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domingo, novembro 1, 2026
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Prefeito de Porto Velho entrega Unidade de Saúde reformada em Jacy

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A reforma é uma das obras inseridas no Termo de Convênio assinado entre a Prefeitura Municipal de Porto Velho e a

A reforma é uma das obras inseridas no Termo de Convênio assinado entre a Prefeitura Municipal de Porto Velho e a Santo Antônio Energia, que foi representada na solenidade pelo diretor de operações, Dimas Maintinguer e pelo gerente de obras, Thiago Chiquito.

Pelo acordo, a empresa vai investir R$ 30 milhões em benefícios para o distrito, cujas obras realizadas com esse montante, foram definidas em conjunto com a própria comunidade.

No seu discurso, o prefeito Hildon Chaves destacou a necessidade de se levar desenvolvimento e melhorias para Jaci – Paraná, tendo em vista os impactos que a localidade sofreu com a construção das usinas do Madeira.

“Nós estamos resgatando um tempo perdido porque os benefícios para Jacy-Paraná já deveriam ter sido feitos há mais de dez anos”, declarou o chefe do Executivo, ressaltando que estão previstas outras conquistas para o distrito.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Eliana Pasini, que estava acompanhada no ato solene pelo seu adjunto Marcus Vinicius, a reforma durou quatro meses e representa a primeira etapa de um cronograma de outros avanços na saúde local. “Até o final do ano, teremos outros ganhos”, adiantou.

Melhorias

A reforma da unidade de saúde abrangeu a revisão da rede elétrica, reforma das instalações hidrossantiárias e da cobertura da edificação; construção de abrigos para compressores de ar, lixo hospitalar e gases medicinais; adequação da sala de emergência que foi ampliada com ambulatório e uma recepção para ambulâncias. Houve ainda instalação de piso cerâmico, além de pintura interna e externa de todo o prédio e seus anexos.

Os benefícios anunciados não se restringiram apenas a melhorias na infra-estrutura. Representando a deputada federal Mariana Carvalho, o vereador Maurício Carvalho anunciou a entrega de equipamentos adquiridos com recursos oriundos de emenda parlamentar da congressista.

, que foi representada na solenidade pelo diretor de operações, Dimas Maintinguer e pelo gerente de obras, Thiago Chiquito.

Pelo acordo, a empresa vai investir R$ 30 milhões em benefícios para o distrito, cujas obras realizadas com esse montante, foram definidas em conjunto com a própria comunidade.

No seu discurso, o prefeito Hildon Chaves destacou a necessidade de se levar desenvolvimento e melhorias para Jaci – Paraná, tendo em vista os impactos que a localidade sofreu com a construção das usinas do Madeira.

“Nós estamos resgatando um tempo perdido porque os benefícios para Jacy-Paraná já deveriam ter sido feitos há mais de dez anos”, declarou o chefe do Executivo, ressaltando que estão previstas outras conquistas para o distrito.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Eliana Pasini, que estava acompanhada no ato solene pelo seu adjunto Marcus Vinicius, a reforma durou quatro meses e representa a primeira etapa de um cronograma de outros avanços na saúde local. “Até o final do ano, teremos outros ganhos”, adiantou.

Melhorias

A reforma da unidade de saúde abrangeu a revisão da rede elétrica, reforma das instalações hidrossantiárias e da cobertura da edificação; construção de abrigos para compressores de ar, lixo hospitalar e gases medicinais; adequação da sala de emergência que foi ampliada com ambulatório e uma recepção para ambulâncias. Houve ainda instalação de piso cerâmico, além de pintura interna e externa de todo o prédio e seus anexos.

Os benefícios anunciados não se restringiram apenas a melhorias na infra-estrutura. Representando a deputada federal Mariana Carvalho, o vereador Maurício Carvalho anunciou a entrega de equipamentos adquiridos com recursos oriundos de emenda parlamentar da congressista.

AÇÃO ENTRE AMIGO em Presidente Médici

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Presidente Médici – Futebol e Bingo Para Ajudar Família de Rapaz Vítima de Acidente de Trânsito

Ajude: LUIZ HENRIQUE DOS SANTOS

Caixa Econômica Federal – Conta poupança – 00000250-0 –  Agencia: 3664 013

Marinha proíbe uso de celular em suas instalações

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A Marinha brasileira decidiu proibir o uso de telefones celulares em suas instalações. Em nota, o comando da Força informou que “o motivo da restrição é a preservação da segurança da informação, do pessoal, dos navios e instalações”. De acordo ainda com a Marinha, no dia a dia das unidades militares, o uso de dispositivos móveis estava se tornando cada vez mais frequente, “sendo considerado, atualmente, um dos principais problemas de segurança da informação enfrentado”.

“Apesar de tais dispositivos possibilitarem uma maior flexibilidade e mobilidade, otimizando as tarefas diárias, os riscos relacionados às ameaças e vulnerabilidades a eles relacionados não podem ser desprezados.”

Entre as fragilidades identificadas pela Marinha em razão do uso de telefones celulares está o fato de aplicativos baixados no equipamento permitir a agentes inimigos visualizar as rotas mais usadas por militares dentro de instalações militares, monitorando o percurso de quem trabalha em áreas de acesso restrito.

Um ex-chefe da contrainteligência da Força Aérea ouvido pela reportagem considerou a medida necessária, mas disse que ela deve ser aplicada com parcimônia. “Não são todas as instalações que precisam desse tipo de proteção”, afirmou.

Questionada se havia relação da decisão da Marinha com o fenômeno de manifestações de caráter político-partidário de militares da ativa do Exército e da Força Aérea em redes sociais, a Marinha respondeu que não. No domingo, dia 21, o jornal O Estado de S. Paulo publicou reportagem mostrando que o comando do Exército decidiu enquadrar o uso de redes sociais pelos seus militares.

Levantamento feito pelo jornal encontrou 220 manifestações políticas em 20 perfis de oficiais e suboficiais da ativa das Forças Armadas entre 2018 e 2019 – nenhum deles era de integrantes da Marinha.

De acordo com a Marinha, as novas regras de uso de celulares são uma revisão das que foram feitas em 2009. Desde então, diz a nota do comando, “os componentes da Força cumprem as diretrizes dispostas em publicação específica sobre o assunto, que versa sobre as diretrizes gerais relacionadas às três principais áreas de tecnologia e informação da Marinha do Brasil: Infraestrutura de Redes e Serviços da Marinha do Brasil, Segurança da Informação e Comunicação e Desenvolvimento de Sistemas Digitais”.

Ainda de acordo com o comando, até a publicação da revisão da norma, a regra geral permitia o uso, “sendo estabelecidos os locais e circunstâncias restritas”. O comando informou ainda que, a partir da revisão, “o conceito alterou a regra geral para a restrição do uso”.

Cabe ao comandante de cada unidade avaliar as circunstâncias em que os aparelhos podem ser usados “definindo o local, período ou situação que justifique sua permissão”. A Marinha informou, por fim, que nas unidades que lidam com atendimento ao público, como hospitais, indústrias, capitanias dos portos e organizações de ensino o uso do celular será permitido.

Bolsonaro: ‘Acredito que nos próximos dias Guedes vai definir FGTS’

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O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira, 22, acreditar que o ministro da Economia, Paulo Guedes, vai definir o desenho final para as regras dos saques das contas do FGTS “nos próximos dias”.

O chefe do Executivo minimizou ainda as declarações sobre acabar com a multa de 40% do FGTS para quem é demitido sem justa causa. “Não falei que ia acabar com a multa, até porque não tenho poder para isso. Tem que passar pelo Parlamento”, disse.

Bolsonaro afirmou ainda que a área econômica está “ultimando” o texto do Executivo para a reforma tributária. “Isso está avançado. Vai dominar a pauta da próxima reunião de ministros”, disse. (Colaborou Bárbara Nascimento)

São Francisco do Guaporé, OBRA de ILUMINAÇÃO na Zona Urbana

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BR 429 – Prefeita LEBRINHA Entrega à População de São Francisco do Guaporé, OBRA de ILUMINAÇÃO na Zona Urbana do Município.

Equipe TV do POVO Pega a Estada Rumo ao VALE do GUAPORÉ

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Equipe TV do POVO Pega a Estada Rumo ao VALE do GUAPORÉ, Teve INAUGURAÇÃO de ESCOLA, Acompanhamos a Visita do Governador Marcos Rocha e ENTREGA de EQUIPAMENTOS.

PARECE que o DNIT vai fazer um TRABALHO de VERGONHA na BR-364

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BOA NOTÍCIA – Depois de anos de espera, PARECE que O DNIT vai fazer um TRABALHO de VERGONHA na BR-364, saída de Ariquemes para Porto Velho, retorno próximo a Polícia Rodoviária Federal começa a ser recuperado.

Índia lança missão lunar Chandrayaan-2

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A Índia lançou nesta segunda-feira a missão lunar Chandrayaan-2, destinada a pousar em 6 de setembro um aparelho no satélite natural da Terra.

Um foguete GSLV-MkIII, o lançador mais poderoso da agência espacial indiana ISRO, decolou às 14H43 (06H13 de Brasília) da plataforma de lançamento de Sriharikota, no sudoeste da Índia, constataram jornalistas da AFP presentes no local.

Após cerca de 20 minutos, os cientistas da ISRO aplaudiram e se abraçaram.

“Estou extremamente satisfeito em anunciar que o GSLV-MkIII colocou com sucesso Chandrayaan-2 em sua órbita definida”, declarou Kailasavadivoo Sivan, presidente da ISRO.

“Este é o começo de uma viagem histórica para a Índia”, acrescentou.

O objetivo da expedição é pousar um robô móvel perto do polo sul da Lua, a cerca de 384 mil quilômetros da Terra, bem como colocar uma sonda na órbita lunar.

Se a missão for bem-sucedida, a Índia se tornará a quarta nação a pousar com sucesso um dispositivo no solo lunar, depois da União Soviética, dos Estados Unidos e da China.

Uma sonda israelense fracassou em seu pouso em abril.

Chandrayaan-2 (“Carruagem lunar” em Hindi) devia inicialmente ser lançada em 15 de julho, mas as autoridades pararam a contagem regressiva 56 minutos e 24 segundos antes da decolagem, por causa de um “problema técnico” que a ISRO não detalhou oficialmente.

De acordo com a imprensa local, tratou-se de um vazamento em um cilindro de hélio do motor criogênico do estágio superior do foguete.

Nova Delhi gastou US$ 140 milhões na Chandrayaan-2 – muito menos do que outras grandes agências espaciais para missões desse tipo – que pesa um total de 3,8 toneladas.

– Ambição e sobriedade –

Como o lançador não é poderoso o suficiente para alcançar diretamente a Lua, a missão deve ganhar impulso usando a força da gravidade.

Chandrayaan-2 vai girar em torno da Terra por quase três semanas, aumentando gradualmente sua órbita para alcançar a órbita lunar.

Neste ponto, vai gradualmente se aproximar de forma circular do satélite.

A Lua tem sido relativamente negligenciada pelos humanos desde o final do programa americano Apollo nos anos 1970, com as grandes agências espaciais preferindo estudar e explorar o sistema solar.

Mas o satélite da Terra voltou a ser alvo das atenções nos últimos anos.

O governo dos Estados Unidos pediu à Nasa que envie astronautas de volta à Lua até 2024. Este retorno é visto como um passo vital na preparação de voos tripulados para destinos mais distantes, em primeiro plano o planeta Marte.

O projeto Chandrayaan-2 é a segunda missão lunar da Índia, que colocou uma sonda em órbita ao redor da Lua durante a missão Chandrayaan-1 onze anos atrás.

O programa espacial indiano tem se destacado nos últimos anos, combinando ambição e sobriedade orçamentária, com custos operacionais bem abaixo dos de outros países.

A ISRO planeja enviar uma tripulação de três astronautas ao espaço até 2022, que seria seu primeiro voo tripulado. Seus cientistas também estão trabalhando no desenvolvimento de sua própria estação espacial, prevista para a próxima década.

Trabalho de detentos do Amazonas gera economia de mais de R$ 300 mil ao Estado, aponta Sead

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Detentos do semiaberto que participam de cursos de qualificação técnica geraram uma economia de mais de R$ 300 mil na manutenção de equipamentos do Estado. Foram consertados mais de 200 equipamentos como condicionadores de ar, bebedouros e freezers por detentos que participam do projeto “Transformar”.

O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead). Atualmente, 28 participantes estão se qualificando em manutenção e instalação desses equipamentos. O curso de 160 horas é dividido em aulas teóricas e práticas, e será encerrado nesta semana. Até o fim do ano, uma nova turma com a mesma quantidade de alunos deve ser iniciada.

As características do clima de Manaus fazem profissionais com capacitação serem bastante necessários no mercado de trabalho. “No nosso estado, depende-se muito de refrigeração, porque aqui é muito quente. A indústria precisa demais desse tipo de homens qualificados. Hoje são homens diferentes, têm um boa disciplina, um bom comportamento e nós temos tudo para colocar de volta esses homens no mercado”, disse o professor do curso pelo Cetam, José Orlando Freire.

Projeto é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam). — Foto: Divulgação/ SEAD

Projeto é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam). — Foto: Divulgação/ SEAD

‘Transformar’

O projeto é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam). Além de ter o certificado de qualificação, os apenados que concluem o curso preenchem requisito para concorrer ao Reintegrar Banco do Povo, um programa da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam).

Técnica de cultivo de cogumelos em toras de madeira pode ajudar renda de pequenos proprietários rurais no AM

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O primeiro cultivo de cogumelo comestível da espécie Lentinula raphanica, em escala experimental, no mundo, foi realizado por pesquisadores no Amazonas, com o intuito de gerar um produto alimentício a partir da biodiversidade da floresta Amazônica.

Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a pesquisa científica, pioneira, apontou que essa espécie de cogumelo pode ser uma alternativa economicamente viável, com grande potencial de uso na indústria alimentícia, e pode se tornar uma nova fonte de produção e renda aos futuros fungicultores do Estado.

O projeto “Produção de Lentinula raphanica, um cogumelo comestível da Amazônia, utilizando substratos regionais” foi desenvolvido no laboratório de Microbiologia de Alimentos, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), na Coordenação de Biodiversidade, por meio do Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Amazonas (Fixam/AM), edital Nº022/2013.

A coordenadora do projeto, Ruby Vargas-Isla, explica que entre as diversas possibilidades de utilização dos fungos, o cultivo de cogumelos (fungicultura), tem sido considerada uma ótima alternativa alimentar de alto valor nutricional, gastronômico e econômico.

Método

Para o estudo, primeiro os pesquisadores coletaram, identificaram, selecionaram e isolaram o fungo da espécie Lentinula raphanica. O segundo passo foi produzir um substrato, utilizando uma formulação a partir de resíduos agroflorestais regionais (serragem de madeira) enriquecidos com farelo de arroz e cascas de frutos da região.

Em seguida, os pesquisadores retiraram um fragmento do interior do cogumelo (contexto) e adicionaram esse fragmento ao meio de cultura estéril, com o objetivo de acelerar o crescimento e avaliar as condições de crescimento.

O fungo necessita dessa matéria orgânica, que é o substrato a base de resíduos agroflorestais, para desenvolver-se. A partir da junção do substrato com o fungo isolado, dá-se a origem à produção da semente-inóculo, que é o primeiro passo para o cultivo de cogumelos comestíveis.

O cultivo da espécie Lentinula raphanica baseado na inoculação da semente-inóculo do fungo em toras de madeiras. — Foto: Divulgação/Fapeam

O cultivo da espécie Lentinula raphanica baseado na inoculação da semente-inóculo do fungo em toras de madeiras. — Foto: Divulgação/Fapeam

A produção desse composto é inoculada (introduzida) em vários furos feitos previamente nas toras de madeira de reflorestamento de castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa), que servem como substrato ou matéria prima para o experimento.

Após a inoculação, impermeabilização e incubação, as frutificações de cogumelos ocorrem geralmente num período de colonização entre sete e oito meses.

A metodologia utilizada para o cultivo da espécie Lentinula raphanica baseado na inoculação da semente-inóculo do fungo em toras de madeiras é o mesmo método utilizado para cultivar outra espécie de fungo comestível como a Lentinula edodes (shiitake), espécie cultivada em escala industrial e em climas temperados.

Consumo

A comestibilidade dos cogumelos de algumas espécies de ocorrência natural da Amazônia foi registrada na década de 70 e 80 pelos botânicos Oswaldo Fidalgo e Guillean Prance, entretanto, a L. raphanica não havia sido registrada por estes pesquisadores.

Segundo a pesquisadora, apenas em 2016, na publicação do livro dos alimentos do povo indígena Yanomami (Sanöma) foi relatado o consumo de L. raphanica entre as 16 espécies de cogumelos comestíveis consumidos, e agora comercializados por comunidades da região do Awaris, no extremo noroeste de Roraima. Estes relatos indicam que L. raphanica apresenta potencial de uso como alimento da floresta dos trópicos.

Em Manaus, existe mercado para a produção desses cogumelos da espécie L. raphanica. A pesquisadora explica que a produção foi destinada a chefs de dois restaurantes da cidade para testes e estes receberam bem a novidade.

“A produção foi vendida aos estabelecimentos pelo proprietário do sítio onde parte do experimento foi realizado. A atividade é um dos primeiros passos para iniciar a prática da fungicultura no estado do Amazonas”, explicou.

Importância do estudo

O projeto contribuiu para avançar nos estudos de implantação de uma nova atividade produtiva, a fungicultura da espécie L. raphanica de ocorrência natural no estado do Amazonas, utilizando toras de madeira de reflorestamento, bem como na divulgação da espécie comestível principalmente no campo da gastronomia na busca de novos sabores da Amazônia.

De acordo com a pesquisadora, integrante do Grupo de Pesquisas: Cogumelos da Amazônia, foi realizada também a implantação do Fungário no Museu da Amazônia (Musa) como parte da divulgação para a sociedade sobre a biodiversidade dos fungos e para mostrar algumas espécies comestíveis encontradas no Jardim Botânico Adolpho Ducke.

“No entanto, ainda há muitos pontos a serem melhorados para chegar em uma produção autossustentável pelo produtor rural e outros trabalhos devem ser realizados para dar continuidade à produção de cogumelos como, por exemplo, avaliar a produtividade em grande escala; realizar estudos sobre os danos causados por insetos “pragas” das madeiras e dos cogumelos frutificados; estudos de pós-colheita; análises bioquímicas do cogumelo e dos substratos, entre outros”, disse Ruby.

Fixam

Estimular a fixação de recursos humanos com experiência em ciência, tecnologia e inovação e/ou reconhecida competência profissional em instituições de ensino superior e pesquisa, institutos de pesquisa, empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento, empresas privadas e microempresas que atuem em investigação científica ou tecnológica. Propiciar o fortalecimento dos grupos de pesquisa existentes e a criação de novas linhas de pesquisa de interesse regional, mediante a contínua integração entre os setores acadêmico, científico e o Estado.

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