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sexta-feira, junho 19, 2026
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Desmatamento em Rondônia tem queda histórica e atinge menor índice da série

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desmatamento em rondônia
Rondônia registrou queda histórica no desmatamento, segundo dados oficiais do TerraBrasilis/Inpe/Prodes.

Desmatamento em Rondônia teve queda histórica e alcançou o menor índice desde o início do monitoramento oficial, em 2008. Segundo dados divulgados pelo Governo de Rondônia, com base na plataforma TerraBrasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estado reduziu em 86,20% as áreas desmatadas entre 2021 e 2025.

O resultado coloca Rondônia no centro de um debate importante para a Amazônia. Além da preservação ambiental, os números reforçam a necessidade de manter fiscalização, tecnologia, produção sustentável e acompanhamento permanente em áreas sensíveis do estado.

Dados principais
Queda histórica no estado
86,20%
redução das áreas desmatadas entre 2021 e 2025.
22.666,52 ha
total registrado em 2025, o menor da série histórica.

Desmatamento em Rondônia caiu de forma contínua

A sequência de dados mostra uma redução expressiva nos últimos anos. Em 2021, Rondônia registrou 164.222,03 hectares de áreas desmatadas. Em 2022, o número caiu para 144.840,11 hectares. Já em 2023, o total foi de 79.433,67 hectares.

Arte jornalística sobre a Amazônia em Rondônia, com monitoramento por mapas, equipe de resgate em formação e embarcação em rio da floresta.
Composição mostra monitoramento territorial, equipe operacional e embarcação em área amazônica de Rondônia.

Na sequência, o desmatamento em Rondônia voltou a cair. Em 2024, o estado registrou 37.750,97 hectares. Em 2025, chegou a 22.666,52 hectares, resultado que ficou abaixo do antigo menor índice da série, registrado em 2009, quando Rondônia somou 42.000,12 hectares.

Evolução recente
Índice ano a ano
2021164.222,03 ha
2022144.840,11 ha
202379.433,67 ha
202437.750,97 ha
202522.666,52 ha

Monitoramento por satélite fortalece fiscalização

De acordo com a divulgação oficial, a redução está associada ao uso de tecnologia, análise de imagens de satélite, monitoramento remoto e ações de fiscalização em campo. A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental também cita o uso de dados de focos de calor disponibilizados pelo Inpe para orientar operações ambientais.

Esse tipo de ferramenta permite identificar áreas críticas com mais rapidez. Assim, equipes conseguem direcionar ações para regiões onde há maior risco de avanço ilegal sobre a floresta. No caso do desmatamento em Rondônia, a combinação entre informação técnica e presença em campo se tornou parte central da estratégia ambiental.

Estratégia ambiental
Frentes que ajudam no resultado
Tecnologia
Satélites e dados do Inpe ajudam a localizar áreas sob pressão.
Fiscalização
Operações em campo ampliam a resposta contra crimes ambientais.
Produção sustentável
Práticas produtivas reduzem a pressão sobre novas áreas.

Queda reforça debate sobre Amazônia e economia

A queda do desmatamento em Rondônia ocorre em um momento em que o estado busca conciliar produção rural, conservação ambiental e recuperação de áreas degradadas. A fonte oficial cita práticas como rotação de pastos, recuperação de pastagens e incentivo a cadeias produtivas que mantêm a floresta em pé, como cacau e café.

O desafio, porém, segue grande. Rondônia está em uma área estratégica da Amazônia Legal, com rios, unidades de conservação, propriedades rurais, áreas produtivas e regiões de difícil acesso. Por isso, a redução histórica não encerra o problema, mas indica uma mudança relevante no ritmo de perda de vegetação.

Por que importa
Impacto para Rondônia
Imagem ambiental
O menor índice fortalece Rondônia no debate sobre a Amazônia.
Economia sustentável
O resultado pode valorizar agro responsável e bioeconomia.
Fiscalização permanente
A queda precisa continuar nos períodos de maior risco.

Desmatamento em Rondônia exige acompanhamento contínuo

Mesmo com o resultado positivo, o combate ao desmatamento em Rondônia depende de continuidade. A fiscalização precisa permanecer ativa, sobretudo no período de estiagem, quando aumentam os riscos de queimadas, abertura irregular de áreas e pressão sobre unidades de conservação.

Composição jornalística sobre a Amazônia em Rondônia, com aeronave de combate ao fogo, veículos de apoio na floresta e aves silvestres.
Imagem editorial mostra ação de combate ao fogo na floresta e a biodiversidade amazônica em destaque.

Para a população, os dados ajudam a entender que a redução do desmatamento em Rondônia envolve planejamento territorial, regularização, educação ambiental, presença do poder público e produção rural responsável. Portanto, o novo índice deve ser tratado como avanço, mas também como compromisso permanente.

Se a tendência for mantida, Rondônia poderá fortalecer sua imagem ambiental, ampliar o valor de cadeias produtivas sustentáveis e mostrar que desenvolvimento e proteção da Amazônia precisam caminhar juntos. O desafio agora é transformar o menor índice da série histórica em uma política de longo prazo contra o desmatamento em Rondônia.

Fonte da notíciaGoverno de Rondônia, com base em dados da plataforma TerraBrasilis/Inpe e do Prodes.

Semaglutida brasileira avança com teto de preço definido pela Anvisa

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Embalagem da semaglutida brasileira Ozivy, medicamento injetável da EMS, em fundo claro e horizontal
Ozivy, primeira caneta de semaglutida brasileira da EMS, teve teto de preço definido pela CMED.

35Semaglutida brasileira terá o mesmo teto de preço do Ozempic e do Wegovy, segundo definição da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, a CMED, órgão vinculado à Anvisa. A decisão abre caminho para a chegada do Ozivy, primeira caneta nacional de semaglutida da EMS, às farmácias brasileiras.

A definição do preço máximo é uma etapa obrigatória antes da comercialização de medicamentos no país. Apesar do teto regulatório igual ao dos concorrentes estrangeiros, a EMS informou ao G1 que pretende praticar preço cerca de 30% menor. O valor final de mercado e a data de venda ainda serão anunciados pela empresa.

Painel de preço

Os principais números da semaglutida brasileira

A decisão da CMED define o limite regulatório, mas não obriga a EMS a vender pelo teto.

R$ 1.077,79
Teto sem imposto

Preço máximo para canetas de 1,5 ml, sem ICMS.

30%
Desconto prometido

Percentual que a EMS diz pretender aplicar frente à concorrência.

R$ 630
Estimativa citada

Valor aproximado nas dosagens menores, caso o desconto se confirme.

Semaglutida brasileira depende de preço final para chegar ao consumidor

A semaglutida brasileira foi anunciada após a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Com a etapa do teto de preço definida, a comercialização fica mais próxima, embora ainda dependa da decisão comercial da fabricante e da chegada efetiva do produto às farmácias.

Segundo a reportagem, nenhuma farmácia pode cobrar acima do preço máximo definido pela CMED. No entanto, o teto não representa necessariamente o valor de prateleira. Ele funciona como limite regulatório. Portanto, a EMS pode vender abaixo desse valor, conforme informou que pretende fazer.

Como funciona

O caminho até a venda nas farmácias

1. Liberação sanitária

A Anvisa autorizou a caneta Ozivy, fabricada pela EMS.

2. Definição do teto

A CMED estabeleceu o preço máximo permitido para o medicamento.

3. Decisão comercial

A empresa ainda vai informar o preço de mercado e a data de chegada às farmácias.

CMED comparou Ozivy a Ozempic e Wegovy

Na decisão, a CMED enquadrou o Ozivy na chamada categoria 4, usada para novas apresentações de medicamentos que já existem no mercado. Por isso, a semaglutida brasileira foi comparada ao Ozempic e ao Wegovy, o que permitiu a definição de teto equivalente.

O valor final também muda conforme a carga tributária de cada estado. Em São Paulo, com alíquota de 18%, o teto chega a R$ 1.314,37. Em Alagoas, onde a alíquota é de 19%, o limite sobe para R$ 1.330,60. Já nas versões de 3 ml, o preço máximo sem imposto é de R$ 1.399,72.

Comparação regulatória

O que muda entre teto e preço de venda

Teto regulatório
Limite máximo

É o valor acima do qual a farmácia não pode vender o medicamento.

Preço de mercado
Definição comercial

É o valor que a EMS ainda deve anunciar para o consumidor.

Imposto estadual
Varia por região

O ICMS altera o teto final conforme a alíquota aplicada em cada estado.

Quais versões da semaglutida brasileira foram autorizadas

A EMS está autorizada a produzir quatro apresentações do Ozivy, todas com solução injetável de 1,34 mg/ml. A lista inclui cartucho de 1,5 ml com caneta aplicadora, dois cartuchos de 1,5 ml, cartucho de 3 ml e dois cartuchos de 3 ml.

O G1 informou que a empresa deve apresentar o preço de mercado e a data de chegada às farmácias na próxima semana. Até lá, o principal dado confirmado é o teto definido pela CMED. Assim, a semaglutida brasileira avança uma etapa importante, mas o consumidor ainda precisa aguardar o valor final.

Impacto ao consumidor

O que ainda falta confirmar

Preço real
Valor nas farmácias

A EMS afirma que pretende cobrar menos, mas ainda não divulgou o preço final.

Data de venda
Chegada ao varejo

A empresa também ainda deve informar quando o Ozivy estará disponível.

Concorrência
Mercado em movimento

A queda da patente pode aquecer o setor e influenciar a disputa por preços.

A reportagem também aponta que especialistas avaliam que a queda da patente pode aquecer o mercado e tornar os preços menores e mais acessíveis. A Anvisa tinha, até o início do ano, 17 pedidos de registro de medicamentos à base de semaglutida, e o Ozivy foi a primeira aprovação de semaglutida brasileira.

Com isso, a semaglutida brasileira entra em uma fase decisiva. O teto de preço já foi definido, a autorização sanitária foi concedida e a fabricante promete valor menor. No entanto, a confirmação prática para o consumidor dependerá do anúncio oficial do preço de mercado e da disponibilidade nas farmácias.

Fonte da notícia: G1

Acre se prepara para seca severa e risco elevado de incêndios

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Brigadista observa margem de rio seco na Amazônia durante alerta de seca severa no Acre e risco de incêndios
Cenário de estiagem, fumaça e rio baixo reforça o alerta para seca severa no Acre e risco de incêndios florestais.

A seca severa no Acre colocou a Defesa Civil em mobilização antecipada diante do risco elevado de incêndios florestais, ondas de calor, falta de água e piora da qualidade do ar em 2026. O alerta foi reforçado pelo governo acreano após projeções climáticas indicarem um cenário mais crítico para o segundo semestre.

A preocupação não fica restrita ao Acre. A seca severa no Acre também serve como sinal de atenção para Rondônia e outros estados da Amazônia, já que a estiagem intensa pode ampliar queimadas, fumaça, impactos na saúde respiratória, prejuízos no campo e dificuldades para comunidades ribeirinhas, indígenas e rurais.

Alerta climático

Seca severa no Acre exige preparação antes do período crítico

22municípios mobilizados

Equipes da Defesa Civil percorrem cidades acreanas para orientar gestores, técnicos e comunidades.

2026ano de risco climático

Projeções indicam possibilidade de estiagem prolongada, calor intenso e aumento dos focos de fogo.

Seca severa no Acre mobiliza Defesa Civil

A mobilização preventiva começou com reuniões estratégicas entre a Defesa Civil Estadual, defesas civis municipais, pesquisadores, universidades e representantes de diferentes secretarias. O objetivo é preparar respostas antes que a seca severa no Acre avance para sua fase mais delicada.

Entre as medidas discutidas estão planos de contingência, abastecimento emergencial de água, prevenção de focos de incêndio e proteção de populações mais vulneráveis. A orientação é agir antes que rios baixem, poços sejam pressionados e a fumaça afete a rotina das cidades.

Segundo o governo acreano, a preparação envolve ainda palestras em escolas e encontros com comunidades. A intenção é ampliar a percepção de risco e fazer com que moradores também atuem na prevenção, principalmente em áreas urbanas, terrenos baldios, zonas rurais e regiões próximas a vegetação seca.

Mapa de impactos

O que pode piorar com a estiagem

Abastecimento

Áreas urbanas e rurais podem enfrentar pressão sobre rios, poços, nascentes e sistemas de distribuição.

Saúde pública

Fumaça, baixa umidade e calor intenso aumentam riscos para crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias.

Produção rural

Agricultura, pecuária e piscicultura podem sofrer perdas com falta de água e aumento da temperatura.

Comunidades isoladas

Ribeirinhos, indígenas e famílias em áreas remotas podem enfrentar dificuldade logística e assistência mais complexa.

Incêndios florestais preocupam autoridades

O risco de incêndios florestais é uma das maiores preocupações. Em períodos de baixa umidade e altas temperaturas, pequenos focos de fogo podem se transformar rapidamente em grandes ocorrências. Por isso, a seca severa no Acre exige resposta integrada entre Estado, municípios, Bombeiros, órgãos ambientais e população.

O alerta também tem peso para Rondônia. Durante a estiagem, o estado costuma enfrentar fumaça, calor, aumento de queimadas e piora da qualidade do ar, principalmente em Porto Velho e em municípios com forte presença rural. Assim, acompanhar a seca severa no Acre ajuda Rondônia a antecipar medidas preventivas na Amazônia Ocidental.

Leitura regional

Por que Rondônia deve acompanhar o alerta

Rio Madeira

O período seco exige atenção ao nível dos rios, à navegação, ao abastecimento e às comunidades ribeirinhas.

Fumaça

Queimadas em áreas próximas podem espalhar fumaça e afetar cidades, escolas, unidades de saúde e rodovias.

Plano preventivo mira água, fogo e saúde

Além da mobilização nos municípios, o Acre também realizou reunião técnica para apresentar prognósticos climáticos e ações preventivas para o período de seca. A estratégia inclui integração entre órgãos ambientais, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, instituições de pesquisa e comunidades.

O governo acreano também informou investimentos superiores a R$ 4,5 milhões, por meio do Programa REM Acre Fase 2, para ações descentralizadas de prevenção, mitigação e resposta rápida. A proposta é fortalecer o enfrentamento aos eventos extremos antes que a seca severa no Acre provoque danos maiores.

Outro ponto de atenção é a previsão climática para a Amazônia entre junho e agosto. Segundo informações apresentadas em reunião técnica, há indicação de temperaturas acima da média, com variação entre 1°C e 1,5°C. Esse cenário pode intensificar os efeitos da estiagem em toda a região.

Como reduzir riscos

Medidas que ganham urgência na Amazônia

Evitar qualquer queimada

Mesmo fogo pequeno pode sair do controle em dias de vento, calor e vegetação seca.

Planejar abastecimento

Municípios precisam mapear áreas vulneráveis e organizar respostas para falta de água.

Proteger grupos vulneráveis

Crianças, idosos, indígenas, ribeirinhos e pessoas com asma exigem atenção especial.

Monitorar a fumaça

A qualidade do ar deve ser acompanhada para orientar saúde, escolas e atividades externas.

Seca severa no Acre reforça prevenção em toda a Região Norte

A seca severa no Acre mostra que o enfrentamento aos extremos climáticos precisa começar antes da emergência. Quando a fumaça toma as cidades, os rios baixam e os incêndios se espalham, o custo social, ambiental e econômico fica muito maior.

Por isso, a seca severa no Acre deve servir como aviso para Rondônia e para toda a Região Norte. A preparação antecipada pode reduzir danos, proteger famílias vulneráveis, evitar prejuízos ao campo e diminuir o impacto dos incêndios florestais durante o período mais seco da Amazônia.

Fonte da notícia

Informações baseadas em comunicados oficiais da Agência de Notícias do Acre, Defesa Civil Estadual, Instituto de Mudanças Climáticas do Acre e reunião técnica sobre prognósticos climáticos para o período de seca.

Café especial produzido em aldeia indígena ganha destaque na Rondônia Rural Show

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Rafael Paitér Suruí participa do RuralCast sobre café da aldeia e produção indígena na Rondônia Rural Show 2026
Rafael Paitér Suruí contou no RuralCast como o café especial transformou famílias indígenas e ganhou reconhecimento nacional.

O café da aldeia ganhou destaque no RuralCast durante a Rondônia Rural Show 2026. Em entrevista ao jornalista Isaías Sena, o produtor indígena Rafael Mopimop Paitér Suruí contou como a produção de café especial ajudou a transformar a realidade de famílias indígenas em Rondônia.

Rafael, que também se apresentou como cacique da aldeia Paitér Suruí, falou sobre tradição, trabalho coletivo, permanência dos jovens na comunidade e valorização da produção indígena. Durante a conversa, ele destacou o café premiado que alcançou 100 pontos em concurso citado na entrevista e afirmou que uma saca do produto especial pode chegar a R$ 4 mil.

Café da aldeia virou referência nacional

Logo no início da entrevista, Isaías Sena apresentou o tema como uma história de quebra de paradigmas. O café da aldeia, produzido pela família Mopimop e pelo povo Paitér Suruí, foi tratado como exemplo de qualidade, organização e superação dentro do agronegócio.

Rafael explicou que o contato com a cultura do café começou ainda em 1981. Segundo ele, embora o café não fizesse parte da cultura tradicional indígena, a família percebeu que a atividade poderia gerar renda, sustentar famílias e abrir uma nova oportunidade de trabalho dentro da própria comunidade.

Rafael Paitér Suruí fala no RuralCast sobre café especial produzido em aldeia indígena de Rondônia
Produtor indígena destacou café especial, juventude na aldeia, parceria técnica e valorização da produção Paitér Suruí.

Rafael Paitér Suruí apresenta a história do café da aldeia

O trecho introduz a história do café indígena, a produção dentro da aldeia e o reconhecimento alcançado pelo produto.

Dados principais
A entrevista mostra como o café especial fortaleceu famílias indígenas, valorizou a aldeia e ajudou a reposicionar a produção Paitér Suruí no agro.
1981
foi o ano citado como início do contato da comunidade com o café
100 pontos
foi a pontuação citada para o café especial premiado
200
produtores participaram do concurso mencionado na entrevista
R$ 4 mil
foi o valor citado para uma saca do café premiado

Trabalho coletivo fortaleceu famílias Paitér Suruí

Na entrevista, Rafael afirmou que o trabalho com café passou de geração em geração. Ele lembrou que seu pai começou a atividade mesmo sem dominar todas as técnicas, porque percebeu que o cultivo ajudava no sustento da família. Depois, segundo o produtor, outras famílias do povo Paitér Suruí também passaram a trabalhar com o café.

Com o tempo, a organização coletiva se tornou parte essencial desse avanço. Rafael mencionou a criação de cooperativa, a busca por informação, a melhoria das técnicas e a parceria com a Três Corações, empresa citada na entrevista como compradora e parceira no processo de valorização do produto.

Rafael fala sobre início da produção e organização coletiva

O trecho explica como o café passou a sustentar famílias e levou a comunidade a buscar organização, técnica e mercado.

Café premiado alcançou 100 pontos em concurso

Um dos momentos mais fortes da entrevista foi o relato sobre o café especial premiado. Rafael afirmou que, em um concurso com 200 produtores, o café produzido por sua família alcançou 100 pontos, resultado apresentado como motivo de orgulho para indígenas e não indígenas.

Segundo o produtor, o reconhecimento ajudou a mostrar que o café da aldeia pode competir em qualidade e conquistar espaço em mercados de maior valor. A fala também reforça a importância de assistência técnica, melhoria do processo produtivo e acesso a compradores capazes de valorizar cafés diferenciados.

Café especial alcança 100 pontos entre produtores

O trecho detalha o concurso citado na entrevista e o resultado de 100 pontos alcançado pelo café especial.

Leitura analítica

Produção indígena ganha valor quando une tradição, técnica e mercado

Tradição: a produção nasce dentro da aldeia, com trabalho familiar e fortalecimento comunitário.

Técnica: capacitação, cooperativa e assistência ajudam a elevar qualidade e padronização do café.

Mercado: o reconhecimento abre espaço para preços melhores e combate preconceitos sobre a produção indígena.

Jovens passaram a ver oportunidade dentro da aldeia

Rafael também associou o sucesso do café à permanência dos jovens na aldeia. Segundo ele, muitos antes buscavam emprego na cidade, mas passaram a enxergar na produção uma alternativa de trabalho, renda e futuro dentro da própria comunidade.

O produtor afirmou que, depois do reconhecimento do café de 100 pontos, os jovens passaram a acreditar mais na atividade. Para Rafael, o café da aldeia oferece uma oportunidade concreta para que novas gerações continuem no território, aprendam com os mais velhos e mantenham viva a produção familiar.

Café ajuda jovens a permanecerem na aldeia

O trecho mostra como o café passou a ser visto pelos jovens como alternativa de renda e permanência na comunidade.

Saca do café premiado pode chegar a R$ 4 mil

Ao falar sobre valor de mercado, Rafael afirmou que uma saca do café premiado chega a ser comercializada por R$ 4 mil. O valor foi apresentado na entrevista como resultado direto da qualidade, do reconhecimento e do avanço técnico da produção.

Esse dado reforça a mudança de escala da atividade. O café deixa de ser apenas uma alternativa de subsistência e passa a representar produto de alto valor agregado. Assim, o café da aldeia se torna também símbolo de protagonismo indígena dentro do agronegócio de Rondônia.

Rafael cita saca de café premiado a R$ 4 mil

O trecho destaca o valor citado para a saca do café premiado e mostra o impacto econômico da qualidade alcançada.

Produção indígena também combate preconceitos

No fim da entrevista, Rafael afirmou que ainda existe discriminação contra povos indígenas e lembrou que há quem diga que indígena não trabalha. Em resposta, ele destacou que o resultado alcançado pelo café mostra capacidade, dedicação e igualdade no trabalho.

A fala dá ao episódio um peso além do agronegócio. A história de Rafael Paitér Suruí mostra como a produção pode gerar renda, valorizar identidades, fortalecer famílias e abrir caminho para que outras aldeias conheçam técnicas, mercados e possibilidades de produção sustentável.

Com isso, a Rondônia Rural Show 2026 aparece como palco de uma narrativa que une agro, cultura, juventude e reconhecimento. O café da aldeia deixa de ser apenas produto e passa a representar uma história de superação, orgulho e transformação para o povo Paitér Suruí.

Fonte da notícia:
RuralCast.

RuralCast mostra planos para fortalecer a agricultura familiar em Porto Velho

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Douglas Bener fala sobre agricultura familiar em Porto Velho no RuralCast
Douglas Bener participa do RuralCast em conversa sobre agricultura familiar, maquinários e apoio ao produtor rural.

A agricultura familiar em Porto Velho foi o tema central da entrevista com Douglas Bener, secretário Municipal de Agricultura de Porto Velho, no RuralCast. Em conversa com o jornalista Isaías Sena, ele falou sobre novos projetos da Semagric, modernização do atendimento, compra de maquinários, transporte da produção e ações voltadas aos produtores rurais da capital.

Durante o episódio, o secretário afirmou que a Rondônia Rural Show Internacional 2026 abre um novo tempo para o produtor, especialmente pela possibilidade de aproximar tecnologia, gestão pública e serviços do campo. A entrevista também destacou a expansão do programa Porteira Adentro, o apoio à agricultura familiar e a necessidade de reduzir burocracias para atender melhor comunidades rurais e distritos.

RuralCast debate agricultura familiar em Porto Velho com Douglas Bener
Entrevista aborda apoio ao produtor rural, mecanização, transporte da produção e fortalecimento da agricultura familiar.

Agricultura familiar em Porto Velho tem foco em menos burocracia

Ao ser questionado sobre o novo modelo de gestão, Douglas Bener afirmou que a primeira palavra é inovação. Segundo ele, a meta é fazer com que a administração pública seja mais transparente, rápida e desburocratizada, principalmente porque o produtor rural enfrenta dificuldades maiores por estar distante dos centros de atendimento.

O secretário lembrou que Porto Velho tem grande extensão territorial e milhares de quilômetros de estradas vicinais. Para ele, onde há estrada e comunidade rural, há também produtor que precisa de assistência, orientação técnica e serviços públicos próximos da realidade do campo.

Douglas Bener explica o novo jeito de atender o produtor

O trecho mostra o secretário defendendo uma Semagric mais rápida, moderna e próxima das comunidades rurais.

Dados principais
A entrevista reuniu projetos de atendimento direto, mecanização, regularização de acesso a programas e apoio logístico ao produtor rural.
Porteira Adentro
programa citado como principal frente de atendimento direto ao produtor
CAF
mutirões buscam ampliar acesso ao Certificado da Agricultura Familiar
Kits completos
novos maquinários e implementos foram citados como prioridade para diferentes perfis de produtores

Porteira Adentro segue como programa central da Semagric

Douglas Bener afirmou que o Porteira Adentro é hoje o principal programa da secretaria porque atende demandas diretas da produção. Entre os serviços citados estão destoca, gradagem, limpeza, apoio em áreas produtivas e outras ações executadas dentro das propriedades.

O secretário também mencionou o transporte da produção, o apoio com calcário, projetos de mudas, atendimento a associações e ações ligadas ao CAF, documento importante para agricultores familiares acessarem programas públicos.

Porteira Adentro e transporte da produção são detalhados

O trecho apresenta os serviços de porteira adentro, tratamento do solo, calcário, CAF e transporte da produção.

Cadeias produtivas precisam ser organizadas, diz secretário

Outro ponto destacado foi a necessidade de organizar as cadeias produtivas de Porto Velho. Douglas citou exemplos como mandioca, café, leite e outras culturas que dependem de planejamento, estudo de solo, orientação técnica, beneficiamento e escoamento.

Ao comentar a possibilidade de uma estrutura de abastecimento, o secretário afirmou que antes é preciso mapear a produção e entender onde cada cadeia pode se fortalecer. A ideia é que a agricultura familiar em Porto Velho tenha mais planejamento para produzir, beneficiar e vender melhor.

Organização das cadeias produtivas entra na pauta

A fala explica por que o município precisa organizar produção, logística, mercado e possíveis estruturas de abastecimento.

Olhar regional

O desafio é chegar até o produtor

Distância: Porto Velho tem comunidades rurais e distritos distantes da área urbana.

Serviço: produtores precisam de maquinário, assistência técnica, documentos e transporte.

Resultado: a gestão aposta em desburocratização, parcerias e atendimento mais próximo do campo.

Capacitação e parcerias ajudam no atendimento rural

Na entrevista, Douglas Bener afirmou que a Semagric tem equipe técnica atuando no campo e busca trabalhar em parceria com instituições como Embrapa, Emater e Senar. A proposta é atender associações, cooperados e produtores conforme a necessidade de cada região.

Segundo o secretário, a orientação técnica pode envolver documentação, planejamento produtivo, estudo de solo, equipamentos necessários, escoamento, mercado e organização das atividades. Esse apoio é considerado essencial para fortalecer a agricultura familiar em Porto Velho.

Secretário fala sobre assistência técnica e parcerias

O trecho mostra como a secretaria pretende aproximar assistência técnica, associações e parceiros institucionais.

Novos maquinários e kits devem ampliar serviços

Entre os anúncios citados, Douglas Bener falou sobre aquisição de kits completos para atender diferentes frentes de trabalho. Ele mencionou caminhões, equipamentos para transporte de calcário, implementos, plantadeiras, roçadeiras, tratoritos e estrutura para atender desde demandas maiores até pequenos produtores familiares.

O secretário afirmou que a intenção é montar uma estrutura capaz de responder a diferentes necessidades do campo. Para produtores da agricultura familiar, equipamentos menores podem ter impacto direto no preparo da área, na horta, na produção para consumo e na venda de excedentes.

Novos kits de maquinários são anunciados no RuralCast

O trecho detalha a compra de equipamentos e a ideia de formar kits completos para diferentes serviços rurais.

Contato direto com produtores é apontado como diferencial

No encerramento, Douglas Bener afirmou que a secretaria pretende ficar mais próxima dos produtores e acompanhar de perto os serviços executados no campo. Ele também agradeceu a recepção recebida na Semagric e disse que a meta é construir uma secretaria mais funcional, desburocratizada e presente nas comunidades.

Com a entrevista, o RuralCast colocou em evidência uma agenda municipal que dialoga diretamente com a agricultura familiar em Porto Velho: máquinas, documentação, transporte, assistência técnica, cadeias produtivas, distritos e presença do poder público nas propriedades rurais.

Douglas Bener fala sobre proximidade com o campo

O trecho final reforça a proposta de contato direto com produtores, servidores e comunidades rurais.

Fonte da notícia:
RuralCast.

Estados Unidos vão classificar CV e PCC como organizações terroristas

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Donald Trump em destaque com grupos criminosos ao fundo em composição sobre CV e PCC como terroristas
Imagem editorial simboliza a decisão dos Estados Unidos de classificar CV e PCC como organizações terroristas.

CV e PCC como terroristas será a nova classificação adotada pelos Estados Unidos para as facções brasileiras Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital. O anúncio foi feito pelo Departamento de Estado norte-americano nesta quinta-feira (28) e, segundo a publicação, a medida passa a valer a partir de 5 de junho.

A decisão coloca as duas organizações na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras, conhecida pela sigla FTO. A medida foi tomada com base na Lei de Imigração e Nacionalidade dos Estados Unidos e em uma ordem executiva do presidente Donald Trump. No Brasil, a classificação acendeu alerta por seus possíveis efeitos diplomáticos, jurídicos e de cooperação internacional.

Painel principal

O que a decisão dos EUA coloca em jogo

5 de junho
Início da validade
Data prevista para a medida entrar em vigor.
2 facções
CV e PCC
Grupos brasileiros citados no anúncio.
FTO
Lista estrangeira
Categoria usada pelos Estados Unidos.

CV e PCC como terroristas entram na lista americana

Segundo a Agência Brasil, o governo dos Estados Unidos informou que a inclusão de CV e PCC como terroristas será formalizada após publicação no Federal Register, o diário oficial norte-americano. A designação foi anunciada pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que afirmou que as facções estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil.

No comunicado citado pela reportagem, Rubio disse que os grupos comandam milhares de membros e teriam orquestrado ataques contra policiais, autoridades públicas e civis. Ele também afirmou que a influência e as redes ilícitas dessas organizações ultrapassam as fronteiras brasileiras.

Como funciona

A classificação depende de publicação oficial

Anúncio:
decisão comunicada pelo Departamento de Estado.
Registro:
validade após publicação no Federal Register.
Efeito:
tema passa a ter peso diplomático maior.

Governo brasileiro tentava evitar a medida

A reportagem informa que o governo brasileiro vinha tentando evitar a designação de CV e PCC como terroristas. A avaliação era de que a medida poderia abrir caminho para ações mais duras dos Estados Unidos, incluindo sanções severas em setores econômicos e financeiros ou até riscos ligados à soberania nacional.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontaram que a classificação de CV e PCC como terroristas pode afetar a cooperação investigativa entre os dois países. O receio é que o nível de sigilo das informações compartilhadas seja alterado, com maior centralização em órgãos de inteligência ou militares dos Estados Unidos.

Alcance da decisão

Efeitos da classificação de CV e PCC como terroristas

Soberania
Especialistas citam risco de interferência externa.
Cooperação
Troca de dados pode mudar de nível de sigilo.
Sanções
Governo brasileiro avaliava risco de medidas severas.

Debate ocorre em meio à política de narcoterrorismo

A decisão sobre CV e PCC como terroristas aparece dentro de uma política externa norte-americana voltada à América Latina sob a justificativa de combate ao chamado “narcoterrorismo”. A reportagem cita que o governo Trump vem usando esse enquadramento para orientar ações na região.

Nesse contexto, a designação de CV e PCC como terroristas amplia o peso diplomático do tema, porque deixa de tratar as facções apenas como organizações criminosas no debate público norte-americano. A mudança também reforça a preocupação com os efeitos práticos sobre investigações e troca de informações.

O texto também registra que o alcance de ações semelhantes em território brasileiro, com base nessa nova designação, ainda é incerto. Mesmo assim, a Agência Brasil informa que esse cenário passou a ser tratado como risco real por especialistas.

Outro ponto citado é a conversa recente entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, na Casa Branca. Segundo a reportagem, eles discutiram frentes de trabalho para asfixiar financeiramente organizações criminosas transnacionais que atuam no Brasil e nos Estados Unidos, mas Lula afirmou que não trataram especificamente de facções como CV e PCC.

Leitura do fato

O ponto central da notícia sobre CV e PCC como terroristas

Decisão americana

Parte do Departamento de Estado.

Impacto bilateral

Afeta debate entre Brasil e EUA.

Risco incerto

Fonte cita alerta, sem efeito imediato confirmado.

CV e PCC como terroristas e as reuniões em Washington

A Agência Brasil informa ainda que o anúncio de Marco Rubio ocorreu na mesma semana em que ele se reuniu com o senador Flávio Bolsonaro, em Washington. Um dia antes, segundo a reportagem, o senador havia se encontrado com Donald Trump na Casa Branca, ao lado de Eduardo Bolsonaro.

Com isso, a designação de CV e PCC como terroristas passa a integrar um debate que envolve segurança pública, diplomacia, cooperação internacional e os limites da atuação estrangeira sobre temas internos do Brasil. A validade da medida está prevista para 5 de junho, após publicação oficial nos Estados Unidos.

Fonte da notícia:
Agência Brasil

Vida Plena aborda diabetes, sinais de alerta, prevenção e cuidados

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Vida Plena aborda diabetes com especialistas do Hospital de Amor
Especialistas do Hospital de Amor explicam sinais de alerta, prevenção e cuidados com o diabetes em todas as idades.

Diabetes é o tema deste episódio do Vida Plena, que aborda sinais de alerta, prevenção, tratamento e cuidados em diferentes fases da vida.

Participam do programa especialistas do Hospital de Amor: Dra. Larissa Sargentini, médica endocrinologista; Raphael Leite, nutricionista; e Lidiane de Oliveira Ricci, profissional de educação física.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco.

Entenda o que é diabetes, quais sinais merecem atenção e por que o diagnóstico precoce faz diferença.

Diabetes em crianças exige atenção aos sinais

No primeiro bloco, o programa explica que o diabetes acontece quando há excesso de açúcar na corrente sanguínea. Em crianças, os especialistas destacam que a maior parte dos casos está relacionada ao diabetes tipo 1, condição em que o organismo deixa de produzir insulina adequadamente.

Entre os sinais de alerta, a conversa cita sede intensa, aumento da vontade de urinar, fome, perda de peso, cansaço, alterações de comportamento e mudanças na rotina da criança. A orientação é procurar avaliação médica quando esses sintomas aparecem de forma persistente.

Adultos precisam controlar peso, alimentação e rotina

No segundo bloco, o Vida Plena aborda o diabetes na vida adulta. A conversa mostra que a doença pode se desenvolver ao longo de anos, associada ao ganho de peso, gordura abdominal, sedentarismo, alimentação inadequada e outros fatores de risco.

Os especialistas reforçam que o cuidado não depende apenas de cortar açúcar. O controle envolve acompanhamento médico, alimentação equilibrada, atividade física, adesão ao tratamento e mudanças sustentáveis na rotina.

▶️ Assista também ao segundo bloco.

Veja como alimentação, peso, atividade física e tratamento influenciam o controle do diabetes em adultos.

Diabetes em idosos pede cuidado redobrado

No terceiro bloco, o programa explica que, na terceira idade, o diabetes exige ainda mais atenção. Isso ocorre porque outras condições, como pressão alta, colesterol, perda de massa muscular e maior risco cardiovascular, podem aumentar as complicações.

A orientação dos especialistas é adaptar o tratamento à realidade da pessoa idosa, respeitando limitações, rotina, alimentação, mobilidade e presença de outras doenças. O objetivo é manter qualidade de vida, segurança e autonomia sempre que possível.

▶️ Assista ao terceiro bloco.

Entenda por que idosos precisam de acompanhamento individualizado e atenção às complicações do diabetes.

Prevenção passa por informação e hábitos diários

Segundo o texto do programa, o Brasil aparece entre os países com maior número de pessoas vivendo com diabetes, com cerca de 16 milhões de casos. A preocupação também envolve crianças e adolescentes, especialmente diante do crescimento da obesidade e do sedentarismo.

O episódio reforça que informação, alimentação adequada, movimento, acompanhamento regular e adesão ao tratamento ajudam a prevenir complicações e melhoram o controle da doença.

Vida Plena vai ao ar pela REDEVIDA+

O Vida Plena vai ao ar para todo o Brasil aos domingos, às 19h, com reprise às segundas, quartas e sextas-feiras, às 9h45 e às 23h15, pela REDEVIDA+.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.

Mais leitura

Para informações oficiais sobre saúde, prevenção e cuidado, acesse também o Ministério da Saúde.

INSS regulamenta pensão especial para menores que perderam a mãe por feminicídio

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Pensão do INSS para órfãos de feminicídio com atendimento a criança e responsável em serviço público
Benefício especial do INSS garante proteção social a filhos e dependentes de mulheres vítimas de feminicídio.

Pensão do INSS para órfãos de mulheres vítimas de feminicídio passou a ser garantida a partir desta sexta-feira (29), com a regulamentação da concessão do benefício especial pelo Instituto Nacional do Seguro Social. A medida estabelece o pagamento de um salário mínimo a filhos e dependentes que se enquadrem nos critérios definidos pela norma.

O benefício alcança menores de 18 anos em situação de vulnerabilidade social, desde que a renda familiar por pessoa seja igual ou inferior a um quarto do salário mínimo. Além dos filhos biológicos, a regra também inclui enteados, menores sob guarda e tutelados que comprovem dependência econômica em relação à mulher vítima de feminicídio.

Resumo do benefício
Critérios principais da pensão especial
1 salário mínimoValor mensalbenefício previsto pela norma
Menores de 18Público atendidocrianças e adolescentes vulneráveis
Até 1/4Renda per capitalimite por pessoa da família

Quem pode receber a pensão do INSS para órfãos

A pensão do INSS para órfãos não se limita aos filhos biológicos da vítima. De acordo com a regulamentação, também podem ser contemplados enteados, menores sob guarda e tutelados, desde que exista comprovação de dependência econômica em relação à mulher assassinada em contexto de feminicídio.

A regra tem foco em crianças e adolescentes que ficaram em situação de maior fragilidade após o crime. Por isso, além da idade, a norma exige a comprovação de vulnerabilidade social. O critério de renda funciona como uma etapa central da análise, já que a pensão do INSS para órfãos foi estruturada para alcançar famílias com menor capacidade de sustento.

Como pedir
Solicitação deve ser feita por representante legal
1. Pedido: feito pelo representante legal dos filhos ou dependentes da vítima.
2. Canais: solicitação pelo site ou aplicativo Meu INSS e pelo telefone 135.
3. Análise: documentos devem comprovar vínculo, dependência e relação com o feminicídio.

Documentos exigidos pelo INSS

Para solicitar a pensão do INSS para órfãos, o responsável deve apresentar documento pessoal de identificação oficial com foto da criança ou do adolescente. Caso isso não seja possível, a certidão de nascimento poderá ser usada no processo.

Nos casos envolvendo filhos menores de idade, a norma exige a apresentação de documentos que relacionem o fato a um feminicídio. Entre os documentos aceitos estão o auto de prisão em flagrante, a denúncia, a conclusão do inquérito policial ou uma decisão judicial.

Quando o pedido for feito em favor de dependente que não seja filho biológico, a comprovação muda conforme a situação. O INSS poderá exigir termo de guarda ou termo de tutela, seja provisório ou definitivo. Essa exigência serve para demonstrar o vínculo legal e a dependência econômica em relação à vítima.

Documentação
Comprovantes que podem ser exigidos
Identificaçãodocumento com foto ou certidão de nascimento
Feminicídioflagrante, denúncia, inquérito concluído ou decisão judicial
Guarda ou tutelatermo provisório ou definitivo, quando aplicável

Autor do crime não pode representar o dependente

Um ponto importante da norma é a vedação expressa à representação por parte do autor, coautor ou participante do feminicídio. Isso significa que a pessoa envolvida no crime não pode requerer a pensão do INSS para órfãos nem administrar o benefício mensal destinado à criança ou ao adolescente.

Essa regra busca impedir que o benefício seja controlado por quem teve participação no crime. Assim, o pedido deve partir de representante legal habilitado, responsável por conduzir a solicitação e apresentar os documentos exigidos pelo INSS.

Outro detalhe relevante está no início do pagamento. A pensão especial será devida a partir da data do requerimento. Portanto, conforme a norma, a pensão do INSS para órfãos não terá efeito financeiro retroativo à data da morte da vítima.

Atenção da família
Regras que evitam erro no pedido
Sem retroativopagamento começa na data do requerimento
Canal 135pedido também pode ser iniciado por telefone
Proteçãoautor do crime não pode administrar o benefício

Pedido da pensão do INSS para órfãos pode ser feito pelo Meu INSS

A solicitação da pensão do INSS para órfãos pode ser feita pelo site ou aplicativo Meu INSS. O atendimento também está disponível pelo telefone 135, canal usado para serviços e orientações previdenciárias.

Como o benefício depende da apresentação de documentos específicos, o representante legal deve reunir os registros pessoais da criança ou adolescente, além dos documentos que comprovem a relação do caso com feminicídio. Quando houver guarda ou tutela, o termo correspondente também deve ser apresentado.

A regulamentação transforma o benefício em uma resposta formal de proteção social a dependentes que perderam a mãe em um crime de extrema gravidade. Ao mesmo tempo, estabelece critérios objetivos para evitar pagamentos fora das condições previstas. Com isso, a pensão do INSS para órfãos passa a ter regra definida, canais de solicitação e documentação mínima para análise.

Na prática, a pensão do INSS para órfãos reúne três pontos centrais: proteção ao dependente menor de idade, comprovação documental do feminicídio e solicitação por representante legal autorizado.

Fonte da notícia: Agência Brasil, via Tribuna do Norte.

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Domingos Debarba revela por que Rondônia ainda é terra de oportunidades

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Rondônia terra de oportunidades é tema de entrevista com Domingos Debarba no RuralCast
Domingos Debarba defendeu agroindústria, logística e energia solar como caminhos para Rondônia crescer.

Rondônia terra de oportunidades foi a mensagem central defendida pelo empresário Domingos Debarba durante participação no RuralCast, apresentado pelo jornalista Isaías Sena. Em uma conversa voltada ao futuro econômico do estado, ele falou sobre agroindústria, logística, energia solar, turismo, hotelaria, sucessão no campo e os desafios para transformar a produção regional em mais valor agregado.

A entrevista, realizada durante a programação da 13ª Rondônia Rural Show Internacional 2026, colocou em destaque uma visão empresarial sobre o estado. Para Debarba, Rondônia ainda tem muito espaço para crescer, especialmente se conseguir industrializar produtos que hoje saem como matéria-prima, melhorar o escoamento da produção, ampliar segurança jurídica no campo e atrair investidores de fora.

Rondônia terra de oportunidades é tema de entrevista com Domingos Debarba no RuralCast
Domingos Debarba participou do RuralCast e falou sobre agroindústria, logística, energia solar e desenvolvimento econômico.

Rondônia terra de oportunidades para quem quer investir

Logo no início da entrevista, Domingos Debarba afirmou que Rondônia continua sendo um estado novo, em expansão e com espaço para diferentes tipos de negócios. Segundo ele, o estado oferece oportunidades no agro, na pecuária, no comércio, na indústria, nos serviços e também em áreas que ainda precisam ser melhor exploradas.

A fala tem peso porque vem de um empresário com trajetória consolidada em Rondônia. Debarba citou que chegou ao estado ainda na década de 1970, passou por municípios como Cacoal, Vilhena, Pimenta Bueno e Ji-Paraná, trabalhou como empregado e depois montou sua própria empresa. Para ele, a experiência mostra que quem vem disposto a trabalhar encontra espaço para crescer em uma Rondônia terra de oportunidades.

Debarba explica por que Rondônia ainda atrai oportunidades

O trecho destaca a avaliação de Debarba sobre o potencial econômico do estado e o convite a novos investidores.

Pontos centrais da entrevista
O empresário defendeu que Rondônia precisa transformar produção em indústria, reduzir gargalos logísticos e aproveitar melhor energia, turismo e agro.
Agroindústria
foi apontada como caminho para agregar valor à produção regional
BR-364
entrou no debate como gargalo central para transporte e competitividade
Pacífico
foi citado como alternativa estratégica para exportação e integração econômica

Industrialização pode mudar o peso econômico do estado

Um dos pontos mais fortes da entrevista sobre Rondônia terra de oportunidades foi a defesa da industrialização da produção regional. Debarba afirmou que Rondônia produz muito, mas ainda manda grande parte da matéria-prima para outros estados ou países, perdendo a chance de gerar mais empregos, arrecadação e renda local.

Ele citou exemplos como soja, milho, carne, café e cacau. No caso da soja, por exemplo, avaliou que o estado ainda exporta muito grão sem transformar essa produção em óleo ou outros derivados. Com o milho, apontou oportunidades ligadas à produção de ração, sal mineral e até álcool à base do cereal. Na carne, destacou que parte importante ainda sai sem maior processamento.

Industrializar produtos locais é apontado como oportunidade

O vídeo mostra Debarba defendendo que soja, milho, carne, café e cacau podem gerar mais valor dentro de Rondônia.

BR-364 e novas rotas aparecem como desafios logísticos

A logística também ocupou espaço central na conversa sobre Rondônia terra de oportunidades. Para Domingos Debarba, a BR-364 é a espinha dorsal de Rondônia, porque concentra o fluxo de transporte do estado e também atende parte das ligações com Acre e Amazonas. No entanto, ele criticou a forma como a concessão da rodovia foi estruturada e afirmou que o custo do pedágio pesa na competitividade.

Além da BR-364, Debarba defendeu outras alternativas para desafogar o transporte. Ele citou a chamada Rodovia do Boi, com potencial para ligar regiões produtivas ao porto de Porto Velho, e mencionou rotas que podem melhorar a integração com Guajará-Mirim, a ponte binacional e a saída para o Pacífico.

BR-364, Rodovia do Boi e logística entram no debate

O trecho reúne críticas à BR-364 e a defesa de novas rotas para melhorar o escoamento da produção.

Leitura econômica

Oportunidade existe, mas depende de estrutura

Indústria: o estado precisa transformar mais matéria-prima em produtos de maior valor.

Logística: rodovias, porto e saída internacional podem reduzir custos e abrir mercados.

Campo: segurança jurídica e apoio ao produtor são apontados como bases para manter famílias produzindo.

Saída para o Pacífico pode reduzir custos de exportação

Outro tema importante foi a abertura logística para o Pacífico. Debarba afirmou que a ponte binacional em Guajará-Mirim e a ligação com portos do Peru e do Chile podem representar economia significativa para Rondônia, Acre, Mato Grosso e outros estados próximos.

Na avaliação do empresário, essa rota pode melhorar o escoamento da produção e também facilitar a chegada de insumos para setores industriais. Ele citou a relação com a China como parte desse debate, destacando que o interesse internacional em produtos brasileiros pode se conectar a uma necessidade regional de transporte mais rápido e mais barato.

Saída para o Pacífico é vista como rota estratégica

O trecho aborda a ponte binacional, os portos do Pacífico e a possibilidade de reduzir custos logísticos.

Energia solar aparece como alternativa para novos negócios

A energia também entrou no debate porque Rondônia terra de oportunidades depende também de soluções mais baratas e sustentáveis para novos negócios. Debarba avaliou que Rondônia é produtora de energia por causa das usinas no Rio Madeira, mas ainda enfrenta limitações locais. Segundo ele, a energia solar surge como uma alternativa importante para empresas, propriedades e novos empreendimentos.

O empresário afirmou que o estado tem uma vantagem natural: forte incidência de sol durante a maior parte do ano. Para ele, esse cenário torna Rondônia um ambiente favorável para projetos de energia solar e pode ajudar a sustentar novas atividades industriais, agroindustriais e comerciais.

Sol de Rondônia é apontado como vantagem energética

O vídeo mostra a avaliação de Debarba sobre o potencial da energia solar no estado.

Turismo, hotelaria e sucessão no campo também foram citados

Na parte final da entrevista, Domingos Debarba reforçou a ideia de Rondônia terra de oportunidades ao ampliar o olhar para turismo, hotelaria e sucessão no campo. Ele destacou que cidades como Ji-Paraná e Ariquemes ainda sofrem com falta de hotelaria em períodos de grandes eventos, como a Rondônia Rural Show e exposições regionais.

O empresário também apontou o turismo como setor pouco explorado e falou sobre a necessidade de manter o produtor rural no campo com segurança jurídica, documentação e regras ambientais aplicadas com equilíbrio. Para ele, o pequeno produtor movimenta cidades e precisa de condições para continuar produzindo, enquanto novos empreendedores podem encontrar espaço em diferentes áreas.

Hotelaria, turismo e campo entram na lista de oportunidades

O trecho final mostra o empresário falando sobre segurança jurídica, campo, turismo, hotelaria e novas oportunidades.

No fechamento, Debarba reforçou o convite para que pessoas de fora conheçam Rondônia. Segundo ele, o estado ainda carrega a imagem de lugar distante para quem vive em outras regiões, mas, para quem está aqui, há estrutura, trabalho, receptividade e caminhos de crescimento. A mensagem final foi direta: Rondônia terra de oportunidades segue como uma realidade para quem deseja produzir, investir e empreender.

Fonte da notícia:
RuralCast.

Receita libera primeiro lote do IR com pagamento recorde nesta sexta

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Celular com tela da Receita Federal em destaque sobre mesa com calculadora e documentos do Imposto de Renda.
Primeiro lote da restituição do IR 2026 começa a ser pago pela Receita Federal nesta sexta-feira.

A restituição do IR 2026 começa a ser paga nesta sexta-feira (29) pela Receita Federal, com a liberação do primeiro lote para cerca de 8,7 milhões de contribuintes. Ao todo, o pagamento soma R$ 16 bilhões, valor que será depositado diretamente na conta informada na declaração do Imposto de Renda.

Segundo a Receita Federal, este é o maior lote de restituição já pago, tanto em número de pessoas quanto em volume de recursos. No caso da restituição do IR 2026, o depósito pode depender do processamento de cada banco, por isso a orientação é aguardar até o fim do dia para confirmar se o dinheiro caiu na conta.

Painel do pagamento

O tamanho do primeiro lote

A primeira etapa da restituição do IR 2026 reúne volume recorde de pessoas atendidas e de recursos liberados.

8,7 mi
Contribuintes

Pessoas contempladas no primeiro lote.

R$ 16 bi
Total liberado

Montante destinado aos pagamentos.

29/05
Data do crédito

Pagamento programado para cair na conta informada na declaração. 

Como funciona a restituição do IR 2026

A restituição do IR 2026 é paga diretamente na conta indicada pelo contribuinte no momento da entrega da declaração. Isso significa que o dinheiro não precisa ser solicitado novamente quando o contribuinte já está incluído no lote liberado pela Receita Federal.

Mesmo com o pagamento previsto para esta sexta-feira, a Receita informou que a efetivação do crédito depende do processamento de cada instituição financeira. Por esse motivo, quem está no lote deve verificar a conta ao longo do dia antes de concluir que houve algum problema no depósito.

Entenda o processo

Do envio da declaração ao depósito

1
Declaração processada

A Receita libera o pagamento após analisar os dados enviados.

2
Conta informada

O valor segue para os dados bancários registrados na declaração.

3
Banco processa o crédito

A confirmação pode variar ao longo do dia, conforme cada instituição financeira. 

Quem tem prioridade no primeiro lote

Do total de R$ 16 bilhões liberados neste primeiro lote, cerca de R$ 8,6 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade prevista em lei. O grupo inclui idosos, pessoas com deficiência, portadores de doença grave e professores.

A restituição do IR 2026 também contempla nesta etapa quase 5 milhões de contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e escolheram receber o valor por meio do Pix. Esses critérios fazem parte da organização do lote informado pela Receita Federal.

Grupos contemplados

Prioridades e modalidades de recebimento

R$ 8,6 bi
Prioridade legal

Valor destinado a grupos com preferência definida em lei.

Quase 5 mi
Pré-preenchida e Pix

Contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e escolheram receber via Pix.

A organização do lote combina critérios legais e escolhas feitas pelo contribuinte durante o envio da declaração.

Estados com mais restituições liberadas

A distribuição da restituição do IR 2026 mostra onde está a maior concentração de contribuintes incluídos nesta etapa. São Paulo lidera o primeiro lote, com mais de 2,4 milhões de contribuintes contemplados e cerca de R$ 4 bilhões pagos.

Na sequência, aparecem Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná. Ainda assim, a liberação da restituição do IR 2026 segue os critérios informados pela Receita Federal e o processamento das declarações.

Mapa do lote

Onde há maior concentração de pagamentos

São Paulo

Mais de 2,4 milhões de contribuintes e cerca de R$ 4 bilhões liberados.

Na sequência

Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná aparecem depois de São Paulo.

O que fazer se a restituição do IR 2026 não cair

Quem não receber a restituição do IR 2026 nesta sexta-feira deve verificar se há pendências nos dados bancários informados à Receita Federal. De acordo com a fonte, quando há problema nessas informações, o pagamento poderá ser reagendado posteriormente junto ao Banco do Brasil.

A orientação principal é acompanhar a conta durante o dia e, se o valor não aparecer, conferir os dados vinculados à declaração. A medida evita confusão entre atraso de processamento bancário e eventual pendência que impeça o crédito automático.

Impacto prático

Atenção ao crédito na conta

Aguardar o dia

O crédito pode depender do processamento de cada banco.

Conferir os dados

Se o valor não cair, a orientação é verificar possíveis pendências bancárias.

Reagendar pagamento

Quando necessário, o pagamento poderá ser reagendado junto ao Banco do Brasil.

Com o primeiro lote, a Receita Federal inicia a etapa de pagamentos da restituição do IR 2026 em escala recorde. Para os contribuintes incluídos, o ponto central é confirmar o depósito na conta informada e observar eventuais pendências caso o crédito não seja identificado.

Fonte da notícia: SBT News

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