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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Teste FIT entra no rastreamento do câncer de intestino no SUS

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Teste FIT no rastreamento do câncer de intestino com orientação em unidade de saúde
Novo protocolo nacional do SUS utiliza o teste FIT no rastreamento de pessoas assintomáticas de 50 a 75 anos.

O teste FIT passou a integrar o novo protocolo nacional do SUS para rastreamento do câncer de intestino em homens e mulheres assintomáticos de 50 a 75 anos. O exame utiliza uma amostra de fezes para procurar pequenas quantidades de sangue oculto, que não podem ser vistas a olho nu.

A mudança amplia as opções de detecção precoce, mas não significa que o exame confirme câncer. Um resultado alterado indica necessidade de avaliação complementar. Em Rondônia, também é importante separar a adoção do protocolo nacional da disponibilidade concreta do teste na rede local, que depende da organização dos serviços.

PREVENÇÃO
Neste artigo, você vai ver
  • como funciona o teste FIT;
  • quem integra o público-alvo do rastreamento;
  • o que acontece quando o resultado é alterado;
  • o que está confirmado e o que ainda depende de organização local em Rondônia.

Teste FIT procura sangue oculto nas fezes

O teste FIT identifica pequenas quantidades de sangue humano presentes nas fezes. Esse achado pode estar associado a pólipos, lesões pré-cancerígenas ou outras alterações no intestino, mas não funciona como diagnóstico definitivo de câncer.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer, o método não exige preparo intestinal, não requer dieta restritiva antes da coleta e pode ser feito com uma única amostra, utilizando kit próprio para coleta domiciliar orientada.

Como funciona o teste FIT
Público-alvo: homens e mulheres assintomáticos de 50 a 75 anos.
Amostra: fezes coletadas conforme orientação da rede de saúde.
Preparo: não exige limpeza intestinal nem dieta restritiva.
Resultado alterado: indica necessidade de investigação complementar e não diagnóstico automático.

Colonoscopia pode ser indicada após resultado alterado

Quando o teste FIT detecta sangue oculto, o próximo passo é avaliar a necessidade de exames complementares. A colonoscopia permite visualizar diretamente o cólon e o reto e, em determinadas situações, retirar pólipos durante o procedimento.

É importante diferenciar rastreamento de investigação diagnóstica. O novo protocolo é destinado a pessoas sem sintomas na faixa etária definida. Quem apresenta sinais ou alterações que precisam de avaliação clínica não deve considerar o teste uma substituição para consulta e investigação médica.

Teste FIT com profissional de saúde orientando paciente sobre coleta para rastreamento do câncer de intestino
O teste FIT utiliza amostra de fezes e um resultado alterado precisa ser investigado por exames complementares.
Estimativa do INCA para 2026

Rondônia: 210 casos novos estimados de câncer de cólon e reto.

Homens: aproximadamente 100 casos estimados.

Mulheres: aproximadamente 110 casos estimados.

Brasil: 53.810 casos novos estimados por ano no triênio 2026–2028.

Rondônia tem estimativa de 210 casos novos em 2026

O INCA estima 210 novos casos de câncer de cólon e reto em Rondônia em 2026. São aproximadamente 100 casos entre homens e 110 entre mulheres, com taxa bruta total estimada de 11,90 casos para cada 100 mil habitantes.

Os números são projeções epidemiológicas e não correspondem a pessoas que já receberam diagnóstico. No Brasil, a estimativa é de 53.810 novos casos por ano entre 2026 e 2028, reforçando a importância de estratégias de prevenção, detecção precoce e organização do rastreamento.

RONDÔNIA
O que ainda precisa ser confirmado localmente
✓ Data de início da oferta do FIT na rede estadual ou municipal.
✓ Unidades responsáveis pela entrega e recebimento dos kits.
✓ Critérios de encaminhamento adotados pela rede local.
✓ Fluxo para colonoscopia quando houver indicação de investigação complementar.

Oferta local do teste FIT ainda precisa ser confirmada

Na checagem das páginas oficiais consultadas até 11 de agosto, não foi localizada orientação específica indicando data de início, unidades de coleta ou fluxo próprio do teste FIT em Rondônia ou Porto Velho. Por isso, esta matéria não indica uma UBS específica para retirada ou entrega do kit.

Enquanto a rede local não publicar essas informações, o mais seguro é acompanhar os canais oficiais do SUS, da Secretaria de Saúde e do município. A adoção do protocolo nacional representa uma mudança na estratégia de rastreamento, mas a disponibilidade concreta depende da organização de cada rede, inclusive de laboratório e referência para exames complementares.

Bandeira amarela segue em agosto; veja o adicional na conta de luz

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Bandeira amarela na conta de luz com consumidora conferindo informações da fatura
Bandeira amarela acrescenta R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos durante agosto.

A bandeira amarela continua valendo nas contas de energia durante agosto de 2026. A sinalização mantém cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, conforme decisão divulgada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Para consumidores de Rondônia atendidos pelo sistema de bandeiras, o valor não representa um reajuste específico da tarifa. Trata-se de um adicional relacionado às condições de geração de energia no país e seu impacto varia conforme o consumo registrado em cada unidade.

CONTA DE LUZ
Neste artigo, você vai ver
  • quanto a bandeira amarela acrescenta por consumo;
  • exemplos para 100, 200, 300 e 500 kWh;
  • por que a sinalização foi mantida em agosto;
  • quem está sujeito ao sistema de bandeiras tarifárias.

Cada 100 kWh acrescentam R$ 1,885 à cobrança

Com a bandeira amarela, o adicional corresponde a R$ 0,01885 por quilowatt-hora consumido. Assim, uma unidade que registrar 100 kWh terá aproximadamente R$ 1,89 de adicional; com consumo de 200 kWh, o valor fica próximo de R$ 3,77.

Esses números mostram apenas o efeito isolado da bandeira. Eles não representam o preço de 100 kWh nem o total da conta, que pode incluir tarifa da distribuidora, tributos e outros componentes previstos para cada unidade consumidora. A ANEEL confirmou a manutenção da bandeira amarela em agosto.

Exemplos da bandeira amarela em agosto
100 kWh: aproximadamente R$ 1,89.
200 kWh: aproximadamente R$ 3,77.
300 kWh: aproximadamente R$ 5,66.
500 kWh: aproximadamente R$ 9,43.

Agosto mantém a sinalização dos meses anteriores

A bandeira amarela de agosto repete a condição observada em maio, junho e julho. Segundo a ANEEL, o período seco reduz os níveis dos reservatórios das hidrelétricas e torna menos favoráveis as condições de geração de energia no país.

Com menor disponibilidade hídrica, aumenta a necessidade de utilizar fontes de geração com custos mais altos, como as usinas termelétricas. Essa explicação é nacional e não permite atribuir a cobrança a uma usina, reservatório ou empreendimento específico de Rondônia sem informação técnica própria.

Bandeira amarela na conta de luz com consumidora consultando fatura de energia em bairro de Rondônia
Adicional da bandeira amarela varia conforme o consumo registrado na unidade e não representa o valor total da conta.
Como interpretar a cobrança

Não é reajuste: a bandeira acrescenta um valor conforme as condições de geração e o consumo.

Não é o preço de 100 kWh: R$ 1,885 corresponde somente ao adicional para esse nível de consumo.

Impacto variável: quanto maior o consumo, maior será o adicional.

Conta completa: a fatura possui outros componentes além da bandeira tarifária.

Sistema não é aplicado da mesma forma a todos

O Sistema de Bandeiras Tarifárias é aplicado aos consumidores cativos das distribuidoras, ou seja, às unidades que recebem energia no mercado regulado por meio da distribuidora responsável pelo atendimento local.

A ANEEL estabelece uma exceção para consumidores localizados em sistemas isolados. Por isso, antes de calcular o impacto da bandeira amarela, é necessário considerar tanto o consumo efetivamente registrado quanto a forma de atendimento da unidade.

SERVIÇO
O que observar com bandeira amarela
✓ Confira o consumo mensal em kWh registrado na fatura.
✓ Multiplique o consumo por R$ 0,01885 para estimar apenas o adicional da bandeira.
✓ Não confunda o adicional com o valor integral cobrado pela energia.
✓ Compare o consumo com meses anteriores antes de atribuir toda mudança da fatura à bandeira.

Consumo define o tamanho do adicional

Na prática, a bandeira amarela pesa mais nas unidades de maior consumo. Uma residência que utilize 500 kWh terá cerca de R$ 9,43 de adicional, enquanto uma unidade com consumo de 100 kWh terá aproximadamente R$ 1,89, antes dos demais componentes da fatura.

A sinalização vale durante agosto. Para reduzir o impacto, o consumidor pode acompanhar o consumo mensal e observar quais equipamentos concentram maior uso de energia, sem confundir mudanças na fatura com um reajuste automático provocado pela bandeira.

Área sob alertas do Deter cai 41,2% em Rondônia no ciclo 2025/2026

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Alertas do Deter em Rondônia são acompanhados por profissional em sistema de monitoramento ambiental
Rondônia registrou 114,3 km² sob alertas do Deter no ciclo 2025/2026, com redução de 41,2% em relação ao período anterior.

Rondônia registrou redução de 41,2% na área sob alertas do Deter entre agosto de 2025 e julho de 2026. No período, o sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) identificou 114,3 km² sob alerta no estado, volume menor que o observado no ciclo anterior.

O resultado indica queda nas alterações recentes detectadas pelo sistema, mas não significa que a taxa anual de desmatamento de Rondônia tenha diminuído exatamente no mesmo percentual. O Deter produz alertas frequentes para apoiar o monitoramento, enquanto a taxa anual oficial é calculada pelo Prodes.

DETER / INPE
Neste artigo, você vai ver
  • quanto Rondônia registrou em área sob alerta;
  • como o estado aparece no cenário da Amazônia;
  • a diferença entre Deter e Prodes;
  • por que um alerta, isoladamente, não define se a supressão foi legal ou ilegal.

Rondônia teve 114,3 km² sob alerta no período

Os alertas do Deter cobriram 114,3 km² em Rondônia no ciclo encerrado em julho de 2026. Na comparação com agosto de 2024 a julho de 2025, a área detectada pelo sistema caiu 41,2%. O percentual deve ser interpretado como variação da área sob alerta, e não como a taxa anual oficial de desmatamento.

O acompanhamento pode ser consultado no TerraBrasilis, plataforma do Inpe. O Deter utiliza imagens de satélite para identificar alterações recentes da cobertura vegetal e subsidiar ações de monitoramento e fiscalização.

Área sob alerta por estado
Pará: 987,27 km²
Mato Grosso: 834,41 km²
Amazonas: 433,9 km²
Roraima: 272,6 km²
Acre: 153,8 km²
Rondônia: 114,3 km²

Amazônia teve menor resultado da série para o período

No conjunto da Amazônia, as áreas sob alertas do Deter totalizaram 2.874,38 km², redução de aproximadamente 36% em relação ao ciclo anterior. Segundo a divulgação oficial, esse foi o menor resultado da série utilizada para o intervalo agosto-julho, iniciada em 2016.

Pará e Mato Grosso apresentaram os maiores volumes absolutos, seguidos por Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia. A comparação mostra a distribuição da área identificada pelo sistema, mas não mede, isoladamente, a intensidade relativa do fenômeno em relação ao tamanho ou à cobertura florestal de cada estado.

Alertas do Deter em Rondônia acompanham mudanças na cobertura vegetal em área amazônica
Paisagem amazônica ilustra o contexto territorial acompanhado pelos sistemas de monitoramento ambiental do Inpe.

Como ler os alertas do Deter

Deter: gera avisos frequentes para apoiar fiscalização e resposta rápida.

Prodes: produz o levantamento anual com maior acurácia.

Taxa oficial: a referência anual de desmatamento é calculada pelo Prodes.

Legalidade: o alerta do Deter não informa, sozinho, se havia autorização para supressão.

Alerta não é a mesma coisa que taxa anual

A distinção é essencial para interpretar os alertas do Deter. O sistema identifica indícios e evidências de alteração da cobertura vegetal em imagens de satélite, enquanto o Prodes consolida anualmente as áreas desmatadas com metodologia voltada à medição oficial da taxa.

Também não é correto classificar automaticamente cada aviso como infração ambiental. Um alerta não diferencia, sozinho, áreas com ou sem autorização para supressão. A análise da legalidade depende de outras informações, como localização, licenças, situação fundiária e regras aplicáveis ao imóvel ou território.

LEITURA CORRETA
O que os alertas do Deter permitem afirmar
✓ Rondônia teve 114,3 km² sob alerta no ciclo 2025/2026.
✓ A área detectada caiu 41,2% frente ao ciclo anterior.
✓ O resultado não substitui a taxa anual calculada pelo Prodes.
✓ O percentual não demonstra, por si só, qual ação provocou a redução.

Resultado exige acompanhamento dos próximos levantamentos

A redução dos alertas do Deter é um indicador relevante para acompanhar mudanças recentes na cobertura vegetal, mas não permite concluir que o problema tenha sido eliminado ou controlado. A evolução do quadro em Rondônia também precisa ser observada pelos dados anuais do Prodes e por análises territoriais mais detalhadas.

Da mesma forma, os números não demonstram sozinhos qual política, operação ou ação de fiscalização provocou a mudança. O ciclo encerrado em julho mostra queda na área sob alerta; atribuir causas específicas exige estudos capazes de relacionar as medidas adotadas aos resultados observados.

Prouni 2026: documentos da segunda chamada devem ser entregues até sexta

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Prouni 2026 com estudante entregando documentos para conferência na segunda chamada
Pré-selecionados na segunda chamada precisam comprovar as informações diretamente na instituição de ensino até 14 de agosto.

Os pré-selecionados na segunda chamada do Prouni 2026 têm até sexta-feira, 14 de agosto, para comprovar as informações prestadas durante a inscrição. A documentação deve ser apresentada diretamente à instituição de ensino para a qual o candidato foi selecionado nesta etapa.

O resultado da segunda chamada foi divulgado em 5 de agosto. A presença do nome na lista, porém, ainda não representa concessão definitiva da bolsa nem matrícula concluída: a instituição precisa conferir os documentos e validar as informações declaradas pelo estudante.

EDUCAÇÃO
Neste artigo, você vai ver
  • até quando vai a comprovação da segunda chamada;
  • onde os documentos precisam ser apresentados;
  • por que a pré-seleção ainda não confirma a bolsa;
  • como interpretar as 4.665 bolsas ofertadas em Rondônia.

Prouni 2026: comprovação é feita na instituição

A conferência das informações não termina apenas com a consulta ao resultado. No Prouni 2026, o candidato precisa seguir os procedimentos definidos pela própria instituição de ensino e apresentar a documentação exigida dentro do período estabelecido para a segunda chamada.

O Ministério da Educação informa que a comprovação ocorre entre 5 e 14 de agosto. Como horários, canais e formas de atendimento podem variar, o estudante deve confirmar diretamente com a instituição como será o recebimento dos documentos.

Cronograma da segunda chamada

Resultado: 5 de agosto de 2026.

Comprovação: de 5 a 14 de agosto.

Último dia: sexta-feira, 14 de agosto.

Onde: instituição de ensino da pré-seleção.

Pré-seleção ainda não confirma a bolsa

Estar entre os pré-selecionados significa que o estudante avançou no processo, mas a bolsa depende da análise das informações apresentadas. Dados relacionados à renda, escolaridade e demais critérios declarados na inscrição precisam estar de acordo com os documentos entregues.

Por isso, o resultado da segunda chamada do Prouni 2026 não deve ser interpretado como matrícula finalizada. Depois da entrega, cabe à instituição conferir a documentação e registrar o resultado da comprovação conforme as regras do programa.

Prouni 2026 com estudantes organizando documentos em área de atendimento de instituição de ensino
Candidatos da segunda chamada devem seguir os procedimentos da instituição de ensino para apresentar a documentação dentro do prazo.

Rondônia teve 4.665 bolsas ofertadas no semestre

No segundo semestre, o Prouni 2026 disponibilizou 4.665 bolsas em Rondônia. Desse total, 2.474 são integrais, com cobertura de 100% da mensalidade, e 2.191 são parciais, correspondentes a 50% do valor.

Esse total representa a oferta de bolsas para o semestre no estado. Ele não corresponde ao número de candidatos pré-selecionados especificamente na segunda chamada de 5 de agosto e também não deve ser interpretado como quantidade de bolsas já concedidas.

Bolsas ofertadas em Rondônia
Total: 4.665 bolsas no segundo semestre.
Integrais: 2.474 bolsas, com cobertura de 100% da mensalidade.
Parciais: 2.191 bolsas, com cobertura de 50% da mensalidade.
Atenção: os números se referem à oferta do semestre, não ao total de pré-selecionados na segunda chamada.

O que fazer até sexta-feira

Quem apareceu na segunda chamada deve priorizar a conferência das exigências da instituição. O prazo do Prouni 2026 está em andamento e termina em 14 de agosto, por isso dúvidas sobre documentos, horários ou forma de apresentação devem ser resolvidas antes do último dia.

ATÉ SEXTA
O que o pré-selecionado precisa observar
✓ Confirmar os procedimentos diretamente com a instituição de ensino.
✓ Apresentar a documentação exigida até 14 de agosto.
✓ Guardar o comprovante de recebimento fornecido pela instituição.
✓ Acompanhar a análise sem considerar a pré-seleção como bolsa já confirmada.

Falta de comprovação pode impedir avanço na seleção

A comprovação das informações é uma etapa obrigatória. Quem não entregar a documentação dentro do período definido pode ficar impedido de avançar no processo de concessão da bolsa correspondente à segunda chamada.

Depois de apresentar os documentos, o estudante deve continuar acompanhando a instituição e os canais oficiais do programa. Até sexta-feira, a prioridade para os pré-selecionados do Prouni 2026 é concluir a comprovação e verificar se existe alguma pendência que precise ser resolvida dentro do prazo.

ITR 2026 começa nesta segunda; veja quem precisa declarar em Rondônia

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ITR 2026 começa com produtor rural consultando documentos e celular em propriedade rural.
ITR 2026 começa nesta segunda para imóveis rurais

O prazo do ITR 2026 começou nesta segunda-feira, 10 de agosto. A Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural pode ser transmitida até 23h59min59s de 30 de setembro, no horário de Brasília, conforme a Receita Federal.

A obrigação do ITR 2026 alcança pessoas físicas e jurídicas proprietárias, titulares do domínio útil ou possuidoras de imóvel rural, ressalvadas as hipóteses legais de imunidade e isenção. Ser produtor rural, por si só, não torna todo contribuinte automaticamente obrigado a apresentar a DITR.

IMPOSTO
Neste artigo, você vai ver
  • quem pode estar obrigado a entregar o ITR 2026;
  • como funciona a nova versão web da declaração;
  • quando o recibo do CAR deve ser informado;
  • quais são as regras de multa e pagamento do imposto.

Declaração agora pode ser feita pelo celular

A principal mudança do ITR 2026 é a versão web do serviço Minhas Declarações do ITR. O ambiente permite preencher, transmitir, retificar e consultar declarações pela internet, inclusive usando celular ou tablet, sem necessidade de instalar programa no computador.

O acesso é feito com conta gov.br de nível Prata ou Ouro. A versão web é obrigatória para pessoas jurídicas e para pessoas físicas com imóvel rural superior a 100 hectares. Pessoas físicas com imóvel de até 100 hectares também podem utilizar o Programa Gerador da Declaração, o PGD ITR 2026.

Prazo e formas de entrega
Início: 10 de agosto de 2026.
Fim: 30 de setembro, às 23h59min59s, horário de Brasília.
Web: Minhas Declarações do ITR, com conta gov.br Prata ou Ouro.
PGD: opção para pessoa física com imóvel rural de até 100 hectares.

CAR entra na declaração quando o imóvel está inscrito

No preenchimento do ITR 2026, o contribuinte cujo imóvel esteja inscrito no Cadastro Ambiental Rural deve informar o número do recibo de inscrição no CAR. A Receita dispensa essa informação nas hipóteses específicas de imunidade ou isenção.

O recibo do CAR é um dado utilizado no preenchimento, mas os cadastros não são equivalentes. O ITR 2026 não substitui CAR, CCIR ou CAF e não corresponde à declaração de atividade rural feita no Imposto de Renda da Pessoa Física. Cada obrigação possui finalidade própria.

ITR 2026 exige atenção de proprietários de imóveis rurais durante prazo de entrega da declaração.
Declaração pode ser entregue até 30 de setembro; contribuinte deve observar a forma de envio aplicável ao imóvel.

Quem deve observar a obrigação

Pessoa física: proprietário, titular do domínio útil ou possuidor de imóvel rural, conforme as regras da Receita.

Pessoa jurídica: segue a obrigação quando se enquadra nas condições previstas e deve usar a versão web.

Exceções: imunidades e isenções previstas em lei precisam ser consideradas.

Atenção: ser produtor rural não basta, sozinho, para definir obrigatoriedade.

Atraso gera multa mínima de R$ 50

Quem estiver obrigado e entregar o ITR 2026 depois do prazo fica sujeito à multa de 1% ao mês-calendário ou fração, calculada sobre o total do imposto devido. A Receita estabelece valor mínimo de R$ 50 para a multa por atraso.

Se houver erro, omissão ou informação inexata depois da transmissão, é possível apresentar declaração retificadora antes do início de procedimento de lançamento de ofício. A retificadora substitui integralmente a declaração original, por isso os dados devem ser revisados antes do envio.

PAGAMENTO
Imposto pode ser dividido em até quatro quotas
✓ O imposto pode ser pago em até quatro quotas mensais e sucessivas.
✓ Nenhuma quota pode ser inferior a R$ 50.
✓ Imposto inferior a R$ 100 deve ser pago em quota única.
✓ A quota única ou a primeira quota vence em 30 de setembro de 2026.

Prazo exige atenção aos dados do imóvel

Antes de transmitir o ITR 2026, vale conferir os dados cadastrais do imóvel, a identificação do titular e as informações usadas no cálculo do imposto. O serviço web recupera dados existentes na Receita, mas o contribuinte continua responsável por revisar o conteúdo.

Com o prazo em andamento, o ITR 2026 pode ser preparado sem esperar os últimos dias de setembro. A Receita permite acessar recibos, documentos e declarações no mesmo ambiente digital, facilitando a conferência antes da transmissão.

Cursos gratuitos de arte começam nesta segunda em Porto Velho

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Cursos gratuitos de arte começam nos CMACEs de Porto Velho com atividades de Música, Dança, Teatro e Artes Visuais.
Aulas do segundo semestre começam nos Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar de Porto Velho.

As aulas dos cursos gratuitos de arte começam nesta segunda-feira, 10 de agosto, nos Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar de Porto Velho. O segundo semestre reúne atividades de Música, Dança, Teatro e Artes Visuais em três unidades da rede municipal.

Os cursos gratuitos de arte serão desenvolvidos no CMACE Jorge Andrade, no CMACE Som na Leste e no CMACE Francisco Lázaro dos Santos – Laio. As inscrições da chamada escolar já terminaram, as matrículas foram realizadas no fim de julho e o cronograma oficial não transforma o início das aulas em nova abertura de vagas.

EDUCAÇÃO
Neste artigo, você vai ver
  • onde funcionam os cursos gratuitos de arte;
  • quais públicos são atendidos em cada turno;
  • como as vagas foram distribuídas na chamada escolar;
  • por que o início das aulas não significa reabertura de inscrições.

Aulas serão distribuídas em três centros municipais

Os cursos gratuitos de arte começam simultaneamente nas três unidades, mas as modalidades podem variar conforme a estrutura e a oferta de cada centro. Música, Dança, Teatro e Artes Visuais fazem parte da chamada geral, sem obrigação de que todas as turmas estejam disponíveis em todos os endereços.

Cada estudante deve seguir o horário e a unidade definidos no processo de matrícula. A chamada foi unificada entre os três centros, mas a distribuição das turmas depende da programação e das especificidades de cada CMACE.

Unidades do segundo semestre
CMACE Jorge Andrade: uma das três unidades participantes da chamada escolar.
CMACE Som na Leste: atende turmas conforme modalidades ofertadas pela unidade.
CMACE Francisco Lázaro dos Santos – Laio: integra a programação do segundo semestre.

A programação e as orientações sobre o início das atividades também podem ser consultadas na publicação oficial da Semed de Porto Velho.

Metade das vagas foi reservada à rede municipal

Na chamada dos cursos gratuitos de arte, 50% das vagas foram destinadas a estudantes regularmente matriculados na Rede Municipal de Ensino. A outra metade ficou disponível ao público em geral, respeitando os critérios de idade e turno previstos no edital.

Durante a manhã e a tarde, o atendimento contempla estudantes das redes municipal, estadual e privada. No período noturno, os cursos gratuitos de arte alcançam jovens a partir de 17 anos e adultos da comunidade, ampliando a participação para além do público escolar tradicional.

Cursos gratuitos de arte em Porto Velho com estudantes nos Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar.
Três unidades municipais recebem estudantes para atividades de Música, Dança, Teatro e Artes Visuais.

Como ficou o cronograma

16 a 19 de julho: inscrições on-line da chamada escolar.

30 e 31 de julho: matrículas presenciais.

A partir de 3 de agosto: segunda chamada, se houvesse vagas remanescentes.

10 de agosto: início das aulas do segundo semestre.

Cadastro reserva dependia de vagas não preenchidas

O edital previa que candidatos do cadastro reserva poderiam ser chamados apenas se sobrassem vagas depois das matrículas. A segunda chamada estava programada para ocorrer a partir de 3 de agosto, com divulgação feita por cada unidade conforme a disponibilidade de turmas.

Nesta segunda-feira, o início dos cursos gratuitos de arte não reabre automaticamente esse processo. Quem não participou da chamada escolar deve aguardar eventual comunicado específico da Semed antes de considerar que existem vagas remanescentes disponíveis.

ATENÇÃO
Hoje começam as aulas, não as inscrições
✓ As inscrições do segundo semestre ocorreram em julho.
✓ As matrículas presenciais foram realizadas em 30 e 31 de julho.
✓ O cadastro reserva dependia de vagas não preenchidas.
✓ Nova oferta de vagas só deve ser considerada quando houver divulgação oficial da Semed.

Segundo semestre começa com turmas já matriculadas

Com o início das atividades, os cursos gratuitos de arte entram agora na fase de aula para os alunos já matriculados. As turmas passam a seguir a programação de cada centro, com horários e modalidades definidos conforme a chamada escolar e a organização interna das unidades.

Para famílias e estudantes, o principal cuidado é acompanhar as orientações do CMACE escolhido sobre horários, materiais e rotina das aulas. Qualquer nova oportunidade de ingresso deverá aparecer em comunicado próprio, sem confundir a abertura de uma turma com nova inscrição para os cursos gratuitos de arte.

Vida Plena mostra como aprimoramento oncológico leva cuidado a áreas remotas

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Aprimoramento oncológico é tema do Vida Plena sobre formação e cuidado em áreas remotas.
Programa mostra formação profissional, vivência em comunidades e saúde digital para ampliar o cuidado oncológico.

Aprimoramento oncológico é o eixo de um episódio do Vida Plena que mostra como formação profissional, presença em campo e tecnologia podem aproximar o cuidado de populações que vivem longe dos grandes centros. Em três blocos, o programa acompanha uma proposta voltada à preparação de médicos e enfermeiros e à manutenção do vínculo com comunidades de difícil acesso.

Na Amazônia, grandes distâncias, limitações de transporte, diferenças culturais e acesso restrito a serviços especializados tornam prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento mais complexos. O programa mostra que ampliar o cuidado não significa levar toda a estrutura de um centro oncológico para cada comunidade, mas fortalecer profissionais que atuam mais perto do paciente.

Apresentado por Henrique Prata Filho, o programa recebe o Dr. Sérgio Vicente Serrano, oncologista clínico do Hospital de Amor e um dos idealizadores da iniciativa; o Dr. Flávio Augusto Ferreira, médico orientador; e Raniel Martinha de Souza, médico orientador e integrante da primeira turma do programa. A conversa combina a visão do estúdio com experiências vividas em campo.

Neste programa, você vai ver:
• por que o programa prioriza uma formação ampla para médicos e enfermeiros que atuam perto do paciente;
• como prevenção, diagnóstico precoce, manejo de sintomas e cuidados paliativos entram no aprimoramento;
• o que os profissionais encontraram durante a vivência com comunidades da Amazônia;
• como barco, estrada de chão e longas distâncias revelam barreiras de acesso à saúde;
• por que telesaúde, telemonitoramento e formação de multiplicadores aparecem como parte do legado.

Aprimoramento oncológico começa pela formação perto da realidade do paciente

No primeiro bloco, Sérgio Vicente Serrano explica que a proposta não é criar uma segunda residência em oncologia clínica nem reproduzir fora do hospital toda a estrutura de tratamento especializado. O programa trabalha com profissionais de formação mais geral para ampliar a abordagem do paciente com câncer em diferentes momentos da jornada.

Isso inclui prevenção, identificação de sinais que exigem investigação, apoio ao diagnóstico precoce, manejo de sintomas e efeitos colaterais e, quando necessário, cuidados paliativos. O tratamento oncológico de alta complexidade continua dependente dos centros preparados para isso.

A primeira turma reúne médicos e enfermeiros. A formação combina experiência dentro do Hospital de Amor com inserções em territórios onde a realidade do atendimento é muito diferente da encontrada em grandes centros.

Bloco 1 do Vida Plena sobre aprimoramento oncológico, com formação profissional e cuidado em áreas remotas.
O primeiro bloco apresenta a origem da iniciativa, a formação de médicos e enfermeiros e o papel da saúde digital na continuidade do cuidado.


▶ Assista ao Bloco 1 — formação e cuidado em áreas remotas

Sérgio Vicente Serrano explica por que a proposta prioriza uma formação ampla e como prevenção, diagnóstico precoce e saúde digital entram no programa.

Saúde digital ajuda a manter contato depois que o paciente volta para casa

Um dos conceitos centrais do primeiro bloco é que o paciente não permanece o tempo todo no hospital. Mesmo quando precisa passar por um centro de referência para tratamento, grande parte da vida acontece em casa, na cidade ou na comunidade de origem.

Por isso, a saúde digital aparece desde o desenho do programa. O objetivo é criar condições para que o contato não termine quando a equipe deixa o território ou quando o paciente retorna de um serviço especializado. O recurso tecnológico funciona como ponte para acompanhamento, discussão de casos e suporte.

Vivência nas comunidades transforma formação em experiência de campo

O segundo bloco muda a perspectiva: o programa passa a ser contado pela experiência de quem esteve nas comunidades. Raniel Martinha de Souza relata o acolhimento recebido, a importância das lideranças locais e atividades utilizadas para aproximar a equipe das pessoas que vivem no território.

Flávio Augusto Ferreira destaca que entrar em uma comunidade exige mais do que conhecimento técnico. É necessário pedir licença, dialogar com autoridades e equipes locais e compreender formas próprias de organização.

O deslocamento também ajuda a dimensionar o desafio. O programa relata passagem por Rio Branco e deslocamento até Boca do Acre, no Amazonas, com trechos de estrada de chão e viagens de barco que podem consumir várias horas.

Profissionais de saúde em comunidade remota durante ações de aprimoramento oncológico mostradas no Vida Plena.
O segundo bloco acompanha a experiência prática da equipe, o diálogo com lideranças e as barreiras de deslocamento em comunidades da Amazônia.


▶ Assista ao Bloco 2 — vivência nas comunidades

Raniel e Flávio contam como foram o acolhimento, a inserção da equipe, os deslocamentos e o aprendizado construído em contato com as comunidades.

Tecnologia e medicina precisam dialogar com cultura e conhecimento local

O Vida Plena evita apresentar tecnologia como uma solução isolada. Os convidados lembram que o cuidado precisa considerar a realidade de cada comunidade, o conhecimento tradicional, a atuação das equipes locais e a confiança construída ao longo do tempo.

O aprimoramento oncológico vai além de protocolos. O profissional precisa reconhecer limites de acesso, saber quando orientar uma avaliação especializada e trabalhar em conjunto com quem já presta assistência no território.

Legado combina multiplicadores, telesaúde e continuidade do cuidado

No terceiro bloco, a discussão se volta ao que permanece depois da missão de campo. Raniel e Flávio destacam a construção de vínculo e a possibilidade de manter contato com as comunidades.

A tecnologia aparece associada ao telemonitoramento e à telesaúde como ferramentas para dar suporte a profissionais e pacientes à distância. A continuidade é parte essencial do aprimoramento oncológico, porque o vínculo com as equipes locais não termina quando a missão presencial acaba.

O programa também discute a formação de multiplicadores: profissionais que recebem conhecimento e depois ajudam a ampliar seu alcance dentro das próprias redes de atendimento.

Vida Plena aborda saúde digital, formação profissional e continuidade do cuidado oncológico.
O terceiro bloco destaca saúde digital, formação de multiplicadores e estratégias para manter suporte às comunidades após as atividades presenciais.


▶ Assista ao Bloco 3 — legado e continuidade

O fechamento aborda telemonitoramento, telesaúde, formação de multiplicadores e o esforço para reduzir deslocamentos que podem ser evitados.

Cuidado centrado na pessoa exige olhar para distância, território e acesso

Ao reunir os três blocos, o Vida Plena apresenta uma visão de cuidado que começa antes do tratamento especializado e continua depois dele. Em regiões remotas, orientar corretamente, reconhecer sintomas, organizar encaminhamentos e manter comunicação com centros de referência pode ajudar a reduzir vazios de assistência.

O programa também deixa claro que a tecnologia não substitui a estrutura especializada nem a presença de profissionais. O valor está em conectar comunidade, equipe local, profissionais em formação e centros com maior capacidade de diagnóstico e tratamento.

Esse é o sentido do aprimoramento oncológico apresentado no episódio: levar conhecimento para mais perto de quem precisa, sem ignorar os limites do território, e construir continuidade de cuidado com ferramentas presenciais e digitais.

Saúde mental e câncer: PrevCast explica emoções, apoio e tratamento

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Saúde mental e câncer são tema do PrevCast #12 com especialistas do Hospital de Amor.
Episódio #12 do PrevCast discute impacto emocional do diagnóstico e do tratamento do câncer.

Saúde mental e câncer caminham juntos em diferentes momentos da jornada oncológica. O episódio #12 do PrevCast discute como o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação podem afetar emoções, rotina, relações familiares e a maneira como cada pessoa enfrenta a doença.

O programa também procura retirar do paciente um peso que não lhe pertence. As convidadas explicam que depressão e ansiedade não devem ser tratadas como causas do câncer e reforçam que sofrimento emocional merece acolhimento, avaliação adequada e uma rede de apoio que pode envolver família, amigos, espiritualidade e profissionais especializados.

Apresentado pelo Dr. Júlio Possati, o episódio recebe Ana Elisa Crispim, psicóloga e coordenadora hospitalar especialista em oncologia do Hospital de Amor, e a Dra. Gisele Zocoller Seno, médica psiquiatra da instituição. A conversa passa por ansiedade, depressão, psicoterapia, psiquiatria, automedicação, cuidados paliativos, sobrecarga de cuidadores e saúde mental dos próprios profissionais.


▶ Ative o som e assista ao episódio completo

O PrevCast reúne orientações sobre impacto emocional, rede de apoio e momentos em que o sofrimento pode exigir avaliação especializada.

Neste episódio, você vai ver:
• como o diagnóstico de câncer pode repercutir na rotina e nas emoções;
• por que cobrar que o paciente seja “forte o tempo todo” pode dificultar o acolhimento;
• quais sinais indicam que o sofrimento merece avaliação profissional;
• o que as especialistas dizem sobre depressão, ansiedade e culpa pelo câncer;
• por que automedicação deve ser evitada e o tratamento precisa ser individualizado;
• como cuidados paliativos, cuidadores e profissionais de saúde entram nessa rede de atenção.

Saúde mental e câncer começam pelo impacto do diagnóstico

Receber um diagnóstico de câncer pode alterar planos, prioridades e a percepção que a pessoa tem sobre o próprio futuro. No episódio, Ana Elisa Crispim explica que o impacto emocional não ocorre de uma única forma: alguns pacientes reagem com medo, tristeza ou insegurança, enquanto outros procuram organizar rapidamente informações, consultas e decisões.

As especialistas destacam que essas reações precisam ser compreendidas dentro da história de cada pessoa. O sofrimento inicial não significa automaticamente um transtorno mental. Ao mesmo tempo, mudanças persistentes de humor, sono, apetite, interesse pelas atividades e capacidade de lidar com a rotina merecem atenção.


▶ Assista ao trecho sobre o impacto emocional do diagnóstico

As convidadas explicam por que cada pessoa reage de maneira diferente e como o acolhimento pode começar logo após a notícia.

Ser forte não significa esconder o sofrimento

Uma das situações discutidas no PrevCast é a pressão para que o paciente “não se abale” ou permaneça forte durante todo o tratamento. Para as convidadas, frases desse tipo podem ser bem-intencionadas, mas também podem transmitir a ideia de que sentir medo, tristeza ou cansaço seria uma falha.

O programa propõe outra perspectiva: permitir que a pessoa reconheça e expresse o que está vivendo. A rede de apoio pode ajudar sem exigir otimismo permanente. Ouvir, acompanhar consultas, respeitar silêncios e oferecer ajuda prática são formas de presença que preservam a autonomia de quem está em tratamento.


▶ Veja por que o paciente não precisa parecer forte o tempo todo

O trecho discute validação das emoções e os riscos de transformar sofrimento natural em obrigação de esconder sentimentos.

Saúde mental e câncer exigem atenção aos sinais de sofrimento

Tristeza, medo e ansiedade podem aparecer diante de uma doença grave sem que isso signifique, por si só, depressão ou outro diagnóstico psiquiátrico. A atenção aumenta quando os sintomas ficam intensos, persistem ou passam a comprometer atividades básicas.

O episódio cita alterações importantes no sono, isolamento, perda de interesse, desesperança e dificuldade crescente para funcionar no dia a dia como situações que merecem avaliação. Psicologia e psiquiatria podem atuar de forma complementar, conforme a necessidade de cada caso.

INFORMAÇÃO DE SAÚDE

Este conteúdo é jornalístico e informativo. Sintomas emocionais devem ser avaliados de forma individualizada por profissionais habilitados; a matéria não substitui atendimento médico, psicológico ou psiquiátrico.


▶ Assista ao trecho sobre sinais que merecem avaliação

As especialistas diferenciam reações emocionais esperadas de situações em que o sofrimento começa a comprometer a rotina.

Depressão e ansiedade não devem carregar a culpa pelo câncer

O episódio enfrenta uma crença capaz de aumentar o peso emocional de quem recebe o diagnóstico. As especialistas explicam que depressão ou ansiedade não devem ser apontadas como causas do câncer. O sofrimento emocional não pode ser convertido em responsabilidade pela doença.

Afastar a culpa, porém, não significa minimizar a importância da saúde mental e câncer. O acompanhamento psicológico ou psiquiátrico pode ser necessário durante diagnóstico, tratamento ou reabilitação quando emoções intensas passam a interferir no sono, alimentação, rotina ou relações pessoais.


▶ Assista ao trecho que enfrenta o mito da culpa

A conversa diferencia o impacto emocional do câncer da ideia de que depressão ou ansiedade teriam provocado a doença.

Psicoterapia, psiquiatria e automedicação exigem cuidado

No contexto de saúde mental e câncer, psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico aparecem como recursos que podem ser utilizados conforme a necessidade de cada pessoa. Nem todo paciente precisa da mesma abordagem, e a decisão depende da intensidade dos sintomas, das condições clínicas e das medicações em uso.

A Dra. Gisele chama atenção para a automedicação. Utilizar antidepressivos, ansiolíticos, sedativos ou outras substâncias sem avaliação pode provocar efeitos indesejados, dificultar a interpretação dos sintomas ou trazer risco de interações com outros medicamentos.

Procurar atendimento psiquiátrico também não significa necessariamente receber uma prescrição. A avaliação pode resultar em orientação, acompanhamento, encaminhamento para psicoterapia ou outras estratégias consideradas adequadas.


▶ Veja o alerta sobre automedicação e tratamento individualizado

O trecho explica por que medicamentos para sintomas emocionais não devem ser utilizados por conta própria durante o tratamento oncológico.

Cuidados paliativos e cuidadores também fazem parte da saúde mental

Outro ponto importante do episódio é a associação equivocada entre cuidados paliativos e abandono. As convidadas explicam que o objetivo é aliviar sofrimento, controlar sintomas, preservar autonomia e melhorar qualidade de vida de acordo com a situação clínica e os objetivos definidos com o paciente.

A conversa também amplia o olhar para quem acompanha o tratamento. Familiares e cuidadores podem reorganizar trabalho, sono, alimentação e vida social para apoiar o paciente. Quando esse esforço se prolonga, cansaço, irritabilidade, medo, insônia e perda do autocuidado também precisam ser reconhecidos.

A rede de apoio, portanto, não deve alcançar somente quem recebeu o diagnóstico. Quem cuida também pode precisar de escuta, descanso, orientação e acompanhamento.


▶ Assista ao trecho sobre cuidados paliativos e qualidade de vida

As especialistas explicam por que cuidados paliativos não devem ser entendidos como desistência.

Profissionais de saúde também precisam de cuidado

O PrevCast encerra a discussão lembrando que médicos, enfermeiros, psicólogos e outros profissionais convivem diariamente com sofrimento, perdas, decisões difíceis e vínculos construídos com pacientes e famílias. Esse contato contínuo também pode produzir impacto emocional.

As convidadas mencionam a necessidade de espaços de escuta, apoio entre equipes e estratégias institucionais capazes de ajudar a reconhecer exaustão e fadiga por compaixão. Cuidar de quem trabalha na assistência também faz parte de uma estrutura de saúde mais segura e humana.

A mensagem vale para pacientes, familiares, cuidadores e profissionais: quando existe dúvida sobre a necessidade de ajuda, procurar avaliação é um passo legítimo. Pedir apoio não deve ser tratado como sinal de fraqueza.

REDE DE APOIO
O cuidado pode envolver diferentes pessoas e profissionais
✓ família e pessoas de confiança;
✓ amigos e rede de apoio social;
✓ psicologia e psiquiatria quando indicadas;
✓ equipe responsável pelo tratamento oncológico;
✓ espiritualidade, quando fizer sentido para o paciente.

Saúde mental e câncer exigem cuidado ao longo de toda a jornada

Ao reunir os principais pontos do episódio, saúde mental e câncer aparecem como temas que exigem escuta, informação e acompanhamento ao longo do tempo. A necessidade de suporte pode mudar entre diagnóstico, tratamento, períodos de estabilidade, reabilitação e cuidados paliativos.

Família, amigos, espiritualidade, psicologia, psiquiatria e a própria equipe assistencial podem integrar essa rede sem substituir a autonomia do paciente. Acolher emoções e buscar ajuda quando necessário não elimina as dificuldades da jornada, mas pode ampliar os recursos disponíveis para enfrentá-las.

Fonte da notícia: episódio #12 do PrevCast — Saúde Mental e Câncer, no canal do Hospital de Amor.


▶ Assista ao episódio completo no YouTube

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Inscrições do Licita+RO começam nesta segunda em Porto Velho

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Inscrições do Licita+RO ilustradas por participante usando notebook e celular em ambiente de escritório.
Evento terá inscrições separadas por público e programação distribuída em três datas no fim de agosto.

As inscrições do Licita+RO estão abertas nesta segunda-feira, 10 de agosto, em Porto Velho. A terceira edição do evento será realizada nos dias 27, 28 e 31 de agosto, no auditório do edifício-sede do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO).

Segundo o Tribunal de Justiça de Rondônia, a programação foi organizada para públicos diferentes. Os dias 27 e 28 serão voltados a fornecedores, empresários, profissionais do Direito, servidores e demais interessados. Já o dia 31 terá atividades específicas para o público interno do TJRO e agentes de contratação de outros órgãos.

INSCRIÇÕES ABERTAS
Neste artigo, você vai ver
  • quem pode participar do Licita+RO;
  • como funcionam as inscrições do Licita+RO para cada público;
  • qual é o limite anunciado de participantes;
  • por que o evento não deve ser confundido com uma licitação.

Inscrições do Licita+RO são separadas conforme o público

O evento utiliza acessos de inscrição diferentes porque as atividades foram organizadas de acordo com o perfil de quem pretende participar. Para os dias 27 e 28, o cadastro é direcionado ao público externo interessado no mercado de contratações públicas.

Nesse grupo estão fornecedores, empresários, profissionais do Direito, servidores e demais interessados. Por isso, quem pretende fazer as inscrições do Licita+RO deve conferir primeiro em qual público se enquadra para utilizar o formulário correspondente.

Datas e públicos
27 e 28 de agosto: fornecedores, empresários, profissionais do Direito, servidores e demais interessados.
31 de agosto: público interno do TJRO e agentes de contratação de outros órgãos.
Local: auditório do edifício-sede do TJRO, em Porto Velho.
Vagas: limite anunciado de 200 participantes por dia.

Fornecedores terão dois dias de programação aberta

Nos dias 27 e 28, o Licita+RO abre espaço para quem deseja entender melhor o mercado de contratações públicas. A programação alcança empresas que já fornecem para órgãos públicos e também interessados que ainda estão conhecendo as etapas e exigências desse setor.

A terceira edição tem como tema “Conectando Fornecedores, Inovação e Oportunidades nas Contratações Públicas”. As inscrições do Licita+RO permitem organizar previamente esse público e direcionar as atividades conforme a proposta do evento.

Dia 31 será voltado ao setor público

A programação de 31 de agosto terá outro perfil. O dia será destinado ao público interno do Tribunal de Justiça e a agentes de contratação de outras instituições públicas, também com acesso específico para inscrição.

Essa divisão é importante porque impede que o participante utilize um formulário destinado a outro grupo. Antes de concluir as inscrições do Licita+RO, o interessado deve verificar a data e o perfil correspondente à atividade que pretende acompanhar.

Profissionais consultam informações durante o período de inscrições do Licita+RO em Porto Velho.

Programação será realizada no fim de agosto no auditório do edifício-sede do TJRO, em Porto Velho.

Antes de preencher a inscrição

Escolha o público correto: externo nos dias 27 e 28 ou institucional no dia 31.

Observe as vagas: o limite informado é de até 200 participantes por dia.

Confira os campos: preencha somente as informações solicitadas no formulário oficial.

Guarde a confirmação: mantenha o comprovante ou mensagem recebida após o cadastro, se houver.

Inscrições do Licita+RO têm limite de 200 participantes por dia

O limite divulgado é de 200 participantes por dia. A publicação do Tribunal não estabelece, no texto principal, uma data final diferente do preenchimento das vagas, o que torna importante verificar a disponibilidade antes de deixar o cadastro para depois.

A página de divulgação também não detalha todas as condições relacionadas a certificado ou outros procedimentos posteriores. Assim, ao fazer as inscrições do Licita+RO, o participante deve conferir as orientações existentes no formulário oficial correspondente ao seu público.

ATENÇÃO AO FORNECEDOR
Capacitação não significa contratação automática
✓ O Licita+RO é um evento de informação e capacitação.
✓ A inscrição não habilita automaticamente uma empresa em licitações.
✓ Participar não garante contrato ou preferência em futuras disputas.
✓ Cada contratação pública mantém edital, critérios e documentos próprios.

Participação não substitui habilitação em futuras licitações

O Licita+RO pode ajudar empresários e profissionais a compreender melhor o funcionamento das compras governamentais, mas o evento não é uma licitação. Nenhuma empresa recebe contrato, habilitação ou cadastro automático apenas por participar das atividades.

Para disputar uma contratação pública, o fornecedor continua obrigado a acompanhar os editais, cumprir os prazos, apresentar a documentação solicitada e atender aos critérios de cada procedimento. As inscrições do Licita+RO dão acesso ao evento, e não a uma contratação pública.

Evento discute fornecedores, inovação e oportunidades

A programação foi estruturada para aproximar empresas e profissionais de temas ligados às contratações públicas. Entre os palestrantes anunciados está o ministro Paulo Sérgio Domingues, do Superior Tribunal de Justiça, além de especialistas da área.

Para fornecedores que ainda conhecem pouco desse mercado, a programação pode auxiliar na compreensão de documentos, requisitos e procedimentos. Já quem possui experiência pode usar o encontro para atualização e troca de informações sobre as regras aplicadas ao setor.

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Notícias de Porto Velho, Rondônia, economia, serviços e informações úteis para o dia a dia da população.

Censo 2022 aponta 21.146 indígenas em Rondônia

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Indígenas em Rondônia reunidos em ambiente comunitário representativo da população registrada pelo Censo 2022.
Censo 2022 contabilizou 21.146 pessoas indígenas em Rondônia, equivalentes a 1,34% da população estadual.

Os indígenas em Rondônia somam 21.146 pessoas, segundo os resultados do Censo Demográfico 2022. O número corresponde a 1,34% da população do estado e inclui moradores de Terras Indígenas e pessoas que vivem fora desses territórios.

Os dados do IBGE mostram ainda que 11.525 indígenas em Rondônia vivem em Terras Indígenas. Em Porto Velho, o Censo contabilizou 4.112 pessoas indígenas residentes no município.

CENSO 2022
Neste artigo, você vai ver
  • quantos são os indígenas em Rondônia registrados pelo Censo;
  • quantas pessoas vivem em Terras Indígenas;
  • qual é o total registrado em Porto Velho;
  • como a ONU marca o Dia Internacional dos Povos Indígenas em 2026.

Indígenas em Rondônia somam 21.146 pessoas no Censo 2022

O total registrado pelo IBGE ajuda a dimensionar a presença da população indígena no estado sem limitar essa realidade apenas às aldeias ou às áreas oficialmente reconhecidas como Terras Indígenas. Há moradores indígenas em diferentes contextos territoriais, urbanos e rurais.

Dentro da população estadual, os indígenas em Rondônia representam 1,34%. O levantamento demográfico amplia a visibilidade estatística dessa população e oferece informações importantes para estudos sobre território, distribuição demográfica e formulação de políticas públicas.

Rondônia no Censo 2022
População indígena: 21.146 pessoas.
Participação estadual: 1,34% da população.
Em Terras Indígenas: 11.525 pessoas indígenas.
Percentual: 54,5% da população indígena estadual.

Mais de 11,5 mil indígenas em Rondônia vivem em Terras Indígenas

Dos 21.146 indígenas contabilizados no estado, 11.525 residem dentro de Terras Indígenas. Isso representa 54,5% da população indígena registrada em Rondônia, enquanto a parcela restante mora fora dessas áreas.

Esse dado não deve ser confundido com o total de moradores das Terras Indígenas. O Censo registra 11.997 residentes nessas áreas, número que inclui indígenas e não indígenas. Por isso, os 11.525 correspondem especificamente aos indígenas em Rondônia que vivem nesses territórios.

Porto Velho concentra 4.112 pessoas indígenas

Na capital, o Censo Demográfico 2022 registrou 4.112 pessoas indígenas. O dado ajuda a mostrar que a presença indígena no estado também está associada às áreas urbanas e rurais dos municípios e não somente às Terras Indígenas.

A distribuição dos indígenas em Rondônia também precisa ser analisada sem generalizações culturais. Os povos indígenas possuem histórias, línguas, territórios, formas de organização e modos de vida diferentes, e um único dado estatístico não representa toda essa diversidade.

Indígenas em Rondônia participam de atividade comunitária em imagem representativa sem identificação de povo específico.

Imagem representativa e neutra de ambiente comunitário, sem atribuição de elementos culturais a um povo indígena específico.

Brasil no Censo 2022

População indígena: 1.694.836 pessoas.

Participação nacional: 0,83% da população brasileira.

Data internacional: 9 de agosto.

Evento da ONU em 2026: programação virtual em 10 de agosto.

Brasil tem quase 1,7 milhão de pessoas indígenas

No cenário nacional, o Censo 2022 contabilizou 1.694.836 pessoas indígenas, correspondentes a 0,83% da população brasileira registrada pelo levantamento.

A comparação nacional ajuda a dimensionar os indígenas em Rondônia dentro do país. No estado, mais da metade vive em Terras Indígenas, enquanto uma parcela significativa reside em outras áreas urbanas e rurais.

DATA INTERNACIONAL
ONU destaca parteiras indígenas em 2026
✓ O Dia Internacional dos Povos Indígenas é observado em 9 de agosto.
✓ O tema de 2026 valoriza as parteiras indígenas.
✓ A programação virtual oficial foi marcada para 10 de agosto.
✓ A pauta relaciona cuidado, conhecimentos indígenas, cultura e bem-estar.

Dia Internacional reforça visibilidade dos indígenas em Rondônia

O Dia Internacional dos Povos Indígenas é observado todos os anos em 9 de agosto. Em 2026, a ONU definiu como tema a valorização das parteiras indígenas, destacando sua atuação na proteção da vida, do bem-estar e dos sistemas de conhecimento das comunidades.

Em Rondônia, a data também chama atenção para a presença de 21.146 pessoas indígenas registrada pelo Censo. Os dados sobre indígenas em Rondônia ajudam a dimensionar essa população, mas precisam ser interpretados junto à diversidade de povos, territórios e experiências existentes no estado.

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Notícias de Rondônia, direitos humanos, povos indígenas e informações que ajudam a compreender a realidade do estado.

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