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quinta-feira, julho 16, 2026
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Nova gestão da Saúde de Vilhena reestrutura Instituto do Rim visando mais atendimentos de cirurgias urológicas

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semus), juntamente com a nova equipe da Santa Casa de Chavantes, realizaram a compra de novos equipamentos para a realização de ureterolitotripsia, que são as cirurgias para tratamento de cálculos renais e ureterais. Investimento em materiais supera R$ 1,5 milhão, e equipamentos foram entregues ao longo desta semana, estando aptos para o uso.

Segundo o diretor da Santa Casa de Chavantes, Anis Ghattás Mitri Filho, os novos aparelhos possibilitam a realização de cirurgias invasivas para a retirada dos cálculos renais. “Devido a irresponsabilidade de gestões anteriores da unidade hospitalar de Vilhena, estávamos há um bom tempo sem realizar estas cirurgias, pois haviam sido suspensas pela falta desses aparelhos, inclusive, em alguns casos, os pacientes chegaram a perder o rim, uma lástima”, destaca Anis.

Durante esta semana, a equipe realizou toda a reforma estrutural do prédio do Instituto do Rim, e recebeu mais equipamentos, que incluem trinta e seis novas máquinas de hemodiálise, duas máquinas de osmose e outras trinta e cinco poltronas, além dos equipamentos cirúrgicos para a realização de ureterolitotripsia.

Richael Costa, secretário municipal de Saúde, aponta que a Saúde de Vilhena já retomou os procedimentos cirúrgicos. “Este é um dos problemas que estamos resolvendo, com este maquinário, retomamos os procedimentos cirúrgicos, e estimamos realizar de 30 a 40 cirurgias renais ao mês, que em um futuro próximo, colaborará para zerar toda a demanda reprimida”, aponta o secretário.

Flori Cordeiro, prefeito de Vilhena, enfatiza que a equipe de urologia de Vilhena é referência no Estado. “Todos os servidores que atuam em cirurgias urológicas, são profissionais excelentes, exemplos para todo o Estado de Rondônia, mas que infelizmente não conseguiam empenhar o trabalho de forma eficaz, por simplesmente não ter os equipamentos necessários para trabalhar. Estamos nos esforçando para que todos estes problemas sejam resolvidos o quanto antes. Prefeitura e Santa Casa estão com um só objetivo, dar a saúde que nossa população merece”, finaliza o prefeito.

Mais informações sobre a Saúde em Vilhena, podem ser obtidas através do telefone e WhatsApp da secretaria, pelo número (69) 3322-2945.

Turquia registra segundo forte terremoto; número de mortos passa de 1,8 mil

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Um segundo terremoto de magnitude 7,6 atingiu a região de Kahramanmaras, no sudeste da Turquia, nesta segunda-feira (6), informou a Autoridade de Gerenciamento de Emergências e Desastres do país (AFAD).

Ele ocorreu a uma profundidade de 7 km, disse a AFAD, acrescentando que o epicentro do terremoto foi a região de Elbistan, na província de Kahramanmaras.

O tremor secundário está localizado a aproximadamente 95 quilômetros ao norte do terremoto original que ocorreu pouco mais de nove horas antes no sul da Turquia, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Este é o maior dos mais de 30 tremores secundários ocorridos até agora. Esta é uma estimativa preliminar da magnitude do terremoto e está sujeita a alterações.

O terremoto de magnitude 7,5 é considerado um tremor secundário do terremoto anterior de magnitude 7,8. Todos os tremores secundários são terremotos individuais, mas desde que não sejam mais fortes que o terremoto principal original, eles são considerados tremores secundários.

Essa réplica foi extremamente rasa, com apenas 10 km de profundidade, o que piora o impacto sentido. O terremoto principal foi de 17,9 km de profundidade.

Antes dos 7,8 desta manhã, o terremoto de magnitude 7,5 teria sido o mais poderoso a atingir a Turquia desde o terremoto de Izmit em 1999, que matou pelo menos 17.000 pessoas.

“Depois de muitos tremores secundários, outro grande terremoto na mesma região. As primeiras estimativas colocam magnitude em 7,7, ou seja, na mesma ordem do primeiro terremoto”, escreveu nas redes sociais José R. Ribeiro, pesquisador de história sismológica da Seismological Society of America.

“Não é incomum, às vezes temos duplas ou trios de terremotos com apenas algumas horas de intervalo”, acrescentou.

O primeiro tremor

Um terremoto fatal de magnitude 7,8 abalou o sul da Turquia na madrugada desta segunda-feira (6), derrubando prédios e fazendo moradores correrem para as ruas enquanto tremores secundários eram sentidos em toda a região. O tremor também afetou a Síria.

As equipes de resgate estão correndo para retirar os sobreviventes de debaixo dos escombros.

Um dos terremotos mais fortes a atingir a região em um século tirou os moradores de suas camas por volta das 4h da manhã desta segunda-feira, enviando tremores até o Líbano e Israel.

O epicentro do terremoto de magnitude 7,8 foi 23 quilômetros a leste de Nurdagi, na província turca de Gaziantep, a uma profundidade de 24,1 quilômetros, disse o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Nurdagi está localizada ao longo da fronteira Turquia-Síria e o terremoto foi sentido em vários países da região, incluindo Síria e Líbano.

As mortes foram relatadas nas regiões de Aleppo, Hama e Latakia, disse a SANA.

O grupo “Capacetes Brancos”, oficialmente conhecido como Defesa Civil da Síria, também disse que dezenas de vítimas e centenas ficaram presas sob os escombros na região de Idlib, controlada pela oposição.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram dezenas de prédios desabados, enquanto moradores assustados se amontoam nas ruas em meio ao caos. Equipes de resgate podem ser vistas conduzindo operações de busca e resgate.

O governador de Gaziantep, Davut Gul, disse no Twitter que “o terremoto foi sentido fortemente em nossa cidade” e aconselhou o público a esperar do lado de fora de suas casas e manter a calma.

“Por favor, vamos esperar lá fora sem pânico. Não vamos usar nossos carros. Não vamos lotar as estradas principais. Não vamos manter os telefones ocupados”, disse.

Fortes tremores secundários foram sentidos no sul e no centro da Turquia.

Cerca de 11 minutos após o terremoto principal, o tremor secundário mais forte de magnitude 6,7 atingiu cerca de 32 quilômetros  a noroeste do epicentro do terremoto principal.

Outro tremor secundário intenso com magnitude de 5,6 ocorreu 19 minutos após o terremoto principal.

O jornalista Eyad Kourdi, que mora na cidade de Gaziantep, disse à CNN que houve até oito tremores secundários “muito fortes” em menos de um minuto após o terremoto de magnitude 7,8, fazendo com que os pertences de sua casa caíssem no chão.

Muitos de seus vizinhos deixaram suas casas após o terremoto, acrescentou.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, enviou seus “melhores desejos” aos afetados pelo terremoto. Erdogan disse que o terremoto foi sentido em muitas partes do país e que a Autoridade de Gerenciamento de Emergências e Desastres (AFAD) da Turquia está em alerta para ajudar as vítimas.

“Transmito meus melhores votos a todos os nossos cidadãos afetados pelo terremoto que ocorreu em Kahramanmaraş e foi sentido em muitas partes do nosso país. Todas as nossas unidades relevantes estão em alerta sob a coordenação do AFAD”, escreveu Erdogan no Twitter.

É provável que fortes tremores secundários continuem nas horas e até nos próximos dias após um terremoto tão forte como este, de acordo com os meteorologistas da CNN.

Ji-Paraná: Cras Morar Melhor inicia atividades de 2023 do SCFV com cinema

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Retornando às atividades de 2023 do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Morar Melhor realizou uma sessão de cinema com o grupo Crescendo Junto, formado por crianças de 3 a 6 anos, em Ji-Paraná. A ação é promovida pela Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Família (Semasf).

Segundo a assistente social da unidade, Ruthe da Silva Viana Oakes, as crianças participaram da sessão de cinema, e as mães, durante o filme, de uma roda de conversa com o psicólogo do Cras Morar Melhor, Rafael Lúcio da Silva. Ela frisou que as atividades do SCFV garantem direitos pelo acolhimento, e orienta os assistidos para os serviços disponíveis.

Durante a roda de conversa, o psicólogo Rafael Lúcio da Silva tratou das ações do Fevereiro Rosa, mês de conscientização e prevenção da gravidez na adolescência. Com o tema “Adolescência primeiro, gravidez depois! #TudoTemSeuTempo”, a campanha ressalta os riscos e consequências de uma gestação neste período da vida.

O SCFV é oferecido para crianças (3 a 6 anos/7 a 11 anos), adolescentes (12 a 17 anos), adultos (18 a 59 anos) e idosos (acima de 60 anos), com o objetivo de criar e fortalecer o vínculo familiar por meio de atividades socioeducativas. Os grupos também participam das ações desenvolvidas pelas campanhas do Calendário Colorido da Semasf.

O Cras Morar Melhor atende aos bairros Bela Vista, Condomínio Ji-Paraná, Casa Preta, Dom Bosco, Distrito Industrial, Jardim Aurélio Bernardi, Novo Horizonte, Parque São Pedro, Park Amazonas, residenciais Açaí, Araçá, Colina Park e Jatobá, São Bernardo, Vila Operária e toda a área rural do 1° distrito, exceto Gleba G e Distrito de Nova Londrina e Residencial Morar Melhor.

Prazo de chamamento público para ocupação de boxes no Centro Gastronômico encerra no dia 10 de fevereiro

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Encerra-se no dia 10 de fevereiro o prazo do Edital de Chamamento Público Nº 002/2022/DFEP/DPUSEMUSB para ocupação dos boxes da Praça de Alimentação Centro Gastronômico, na capital, ao lado do Ginásio Cláudio Coutinho.

O edital foi lançado pela Secretaria Municipal de Saneamento e Serviços Básicos (Semusb) no dia 23 de janeiro último, e os interessados devem fazer o credenciamento pelo e-mail: editalgastrosemusb2022@gmail.com

De acordo com item 6.3 do edital, “é de suma importância que todos os documentos enviados por e-mail estejam em arquivo PDF e com boa visualização”.

O prazo de utilização do imóvel será de quatro anos, contados desde a data da assinatura do Termo de Permissão de Uso e Ocupação. Este poderá ser renovado, “desde que haja a anuência do órgão competente, por intermédio de avaliação técnica e manifestado interesse até 30 (trinta) dias antes do fim do prazo estipulado”.

Estão disponíveis 12 espaços para restaurantes ou lanchonetes, sendo permitido apenas o comércio de alimentos no local. De acordo com o edital de chamamento público pode se inscrever qualquer pessoa maior de 18 anos, desde que cumpra as exigências da publicação oficial.

Dúvidas podem ser sanadas na Divisão de Fiscalização de Espaços Públicos (DFEP) da Secretaria Municipal de Saneamento e Serviços Básicos (Semusb), localizada na rua Aparício de Moraes, 3616, bairro Industrial, ou pelo telefone 3901-3134.

Ji-Paraná: Prefeitura alerta que abandono e maus-tratos de animais são crimes

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Há cerca de 25 anos, o abandono ou maus-tratos aos animais é considerado crime no Brasil. A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal (Sempba) e a Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ), reforça que o município não recebe e nem realiza o recolhimento de cães e gatos, popularmente chamado de carrocinha. Para o controle populacional, a administração promove o programa de castração gratuita.

“Estão ocorrendo diversos abandonos pela cidade. Queremos reforçar que a prática do abandono, assim como os maus-tratos, é considerada criminosa. Seja responsável com seu cão ou gato, não o abandone”, reforçou Vanda Aparecida Basso, secretária da Sempba.

O artigo 31 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, estipulava como crime a prática do ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Em 2020, a Lei nº 14.064 aumentou a pena para quem maltratar cães e gatos para 2 a 5 anos de reclusão, multa e proibição da guarda. A norma ainda estipula que, caso a agressão resulte em morte do animal, a punição pode ser aumentada em até um terço.

Vanda Basso ainda lembrou que a Prefeitura de Ji-Paraná não realiza o recolhimento de cães e gatos de rua, popularmente chamado de carrocinha, procedimento que era anteriormente realizado. A Lei Federal nº 13.426, de 2017 determina que, para reduzir o número de cães e gatos, é preciso castrar os animais.

“Para isso, a prefeitura disponibiliza até 300 castrações gratuitas, realizadas em clínicas conveniadas parceiras. O programa é voltado para animais de famílias com renda mensal de até três salários mínimos”, lembrou a secretária da Sembpa.

Os interessados devem comparecer à UVZ para realizar o cadastro. Eles devem portar documento de identificação com foto (RG ou CNH), CPF e comprovante de residência atualizado, além de documento que comprove que a família se enquadra no limite de renda (até três salários mínimos). Não é necessário levar o animal para fazer a inscrição.

Implantação da Linha de Transmissão que interliga Rondônia e Acre é debatida em reunião com a Sedam

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A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental – Sedam, se reuniu nesta semana com a empresa contemplada no leilão para a implantação da rede que irá interligar a energia gerada pela Usina Hidrelétrica Santo Antônio ao Estado do Acre. Na reunião foram discutidos assuntos relacionados à implementação da linha de transmissão, informações e alinhamento de como será realizado todo o processo de licenciamento, além da documentação necessária para obtenção das licenças ambientais.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a construção da linha de transmissão vai beneficiar a população que vive em áreas mais distantes. “A construção da linha de transmissão irá favorecer a ampliação da rede elétrica para a população de Rondônia e Acre, levando energia e melhor qualidade de vida à população e aos trabalhadores rurais”, destacou.

Segundo o secretário da Sedam, Marco Lagos, a preocupação com o meio ambiente é um dos principais cuidados acerca da construção da linha de transmissão. ” Nosso cuidado com o meio ambiente é um dos principais deveres em relação a construção da rede. Portanto, tudo está sendo muito bem estudado para que nenhuma área seja afetada”, completou.

O Coordenador de Licenciamento e Monitoramento Ambiental, Rodrigo Queiroz Papafanurakis, ressalta a importância do estudo sobre os locais em que a linha de transmissão será implantada,  pelo fato de alguns setores se tratarem de áreas de proteção ambiental. Conhecer detalhes sobre estes locais facilitará a construção da rede, mitigando os impactos causados pelo empreendimento. Assim sendo, as áreas indígenas, as unidades de conservação da natureza municipal, estadual e federal, e as comunidades remanescentes de quilombos, não serão afetadas. 

A construção da linha de transmissão em Porto Velho, facilitará a distribuição de energia em Rondônia, sendo possível interligar a energia produzida pela Hidrelétrica  Santo Antônio ao distrito de Abunã. Ao todo, a linha de transmissão de 230 kv terá 188 quilômetros (km), ligando a cidade de Porto Velho a Abunã.

Participaram da reunião o Secretário titular da Sedam, Marco Lagos, o Coordenador de Licenciamento e Monitoramento Ambiental, Rodrigo Queiroz Papafanurakis e os representantes da empresa do setor elétrico, Luiz Carlos Piassi e Eduardo Santarelli. 

Ariquemes: Distrito Bom Futuro recebe mutirão de limpeza urbana

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A Prefeitura de Ariquemes, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA), realizou um mutirão de limpeza urbana, no Distrito Bom Futuro.  

O serviço incluiu, retirada de entulho, varredura de terra acumulada nas ruas, e o recolhimento de lixo descartado irregularmente. Os servidores contaram com o auxilio de maquinários para facilitar e agilizar os trabalhos.  

Decom/PMA

Castelo Rá-Tim-Bum reúne elenco original em Especial de 30 anos; veja nova abertura

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Boa notícia para a geração dos anos 1990: a TV Cultura irá promover um Especial de 30 anos com o elenco original de Castelo Rá-Tim-Bum, um dos programas infantis de maior sucesso da época. A produção, que irá relembrar os principais momentos do seriado, já conta com uma nova abertura nostálgica divulgada na sexta-feira (3) pelo protagonista Cassio Scapin (Nino). 

No novo teaser, a trilha sonora original foi mantida, no entanto, o Castelo agora se “ergue” a partir de uma recriação em computação gráfica 3D. O vídeo termina com Scapin “tirando a poeira” de um livro com o símbolo da TV Cultura, um convite e uma mensagem sobre o retorno pontual do programa. 

https://www.youtube.com/watch?v=Z8X3ChkAHRc

Além de Scapin, outros personagens também divulgaram, há alguns dias, fotos de reencontros entre eles — o que já vinha despertando especulações entre os fãs. Fredy Állan, o Zequinha, foi um dos primeiros a publicar dicas do retorno.

Entre os personagens que já deram sinais de participação no especial, estão Cassio Scapin (Nino), Fred Állas (Zequinha), Luciano Amaral (Pedro), Cinthya Rachel (Biba), Pascoal da Conceição (Doutor Abobrinha), Angela Dip, (repórter Penélope), Patrícia Gaspar (Caipora), Fabiana Prado (fada Lana), e Álvaro Petersen Jr., (Gato Pintado). 

Vale lembrar que, infelizmente, vários personagens marcantes, como Sérgio Mamberti (o Dr. Victor), não estarão presentes na reunião por já terem falecido. Além dele, Cláudio Chakmati (era a voz do Porteiro e do Mau), Wagner Bello (Etevaldo) e Gérson de Abreu (Flap), também fazem parte dessa lista. 

“Castelo Rá-Tim-Bum: Reencontro” está programado para ir ao ar na TV Cultura no dia 25 de fevereiro deste ano, contudo, ainda não foi divulgado um horário exato para a exibição. 

O Castelo Rá-Tim-Bum 

Castelo Rá-Tim-Bum ficou no ar de maio de 1994 a dezembro de 1997, totalizando 90 episódios com aspectos culturais e educativos, além de um ar lúdico, divertido e interativo. O programa é considerado um dos melhores produtos audiovisuais da história da televisão brasileira, vencendo o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte em 1994 e levando a medalha de prata de Melhor Programa Infantil no Festival de Nova York de 1995. 

Cannabis medicinal: conheça histórias de quem luta para ter o remédio

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“Faz nove anos que eu nunca mais precisei levar minha filha para o pronto socorro por causa de convulsão”. O relato é de Cidinha Carvalho, mãe de Clárian Carvalho, hoje com 19 anos, e que trata a Síndrome de Dravet com uso do óleo de cannabis, remédio extraído da cannabis sativa, planta popularmente conhecida como maconha. Na última terça-feira (31), foi sancionada a Lei 17.618/2023, que institui a política de fornecimento gratuito desses medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo.

A partir de agora, o governo paulista terá de regulamentar e estabelecer regras para distribuição dos medicamentos. Em 30 dias, a partir da publicação no Diário Oficial, deverá ser composta uma comissão, formada por técnicos, associações de pesquisa e representantes de pacientes e familiares, que ficará responsável por formular as diretrizes. A lei deve entrar em vigor em 90 dias. 

Antes, os remédios só eram fornecidos pelo governo paulista por meio de decisão judicial. Em nota, o governo diz que a medida “minimiza os impactos financeiros da judicialização e, sobretudo, garante a segurança dos pacientes, considerando protocolos terapêuticos eficazes e aprovados pelas autoridades de Saúde”.

Para a psiquiatra Clarisse Moreno Farsetti, especializada em terapia canabinóide, a lei é um avanço, sobretudo para quem não tem condições de comprar a medicação. “A gente começa a ter um meio para que pessoas, que não tem condições financeiras de arcar com o tratamento, muitas vezes nem a papelada mesmo, a compra dos primeiros produtos. Provavelmente, depois da regulamentação, isso vai ser possível”. 

Clárian e a Síndrome de Dravet

A notícia é também um alento para os pacientes que dependem dos medicamentos à base de cannabis e que, atualmente, só conseguem obtê-los por meio de medidas judiciais, associações da sociedade civil e outros mecanismos privados. Moradores na Vila Formosa, zona lesta de São Paulo, Cidinha Carvalho e o marido, Fábio Carvalho, descobriram que Clárian era portadora da Síndrome de Dravet quando a filha era bebê e apresentou um quadro de convulsão. Doença genética rara, a síndrome, também conhecida como Epilepsia Mioclônica Grave da Infância (EMGI), é progressiva, incapacitante e não tem cura. Caracteriza-se por crises epilépticas que podem durar horas e atraso do desenvolvimento psicomotor e cognitivo. 

Antes de iniciar o tratamento com óleo de cannabis, Cidinha conta que a filha era apática, não interagia e convulsionava por mais de uma hora, com crises generalizadas. Não conseguia elaborar frases completas e sem coordenação motora: não corria, não pulava, não transpirava e sequer subia escadas sozinha. Durante o sono, tinha episódios de apneia, distúrbio que afeta a respiração, fazendo com que parasse de respirar uma ou mais vezes ao longo da noite. 

Cidinha, Rafael e Clárian enfrentaram longa jornada para ter acesso a medicamentos à base de cannabis

De acordo com a mãe, com o óleo, a saúde de Clárian apresentou melhora significativa. As crises diminuíram em 80% e ficaram mais curtas, com duração de menos de um minuto. Após quatro meses de uso, ela começou a transpirar. E em oito meses, pulou em uma cama elástica pela primeira vez. O equilíbrio, o tônus muscular e o sistema cognitivo estão melhores, e a apneia durante o sono desapareceu. Clárian, inclusive, conseguiu iniciar o processo de alfabetização.

Habeas corpus

Até descobrirem os benefícios do óleo de cannabis para o tratamento da filha, Cidinha e Rafael passaram por uma longa jornada de aprendizado e de luta contra o preconceito. Foram muitos passos: primeiro, tinham que importar o remédio a um alto custo  (cerca de 500 dólares, na época); em seguida, conseguiram uma doação mensal da medicação por meio de uma “rede secreta” no Brasil; assumiram o risco de cultivar a planta sem autorização; aprenderam a extrair o óleo com uma organização chilena; e, por fim, conseguiram a autorização da Justiça para cultivar em casa a cannabis com fins medicinais.

Em 2016, o casal entrou com pedido na Justiça para ter o direito de cultivar e extrair o óleo em casa para fins medicinais. Nessa época, contaram com o apoio da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas (Rede Reforma).

Dois anos antes, pacientes e suas famílias já tinham iniciado a luta para conseguir esse direito, já que o Estado brasileiro não fornecia o medicamento e havia a ameaça de serem presos por cultivar a planta em casa, apesar de destinada para fins medicinais. No mesmo ano em que Cidinha e Fábio ingressaram com o pedido, um fato marcou essa jornada: um dos fundadores da Rede Reforma, do Rio de Janeiro, foi preso por ter cultivo de maconha para fins terapêuticos em sua residência. A partir desse caso, a rede passou a usar o habeas corpus preventivo, o mecanismo jurídico utilizado para proteger aqueles que já tiveram a liberdade coagida ou aqueles que estão sob a iminência de serem presos, para que as famílias tivessem o direito de cultivo. 

“É assim que surge a tese, da junção da criatividade dos nossos fundadores com a sensibilidade contra as injustiças causadas pela Lei de Drogas, que começou a afetar a saúde de tantos brasileiros, prejudicando o acesso a essa saúde, à dignidade humana”, explica a advogada da Rede Reforma, Gabriella Arima. A tese foi replicada para milhares de outros casos. Hoje, estima-se que existam cerca de 2 mil salvos-condutos no Brasil, grande parte concedido pelo Tribunal Federal de São Paulo (TRF3).

Com o habeas corpus em mãos, Cidinha e Rafael passaram a cultivar a planta e a extrair o óleo em casa. E junto nasceu a Cultive – Associação de Cannabis e Saúde, com a missão de representar os anseios de quem necessita da cannabis como tratamento e defender a reforma das leis e políticas sobre drogas, de acordo com o site da associação liderada pelo casal.

Sobre a sanção da lei paulista, Cidinha diz que o mais importante é que seja cumprida. “Tão importante quanto a regulamentação é o estado cumprir. Nós temos três estados que já sancionaram, mas não estão cumprindo. Então, espero que São Paulo faça a diferença, mas para isso precisa ter uma regulamentação”.

Próximos passos

Segundo a advogada Gabriella Arima, Goiás, Rio de Janeiro e Paraná já dispõem de leis semelhantes à sancionada em São Paulo, porém ainda há entraves ao acesso aos remédios.  “Ainda há uma dificuldade dos pacientes obterem esses medicamentos via SUS, o que torna essas leis inócuas”, aponta.

Sobre como a Lei paulista pode contribuir para o avanço do debate sobre a política de drogas no país, a especialista lembra que a legislação trata do acesso, o que beneficia a população de baixa renda, mas não traz mecanismos que estimulem a produção nacional desses medicamentos, reforçando a dependência pelos produtos importados, mais caros. “De um lado, acho que a gente caminha para uma desmistificação do tema, está caminhando para uma política pública que, teoricamente, abrangeria os mais pobres, pensando que hoje o tratamento com cannabis é caríssimo. Mas a gente não tem uma produção interna dos óleos. Então, dependemos de um mercado externo”, explica.

A psiquiatra Clarisse Farsetti espera que, na rede pública, os medicamentos à base de cannabis cheguem também para pacientes que sofrem de epilepsias, doenças neurológicas e para os que estão em cuidados paliativos. “Em outros estados, isso está acontecendo e a tendência é que, com o tempo, se fixe cada vez mais na nossa sociedade, e outras pessoas também tenham acesso ao tratamento”. 

Já Cidinha deseja que o processo de regulamentação seja feito em conjunto com a sociedade civil, principalmente com os familiares, pacientes, médicos e advogados pioneiros nessa luta. “É preciso capacitar os médicos do SUS, não somente na prescrição, mas no atendimento, no acompanhamento de pacientes que fazem uso de canabinóides. É preciso fazer uma reeducação na parte policial, apenas para entender a necessidade do paciente, que precisa do uso da cannabis”, afirma.

Educação Ambiental aos Povos Indígenas: Sedam faz visita a Aldeia Karitiana em Jaci-Paraná

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A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental – Sedam, juntamente com a Coordenadoria de Educação Ambiental – Ceam, e a Coordenadoria de Povos Indígenas – Copin, participaram de uma assembleia realizada na Aldeia Karitiana, em Porto velho. O objetivo da assembleia foi tratar das ações sobre educação ambiental, demonstrando a importância da Sedam nesta proximidade.

A Copin, conjuntamente com a Ceam, trabalham juntas na busca de levar educação ambiental às aldeias indígenas do estado. A visita serviu para que fosse repassada a importância da participação coletiva dos indígenas, incentivando o cuidado e preservação das florestas, fauna e flora. O trabalho é desenvolvido não só para levar educação ambiental a eles, mas também serve de incentivo às práticas realizadas na aldeia, promovendo a divulgação da cultura e empreendedorismo, apoiando a produção e comercialização do artesanato produzido na aldeia, respeitando e valorizando a preservação do local em que vivem, sobretudo ao meio ambiente. 

O Governador de Rondônia, Marcos Rocha, destaca a importância da Sedam na proximidade aos povos indígenas no repasse dos cuidados em relação ao meio ambiente. “Para o povo tradicional que vive e tem contato constante com o meio ambiente, a educação ambiental não pode ficar ausente. É um trabalho que só tem a acrescentar na vida dos indígenas”, completou.

Em conversa com os indígenas, a coordenadora da Ceam, Deigna Oliviak, destacou o trabalho da coordenadoria em realizar a ação de conscientização e prevenção do meio ambiente nas comunidades indígenas, e de como o desenvolvimento ambiental é importante para eles, podendo ajudar em seus trabalhos artesanais que são confeccionados dentro de sua aldeia. Os Karitianas são, ainda hoje, agricultores, caçadores e pescadores, sendo a agricultura a principal forma de produção. Alimentos como macaxeira, milho, arroz, feijão e café são cultivados em terras aos arredores de sua aldeia.

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