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sábado, abril 25, 2026
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Anvisa encontra agrotóxicos irregulares em 20% dos alimentos analisados

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Frutas e hortaliças analisadas pela Anvisa com resíduos irregulares de agrotóxicos
Análise da Anvisa identificou resíduos irregulares de agrotóxicos em alimentos consumidos no Brasil

Resíduos irregulares de agrotóxicos aparecem em 20,6% dos alimentos analisados no Brasil, de acordo com levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A divulgação ocorreu nesta terça-feira (17) e integra o ciclo 2024 do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA). Anvisa encontra agrotóxicos irregulares em 20% dos alimentos, o que destaca a importância do monitoramento contínuo.

Apesar de a maioria das amostras cumprir os limites legais, o estudo acende um alerta relevante. Em especial, 12 amostras apresentaram potencial risco agudo ao consumidor. Nessas situações, o consumo em grande quantidade, ainda que em curto período, pode gerar efeitos adversos à saúde.

Fiscalização ampliada em todo o país

Durante todo o ano de 2024, técnicos da Anvisa avaliaram 3.084 amostras de 14 alimentos amplamente consumidos pela população brasileira. Para garantir abrangência nacional, as equipes realizaram coletas semanais em 88 municípios, passando por supermercados, feiras livres e sacolões.

Ao final do monitoramento, 636 amostras receberam classificação insatisfatória. Em grande parte das ocorrências, os problemas envolveram falhas no uso de defensivos agrícolas. Em determinados casos, produtores utilizaram substâncias não autorizadas. Já em outras situações, as concentrações superaram os limites permitidos pela legislação.

Entre as irregularidades identificadas, destacam-se:

  • resíduos não autorizados para a cultura analisada, em 12,2% das amostras;

  • níveis acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR), em 5,6%;

  • presença de agrotóxicos proibidos no Brasil, em 0,1%.

Alimentos com maior concentração de risco

Quando a análise se restringe às amostras com risco agudo, três alimentos concentram os registros mais preocupantes. Nesse recorte específico, surgem uva, laranja e abobrinha, todos presentes com frequência na alimentação diária dos brasileiros.

De forma mais detalhada, o risco apareceu em seis amostras de uva, cinco de laranja e uma de abobrinha. Além disso, os técnicos identificaram ingredientes ativos como abamectina, bifentrina, carbofurano, etefom, formetanato e imazalil. Quando acima do permitido, essas substâncias podem provocar efeitos adversos ao organismo humano.

Indicadores mostram redução do risco imediato

Mesmo diante das irregularidades, os dados apontam uma tendência consistente de queda no risco agudo ao longo dos anos. Entre 2013 e 2015, esse índice alcançava 1,11%. Em 2024, entretanto, caiu para 0,39%, ainda que o monitoramento tenha sido ampliado.

Segundo avaliação da própria Anvisa, esse avanço resulta do fortalecimento das ações de fiscalização. Além disso, o acompanhamento contínuo permite corrigir falhas na cadeia produtiva. Ainda assim, o órgão ressalta que a vigilância precisa permanecer constante.

Cuidados essenciais para o consumidor

Diante dos resultados, a Anvisa esclarece que os alimentos analisados não devem ser considerados inseguros de forma generalizada. Ainda assim, o órgão orienta atenção diária à higienização e à escolha dos produtos.

Entre as principais recomendações estão lavar frutas e hortaliças em água corrente, utilizar bucha ou escovinha exclusiva para limpeza, priorizar alimentos da estação, optar por produtos com origem identificada e rastreável e higienizar com solução à base de hipoclorito para reduzir riscos microbiológicos. Por outro lado, a agência ressalta que esse procedimento não elimina resíduos químicos, embora ajude a reduzir outros riscos à saúde.

Próximas etapas do programa

Além do monitoramento contínuo, o PARA já contribuiu para a retirada de mais de 100 produtos do mercado. Paralelamente, o programa apoiou a reavaliação de 17 agrotóxicos, o que resultou no banimento de dez substâncias e na aplicação de restrições a outras seis.

Para 2025, está previsto um novo ciclo do programa, com ampliação do número de amostras e foco em alimentos de grande consumo. Dessa forma, a Anvisa busca reforçar a segurança do que chega diariamente à mesa do consumidor brasileiro.

Fonte: Olhar Digital

Ponto facultativo é decretado a partir do meio-dia desta quarta-feira em Porto Velho

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Ponto facultativo em Porto Velho a partir do meio-dia desta quarta-feira
Prefeitura de Porto Velho decreta ponto facultativo a partir das 12h desta quarta-feira

A Prefeitura de Porto Velho decretou ponto facultativo para os servidores municipais a partir das 12h desta quarta-feira (17). A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município e altera o expediente da administração pública ao longo da tarde.

A medida ocorre em razão da final do Mundial de Clubes, marcada para as 13h no horário de Rondônia. Com isso, os servidores municipais poderão acompanhar a partida entre Flamengo e Paris Saint-Germain (PSG).

Além disso, a prefeitura seguiu o mesmo entendimento adotado por outras capitais brasileiras. Em situações semelhantes, municípios optam por flexibilizar o funcionamento dos órgãos públicos diante de eventos esportivos de grande repercussão.

Na Região Norte, o confronto gera grande expectativa. Segundo levantamento do IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), cerca de 20% da população nortista declara torcer pelo Flamengo. Por isso, o impacto do jogo ultrapassa o campo esportivo.

Enquanto isso, bares, lanchonetes e restaurantes de Porto Velho já se organizam para a transmissão da final. A expectativa é de aumento no movimento, principalmente nas áreas centrais da capital.

Apesar do ponto facultativo, a prefeitura garantiu o funcionamento dos serviços essenciais. Áreas como saúde, segurança e atendimento de urgência seguirão operando normalmente, sem prejuízo à população.

Por fim, o decreto busca equilibrar o funcionamento da administração pública com eventos de grande alcance popular. Dessa forma, o município mantém os serviços básicos e, ao mesmo tempo, reconhece o impacto social do evento esportivo.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

MPF cobra de Rondônia o tombamento do Real Forte Príncipe da Beira

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Real Forte Príncipe da Beira em Costa Marques, patrimônio histórico alvo de ação do MPF por tombamento definitivo
MPF pede que Rondônia conclua o tombamento definitivo do Real Forte Príncipe da Beira, em Costa Marques

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação civil pública para obrigar o estado de Rondônia a concluir o tombamento definitivo do Real Forte Príncipe da Beira, em Costa Marques. Por meio da ação, conhecida como “Ação do MPF pede tombamento do Real Forte Príncipe da Beira”, o órgão cobra o início do processo em até 30 dias e a conclusão no prazo máximo de 365 dias. O MPF cobra que se conclua rapidamente o processo de tombamento para evitar danos futuros.

Além disso, o MPF exige que o governo estadual libere, em até 60 dias, os recursos necessários para a restauração do imóvel. O Exército Brasileiro elaborou o projeto, sob supervisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Essa ação do MPF pede o tombamento do Real Forte Príncipe da Beira e ações de preservação. O MPF cobra tombamento do Forte Príncipe da Beira para garantir sua preservação histórica.

MPF aponta omissão do estado no processo de tombamento

Segundo a ação, o tombamento previsto na Constituição de Rondônia tem apenas caráter provisório. Para torná-lo definitivo, o estado precisa cumprir o procedimento administrativo previsto no Decreto-Lei nº 25/1937. A continuidade do processo é essencial, conforme a ação do MPF que pede o tombamento do Real Forte Príncipe da Beira.

Além disso, o MPF cita entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5670, que reforça a obrigatoriedade do processo formal.

De acordo com o procurador da República Gabriel de Amorim Silva Ferreira, o estado permanece inerte. Por isso, o patrimônio histórico segue exposto à deterioração, especialmente nas áreas internas das ruínas, razão pela qual o MPF cobra o rápido tombamento do Forte Príncipe da Beira.

Forte reúne valor turístico e importância histórica

O MPF destaca que o Real Forte Príncipe da Beira possui valor histórico e econômico. Atualmente, o local recebe cerca de 500 visitantes por mês, o que o torna um importante atrativo turístico da região. Como ação do MPF pede o tombamento do Real Forte Príncipe da Beira, a preservação é crucial para manter esse atrativo. A preservação que o MPF cobra do Forte Príncipe da Beira é essencial para valorizar o turismo local.

Além disso, a edificação carrega forte simbolismo social. Ancestrais escravizados construíram o forte, e seus descendentes integram hoje a comunidade quilombola local.

Diante disso, os moradores manifestaram interesse em atuar como guias turísticos. Dessa forma, a preservação do imóvel pode fortalecer a identidade cultural e gerar renda para a comunidade.

Estado não participou de ação anterior

Em outro processo, o MPF já obteve sentença que obrigou a União a executar medidas de conservação do forte. O Iphan passou a acompanhar e fiscalizar essas ações.

No entanto, o estado de Rondônia não integrou aquela ação. Mesmo assim, segundo o MPF, o governo estadual possui responsabilidade solidária ou subsidiária sobre o imóvel histórico.

Por essa razão, a nova ação busca reconhecer formalmente esse dever.

Forte integra brasão de Rondônia

O MPF também chama atenção para um ponto simbólico. O Real Forte Príncipe da Beira integra o brasão oficial do estado de Rondônia.

Apesar disso, o procurador afirma que o governo estadual não adota medidas efetivas de preservação. Segundo ele, essa postura contrasta com a relevância histórica do monumento.

MPF pede indenização por danos morais coletivos

Além do tombamento definitivo, o MPF pede a condenação do estado ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, no valor mínimo de R$ 500 mil.

O órgão propõe que o valor seja revertido em projetos, obras ou políticas públicas voltadas à valorização do patrimônio histórico estadual. O cumprimento deve ocorrer em até dois anos após a sentença definitiva.

A ação tramita na Justiça Federal sob o número 1008283-69.2025.4.01.4101.

Fonte: MPF

Confúcio destaca Centro de Saúde e Clima como virada histórica em Rondônia

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Inauguração do Centro de Saúde e Clima da Fiocruz em Porto Velho com autoridades e destaque para avanço científico em Rondônia
Autoridades participam da inauguração do Centro de Saúde e Clima da Fiocruz, marco para a ciência e a saúde pública em Rondônia

Após mais de 16 anos desde a concepção da ideia, Rondônia vive um marco histórico com a inauguração das novas instalações da Fiocruz Rondônia e o lançamento oficial do Centro de Saúde e Clima. Com isso, o estado dá um salto estratégico na pesquisa científica, na saúde pública e no enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas na Amazônia.

Durante a cerimônia, o senador Confúcio Moura (MDB-RO) destacou que a conquista resulta de persistência política, articulação institucional e visão de longo prazo.

“Essa luta vem de longe. A vida não anda em linha reta”, resumiu.

Ainda nos anos 1980, quando atuava como secretário estadual de Saúde, Confúcio buscou apoio de instituições como a Universidade de São Paulo (USP). Posteriormente, já como governador, ajudou a consolidar a presença da Fiocruz em Rondônia e fortaleceu o próprio Sistema Único de Saúde (SUS) no estado.

Confúcio Moura e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participam de visita institucional durante a inauguração do Centro de Saúde e Clima da Fiocruz Rondônia

Segundo ele, o novo centro vai além da produção científica. Além disso, a iniciativa posiciona Rondônia como referência nacional na formação de especialistas e na adaptação da saúde pública aos desafios climáticos.

Investimentos em ciência e proteção aos mais vulneráveis

Durante o evento, autoridades anunciaram que R$ 9,8 bilhões serão destinados a ações voltadas à adaptação do SUS às mudanças climáticas em todo o país. Nesse contexto, os impactos de secas prolongadas, enchentes e eventos extremos atingem principalmente as populações mais vulneráveis, com efeitos diretos sobre a saúde.

Por isso, o Ministério da Saúde já reorganiza a formação de profissionais para enfrentar doenças emergentes e reemergentes, cada vez mais associadas às transformações ambientais.

Além disso, Confúcio relembrou a chegada do cientista Luiz Hildebrando Pereira a Rondônia, após anos de exílio na França. Segundo ele, esse momento marcou o início de uma nova fase para a pesquisa em doenças endêmicas, como a malária.

“Foi ali que formamos nossos primeiros cientistas. A educação e a pesquisa transformam qualquer realidade”, afirmou.

Padilha reforça ligação com a Amazônia

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou sua ligação pessoal com a Amazônia e reforçou o papel estratégico da região no debate global sobre saúde e clima.

“Alguma coisa aconteceu que me conectou definitivamente com a Amazônia brasileira”, contou, ao relembrar viagens por rios e comunidades isoladas.

Além disso, Padilha alertou que mais de 60% da população mundial já enfrenta impactos diretos de eventos climáticos extremos, com reflexos imediatos na saúde pública. Ele também recordou o período em que o Brasil registrava cerca de 1 milhão de casos de malária, nos anos 1990.

“Foi essa Amazônia que conquistou a Fiocruz. Hoje, temos um presidente que mais investe em ciência e saúde na região”, afirmou.

Arquitetura simbólica e esforço coletivo

Público e autoridades acompanham a cerimônia de inauguração do Centro de Saúde e Clima da Fiocruz Rondônia, em Porto Velho

Localizada no km 3,5 da BR-364, no bairro Cidade Jardim, em Porto Velho, a nova sede da Fiocruz Rondônia carrega forte simbolismo histórico. O projeto arquitetônico foi doado por Oscar Niemeyer, ainda na década de 1970.

No entanto, a obra enfrentou duas paralisações ao longo dos anos. Mesmo assim, o projeto foi retomado e concluído, consolidando um sonho construído por pesquisadores, gestores e profissionais da saúde ao longo de décadas.

Durante a solenidade, o presidente da Fiocruz, Mário Moreira, destacou a articulação institucional e o alcance do novo centro.

“Esse espaço fortalece uma articulação poderosa, em escala nacional e global”, afirmou.

Representando a Universidade Federal de Rondônia (UNIR), a professora Marília Pimentel reforçou a parceria entre as instituições.

“Somos instituições irmãs, comprometidas com o ensino, a pesquisa e a extensão”, disse.

Um marco para Rondônia e para o Brasil

Com a inauguração do Centro de Saúde e Clima, Rondônia consolida uma visão de futuro baseada na integração entre ciência, saúde pública e Amazônia. Dessa forma, o estado passa a ocupar posição estratégica no debate nacional e internacional sobre os impactos do clima na saúde.

Ao reunir infraestrutura moderna, pesquisadores qualificados e foco em desafios globais, o centro fortalece o protagonismo brasileiro e, ao mesmo tempo, responde às necessidades reais da população amazônica.

Fonte: Assessoria

Mega-Sena 2952 acumula e pode pagar R$ 58 milhões na quinta-feira

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Prêmio da Mega-Sena 2952 acumulado em R$ 58 milhões
Prêmio da Mega-Sena acumula após sorteio sem ganhadores

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso Mega-Sena 2952, sorteado na noite de terça-feira (16) pela Caixa Econômica Federal. Mega-Sena 2952 acumula e pode pagar R$ 58 milhões no próximo sorteio. Com isso, o prêmio da Mega-Sena acumula e pode chegar a R$ 58 milhões no próximo sorteio, marcado para quinta-feira (18).

Dessa forma, o valor estimado volta a chamar a atenção de apostadores em todo o país. Além disso, a proximidade do sorteio aumenta a expectativa de quem tenta a sorte na principal loteria brasileira.

Números sorteados no último concurso

As dezenas sorteadas no concurso Mega-Sena 2952 foram: 01 – 20 – 45 – 48 – 51 – 58. No entanto, ninguém conseguiu acertar todos os números e levar o prêmio principal.

Ainda assim, houve ganhadores nas faixas secundárias. Segundo a Caixa Econômica Federal, 16 apostas acertaram a quina e cada uma vai receber R$ 131.659,90. Já a quadra teve 2.041 apostas vencedoras, com prêmio individual de R$ 1.701,29.

Próximo sorteio da Mega-Sena

O próximo sorteio da Mega-Sena acontece na quinta-feira (18). Até lá, os interessados podem registrar suas apostas até as 19h, em qualquer casa lotérica credenciada ou, alternativamente, pelo site e aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6. Porém, quem deseja aumentar as chances pode marcar mais dezenas. Nesse caso, o valor do jogo sobe, enquanto a probabilidade de acerto melhora.

Bolão é alternativa para dividir custos

Outra opção disponível é o bolão da Mega-Sena, que permite dividir o valor da aposta entre várias pessoas. Nesse modelo, o valor mínimo do bolão é de R$ 15, com cotas a partir de R$ 6.

Além disso, as próprias lotéricas podem organizar bolões. Entretanto, o apostador deve ficar atento, pois pode haver cobrança de uma taxa de serviço adicional, limitada a até 35% do valor da cota, conforme as regras da Caixa.

O destino dos prêmios não resgatados

Os prêmios da Mega-Sena têm prazo de 90 dias para resgate após a data do sorteio. Caso isso não ocorra, os valores são repassados ao Tesouro Nacional.

Por fim, o montante é direcionado ao Fies, programa de financiamento estudantil do governo federal. Enquanto isso, sempre que não há ganhador da sena, o prêmio da Mega-Sena acumula automaticamente para o concurso seguinte, elevando ainda mais o valor em disputa.

Fonte: CNN Brasil

Prefeitura avança na saúde com assinatura da compra do Hospital Universitário Municipal

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Compra do Hospital Universitário Municipal amplia a saúde pública em Porto Velho
Autoridades assinam contrato de compra do Hospital Universitário Municipal durante solenidade em Porto Velho.

A Prefeitura de Porto Velho deu um passo histórico na área da saúde ao realizar a assinatura simbólica do contrato de aquisição do Hospital Universitário Municipal. A solenidade ocorreu no auditório do Teatro Banzeiros e reuniu autoridades locais, estaduais e federais.

Além disso, o evento contou com a presença de profissionais da saúde, representantes da comunidade acadêmica e lideranças políticas. O ato consolida a criação de uma estrutura hospitalar própria do município, voltada ao atendimento da população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Investimento amplia a rede municipal de saúde

Solenidade de assinatura simbólica do contrato de aquisição do Hospital Universitário Municipal aconteceu no auditório do Teatro Banzeiros

Com a aquisição, o município incorpora de forma definitiva uma unidade hospitalar à sua rede pública. O investimento total chega a R$ 39,3 milhões, valor que garante a constituição de patrimônio público e maior autonomia administrativa.

Além disso, a nova estrutura permitirá a ampliação dos serviços de média e alta complexidade. Dessa forma, Porto Velho reduz a dependência de pactuações externas e diminui a sobrecarga das unidades estaduais.

De acordo com o Léo Moraes, o investimento assegura a constituição de patrimônio público e maior autonomia administrativa

Segundo o prefeito Léo Moraes, a iniciativa marca uma mudança estrutural na saúde da capital. De acordo com ele, o município passa a oferecer atendimento mais qualificado e próximo da população.

Hospital terá perfil universitário e gestão compartilhada

O Hospital Universitário Municipal terá perfil universitário, unindo assistência, ensino e pesquisa. A gestão será compartilhada entre a Prefeitura de Porto Velho, a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Com isso, a administração ganha eficiência e qualificação técnica. Ao mesmo tempo, a parceria fortalece a integração entre formação profissional e atendimento público.

Parceria fortalece formação de profissionais da saúde

Marília Pimentel disse que o hospital vai atender a população e contribuir para a formação dos profissionais da saúde

A reitora da UNIR, Marília Pimentel, destacou a importância do hospital para a universidade e para a população. Segundo ela, a unidade atenderá diretamente os moradores de Porto Velho e ampliará a formação prática dos estudantes da área da saúde.

Além disso, a gestão municipal prevê a doação futura do prédio à UNIR. Assim, a iniciativa consolida o vínculo entre ensino superior e serviço público de saúde.

Hospital deve iniciar funcionamento em 2026

A expectativa da Prefeitura é que o Hospital Universitário Municipal entre em funcionamento no segundo semestre de 2026. A unidade será 100% pública e atenderá exclusivamente pelo SUS.

Inicialmente, o hospital começará com atendimento progressivo. No entanto, a projeção é de expansão para até 200 leitos, com aumento gradual da complexidade dos serviços.

Além de atender Porto Velho, a unidade receberá pacientes de outros municípios de Rondônia. Dessa forma, a capital reforça seu papel regional na oferta de saúde pública.

Ministro da Saúde destaca marco histórico para a capital

De acordo com o Léo Moraes, o investimento assegura a constituição de patrimônio público e maior autonomia administrativa

O evento contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele ressaltou que a criação do primeiro hospital municipal de Porto Velho representa um avanço importante para o SUS.

Segundo o ministro, o novo hospital fortalece a rede pública, amplia o acesso da população e contribui para a formação de profissionais qualificados na região Norte.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Receita de Torta de maçã clássica com canela fecha a ceia de Natal

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Torta de maçã com canela e massa dourada servida em fatias na ceia de Natal
Massa dourada e aroma de canela fazem da torta de maçã um clássico da ceia de Natal

A torta de maçã atravessa gerações como uma das sobremesas mais emblemáticas da ceia de Natal. Ela não chama atenção por excessos, mas conquista pela simplicidade, pelo perfume que invade a casa e pelo sabor que remete a conforto. Além disso, funciona tanto como sobremesa principal quanto no café da manhã do dia seguinte.

Mesmo em meio a receitas mais modernas, a torta de maçã mantém espaço garantido. Isso acontece porque equilibra doçura, acidez e especiarias, agradando quem prefere doces mais clássicos e menos açucarados.

O segredo da torta de maçã perfeita

O ponto central da receita está no preparo das frutas. Cortar a maçã em lascas bem fininhas faz toda a diferença. Dessa forma, o recheio cozinha por igual, não solta excesso de líquido e mantém a textura macia sem desmanchar.

Outro destaque é a canela. Usada com moderação, ela não domina o sabor, mas cria o aroma que praticamente anuncia que o Natal chegou.

Receita prática de torta de maçã com canela

Ingredientes básicos

  • Maçãs descascadas e cortadas em lascas bem finas

  • Açúcar (branco ou mascavo)

  • Canela em pó

  • Suco de limão

  • Massa para torta (caseira ou pronta)

Como preparar

  1. Comece preparando as maçãs. Corte-as em fatias finas e misture com açúcar, canela e algumas gotas de limão para equilibrar a doçura.

  2. Forre uma forma com a massa, acomodando bem o fundo e as laterais.

  3. Distribua o recheio de maçã de forma uniforme, criando camadas delicadas.

  4. Cubra com mais massa ou finalize no estilo aberto, conforme sua preferência.

  5. Leve ao forno preaquecido até a massa dourar e o recheio borbulhar levemente.

Durante o forno, o cheiro de maçã e canela se espalha pela casa. Esse momento costuma ser parte da experiência, tornando a receita ainda mais especial.

Quando servir e como variar

A torta de maçã pode ser servida morna ou fria. Se quiser elevar a sobremesa, acompanhe com sorvete de creme, chantilly ou uma calda de caramelo. Além disso, ela pode ser preparada com antecedência, o que ajuda na organização da ceia.

No dia seguinte, funciona perfeitamente no café da manhã ou no lanche da tarde, mantendo sabor e textura.

Por que ela nunca sai da mesa

A torta de maçã não depende de tendências. Ela permanece atual porque entrega memória afetiva, praticidade e um sabor que combina com encontros em família. No fim, cada fatia carrega mais do que ingredientes: carrega tradição.

Fonte: CNN Brasil

228 mil filhotes de tartaruga-da-Amazônia são soltos em Rondônia

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Filhotes de tartaruga-da-Amazônia durante soltura no Parque Estadual Corumbiara em Rondônia
Ação ambiental garantiu a soltura de 228 mil filhotes de tartaruga-da-Amazônia no Parque Estadual Corumbiara, em Rondônia.

O governo de Rondônia realizou a soltura de 228 mil filhotes de tartaruga-da-Amazônia (Podocnemis expansa) no Parque Estadual Corumbiara, em Pimenteiras do Oeste. A ação ocorreu no sábado (13) e representa um dos maiores esforços recentes de conservação da fauna amazônica no estado.

Além disso, o projeto buscou garantir maior taxa de sobrevivência da espécie justamente na fase mais vulnerável do ciclo de vida, que vai do nascimento até a chegada ao rio.

Proteção dos filhotes reduz riscos naturais e ambientais

Durante os primeiros dias de vida, os filhotes enfrentam diversos riscos. Entre eles estão a predação natural intensa e as mudanças repentinas no ambiente. Neste ano, por exemplo, a elevação do nível do Rio Guaporé causou a perda de muitos filhotes ainda nos ninhos.

Por isso, as equipes concentraram esforços no monitoramento, na proteção dos ovos e na soltura controlada. Dessa forma, o projeto ampliou significativamente as chances de sobrevivência da espécie.

Ação integrada reúne governo, pesquisadores e instituições

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) coordenou a operação por meio da Coordenadoria de Unidades de Conservação (CUC). Além disso, o trabalho contou com o apoio do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), de pesquisadores da Universidade Federal de Rondônia (Unir), bolsistas do convênio Sedam/Fapero e servidores da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Com essa atuação conjunta, o projeto uniu conhecimento técnico, pesquisa científica e gestão pública.

Monitoramento técnico garante soltura segura dos filhotes

Segundo o coordenador da CUC, Daniel Santos de Souza, as equipes acompanharam todas as etapas da ação com rigor técnico. Durante o processo, os profissionais avaliaram a saúde dos filhotes e as condições ambientais antes da soltura.

Além disso, o monitoramento permitiu identificar o momento mais adequado para liberar os animais no ambiente natural. Assim, a ação reduziu impactos negativos e aumentou as chances de adaptação dos filhotes ao habitat.

Governo reforça compromisso com preservação ambiental

O governador Marcos Rocha destacou que o estado mantém atuação permanente na preservação ambiental. Segundo ele, ações como essa demonstram o compromisso do governo com a biodiversidade e o desenvolvimento sustentável.

De acordo com o governador, a soltura dos filhotes resulta de um esforço coletivo que busca proteger os recursos naturais e garantir equilíbrio ambiental para as próximas gerações.

Sedam destaca avanço nas políticas de conservação

O secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, ressaltou que a ação no Parque Estadual Corumbiara representa mais um avanço nas políticas públicas voltadas à conservação ambiental. Além disso, ele reforçou a importância das parcerias com instituições de pesquisa e comunidades locais.

Segundo o secretário, a secretaria seguirá desenvolvendo estratégias para proteger e recuperar espécies nativas da Amazônia.

Iniciativa fortalece biodiversidade e equilíbrio ambiental

A soltura dos 228 mil filhotes de tartaruga-da-Amazônia reforça o papel de Rondônia na preservação da fauna amazônica. Ao mesmo tempo, a iniciativa contribui para o equilíbrio dos ecossistemas e para a manutenção da biodiversidade na região.

Com ações contínuas e planejamento técnico, o estado avança na proteção ambiental e consolida políticas sustentáveis de longo prazo.

Fonte: Governo de Rondônia

PF faz operação contra bet suspeita de explorar brasileiros no exterior

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PF mira bet por exploração de brasileiros em operação da Polícia Federal
Polícia Federal faz operação contra empresa de apostas suspeita de explorar brasileiros no exterior

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (16), uma operação contra uma empresa de apostas esportivas, conhecida como bet, suspeita de explorar brasileiros no exterior em condições análogas à escravidão. A PF mira bet por exploração de brasileiros. A ação investiga um esquema de tráfico internacional de pessoas associado à prática de crimes cibernéticos.

Segundo a apuração, os trabalhadores eram recrutados no Brasil com promessas de bons salários e oportunidades profissionais fora do país. No entanto, ao chegarem ao exterior, passavam a viver sob restrição de liberdade, jornadas exaustivas e retenção de documentos, o que caracteriza exploração severa.

Operação cumpre prisões e bloqueia milhões

Nesta etapa, a Polícia Federal cumpre quatro mandados de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Ceará, Maranhão, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Além disso, a Justiça Federal determinou o bloqueio e o sequestro de bens e valores que superam R$ 446 milhões.

Como resultado dessas medidas, a decisão judicial também suspendeu as atividades empresariais das pessoas jurídicas envolvidas. Dessa forma, o grupo investigado fica impedido de continuar operando enquanto as apurações avançam.

Recrutamento ocorreu pelas redes sociais

De acordo com os investigadores, o esquema utilizava redes sociais para atrair vítimas. As abordagens prometiam trabalho regularizado em empresas do setor de jogos on-line no exterior.

Entretanto, quando os brasileiros chegavam ao destino, a realidade era completamente diferente. Eles eram submetidos a vigilância constante, controle da rotina, jornadas excessivas e imposição de dívidas forçadas. Além disso, havia relatos de ameaças e restrição total de contato com familiares.

Caso veio à tona após prisões na Nigéria

A investigação teve início, sobretudo, após 109 pessoas serem presas na Nigéria, acusadas da prática de crimes cibernéticos. Entre os detidos, estavam cinco brasileiros, o que chamou a atenção das autoridades brasileiras.

A partir desse episódio, a Polícia Federal identificou conexões diretas com empresas de apostas. Assim, os agentes avançaram na apuração de um esquema internacional de exploração de mão de obra brasileira, utilizado para aplicar golpes digitais em larga escala.

Crimes investigados pela Polícia Federal

Conforme a PF, os investigados podem responder por diversos crimes. Entre eles estão:

  • Tráfico internacional de pessoas

  • Redução à condição análoga à de escravo

  • Organização criminosa

  • Crimes cibernéticos

  • Lavagem de dinheiro

Enquanto isso, as investigações continuam, e novas fases da operação não estão descartadas.

Atuação integrada e cooperação internacional

A ação conta com apoio do Ministério Público Federal e de autoridades internacionais. Por esse motivo, a operação reforça o caráter transnacional do esquema criminoso.

Segundo a Polícia Federal, o objetivo principal é desarticular completamente a estrutura financeira e operacional do grupo, impedindo novas vítimas e interrompendo o fluxo de recursos ilegais.

Serviço ao leitor

Por fim, a PF orienta que casos de aliciamento com promessa de trabalho no exterior sejam denunciados. A recomendação é desconfiar de ofertas com ganhos elevados, ausência de contrato formal ou exigência de pagamento antecipado.

Fonte: G1

O colapso no oceano que pode desencadear uma era do gelo na Europa

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Colapso no oceano ameaça provocar uma era do gelo na Europa, segundo estudo sobre correntes do Atlântico Norte
Ilustração mostra o avanço do gelo sobre a Europa diante do risco de colapso das correntes oceânicas do Atlântico Norte.

Um colapso no sistema de correntes oceânicas que regula o clima do hemisfério norte pode levar a Europa a enfrentar uma nova era do gelo antes do previsto. Este colapso no oceano era do gelo na Europa é uma preocupação crescente. A conclusão vem de um estudo internacional publicado na revista Environmental Research Letters, apontando para um colapso no oceano era do gelo na Europa.

Pesquisadores analisaram a Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), responsável por transportar calor dos trópicos para o Atlântico Norte. Segundo o estudo, o sistema pode atingir um ponto de inflexão já nas próximas décadas. Um colapso no oceano era do gelo na Europa é uma possibilidade real se essas mudanças continuarem.

Corrente oceânica mantém clima ameno na Europa

A AMOC funciona como um aquecedor natural da Europa. Ela leva água quente para o norte e devolve água fria para as profundezas do oceano. Esse mecanismo mantém o clima europeu mais ameno do que o de regiões na mesma latitude.

No entanto, o aquecimento global enfraquece esse processo. Com oceanos mais quentes, a água superficial perde densidade. Assim, ela afunda menos e reduz a circulação de calor.

Frio extremo e secas no mesmo continente

Os modelos climáticos indicam invernos muito mais rigorosos. Algumas regiões podem registrar temperaturas abaixo de 30 graus negativos. Cidades do norte da Europa enfrentariam frio intenso e prolongado.

Ao mesmo tempo, a redução do transporte de umidade causaria verões mais secos. Esse cenário aumentaria o risco de secas severas e desertificação em partes do continente.

Ponto de inflexão pode ocorrer nas próximas décadas

Relatórios anteriores do IPCC indicavam menor risco de colapso neste século. Porém, o novo estudo apresenta um cenário mais alarmante. Em várias simulações, o sistema entra em colapso logo após atingir um ponto crítico. O evento conhecido como colapso no oceano era do gelo na Europa é uma ameaça que pode ocorrer.

Os pesquisadores identificaram áreas-chave do Atlântico Norte como mais vulneráveis. Entre elas estão os mares de Labrador, Irminger e Nórdico. Essas regiões influenciam diretamente o clima europeu.

Degelo da Groenlândia agrava o risco

O derretimento do gelo da Groenlândia pode acelerar o colapso da AMOC. A entrada de grandes volumes de água doce reduz a salinidade do oceano. Com isso, a circulação enfraquece ainda mais.

Segundo os cientistas, muitos modelos não consideram totalmente esse fator. Por isso, o risco real pode ser maior do que o estimado.

Impacto climático global e duradouro

Especialistas alertam que o colapso da AMOC teria efeitos globais. Mudanças nos padrões de chuva afetariam a África e a América do Sul. A recuperação do sistema poderia levar séculos.

A redução rápida das emissões de gases de efeito estufa ainda pode diminuir o risco. Mesmo assim, os cientistas afirmam que o tempo para evitar impactos severos está se esgotando.

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