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terça-feira, julho 14, 2026
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Estudo sugere que novo coronavírus não consegue contaminar óvulos

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Nove meses já se passaram desde que autoridades chinesas emitiram um alerta sobre casos de pneumonia de origem desconhecida, em dezembro do ano passado. Desde então, muito já se descobriu sobre a ação do novo coronavírus no organismo, mas ainda restam dúvidas. Uma delas é sobre como alguns bebês já nascem com o Sars-Cov-2. Para contribuir com a discussão, um novo estudo sugere, de forma positiva, que o vírus não consegue penetrar nos óvulos, o que eliminaria a chance de transmissão por essa via e, ao mesmo tempo, tornaria a fertilização in vitro (FIV) um procedimento seguro mesmo em casos de mulheres com covid-19.

No dia da coleta dos gametas, a equipe médica decidiu fazer exames nas doadoras, que estavam sem sintomas, e, após dois dias, os resultados deram positivo para o novo coronavírus. Curiosos para saber se o agente infeccioso teria entrado nas células reprodutoras, os médicos do Grupo Eugin conduziram análises posteriores com os óvulos, que já estavam congelados, e certificaram que não havia RNA do vírus dentro deles.

Para afetar tecidos, o Sars-CoV-2 tem de ter a capacidade de infectar células e se replicar, o que depende da presença de receptores como a enzima conversora da angiotensina-2 (ECA2) e basigina, por exemplo. Eles estão expressos na maior parte do trato reprodutivo feminino, como ovário e endométrio, e em outras partes do corpo. Outros vírus como o coronavírus humano 229E, Mers e Sars-Cov usam essas mesmas proteínas para entrar nas células.

“Estudaram se o vírus produziu o gene N, que é uma proteína do núcleo do vírus que ele produz, e o gene não existia. Se não tem o gene dentro dos óvulos, aparentemente o vírus não foi por ali. E também não viram aqueles receptores e essas proteínas, que facilitam a entrada do vírus, ocupados por pedaços dele. Tudo aquilo que se refere à passagem do vírus para dentro das células não estava ocupada por fragmentos do vírus”, explica Eduardo Motta, diretor do Grupo Huntington, que integra o Grupo Eugin.

O médico afirma que a transmissão vertical (da mãe para o bebê) de outros vírus, como zika, HIV e da hepatite, já está bem estabelecida. Ela pode ocorrer durante a gestação, o parto ou pela amamentação. Mas ainda não há relatos de um vírus entrando em um gameta nem se sabe se, por meio de uma fertilização in vitro, o material genético contaminado de uma mãe poderia causar algum dano.

“Com relação à covid-19, não existe confirmação de transmissão do vírus através dos gametas, nem pelas técnicas de reprodução assistida nem pela gestação espontânea”, resume Paulo Gallo, especialista em reprodução humana assistida e diretor-médico do Vida – Centro de Fertilidade. Motta completa que não é possível ativar um vírus dentro de um óvulo ou embrião. “Esse estudo mostra que, talvez, a FIV possa ser um método seguro para pessoas com algum tipo de infecção viral.” No entanto, ele pondera que essa confirmação ainda vai demandar muitos estudos.

O médico da Huntington explica também que mulheres que passam por estimulação ovariana têm os óvulos e, consequentemente, os receptores que atuam em favor do novo coronavírus ativados. Ainda assim, o trabalho indica que não há penetração do vírus na célula. Ao comparar o caso com os homens, Motta diz que a infecção por Sars-CoV-2 parece ser mais exuberante nos testículos, onde há relatos de atividade viral. Ele levanta uma hipótese: “os óvulos são células que foram formadas na vida intrauterina, portanto são células ainda em inatividade, ao contrário do espermatozoide, que o homem produz sempre novos”.

Transmissão dentro do útero

Publicações científicas têm mostrado que a maioria dos bebês que nascem de mulheres com covid-19 não está infectada, mas um número pequeno de recém-nascidos testaram positivo. Os casos levaram cientistas a investigarem se existe a possibilidade de contaminação durante a gestação e, se sim, por quais mecanismos isso ocorre. A transmissão por meio da placenta é uma das principais apostas.

“Avaliar placentas de recém-nascidos com covid-19 é fundamental para determinar o papel potencial e a importância da transmissão transplacentária do coronavírus”, disse David Schwartz, médico especialista em patologia placentária, em comunicado divulgado pelo Colégio Americano de Patologistas. Ele tem se dedicado a estudar o tema e afirma que os resultados de estudos recentes sugerem que, em casos raros, a transmissão transplacentária do coronavírus está ocorrendo.

O médico Paulo Gallo explica que, “quando a transmissão ocorre pela placenta, é porque ela é permeável a alguns agentes infecciosos, como sífilis, HIV, zika. Esses agentes infecciosos, já temos a certeza absoluta que passam pela placenta”, diz. Essa passagem do vírus da mulher para o feto pode ocorrer precoce ou tardiamente, a depender do grau de infecção. “Para a covid-19, ainda não temos evidência alguma da transmissão vertical”, reforça o médico.

Cuidados devem continuar

Os autores do estudo do Grupo Eugin ressaltam que, apesar de não terem encontrado gene do coronavírus em óvulos, “não podemos excluir a possibilidade de múltiplas vias através das quais o Sars-CoV-2 pode infectar oócitos humanos”. Porém, consideram a importância do achado, que sugere que a transmissão vertical pode não ocorrer por meio dos óvulos e que o manuseio desse material no laboratório pode não constituir um perigo aos profissionais de saúde.

Motta também destaca que os resultados não devem ser considerados um alívio, pois mais estudos são necessários. “Mulheres que engravidam ao longo da pandemia têm de entender que devem continuar com a proteção. Embora a transmissão vertical seja rara, se ela tiver a doença séria ao longo da gravidez, pode proporcionar riscos ao bebê e trabalho de parto prematuro.”

Frota leva à Polícia Federal dados que ligam Eduardo Bolsonaro a esquema de fake news

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O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) mostrou dados da CPMI das Fake News para a Polícia Federal. Os dados mostrados por Frota ligariam Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) pessoalmente ao esquema de ataques virtuais contra opositores da família.

Frota prestou depoimento à PF na semana passada, no dia 29 de setembro. Para o testemunho, o deputado levou vários números de IPs de computadores de Brasília e do Rio de Janeiro, que teriam sido identificados como participantes de ações de propagação de fake news na internet.

Segundo Alexandre Frota, os números de IPs estão ligados diretamente a um e-mail oficial de Eduardo. O filho do presidente Jair Bolsonaro foi procurado pelo Painel, da Folha de S. Paulo, mas não respondeu aos questionamentos até a publicação da matéria.

Alguns dos IPs levados até a Polícia Federal foram identificados em computadores localizados em um imóvel no Rio de Janeiro, na avenida Pasteur, no apartamento declarado por Eduardo Bolsonaro à Justiça Eleitoral. Outro IP, agora em Brasília, foi ligado à uma casa no Jardim Botânico, local onde o deputado reside.

De acordo com Alexandre Frota, o e-mail utilizado nos IPs é o bolsonaro.enb@gmail.com, o mesmo declarado por Eduardo no registro de sua candidatura em 2018.

A Polícia Federal colheu o depoimento de Frota no inquérito que apura atos antidemocráticos. A investigação está sob os cuidados de Alexandre de Moraes.

Assaltantes confundem quiosques e roubam bijuterias em vez de joias

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Os assaltantes que invadiram um supermercado para atacar uma joalheria na noite de segunda-feira (5) erraram o alvo do assalto e saíram do local levando apenas bijuterias. Segundo a Polícia Militar, os criminosos confundiram as lojas e roubaram produtos que são vendidos por preços populares. Um suspeito foi morto durante a fuga, e um foi preso. Dois homens que teriam participado do crime estão sendo procurados.

Segundo a tenente-coronel Joseline, comandante do 5º Batalhão de Polícia Militar, os quiosques de joias e de bijuterias ficam lado a lado, dentro de um supermercado na Zona Leste de Teresina. Quando os criminosos invadiram o supermercado, assaltaram o quiosque errado.

Quiosque de bijuterias atacado por assaltantes na noite de segunda-feira (5) em Teresina — Foto: Polícia Militar

Quiosque de bijuterias atacado por assaltantes na noite de segunda-feira (5) em Teresina — Foto: Polícia Militar

“É um quiosque que vende bijuterias de plástico, de latão… É um local que costuma fazer promoções de ‘qualquer peça por R$ 10’, são peças baratas”, comentou a tenente-coronel Joseline.

Além disso, segundo a tenente-coronel, não havia mais joias nas vitrines da joalheria que era o verdadeiro alvo dos criminosos. “A partir de determinado horário da noite, eles costumam recolher as joias e deixar só bijuterias ou semijoias expostas no quiosque”, disse.

Fuga e perseguição policial

O assalto foi registrado pelas câmeras de segurança do supermercado. O vídeo mostra os três homens armados, um deles com uma arma calibre 12. Nas imagens é possível ver ainda clientes assustados e correndo. Um segurança do supermercado foi rendido, ele teve seu colete e arma roubados. As bijuterias foram colocadas em sacolas e levadas pelos criminosos.

Após a fuga, uma equipe do Batalhão de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRONE), que fazia patrulhas na Zona Sudeste da capital, identificou um veículo semelhante ao usado no roubo e iniciou uma perseguição. Os criminosos logo abandonaram o veículo e tentaram fugir a pé. As bijuterias foram encontradas dentro do veículo e recuperadas.

Vídeo de câmera de segurança mostra criminosos entrarem no supermercado e render segurança — Foto: Reprodução

Vídeo de câmera de segurança mostra criminosos entrarem no supermercado e render segurança — Foto: Reprodução

Quadrilha criou ‘empresa’ dentro de Viracopos para operar tráfico internacional, diz delegado da PF

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A quadrilha presa nesta terça-feira (6) durante a operação da Polícia Federal (PF) batizada de Overload criou uma “empresa paralela” para operar o tráfico internacional dentro do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

Ao todo, 35 mandados de prisão e 44 de busca e apreensão foram cumpridos. Dois homens morreram durante a abordagem. O terminal é o maior do país no volume de entrada e saída de cargas por via aérea.

De acordo com o delegado chefe da PF em Campinas, Edson Geraldo de Souza, o grupo não era responsável só pelo envio de drogas para o exterior, mas também prestava serviços para qualquer pessoa que quisesse enviar entorpecentes ou algo ilícito para outro país.

“Eles montaram uma empresa paralela de logística para oferecer serviços de envio de droga para fora do país a quem tivesse interesse. Eles estavam abertos para fazer negócios com qualquer um”, disse o delegado.

Como o grupo agia

De acordo com a investigação, a organização criminosa era composta por brasileiros que ficavam responsáveis pelo fornecimento de cocaína que seria exportada para a Europa. Além disso, o grupo aliciava funcionários terceirizados do aeroporto para que interferissem a favor da quadrilha nas atividades de logística do terminal.

A investigação também informou que a quadrilha utilizava pelos menos três meios para colocar a droga dentro dos aviões: em caminhões que levavam cobertores das aeronaves, em alimentos ou em tratores que circulavam dentro do pátio do terminal.

“A colocação da droga era sempre por meio de carga ou bagagem. Cada pessoa que atuava no carregamento recebia R$ 50 mil. Ou seja, cada movimentação ilícita de envio de droga custava em torno de R$ 300 mil”, disse outro delegado da PF, Marcelo Ivo de Carvalho.

Os mandados foram cumpridos em quatro estados: São Paulo, Mato Grosso, Amazonas e Rio Grande do Norte. Entre as pessoas presas, estão um policial militar e um policial civil.

Dois suspeitos foram mortos

Duas pessoas morreram em confronto com a PF na manhã desta terça-feira (6) durante a operação.

Segundo a investigação, um dos homens que morreram já era indiciado por roubo e homicídio, enquanto o outro não tinha nenhuma passagem. A PF informou que abriu inquérito para apurar as circunstâncias das mortes, ambas em Campinas, mas não deu detalhes sobre como elas aconteceram.

Os óbitos ocorreram nos bairros Campo Belo e Cidade Singer, periferia da cidade. A polícia não informou se houve recolhimento das armas dos suspeitos.

Polícia Federal fez apreensões em aviões no Aeroporto de Viracopos — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Polícia Federal fez apreensões em aviões no Aeroporto de Viracopos — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Período do defeso está em vigor em todo o Estado; pesca é proibida até março de 2021

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Em razão do período de reprodução natural dos peixes, o Governo de Rondônia, com representação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), por intermédio da Portaria nº 146 de 29 de maio de 2020, proíbe a pesca, transporte, beneficiamento e comercialização do Tambaqui, desde o dia 1° de outubro até 31 de março, em todas as bacias hidrográficas no Estado, como os rios Madeira, Mamoré, Jamari, Abunã, Machado, Roosevelt e na calha principal do rio Guaporé.

Já a partir do dia 1º de novembro até 30 de abril, ficará proibida a pesca do Pirarucu. De 15 de novembro a 15 de março será proibida a atividade com as espécies: Pescada, Surubim, Caparari, Pirapitinga, Jatuarana, Dourada, Filhote e Pirarara, bem como todas as espécies de peixe, nos berçários e afluentes da bacia hidrográfica do rio Guaporé. São excluídas das proibições previstas, os produtos oriundos de piscicultura registrados e acompanhados de comprovante de origem e a pesca de caráter científico autorizada pelo órgão.

Durante o período de proibição, para os pescadores profissionais artesanais, amadores e aqueles que se valem da modalidade pesque e solte, serão autorizados a captura e transporte de pescado de até cinco quilos de peixe ou um exemplar, por semana, desde que licenciados ou dispensados de licença. Já para subsistência das populações ribeirinhas, poderá ser pescado até cinco quilos de peixe ou um exemplar, por dia.

O pescador amador que utilize linha de mão e não seja filiado a clubes ou associações de pesca não comercial é dispensado da licença. É importante mencionar que a concessão compreende apenas as espécies de peixe não proibidas durante o período de defeso. Inclusive, nas áreas de segurança à montante e à jusante das usinas hidrelétricas de Samuel, Santo Antônio e Jirau deverão ser respeitadas.

Na captura permitida, os pescadores deverão utilizar uma linha de mão, vara – com ou sem molinete ou carretilha- ou caniço simples equipados com anzol simples, sendo apenas um destes petrechos por profissional, como ainda deverão respeitar os tamanhos mínimos estabelecidos. De acordo com a portaria, o pescado deverá estar inteiro para fins de mensuração.

“O transporte, a comercialização, o beneficiamento, a industrialização e o armazenamento de pescado proveniente de piscicultura ou pesque-pague ou pesqueiros só serão permitidos se originários de empreendimentos registrados no órgão competente e se estiverem acompanhados da respectiva nota fiscal”, esclarece a portaria.

De acordo com João Batista, gerente de pesca, aquicultura e manejo de fauna da Sedam, os pescadores que violarem a proibição sujeitarão às penalidades e às sanções como multa e ato administrativo. “O período de defeso é uma interdição temporária da pesca, sendo um período muito importante para conservação das espécies e da biodiversidade”, pontua João, deixando claro, que a cooperação da população será de grande relevância no compromisso com meio ambiente.

PERÍODO DE DEFESO

De 1º de outubro a 31 de março

  • Tambaqui (Colossoma macropomum) *em todas as bacias hidrográficas do Estado

De 1º de novembro a 30 de abril

  • Pirarucu (Arapaima gigas) *em todas as bacias hidrográficas do Estado

De 15 de novembro a 15 de março

  • Pescada (Plagioscion squamosissimus)
  • Surubim (Pseudoplatystoma fasciatum)
  • Caparari (Pseudoplatystoma tigrinum)
  • Pirapitinga (Piaractus brachypomus)
  • Jatuarana (Bryconspp)
  • Dourada (Brachyplatystoma rousseauxii)
  • Filhote (Brachyplatystoma filamentosum)
  • Pirarara (Phractocephalus hemioliopterus)

*em todas as bacias hidrográficas do Estado

  • Todas as espécies de peixe *nos berçários e afluentes da bacia hidrográfica do rio Guaporé.

 

O peso da tradição no nascimento de um bebê da Coroa inglesa

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William e Kate da Inglaterra podem passar uma imagem de pais modernos, mas o protocolo em torno do nascimento de seu terceiro filho, que veio ao mundo nesta segunda-feira (23), obedece a tradições ancestrais.

– Houve uma época em que o ministro de Interior tinha que assistir ao nascimento do bebê real para garantir sua legitimidade. Essa tradição foi abandonada em 1936, após o nascimento da princesa Alexandra, prima da rainha Elizabeth II.

Já William acompanhou o parto, como fez com seus dois primeiros filhos, e como fizeram antes o príncipe Charles (sei pai), ou Albert, marido da rainha Victoria.

– A rainha, o primeiro círculo da família real e os pais de Kate foram imediatamente informados.

– Em seguida, os súditos de Sua Majestade ficaram sabendo da notícia por meio de uma mensagem publicada no Twitter, de um comunicado à imprensa, e com a proclamação assinada pelos médicos reais e exposta em Buckingham.

– Para celebrar a boa notícia, são disparadas salvas de canhão em Londres. A Union Jack deve ser içada em todos os edifícios oficiais.

– O secretário privado da rainha informa aos governadores gerais da Commonwealth.

– O nome do menino pode levar dias para ser revelado: os britânicos tiveram que esperar uma semana antes de saber o nome de William e um mês para o de Charles.

O de George, primeiro filho de William e Kate, nascido em julho de 2013, tornou-se público dois dias após o nascimento.

– Contudo, já se sabe que ele responderá ao tratamento de “Alteza real príncipe de Cambridge”.

– O bebê será batizado pela Igreja anglicana. George foi batizado pelo arcebispo de Canterbury, na capela real do palácio de St James, com águas do rio Jordão – onde Jesus foi batizado por João Batista, segundo o Evangelho -, vertida sobre a mesma pia de prata esculpida com ninfeias, utilizada há várias gerações pela família real.

– Os bebês reais costumam ter cerca de seis padrinhos.

Facebook permitirá que usuários apelem contra remoção de conteúdos

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O Facebook disse nesta terça-feira que dará aos usuários o direito de apelar contra as decisões da rede social de eliminar fotos, vídeos ou publicações escritas que violem os padrões da comunidade.

Os planos para lançar um processo de apelações em nível mundial nos próximos meses ocorrem quando o Facebook faz, pela primeira vez, uma análise dos padrões internos usados para decidir quais postagens vão longe demais em termos de discurso de ódio ou ameaças.

“Isto é parte de um esforço para ser mais claros sobre onde traçamos a linha dos conteúdos”, disse à AFP o gerente de políticas públicas do Facebook para conteúdos, Siobhan Cummiskey.

“E pela primeira vez, damos o direito de apelar contra nossas decisões sobre publicações individuais, para que possam solicitar uma segunda opinião quando acharem que cometemos um erro”, afirmou.

A decisão de envolver mais os usuários do Facebook nos padrões para eliminar conteúdos chega em momentos que a rede social busca evitar críticas em uma série de frentes, incluindo o manejo de dados de usuários, a difusão de “notícias falsas” e polêmica sobre se a política afetou as decisões de eliminação de conteúdos.

A empresa com sede na Califórnia já permite aos usuários apelarem contra a eliminação de perfis ou páginas. O processo de apelação que será elaborado durante o próximo ano estenderá esse direito às publicações individuais, segundo Cummiskey.

O novo processo de apelação se concentrará primeiro na eliminação de publicações por nudismo, sexo, discurso de ódio ou violência gráfica.

As notificações enviadas em relação às publicações eliminadas incluirão botões nos que se pode clicar para ativar as apelações, que serão administradas por um membro da equipe do Facebook.

Embora se use softwares para ajudar a encontrar conteúdos que violam os padrões na rede social, serão pessoas que lidarão com as apelações, e o objetivo é que as revisões sejam feitas em um período de um dia.

RSF alerta para aumento do ódio contra jornalistas no mundo

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Existe um clima de ódio em relação aos jornalistas cada vez mais pronunciado no mundo, alerta a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) em seu relatório anual publicado nesta quarta-feira, no qual vários países latino-americanos seguem figurando entre os mais perigosos para se exercer o jornalismo.

“A hostilidade diante dos meios de comunicação, alentada por certos dirigentes políticos, e o desejo dos regimes autoritários de exportar sua visão do jornalismo ameaçam as democracias”, assinala a ONG em sua Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018.

Além dos países “autoritários como Turquia e Egito, que caíram na ‘mídiafobia’, a ponto de acusar de ‘terrorismo’ vários jornalistas e deter de forma arbitrária os que não lhes são leais, cada vez mais chefes de Estado eleitos democraticamente (…) veem a imprensa como um adversário”, destaca a ONG sediada em Paris.

Os Estados Unidos, onde o presidente Donald Trump qualifica os jornalistas de “inimigos do povo”, retrocedeu duas posições na lista, situando-se na 45ª posição, atrás de Espanha e Chile.

Filipinas, onde o presidente Rodrigo Duterte “costuma insultar e ameaçar os meios de comunicação”, caiu seis posições (133º), enquanto a Índia, onde “os discursos de ódio contra jornalistas são comuns nas redes sociais (…) pagos pelo premier Narendra Modi”, recuou duas posições (138º).

– Progresso no Brasil e excessos na Venezuela –

A RSF reconhece que a situação melhorou no Brasil, onde as agressões a jornalistas se reduziram levemente, seguindo a tendência de “ligeiro progresso” na região, mas destaca que em numerosos países latino-americanos persistem problemas, como a impunidade, a violência contra jornalistas e políticas autoritárias em relação à imprensa.

A Venezuela (143º), onde o governo do presidente Nicolás Maduro “segue se distinguindo por seus excessos autoritários”, sofreu a maior queda do continente, recuando seis posições.

“Nicolás Maduro se empenha em calar a imprensa independente e segue controlando a informação”, disse à AFP o diretor para a América Latina da RSF, Emmanuel Colombié.

“Em 2017, a RSF registrou um número recorde de prisões arbitrárias e atos de violência contra jornalistas (…) por parte das forças da ordem e dos serviços de inteligência venezuelanos”, declarou Colombié.

Para a RSF, ao impedir o trabalho dos jornalistas o governo Maduro “busca encobrir a magnitude da grave crise política que sacode o país”.

Cuba, onde o “regime castrista monopoliza quase por completo a informação”, segue como o país pior classificado no continente (172º); enquanto a Costa Rica, que tem uma “sólida base legal em matéria de liberdade de informação”, ocupa a melhor posição (10º).

No México, onde onze jornalistas foram mortos no ano passado, se tornou o segundo país mais fatal para os jornalistas em 2017, destaca a RSF.

“Se os jornalistas cobrem temas ligados à corrupção das autoridades, especialmente em nível local, ou ao crime organizado sofrem intimidações, agressões e até podem ser assassinados a sangue frio”, afirma Colombié.

Homem ateia fogo em uma mulher em ônibus e deixa 10 feridos

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Dez pessoas ficaram feridas depois que um homem jogou gasolina em uma mulher e ateou fogo na vítima dentro de um ônibus na terça-feira à noite em Lima, antes de fugir, informaram os bombeiros.

O ministério da Mulher considerou o ato uma “tentativa de feminicídio” e anunciou que dará assistência legal à vítima para que denuncie o agressor às autoridades.

Os 10 feridos foram estabilizados e levados para o Hospital Loayza, informou o Corpo de Bombeiros.

O ataque aconteceu no bairro residencial de Miraflores e provocou cenas de pânico, quando um homem não identificado se aproximou de uma jovem e jogou combustível na vítima e no ônibus, antes de iniciar o incêndio. A rápida intervenção do motorista com um extintor evitou a morte da mulher, que ficou gravemente ferida.

O agressor conseguiu fugir durante a confusão provocada pelo incêndio.

Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 6 de outubro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 13h)

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O Brasil tem 146.908 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h desta terça-feira (6), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de segunda-feira (5), 8 estados atualizaram seus dados: BA, CE, GO, MG, MS, MT, RN e RR.

Veja os números consolidados:

  • 146.908 mortes confirmadas
  • 4.946.913 casos confirmados

Às 8h, o consórcio publicou a primeira atualização do dia com 146.791 mortes e 4.940.706 casos.

Na segunda-feira, às 20h, o balanço indicou: 146.773 mortes confirmadas, 398 em 24 horas. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 659, uma variação de -7% em relação aos dados registrados em 14 dias. É o 13º dia seguido com essa média abaixo da casa dos 700.

Desde o dia 14 de setembro, a tendência na média móvel de mortes segue em estabilidade, ou seja, o número não apresentou alta nem queda representativa em comparação com os 14 dias anteriores. Antes disso, o país passou por um período de uma semana seguida com tendência de queda no registro de mortes por Covid.

Em casos confirmados, eram 4.940.499 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 25.593 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 27.453 por dia, uma variação de -9% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Brasil: 5 de outubro

No total, 4 estados apresentam alta de mortes: Amazonas, Roraima, Ceará e Sergipe.

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Em Roraima, a média saltou de 1 para 3 no intervalo de 14 dias, o que levou a uma variação de 380%. A média é, em geral, em números decimais e arredondada para facilitar a apresentação dos dados.

No Amazonas, o número voltou a ser impactado por mortes de meses anteriores cujas causas foram revisadas para Covid pela Secretaria Municipal de Saúde de Manaus. Na quinta-feira (1º), 114 mortes por Covid que ocorreram em abril e maio foram somadas à conta após reclassificação, o que deve refletir na média de mortes do estado na semana.

Estados

  • Subindo (4 estados): AM, RR, CE e SE
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (16 estados + o DF): PR, RS, SC, ES, MG, DF, GO, MS, AC, AP, TO, AL, BA, MA, PE, PI e RN
  • Em queda (6 estados): RJ, SP, MT, PA, RO e PB

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 diasaté a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: -9%
  • RS: +2%
  • SC: -9%

Sudeste

  • ES: +3%
  • MG: -5%
  • RJ: -21%
  • SP: -16%

Centro-Oeste

  • DF: -11%
  • GO: +7%
  • MS: +2%
  • MT: -16%

Norte

  • AC: +11%
  • AM: +157%
  • AP: -7%
  • PA: -36%
  • RO: -19%
  • RR: +380%
  • TO: -9%

Nordeste

  • AL: +8%
  • BA: -4%
  • CE: +18%
  • MA: -1%
  • PB: -29%
  • PE: +6%
  • PI: -5%
  • RN: -14%
  • SE: +16%
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