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quarta-feira, julho 15, 2026
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Ji-Paraná: Matrículas do ensino fundamental seguem até o fim de janeiro

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As matrículas para alunos da educação fundamental estão abertas, até o fim de janeiro, nas escolas da Rede Municipal de Ensino (RME) da Prefeitura de Ji-Paraná. Segundo a Secretaria Municipal de Educação (Semed), ao todo, 22 unidades atendem à modalidade de ensino e mais de 2 mil novas vagas estão disponíveis.

A Semed reforça o chamamento aos pais ou responsáveis para concluir as matrículas. Cada estabelecimento de ensino tem uma data específica para o procedimento. Os interessados devem procurar a instituição para não perder o prazo. O início das aulas está previsto para 13 de fevereiro.

As matrículas do ensino infantil ocorreram no mês de dezembro, quando foram disponibilizadas 2.036 novas vagas, sendo para o Maternal I (100), Maternal II (358), Pré I (1078) e Pré II (500).  O ensino fundamental segue com 2.133 novas vagas, divididas entre o 1º e 9º ano.

São 798 novas vagas para o 1º ano, 236 (2º ano), 238 (3º ano), 260 (4º ano), 226 (5º ano), 108 (6º ano), 98 (7º ano), 89 (8º ano) e outras 80 (9º ano). O processo de matrícula para novos estudantes do ensino fundamental foi iniciado em janeiro e encerra no fim do mês.

“Durante os últimos dois anos de pandemia, a Secretaria Municipal de Educação trabalhou para combater a evasão escolar. Desde então, vem somando esforços para alfabetizar e consolidar cada aluno”, ressaltou a superintendente de Gestão Escolar da Semed, Rosineide Marcolino.

Na matrícula, é necessário apresentar cópias da certidão de nascimento, RG, CPF, comprovante de residência (último mês), Cartão de Vacina e Cartão SUS, CPF e RG dos pais ou responsáveis, Cartão Bolsa Família (caso receba o auxílio) e laudo médico (alergia ou intolerância alimentar), além de fotos 3×4 do aluno.

 

Câmara aprova intervenção federal na segurança pública do DF

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A Câmara dos Deputados confirmou em Plenário a intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal decretada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, como resposta aos atos de vandalismo ocorridos neste domingo em Brasília.

A votação foi simbólica. O texto segue agora para o Senado Federal na forma do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 1/23, que deverá ser votado pelos senadores nesta terça-feira (10).

Relator da proposta, o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) afirmou que se trata de medida “amarga”, mas “necessária e proporcional” em face dos fatos tão graves ocorridos. O objetivo é recuperar o controle da ordem pública no Distrito Federal.

O parlamentar ressaltou que as forças de segurança pública do Distrito Federal se mostraram incapazes de impedir, de coibir e de reprimir os ataques conduzidos por pessoas com intenção de depor o governo democraticamente eleito. “Com efeito, o governo do Distrito Federal e sua Secretaria de Segurança Pública foram, para dizer o mínimo, inábeis, negligentes e omissos ao cuidar de um tema tão sensível, porquanto se tratava de tragédia anunciada”, disse.

Discussão e votação de propostas. Dep. Rubens Pereira Júnior PT - MA

O relator considerou os atos como criminosos e incompatíveis com os fundamentos democráticos da Constituição. “Incitam a ruptura com a ordem constituída; conclamam a dissolução das instituições democráticas e dos Poderes instituídos; e exortam o estabelecimento de um novo governo, alicerçado em bases autoritárias e antidemocráticas”, condenou.

Para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o ataque de vandalismo às instituições, sobretudo à Câmara, é inaceitável:

Intervenção
A intervenção é limitada à área de segurança pública do Distrito Federal no período entre 8 e 31 de janeiro de 2023, com o objetivo de encerrar o “grave comprometimento da ordem pública no Distrito Federal marcado por atos de violência e invasão de prédios públicos”. O governo federal será responsável por todas as atividades com relação direta ou indireta com a segurança pública.

O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Capelli, foi nomeado interventor e terá o controle operacional de todos os órgãos distritais de segurança pública no período. Capelli ficará subordinado ao presidente da República e poderá requisitar recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Distrito Federal e de órgãos, civis e militares, da administração pública federal para atingir os objetivos da intervenção.

Até o momento, mais de 1 mil manifestantes foram detidos para esclarecimentos e mais de 300 foram presos em flagrante. Após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, foi desmontado o acampamento de bolsonaristas existente no quartel-general do Exército, em Brasília, desde a vitória eleitoral do presidente Lula. Também foi afastado, por 90 dias, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.

Rio de Janeiro
Esta é a segunda vez que um presidente da República decreta intervenção na segurança pública de um ente federativo no período democrático. Em fevereiro de 2018, o então presidente Michel Temer decretou intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro por um ano.

O ato foi ratificado pela Câmara e pelo Senado no mesmo mês.

Debate em Plenário
A líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (SP), acusou diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro de responsabilidade sobre os atos golpistas. “Nos últimos quatro anos, o ex-presidente da República aparelhou todas as instituições para que esse momento acontecesse, insuflou seus seguidores para que isso acontecesse, em especial desde que perdeu as eleições para o presidente Lula”, disse.

Para o líder do PSB, deputado Bira do Pindaré (MA), as cenas presenciadas ontem provocaram “tristeza” e “indignação”. “Bolsonaristas promoveram atos deploráveis na capital do nosso País, rasgaram a Constituição, afrontaram os símbolos maiores da nossa República, tudo isso porque não aceitam o resultado da eleição.”, disse.

Ex-presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Marco Maia (PT-RS) afirmou que o ataque de bolsonaristas contra as instituições democráticas foi um ataque “vil” e celebrou os “discursos duros” dos parlamentares em Plenário.

Já a deputada Bia Kicis (PL-DF) afirmou ser contrária à intervenção federal na segurança pública do DF. Ela disse que os vândalos não podem ser chamados de “terroristas” e considerou que houve falhas, mas não omissão das forças de segurança do Distrito Federal.

“Os atos de vandalismo devem ser repudiados, investigados e punidos na pessoa de seus autores e na forma da lei. A narrativa dominante, contudo, tem sido a de se responsabilizar e punir também não só os autores, mas o ex-presidente Bolsonaro e seus apoiadores, bem como todas as pessoas que estavam se manifestando na tarde de domingo”, declarou.

O deputado Marcelo Ramos (PSD-AM), no entanto, afirmou que só a “ignorância” ou a “má-fé” podem justificar a crítica à intervenção na segurança do DF diante dos fatos ocorridos. “A clara desordem pública; a incapacidade do aparato de segurança do Distrito Federal para o enfrentamento dessa desordem; e a anuência, a cumplicidade do aparato de segurança pública do Distrito Federal para com os atos que vilipendiaram os três Poderes da República”, disse.

Marcelo Ramos classificou os envolvidos como “terroristas”, “criminosos”, e “golpistas”. “Patriota não é só vestir uma camisa da Seleção Brasileira, não é só cantar o Hino Nacional, não é só se abraçar na bandeira do Brasil. Patriota é amar o povo brasileiro, é respeitar as decisões da maioria do povo brasileiro e respeitar as instituições que representam o povo brasileiro”, ressaltou.

Famílias de áreas rurais, indígenas, quilombolas e ribeirinhas são atendidas com ações voltadas à saúde e assistência social

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As famílias que moram em áreas rurais, indígenas, quilombolas e ribeirinhas são assistidas pelo Governo de Rondônia em diversas frentes de políticas públicas, executadas para levar desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida, a exemplo dos programas de cidadania, assistência social e atendimento médico. A iniciativa reforça a missão de levar as ações governamentais, por meio de programas, projetos e serviços, garantindo dessa forma, assistência à população do Estado.

‘‘O Governo de Rondônia tem o compromisso de impulsionar o desenvolvimento nos 52 municípios, em seus distritos e comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, atendendo a população. As medidas objetivam levar para a sociedade, dignidade e respeito com ações governamentais que atendam às necessidades e garantam melhor qualidade de vida aos cidadãos’’, afirmou o governador de Rondônia, Marcos Rocha.

SAÚDE

A unidade de saúde fluvial Walter Bártolo, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde –  Sesau, mas conhecido como o Barco Hospital do Governo de Rondônia, realiza anualmente missões fluviais em áreas ribeirinhas, atendendo ribeirinhos, indígenas e quilombolas. Em 2022, foram realizados 12,9 mil atendimentos e procedimentos em saúde.

Ainda no eixo da saúde, o Governo de Rondônia entregou uma ambulancha à Prefeitura de Porto Velho, em junho de 2022. Um investimento de mais de R$ 400 mil. Ela foi transformada em Unidade Fluvial de Saúde – UFS, para atendimento das comunidades ribeirinhas na região do Distrito de Calama, no Baixo Madeira. Nela, a equipe de saúde básica, composta por agentes comunitários, técnicos, enfermeiros, médicos, dão todo o suporte para realizar consultas médicas, procedimentos ambulatoriais, primeiros socorros e transportes de pacientes às unidades de maior porte.

ASSISTÊNCIA SOCIAL

Outra frente de serviço fortalecida entre as famílias de áreas rurais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos pelo Governo de Rondônia são as políticas de assistência social. As famílias estão sendo atendidas pelos programas da Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social – Seas, a exemplo do ‘‘Mamãe Cheguei’’ e o ‘‘Crescendo Bem’’. No Estado, o programa “Mamãe Cheguei” já atendeu 8.545 grávidas com o kit enxoval para os bebês; o “Crescendo Bem”, assiste atualmente 1.807 famílias com a transferência de R$ 100 mensais destinados a crianças de 0 a 3 anos ou de 0 a 6 anos com deficiência.

A Seas também realizou, em dezembro de 2019, a entrega de sete pick-ups, no valor total de R$ 905.800,00, para reforçar as ações de assistência social, nas comunidades remanescentes quilombolas de Santa Cruz, no município de Pimenteiras do Oeste; Jesus, no município de São Miguel do Guaporé; Pedras Negras e Santo Antônio do Guaporé, ambas em São Francisco do Guaporé; Forte Príncipe da Beira e Santa Sé, em Costa Marques. Além disso, a equipe da Seas foi até essas comunidades para ajudá-la a otimizar o  uso das sete camionetes doadas.

Em 2023, o Governo de Rondônia seguirá monitorando e atendendo às necessidades das famílias que moram em áreas rurais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos, assim como de toda a população, para transformar Rondônia no melhor Estado para se viver do Brasil.

Provas do Enem são reaplicadas hoje e amanhã a 3,2 mil estudantes

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Abertura dos portões, segunda etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) reaplica hoje (10) e amanhã as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022. A medida vale para 3,2 mil participantes que tiveram os pedidos de reaplicação aceitos pelo órgão.

Os pedidos de reaplicação envolvem candidatos que tiveram problemas para realizar o exame regular, como doenças contagiosas. As provas foram aplicadas em novembro do ano passado, em mais de 1,7 mil municípios, para cerca de 2,5 milhões de estudantes.

As informações sobre os locais de prova estão disponíveis na Página do Participante, mediante login no sistema do Enem. 

O Enem seleciona estudantes para vagas do ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Em reunião com Lula, governadores condenam atos antidemocráticos

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O presidente Lula em reunião com os governadores para debater a redução de ações extremistas pelo país

Um dia após os atos golpistas que resultaram na depredação do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF), governadores e governadoras se reuniram em Brasília, na noite desta segunda-feira (9), com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para reafirmar a defesa da democracia e condenar tentativa de ruptura institucional no país. Participaram da reunião todos os governadores ou vices dos 26 estados e do Distrito Federal. 

Também estiveram no encontro os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal em exercício, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), além da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, e de outros ministros da Suprema Corte.

“É importante ressaltar que este fórum [de governadores] se reúne respeitando as diversas matizes políticas que compõem a pluralidade ideológica e partidária do nosso país, mas todos têm uma causa inegociável, que nos une: a democracia”, destacou o governador do Pará, Hélder Barbalho, que articulou o encontro, e fez uma fala representando os governadores da Região Norte.

Durante a reunião, os líderes estaduais foram unânimes em enfatizar a defesa do estado democrático de direito no país. “Essa reunião de hoje significa que a democracia brasileira vai se tornar, depois dos episódios de ontem, ainda mais forte”, disse o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas, em nome da Região Sudeste.

A governadora Fátima Bezerra, do Rio Grande do Norte, falou da indignação com as cenas de destruição dos maiores símbolos da democracia republicana do país e pediu punição aos golpistas. “Foi muito doloroso ver as cenas de ontem, a violência atingindo o coração da República. Diante de um episódio tão grave, não poderia ser outra a atitude dos governadores do Brasil, de estarem aqui hoje. Esses atos de ontem não podem ficar impunes”, afirmou, em nome da Região Nordeste.

Pela Região Sul, coube ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, destacar algumas das ações conjuntas deflagradas pelos estados, como a disponibilização de efetivos policiais para manter a ordem no Distrito Federal e desmobilização de acampamentos golpistas nos estados. “Além de estar disponibilizando efetivo policial, estamos atuando de forma sinérgica em sintonia para a manutenção da ordem nos nossos estados”.

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, disse que o governo da capital “coaduna com a democracia” e lembrou da prisão, até o momento, de mais de 1,5 mil pessoas por envolvimento nos atos de vandalismo. Celina Leão substitui o governador Ibaneis Rocha, afastado na madrugada desta segunda, por decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes. Ela aproveitou para dizer que o governador afastado “é um democrata”, mas que, “por infelicidade, recebeu várias informações equivocadas durante a crise”.

Desde ontem, o DF está sob intervenção federal na segurança pública. O decreto assinado pelo presidente Lula ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional, o que ocorrerá de forma simbólica, assegurou o presidente da Câmara dos Deputados. “Nós votaremos simbolicamente, por unanimidade, para demonstrar que a Casa do povo está unida em defesa de medidas duras para esse pequeno grupo radical, que hostilizou as instituições e tentou deixar a democracia de cócoras ontem”.

Financiadores

Em discurso aos governadores, o presidente Lula agradeceu pela solidariedade prestada e fez duras críticas aos grupos envolvidos nos atos de vandalismo.   

“Vocês vieram prestar solidariedade ao país e à democracia. O que nós vimos ontem foi uma coisa que já estava prevista. Isso tinha sido anunciado há algum tempo atrás. As pessoas não tinham pautam de reivindicação. Eles estavam reivindicando golpe, era a única coisa que se ouvia falar”, disse.

O presidente também voltou a criticar a ação das forças policiais e disse que é preciso apurar e encontrar os financiadores dos atos democráticos. “A polícia de Brasília negligenciou. A inteligência de Brasília negligenciou. É fácil a gente ver os policiais conversando com os invasores. Não vamos ser autoritários com ninguém, mas não seremos mornos com ninguém. Nós vamos encontrar quem financiou [os atos golpistas]”.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou que que as investigações em curso devem resultar em novos pedidos de prisão preventiva e temporária, principalmente contra os financiadores.

Unidade

Presente na reunião, a ministra Rosa Weber, presidente do STF, também fez questão de enaltecer a presença dos governadores em um gesto de compromisso democrático com o Brasil. “Eu estou aqui, em nome do STF, agradecendo a iniciativa do fórum dos governadores de testemunharem a unidade nacional, de um Brasil que todos nós queremos, no sentido da defesa da nossa democracia e do Estado Democrático de Direito. O sentido dessa união em torno de um Brasil que queremos, um Brasil de paz, solidário e fraterno”.

Em outro gesto de unidade, após o encontro, presidente, governadores e ministros do STF atravessaram a Praça dos Três Poderes a pé, até a sede do STF, edifício que ontem também foi brutalmente destruído. A ministra Rosa Weber garantiu que o prédio estará pronto para reabertura do ano judiciário, em fevereiro.

Aftermath of Brazil's anti-democratic riots

Governadores e vices presentes:

Mailza Assis – vice-governadora do Acre

Paulo Dantas – governador de Alagoas

Clécio Luis – governador do Amapá

Wilson Lima – governador do Amazonas

Jerônimo Rodrigues – governador da Bahia

Renato Casagrande – governador do Espírito Santo

Daniel Vilela – vice-governador de Goiás

Carlos Brandão – governador do Maranhão

Otaviano Pivetta – vice-governador do Mato Grosso

Eduardo Riedel – governador do Mato Grosso do Sul

Romeu Zema – governador de Minas Gerais

Hélder Barbalho – governador do Pará

João Azevêdo – governador da Paraíba

Ratinho Jr. – governador do Paraná

Raquel Lyra – governadora de Pernambuco

Rafael Fonteles – governador do Piauí

Cláudio Castro – governador do Rio de Janeiro

Fátima Bezerra – governadora do Rio Grande do Norte

Eduardo Leite – governador do Rio Grande do Sul

Augusto Leonel de Souza Marques – representante do governo de Rondônia

Antônio Denarium – governador de Roraima

Jorginho Mello – governador de Santa Catarina

Tarcísio de Freitas – governador de São Paulo

Fábio Mitidieri – governador de Sergipe

Elmano de Freitas – governador do Ceará

Wanderlei Barboda – governador de Tocantins

Celina Leão – governadora em exercício do Distrito Federal

Hoje é último dia para justificar ausência no segundo turno

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TSE - Tribunal Superior Eleitoral Urna eletrônica

O eleitor que não compareceu às urnas no dia 30 de outubro, data do segundo turno das eleições gerais, tem até o fim do dia de hoje (9) para justificar a ausência e assim não ficar em situação irregular junto à Justiça Eleitoral.

Quem não vota e não justifica fica sem poder emitir o certificado de quitação eleitoral e pode ficar impedido de emitir documentos de identidade ou passaporte, entre outras limitações. Isso ocorre porque o voto é obrigatório no Brasil, para quem tem entre 18 e 70 anos de idade.

Para ficar quite com a Justiça Eleitoral é preciso ter votado em todas as eleições passadas ou justificado as ausências. O eleitor também não pode ter deixado de atender aos chamados para trabalhar como mesário. Caso esteja irregular, é necessário regularizar a situação por meio do pagamento de multas, por exemplo.

Cada turno de votação é contabilizado como uma eleição independente pela Justiça Eleitoral. No caso do primeiro turno das eleições do ano passado, quem não votou teve até 1º de dezembro para justificar a ausência.

Existem três formas de justificar a ausência às urnas: pelo aplicativo e-Título; pelo Sistema Justifica, nos portais da Justiça Eleitoral; ou preenchendo o formulário de justificativa eleitoral.

Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual a pessoa não tenha comparecido por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, a obrigação é de justificar a ausência em cada um.

Além de preencher dados e dar o motivo para ter faltado à votação, é aconselhável anexar documentos que comprovem a justificativa, que em todo caso deve ser analisada por um juiz eleitoral, que pode aceitá-la ou não.

Porto Velho aguarda chegada de vacina para retomar imunização infantil

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Devido a baixa no estoque da vacina contra a covid-19 para crianças de 6 meses a menores de 12 anos, parte das unidades de saúde de Porto Velho interromperam o atendimento do serviço para o público infantil.

De acordo com Marina Martelett, enfermeira da Divisão de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, desde a semana passada, quando o estoque apresentou baixa, novas doses foram solicitadas à Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), mas o estado ainda não recebeu o repasse do Ministério da Saúde.

A falta do imunizante para o público infantil é um problema que atinge diversas capitais do país, já que outros estados também sinalizaram a falta de vacinas. “Algumas unidades ainda têm estoque para as crianças, mas, se não recebermos novas doses, em breve faltará em todas as unidades da capital”, explica Marina.

A distribuição da vacina contra a covid-19 para os municípios brasileiros é de responsabilidade do Governo Federal, através do Ministério da Saúde. Em Rondônia, a Agevisa recebe o imunizante e distribui ao restante do estado.

Em Porto Velho, a vacinação para os demais públicos continua disponível em todas as unidades de saúde, confira a programação completa neste link.

Sobe para 1.500 o número de presos após atos terroristas em Brasília

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O número de manifestantes bolsonaristas presos após participarem dos atos terroristas em Brasília neste domingo (8) subiu para 1.500.

Destes, 1.200 estavam no acampamento montado em frente ao QG do Exército e foram detidos na manhã desta segunda-feira (9), durante a operação que desmobilizou o acampamento. Os outros 300 começaram ser presos em flagrante desde ontem e já estavam na sede da Polícia Civil do Distrito Federal.

Os milhares de presos por invasão e depredação de prédios públicos estão sendo transferidos para o Complexo Penitenciário da Papuda e para a Colmeia, penitenciária feminina do Distrito Federal.

Desde o final da tarde de domingo a segurança pública no DF é comandada por autoridades federais. O interventor Ricardo Capelli, número 2 do Ministério da Justiça, atua pessoalmente na orientação aos comandantes das forças de segurança. A decisão foi anunciada em decreto presidencial após relatos de leniência das autoridades do Distrito Federal enquanto os prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto eram ocupados e destruídos.

Boletim com casos de coronavírus passa a ser divulgado semanalmente

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Criado durante a pandemia da covid-19 para atualizar a população e os veículos de comunicação sobre os casos da doença, o boletim do coronavírus passará a ser divulgado semanalmente. A medida, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), leva em consideração o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) anunciada pelo Ministério da Saúde em abril de 2022.

De acordo com Daniele Silva de Souza, assessora técnica do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), a contagem de casos no boletim começa a ser feita no domingo e termina no sábado. Este ano, a primeira semana epidemiológica iniciou no dia 01 e terminou no dia 07 de janeiro. Nesse período, foram confirmados 669 casos de covid-19 em Porto Velho.

A assessora explica que a mudança na divulgação do boletim não foi feita antes devido aos picos de covid-19 enfrentados pelo município, e, caso o número de notificações aumentem, os relatórios voltam a englobar dados diários.

Covid-19 em Porto Velho

Desde o início da pandemia, cerca de 125 mil casos foram confirmados em Porto Velho, com 2.684 mortes nos três anos da doença.

A vacinação continua disponível em todas as unidades de saúde do município, confira a programação completa aqui..

Parque da Cidade ficará fechado por 30 dias para desmontagem dos enfeites de Natal

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Após mais de um mês em atividade, a Prefeitura de Porto Velho iniciou nesta segunda-feira (9) a retirada da iluminação e decoração natalina no Parque da Cidade. O serviço está sendo realizado por empresa terceirizada sob coordenação da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur) e vai manter o parque fechado até o dia 09 de fevereiro. O fechamento é necessário por questões de segurança dos usuários do local, sendo permitido somente o pessoal da empresa e da Emdur circular no espaço.

Após essa data, o parque voltará a ser aberto ao público, das 17h às 22h.

O “Natal Porto Luz 2022” reabriu o Parque da Cidade no dia 03 de dezembro e contou com diversas atrações musicais e culturais, além de uma ampla decoração com enfeites natalinos interativos e iluminação em led.

O Parque da Cidade passou por uma ampla reforma e revitalização, tendo sua pista de caminhada inteiramente asfaltada, ganhando iluminação 100% em led, parquinho para crianças, pessoas com acessibilidade, pets, entre outras novidades programadas.

No local também será construído um memorial em homenagem aos profissionais da saúde que foram vítimas de covid-19 durante a pandemia.

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