência nos salários após decisão unânime dos ministros no Supremo.
Operação da PF e ICMBio contra garimpo ilegal em Rondônia com escavadeira em chamas e agentes em área de floresta

PF e ICMBio desmontam garimpos ilegais em área protegida de Rondônia

0
Ação federal atingiu três frentes de exploração irregular e inutilizou máquinas usadas na área protegida.
Anúncio de investimento para tratamento contra câncer pelo SUS com autoridades em frente a unidade móvel de saúde

Tratamento contra câncer pelo SUS recebe 2,2 bi do governo

0
Pacote amplia medicamentos, cirurgia robótica e reconstrução mamária para pacientes da rede pública.
Notificação do Instagram sobre segurança digital em celular enquanto adulto conversa com adolescente

Pais serão avisados sobre buscas sensíveis feitas por filhos no Instagram

0
Novo alerta aproxima responsáveis do ambiente digital dos filhos em situações de risco identificadas na plataforma.
Carreta de tomografia em Porto Velho inicia atendimento a pacientes regulados pelo SUS

Porto Velho recebe carreta de tomografia para reforçar exames pelo SUS

0
Ação temporária amplia exames de imagem pelo SUS e reforça o atendimento a pacientes que aguardam diagnóstico.