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Mais de 40% das espécies de árvores estão ameaçadas de extinção na Europa

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É muito comum falarmos em animais extintos. Contudo, nem sempre mencionamos a fundo a extinção da flora, que é nada menos do que o habitat de todos os seres vivos. Aqui no Brasil, a proteção da Amazônia está cada vez mais em pauta e, na Europa, o mesmo assunto torna-se vigente, uma vez que a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) acaba de lançar uma lista vermelha de árvores em extinção.

A partir de um estudo realizado por 150 especialistas, 42% das espécies de árvores em território europeu estão ameaçadas de extinção. Além disso, a sobrevivência de 58% das árvores endêmicas do continente é incerta e 15% delas está em risco crítico. As espécies em situação mais preocupante são os freixos e as castanheiras. Para ser incluída na lista vermelha, as quantidade de unidades vivas deve apresentar uma queda de 50% a 70%. Já para entrar em risco crítico, esse número deve estar entre 80% a 90%.

Os cientistas acreditam que a introdução de espécies estrangeiras, tanto de plantas quanto de animais, tem sido uma das fortes causas do aumento da extinção.  Além disso, a exploração da fauna e flora também tem colaborado para o crescimento dos índices.

“As árvores são essenciais para a vida na terra e as árvores europeias, em toda a sua diversidade, são fonte de alimento e abrigo para inúmeras espécies de animais, como pássaros e esquilos, e desempenham um papel econômico essencial”, explica Craig Hilton-Taylor, responsável pela unidade desenvolvedora da lista vermelha europeia. Ele também faz o pedido para a União Europeia proteger o patrimônio biológico. Em resposta, a UE, primeiramente, criará uma lista global de espécies ameaçadas até o final de 2020.

“As árvores são essenciais para a vida na terra e as árvores europeias, em toda a sua diversidade, são fonte de alimento e abrigo para inúmeras espécies de animais, como pássaros e esquilos, e desempenham um papel econômico essencial”, explica Craig Hilton-Taylor, responsável pela unidade desenvolvedora da lista vermelha europeia. Ele também faz o pedido para a União Europeia proteger o patrimônio biológico. Em resposta, a UE, primeiramente, criará uma lista global de espécies ameaçadas até o final de 2020.

 

O que a Justiça já decidiu em casos de presos que não querem deixar a prisão, como Lula

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Na última sexta-feira (27), a própria Força-Tarefa da Lava Jato em Curitiba pediu a progressão de regime. “Uma vez certificado o bom comportamento carcerário pelo superintendente da PF no Paraná e ouvida a defesa, requer o Ministério Público Federal que seja deferida a Luiz Inácio Lula da Silva a progressão ao regime semiaberto”, diz um trecho do pedido, que está formalmente sob sigilo.

Na tarde desta segunda-feira (30), porém, o petista divulgou uma carta escrita à mão na qual reafirma que não aceitará sair da prisão sem que seu processo seja considerado nulo.

“Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade. Já demonstrei que são falsas as acusações que me fizeram. São eles e não eu que estão presos às mentiras que contaram ao Brasil e ao mundo”, diz um trecho da carta.

Lula pode agora pedir para deixar a cadeia porque cumpriu o limite de 1/6 da pena de 8 anos e 10 meses imposta a ele pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), no caso conhecido como “tríplex do Guarujá”.

Mas o que acontece quando um preso se recusa a aceitar a progressão, como o ex-presidente?

Advogados criminalistas consultados pela BBC News Brasil descreveram pelo menos dois casos de clientes que tinham direito a deixar o cárcere, mas não o quiseram. Nas duas situações, os condenados ficaram no regime fechado.

Longe da família

“Eu me lembro de um fato que aconteceu há muitos anos, na qual o sentenciado sairia do regime fechado para o semiaberto. Mas ele acabou vendo que, se fosse para o semiaberto, ficaria mais longe da família. E não teria como trabalhar fora do presídio (como geralmente ocorre no semiaberto, onde a pessoa trabalha durante o dia e dorme no presídio), porque iria para uma colônia agrícola”, diz o advogado criminalista Fernando Castelo Branco, que é professor de processo penal na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

“Então ele optou por ficar (no regime fechado): ‘Pô doutor, é melhor eu ficar aqui, perto da minha família. Já estou acostumado e tenho uma boa relação com os outros presos'”, narra o advogado. Diante da manifestação da defesa, diz Castelo Branco, o preso continuou onde estava por mais algum tempo.

“Certamente é um caso sui generis (raro). A norma é o advogado lutar pela progressão; a família querer, o preso mais ainda”, diz Castelo Branco.

Embora a lei permita ao Ministério Público solicitar a progressão de pena dos condenados, isso é algo muito raro de acontecer, afirma o advogado criminalista Gustavo Badaró, professor de processo penal na USP (Universidade de São Paulo).

“Eu já tive um cliente que não quis solicitar a mudança de regime porque estava namorando outro preso que continuaria em regime fechado. Eu simplesmente não solicitei a progressão e o MP não fez nada a respeito”, contou.

“No caso de Lula, ele não reconhece a legitimidade de sua condenação e entende que se aceitar algum direito previsto em lei estaria reconhecendo essa legitimidade”, observa ele.

Advogado criminalista e doutor em direito pela USP, João Paulo Martinelli lembra ainda do ocorrido com Suzane von Richthofen em 2014. Condenada a 39 anos de prisão depois de matar os próprios pais em 2002, Richthofen disse à juíza responsável pela execução de sua pena que não queria ir para o semiaberto, como pedido por seu defensor de então. Ela permaneceu no regime fechado.

“Diante do teor das declarações prestadas pela sentenciada nesta data, dando conta de que por temer por sua vida não tinha interesse na progressão de regime no momento (…), torno sem efeito a decisão que progrediu para o regime intermediário de cumprimento de pena, mantendo-a na situação em que se encontrava antes”, escreveu a juíza do caso de Richthofen, à época.

Prédio da Polícia Federal em Curitiba, com agentes e viaturas em frente

Lula está preso em uma sala solitária na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Ele tem dentro de sua cela uma esteira para se exercitar diariamente, além de uma televisão em que pode assistir aos canais abertos ou a vídeos que recebe de seus advogados e visitas em pen drive. Este tipo de “cela” é chamada de Sala de Estado Maior.

O petista recebe seus advogados diariamente, entre segunda e sexta-feira, e tem concedido entrevistas semanais, às quartas.

O que deve acontecer com Lula?

Os advogados criminalistas divergem sobre se Lula (ou outro condenado) pode ou não “recusar-se” a progredir de regime.

Mas concordam em um ponto: se Lula quiser realmente ficar preso, basta que ele não aceite as condições que podem ser impostas pela juíza da Vara de Execuções Penais Carolina Lebbos (como usar tornozeleira eletrônica, por exemplo).

Para Castello Branco, a Lei de Execução Penal (LEP) dá ao preso o “direito” a progredir de regime, e não a obrigação de fazê-lo.

“É um direito, portanto envolve liberdade de escolha. O ex-presidente tem o direito inarredável, inafastável, de decidir se quer ou não. O que o Estado deve oferecer é a faculdade de escolher, mas a última palavra é dele”, diz.

Já Badaró diz que, em tese, Lula não pode se recusar a progredir de regime. No entanto, ressalta o professor, caso o petista não aceite cumprir eventuais condições colocadas pela Justiça para que ele passe ao regime semiaberto ou à prisão domiciliar, ele deve continuar no regime fechado de prisão.

O ex-presidente já declarou que não aceitará usar tornozeleira eletrônica.

Clique para assistir à entrevista exclusiva concedida por Lula à BBC News Brasil em agosto.

Martinelli é da mesma opinião: para continuar preso, basta que Lula não aceite as condições da Justiça. “O fato de ele não aceitar as condições não permitiria a progressão”, diz.

Como dificilmente o Estado teria condições de garantir a segurança de Lula num presídio onde o ex-presidente pudesse trabalhar do lado de fora durante o dia e dormir em uma cela, provavelmente ele seguiria para a prisão domiciliar, diz Martinelli. E isso envolveria condições como avisar à Justiça para receber visitas ou para sair da cidade, além do uso de tornozeleira.

Nesse cenário (em que Lula não aceite as condições), especula Badaró, a força-tarefa da Lava Jato poderia voltar a pedir que o petista seja enviado a um presídio comum, o que provavelmente levaria novamente a questão para decisão do Supremo Tribunal Federal.

No início de agosto, Lebbos determinou que o ex-presidente fosse transferido para São Paulo. Na sequência, a Justiça paulista indicou que Lula deveria ficar em um presídio comum na cidade de Tremembé, dividindo cela com outros presos. A transferência acabou anulada pelo STF, em decisão quase unânime (10 votos a 1).

Plenário do STF

Lula busca liberdade no STF

Ao anunciar a decisão de Lula, seus advogados reforçaram seu desejo de que suas condenações sejam anuladas no Supremo. Nesta segunda-feira, a defesa pediu ao STF urgência na análise de recursos do ex-presidente na Suprema Corte.

A Segunda Turma do STF deve analisar até novembro um recurso do petista que tem potencial de anular todos os processos contra ele originados na 13ª Vara de Curitiba, caso os ministros entendam que o ex-juiz Sergio Moro agiu com parcialidade ao conduzir os processos de Lula.

Se esse pedido for acolhido, o ex-presidente será posto em liberdade e terá seus direitos políticos restabelecidos. Vão analisar o recurso os ministros da Segunda Turma: Edson Fachin, Cármen Lúcia, Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello.

Isso cancelaria a condenação de Lula no caso do “tríplex do Guarujá” por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mesmo que a sentença já tenha sido confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Também anularia a condenação de Lula no caso do Sítio de Atibaia pela juíza Gabriela Hardt, já que ela assumiu o caso em sua etapa final. O ex-presidente teria, então, direito a novos julgamentos.

Sergio Moro aparece de perfil

No recurso, a defesa argumentou que o fato de Moro ter aceitado ser ministro do governo Jair Bolsonaro tornou evidente seu interesse político ao condenar Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex.

O petista acabou barrado da eleição presidencial do ano passado pela lei da Ficha Limpa, após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) ter confirmado a condenação dele por Moro. Depois, já em 2019, Lula foi considerado culpado também pelo STJ – o tribunal, no entanto, reduziu sua pena.

O recurso lista ainda outros argumentos para sustentar a parcialidade do então juiz, como sua decisão de decretar a condução coercitiva do ex-presidente em 2016, mesmo sem ter previamente marcado um depoimento – prática que contraria a legislação brasileira.

Moro, por sua vez, diz que condenou Lula baseado nas provas processuais, em julho de 2017, quando Bolsonaro ainda não era considerado um candidato competitivo. Ele argumenta que, naquele momento, não tinha como prever a vitória do atual presidente, nem o convite para ser ministro. Além disso, afirma que aceitou integrar o governo para fortalecer o combate à corrupção e ao crime organizado.

A defesa menciona também as revelações do site Intercept, que publicou reportagens baseadas no vazamento de mensagens obtidas por hackers que trariam conversas entre Moro e procuradores da Lava Jato. Os advogados de Lula dizem que as conversas vazadas “denotam o completo rompimento da imparcialidade objetiva e subjetiva” do então juiz.

Os diálogos, caso verdadeiros, indicam Moro teria dado conselhos ao Ministério Público quando era juiz, o que é proibido pela legislação brasileira.

A análise dos argumentos iniciais começou em dezembro de 2018, quando Cármen Lúcia e Fachin votaram contra a suspeição de Moro e a liberdade de Lula. No entanto, o julgamento foi interrompido por pedido de vista de Gilmar Mendes.

‘Listras do aquecimento global’ mostram como o mundo está cada vez mais quente

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O que um carro elétrico, um bonde alemão e um vestido têm em comum? Se depender do climatologista britânico Ed Hawkins, esses objetos podem ser o início de uma conversa séria sobre o aquecimento global.

Hawkins criou um sistema de código de barras azul e vermelho que denuncia o aumento das temperaturas. Como mostram as fotos abaixo, as cores não ficaram restritas aos cartazes de protestos. “Essa repercussão é fantástica”, afirmou o cientista ao G1. Na imagens criadas por ele, cada listra representa um ano e o conjunto mostra a evolução das temperaturas do planeta desde o ano 1850 até 2018.

O código em cinco pontos

  1. O que são essas listras? A “listras do aquecimento” são uma representação visual da mudança nas temperaturas da terra no último século. Cada listra representa a temperatura média de uma região durante um ano.
  2. O que mostra o gráfico? Os anos mais frios estão em azul, já os mais quentes, em vermelho. Nos anos mais recentes, o vermelho predomina.
  3. Por que não há números? O gráfico foi criado para ser o “mais simples possível”, e sua função é alertar para os riscos das mudanças climáticas. Há uma série de fontes específicas sobre como as temperaturas se transformaram, mas elas estão limitadas à comunidade científica.
  4. Como ele foi criado? As informações vem da base de dados sobre a temperatura global da Berkeley Earth.
  5. As cores pelo mundo Um carro elétrico, um bonde na Alemanha e até mesmo roupas já ganharam as listras que alertam para o aquecimento global

    Código de barras

    Hawkins, o cientista por trás deste padrão, explicou ao G1 a ciência escondida nas listras. O climatologista explica que o primeiro passo foi considerar uma base de dados com a temperatura de todo o planeta, inclusive cada país.

    Depois, foram selecionados os anos entre 1971 e 2000 por serem um período transitório do planeta, que ficou entre os anos mais quentes e os anos mais frios.

    A temperatura média deste período (1971-2000) serviu de base para analisar o quanto cada ano desde 1850 está acima ou abaixo do padrão.

    “A data foi escolhida porque está mais ou menos no meio do caminho entre os anos mais quentes e os mais frios, dessa forma a gente consegue dividir os tons, com o ano mais quente em vermelho escuro e o mais frio, azul escuro”, destacou Hawkins.

    Por exemplo: a média de temperatura no Brasil entre 1971 e 2000 foi de 25,2°C. Os anos que ficaram acima deste valor foram representados pelas barras em tons avermelhados. 2015 foi o ano mais quente, com 26,34°C de média e recebeu o tom mais escuro de vermelho. Já 1917 é representada pelo azul escuro, por ter sido o ano mais frio no período analisado.

    O pesquisador explicou que para a criação do gráfico brasileiro, foram considerados os dados apenas após o início do século XX, porque, segundo ele, as médias anteriores são menos precisas no país.

    Segundo o especialista, a predominância do vermelho em anos mais recentes é um retrato do aumento nas temperaturas globais.

    Para começo de conversa

    A simplicidade da representação é uma vantagem, considerou Hawkins. Para ele, esta é “uma boa forma de começar uma conversa” sobre as mudanças climáticas que acabam ficando perdidas em tabelas e gráficos complexos dos meteorologistas.

    “Cientistas geralmente conversam com gráficos complicados. Esta foi a forma que encontrei de poder me comunicar com mais gente: usamos as cores para representar as mudanças, com o azul, para anos mais frios e vermelho para mais quente, assim não há dificuldade para entender”, disse o especialista.

    Ele contou que a ideia surgiu no ano passado, quando ele se apresentou em um evento público, em que a maioria dos presentes não era cientista, e ele afirmou que todos conseguiram entender o que ele falava.

    “Queria conversar com as pessoas, que não estavam acostumadas ao discurso científico. As pessoas instantaneamente reconheceram o que era apresentado.”

    Recentemente, o padrão criado pelo cientista para retratar o aquecimento global conquistou apoiadores que resolveram tirar do papel e aplicar este “termômetro visual” em superfícies inesperadas.

    “Foram muitas as formas inovadoras que eles conseguiram aplicar nosso gráfico, para começar uma conversa sobre as mudanças climáticas”, disse Hawkins ao G1.

    Greve global pelo clima

    O cientista endossou as marchas que resultaram na recente greve global pelo clima e celebrou a adesão de uma juventude em uma causa como esta. Citou a jovem ativista sueca com a Greta Thunberg como um dos exemplos desta geração que “despertou” para este tema.

    “É brilhante ver gente tão jovem tomar a iniciativa de algo que cientistas vêm alertando há décadas e que não tiveram respostas e ações”, disse Hawkins.

    Para ele, a mensagem dada pelos jovens é clara e está cada vez mais presente na mídia. “As pessoas, estão falando disso, das implicações e riscos do aquecimento global. Nós temos que falar disso.”

    O pesquisador da Universidade de Reading ressaltou a importância de se falar sobre as mudanças em nível regional. O projeto #ShowYourStripes, de sua autoria, também publica gráficos de países e assim, é possível acompanhar o avanço nas temperaturas em cada região do globo.

    “Os cientistas costumam falar com frequência sobre as mudanças globais. As pessoas experimentam estas mudanças, mas em suas regiões. As temperaturas aumentam globalmente, mas os efeitos são reais e são notados localmente.”

Porto Velho 105 anos: confira a programação em comemoração ao aniversário da cidade

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O aniversário de 105 anos de Porto Velho é comemorado na quarta-feira (2), mas as comemorações já começam nesta terça-feira (1º) com apresentações musicais de ritmos variados. A programação é organizada pela Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural) e tem entrada gratuita.

Um palco foi montado em frente ao Mercado Cultural para as apresentações. Axé, samba, pagode, sertanejo e forró estão na programação. Há também momentos reservados para o tradicional “parabéns”.

A festa de aniversário “Porto Velho 105 anos” acontece em frente ao Mercado Cultural, entre as ruas José de Alencar e Presidente Dutra, no Centro.

Programe-se:

Terça-feira (1º)

  • 19h – Cerimonial de abertura
  • 19h30 – Edineide Souza e Banda (Axé)
  • 20h45 – Grupo CAMAFEU (Pagode/Samba)
  • 21h45 – Tributo ao Menestrel (Antônio Tavernard)
  • 22h – Lucas Vilar (Sertanejo)
  • 23h15 – Quarteto dos Cobras – Banda dos Zé (Forró)
  • 00h – Parabéns
  • 00h30 – Banda Conexão (Forró/ Swingueira)

Quarta-feira (2)

  • 16h – Início com música ao vivo
  • 17h – Banda da Base Aérea
  • 18h – Fanfarra da Escola Daniel Néri
  • 18h45 – Parabéns
  • 19h – Tributo ao Menestrel (Anísio Gorayeb Filho)

Plenário pode votar mudanças no Imposto sobre Serviços

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O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar hoje propostas que pretendem reforçar o caixa de estados e municípios. Está em pauta, por exemplo, o projeto que altera regras sobre o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) para que alguns impostos sejam recolhidos na localidade de prestação de serviço, e não da sede da empresa.

Deputados também poderão analisar proposta sobre cessão de créditos tributários

As mudanças no imposto estão previstas no relatório do deputado Herculano Passos (MDB-SP) ao PLP 461/17, que fixa regras unificadas para o recolhimento do ISSQN de setores específicos, como planos de saúde e administradoras de cartões de crédito.

Há uma transição para evitar perda súbita de arrecadação dos municípios onde estão as sedes das prestadoras de serviço. A proposta foi discutida no começo do mês e já está pronta para votação.

Créditos tributários
Também está na pauta o Projeto de Lei Complementar 459/17, que regulamenta a securitização da dívida ativa da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

A proposta permite que os entes federados vendam os créditos que têm a receber. Essa operação possibilita a antecipação de receitas. Para o investidor privado, a vantagem será comprar os direitos com deságio (desconto) ou receber juros, a depender da configuração adotada.

Porte de armas
Alguns temas previstos para esta semana devem causar polêmica. É o caso do Projeto de Lei 3723/19, do Poder Executivo, que flexibiliza o porte de armas e muda regras para atiradores esportivos e caçadores.

O relator, deputado Alexandre Leite (DEM-SP), sugeriu autorizar o porte de armas para os maiores de 25 anos que comprovem efetiva necessidade, como estar sob ameaça, entre outras mudanças.

Outro tema controverso é o Projeto de Lei 6064/16, que acaba com o voto de minerva (desempate) no âmbito do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). A polêmica está em um acordo entre os líderes partidários para que a proposta também trate sobre abuso de autoridade de auditores fiscais da Receita Federal.

Medidas provisórias
Podem ser incluídas na pauta da semana, a qualquer momento, três medidas provisórias. Elas já foram aprovadas na comissão mista e, com a leitura em Plenário, passam a trancar a pauta de votações:

– MP 885/19, que facilita a venda de bens apreendidos relacionados ao tráfico de drogas;

– MP 887/19, que prorroga contratos do Comando da Aeronáutica;

– MP 888/19, que mantém em atuação na Defensoria Pública da União 819 servidores cedidos pelo Executivo.

Mulheres
Também podem ser votados projetos de interesse da bancada feminina: a proposta que facilita o divórcio de vítima de violência (PL 510/19) e a criação de políticas públicas para marisqueiras (PL 3820/19).

Confira a pauta completa do Plenário

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli

Desburocratização: Em Jaru, agora todo processo de licenciamento ambiental é online

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A prefeitura de Jaru, por meio do departamento de meio ambiente, em parceria com a Secretária de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), passou a disponibilizar uma plataforma online para o licenciamento ambiental no município.

De acordo com o diretor do departamento, Cleverson Barbosa, o objetivo é desburocratizar o processo para o licenciamento, possibilitando mais agilidade e facilidade. “Os interessados devem acessar o link: jaru.sedam.ro.gov.br, e realizar todo procedimento”, explicou.

O licenciamento ambiental é um instrumento da política nacional do meio ambiente, que serve para atestar a viabilidade ambiental de um empreendimento.

Adesão ao saque-aniversário do FGTS começa hoje; saiba como fazer

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São Paulo — A partir desta terça-feira (1º), quem desejar aderir ao saque-aniversário do FGTS já pode manifestar interesse, segundo uma cartilha publicada no site da Caixa Econômica Federal — se achar melhor, o usuário pode até fazer download do manual.

Para aderir à modalidade basta manifestar interesse ou no próprio site ou no aplicativo do fundo, disponível tanto para smartphones do sistema operacional Android quanto iOS (celulares da Apple).

Pelo site, basta entrar na aba de “saque-aniversário” e se cadastrar com o número do CPF.

O novo saque entra em vigor em abril de 2020 e permite a retirada anual, no mês do aniversário do trabalhador, de parte do saldo da conta do FGTS.

Vale lembrar que o saque-aniversário não está relacionado ao saque imediato, que já está disponível e vai até 31 de março de 2020.

O trabalhador que optar pela modalidade não poderá sacar o total da conta (saque-rescisão) se for demitido, mas continuará a ter direito à multa de 40% em casos de demissão por justa causa. De qualquer forma, o trabalhador terá uma reserva ao ficar desempregado, contanto que a regra da multa não seja modificada.

Saques para a compra da casa própria, doenças graves, aposentadoria e outros casos já previstos anteriormente na Lei, seguem permitidos.

Para os arrependidos, existirá a opção de retornar ao saque-rescisão, mas só dois anos após a adesão do saque-aniversário.

Confira o calendário do saque-aniversário

Mês do AniversárioData do saque
Janeiro e FevereiroAbril a Junho/2020
Março e AbrilMaio a Junho/2020
Maio e JunhoJunho a Agosto/2020
JulhoJulho a Setembro/2020
AgostoAgosto a Outubro/2020
SetembroSetembro a Novembro/2020
OutubroOutubro a Dezembro/2020
NovembroNovembro a Janeiro/2021
DezembroDezembro a Fevereiro/2021

Veja o limite das faixas de saldo

Limite das faixas de saldo em R$Porcentual do saldo que poderá ser sacadoParcela adicional
até R$ 50050%
de R$ 500,01 até R$ 100040%R$ 50,00
de R$ 1000,01 até R$ 500030%R$ 150,00
de R$ 5000,01 até R$ 10.000,0020%R$ 650,00
de R$ 10.000,01 até R$ 15.000,0015%R$ 1.150,00
de R$ 15.000,01 até R$ 20.000,0010%R$ 1.900,00
acima de R$ 20.000,0015%R$ 2.900,00

Núcleo de Fissurados de Rondônia comemora um ano de atuação no Hospital de Base em Porto Velho

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O Núcleo de Fissurados de Rondônia (Nufis) do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP) completou um ano de funcionamento em Porto Velho. Atualmente são 150 pessoas cadastradas, que já passaram pela cirurgia de correção ou que estão se preparando para passar pelo procedimento, sendo acompanhadas. O paciente mais velho tem 33 anos e o mais novo cinco dias.

A comemoração na quinta-feira (26) contou, além da equipe técnica, com os familiares e os pequenos pacientes, como Ian Valentin que tem um pouco mais de um ano e passou pela cirurgia de correção de lábio leporino há oito meses. Para o pais de Ian, o momento foi de compartilhar o sentimento de satisfação pela recuperação do filho.

“Eu só tenho a agradecer a toda essa equipe, a Maria José e ao doutor Alexei que, pra mim, são dois anjos. Eu não teria condições de ir pra outro estado pra que meu filho fizesse a cirurgia. E esperar até o final do ano prejudicava muito a qualidade de vida do Ian. Ele ter feito a cirurgia aqui, e no tempo recomendado, foi a melhor coisa que podia ter acontecido”, disse Tiago Fernandes, pai do garoto.

Os serviços oferecidos no Nufis são mantidos pelo Governo do Estado, através da  Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), que  implantou o núcleo no HBPA devido à necessidade de atender e dar continuidade a reabilitação física, estética, funcional e social dos portadores de fissuras lábio palatais, disponibilizando uma equipe multidisciplinar que compõe o núcleo.

Junto com a comemoração de um ano, também está sendo realizada a 1ª Semana Semana Estadual de Educação, Conscientização e Orientação sobre a Fissura Labiopalatina.

“A semana de conscientização foi uma conquista e, agora, está regulamentada através de uma lei aprovada pela Assembleia Legislativa de Rondônia. Fazemos nosso trabalho com amor e dedicação. Buscamos, assim, transformar o núcleo numa referência na região norte no atendimento à pessoas com fissura lábio palatina”, explica a  coordenadora do Nufis, enfermeira Maria José Micheletti.

Há quatro meses esse tipo de cirurgia é realizada no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, de duas a três vezes ao mês. Neste período,22 crianças já passaram pelo procedimento.

As crianças que serão operadas são internadas no Hospital Infantil Cosme e Damião onde passam pelo risco cirúrgico e o pós-operatório.

AGRICULTURA FAMILIAR | PAA entregou 17 mil toneladas de alimentos neste mês de setembro

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Gerenciado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Programa de Aquisição de Alimentos adquiriu e distribuiu, no mês de setembro, 17.200 toneladas de produtos hortifrutigranjeiros, vindos de pequenos produtores tanto do setor chacareiro quanto do entorno de Porto Velho.

Mais de 90 produtores tiveram a garantia de comercialização da produção, que foram repassadas a entidades filantrópicas, responsáveis pela distribuição à famílias de baixa renda.

Em setembro foram feitas quatro aquisições (uma por semana) e segundo o secretário Luiz Cláudio Pereira, a gestão Hildon Chaves está empenhada em negociações junto ao Governo de Rondônia para assegurar mais recursos para que o programa tenha continuidade.

Em paralelo, a Semagric traça estratégia para criar o Programa Municipal de Aquisição de Alimentos, com vistas a aumentar o leque de atendimento aos produtores da agricultura familiar e também beneficiar famílias de baixa renda do município.

Lula vai mesmo para o semiaberto – e terá que trabalhar

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Lula alcançou nesta semana um sexto da pena a que foi condenado no caso do tríplex. Como todo presidiário, deve progredir ao semiaberto.

Ele diz que não quer, mas preso não tem querer. A Lava-Jato decidiu pedir e a Justiça vai, colocá-lo na rua — apenas de dia e com a obrigação de trabalhar. É o fim da rotina de “spa” na Polícia Federal de Curitiba.

Costureira observa preocupada o celular em seu ateliê, ao lado de máquina de costura, linhas e calculadora.

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