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sábado, julho 4, 2026
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Prefeitura Firma Parceria com Governo para Construir Escolas

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O prefeito Hildon Chaves, se reuniu na segunda-feira (5), com o secretário de educação do governo, Suamy de Abreu, com o intuito de discutir a parceria entre ambos os poderes em relação a educação de Porto Velho.

Com o intuito de melhorar a educação na capital serão construídas duas escolas no residencial Cristal da Calama. Uma da parte da Prefeitura de Porto Velho e a outra através do Governo do Estado.

Para o prefeito Hildon Chaves, o trabalho em conjunto com o governo será uma forma de contribuir com a melhoria da educação na capital.

“Precisamos entregar para a população do Cristal da Calama essas escolas. O governo vem somar forças com a prefeitura, em ações complementares, precisamos trabalhar em conjunto”, disse o prefeito Hildon.

Na reunião, o prefeito também concedeu ao governo o uso da escola no residencial Orgulho do Madeira, para as aulas no período noturno dos alunos do ensino médio, que está sendo finalizada e começa a funcionar neste mês de agosto.

Comdecom

Votação da Reforma da Previdência em Segundo Turno deve Começar Hoje

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O plenário da Câmara dos Deputados pode votar a partir de hoje (6), em segundo turno, a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19). Assim como na votação em primeiro turno, serão necessários 308 votos para que a matéria seja aprovada e enviada ao Senado, onde também será analisada em dois turnos de votação.

proposta foi enviada pelo Executivo em fevereiro e aprovada em primeiro turno, por 379 votos a 131, no mês passado. Depois de quatro dias de debates, os deputados aprovaram quatro emendas e destaques e rejeitaram oito.

A primeira emenda aprovada pelos parlamentares melhorou o cálculo de pensões por morte para viúvos ou viúvas de baixa renda e antecipou o aumento da aposentadoria de mulheres da iniciativa privada.

Em outra emenda aprovada, foram suavizadas as regras para a aposentadoria de policiais que servem à União. A categoria, que engloba policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos, policiais civis do Distrito Federal e agentes penitenciários e socioeducativos federais, terá uma regra mais branda de transição. Os homens poderão se aposentar aos 53 anos e as mulheres aos 52, desde que cumpram o pedágio de 100% sobre o tempo que falta para a aposentadoria.

Uma das mudanças no texto da reforma manteve em 15 anos o tempo de contribuição para os trabalhadores do sexo masculino do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Os homens, no entanto, só conquistarão direito à aposentadoria integral com 40 anos de contribuição, contra 35 anos de contribuição das mulheres.

O último destaque aprovado reduziu a idade mínima de aposentadoria de professores para 55 anos (homens) e 52 anos (mulheres). Também fruto de um acordo partidário, o destaque estabelece que a redução só valerá para quem cumprir 100% do pedágio sobre o tempo que falta para se aposentar pelas regras atuais.

Os acordos entre os partidos para aprovar concessões à reforma da Previdência reduziram para R$ 933,5 bilhões a economia estimada em 10 anos. Ao encaminhar a proposta ao Legislativo, o governo federal pretendia gerar uma economia de R$ 1,236 trilhão, também no período de 10 anos.

Articulações

Para garantir o número de votos necessários à aprovação da matéria, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) tem se reunido com representantes do governo e líderes partidários. A expectativa de Maia é mapear os votos e ver se há condições para encerrar a matéria na Casa até quarta-feira (7).

Oposição

Na votação em segundo turno, os partidos podem apresentar apenas destaques supressivos, ou seja, que retirem trechos do texto aprovado em primeiro turno.

A líder da minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), afirmou que a oposição apresentará os nove destaques a que tem direito para tentar retirar pelo menos quatro itens do texto da reforma. Estão no foco de partidos da oposição a retirada de trechos como a pensão para mulheres, aposentadorias especiais, pensão por morte e as regras de transição.

“Vamos entrar no segundo turno esperando que, neste recesso, os parlamentares tenham sido sensibilizados nas suas bases para alguns temas que, na minha opinião, são muito cruéis”, disse Jandira. Segundo a deputada, a oposição trabalhará na “redução de danos” ao trabalhador.

Parlamentares de partidos da oposição ainda definem estratégias para obstrução da sessão que analisará a reforma e, assim, tentar adiar a votação do texto.

Senado

Nessa segunda-feira (5), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse, por meio de uma rede social, que a expectativa do governo federal é que reforma da Previdência seja analisada, em primeiro turno, no plenário da Casa até o dia 30 de setembro.

“Ainda hoje (5), conversei com o ministro da Casa Civil, Oxyx Lorenzoni, sobre a conclusão da votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados  e a expectativa da chegada da proposta ao Senado. Onyx prevê a análise da Previdência no plenário do Senado até 30 de setembro”, afirmou Alcolumbre no Twitter.

Ainda segundo Alcolumbre, após a conclusão da votação da proposta na Câmara, a reforma será analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que tem 27 titulares e o mesmo número de suplentes. O relator da matéria é o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Entre as alterações previstas na Casa está a inclusão de estados e municípios na reforma. A tendência é que esse trecho, caso aprovado, tramite em separado para não causar impacto na tramitação do texto.

“Pessoalmente sou favorável à inclusão de estados e municípios. Acho até que é essencial. Estamos estudando com a nossa assessoria técnica qual é a saída que temos a aplicar e, em princípio, a ideia é uma PEC paralela. Aqui somos a Casa da Federação e é nossa obrigação cuidar disso. Uma das funções do Senado é manter o equilíbrio federativo”, defendeu Jereissati.

No Senado, não há tramitação da proposta em comissão especial, e o texto depende da aprovação de pelo menos 49 senadores nos dois turnos de votação.

Investimentos de R$ 2,5 Milhões em Pesquisas Ampliam Mercado do Pirarucu e Tambaqui de Rondônia

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Foto: Gleilson Miranda/Secom

Equipe coordenada pela engenheira agrônoma e doutora em zootecnia na Universidade Federal de Rondônia (Unir), Jucilene Cavali conseguiu melhorias altamente positivas para o setor pesqueiro.

Seu projeto, apoiado pela Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e a Pesquisa (Fapero), obteve o peso médio de 13 quilos para as espécies pirarucu e tambaqui e possibilitou a fabricação de bolsas com o couro desses peixes.

Aos oito anos, comemorados no último dia 26 com a palestra da doutora Jucilene e um café da manhã para seus servidores, a Fapero anunciou ter investido R$ 2,5 milhões, até o momento, em projetos acadêmicos na aquicultura/piscicultura.

Pelo primeiro edital de 2016, a equipe da Unir obteve sete bolsas de estudo, das quais, uma de mestrado, outra de doutorado.

A pesquisadora, que é orientadora no Programa de Mestrado Acadêmico em Ciências Ambientais na Unir , destacou o fomento dado pelo governo estadual e o rápido crescimento na produção de pescado.

“Rondônia alcançou o ranking nacional na produção de pescado em 2016 por mais de 5 mil pisciculturas licenciadas”, afirmou. “Com 90,6 mil toneladas hectare/ano e apenas um frigorífico para processamento, viu o acúmulo de peixes nos viveiros no aguardo de melhores preços e oportunidades de venda”, disse.

Havia muita carência na área até 2017, quando apenas o Frigorífico Zaltana industrializava o peixe e Manaus era o maior cliente de Rondônia. Ainda não havia padronização para o peixe “exportado”. Hoje, quatro frigoríficos podem classificar o pirarucu e o tambaqui.

“Nos desafios do novo, na conjuntura de estruturação das Universidades e na multifuncionalidade que temos em sociedade, especialmente em uma região onde há muito a ser feito, a Fapero oportuniza pesquisadores a pleitear editais de fomento no próprio Estado, concorrendo em condições mais igualitárias entre os pares, especialmente no que tange a infraestrutura e produções científicas outrora disputadas no plano nacional”, ela comentou.

COURO QUE VIRA BOLSA

Com assistência técnica da Unir, uma produtora de Rondônia começa a fabricar artesanalmente bolsas ecológicas do couro de peixes pirarucu e tambaqui. Cada peça custa a partir de R$ 1,8 mil. O couro que seria descartado é agora bem aproveitado. A peça de couro adquirida in natura pelo valor de R$ 40 a R$ 60, alcança R$ 500 a R$ 600 quando curtida.

“A bolsa ecológica é melhor do que o couro bovino”, afirma a coordenadora. Para curtir o couro, pesquisadores substituíram o tanino pelo corante de borra de café.

Os impactos desse crescimento acelerado e a saturação dos viveiros de cultivo abriram demandas em sanidade de peixes e manejo alimentar. Era preciso estudar bem as densidades de estocagem, taxas de arraçoamento, exigências nutricionais de espécies de peixes nativos e promover assistência técnica mais especializada.

No período 2013-2017, apoiados pela empresa Nutrizon, os cursos de Engenharia de Pesca e Zootecnia da Unir eles pesquisaram intensamente, nutrição e sanidade.

Jucilene também atua na cadeia produtiva da carne, com ênfase em avaliação de carcaça e qualidade.

“Nada seria possível sem os grupos de pesquisa envolvidos (Grupo de Pesquisas em Tecnologias Ambientais, GPTA; Grupo de Estudos em Produção Animal e Aproveitamento de Resíduos GEPAAR; e Grupo de Estudos e Pesquisas em Biociências, GPBio), via bolsas de Iniciação Científica, de mestrado e Doutorado”, ela disse.

“É gratificante acompanhar o envolvimento e a responsabilidade dos acadêmicos, nossos futuros profissionais, com as questões socioeconômicas e ambientais”, acrescentou.

Análises de pesos e medidas das espécies foram feitos no Laboratório de Pesca e Aquicultura da Unir em Presidente Médici, na BR-364, a 409 quilômetros de Porto Velho.

Lá, os pesquisadores utilizaram balanças de precisão e submeteram diversos exemplares à avaliação morfométrica, com a fita métrica (precisão de 0,5 mm). Nessas análises, a cabeça é seccionada, e os peixes eviscerados.

Separadamente, se pesam: vísceras, carcaça e cabeça. Logo após, é feita a dissecação, retirando-se o couro com escamas, vísceras (gerada a carcaça, parte composta de carne e espinhas), a manta (parte composta somente de carne) e espinhas (composto pelas espinhas da manta, coluna, costela e nadadeiras).

QUEM É

Jucilene Cavali , engenheira agrônoma doutora em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (MG), em produção animal é também mestre em Zootecnia pela Unir, na área de Forragicultura e Pastagens. Pesquisadora/Orientadora no Programa de Mestrado Acadêmico em Ciências Ambientais da Unir/Embrapa e no Programa de Doutorado em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia Ocidental PPGESPA/UFAC. Vice-líder do Grupo de Estudos em Produção Animal e Aproveitamento de Resíduos e do Grupo de Pesquisa em Tecnologias Agroambientais.

Quem quer o impeachment de Jair Bolsonaro?

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O Congresso voltou do recesso com um assunto sensível para o presidente Jair Bolsonaro: a possibilidade de que um pedido de impeachment seja protocolado. A oposição marcou uma reunião para esta terça-feira, dia 6, para discutir o tema.

No podcast Traumann Traduz, o jornalista Thomas Traumann analisa essa possibilidade: “É verdade que nesses sete meses, ele se tornou o presidente em início de mandato mais impopular da história, mas não há nesse momento as condições para o seu afastamento”, explica. “Mais importante do que saber se um presidente cometeu um crime passível de impeachment é entender a sua capacidade de governar.”

Em cinco minutos, Traumann explica os motivos que levaram ao afastamento de Fernando Collor e de Dilma Rousseff, razões essas que hoje ainda não colocam em xeque o governo Bolsonaro — mas podem se transformar em problemas no futuro.

Semana deve Começar com Elevação de Temperaturas em RO; Fumaça Excessiva Gera Revolta e Memes

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A previsão para o começo desta semana em Rondônia é o predomínio do tempo parcialmente nublado e o aumento das temperaturas máximas ao longo dos dias, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O instituto aponta que os números registrados nos termômetros vão subir gradativamente, após o fim de semana com temperaturas amenas.

Em Porto Velho, o dia começa parcialmente nublado com mínima prevista de 17ºC e máxima 30ºC. Na terça e quarta os termômetros devem alcançar, segundo o Inmet, mínima de 20ºC e máxima de 35ºC.

Já em Ariquemes (RO), na região do Vale do Jamari, a temperatura máxima prevista é de 27ºC e a mínima é de 13ºC, nesta segunda-feira. Na terça-feira as temperaturas variam entre 19ºC e 35ºC e na quinta (8), entre 24ºC e 37ºC, de acordo com o Inmet.

Em Vilhena (RO) no Cone Sul, a mínima para está segunda-feira é de 13ºC e máxima de 24ºC. A partir de terça as temperaturas devem passar dos 30ºC.

Fumaça

Além da mudança de temperaturas, os internautas começaram a comentar sobre a fumaça excessiva em Porto Velho. Nas redes sociais foram postados memes e desabafos. Confira:

https://twitter.com/heyanab/status/1158160567984672768?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1158160567984672768&ref_url=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fro%2Frondonia%2Fnoticia%2F2019%2F08%2F05%2Fsemana-deve-comecar-com-elevacao-de-temperaturas-em-ro-fumaca-excessiva-gera-revolta-e-memes.ghtml

PSL APOSTA EM CAMPEÕES DE VOTO EM 2018 PARA ELEIÇÃO MUNICIPAL DE 2020

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O PSL vai escalar deputados campeões de voto em 2018, eleitos na onda de popularidade do presidente Jair Bolsonaro, para entrar na disputa de prefeituras de cidades grandes e médias no próximo ano. Apesar de seguir com o discurso da renovação, nomes de fora da política têm sido minoria entre os pré-candidatos do partido até agora.

Rio de Janeiro, Curitiba, Campo Grande, Cuiabá e São Paulo são algumas capitais onde o PSL tem como pré-candidatos à vaga de prefeito puxadores de voto. A tendência se repete em municípios de médio porte. Deputados que tiveram votações recordes no ano passado são cotados para defender uma candidatura do partido em Blumenau (SC) e Vila Velha (ES), por exemplo.

A escalação de parlamentares está concentrada no centro-sul do país, porque é a região em que o PSL registrou seu melhor desempenho eleitoral. Dos 52 deputados federais da sigla, 44 são do Sul, Sudeste ou Centro-Oeste.

Ao apostar no lançamento de deputados para disputas municipais o PSL se vale de uma receita da política tradicional. Como não precisam renunciar ao mandato, em toda eleição uma legião de parlamentares se lança às urnas para tentar conquistar um cargo de prefeito.

Força regional

O plano do PSL para as eleições de 2020 é audacioso. O presidente nacional da legenda, Luciano Bivar, tem dito que a meta é lançar candidaturas próprias a prefeito em todas as cidades com mais de cem mil habitantes — são cerca de 300 atualmente.

Em Santa Catarina, maior estado governado pelo PSL, o partido estima eleger de 60 a 80 prefeitos. Hoje não tem nenhum.

“Somos o maior partido de Santa Catarina, mas não temos um prefeito nem vereador. A próxima eleição vai consolidar nossa força no estado”, afirmou o presidente estadual do PSL catarinense, deputado Fábio Schiochet.

O dirigente explicou que a escalação de deputados para disputar a eleição foi precedida de uma consulta sobre os suplentes que assumirão no caso de vitória nas urnas.

“Fizemos uma consulta rigorosa sobre os suplentes para ver se estão alinhados com o presidente Bolsonaro e o governador. Constatamos que todos estão alinhadíssimos e podemos lançar nossos deputados com a tranquilidade de que serão substituídos por gente que pensa como nós”, disse Schiochet.

Neste mês o PSL iniciará uma campanha nacional de filiação. Um ato em todo o país está marcado para o próximo dia 17. A legenda espera aumentar de 250 mil para um milhão de filiados até o fim do ano.

A eleição municipal é considerada decisiva para os planos de reeleição do presidente Bolsonaro. Eleger prefeitos é o caminho para estruturar o partido regionalmente e criar uma rede de apoio a uma candidatura presidencial daqui três anos.

Campeões de voto

O único pré-candidato a prefeito em capitais divulgado até agora pelo PSL foi o deputado estadual Rodrigo Amorim. Mais votado para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro em 2018, ele teve sua indicação anunciada em julho. Mas as articulações regionais estão acontecendo. O próximo anúncio deverá ser do pré-candidato a prefeito de Curitiba, Fernando Francischini. Ele foi o deputado mais votado da história do Paraná em 2018.

Em São Paulo, é a deputada campeã de votos na Câmara, Joice Hasselmann, quem está no páreo pela vaga. O deputado estadual Gil Diniz também tem dito que encararia a tarefa. Ele foi o segundo mais votado do PSL no estado.

O mesmo acontece em Campo Grande, onde o deputado estadual mais votado no estado, Capitão Contar, é um dos cotados à vaga. Em Cuiabá, é o deputado federal mais votado de Mato Grosso, Nelson Barbudo, quem aparece nas bolsas de aposta para a empreitada de 2020.

De todas essas capitais, apenas em São Paulo um nome de fora da política vem sendo aventado como candidato— o apresentador José Luiz Datena.

Deputados que não foram recordistas de votos também deverão encabeçar chapas a prefeito do PSL. Em Porto Alegre, o favorito à vaga é o deputado estadual Rui Igarathy, empresário eleito pela primeira vez em 2018 e atualmente secretário estadual de Desenvolvimento. Em Vitória disputam a vaga de candidato a prefeito um ex e outro atual deputado — Carlos Manato e Torino Marques, respectivamente.

Ataque nos EUA: México quer Denúncia por Terrorismo e Extradição de Autor

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O governo do México anunciou neste domingo 4 que estuda denunciar por terrorismo contra mexicanos em território americano o autor do ataque em El Paso, bem como um eventual pedido de extradição, após a morte de sete cidadãos mexicanos no atentado, que deixou 20 mortos no sábado.

“Será uma avaliação que ficará a cargo da Procuradoria Geral da República solicitar – se houver os elementos necessários – a extradição do autor ou dos autores deste fato”, disse o secretário de Relações Exteriores mexicano, Marcelo Ebrard.

“Será uma decisão a ser tomada no devido momento, mas que ninguém se surpreenda, porque, para o México, este indivíduo é um terrorista”, completou, antes de destacar que poderia se tratar da “primeira demanda desta natureza” na história do seu país.

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, declarou que seu governo está pedindo “com firmeza” uma punição aos responsáveis e criticou o uso indiscriminado de armas nos Estados Unidos.

“Que as autoridades também assumam a responsabilidade no caso de excessos permitidos, como o uso indiscriminado de armas”, disse o presidente em um evento público no estado central de Michoacán.

El Paso é vizinha da mexicana Ciudad Juárez e seus habitantes mantêm uma intensa dinâmica social e comercial, com cidadãos de ambos os lados indo e vindo para trabalhar, estudar ou fazer compras.

As autoridades americanas que investigam o ataque em uma loja do Walmart na cidade de El Paso estão tratando o massacre como um caso de terrorismo doméstico.

Neste domingo, o suspeito de provocar o atentado foi indiciado por homicídio qualificado, o que pode ser punido com a pena de morte no Estado do Texas. O homem foi identificado como Patrick Crusius, branco, de 21 anos.

Ele é seguidor do presidente americano Donald Trump e contra a “mistura de raças”. Patrick ainda deixou um manifesto contra o que chama de invasão hispânica do Estado do Texas. A investigação, que tentará identificar as motivações e o passado do atirador, ainda deverá levar dias.

Após o ataque em El Paso, outro atirador abriu fogo contra uma área de lazer na cidade de Dayton, em Ohio, na noite de sábado. O homem matou nove pessoas, entre elas a própria irmã, e feriu outras 27 em menos de um minuto, antes de ser abatido a tiros pela polícia que patrulhava a área.

Em seu primeiro pronunciamento sobre os ataques neste domingo, o presidente americano Donald Trump evitou falar em xenofobia. O republicano afirmou que “não há lugar para o ódio” no seu país.

Trump atribuiu a violência a “problemas mentais”: “Temos que fazer com que isso pare. Isso está acontecendo há anos em nosso país”, disse em Nova Jersey.

Defesa da comunidade hispânica

O chanceler mexicano informou no Twitter que viajará nesta segunda-feira, 5, a El Paso para reunir-se com as vítimas, incluindo sete mexicanos feridos, e “dar o pleno apoio do governo do México”.

Ele acrescentou que a chancelaria também irá empreender ações legais contra os responsáveis por vender a arma ao autor do massacre, e indagará se as autoridades “conheciam as potencialidades desse indivíduo”.

O governo mexicano entregará hoje uma nota diplomática a Washington para pedir ao governo americano que “defina uma posição clara e contundente contra os crimes de ódio”.

“Não se resolve nada com a violência e não se resolve nada como o que se conhece como xenofobia, o ódio ao estrangeiro, o ódio ao migrante”, disse López Obrador em Michoacán

O ministério das Relações Exteriores também convocará um encontro entre todos os países hispânicos que têm comunidades nos Estados Unidos para promover a “defesa correta, de acordo com a lei, do direito e da cultura de língua hispânica” neste país.

O governo informou ainda que organizará reuniões com consulados mexicanos em diferentes regiões dos Estados Unidos para orientá-los sobre como proceder a partir desta segunda-feira para proteger seus cidadãos em território americano.

Ebrard disse que o governo adotará ações legais “contundentes” para exigir que os Estados Unidos protejam seus cidadãos.

(Com AFP)

FGTS: Caixa Deve Liberar Nesta Segunda Cronograma para Saque de até R$ 500

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De acordo com comunicado emitido pela Caixa Econômica Federal na última semana, será apresentado nesta segunda-feira 5 o cronograma para que trabalhadores possam sacar até 500 reais em contas (ativas e inativas) do FGTS– programa batizado de “saque-imediato” e já anunciado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como medida para fomentar a economia. Também podem ser anunciadas nesta segunda novidades sobre cotas do PIS/Pasep.

Pela medida, cada trabalhador pode resgatar até 500 reais de cada conta do seu fundo de garantia. Por exemplo, se tiver três contas em seu nome com saldos acima de 500 reais, poderá sacar 1.500 reais. Os recursos ficarão disponíveis até 31 de março de 2020.

A partir de 2020, o governo disponibilizará outra opção de acesso ao fundo, batizado de “saque-aniversário”. Para os aniversariantes do primeiro semestre que optarem pela medida, haverá um calendário específico para a liberação, começando em abril do próximo ano. A partir de julho, os saques devem coincidir com o mês de aniversário de cada beneficiado.

Quem optar pela nova modalidade de saque deve comunicar a decisão à Caixa Econômica Federal até outubro deste ano. Ao fazer a opção, o trabalhador não pode resgatar o FGTS caso seja demitido sem justa causa. É possível migrar para o regime anterior caso desejar, mas há uma carência de dois anos até que possa fazer o saque integral em caso de demissão.

Independentemente da modalidade de saque pela qual optar, o trabalhador continuará com direito à multa de 40% sobre o valor total da conta. As outras regras previstas para liberação do fundo continuam vigentes. Mesmo optando pelo saque-aniversário, o trabalhador poderá retirar o saldo do FGTS para comprar a casa própria, em caso de doenças graves, de aposentadoria, entre outras.

Em 2017, durante o governo de Michel Temer, um programa que permitiu saques de contas inativas do FGTS injetou cerca de 44 bilhões de reais na economia.

Após Massacres que Mataram 29, Trump diz que EUA “Precisam Fazer Mais”

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Após ser fortemente criticado na sequência de dois massacres a tiros ocorridos no último fim de semana nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump se manifestou sobre os incidentes que deixaram 29 mortos.

Após se defender afirmando que seu governo já fez muito para impedir ataques, ele admitiu que talvez seja preciso fazer mais.

“O ódio não tem lugar no nosso país”, afirmou. Até então, ele havia apenas publicado uma confusa série de tuítes expressando apoio às vítimas, ao mesmo tempo em que promovia uma luta de MMA e lançava críticas a seus adversários políticos.

O massacre em um supermercado da rede Walmart em El Paso, no Texas, matou ao menos 20 pessoas no sábado. Outro ataque ocorrido horas mais tarde numa área de vida noturna em Dayton, Ohio, deixou mais nove mortos.

Os indícios de que o ataque no Texas teria motivação racial levou opositores democratas a jogarem a culpa sobre a retórica anti-imigração de Trump que, segundo afirmam, fomenta um clima de ódio e de violência contra os migrantes.

Em seu pronunciamento, o presidente tentou se defender das críticas dizendo que seu governo tem feito mais do que os de seus antecessores para lidar com a questão, mesmo após a série de ataques no país.

“Fizemos muito mais do que os outros governos”, afirmou, sem dar exemplos. “Fizemos muito, na verdade. Mas talvez precisemos fazer ainda mais”,  frisou.

Trump ignorou perguntas sobre um manifesto anti-imigração escrito pelo atirador de El Paso, cuja linguagem se assemelha à retórica que ele mesmo utiliza, e evitou mencionar a controvérsia sobre as leis de armas no país.

Ele ainda atribuiu os massacres a uma combinação entre ódio e problemas mentais, afirmando que, em ambos os casos do fim de semana, os atiradores são pessoas “com doenças mentais muito graves”.

Também ressaltou que esse problema já ocorre há muitos anos: “Temos que acabar com isso”, afirmou. Antes, ele havia dito que os massacres foram “atos de covardia”.

Ministros do STF fazem campanha a favor de Raquel

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Parte dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) faz campanha nos bastidores para influenciar o presidente Jair Bolsonaro a dar um segundo mandato à procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ao mesmo tempo, o presidente tem intensificado o contato com o subprocurador-geral Augusto Aras, que despontou como um dos cotados para o cargo.

Raquel encerra seu mandato no dia 17 de setembro e é descrita por apoiadores no Supremo e no Congresso como o melhor nome para dar estabilidade institucional, enquanto Aras ganhou pontos com Bolsonaro ao demonstrar alinhamento com a pauta de reformas do governo.

Além do apoio do presidente da Corte, Dias Toffoli, Raquel recebeu uma defesa enfática do vice, Luiz Fux, em audiência na quarta-feira. Fux será o próximo presidente do tribunal. Dois dias depois, Aras teve o terceiro encontro no Palácio da Alvorada com Bolsonaro.

A disputa afunila

Mas, segundo interlocutores do presidente, além de Raquel e Aras, um terceiro nome ganhou força na disputa: o do subprocurador-geral Paulo Gustavo Gonet Branco. Católico e conservador, ele é amigo do ministro Gilmar Mendes. Os dois foram sócios no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

Segundo auxiliares de Bolsonaro, da lista tríplice formada em votação da categoria de procuradores, o único que ainda pode ter chances é Mario Bonsaglia – os outros nomes são Luiza Frischeisen e Blal Dalloul.

Interlocutores envolvidos nas discussões da escolha disseram, no entanto, que o presidente é “imprevisível” e já falou que pode haver surpresa.

A entrada de Fux em cena veio uma semana após Bolsonaro afirmar, em evento em Manaus (AM), que o futuro chefe da Procuradoria-Geral da República será alguém que tenha a visão diferente do que foi escrito até o ano passado. O comentário de Bolsonaro, sem prévio questionamento, foi enxergado por observadores como um sinal de que Raquel pode não ser reconduzida.

Depois do encontro com Fux, Bolsonaro disse que a conversa era uma forma de aproximação, considerando que o ministro será o próximo presidente da Corte. “É o próximo presidente do STF, tenho que começar a namorá-lo a partir de agora.”

A definição do nome do próximo procurador-geral da República é considerada uma escolha-chave para o desenrolar do mandato de Bolsonaro, que vai até dezembro de 2022. Dois interlocutores do presidente enxergam essa definição como algo até mais importante que as duas vagas para o STF que Bolsonaro pode escolher, já que o procurador pode contestar ações do governo na Corte, além de apresentar denúncias contra parlamentares e outras autoridades.

Tribunal

O peso do Supremo no processo de sucessão é grande. A Corte já deixou claro que pode barrar atos do presidente, como fez ao derrubar trecho de medida provisória que transferia a demarcação de terras indígenas da Fundação Nacional do Índio (Funai) para o Ministério da Agricultura.

Além disso, uma liminar de Toffoli levou à suspensão das investigações do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), no caso revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo., que apurava um suposto esquema de desvio de verba de salários de funcionários do gabinete na Assembleia Legislativa do Rio.

Toffoli barrou esse e outros casos em que houve compartilhamento de dados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ou pela Receita Federal sem prévia autorização judicial – medida defendida pelo próprio presidente.

Previsibilidade

Para uma ala do STF, a recondução de Raquel é fundamental para garantir um quadro de estabilidade e previsibilidade na relação entre os Poderes. Um dos ministros já disse a interlocutores que ela é competente do ponto de vista de respeito à institucionalidade e não se deixou levar pela vaidade do poder. A procuradora-geral transita bem entre diversos setores, como o dos militares. Aliados de Raquel destacam que, para ela, não há “pontes dinamitadas”.

Vem da própria categoria, porém, a principal resistência à recondução de Raquel, que decidiu não se submeter à votação da lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República. Na quinta-feira, procuradores-chefes das unidades estaduais do Ministério Público Federal defenderam, em nota, a lista tríplice. O mesmo gesto havia sido feito, semanas atrás, pelas principais forças-tarefa de combate à corrupção, como Lava Jato, Greenfield e Zelotes. O apoio à lista equivale à desaprovação da recondução.

O nome de Raquel, no entanto, não seria uma escolha natural para Bolsonaro. Pesa contra ela o fato de ter denunciado o presidente por racismo, o que serviu de munição para a oposição durante a pré-campanha eleitoral. Ela denunciou também o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), por suposta ameaça a uma jornalista com quem teria tido um relacionamento. Além disso, o entorno do presidente avalia que ela não priorizou o combate à corrupção e que novos acordos de colaboração premiada não avançaram durante a sua gestão.

Um dos consultores informais de Bolsonaro na área jurídica comentou que Raquel “abraçou tanto Deus como o diabo”, com o propósito de ser reconduzida, e que justamente isso seria o motivo de reservas quanto a seu nome. Procurados, os gabinetes de Fux e Toffoli informaram que os ministros não iriam se manifestar. (Colaborou Julia Lindner)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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operação PF em Rondônia com viatura e agentes durante cumprimento de mandados

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