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domingo, julho 12, 2026
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OBRAS | Prefeitura realiza frentes de serviços simultâneos

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A prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria de Obras e Pavimentação (Suop), tem realizado diversos serviços na capital, como a pavimentação de pontos turísticos na Estrada de Santo Antônio e Mercado do Peixe localizado no Cai N’Água.

Preocupada com a trafegabilidade dos veículos e pedestres neste período chuvoso, uma equipe realiza nesta segunda-feira (20), trabalhos de encascalhamento, desta vez, no trecho da galeria localizada na avenida Mamoré na região do bairro Flamboyant, com cerca de 400 (quatrocentos) metros, com previsão de ser finalizada ainda nesta segunda-feira.

DRENAGEM

Já no bairro Olaria, uma equipe está realizando os serviços de drenagem, no trecho da avenida Calama com a rua Jamari, os serviços de manutenção estão sendo realizados devido ao afundamento do sistema de rede de água pluviais, pois tem sido utilizado indevidamente pela população como forma de descarte de lixo. O serviço de desentupimento acontece em três pontos e tem previsão de ser finalizado até o final da semana.

TAPA-BURACOS

Continuando com os trabalhos, nesta segunda-feira foram iniciados os serviços de tapa buracos com a implementação de Tratamento Superficial Duplo (TSD), no bairro Embratel e Flodoaldo Pontes Pinto, nas ruas Colômbia, Peru, Costa Rica e Barbados.

Visando diminuir o volume de buracos nas ruas da capital, o trabalho em TSD consiste em um tipo de revestimento asfáltico frio, e de execução rápida. Portanto é um revestimento flexível e cria um tipo de capa que, além de impermeabilizar o pavimento e proteger a infraestrutura, proporciona um revestimento anti-derrapante.

De acordo com um cronograma, todas as ações estão sendo executadas par atender os bairros em situação de maior urgência, com uma execução contínua e programada, que permite dar mais celeridade aos serviços, permitindo que a cada semana uma ou mais localidades sejam beneficiadas.

Para privatizar Correios, governo precisa reduzir número de funcionários

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Com aproximadamente 100 mil funcionários concursados, os Correios se tornaram uma pedra no sapato das intenções do governo. O Executivo decidiu incluir a empresa no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) para que possa ser privatizada. No entanto, o plano já se arrasta há um ano e a tarefa se mostrou muito mais complexa do que imaginava o Ministério da Economia: a extensão da estatal e a atuação no mercado postal exigem energia e tempo do governo. A principal preocupação do Executivo é o que fazer com os trabalhadores da empresa. No ano passado, um Plano de Demissão Voluntária resultou no desligamento de 7,3 mil empregados públicos. Mas, para tornar a empresa atraente para o mercado, é necessário acabar com as dívidas.

Apenas o Postalis, o fundo de previdência dos trabalhadores dos Correios, apresenta rombo de R$ 11 bilhões, deixado por governos anteriores e por esquemas de corrupção e pagamentos de propina. As contas trabalhistas devidas aos funcionários podem afundar o negócio. Caso não consiga vender, o Executivo estuda a liquidação da empresa pública, o que poderia representar um grande entrave político e jogar água fria na política de privatizações almejada pelo ministro Paulo Guedes.

Atualmente, os Correios concentram 100% da distribuição postal nos municípios brasileiros. O temor do governo é que a privatização prejudique seriamente o serviço, que já recebe fortes críticas da população, como extravio de encomendas e demora excessiva na entrega de cartas. A comunicação por correspondências, assim como outros serviços postais, está em queda no Brasil. Em 2019, os Correios realizaram 5,9 bilhões de entregas — 12% a menos do que em relação ao ano anterior, que fechou com 6,7 bilhões.

No entanto, a atividade ainda é considerada essencial. Atualmente, empresas como a Fedex e a Loggi atuam no mercado de entregas, e ganhariam espaço com a privatização dos Correios, que teria uma estrutura menor. Nas mãos do setor privado, de acordo com avaliações recebidas pelo governo nos bastidores, teria o quadro com metade dos funcionários atuais. Algumas propostas falam em 40 mil trabalhadores, ou seja, 60% a menos do que o contingente atual. Mas a conta relacionada ao desligamento dos servidores não sairia barata. Os aprovados em concursos dos Correios são regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e têm praticamente os mesmos direitos de quem atua na iniciativa privada. O presidente da empresa, general Floriano Peixoto, assegura que todos os direitos serão garantidos em qualquer cenário.

Concentração 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), aprova a privatização dos Correios, para acabar com o monopólio postal. No entanto, as empresas privadas que assumirem o serviço podem se concentrar apenas nas grandes capitais, deixando cidades do interior sem opção, justamente onde é mais essencial. Em meio às discussões, o general José Orlando Cardoso foi empossado como presidente da Postal Saúde, que administra o plano dos trabalhadores da empresa. O aumento do custo deste serviço é alvo de ameaças de greve dos funcionários.

De qualquer forma, uma eventual privatização não sairá em 2020. Segundo o secretário de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar, o Executivo contratará uma consultoria para avaliar as alternativas do modelo de privatização dos Correios e, por conta disso, dificilmente a venda da companhia ocorrerá neste ano. “A empresa tem uma complexidade muito grande, tem um monopólio estatal e a questão da universalidade da entrega da carta (que está prevista na Constituição Federal), tem mais de 100 mil funcionários. Por isso, os Correios vão dar um pouco mais de trabalho”, afirmou. “A empresa tem ativos que valem. Uma liquidação está fora de cogitação”, garantiu.

Marcus Vinicius Macedo Pessanha, especialista em direito administrativo, regulação e infraestrutura, afirma que o caminho comum, nos casos de privatizações, é a criação de um programa de demissão voluntária. “As pessoas que trabalham nas empresas públicas são contratadas pelo regime celetista. A diferença em relação à iniciativa privada é que as contratações são por concurso público. O comum neste caso é a criação de um programa de demissão voluntária para reduzir o quadro de servidores antes da privatização”, explica.

Cessão

Existe ainda a possibilidade de que alguns empregados dos Correios sejam deslocados para outras empresas públicas. O governo já vem recebendo pedidos de cessão por outras áreas do Executivo. No entanto, o temor da equipe econômica é de que as transferências, se realizadas, enfraqueçam o programa de privatização, que tem como foco reduzir o tamanho da máquina pública e os gastos com pessoal. Dessa forma, cessões poderiam gerar maior rejeição a privatizações futuras.

A economista Elena Landau, especialista em privatizações, aponta que poderia ser criada uma empresa extra para absolver os funcionários. Para ela, a dívida com encargos trabalhistas, se for elevada, tira a atratividade do negócio. “Você pode fazer um PDV antes, ou deixar funcionários e dívidas em uma empresa separada e o governo assume. A dívida com os encargos trabalhistas pode ser tão grande que não interessa à gestão privada. Tem que estudar, não pode usar isso como desculpa para não começar. Já tem um ano e nada foi feito”, destaca.

Protesto

Diante da incerteza de qual será o futuro da estatal, entidades representativas de trabalhadores da empresa se juntaram para criar o movimento Frente Ampla Todos pelos Correios. O principal objetivo do grupo é ressaltar a importância de o Brasil contar com um serviço postal 100% público. O vice-presidente da Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap), Marcos Cesar Alves, acredita que há um equívoco por parte do governo federal ao incluir a instituição na carteira do PPI e alerta que o Executivo está “colocando a carroça na frente dos bois”.

“O Brasil tem um território gigantesco, e os Correios estão presentes em todos os municípios, com uma infraestrutura já instalada, que funciona bem e é paga pela própria empresa, pois a estatal não depende de recursos do Tesouro Nacional. Além disso, os níveis de qualidade do serviço ultrapassam 98% no índice geral. Atualmente, temos uma situação estável, sendo que os Correios são usados pelos próprios concorrentes, visto que eles não conseguem fazer entregas no interior do Amapá, por exemplo”, cita.

 

Alves acredita que, antes de decidir por um plano de privatização, o governo federal deveria implementar um marco regulatório, assim como foi feito há alguns anos com o serviço de telecomunicações e, em 2019, com o saneamento básico. Ele acrescenta que é difícil entender a motivação de se privatizar a estatal visto que são poucos países com um serviço de correio privado: Malásia, Malta, Holanda, Cingapura, Aruba, Grã-Bretanha, Líbano e Portugal. Neste último, a população tem protestado e saído às ruas pedindo uma “renacionalização” dos correios.

 

“Lá, o ente privado que assumiu fechou agências para economizar e ainda elevou os preços das cartas em 47%. O que aconteceu em Portugal pode acontecer aqui também. Onde for deficitário, vão tentar acabar com agências, ou terceirizar a sua atuação, e os preços das cartas irão para as alturas”, prevê. “Creio que, dada à situação legal e tributária do Brasil seria melhor deixar os Correios como estatal. Ele tem algumas isenções tributárias e não paga imposto para admitir capital privado. Em caso de privatização, isso seria revisto e, provavelmente, acabaria onerando o próprio serviço. Logo, qualquer mudança seria repassada para os clientes”, completa.

 

Cinco perguntas para general Floriano Peixoto, presidente dos Correios

Desde que o senhor assumiu, no ano passado, o que mudou a empresa?
A Diretoria dos Correios promoveu a mudança do foco de atuação da empresa. Agora, a ordem é garantir a sustentabilidade financeira e a máxima eficiência na prestação de serviços. Estamos revisando o portfólio de produtos e atendimento ao cliente, firmando novas parcerias com entes públicos e privados, modernizando processos internos, racionalizando a carteira imobiliária e promovendo uma reestruturação interna que viabiliza as operações de maneira eficaz.

Por quais motivos chegamos à situação de se discutir a privatização dos Correios?
Existe no programa de governo do Presidente Jair Bolsonaro a premissa da desburocratização do Estado, do investimento de esforços e recursos em temas prioritários para o cidadão, que são, principalmente, a educação, a saúde e a segurança. Esse contexto inclui a desestatização de empresas públicas como os Correios.

Comenta-se sobre a abertura de capital da estatal ou até a liquidação total. Qual a sua avaliação sobre o futuro dos Correios?

Conforme determinado pelo Decreto nº 10.066/2019, os estudos de viabilidade econômico-financeira coordenados pelo BNDES indicarão a melhor alternativa para os Correios. É um processo semelhante ao ocorrido com o Sistema Telebrás, que apontou o modelo que hoje temos no setor. O processo já está em andamento e, quando estiver concluído, com certeza teremos uma resolução que priorizará a sociedade e o cidadão. Os estudos conduzidos pela Casa Civil serão enviados a instâncias superiores para deliberação que serão cumpridas pelos Correios.

Em caso de privatização, como fica a situação dos franqueados?
Os estudos conduzidos pelo BNDES também deverão tratar desse assunto, uma vez que a rede franqueada representa importante parcela das operações dos Correios.

Qual seria o destino dos empregados concursados em uma eventual privatização?
Os funcionários dos Correios, como celetistas que são, podem ficar tranquilos, pois terão assegurados os direitos trabalhistas.

Justiça libera, goleiro Bruno assina contrato com Operário-MT e Conselho da Mulher repudia ação

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A contratação do goleiro Bruno pelo Operário Várzea-grandense está confirmada. Pela grande repercussão, o clube vai bancar um avião particular para o jogador de 35 anos poder viajar até Mato Grosso. Bruno cumpre pena em regime semiaberto pela morte da ex-namorada Eliza Samúdio. O Ministério Público e a justiça de Varginha-MG liberaram o atleta para assinar contrato com o time mato-grossense.

Diante da contratação do Bruno, o Conselho dos Direitos da Mulher de Mato Grosso soltou uma nota de repúdio ao Operário Várzea-grandense. Além disso, foi criado um grupo com mais de 150 pessoas, maioria mulheres, contrárias à contratação.

– Somos contra porque o futebol tem uma função social, que ultrapassa a questão esportiva. Alcança as famílias e as crianças. Não somos contra a ressocialização, mas o esporte cria ídolos e as crianças aprendem valores com essa super exposição que o esporte proporciona. O que mais lutamos é contra o crime que ele cometeu. Em Várzea Grande, especialmente, é um dos municípios com índices mais altos de mulheres que sofrem violência e morrem todos os dias – afirmou Gláucia Amaral, presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher de Mato Grosso.

A data da chegada de Bruno em Várzea Grande – região metropolitana de Cuiabá – não foi definida pela diretoria, mas será ainda esta semana. O time estreia no Campeonato Mato-grossense nesta terça-feira diante do Poconé e a apresentação oficial será após esta partida.

Tradicional time em Mato Grosso, com 13 títulos estaduais, o Operário VG é o atual vice-campeão e um dos favoritos ao título este ano. Além disso, o clube tem calendário cheio em 2020, com o Campeonato Mato-grossense, Copa do Brasil, Copa Verde – a CBF ainda não se posicionou sobre a sua realização – e Série D do Campeonato Brasileiro.

O Operário VG se prepara para a estreia no Campeonato Mato-grossense, que será nesta terça-feira diante do Poconé, às 20h10, no estádio Dito Souza.

Situação do Bruno

Bruno foi preso em setembro de 2010 e condenado em março de 2013 pelo homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio, pelo sequestro e cárcere privado do filho Bruninho. Ele também havia sido condenado por ocultação de cadáver, mas esta pena foi extinta, porque a Justiça entendeu que o crime prescreveu sem ser julgado em segunda instância. As penas válidas somadas são de 20 anos e 9 meses.

Atualmente o goleiro cumpre pena em regime semiaberto domiciliar em Varginha, onde está desde abril de 2017. Ele conseguiu a progressão de pena em 19 de julho após uma decisão da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais do município.

SAG Awards 2020 | Parasita faz história ao vencer prêmio principal

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Parasita fez história ao vencer o prêmio principal do SAG Awards 2020, o prêmio do Sindicato de Atores de Hollywood. A produção levou na categoria de Melhor Elenco de Filme, tornando-se o primeiro longa estrangeiro a conseguir o feito.

Parasita mostra a história de uma família em dificuldades que invade a vida da rica família Park e começa a influenciá-los, quando um inesperado incidente acontece e eles descobrem um grande seegredo.

Com a vitória, o longa chega como um dos favoritos ao Oscar 2020, que acontece em 9 de fevereiro, com cobertura completa do Omelete no site e redes sociais.

Preço do gás sobe pela 4ª semana seguida em Porto Velho

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O preço médio do gás subiu pela 4ª semana em Porto Velho, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Em 28 de dezembro, o botijão de 13 quilos era vendido por R$ 77,97, em média, na capital rondoniense. Já no último dia 18 de janeiro, o consumidor portovelhense passou a pagar R$ 79,55.

De acordo com a ANP, na última semana havia estabelecimento comercial da capital vendendo o botijão por até R$ 89.

Para fazer o levantamento do preço médio, a agência pesquisou o preço do botijão em 116 postos desde dezembro, sendo 29 em cada semana.

Porto Velho deve ter 10 mm de chuva nesta segunda, 20

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Porto Velho terá sol e aumento de nuvens na manhã desta segunda-feira (20). Na parte da tarde devem ocorrer pancadas de chuva, conforme aponta o Climatempo.

A previsão é que chova 10 mm ao longo do dia, começando a partir do meio-dia. À noite pode cair chuva, mas em menor intensidade. A umidade relativa do ar oscilará entre 46% a 89%.

A capital deve ter mínima de 24°C e máxima de 31°C nesta segunda-feira.

Inscrições para 2,6 mil vagas de graduação na Unir terminam nesta segunda, 20

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Terminam nesta segunda-feira (20) as inscrições para o processo seletivo 2020 da Universidade Federal de Rondônia (Unir). São mais de 2,6 mil vagas distribuídas por oito campi do estado. A seleção inclui as turmas com início no primeiro e no segundo semestre.

As inscrições são feitas exclusivamente pela internet até às 18h, e a classificação dos selecionados será feita com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019.

As 2.655 vagas são para os campi de Porto Velho, Guajará-Mirim, Ariquemes, Ji-Paraná, Presidente Médici, Rolim de Moura, Cacoal e Vilhena.

A única novidade para 2020 no rol de cursos da universidade é a graduação em jornalismo em Porto Velho, que foi lançada em novembro do ano passado com previsão de início da turma no primeiro semestre.

A principal forma de ingresso na Unir é pelo processo seletivo próprio já que a instituição não aderiu ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que reúne a seleção da maioria das universidades federais.

Os resultados serão divulgados no dia 28 de janeiro e as matrículas para quem vai começar o curso no primeiro semestre começam no dia 3 de fevereiro.

A assessoria da Unir informou ao G1 que o calendário acadêmico de 2020 será mantido mesmo com o erro na correção do Enem 2019. Portanto as inscrições terminam nesta segunda-feira e as aulas devem ter início no dia 10 de fevereiro. Confira o cronograma.

TRÂNSITO | Agentes realizam operação para coibir estacionamentos em locais proibidos

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A Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran), realizou no sábado (18) uma operação de fiscalização na rua Euclides da Cunha, localizada no entorno da Praça das Três Caixa d’Água, localizada no centro de Porto Velho.

Com o intuito de fiscalizar calçadas, e coibir as infrações relacionadas aos estacionamentos e paradas irregulares nos espaços do patrimônio público da cidade, agentes da Divisão de Fiscalização de Trânsito, realizaram notificações em veículos que estavam estacionados irregularmente nas calçadas.

De acordo com o supervisor de trânsito Karleon Costa, a operação é importante para esclarecer a população sobre o uso irregular do espaço público, também prevenir possíveis acidentes, pois o local é caracterizado como de passeio público.

“Crianças, cadeirantes e idosos estão sempre visitando em seus passeios a praça das Três Caixa d’Água, notificamos dois carros estacionados de forma irregular, é importante sempre conscientizar a população para respeitar o patrimônio público, e também evitar possíveis acidentes”, disse o agente.

O agente também alerta que de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o condutor que estaciona em calçadas ou passeios públicos está sujeito as penalidades de multa grave, com 5 (cinco) pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e remoção do veículo.

De acordo com a lei

“Art 181. Estacionar veículos:

(…)
VIII – No passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:

Infração – Grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa- remoção do veículo”.

 

Seagri firma convênio de mais de R$ 6,2 milhões para fortalecer a cafeicultura em Rondônia

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O governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), firmou com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) um convênio de mais de R$ 6,2 milhões para aquisição de equipamentos para a melhoria da infraestrutura de pós-colheita
objetivando o fortalecimento da produção de café com qualidade nos municípios produtores do Estado.

Rondônia deverá produzir 2,3 milhões de sacas de café na safra 2019/2020, cerca de 90% são produzidos pela agricultura familiar. O Estado conta com mais de 18 mil famílias de produtores que trabalham com a cafeicultura em vários municípios. Atualmente, encontra-se em 3º lugar como maior produtor de café robustas do Brasil e é o maior produtor da região Norte.

Hoje o café de Rondônia tem grande potencial para qualidade da bebida, e para que os produtores possam atingir essa qualidade é preciso tecnificar o processamento, principalmente na etapa de secagem do grão que tem sido prejudicado pela falta de infraestrutura de equipamentos.

Com o aumento da produção, os cafeicultores buscam alternativas para a secagem do grão. Hoje, os produtores contratam o serviço de secagem em secadores de fogo direto, onde utilizam altíssima temperatura, o que causa a deterioração e interfere na qualidade do produto final. Além disso, os cafés passam semanas, após serem colhidos, esperando vagas nos secadores, que faz piorar a qualidade do produto.

A Seagri busca adquirir equipamentos eficientes e que preservem a qualidade dos grãos. “Uma das formas de ajudar o homem do campo é com a infraestrutura de equipamentos para que os cafeicultores possam fazer a secagem do café de forma correta. O objetivo é fazer o produtor economizar e melhorar a qualidade do produto, além de aumentar a renda”, disse o engenheiro agrônomo da Seagri, Janderson Dalazem.

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, esse convênio possibilitará a melhoria da qualidade do café rondoniense e ampliará a oferta de cafés especiais produzidos no Estado, o que possibilitará agregar valor a essa produção, além de estimular a ampliação do uso de secadores de café de fogo indireto.

“Esses recursos serão aplicados dentro das necessidades existentes para atender o pequeno produtor rural. O café é o terceiro produto que dá receitas positivas, dentro do PIB do Estado, seguido da carne e soja”, relatou Padovani. Ele ainda informou que o governo do Estado vem fazendo um trabalho de revitalização da cafeicultura há seis anos.

“O governador Marcos Rocha determinou que a Seagri estabelecesse uma meta e ampliasse as ações para aumentar a produção, produtividade e a qualidade do café. Estamos buscando recursos junto ao governo federal e bancada federal para investir na cadeia produtiva”, completou o secretário.

O governo do Estado, por meio da Seagri, vem investindo fortemente em produtividade e qualidade na produção de café. Nos últimos anos o Estado já realizou vários trabalhos para o crescimento da cafeicultura na região, entre eles, a distribuição de milhões de mudas de café clonal nos municípios e para incentivar os produtores a melhorarem a qualidade do grãos, a criação do concurso de qualidade do café, o Concafé, considerado o maior concurso de café robusta do país.

A Seagri lançará um edital de chamamento público para atender os grupos de produtores e fazer o repasse dos equipamentos. Todos os critérios de avaliação serão estabelecidos no edital. Os processos necessários para fazer a compra dos equipamentos, como a licitação, já estão em andamento.

Os recursos para a aquisição de equipamentos para a melhoria da infraestrutura de pós-colheita são provenientes de emenda parlamentar do deputado federal Expedito Neto.

Cientistas brasileiros desenvolvem diagnóstico de Alzheimer pela saliva

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São Paulo – O Alzheimer é uma doença que afeta, atualmente, cerca de 46,8 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com o Instituto Alzheimer Brasil. O diagnóstico da doença, hoje em dia, é uma combinação de vários exames e análise de sintomas que podem identificar a condição. No entanto, um novo teste que está sendo desenvolvido por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) permite diagnosticar a doença por meio da saliva, de forma indolor, até 30 anos antes.

Com base em um estudo realizado em 2008, onde foi percebida a presença de substâncias no sangue de pessoas que tinham a doença, o cientista e biotecnólogo Gustavo Alves e sua equipe desenvolveram um teste que utiliza biomarcadores para identificar a doença 30 anos antes dos sintomas começarem a aparecer.

Para isso, basta coletar a saliva do paciente por 13 minutos, utilizando um swab estéril com algodão na ponta. Em entrevista a EXAME, Alves disse que o uso de saliva para diagnóstico é inédito: “A ideia de utilizar a saliva veio porque, até então, a saliva era considerada um líquido sem muita utilidade – não se tinha muita crença de que poderia ser utilizada como método diagnóstico”, comentou Alves.

Inicialmente, o professor de pesquisa do SENAC e sua equipe analisaram a saliva de 54 idosos, com e sem a doença, para identificar as proteínas TAU e Beta amilóide. Os resultados das amostras dos indivíduos com alzheimer foram positivos, o que fez com que a equipe resolvesse realizar mais testes.

Em 2020, eles reunirão 180 pacientes – entre eles, 60 idosos com a doença, 60 idosos sem a doença e 60 jovens sem a doença -, e coletarão sua saliva, para depois colocá-la em processo de centrifugação e viabilizar a identificação das proteínas. Com esses resultados, será possível expandir o estudo e comprovar a presença das proteínas em idosos com Alzheimer, além de identificar os jovens que poderão desenvolver a doença. “A nossa ideia é facilitar o processo de diagnóstico, principalmente porque essas proteínas começam a se acumular no cérebro da pessoa cerca de 30 anos antes dos sintomas aparecerem”, disse Alves.

Sem investimento estatal ou bolsas de estudo, o projeto, que foi apresentado na Conferência Internacional de Alzheimer em Los Angeles em 2019, atualmente está procurando investidores e financiamento para que possa chegar até a população. Para facilitar o processo, Alves informou que está montando uma startup – que deve começar a funcionar em mais ou menos um mês – para concentrar os avanços e conseguir financiamento.

A intenção, segundo ele, é transformar o produto em uma patente e fazer com que os hospitais comecem a utilizá-lo em cerca de dois anos. Até o momento, não existem remédios ou tratamentos para o Alzheimer, apenas pesquisas para criar remédios efetivos contra a doença.

Transição de carreira no Vida Plena com histórias de mudança profissional e recomeço

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Episódio reúne histórias reais de mudança profissional, planejamento, coragem e propósito.
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Documento reúne registros de saúde, vacinação e nome social para fortalecer acompanhamento na rede pública.
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Consulta oficial informa situação do benefício e revendas credenciadas para retirada do botijão.
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Moradores atingidos por cheia podem pedir FGTS Calamidade em Porto Velho

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Pedido é feito pelo aplicativo FGTS até 17 de setembro e depende de saldo, residência em área atingida e análise documental.
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Moradores receberão orientação das equipes e poderão separar objetos que acumulam água para recolhimento.