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quarta-feira, julho 8, 2026
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FGTS: saiba quando sacar os R$ 998 aprovados pelo Senado

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Senado aprovou, nesta terça-feira, 12, o aumento do limite de saques de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de 500 reais para 998 reais. A Medida Provisória (MP) havia sido assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em julho e foi alterada pela Casa, que estipulou o valor mínimo de um salário mínimo para que os brasileiros possam sacar as quantias. O texto segue, agora, para a sanção do presidente. Com o aumento do valor disponibilizado para saque, as datas para que os trabalhadores resgatem os recursos foi mantida.

Em outubro, a Caixa Econômica Federal antecipou as datas para que os brasileiros pudessem sacar os recursos de suas contas inativas do FGTS. Os nascidos entre janeiro podem sacar desde 18 de outubro. Aqueles que fazem aniversário entre fevereiro e março também já puderam recolher os recursos desde 25 de outubro, assim como os nascidos em abril e maio, que podem sacar os valores desde 8 de novembro. Aqueles que já retiraram os 500 reais previstos pela MP originalmente poderão retirar os 498 reais restantes se a medida for sancionada para o presidente.

Para os nascidos em junho e julho, os saques estarão disponíveis a partir de 22 de novembro. Os que aniversariam em agosto recebem a partir do dia 29 deste mês. Em dezembro, poderão sacar os recursos das contas a partir do dia 6 aqueles que nasceram em setembro e outubro e, no dia 18, estão liberados os saques para os nascidos nos últimos dois meses do ano.

Quem tiver mais de uma conta poderá sacar os 998 reais de cada uma das contas.

EDUCAÇÃO | Alunos recebem atendimento odontológico e kits de higiene

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A Secretaria Municipal de Educação, através da Divisão de Saúde Escolar, em parceria com a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) promoveu na manhã de terça-feira (12) a distribuição de kits de higiene bucal na Escola Municipal de Ensino Fundamental Rio Madeira.

O kit é composto por uma escova de dente, creme dental e fio dental. Foram realizados ainda alguns atendimentos curativos no gabinete odontológico móvel disponibilizado pela ADRA nas instalações da escola.

O objetivo da Prefeitura é alertar os alunos, por meio de educadores, sobre a importância do cuidado com a saúde bucal e a forma correta de escovação.

O prefeito Hildon Chaves enfatiza que a saúde municipal continua empenhada em realizar programas de prevenção reduzindo futuros problemas de saúde “Nosso compromisso com as crianças da rede é contínuo, pois alunos com a saúde em dia se concentram em suas tarefas e aprendem com maior facilidade”, frisou.

Segundo a gerente da Divisão de Saúde Escolar, Denise Fidelis, ações no setor da saúde envolvendo diretamente as crianças reforçam a atenção à saúde bucal.

“Nosso objetivo é mostrar às crianças o quão importante é manter hábitos saudáveis nos cuidados com a higiene bucal. Com a entrega destes kits, aluno por aluno, nós visamos estimular a prática da escovação na escola para que se torne um hábito em casa, prevenindo cáries e consequentemente problemas mais sérios”, comentou.

Na próxima quinta-feira (14) a Saúde Escolar estará presente na EMEF Maria Francisca no Orgulho do Madeira, onde serão distribuídos kits que irão contemplar nesse momento os alunos do ensino infantil e fundamental 1° e 2° ano, em parceria com a Faculdade São Lucas onde os alunos irão realizar palestras de saúde bucal e escovação assistida.

No total serão distribuídos 26.000 kits odontológicos em toda a rede municipal de ensino.

O secretário municipal de Educação, Márcio Félix, falou sobre a importância de ações como essa. “Ver na prática esse trabalho de união entre os setores de Saúde e Educação é gratificante, pois mostra o empenho da nossa equipe no cuidado com a saúde das nossas crianças. Comentou.

Crianças internadas no Cosme e Damião recebem a visita dos Heróis do Bem neste sábado

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No próximo sábado (16), a partir das 14h, as crianças do Hospital Infantil Cosme e Damião (HICD) recebem a visita dos Heróis do Bem, que conta com a participação de vários personagens como: Capitão América, Homem-Aranha, Super-Homem, Batman, Mulher Gato, Mulher Maravilha e Harry Potter. Todos os integrantes do grupo possuem duas profissões e abrem um espaço na rotina do dia a dia para a ação voluntária.

Os Heróis do Bem é um grupo de amigos de São Paulo que, vestidos de super-heróis, têm a nobre finalidade de levar, através da magia, encantamento, esperança e amor para as crianças nos leitos dos hospitais.

Atualmente, o grupo é formado por cerca de 20 voluntários que visitam alas pediátricas de hospitais, como Graacc, Sírio Libanês, Benficiência Portuguesa, Instituto de Tratamento do Câncer Infantil (Itaci), Associação de Apoio à Criança Deficiente (AACD), entre outros.

Em Porto Velho, tornaram-se parceiro também do Hospital Infantil Cosme e Damião, trazendo alguns dos seus personagens.

O grupo realiza cerca de oito ações por mês e alcança aproximadamente mil pessoas, entre pacientes e funcionários.

“A maior recompensa é ver a alegria estampada no rosto destas crianças e seus familiares. Com a magia que levamos, conseguimos mudar o dia de todos. A realidade sofrida se transforma em encantamento”, disse o Rogério Ferroni, presidente.

O ambicioso plano de Bolsonaro de usar smartphones para criar um novo partido em 4 meses

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A ideia é dispensar os cabos eleitorais nas ruas coletando assinaturas em papel. Os interessados em apoiar o novo partido do presidente da República usariam apenas um aplicativo de celular e o leitor de digitais de seus próprios aparelhos para firmar a adesão.

Com o novo meio de coleta de assinaturas, a sigla reuniria as quase 500 mil assinaturas necessárias em 3 a 4 meses – a tempo de lançar candidatos nas eleições municipais de 2020.

Uma reunião com parte da bancada do PSL na Câmara está marcada para as 16h de hoje, no Palácio do Planalto. Jair Bolsonaro teria aprovado o nome “Aliança pelo Brasil” na semana passada.

A reunião de Bolsonaro com os deputados ocorre num momento de grande desgaste entre o ocupante do Planalto e o presidente do PSL, o deputado pernambucano Luciano Bivar.

Há pouco mais de um mês, em 8 de outubro, Bolsonaro foi filmado em frente ao Palácio da Alvorada dizendo a um jovem apoiador para “esquecer” o PSL e também Bivar. O pernambucano estaria “queimado pra caramba”, segundo o presidente. Há a possibilidade de que Bolsonaro anuncie publicamente sua saída do PSL.

Se isto acontecer, será a primeira vez que um presidente deixa o próprio partido no período da Nova República (iniciado em 1985).

Neste momento, pessoas ligadas a ele estão trabalhando para terminar de redigir os documentos da nova sigla, como o Estatuto do futuro partido. Também estão sendo confeccionados o site e o aplicativo de celular para a coleta de assinaturas.

De acordo com o projeto, a assinatura via celular estaria disponível para qualquer pessoa cujo smartphone possua um leitor de impressões digitais – hoje, esse dispositivo é usado por aplicativos de bancos, por exemplo. Quem não tenha acesso a esta tecnologia precisaria ir a um local fixo, caso deseje assinar.

Os defensores da proposta dizem que usarão o recesso do Judiciário – de 20 de dezembro até 6 de janeiro – para mover uma campanha na internet em busca de apoiamentos. A ideia é reunir as assinaturas necessárias dentro deste prazo. O registro do novo partido seria pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já em janeiro de 2020.

Luciano Bivar

“Aliança pelo Brasil é um nome que tem tudo a ver com muitas pautas do presidente. As alianças do matrimônio, a aliança que Jesus fez com a Igreja, a Tríplice Aliança (1864-1870) dos militares, a aliança a ser construída com os eleitores e com os parlamentares, a aliança entre os poderes. Fazer uma composição em prol do país”, explica uma pessoa próxima ao projeto.

A coleta digital é válida?

Segundo os defensores da ideia, a resolução atual do TSE que rege a criação de partidos políticos já permite o uso de meios digitais – o tribunal já utiliza um sistema informatizado para organizar a criação de novas legendas. “A gente traria só um pouquinho mais de tecnologia”, diz uma pessoa que acompanha o caso.

A última alteração nessa resolução ocorreu em junho de 2018, e foi relatada pelo então ministro Admar Gonzaga- que hoje é um dos advogados eleitorais de Bolsonaro.

Além da rapidez, outra vantagem seria a maior segurança do processo digital – haveria menos chances da Justiça Eleitoral rejeitar assinaturas coletadas de forma biométrica.

Apesar do que dizem os defensores da ideia, há dúvidas sobre se o entendimento atual da Justiça Eleitoral permite este novo tipo de coleta de assinaturas.

Em dezembro de 2018, o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) formulou uma consulta ao TSE sobre a possibilidade de usar um outro mecanismo – a chamada assinatura digital – para coletar apoios a um novo partido. A consulta ainda não foi decidida pela corte.

Bancada dividida

Quem se encarregou de chamar os deputados do PSL para a reunião foi a deputada Bia Kicis (PSL-DF).

Mas nem todos os representantes do PSL na Câmara foram chamados: aqueles que nos últimos meses apoiaram o atual presidente do PSL, Luciano Bivar, foram deixados de fora. É o caso de Delegado Waldir (GO), ex-líder do partido; Joice Hasselmann (SP), ex-líder do governo no Congresso, entre outros. O senador Major Olímpio (PSL-SP) também não foi convidado.

A divisão reflete o que deve acontecer com a atual bancada social-liberal caso Bolsonaro realmente saia: ela deve se dividir ao meio. Uma parte ficará no PSL, e outra acompanhará o capitão reformado do Exército.

Joice Hasselmann (SP)

A reportagem da BBC News Brasil conversou com alguns deputados pesselistas na tarde desta segunda-feira (11). Os que foram chamados disseram que a convocatória da reunião era vaga. Dizia apenas que o assunto era o PSL.

“É para tratar da questão do PSL. Agora, detalhes, eles não deram”, disse o deputado pesselista Sanderson (RS) – um dos convidados para o encontro.

Perguntado se sairia do PSL para se filiar ao novo partido, Sanderson foi taxativo: “Saio. Vou direto para o partido do presidente, inclusive com perda de tempo de televisão e abrindo mão do Fundo Partidário”, disse ele.

A resposta foi muito diferente quando a pergunta foi feita ao Delegado Waldir (PSL-GO). Bolsonaro “que vá com Deus”, disse.

“O Bolsonaro no cargo de presidente é uma ‘cria’ do PSL. Agora, ele está chutando essa ‘mãe’ dele”, diz o deputado goiano – no auge da tensão dentro da bancada, em meados de outubro, Waldir foi gravado em uma reunião dizendo que iria “implodir o presidente”. Na época, vazaram áudios de Jair Bolsonaro negociando com deputados do partido para que apoiassem seu filho, Eduardo Bolsonaro (SP), como líder da bancada.

Segundo Waldir, a sigla deve continuar, pelo menos por enquanto, sendo a casa dos atuais 53 deputados. “Nos próximos dias vamos finalizar a suspensão de alguns deles (da ala contrária a Luciano Bivar)”, disse.

“Vamos ver (depois) como vão ser as orientações em plenário. As pautas que interessam ao Brasil, vamos estar juntos. Mas em algumas outras não iremos acompanhar”, diz.

Deputados lutariam para manter mandatos e não levam o Fundo

Advogada especialista em direito eleitoral, Vânia Aieta diz que regra atual é a de que os mandatos de cargos proporcionais (como deputados federais) pertencem aos partidos, e não aos congressistas, individualmente.

Para os cargos majoritários (como o de presidente da República, governadores e senadores) não há regra de fidelidade partidária: podem sair quando quiserem, segundo entendimento firmado em 2015 pelo STF.

Caso um grupo de deputados federais decida sair do PSL, o partido teria o direito de ingressar com ações judiciais no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para reter os mandatos.

As ações seriam sorteadas entre os ministros e julgadas individualmente, caso a caso, segundo disse Aieta à BBC News Brasil em outubro deste ano.

Há duas hipóteses nas quais os deputados poderiam manter seus cargos: se conseguirem provar que o partido mudou sua linha ideológica e programática de forma brusca, motivando a saída; ou se mostrarem que foram vítima de perseguição ou discriminação dentro do partido, diz ela, que é professora de direito eleitoral da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Pelas regras atuais, os deputados do PSL também não levariam para o novo partido os recursos do Fundo Partidário ou o tempo de TV e rádio durante as campanhas eleitorais.

Jair Bolsonaro

Também em outubro, o advogado especialista em direito eleitoral Daniel Falcão disse à BBC News Brasil que a lei da “minirreforma eleitoral” só permite aos deputados levar sua fatia no Fundo em uma hipótese: quando a migração se dá pelo fato do partido anterior não ter atingido a chamada “cláusula de barreira”.

A cláusula é uma regra criada em 2017 para diminuir o número de partidos no país.

Não há no texto sancionado da “minirreforma”, sancionada por Bolsonaro em setembro, nenhuma regra que permita aos deputados levar para o novo partido os recursos.

O tema é regulamentado pela Lei dos Partidos Políticos, de 1995. “Tanto no caso do Fundo Partidário, quanto do Fundo Eleitoral, o momento de aferição dos votos é a eleição anterior,” disse à BBC a especialista em direito eleitoral e professora da Escola Superior Dom Helder Câmara, Lara Ferreira.

No caso do Fundo Partidário, a distribuição entre os partidos é a seguinte: 5% de forma igualitária para todos os partidos; e 95% de acordo com os votos na última eleição para a Câmara dos Deputados.

No Fundo Eleitoral (FEFC) a conta é um pouco mais complexa: 2% para todas as siglas; 35% de acordo com a votação para a Câmara; 48% de acordo com número de deputados; e 15% de acordo com o número de senadores.

Presidente Laerte Gomes reafirma que CPI da Energisa não cederá às pressões e ameaças

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O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), disse que a CPI instalada para apurar possíveis irregularidades e práticas abusivas contra os consumidores de energia elétrica, praticadas pela Energisa, não vai ceder às pressões e ameaças, mantendo firme o trabalho de ouvir a população, reunindo depoimentos e documentos.

“Não tem nenhum tipo de pressão que irá nos fazer recuar. Aos membros da CPI, deixo a mensagem de que façam o que tem que ser feito, de forma séria e responsável, pois contam com o nosso respaldo. Se teve uma instituição que deu a cara a tapa para enfrentar essa empresa, enfrentar esse problema, foi a Assembleia Legislativa e estamos aqui para reafirmar esse propósito”, disse Laerte.

A declaração foi dada na manhã desta segunda-feira (11), ao participar da audiência pública promovida pela CPI, no plenário da Câmara Municipal de Ji-Paraná.

“É uma causa que une a todos: trabalhadores, servidores públicos, empresários, produtores rurais. É muito sofrimento da população que não consegue pagar mais a conta de energia. O cidadão de uma renda menor, tem que escolher pagar a energia ou comprar comida para a família. Isso não podemos aceitar. A conta quase que dobrou, em média, desde que a empresa Energisa iniciou suas operações”, destacou.

Laerte anunciou a confecção e distribuição, por parte da Assembleia Legislativa, em parceria com a OAB/RO, de cartilhas com informações explicativas, sobre os direitos e deveres dos consumidores e da empresa. “Para a população saber de fato quais seus direitos e quais os procedimentos permitidos à empresa. Se funcionários da Energisa chegarem à residência querendo fazer algo ilegal e abusivo, com conhecimento, o consumidor vai poder chamar a polícia”.

Segundo Laerte, “estamos aqui para ouvir as pessoas, dar voz ao cidadão que está se sentindo lesado. A CPI já descobriu muitas coisas. Por exemplo, ficamos sabendo de um convênio do IPEM com a Energisa. O IPEM, responsável por auferir os medidores de energia, tinha convênio com a empresa de mais de R$ 1 milhão. O IPEM também falou que a variação na medição de energia, pode chegar a até 40%”.

O presidente lembrou ainda que “para piorar, a Energisa quis aumentar em 19,47% a nossa tarifa de energia. Eu fui em Brasília, na sessão da Aneel, fiz uma defesa de nós, consumidores de Rondônia. Já está caro demais a energia, e ainda queriam mais aumento, que foi cancelado. A Energisa deve R$ 1,7 bilhão ao Estado, mas quer pagar menos da metade. Mas, para cobrar é muito ágil. Eu nunca vou botar essa matéria em pauta. Eles vão ter que pagar tudo o que devem para o Estado, sem descontos. Um projeto desses só passa na Assembleia se me cassarem o mandato”.

Segundo ele, “a culpa do aumento exorbitante na conta de energia, ao meu ver, se deve à ação suspeita desses medidores. Eles acusam os consumidores de fazerem gatos, mas parecer que o gato está do outro lado do balcão”.

Sobre os investimentos anunciados pela empresa para Rondônia, no valor R$ 500 milhões, Laerte Gomes comentou que “ainda não vi começar obra nenhuma, mas esse recurso vem de nossa conta de energia. Essas tarifas sociais que a Energisa diz que subsidia, é mentira. A Aneel repassa recursos a título de compensação das tarifas sociais. Nossa luta é que a empresa cobre uma energia justa, forneça um serviço de qualidade e respeite o cidadão, o consumidor. Falar que ar condicionado gasta menos do que ventilador, com fez um diretor da empresa, é inaceitável”.

O presidente disse ainda que foi aprovado na Assembleia o projeto de lei 231/2019, de sua autoria, proibindo o corte sem a devida notificação com 15 dias de antecedência, ao consumidor. “Representantes da Energisa já disseram que não vão cumprir a lei, pois a concessão é federal. Mas, a lei leva em conta as normas da Aneel. Rondônia tem leis e precisam ser respeitadas. A concessão é federal e vamos colher todos os elementos para irmos pra cima”, finalizou.

REFIS MUNICIPAL | Prazo para renegociar dívidas com a prefeitura termina no dia 19 de dezembro

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Contribuintes que estão em débito com a Prefeitura de Porto Velho têm até o dia 19 de dezembro deste ano para renegociar suas dívidas, inclusive com até 100% de descontos de juros e multas, por meio do programa Refis Municipal, instituído na gestão do prefeito Hildon Chaves.

De acordo com a Procuradoria Geral do Município (PGM), “o Refis é um programa de estímulo à regularização fiscal dos contribuintes, ou seja, pessoas que tenham débitos em aberto com o município poderão renegociar suas dívidas, parcelar ou pagar à vista”.

Podem ser renegociados a Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos Domiciliares (TRSD), Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Auto de Infração de IPTU, Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), Auto de Infração de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), Taxa de Uso de Bem, Auto de Infração da Permissão de Uso de Bem Público, Taxa pelo Exercício do Poder de Polícia, Auto de Infração decorrente do exercício regular do Poder de Polícia, foros e créditos tributários que tenham sido objeto de parcelamento inadimplente.

As renegociações podem ser feitas na sede da PGM) na avenida 7 de Setembro, nº 1044, Centro, das 8 às 14 horas. A consulta das pendências está disponível ao contribuinte no site oficial da prefeitura, no endereço www.portovelho.ro.gov.br. O mesmo procedimento pode ser feito no site da Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), pelo www.semfazonline.com.

Dívidas podem ser parceladas em até 36 meses, conforme a Lei Complementar n° 779, de 11 de setembro de 2019, ou até 60 vezes, com valor do débito superior a R$ 200 mil e desconto de 50%.

Tabela de parcelamento com percentual de isenção de juros e multas

Até 6 parcelas – 100%

De 7 a 12 parcelas – 80%
De 13 a 18 parcelas – 70%
De 19 a 24 parcelas – 60%
De 25 a 30 parcelas – 50%

Especialistas não descartam novos casos de microcefalia por Zika vírus no País

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Pesquisadores ouvidos pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados não descartam o risco de novos casos de microcefalia causados por Zika vírus no País. Eles apontam que a gravidade dos casos registrados, principalmente no nordeste, tem relação com a bactéria saxitoxina (que se reproduz na água) associada à dengue e à desnutrição.

Mesmo após quatro anos da epidemia de zika, o Brasil continua com índices de incidência de microcefalia acima dos níveis mundiais nas regiões Nordeste, Centro-oeste e Sudeste. Em 2018, a cidade de Belo Vale, em Minas Gerais, registrou 50 casos por 10 mil habitantes, enquanto no restante do mundo esse índice é de dois casos por 10 mil.

Para o pesquisador em microbiologia celular Flávio Lara, os fatores responsáveis pela gravidade dos casos de microcefalia ainda não foram sanados e podem voltar a ocorrer. “A saxitoxina provavelmente é um deles, restrição proteica também, a desnutrição”, enumerou.

Lara afirmou que o próximo passo da pesquisa é identificar fatores ambientais que contribuem para maior incidência de dengue e zica no nordeste. “Fatores evitáveis para a gente poder se preparar para uma possível futura epidemia de zika na região”.

Saneamento
Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Renato Molica considera as condições de saneamento no País mais um agravante. Ele lembra que no Brasil apenas 52% do esgoto são coletados e desse total somente 46% são tratados, o que leva a condições ideais para a reprodução da saxitoxina, bactéria que não é retirada da água através do processo de tratamento atual.

A coordenadora geral de vigilância em saúde ambiental do Ministério da Saúde, Thais Cavendish, explicou que já existe um protocolo de tratamento da água potável que é atualizado a cada cinco anos, mas reconhece que os níveis de saneamento no Brasil ainda são muito baixos, dificultando esse controle.

Para o deputado Dr. Leonardo (Solidariedade-MT), autor do pedido para realização da audiência, a pesquisa demonstra que a situação é preocupante. “Demonstra a necessidade de mais recursos em pesquisa e de ampliar a discussão social, isso é papel da Câmara”, destacou.

Novos aposentados já seguirão regras da reforma; veja a quem se aplicam

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A promulgação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6 de 2019 – mais conhecida como reforma da Previdência – está agendada para a manhã desta terça-feira (12) no Congresso Nacional. Praticamente todas as novas regras passam a valer na data em que o texto for publicado no Diário Oficial, o que costuma acontecer entre um dia e uma semana depois da promulgação. A tramitação do projeto já está encerrada e ele não terá mais alterações.

Isso significa que todas as pessoas que se aposentarem deste dia em diante já terão o valor do benefício calculado pela nova metodologia – que tende a deixar a aposentadoria menor. Elas também começam a cumprir alguma das regras de transição, o que significa se aposentar um pouco mais tarde do que o inicialmente previsto. São seis transições diferentes aplicadas àqueles que já estavam próximos de se aposentar (veja cada uma delas aqui).

Para quem não muda nada

Só não estará sujeitos às novas regras quem cumprir os requisitos mínimos de aposentadoria antes da data da publicação da reforma da Previdência, ou seja, até esta semana. Essas pessoas têm direito a receber os benefícios integralmente pelas regras antigas, mesmo que só deem entrada no pedido junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) depois.

“Quem fez 60 anos ontem [no caso da mulher], poderá ter direito ao benefício antigo, quem fizer no fim da semana, depois da entrada em vigor, já entra para alguma das regras novas”, disse a advogada Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP).

Na aposentadoria por idade, é o caso de pessoas que já tenham completado 60 anos (mulheres) ou 65 anos (homens), com ao menos 15 anos de contribuição. Na aposentadoria por tempo de contribuição, são aqueles que concluíram um tempo mínimo de colaboração de 30 anos (mulheres) ou 35 anos (homens), sem exigência de idade mínima.

Para esses que já têm o direito garantido, o INSS fará o cálculo de como ficaria o benefício tanto pelas regras antigas quanto pelas novas, e concederá automaticamente o que for maior.

Ninguém que já receba algum benefício da Previdência, como aposentadoria ou pensão, terá o direito alterado.

O que muda

Na nova configuração, a aposentadoria por contribuição é extinguida e a idade mínima passa a ser igual para todos (exceto profissões especiais), de 62 anos para mulheres e 65 anos para os homens.

O tempo mínimo de contribuição continua sendo de 15 anos. Para os homens que entrarem no mercado de trabalho do dia da vigência em diante, o mínimo de contribuição subirá para 20 anos (são os trabalhadores homens que fizerem sua inclusão e sua primeira contribuição ao INSS a partir desta data).

Quem está perto de se aposentar entra em uma das regras de transição. Elas permitem, de maneira geral, se aposentar um pouco antes das novas idades mínimas de 62 (mulheres) ou 65 anos (homens). Em todas as regras de transição, entretanto, o cálculo para chegar ao valor da aposentadoria muda, e pode deixar o benefício menor.

“Quem tem até 42 ou 43 anos hoje, ou algo como 25 anos de contribuição, é quem se aposentará totalmente pelas regras novas, sem pegar nenhuma transição”, disse Adriane, do IBDP.

Novo cálculo para todos e aposentadoria menor

A reforma da Previdência mudou a conta a ser feita para calcular o valor das novas aposentadorias. O novo cálculo passa a ser aplicado automaticamente já no primeiro dia de vigência e atinge todos que ganham mais de um salário mínimo.

“Só em situações muito específicas a conta nova pode ser benéfica, para quem contribuir por mais de 40 anos, mas, para a grande maioria, haverá reduções significativas”, disse o advogado Roberto Santos, presidente do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev).

Isso acontece, explica, porque a nova metodologia reduz o benefício duplamente: reduz o cálculo da média salarial, e reduz também a porcentagem da média a que o aposentado tem direito. A média das contribuições é o benefício máximo que cada aposentado tem direito a receber, limitado ao teto do INSS (5.839,45 reais em 2019).

Hoje, para chegar a esse número, o INSS pega todos os pagamentos feitos pela pessoa desde 1994, retira as 20% menores contribuições e faz a média das 80% maiores. Com a nova regra, a média passa a ser tirada de 100% das contribuições do período, o que abarcará também os salários menores e puxa o resultado final para baixo.

Este novo cálculo da média será aplicado a todos os novos aposentados, inclusive em todas as regras de transição (os que cumpriram os requisitos mínimos antes da reforma ficam na conta antiga).

O acesso a essa média também fica mais rigoroso: quem tiver 15 anos de contribuição, agora, terá direito a 60% de sua média salarial, enquanto, na regra antiga da aposentadoria por idade, 15 anos de contribuição davam direito a 85% da média.

Alguém com média salarial de 2.000 reais, por exemplo, se aposentaria com 1.700 reais na regra antiga (85% de 2.000), e receberá 1.300 reais na nova (60% de 2.000). É uma redução de 24%. Como a própria média de base (de 2.000 reais, neste exemplo) deve ficar mais baixa, a redução final tende a ser ainda maior.

Receber o teto também fica mais longe: na regra antiga de aposentadoria por idade, o beneficiário tinha direito a se aposentar com 100% de sua média com 30 anos de contribuição. Na nova regra, mulheres precisarão de 35 anos e homens, de 40. Por outro lado, quem contribuir por mais de 40 anos poderá ganhar até 110% da média.

Salário mínimo é exceção

A exceção às mudanças de cálculo são as pessoas que já se aposentariam recebendo um salário mínimo (998 reais em 2019) – elas são cerca de 70% dos beneficiários do INSS atualmente.

Como qualquer benefício do INSS – seja aposentadoria ou pensão – continua não podendo ser menor do que o salário-base do país, esses trabalhadores não terão alteração no valor a ser recebido. Eles continuam com o recebimento do mínimo garantido.

Pensões e aposentadoria por invalidez

Pensões por morte (pagas a cônjuge e dependentes de beneficiário falecido) e aposentadoria por invalidez (concedidas a quem tem incapacidade permanente) também têm novos cálculos e regras que passam a ser aplicados no dia da publicação do texto da reforma no Diário Oficial.  A tendência é também que fiquem menores, limitados igualmente ao piso do salário mínimo.

Aqueles que já tinham o direito ao benefício adquirido antes disso seguem com o direito às regras antigas, mesmo que deem entrada do pedido no INSS depois.

No caso das pensões, o que vale é a data do óbito – se o familiar faleceu antes da entrada em vigor da reforma, os dependentes recebem a pensão pela regra antiga; se faleceu no dia da publicação ou depois, recebem pela nova.

No caso da aposentadoria por invalidez a definição é mais cinzenta, mas a tendência é que prevaleça a data de emissão da perícia – se o laudo médico que indica a incapacidade permanente da pessoa para o trabalho for dado antes da publicação da reforma, o benefício fica nas regras antigas.

As aposentadorias por invalidez passam a seguir o mesmo cálculo das aposentadorias gerais, proporcional ao tempo de contribuição (a partir de 60% da média salarial para 15 anos de contribuição). No caso das pensões, a família, que antes recebia o benefício integral do parente falecido, receberá de 60% a 100% do benefício, de acordo com o número de dependentes.

Sem mudanças: Estados, municípios, BPC e rural

Servidores públicos estaduais e municipais ficaram de fora da reforma e, por ora, não sofrem nenhuma mudança em suas regras de aposentadoria.

Idosos e deficientes de baixa renda, que têm direito a receber um salário mínimo pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), também ficaram de fora e não tiveram as regras alteradas. O mesmo aconteceu com os trabalhadores rurais, que seguem com as mesmas regras de antes: idade mínima de 55 anos para mulheres e 60 para homens, com no mínimo 15 anos de contribuição.

Extensão do JPII, Assistência Médica Intensiva já atendeu até outubro deste ano a quase 500 pacientes

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Desde 2013 atendendo aos pacientes que precisam de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) na capital, a Assistência Médica Intensiva (AMI), localizada na zona Sul da cidade, é uma extensão do Hospital e Pronto Socorro João Paulo II (JPII), que concentra maior parte dos atendimentos do estado.

Desde o início de 2019 até o final do último mês, a unidade atendeu à média de 468 pessoas, levando em consideração a base de 19 admissões em setembro, e outras 29 em outubro, com a rotatividade de 10 pacientes mensalmente. São 204 servidores voltados ao serviço, que contribui na busca por desafogar a UTI do JPII, com a disponibilização de 29 leitos.

Segundo o coordenador da equipe médica, doutor José Armir, mais três médicos foram encaminhados para a AMI nos últimos dias. A equipe conta com 21 médicos intensivistas e um cardiologista. “Nossa escala está completa, não temos do que reclamar”, diz o profissional.

A AMI atende aos pacientes transferidos do JPII, sendo estes 95%, mas também recebe pessoas encaminhadas do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HB) e do interior do estado. “Temos 82 técnicos de enfermagem, um número expressivo e suficiente, e 18 enfermeiros. São seis fisioterapeutas, que se concentram no bloco 4, onde ficam os casos mais graves, e quando há necessidade do atendimento desses profissionais em outro bloco, nós remanejamos. São dois nutricionistas e um fonoaudiólogo. Temos ainda três psicólogos e outros três assistentes sociais, que são essenciais para o atendimento não só aos pacientes, mas também aos familiares”, conta a coordenadora geral da AMI, Damile Cristina Neves da Silva.

A coordenadora garante que a equipe trabalha com atendimento humanizado e dedicada ao bom serviço.

“Recebemos pessoas, a maioria idosa, que já estão em estado grave, em uma situação muito frágil, e as famílias sofrem junto. É preciso ter sensibilidade para estar aqui, e todos aqui são muito dedicados”, revela Damile Cristina.

No local, são realizados exames laboratoriais e raio-x, e quando há necessidade de outros pedidos o paciente é levado até o lugar que oferece o serviço. O almoxarifado e farmácia da unidade são bem abastecidos, segundo a coordenadora, e não faltam medicamentos para os pacientes.

As visitas acontecem das 14h às 16h30, todos os dias, dividindo-se o horário entre os quatro blocos. Os visitantes devem ir munidos de documento pessoal com foto e sem nenhum acessório como brinco, anel ou relógio, para evitar a contaminação.

Segundo o doutor José Armir, o máximo de tempo em que pacientes mais graves já ficaram na unidade foi de quatro a cinco meses. O fluxo costuma variar entre 20 dias e quando o paciente recebe alta para a enfermaria, ele é conduzido para o JPII novamente, onde deve continuar o tratamento até ter alta para casa.

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

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A educação é um dos aspectos mais importantes no crescimento e no desenvolvimento de uma criança. Grande parte dos valores que os jovens adquirem vem de casa, mas é importante saber que a escola tem um papel fundamental nessa dinâmica. Na Dinamarca, por exemplo, as crianças têm a oportunidade de aprender o que é a empatia dentro da sala de aula, com o objetivo de que elas se transformem em adultos felizes, tolerantes e aptos a transmitir os mesmos valores às próximas gerações.

O Incrível.club acha que é muito importante que as crianças aprendam desde cedo o que é empatia; além disso, ser empático é importante para reconhecer e entender os sentimentos das outras pessoas para que a sociedade continue a se desenvolver de maneira positiva. Nesse sintido, consideramos que o sistema da Dinamarca é um modelo a seguir.

O que há por trás da felicidade na Dinamarca

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

Segundo o Relatório de Felicidade Mundial (World Happiness Report), a Dinamarca é considerada um dos países mais felizes do mundo. Provavelmente, a educação oferecida às crianças desde cedo tem uma grande participação nessa posição, já que no país é obrigatório que as crianças de 6 a 16 anos estudem e tenham uma aula em que elas aprendem o que é a empatia.

Uma aula para aprender a compreender os outros

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

A professora e escritora dinamarquesa Iben Sandahl é a fundadora do The Danish Way, e em sua publicação entitulada Class time (Tempo de aula) ela indica que oferecer um espaço para que os alunos possam se comprometer com o seu desenvolvimento mental é fundamental para melhorar a compreensão e a aceitação deles mesmos e das pessoas com quem eles convivem. Toda semana, as crianças têm essa aula, que dura uma hora. Ao aprender sobre empatia, eles adquirem uma visão mais ampla do bem-estar tanto na escola como na vida em geral.

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

Além disso, Iben afirma que essa aula tem muitos propósitos, mas o mais importante é que as crianças se sintam cômodas e estejam em um ambiente em que se sintam suficientemente confiantes para falar sobre os seus problemas. Um dos aspectos fundamentais é que todos mostrem respeito. Depois de expressar os seus sentimentos, a criança recebe ideias de seus companheiros para resolver o conflito que está vivendo e, assim, entender que tudo vai dar certo. Segundo a autora, o método existe desde 1993 no sistema educacional da Dinamarca e foi pouco a pouco se firmando como uma outra matéria obrigatória dentro da grade horária.

A metodologia para ensinar empatia

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

Na tentativa de encontrar a razão por trás da felicidade dos dinamarqueses, as autoras Iben e Jessica Alexander lançaram um livro que indagava e tentava compreender de uma maneira mais profunda a maneira como a empatia era ensinada às crianças. Elas perceberam que a chave não estava apenas na escola, no sistema social ou no governo, mas na infância e na relação com os pais, que são fundamentais nessa dinâmica. Ao criar crianças felizes e emocionalmente seguras, os pais dão a oportunidade de que os seus filhos sejam adultos capazes de replicar a mesma felicidade e de compartilhar os mesmos valores para os seus filhos.

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

A importância da empatia

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

Como afirmado no livro, a maneira como os pais criam os seus filhos não é a única razão por trás da felicidade dinamarquesa, mas é bastante importante. Existem outros fatores que contribuem para essa situação, como permitir que a criança brinque ao aprender. Além disso, é importante dar espaço para que ela descubra como se comportar em uma negociação e aprenda a se sentir cômoda com as outras pessoas.

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

Em uma entrevista, Jessica Alexander reafirmou a importância da brincadeira no processo de autoconhecimento e de entendimento do outro. Afinal de contas, não importa se uma criança é muito boa em uma determinada área, se ela não consegue empatizar com as outras pessoas é provável que ela não chegue tão longe. Sem dúvida nenhuma, é importante ensinar às crianças a importância da empatia, do companheirismo e do trabalho em equipe.

Nas escolas da Dinamarca as crianças têm uma aula que ensina o que é a empatia

O que acha do sistema educacional da Dinamarca? Você acha que esses conceitos deveriam ser implantados em outros países? Compartilhe a sua opinião nos comentários.

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