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sexta-feira, julho 17, 2026
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Programa Arboriza Porto Velho chega à av. José Vieira Caúla

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A prefeitura da capital segue com o programa Arboriza Porto Velho ao longo da avenida José Vieira Caúla. O plantio, feito pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), começou na segunda-feira (13), com árvores da espécie pau ferro, e as ornamentais clusia e dracena.

O secretário Alexandro Pincer diz que o programa Arboriza Porto Velho prevê o plantio de pelo menos 5.000 árvores durante o ano de 2023 na capital, além dos distritos. “É um plantio consciente, onde faremos a manutenção das mudas adubando de forma correta para que não tenha perda. Precisamos também conscientizar a população a preservar e cuidar dos indivíduos arbóreos. Temos pouquíssimas árvores públicas em Porto Velho, somente 12 mil, e aumentar esse número é aumentar os benefícios para a população. Na primeira etapa da Vieira Caúla serão plantadas 150 espécies de árvores nativas e mais de 700 ornamentais”.

Na Caúla, serão plantadas 150 árvores nativas e mais de 700 ornamentais

Amália Eloi, diretora do Departamento de Proteção e Conservação Ambiental, conta que a avenida Caúla, partindo da avenida Rio Madeira sentido Guaporé e chegando na avenida Mamoré, nunca foi arborizada. “Iniciamos esse Projeto na Av. José Vieira Caula, pois é uma das mais extensas que temos em Porto Velho e que nunca foi arborizada desde que fizeram o canteiro central. O intuito é arborizar vários pontos da cidade”, enfatizou.

Dos projetos e ações que a Sema vai realizar ao longo do ano, um deles será com alunos de diversas escolas, levando a conscientização da preservação urbanística da cidade e o sentimento de pertencimento. A Sema está trabalhando com a perspectiva de um programa amplo para o meio ambiente.

Os técnicos estão alertando quanto ao papel de cada cidadão nesse processo, mostramos nas palestras a importância e o cuidado que devemos ter com as árvores e o meio ambiente.

A arborização em Porto Velho, além da estratégia de amenização de impactos ambientais adversos, é importante sob os aspectos ecológico, histórico, cultural, social, estético e paisagístico.

Procon realiza operação conjunta em postos de combustíveis em Porto Velho

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Nesta quinta-feira (16), o Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor -Procon fez operação conjunta ao Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia – Ipem e Delegacia Especializada em Crimes contra o Consumidor – Decon, com o objetivo de fiscalizar e certificar se os postos de combustíveis estão praticando as normas de acordo com a lei do direito dos consumidores, e também para proteger os consumidores dos preços abusivos. “Sabe-se que o combustível é um bem essencial, portanto, diante de denúncias, este órgão estará vigilante, dessa forma, resguardando o direito dos consumidores. Ainda, vale ressaltar quanto à importância do segmento para a cadeia de consumo, as fiscalizações em postos têm grande participação no calendário anual de fiscalizações do Procon”, disse o gerente de fiscalização do Procon, Calebe Melocra.

Ipem na fiscalização atua na parte da medida de volume e capacidade das bombas medidoras, que devem estar de acordo com as medidas do Inmetro, já a Decon participou como medida preventiva, em relação aos incidentes. “A atuação em conjunto das instituições de defesa do consumidor – Decon, Procon e Ipem; é um momento de significativa importância, pois reforça o nosso compromisso com a sociedade”, disse Ingrid da Silva Brandão, Delegada titular da DECON.

CONSUMIDOR PODE EXIGIR TESTE 

Os postos de combustíveis devem realizar o teste de qualidade, caso seja exigido pelo consumidor no ato do abastecimento, o teste deve ser feito na frente do consumidor e deve conter entre 60% e 65% por cento de gasolina para atestar qualidade do combustível.

DENÚNCIA

A população pode denunciar, caso perceba qualquer irregularidade. Entre em contato com o Procon pelo site www.procon.ro.gov.br, sendo disponibilizados também o número 3216-1018 ou WhatsApp: 69 984912986.

PF fez seis operações contra garimpo ilegal na Amazônia em menos de 1 mês

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A Polícia Federal fez ao menos seis operações contra o garimpo ilegal na região da Amazônia em um período de menos de um mês.

Desde o decreto de crise de saúde no território indígena Yanomami, em Roraima, reflexo da invasão do garimpo no território, as forças de segurança mobilizaram operações contra a mineração ilegal. As ações tinham como alvos desde quem atuava no território, até quem estava nos bastidores envolvido com a distribuição do ouro e lavagem do dinheiro.

A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisões preventivas em operações contra um esquema de lavagem de dinheiro proveniente do comércio de ouro ilícito e contra organizações criminosas que atuam na compra de ouro ilegal em Roraima e que contrabandeiam o ouro extraído de garimpos ilegais no estado. Também foi realizada uma operação de combate à extração ilegal de minério em uma fazenda no Pará.

Agentes da PF também realizaram operações em conjunto com o Ibama para inutilizar a infraestrutura do garimpo ilegal. A primeira delas foi no dia 4 de fevereiro e destruiu duas máquinas de garimpo na região às margens das terras indígenas Ituna-itatá e Arará Volta Grande do Xingu, no sudoeste do Pará.

A segunda teve início no dia 10 de fevereiro na Terra Indígena Yanomami. Segundo a PF, “os trabalhos visam à interrupção da logística do crime, com foco na inutilização da infraestrutura utilizada para a prática do garimpo ilegal bem como a materialização das provas sobre a atividade criminosa”.

A maior dessas operações, em valor bloqueado pela Justiça, aconteceu nesta quarta-feira (15), no Pará. A ação da Justiça que mobilizou os agentes tinha 44 alvos, entre pessoas físicas e empresas, que movimentaram mais de R$ 4 bilhões com a extração ilegal.

De acordo com o Ministro da Justiça, Flávio Dino, a ofensiva recente veio de uma série de medidas adotadas pelo governo federal com a descoberta da situação de emergência no território indígena.

“Houve a decisão do Presidente da República de combater esses crimes. A partir dessa decisão, orientamos a Polícia Federal a adotar as providências legalmente cabíveis, inclusive junto ao Poder Judiciário”, diz.

A Justiça tem ações envolvendo investigações sobre o garimpo ilegal desde 2020. Para o delegado Vinicius Serpa, de Santarém, a demora em uma resposta, no entanto, tem relação com um problema estrutural, que é a falta de policiais na região. Na ação no Pará, o efetivo foi de 100 policiais, o que só foi possível com reforço da capital, Belém.

“O tempo foi alargado porque a delegada pediu remoção e entrou outro no lugar dela, além de muitas trocas de policiais que chegam e saem nos concursos recentes. O efetivo de Santarém é muito pequeno”, conta. 

De acordo com ele, todas as trocas feitas foram a pedido dos próprios agentes.

Omissão do governo Bolsonaro

O Supremo Tribunal Federal (STF) pediu a investigação de autoridades do governo Bolsonaro por possível prática dos crimes de genocídio de indígenas e de desobediência de decisões judiciais.

No pedido, o Supremo cita que há indícios de que o ex-governo:

  • fazia mudanças em operações planejadas com as Forças Armadas
  • liberou 29 aeronaves ligadas ao garimpo ilegal e apreendidas pela Polícia Federal
  • não fazia o controle de tráfego aéreo de Roraima, principal meio de transporte de garimpeiros ilegais
  • ações e omissões favorecendo o descontrole da situação de segurança e do combate a ilícitos nas áreas afetadas
“Ressalto sempre que já temos a materialidade do fato. Agora, precisamos é delimitar a autoria”, diz o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, sobre a responsabilidade do governo Bolsonaro em relação à situação dos yanomami. 

“Há uma contradição entre a vida e a cultura destes povos e o garimpo. O problema, apesar de complexo, é bastante conhecido pela população local e pelas autoridades. O que faltava era comando, vontade política e disposição para enfrentar a situação. Isso mudou em 1º de janeiro”, afirma.

Ao longo do governo Bolsonaro, a exploração de garimpo na região Norte do país cresceu mais de 700%, chegando a 114,26 km² em 2021, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A alta tem relação com a desarticulação da fiscalização, como o desmonte do Ibama. Fontes do órgão ouvidas pelo g1 disseram que a falta de interesse do governo federal em combater o garimpo impediu as ações de fiscalização.

“Sempre houve interesse por parte dos fiscais, os linha de frente, em combater o garimpo. Mas os cargos de direção, da parte de quem manda mesmo, não havia esse interesse, de articular com outros órgãos, como Polícia Federal, Exército, por exemplo. E isso por que não era interesse também nem pro próprio governo federal. Então, não tinha como atuar”, conta o agente que não quis se identificar.

Andamento do projeto de restruturação do Aeroporto Internacional de Porto Velho é apresentado ao Governo de Rondônia

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Para acompanhar o andamento do projeto de restruturação do Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira, nesta quarta-feira (15), o governador de Rondônia, Marcos Rocha, se reuniu com a concessionária Vinci Airports, em Porto Velho. No encontro, a empresa apresentou as principais medidas já iniciadas no terminal aeroportuário, além de mensurar o início das obras previsto para maio deste ano.

O trabalho, que vem sendo acompanhado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico – Sedec, apontou ações, como a contratação da empresa a fim de atender os serviços de melhorias, bem como a mobilização realizada no canteiro de obras para a construção, a ser iniciada pela pista do aeroporto.

Presente à reunião, a diretora-presidente da Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, Karen Strougo, ressaltou a importância da expansão projetada para dois andares, principal mudança na qual incidirá em outras melhorias. “O objetivo é promover uma nova estrutura para o aeroporto, permitindo uma maior área tanto na pista, quanto no espaço interno, disponibilizando um terminal de passageiros mais confortável e acessível, trazendo uma melhor experiência a todos. Para isso, há ainda um projeto de comercialização no terminal, com a implantação de lojas e outros atrativos voltados para clientes e turistas que queiram frequentar o ambiente”.

O plano também prevê melhorias, como: implantação de duas passarelas de embarque; expansão do terminal de passageiros e construção de um hangar para militares. Outro ponto enfatizado trata-se da questão ambiental, com medidas que marcam a referência em Sustentabilidade.

Segundo o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o Executivo Estadual demonstra interesse contínuo na restruturação do empreendimento. “É necessário apoiar este projeto, como forma de prestar serviços de transporte aéreo comercial de maior qualidade à população. Temos excelentes expectativas de que Rondônia se desenvolva mais nos próximos anos, e em breve o projeto deve atingir novas ampliações que influenciará na adesão de mais voos, inclusive com propensão para o exterior”, declara.

Durante a reunião, a Vinci Airports informou ainda que após a execução das obras no Aeroporto Internacional, será entregue a certificação da Anac. Segundo a concessionária, por estar anteriormente sob jurisdição direta da Empresa Brasileira de Infra Estrutura Aeroportuária (Infraero), o empreendimento não possuía o documento.

Pessoas com sintomas respiratórios devem evitar aglomerações no carnaval

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O carnaval deste ano vai ocorrer em cenário epidemiológico de covid-19 mais positivo do que nos anos anteriores, avaliam pesquisadores responsáveis pelo boletim Infogripe, divulgado hoje (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Apesar disso, são mantidas as principais recomendações de proteção individual e coletiva, a imunização contra a doença e a observação dos sintomas associados. O coordenador do Infogripe, Marcelo Gomes, pede responsabilidade aos foliões.

“A principal recomendação neste carnaval é em relação a quem está com sintomas respiratório próximo às festas, aos blocos e aos desfiles. Se a pessoa está carregando o vírus da covid-19 ou influenza, que também continua em baixa, fica o alerta de evitar passar em grandes eventos porque pode facilitar o processo de aumento de casos na sua localidade”, disse o pesquisador à Agência Fiocruz de Notícias.

Gomes pede ainda que a população se mobilize para buscar a imunização com a vacina bivalente contra covid-19, que vai começar em 27 de fevereiro. Em um primeiro momento, terá prioridade a população com maior risco de desenvolver casos graves de covid-19, como idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência.

“É extremamente importante que a campanha tenha alta adesão. Caso, de fato, haja novo ciclo de aumento de casos nos próximos meses, o que está dentro do esperado, é fundamental ficar em dia com a quantidade de doses recomendadas para o seu caso em particular, de modo que isso não gere impacto significativo em casos graves”.

O Boletim Infogripe informa ainda que a maioria do país mantém queda ou está em situação compatível com a oscilação natural de casos graves de problemas respiratórios. O cenário de queda é verificado nas faixas etárias adultas, porém há crescimento das síndromes respiratórias graves entre crianças e adolescentes, o que pode estar associado a outros vírus respiratórios e à volta às aulas. 

Um ponto que requer atenção é o aumento de casos positivos para os vírus Influenza A e Sars-CoV-2 no estado do Amazonas, nas semanas recentes. Segundo a Fiocruz, apesar do volume relativamente baixo, essa tendência pode ser um indicativo de início de temporada de crescimento de casos.

Lula confirma salário mínimo de R$ 1.320 a partir de maio e aumento da isenção de IR para R$ 2.640

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou em entrevista nesta quinta-feira (16) que o governo vai elevar o salário mínimo dos R$ 1.302 atuais para R$ 1.320 a partir de maio.

Lula também confirmou a elevação da faixa de isenção do Imposto de Renda, dos atuais R$ 1.903,98 para $ 2.640, e que o valor será, gradualmente, elevado até os R$ 5 mil prometidos na campanha.

  • Salário mínimo: irá de R$ 1.302 para R$ 1.320
  • Faixa de isenção do IR: irá de 1.903,98 para R$ 2.640

Segundo Lula, a elevação do salário mínimo é um “compromisso com o povo brasileiro”. A retomada da política de valorização do mínimo é promessa de campanha de Lula e foi citada pelo político nos discursos de posse.

“A gente vai, em maio, reajustar para 320 [R$ 1.320] e estabelecer uma nova regra de salário mínimo, que a gente já tinha no meu primeiro mandato”, afirmou.

Lula também confirmou que a política de valorização do salário mínimo deve prever um mecanismo de correção do valor que, além de repor a inflação do período (como prevê a Constituição), se baseie no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, da soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

“O salário mínimo terá, além da reposição inflacionária, ele terá o crescimento do PIB. Porque é a forma mais justa de você distribuir o crescimento do PIB. Não adianta o PIB crescer 14% e você não distribuir. É importante que cresça 5%, 6%, 7% e você distribuir para a sociedade”, disse Lula.

Dilma no banco dos Brics

Lula afirmou na entrevista que, se depender da sua vontade, a ex-presidente Dilma Rousseff assumirá o comando do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), instituição financeira do Brics, bloco composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

“Olha, se depender de mim, ela vai [presidir o NBD]. … A Dilma é uma mulher extraordinária, uma pessoa digna de muito respeito, e o PT adora ela. Ela junto à militância do PT, ela é muito querida. E ela tem uma coisa que ela é muito competente tecnicamente” argumentou Lula.

O blog do jornalista Valdo Cruz antecipou a posição de Lula. Atualmente, quem dirige o NBD é o diplomata Marcos Troyjo, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Troyjo deixará o banco e deve trabalhar na gestão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Segundo o blog, o Brasil já tem a concordância dos demais parceiros do bloco para que Dilma assuma o comando do banco.

Cassada em 2016 em um processo de impeachment, Dilma passa por um processo de reabilitação política desde a volta de Lula ao Planalto. A ex-presidente tem participado de posses e de eventos do PT.

Brasil bate recorde de endividados: ‘Com nome sujo, a gente não é nada’

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Adriana da Silva Lins, de 47 anos e moradora da Vila Ema, na zona leste de São Paulo, trabalhava como ajudante geral na cozinha de uma escola. Ela perdeu o emprego e, sem renda em meio à pandemia, viu as dívidas se acumularem.

“É dívida de cartão, dívida de banco. Eu vendia cosméticos e também fiquei em dívida com isso, porque não conseguia receber das minhas clientes e não consegui pagar pelos produtos da Boticário, Natura, Avon. Foi virando uma bola de neve”, conta a mãe de três filhos.

Atualmente fazendo bicos como diarista e recebendo o Auxílio Brasil há dois meses, ela estima suas dívidas em cerca de R$ 20 mil – o que inclui também contas de luz em atraso. Com a mãe doente, a prioridade é comprar remédios e, assim, as dívidas vão ficando para depois.

“Isso faz eu me sentir péssima. Eu sempre gostei de ter minhas contas em dia, de ter meu nome limpo. E, de repente, você se vê um nada. Porque, quando a gente não tem o nome limpo, a gente não é nada”, afirma.

A família de Adriana é uma de milhões de famílias brasileiras endividadas e inadimplentes – isto é, com dívidas em atraso.

Os dois indicadores bateram recordes em 2022, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

E, com juros elevados e os mais pobres recorrendo ao crédito para fazer frente a despesas do dia a dia, o recorde poderá ser quebrado novamente este ano, prevê a entidade empresarial.

Para endereçar o problema, o governo federal espera lançar ainda em fevereiro o programa Desenrola, de renegociação de dívidas.

Os detalhes do programa – uma das promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – ainda não foram divulgados, mas a expectativa é de que a iniciativa priorize cerca de 40 milhões de brasileiros endividados com renda até dois salários mínimos (R$ 2.604, em valores atuais).

O governo também pretende lançar ainda este mês o novo Bolsa Família, que deve substituir o programa Auxílio Brasil, criado pelo governo Jair Bolsonaro (PL).

A mudança preocupa famílias de baixa renda que se endividaram com o empréstimo consignado do Auxílio Brasil – cujas parcelas são descontadas diretamente do benefício pago pelo governo federal. Elas temem mudanças no Cadastro Único e a possibilidade de serem excluídas do programa, ficando com a dívida do consignado para pagar.

O que explica o recorde de endividados

Em 2022, a cada 100 famílias brasileiras, 78 estavam endividadas. O patamar é o mais elevado da série histórica da Peic, com início em 2010.

Gráfico de barras mostra proporção de famílias endividadas de 2013 a 2022

Entre 2020 e 2022, a proporção de famílias endividadas passou de 66,5% para 77,9%, uma alta de 11,4 pontos percentuais.

No período, a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) foi elevada de 2% para os atuais 13,75% – nível que tem sido motivo de embates entre o governo e o Banco Central.

Izis Ferreira, economista da CNC, afirma que três fatores contribuíram para esse recorde de endividamento em 2022: a alta da inflação até a metade do ano, que corroeu o poder de compra das famílias; o incentivo crescente ao uso do cartão de crédito, através da oferta de novos produtos e serviços por bancos e fintechs; e, para os mais ricos, a demanda represada por serviços, como viagens e compra de passagens aéreas, geralmente pagos no cartão.

“A face negativa desse maior endividamento é a inadimplência, que também chegou a proporções recordes”, observa a analista.

Em 2022, a proporção de famílias brasileiras com contas em atraso chegou a 28,9%, também maior patamar da série histórica da Peic.

Gráfico de barras mostra proporção de famílias com contas em atraso de 2013 a 2022

“Quando você tem mais dívidas no seu orçamento, num momento em que ainda tem uma inflação que incomoda, é mais difícil gerir esse orçamento e pagar tudo em dia”, diz Ferreira.

“O desafio para o consumidor hoje é pagar tudo isso num cenário de juros altos, porque os juros elevados aumentam o valor da dívida. Eles dificultam a renegociação e o pagamento de dívidas atrasadas. E esse contexto deve permanecer no ano de 2023”, prevê.

Segundo a economista, os juros de mercado – que chegaram a uma média de 52,1% ao ano para pessoas físicas em 2022, segundo dados do Banco Central – vão continuar elevados, devido à alta da inadimplência, do risco de não pagamento e da perspectiva de desaceleração da atividade econômica e do emprego neste ano.

“Nesse contexto de juros altos, teremos em 2023 mais famílias com dificuldades para pagar dívidas em dia e aquelas que já estão atrasadas vão enfrentar muita dificuldade de renegociar.”

Quem são os endividados: mulheres, jovens, de baixa escolaridade

Segundo a pesquisa da CNC, o endividamento tem rosto no Brasil: de mulher, com menos de 35 anos, ensino médio incompleto e moradora das regiões Sul ou Sudeste.

Em 2022, do total de mulheres, 79,5% se endividaram, comparado a 76,7% dos homens.

Entre as famílias lideradas por pessoas sem ensino médio completo, 31,2% tinham dívidas em atraso, comparado a 25,8% das famílias de pessoas com segundo grau completo.

Mulher jovem de baixa renda segurando um celular e sorrindo timidamente para a câmera

“As mulheres trabalham mais na informalidade e em tempo parcial, e muitas são chefes de famílias, então elas têm uma condição de vulnerabilidade no mercado de trabalho maior do que os homens”, observa Izis Ferreira, da CNC.

“Com renda instável, o risco de atrasar dívidas é maior. E, como as mulheres usam modalidades de crédito de pior qualidade, quando essas dívidas atrasam, elas vão ficando muito caras.”

Para as mulheres, a principal forma de endividamento é o cartão de crédito e o carnê de loja, observa a economista.

E o perfil das dívidas no cartão revela como essa modalidade de crédito tem sido usada como uma extensão do orçamento das famílias: das dívidas com cartão de crédito, 65% são referentes a compras no supermercado, e 41% a compra de remédios ou tratamento médico, segundo o Perfil e Comportamento do Endividamento Brasileiro 2022, da Serasa.

Tabela mostra principais tipos de dívidas contraídas no cartão de crédito

“O cartão é um crédito de acesso muito fácil, oferecido inclusive pelo varejo e com limites baixos, que facilitam esse acesso”, observa Patrícia Camillo, gerente da Serasa.

“Ele ainda é visto como um valor adicional ao orçamento mensal. As pessoas adquirem o cartão para fazer compras básicas, já considerando que, sem o cartão, o orçamento não é suficiente. Esse comportamento é o perigo do cartão e o que leva ele a ser o Top 1 das dívidas.”

Em 2022, o juro médio cobrado pelos bancos no rotativo do cartão chegou a 409,3% ao ano, uma alta de 61,9 pontos percentuais em relação a 2021, quando o juro foi de 395,4%. Assim, essa modalidade de crédito é uma das mais caras do mercado, junto ao cheque especial.

Ainda segundo os dados da Serasa, o país tinha 69,4 milhões de inadimplentes em dezembro de 2022 e o valor médio das dívidas por pessoa era de R$ 4,5 mil, somando um total de R$ 312 bilhões em dívidas em atraso.

Os novos endividados do consignado do Auxílio Brasil

Em 2022, um outro fator contribuiu para o aumento do endividamento entre os mais pobres no Brasil: a criação, às vésperas da eleição, do empréstimo consignado do Auxílio Brasil.

O empréstimo foi liberado em 10 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais em que o então presidente Jair Bolsonaro (PL) tentava a reeleição. Somente naquele mês, a modalidade movimentou mais de R$ 5 bilhões, segundo o Banco Central.

Quem tomou o empréstimo consignado em outubro, desde novembro está tendo seu Auxílio Brasil descontado. Quem recebia R$ 600, agora recebe R$ 440 após o pagamento da parcela mensal.

Propaganda do programa Auxílio Brasil no muro de residência na favela de Heliópolis em São Paulo, em dezembro de 2021

“Está sendo difícil, mas eu tinha ciência que ia estar sendo descontado”, diz Elisângela Cruz César, de 43 anos e moradora de uma área invadida na zona norte de São Paulo.

Dona de casa e mãe de seis filhos, Elisângela conta que tomou o empréstimo por conta do desemprego do marido, que é açougueiro, mas perdeu o trabalho durante a pandemia. Ainda desempregado, os dois têm no auxílio descontado agora sua única fonte de renda.

“A gente só não está passando necessidade mesmo porque tem ajuda, tem cesta básica”, afirma.

Elisângela conta que nunca tinha pegado um empréstimo na vida, o consignado do Auxílio foi sua primeira vez no mercado de crédito, já que nem cartão de crédito ela usa.

“Todo mundo que tinha o benefício e estava passando necessidade foi [fazer o empréstimo], nem pensou, porque quem tem criança não vai querer passar dificuldade. Era minha única opção, então eu fui e fiz”, lembra.

“Mas agora é bem preocupante, porque mudou o presidente e a regularização do CadÚnico [Cadastro Único] vai mudar muita coisa. Vai que de repente cancela, faz alguma coisa no benefício? Aí ou a gente paga [a dívida do consignado] por fora, ou então acaba sujando o nome da gente, que vai ficar com uma dívida nas costas”, diz a mãe de família.

No início deste mês, o novo governo mudou as regras do consignado para beneficiários do Auxílio Brasil.

Com a mudança, o desconto mensal máximo do benefício para pagamento das parcelas passa a ser de 5%. Antes, chegava a 40%.

A taxa de juros agora não vai poder passar de 2,5% ao mês e o número de parcelas não pode ser superior a seis. Anteriormente, o limite de juros era de 3,5% ao mês e o número máximo de parcelas chegava a 24.

As novas regras, no entanto, valem apenas para novos empréstimos.

Ansiedade, insônia, depressão

Para além do nome sujo – que dificulta a obtenção de novos créditos e financiamentos –, o aumento da inadimplência no país também tem efeito sobre a saúde e os relacionamentos familiares dos brasileiros.

Segundo a pesquisa da Serasa:

  • 83% dos endividados têm dificuldade para dormir por conta das dívidas;
  • 78% têm surtos de pensamentos negativos devido aos débitos vencidos;
  • 74% afirmam ter dificuldade de concentração para realizar tarefas diárias;
  • 62% sentem impactos no relacionamento conjugal;
  • 61% vivem sensação de “crise e ansiedade” ao pensar na dívida;
  • 53% revelam sentir “muita tristeza” e “medo do futuro”;
  • 51% têm vergonha da condição de endividado;
  • 33% não se sentem mais confiantes em cuidar de suas próprias finanças;
  • 31% sentem impacto das dívidas no relacionamento com familiares.
Mulher infeliz levando a mão à cabeça

Tatiane*, de 35 anos, está enfrentando essa realidade.

Antes empregada com carteira assinada, ela deixou o emprego em meio a uma gravidez de risco e agora trabalha por conta própria, vendendo roupas e produtos naturais. De um ano para cá, suas vendas diminuíram e ela acabou se endividando em três cartões e com o fornecedor dos produtos que vende.

“Com tudo isso, eu comecei a ter uma ansiedade muito forte, que eu não tinha. A ponto de não conseguir dormir, sentir dor no peito, ficar chorando o tempo todo”, conta a trabalhadora autônoma.

“Eu tenho duas crianças pequenas, as contas vão chegando. Nada espera e é muito complicado a gente ver as contas vencendo, as crianças precisando das coisas. Você começa a entrar em desespero, de ver que você não está conseguindo arcar com as obrigações.”

Programa Desenrola Brasil

Para Izis Ferreira, economista da CNC, Adriana, Elisângela e Tatiane são exemplos das pessoas que deveriam ser priorizadas no novo programa de renegociação de dívidas do governo federal.

“Quando falamos do perfil dos mais endividados e dos que mais atrasam dívidas é justamente para entendermos quem é preciso priorizar. Porque não adianta fazer um programa que tente trazer todo mundo de uma vez, será preciso dar preferência aos públicos mais vulneráveis, que têm dívidas atrasadas há mais tempo e estão sujeitas aos juros maiores”, diz a economista.

“São as famílias com dívidas atrasadas no cartão de crédito, as mulheres, as pessoas de menor renda, de menor escolaridade”, enumera.

“Para garantir o consumo futuro das famílias, que é um dos motores do crescimento, temos que resolver o problema da inadimplência e do endividamento.”

Mulher com criança no colo

Na segunda-feira (14/2), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o desenho do programa Desenrola já está pronto para ser analisado por Lula. Caso seja aprovado pelo presidente, a expectativa é de que possa ser lançado ainda em fevereiro, depois do Carnaval.

Questionado pela BBC News Brasil sobre a provável data de lançamento e detalhes do novo programa, o Ministério da Fazenda afirmou apenas que “ainda não há uma previsão e nem detalhes, faremos uma ampla divulgação quando a data for definida”.

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, o programa deve focar quem ganha até dois salários mínimos e tem dívidas de até R$ 5 mil, atrasadas há mais de 180 dias em 31 de dezembro de 2022.

O Tesouro Nacional deve aportar R$ 20 bilhões em um fundo garantidor para as renegociações.

A ideia é que o banco escolhido pague a dívida ao credor e então faça um novo empréstimo para o cliente, com desconto. A taxa de juros deverá ser de até 1,99% ao mês (equivalente a 26,7% ao ano).

Caso o cliente não pague, terá o nome sujo de novo e o banco pode apresentar o contrato ao Tesouro, que honra a garantia de 100% do valor.

Ainda segundo o jornal, o programa deverá ter duas fases, a primeira voltada aos credores (bancos, varejistas, empresas de telefonia e de serviços públicos), que deverão manifestar o interesse em participar do programa e informar quanto de desconto estão dispostos a conceder sobre a dívida que têm a receber.

A partir dessa manifestação de interesse, será feita a seleção das empresas participantes do programa através de um modelo de leilão.

Na segunda fase do programa, os devedores poderão acessar um site a ser criado pelo governo para verificar quais dívidas podem ser quitadas sob as regras do Desenrola. O devedor poderá escolher o que pagar e a instituição com quem vai fazer a renegociação.

Adriana, a mãe de três filhos da zona leste de São Paulo com dívidas no cartão de crédito e contas de luz atrasadas, vê o programa com bons olhos e espera poder participar da renegociação.

“Se eu puder participar, vou com certeza. Tudo que eu mais quero é ter meu nome limpo. A coisa mais importante que a gente pode ter é nossa dignidade”, diz a diarista.

Empresas têm até dia 24 para aderirem ao Feirão do Emprego 2023 de Rondônia

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Com intuito de atender com maior celeridade as demandas do mercado de trabalho e ainda promover o fomento da empregabilidade em Rondônia, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico – Sedec anuncia o processo de cadastramento de empresas interessadas a participarem do 1º Feirão do Emprego de 2023, que será realizada de forma online. O prazo de cadastro é até o dia 24 de fevereiro, no site do Geração Emprego. 

O formato online será para melhor atender a todos os municípios de Rondônia com o objetivo de promover o fomento da empregabilidade e integrar empresas e os candidatos, levando oportunidade de melhoria de vida aos candidatos.

Segundo a coordenadora geral de Trabalho, Emprego e Renda, Teresa Cristina, houve uma alta demanda do mercado de trabalho devido à quantidade de vagas abertas. “Além dos Feirões presenciais que iremos promover no decorrer do ano, será realizada esta edição do Feirão online para atender às demandas de mercado em todo o Estado”, informa.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, há sempre uma grande importância na aproximação das políticas públicas exercidas pelo Estado. “A realização do Feirão de forma virtual facilita o acesso do interessado pela vaga, sem necessidade de locomoção, além de ampliar a atuação da equipe para todo o território estadual”, ressalta o governador.

Ao aderir ao Feirão do Emprego, as empresas devem ter ciência de que precisam se comprometer a cumprir o cronograma de análise curricular, entrevistas e feedback de contratações. Pode-se buscar auxílio através do número (69) 98484-6871. As vagas estarão disponíveis para candidatura no período entre 27 de fevereiro a 6 de março de 2023.

CRONOGRAMA

  • Candidatura de empresas interessadas: até 24 de fevereiro
  • Período de abertura para candidatura de trabalhadores: 27 de fevereiro a 6 de março
  • Período de seleção de currículos: 6 a 12 de março
  • Feedback: 13 de março
  • Relatório de contratações: 20 de março

Obras da Estrada dos Periquitos alcançam mais de 70% de execução

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Em ritmo acelerado, as obras da Estrada dos Periquitos, zona Leste de Porto Velho, seguem em execução com mais de 70% de execução. O trabalho é feito por uma empresa terceirizada, fiscalizado pela Secretaria Municipal de Obras (Semob) e também traz recursos de emenda parlamentar da ex-deputada federal Mariana Carvalho, no valor de R$ 4,5 milhões.

Ao todo são cerca de 1,5 quilômetro de drenagem com execução completa. Serão também mais de 4,6 quilômetros de calçada, mesma quilometragem para meio-fio e sarjeta. A pavimentação chegará ao total de 2,4 quilômetros.

Ainda estão previstas no projeto pista de caminhada, ciclovia e academias de ginástica ao ar livre, o que promete movimentar o comércio local e trazer mais comodidade aos moradores das redondezas. De acordo com a Prefeitura, a obra é orçada em aproximadamente R$ 8 milhões e se torna a principal ligação entre a BR-364 e o bairro Ulisses Guimarães.

“A empresa contratada acelerou os trabalhos antes do período chuvoso, quando a pavimentação fica praticamente impossível pelo volume de chuva que é costumeiramente registrado. Com isso, nossos fiscais seguem acompanhando o trabalho, que tem priorizado a construção das calçadas e sarjetas. Logo mais, assim que as condições forem propícias, daremos seguimento ao restante do trabalho”, explica Diego Lage, secretário da Semob.

FRENTES DE TRABALHO

Além das obras em execução por empresas, as equipes da Secretaria de Obras realizam trabalhos de reparo em várias ruas da cidade. O serviço de drenagem está em execução em diversos pontos, entre eles nos bairros São João Bosco e Lagoinha. Já as equipes de tapa-buracos atuam nos bairros Caladinho, Aeroclube, Três Marias, São Cristóvão, Triângulo, Nova Porto Velho, entre outros.

PF mira grupo suspeito de fraudes bancárias de R$ 1,9 milhão contra entidades privadas e órgãos públicos

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), uma operação que mira um grupo suspeito de fraudes bancárias, que somam mais de R$ 1,9 milhão, contra contas de entidades privadas e órgãos do governo. As irregularidades seriam contra o Banco do Brasil.

Os agentes cumprem 13 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, São Paulo, Maranhão, Piauí e Tocantins. Também são cumpridas ordens judiciais de bloqueio de bens e valores de alvos da operação, com o objetivo de recuperar o montante desviado.

g1 entrou em contato com o Banco do Brasil, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. De acordo com as investigações, os suspeitos obtinham os dados bancários das vítimas, inclusive de municípios, e realizavam operações pela internet, efetuando transferências eletrônicas para diversas outras contas.

Veja quantos mandados foram cumpridos em cada unidade da federação:

  • Distrito Federal: 7
  • Maranhão: 3
  • Piauí: 1
  • Tocantins: 1
  • São Paulo: 1

Até o momento, as vítimas identificadas são: dos municípios mineiros de Curral de Dentro, Jenipapo de Minas, Santa Helena de Minas, e dos tocantinense de Talismã e Tupirama.

Segundo a Polícia Federal, foram identificado acessos em contas de clientes que, até o momento, não registraram boletins de ocorrência, o que indica que o dinheiro desviado pelo grupo pode superar o valor apurado pela PF.

Os alvos são investigados por organização criminosa, furto qualificado mediante fraude em ambiente cibernético e lavagem de dinheiro.

Esta é a primeira operação da Divisão de Investigação e Operações Especiais, dentro da Coordenação Geral de Combate a Crimes Cibernéticos da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal.

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