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quinta-feira, julho 16, 2026
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Abertas as inscrições para os cursos ministrados nos Centros Municipais de Arte e Cultura

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Estão abertas as inscrições para o preenchimento de vagas do primeiro semestre do ano letivo dos Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar (CMACE), que ofertam cursos livres de artes nas linguagens da música, dança, artes visuais e teatro. O chamamento público é realizado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) e tem caráter unificado entre os três Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar, que são: Jorge Andrade, Som na Leste e Francisco Lázaro dos Santos/Laio.

Cada unidade possui cursos livres em diferentes linguagens. Podem participar alunos da rede pública municipal de ensino nos períodos matutino e vespertino, e jovens e adultos da comunidade em geral no período noturno. Os interessados deverão fazer a reserva através do preenchimento do formulário de inscrição on-line até o dia 17 próximo, e posteriormente efetivar a matrícula presencialmente na unidade escolhida.

Cada Centro de Arte disponibilizou um link próprio para inscrição on-line nos cursos apresentando os respectivos quantitativos de vagas disponibilizadas. Confira onde fazer as reservas:

CMACE Jorge Andrade – https://sites.google.com/view/cmacejorgeandrade/início
CMACE Som na Leste – https://bit.ly/centrosomnaleste
CMACE Francisco Lázaro dos Santos/Laio – https://cmacelaio.com

As vagas reservadas só estarão garantidas após o responsável apresentar todos os documentos de forma presencial. O candidato só terá direito a inscrever-se em apenas um curso (música, artes visuais, dança ou teatro), conforme disponibilidade de vaga. Fica vedada a inscrição em mais de um Centro de Arte. Ao final da inscrição, o candidato receberá em seu e-mail uma cópia de todas as informações preenchidas no formulário de inscrição que valerá como comprovante de reserva de vaga on-line do curso pretendido.

O período de matrícula será de 23 a 28 de fevereiro. As matrículas serão realizadas presencialmente no Centro de Arte pretendido. Informações sobre os documentos necessários para a matrícula e o quadro de vagas podem ser consultadas no Edital 01/2023/ Chamada Escolar dos Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar – Semed/PMPV/2023.

Por que câncer de pâncreas entrou para a lista dos que mais matam no Brasil

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A cada dois ou três anos, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publica um documento em que faz projeções sobre os números de casos e mortes relacionados aos tumores mais comuns na população brasileira.

“E pela primeira vez na série histórica, o Inca incluiu o câncer de pâncreas como um dos mais frequentes no país”, informa a oncologista clínica Mariana Bruna Siqueira, da Oncologia D’Or, no Rio de Janeiro.

“O aumento da incidência desse tumor acontece nas regiões economicamente mais desenvolvidas, e ele já aparece entre os dez tumores que mais acometem as mulheres das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste”, complementa a especialista, que também integra o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino.

O Inca estima que, em 2023, serão diagnosticados 10.980 casos de câncer de pâncreas no país.

A taxa de letalidade também está em ascensão. Entre 2011 e 2020, as mortes por ano relacionadas a essa enfermidade saltaram de 7,7 mil para 11,8 mil — um incremento de mais de 50%.

Em números absolutos, o Inca calcula que em 2020 essa doença matou 5.882 homens e 6.011 mulheres. Isso faz com que esse tumor seja o sétimo mais mortal para eles e o quinto para elas.

Vale lembrar que o pâncreas é uma glândula responsável por produzir a insulina, um hormônio essencial no aproveitamento da glicose como fonte de energia para as células trabalharem.

E a tendência de subida não é apenas nacional: nos Estados Unidos, cientistas apontam que o câncer de pâncreas se tornará o segundo tipo mais letal, atrás apenas dos tumores de pulmão. Os números de casos também se elevarão em mais de 65% entre os americanos nas próximas duas décadas.

Mas o que justifica essa mudança de cenário? Por trás desse aumento, há pelo menos quatro motivos: o envelhecimento da população, o estilo de vida, os sintomas tardios e a agressividade do quadro.

Longevidade e hábitos inadequados

O médico Duílio Rocha, diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, destaca que o câncer de pâncreas é uma condição que costuma aparecer em indivíduos de idade mais avançada.

“Portanto, o próprio envelhecimento da população contribui para esse aumento”, raciocina.

“A idade média do diagnóstico é 70 anos. E o Brasil só superou uma expectativa de vida acima das setes décadas a partir do ano 2000”, complementa o especialista, que também é chefe da Unidade de Oncologia do Hospital Universitário Walter Cantídio, em Fortaleza.

Ou seja: se as pessoas vivem mais, é natural que um número maior delas desenvolva um tumor na glândula.

O segundo fator tem a ver com o estilo de vida adotado, especialmente nos lugares mais desenvolvidos.

“Boa parte da comunidade científica acredita que o aumento de casos está diretamente relacionado a mudanças de hábitos nas gerações que nasceram a partir de 1970, como o maior consumo de alimentos ultraprocessados e ricos em gorduras saturadas, e o aumento na proporção de pessoas sedentárias e obesas”, lista Rocha.

Todas essas alterações estão relacionadas a um aumento geral de enfermidades crônicas não transmissíveis, como a hipertensão, o diabetes e diversos tipos de câncer, como aqueles que acometem o pâncreas.

Falando em diabetes, os pesquisadores têm muitas dúvidas sobre qual a relação entre os dois quadros. Afinal, pacientes com diabetes possuem um risco mais elevado de câncer de pâncreas? Ou é o tumor na glândula produtora de insulina que provoca um descontrole nos níveis de açúcar no sangue?

“Ainda não está certo se o diabetes é causa ou consequência nesse cenário. Mesmo assim, encaramos essa enfermidade como um fator de risco adicional para o câncer de pâncreas”, responde Siqueira.

Pessoa com olho amarelado

Silenciosa e agressiva

Para completar, uma das grandes barreiras quando o assunto é tumor no pâncreas está no diagnóstico tardio.

“Apenas 15 a 20% dos pacientes são identificados quando a doença está localizada na glândula e não se espalhou para outras partes do corpo”, calcula Siqueira.

Em linhas gerais, detectar o quadro nas primeiras etapas de desenvolvimento é a principal maneira de garantir tratamentos menos invasivos e com maior potencial de cura.

Essa, porém, não é a realidade na maioria das vezes. “Os sintomas do câncer de pâncreas só costumam aparecer numa fase avançada e são muito genéricos, ou seja, se confundem com uma série de outras enfermidades possíveis”, caracteriza Rocha.

Entre as principais manifestações desse tumor, os médicos destacam a perda de peso, a dor no abdômen ou nas costas e mudanças na coloração da pele e dos olhos, que ganham um aspecto amarelado.

Esse último sinal tem a ver com o crescimento do tumor e o aperto de estruturas ao redor, como os ductos que ligam a vesícula biliar ao fígado.

Também não há um exame de rotina que possa flagrar a enfermidade de forma precoce, em moldes parecidos aos da mamografia para câncer de mama e do papanicolau para o de colo de útero.

O último fator por trás da ascensão dos tumores de pâncreas tem a ver com as próprias características dessa condição.

“Ela é uma doença mais agressiva. Mesmo os pacientes que são operados têm uma sobrevida menor em comparação a outros tipos de câncer”, diz Siqueira.

“No câncer de intestino localizado tratável com a cirurgia, por exemplo, há uma chance de cura que supera os 80%. Num tumor de pâncreas que reúne condições parecidas, essa taxa fica em 30%”, completa a oncologista.

Médicos fazendo cirurgia

O contra-ataque da medicina

Mas nem tudo são más notícias quando o assunto é câncer de pâncreas.

“Durante muito tempo, tivemos a ideia que esse era um tumor contra o qual podíamos fazer muito pouco”, lembra Rocha.

“Mas, nos últimos anos, tivemos uma série de avanços que melhoraram esse cenário. Hoje, a chance de cura é seis vezes maior do que há duas décadas, principalmente quando somos capazes de usar as melhores ferramentas para diagnosticar e tratar de forma precoce”, complementa.

Quando o tumor na glândula é detectado nos estágios iniciais, a cirurgia costuma ser a primeira alternativa para lidar com o problema.

Agora, se a doença já evoluiu ou se espalhou para outras partes do organismo, os profissionais de saúde apelam para a quimioterapia ou para a radioterapia.

Em alguns casos, a própria químio consegue diminuir o tumor, o que abre a possibilidade de fazer uma cirurgia para remover as lesões localizadas na glândula.

Opções mais avançadas também começam a entrar em jogo. Uma delas é a imunoterapia, uma classe de medicamentos que estimula o próprio sistema imunológico do paciente a combater as células cancerosas.

“Por ora, esses remédios só estão disponíveis para indivíduos com uma mutação genética específica, o que corresponde a cerca de 1% dos casos”, aponta Siqueira.

Outra novidade recente é o uso das CAR-T Cells, um método já aprovado como tumores de sangue que consiste em extrair células imunológicas do próprio paciente, modificá-las em laboratório e reintroduzi-las no organismo, para que reconheçam e ataquem o tumor.

“Esse, porém, ainda é um tratamento experimental, que precisa ser mais estudado”, pondera a oncologista clínica.

Embora o transplante de pâncreas seja uma opção para os pacientes com diabetes que têm complicações graves, ele não está disponível como tratamento contra o câncer. Isso porque essa cirurgia exige o uso de medicamentos de inibem o sistema imunológico — que, num paciente com esse tumor, fariam as células cancerosas se espalharem mais rapidamente para outras partes do corpo.

Se as perspectivas terapêuticas contra o câncer de pâncreas evoluem, as orientações para prevenir a doença continuam as mesmas.

“A nossa principal recomendação para evitar uma doença dessas é buscar hábitos de vida saudáveis”, sugere Rocha.

“Isso inclui manter um peso adequado, uma alimentação baseada em fontes vegetais e com pouca gordura saturada, praticar atividade física e evitar o tabagismo”, conclui o médico.

Pressão para Biden quebrar o silêncio sobre objetos voadores abatidos cresce

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Três objetos não identificados no espaço aéreo norte-americano foram abatidos pelos militares dos EUA no período de três dias, no último fim de semana, sob ordem do presidente Joe Biden.

Porém, enquanto os americanos se deparavam com uma série extraordinária de manchetes sobre essas missões, o presidente não ofereceu nenhuma explicação – ou garantia – ao público.

A Casa Branca começa a semana enfrentando uma série de perguntas sobre os objetos abatidos por caças americanos nos últimos dias: no domingo (12), sobre o lago Huron; no sábado (11), no norte do Canadá, e na sexta-feira (10), no Alasca.

Deputado Ribeiro do Sinpol recebe visita de aprovados no concurso da Polícia Civil

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O deputado estadual Ribeiro do Sinpol (PATRIOTAS) recebeu na manhã desta quarta-feira (08), em seu gabinete a comissão de aprovados no concurso da Polícia Civil do ano de 2022.

A comissão apresentou um levantamento atual do efetivo da Polícia Civil no Estado de Rondônia, destacando que há uma necessidade com caráter de urgência para a convocação de todos os candidatos excedentes que foram aprovados no concurso da Polícia Civil de 2022.

Entre as pautas apresentadas pela comissão podem se destacar: a necessidade de convocar todos os excedentes aprovados no concurso; a possibilidade de uma academia com no mínimo o dobro das vagas oferecidas no edital.

O parlamentar afirmou que uma sociedade com mais servidores destinados à Segurança Pública gera sensação de paz, emprego e tranquilidade.

“Entendo que a inclusão destes profissionais em nossa Segurança Pública é algo que fomenta toda sociedade. Um exemplo bem claro disto é o comércio, que tem muito mais movimentação de clientes e pode gerar emprego, fomentando a economia em geral. Além disso, essa pauta foi uma das propostas de campanha do governador Coronel Marcos Rocha”, finalizou o parlamentar.

Avião da FAB chega com brasileiros e turcos sobreviventes do terremoto

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O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que o governo federal usou para levar ajuda humanitária à Turquia regressou hoje (12) ao Brasil. A aeronave trouxe  a bordo 17 pessoas que sobreviveram ao terremoto que atingiu parte da Turquia e da Síria na última segunda-feira (6).

Quatro crianças integram o grupo de nove brasileiros e oito estrangeiros que desembarcou nesta madrugada na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. A repatriação dos brasileiros foi coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), que aproveitou o voo de volta do KC-30 da FAB.

Equipe de resgate

Logo após os fortes tremores de terra que chegaram a atingir 7,8 na escala Richter, o governo brasileiro acionou a Aeronáutica para que levasse à Turquia uma equipe de brasileiros especializados em resgate urbano e socorro a vítimas de desastres naturais.

Os 42 profissionais brasileiros, incluindo bombeiros, agentes de saúde e da Defesa Civil, chegaram à capital turca, Ancara, na noite da última quarta-feira (9). Eles devem permanecer por ao menos duas semanas no país prestando apoio humanitário à população que, além das consequências do terremoto, enfrenta um inverno rigoroso, com temperaturas abaixo de zero.

Desespero e correria

Segundo a FAB, o resgate das 17 pessoas trazidas ao Brasil contou com a ajuda de outros cidadãos que permanecem na Turquia, incluindo brasileiros. Ainda de acordo com a Aeronáutica, entre os nove brasileiros, há uma mulher, grávida, identificada como Fernanda Lima.

“Quando eu entendi que aquela situação não era habitual, comecei a gritar para meu marido e meu filho acordarem. Então, arranquei o meu filho do berço, dei na mão do meu marido e falei: corre, que isso é um terremoto. Salva a vida dele! Me deixa, vai na frente com ele! E foi só o tempo da gente sair de casa. Quando saímos de casa, nós a vimos desabar. Perdemos tudo”, relatou Fernanda aos militares da FAB.

O professor Guilherme Brito, de 22 anos de idade, também integra a lista de brasileiros repatriados. Entrevistado por uma equipe da TV Brasil que viajou a Ancara a convite da FAB, Brito contou que tinha acabado de chegar à cidade de Adana para participar de um intercâmbio estudantil quando foi surpreendido pelo terremoto que, segundo fontes dos governos turcos e sírio, já matou ao menos 33 mil pessoas.

“Eu tinha acabado de chegar. Estava bem cansado, mas muito feliz. Jantei, fui dormir e, por volta de 4h da manhã, senti tudo tremer”, contou Brito. Segundo o estudante, pouco depois, houve um segundo tremor, ainda mais forte, que o fez correr para a rua. Brito lembra de, ao chegar na rua, olhar e ver ao menos três prédios próximos caídos e muitos outros com rachaduras graves. Além disso, segundo ele, fazia muito frio, o que pode ter causado a morte de muitas pessoas presas em meio aos escombros. Segundo Brito, os termômetros marcavam em torno de 3 graus Celsius (°C), mas a sensação térmica era de -1°C.

“Começamos a andar pelas ruas com um amigo turco, e ele nos alertou para que não andássemos por ali porque havia risco de demolir, de cair. Acabei decidindo não ficar [na Turquia] justamente por isso. Minha ideia era ajudar, mas percebi que aquela zona ainda era de risco, embora não fosse uma área tão afetada. O medo começou a tomar conta”, disse Brito sobre porque decidiu pedir ajuda das autoridades diplomáticas para deixar o país.

Assista: Moradores enfrentam RUA ALAGADA para buscar “ÁGUA LIMPA de BEBER e COZINHAR”

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“ÁGUA LIMPA de BEBER e COZINHAR”

Caos na Rua Jaraguá com Anápolis no Bairro Jardim Santana em Porto Velho.

VÍDEO COMPLETO:

 

STF derruba lei que proíbe uso de linguagem neutra

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Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu o julgamento virtual e derrubou a lei estadual de Rondônia que proibia o uso de linguagem neutra na grade curricular, no material didático de escolas públicas e privadas e em editais de concursos públicos.

Todos os ministros da Corte acompanharam o relator, ministro Edson Fachin. Em seu voto, ele defendeu a tese de que a norma estadual não pode definir diretrizes educacionais, por se tratar de competência privativa da União. “Fixação de tese: norma estadual que, a pretexto de proteger os estudantes, proíbe modalidade de uso da língua portuguesa viola a competência legislativa da União”.

Em novembro de 2021, Fachin suspendeu a lei e enviou o caso para julgamento dos demais ministros. Na ocasião, o relator argumentou que proibir a utilização confronta a liberdade de expressão garantida pela Constituição, tratando-se de censura prévia, que é proibida no país.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU) também se manifestaram pela inconstitucionalidade da lei estadual.

A ação foi proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino. O julgamento, iniciado no dia 3 de fevereiro, foi realizado em plenário virtual, quando os ministros não fazem explanação, apenas informam o voto, e encerrado às 23h59 de ontem (10).

Ressalvas

Os votos dos ministros Nunes Marques e André Mendonça foram acompanhados de ressalvas.

Nunes Marques reconheceu que a norma estadual é inconstitucional por ter invadido atividade de responsabilidade da União, mas alegou que a língua é um sistema vivo e que as transformações não devem ser ditadas por normas, regras ou acordos.

Já André Mendonça defendeu que o embasamento da decisão da Corte se restrinja a “norma estadual ou municipal que disponha sobre a língua portuguesa viola a competência legislativa da União”.

Linguagem neutra

A linguagem neutra, ou linguagem não binária, propõe o uso de artigos neutros “e”, “x” ou “@”, em substituição aos artigos feminino e masculino “a” e “o”.

Na linguagem, as palavras “todas” ou “todos” são grafadas, por exemplo, como “todes”, para evitar a utilização dos marcadores de gênero.

O pronome “elu” também pode ser usado para se referir a pessoas sem considerar o gênero com o qual se identificam.

Hope, Malina, Joy e Mari: cadelas dos Bombeiros de SP chegam à Turquia para ajudar no resgate às vítimas de terremoto

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As cadelas Hope, Malina, Joy e Mari, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, desembarcam na última sexta-feira (10) em Ancara, capital da Turquia, para ajudar no resgate de vítimas do terremoto de magnitude 7,8 que atingiu o país no início da semana.

O número oficial de mortos passa de 22 mil — a contagem quadruplicou desde segunda (6), e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que pode chegar a 40 mil.

  • Hope, Mari e Malina são pastoras belgas de Mallinois;
  • Joy é uma labradora;
  • Além das cachorras, 22 bombeiros, dois médicos militares e dois integrantes da Defesa Civil participam da missão;
  • O 1° sargento Clóvis de Souza, condutor da Hope, conta que a cadela de 6 anos tem muita experiência em situações de desastre:
“Já participou de várias missões: duas vezes em Brumadinho; na ocorrência do prédio do Paissandu; na ocorrência do Rio de Janeiro, em Petrópolis; Franco da Rocha; Guarujá; inúmeros deslizamentos de terra na Grande São Paulo; e algumas ocorrências no interior também”, contou. 

A agente Daniela informou que, após carregar o avião da Força Aérea da Turquia na capita, o grupo seguiria para a cidade de Adana: “De lá, a gente vai pegar nosso transporte para a cidade onde a gente vai trabalhar”.

O condutor da Malina disse que tudo é novidade para a cachorra, de apenas 1 ano e 8 meses: “O tempo que elas estão permanecendo na caixa de transporte é muito grande. Isso tem sido assustador não só para ela, como para as outras três cadelas nossas”.

O estranho plano dos cientistas para impedir o aquecimento global

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Autoridades alertam que as mudanças climáticas têm elevado as temperaturas do planeta de tal forma que caso não haja um freio,  a existência de vida na Terra pode ser colocada em xeque no futuro. Pensando nisso, uma equipe da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, desenvolveu um plano bem maluco para proteger a Terra do aquecimento global. 

Segundo o artigo recentemente publicado na revista PLOS Climate, umas das soluções para controlar o aquecimento global seria a de atirar poeira lunar no espaço para proteger a Terra da incidência solar.

A ideia é instalar enormes canhões na superfície da Lua para lançar poeira, que entraria em órbita entre o Sol e a Terra, e evitaria que a radiação solar aumentasse fenômenos como o efeito estufa e, consequentemente, o aquecimento global. 

A ideia de lançar partículas na estratosfera terrestre para sombrear o planeta é no mínimo intrigante, e já tem se mostrado bastante controversa entre os cientistas. Eles apontam que o plano pode trazer consequências desconhecidas para Terra além de existirem formas melhores de reduzir o aquecimento global. 

Por meio de simulações, os pesquisadores observaram que grandes quantidades de poeira lunar em órbita ao redor da Terra poderiam reduzir entre 1% e 2% a incidência de luz solar no planeta.

Não podemos, como humanidade, abandonar nosso objetivo principal de reduzir as emissões de gases de efeito estufa aqui em nosso planeta. Esse deve ser o primeiro trabalho. Nossa ideia é uma contribuição para a mitigação das mudanças climáticas.

Outras ideias

Essa não foi a primeira vez que cientistas deram ideias bizarras para colocar coisas entre o céu e a Terra para reduzir o aquecimento global.

  • Em 1989, um grupo de cientistas do Lawrence Livermore National Laboratory sugeriu que fosse colocado um escudo de vidro gigantesco, com mais de 400 quilômetros, a fim de refletir os raios solares.
  • Em 2006, a proposta foi de colocar um grande número de espaçonaves minúsculas, ou até mesmo bolhas espaciais, na frente do sol, para elas atuarem como um guarda-sol. 

Mesmo que continue sendo estranha, a ideia de lançar poeira lunar no espaço para reduzir o aquecimento global é teoricamente mais simples do planos que pretendem posicionar objetos como espelhos ou naves em torno da Terra.

Nós realmente nos concentramos na poeira lunar porque ela é simplesmente antiga e não tem qualquer indicação de que possa sofrer transformações: é um material estável.

Policiais penais concluem capacitação em Intervenção Tática ofertada pela Força-Tarefa Penitenciária

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Nove policiais penais concluíram nesta sexta-feira, o curso de Intervenção Tática ofertado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais – Senappen, por meio da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária. A capacitação foi realizada nas instalações da Penitenciária Federal de Porto Velho e contou com policiais penais estaduais, federais e policiais rodoviários federais.

O curso iniciou no último dia 30 de janeiro, e é uma parceria com o Governo Federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública e Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Justiça – Sejus e Escola Estadual de Serviços Penais – Esep. A grade do curso foi composta por matérias como direitos humanos, procedimentos jurídico-administrativos, técnicas e tecnologias menos letais, técnicas de imobilização policial, armamento e tiro e técnicas e táticas de intervenção prisional.

O governador do Estado, Marcos Rocha destacou a importância de capacitações que aprimorem as ações da Polícia Penal. “A capacitação proporciona um aperfeiçoamento constante e isso reflete diretamente em mais segurança dentro e fora das unidades prisionais”, concluiu.

CAPACITAÇÃO

A FTIP é composta por policiais penais federais, estaduais e do Distrito Federal, e atua em situações extraordinárias de crise no sistema penitenciário. O curso teve como objetivo capacitar os policiais penais da Sejus/RO para desenvolverem com maior segurança e propriedade as ocorrências de operações de natureza especiais, no âmbito do Sistema Penitenciário.

O policial penal federal e coordenador institucional da Força-Tarefa de Integração Penitenciária – FTIP, Claudevan Queiroz da Costa destacou que, a capacitação vai muito além de um conjunto de técnicas e táticas a serem empregadas em eventos críticos na esfera prisional. “O curso objetiva a formação do ‘operador cientista’, ou seja, àquele que sempre balizado na letra da lei, há de escolher as ações mais adequadas e eficientes para fins de solucionar qualquer evento, onde todas as possibilidades de resolução pacífica se mostrem ineficazes”, finalizou.

Padi Brasil prevê cuidado domiciliar para pessoas idosas pelo SUS

Famílias podem pedir avaliação para cuidado de idosos em casa pelo SUS

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Energia em Espigão avança com obras de subestação e linha de alta tensão

Obras de R$ 65 milhões ampliam rede elétrica no sul de Rondônia

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Projeto já alcançou cerca de 65% e terá ligação elétrica com Pimenta Bueno.
Refaz ICMS Rondônia permite regularizar débitos fiscais até 31 de julho

Prazo para negociar dívidas de ICMS termina dia 31 em Rondônia

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Pré-Enem Municipal 2026 recebe inscrições de estudantes em Porto Velho

Curso gratuito para o Enem recebe inscrições em quatro polos de Porto Velho

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Inscrições seguem até 17 de julho em quatro polos, com atendimento no período noturno.
Ordem da votação 2026 em urna eletrônica de Rondônia

Urna terá seis escolhas e dois votos ao Senado em Rondônia

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Eleitorado terá dois votos para senador e deve conferir a sequência apresentada pela urna.