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domingo, abril 26, 2026
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Governo envia mensagens sobre retirada de absorventes no país

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Arte mostra celular com notificação do GOVBR sobre retirada de absorventes e ilustração de absorvente ao lado.
Arte destaca o envio de mensagens do GOVBR para orientar meninas e mulheres sobre como retirar absorventes gratuitos no Farmácia Popular.

O Governo do Brasil enviou, ao longo da última semana, mensagens personalizadas para 14 milhões de meninas e mulheres inscritas no CadÚnico. As notificações, disponibilizadas pela Caixa Postal GOV.BR e também pelo WhatsApp, orientam as beneficiárias sobre como emitir a autorização necessária para a retirada de absorventes gratuitos. Além disso, o governo reforça o alcance da política de dignidade menstrual, que opera desde 2024 por meio do Farmácia Popular.

Com essa ação integrada, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e o Ministério da Saúde ampliam o acesso a cuidados básicos e fortalecem políticas de enfrentamento à pobreza menstrual.

Como funciona a retirada dos absorventes

Nas mensagens, o governo detalha o processo de forma direta. Primeiro, a pessoa deve emitir a autorização na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima ou, alternativamente, no aplicativo Meu SUS Digital. Depois disso, basta procurar uma farmácia credenciada ao Farmácia Popular para retirar os pacotes de absorventes gratuitos. Assim, o procedimento torna-se simples e acessível para quem depende do programa.

Têm direito ao programa pessoas que:

  • Estão na faixa etária entre 10 e 49 anos;

  • Encontram-se inscritas no CadÚnico;

  • Possuem renda mensal de até R$ 218 por pessoa;

  • São estudantes de baixa renda;

  • Ou vivem em situação de rua.

Além disso, a ministra da Gestão, Esther Dweck, ressalta que a comunicação personalizada facilita o acesso a serviços essenciais:

“Receber mensagens personalizadas com informações práticas sobre saúde pode garantir o acesso de pessoas em vulnerabilidade a cuidados necessários para o dia a dia.”

Política pública fortalece a dignidade menstrual

O Programa de Promoção e Proteção da Saúde e da dignidade menstrual atua para promover equidade de gênero, justiça social e acesso a direitos fundamentais. Por isso, além da distribuição gratuita de absorventes, o governo investe em iniciativas de educação em saúde menstrual, que buscam reduzir estigmas históricos e combater a desinformação sobre o tema.

Além dessas medidas, a comunicação ativa com a população torna a política pública mais eficiente e amplia a capacidade de atendimento, sobretudo para pessoas em maior vulnerabilidade.

Caixa Postal GOV.BR já enviou mais de 60 milhões de mensagens

A Caixa Postal GOV.BR, lançada em 2025, centraliza a comunicação oficial entre governo e cidadãos. Desde então, mais de 60 milhões de mensagens personalizadas foram enviadas sobre diversos serviços públicos. Entre eles, destacam-se:

  • Enem

  • Passaportes

  • Concurso Público Nacional Unificado (CPNU)

  • GOV.BR

  • Meu SUS Digital

  • Carteira Digital de Trânsito

Além disso, a plataforma permite que cada pessoa avalie a utilidade das notificações recebidas. Até agora, mais de 230 mil avaliações foram registradas, com 95% de aprovação, o que demonstra alta aceitação e confiança no serviço.

GOV.BR amplia acesso a serviços públicos

A plataforma GOV.BR reúne 4.600 serviços digitais federais e outros 8.300 serviços estaduais e municipais. Assim, cidadãos conseguem acessar serviços de acordo com seus perfis, como trabalhadores, estudantes, turistas ou empreendedores. Além disso, o portal organiza informações por categorias, permitindo navegação mais rápida e intuitiva.

Muitos serviços exigem contas Prata ou Ouro, que podem ser validadas por reconhecimento facial, CNH digital, bancos parceiros ou certificado digital. Dessa forma, o GOV.BR consolida-se como a principal porta de entrada para serviços públicos digitais no país.

Fonte: Governo Federal

As palavras que você não pode dizer na internet

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Smartphone com ícones de redes sociais censurados e título “As palavras proibidas na internet” sobre fundo tecnológico.
Capa ilustrativa mostra ícones de redes sociais com tarjas de censura para representar o impacto dos algoritmos sobre o que pode ser dito online.

A linguagem que nasceu para escapar dos algoritmos

As redes sociais moldaram a forma como a informação circula no mundo digital. Ao mesmo tempo, elas criaram um ambiente em que milhões de usuários acreditam precisar evitar palavras, códigos e expressões para não sofrer restrições de alcance impostas por sistemas automatizados de recomendação. Esse comportamento, conhecido como algospeak, se espalhou com força nos últimos anos.

Plataformas como TikTok, Instagram, YouTube e outras afirmam que não há listas secretas de termos proibidos. No entanto, relatos de criadores de conteúdo mostram um cenário mais complexo, no qual a ambiguidade das regras e a falta de transparência alimentam a sensação de censura invisível.

Quando criadores mudam sua linguagem para sobreviver nos feeds

Para muitos influenciadores, essa lógica virou rotina. O criador Alex Pearlman, que acumula milhões de seguidores, relata que evita até mencionar o YouTube em vídeos publicados no TikTok. Segundo ele, postagens que convidam usuários a visitar plataformas concorrentes costumam ter desempenho muito inferior. Embora o TikTok negue esse tipo de moderação, Pearlman afirma que análises internas de estatísticas deixam o padrão evidente.

O caso mais marcante envolveu vídeos sobre Jeffrey Epstein, figura central de um dos escândalos mais discutidos da última década. Em um único dia, conteúdos de Pearlman sobre o tema foram removidos sem explicação clara. Para continuar debatendo o assunto, ele passou a usar códigos — chamando Epstein de “Homem da Ilha”, por exemplo — estratégia também adotada por outros criadores.

Pesquisadores apontam que a falta de clareza reforça teorias e comportamentos de autocensura, ampliando a ideia de que os algoritmos punem certos termos e temas. Investigações independentes mostram que redes sociais já suprimiram conteúdos políticos ou sensíveis em diversos momentos. Vazamentos publicados entre 2019 e 2023 revelaram políticas internas do TikTok para reduzir a visibilidade de usuários considerados “não atraentes”, bem como transmissões classificadas como controversas.

O “festival de música” que denunciou o medo da censura

O fenômeno vai além de palavras isoladas. A cultura do algospeak agora influencia como usuários narram protestos, mobilizações e temas sociais. Em 2025, vídeos sobre manifestações nos Estados Unidos viralizaram ao usar o termo “festival de música” para driblar suposta censura. Não havia confirmação de que as plataformas estavam restringindo esse conteúdo, mas a prática se espalhou rapidamente.

Especialistas chamam essa reação de “imaginário algorítmico”: a crença, fundamentada ou não, de que determinadas ações são necessárias para evitar punições do sistema. Esse comportamento coletivo pode, inclusive, reforçar as próprias tendências algorítmicas.

O papel das plataformas e o peso das decisões invisíveis

Apesar das críticas, as plataformas sustentam que seu objetivo é equilibrar liberdade de expressão, segurança e boas práticas para anunciantes. Contudo, estudiosos apontam que decisões de moderação costumam ser guiadas por interesses comerciais, o que torna o ambiente ainda mais nebuloso para usuários.

Para Sarah T. Roberts, pesquisadora da Universidade da Califórnia (UCLA), entender esse processo exige observar não apenas o conteúdo removido, mas o modelo econômico que sustenta as redes sociais. “Toda decisão de algoritmo e moderação passa pelo lucro”, afirma. Ela alerta que, em um espaço dominado por grandes empresas, a sociedade precisa refletir sobre como deseja se expressar — e sob quais regras invisíveis está disposta a aceitar.

A reinvenção da linguagem no mundo digital

Enquanto isso, usuários continuam reinventando códigos, símbolos e metáforas para evitar que suas mensagens desapareçam na imensidão dos feeds. E, mesmo que as plataformas neguem qualquer censura automática baseada em palavras, o fato é que milhões de pessoas já adaptaram sua linguagem digital para sobreviver dentro do jogo dos algoritmos.

Fonte: BBC Brasil

Economia brasileira cresce 0,1% no terceiro trimestre

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Trabalhadores montam estrutura automotiva em linha de produção no Brasil.
Produção industrial integra parte dos setores que influenciam o PIB brasileiro.

O PIB do terceiro trimestre 2025 da economia brasileira avançou 0,1% no terceiro trimestre de 2025 em comparação ao trimestre anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar do ritmo lento, o resultado confirma estabilidade após meses de oscilação e mantém a trajetória de crescimento moderado.

PIB avança e chega a R$ 3,2 trilhões

De acordo com o levantamento, o Produto Interno Bruto (PIB) — que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país — alcançou R$ 3,2 trilhões no período. Em relação ao mesmo trimestre de 2024, o indicador registrou alta de 1,8%, impulsionado principalmente pelo setor de serviços.

Além disso, no acumulado dos últimos quatro trimestres, o PIB mostrou expansão de 2,7%, reforçando uma tendência de recuperação gradual da atividade econômica. Embora o país enfrente desafios estruturais, como produtividade baixa e pressão fiscal, alguns segmentos conseguiram sustentar avanços ao longo do ano.

O que é o PIB e por que ele importa

O PIB é a principal métrica para avaliar a performance econômica de uma região. Ele reúne dados de setores como comércio, indústria e serviços, permitindo comparar desempenhos ao longo do tempo e entre diferentes países.

Durante o cálculo, o IBGE adota critérios específicos para evitar distorções, como a dupla contagem. Isso significa que, se o país produz trigo, farinha e pão, apenas o valor final — o pão — entra na conta total, já que todos os insumos estão embutidos no produto final.

Embora o indicador ajude a entender o comportamento da economia, ele não revela aspectos sociais, como distribuição de renda ou qualidade de vida. Assim, países com PIB elevado podem apresentar desigualdade alta, enquanto nações menores podem registrar bem-estar superior.

Desafios e próximos passos

Economistas avaliam que o desempenho de 0,1% reflete um cenário de cautela. O crescimento modesto indica equilíbrio entre pressões internas — como juros ainda acima de padrões internacionais — e estímulos recentes voltados ao consumo e ao investimento produtivo.

Os dados do quarto trimestre serão decisivos para projetar o ritmo de 2026, especialmente diante de fatores como inflação, mercado de trabalho e ambiente internacional.

Fonte: Agência Brasil

SUS terá teleatendimento em saúde mental para viciados em bets

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Teleatendimento do SUS para apoio em saúde mental de pessoas viciadas em apostas eletrônicas.
Arte destaca o teleatendimento do SUS e a plataforma de bloqueio de CPF lançados pelo governo para combater o vício em apostas eletrônicas.

O governo federal ampliou as estratégias de enfrentamento ao vício em apostas eletrônicas. Agora, o SUS terá teleatendimento em saúde mental para viciados em bets, oferecendo suporte especializado e atuação direta sobre casos de compulsão. Além disso, o pacote inclui uma plataforma que permitirá bloquear o CPF em sites de jogos, o que reforça as ações de prevenção e reduz a exposição dos usuários.

Teleatendimento começa em fevereiro de 2026

O Ministério da Saúde iniciará, em fevereiro de 2026, 450 atendimentos online mensais, todos voltados a transtornos relacionados a jogos. Como o serviço funcionará de forma integrada à rede pública, as equipes poderão acionar rapidamente unidades do SUS quando houver necessidade de atendimento presencial.

Alexandre Padilha explicou que os atendimentos online permitirão identificar comportamentos compulsivos e mapear fatores de risco. Além disso, segundo ele, o sistema tornará mais ágil o contato com pessoas que se encontram em sofrimento psicológico.

Plataforma de autoexclusão reforça prevenção

O governo lançará, no dia 10 de dezembro, uma plataforma de autoexclusão destinada a pessoas que desejam se afastar das apostas. A ferramenta bloqueará o CPF do usuário, impedindo cadastros, publicidade direcionada e criação de novas contas em sites de jogos.

Como estudos apontam que as bets provocam R$ 38,8 bilhões em perdas sociais e econômicas anuais, o bloqueio voluntário deve reduzir estímulos ao comportamento compulsivo. Além disso, a medida cria uma barreira imediata para quem tenta interromper o vício.

Observatório integrará dados para orientar políticas públicas

O Ministério da Saúde e o Ministério da Fazenda também criarão o Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas, que reunirá dados, analisará padrões e auxiliará na elaboração de políticas públicas. Dessa forma, a equipe técnica poderá agir rapidamente ao detectar grupos vulneráveis ou regiões com maior incidência de transtornos ligados ao jogo.

Crescimento dos atendimentos no SUS

Os dados da pasta da Saúde mostram um avanço consistente nos casos relacionados a apostas. Em 2023, o SUS registrou 2.262 atendimentos. Em 2024, o total avançou para 3.490. Já entre janeiro e junho de 2025, a rede contabilizou 1.951 atendimentos.

Além disso, o diretor Marcelo Kimati destacou que o perfil mais afetado envolve homens de 18 a 35 anos, negros, separados ou desempregados. Como esse grupo enfrenta estresse constante, rompimentos de rotina e isolamento social, o risco de desenvolver compulsão aumenta significativamente.

Medidas regulatórias e lacunas anteriores

Durante o anúncio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a autorização das bets em 2018 não veio acompanhada de regulamentação adequada. Por isso, o governo atual criou regras que impedem o uso de CPFs de crianças, beneficiários do BPC e inscritos no Bolsa Família em sites de apostas. Além disso, a nova regulamentação estabelece obrigações mais rígidas para empresas do setor, o que reduz práticas abusivas e amplia a proteção do usuário.

Impacto das ações anunciadas

Com a decisão de que o SUS terá teleatendimento em saúde mental para viciados em bets, o governo busca fortalecer o cuidado, reduzir danos e oferecer novas ferramentas contra o vício em apostas eletrônicas. As iniciativas ampliam a proteção dos usuários, organizam a resposta do Estado e criam alternativas reais de assistência para quem enfrenta compulsão.

Fonte: Agência Brasil

Alcolumbre critica decisão de Gilmar Mendes de limitar pedidos de impeachment de ministros do STF

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Imagem mostra Davi Alcolumbre apontando para frente e Gilmar Mendes com expressão séria, com o Congresso Nacional ao fundo e o título “Embate no Congresso: Alcolumbre vs. Gilmar Mendes – Críticas e Tensão”.
Davi Alcolumbre e Gilmar Mendes aparecem em montagem que simboliza o embate político sobre a limitação de pedidos de impeachment contra ministros do STF.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), criticou de forma contundente a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringe exclusivamente à Procuradoria-Geral da República (PGR) a apresentação de pedidos de impeachment contra ministros da Corte. A medida, tomada de forma individual, ainda será avaliada pelo plenário do STF entre 12 e 19 de dezembro.

Segundo Alcolumbre, a Lei do Impeachment de 1950 já definiu com clareza as regras para denúncias, e qualquer alteração deveria ocorrer por meio do Legislativo. Por isso, ele afirmou que a decisão de Mendes interfere diretamente nas prerrogativas do Congresso e acende um alerta sobre a separação dos poderes.

Senado reage e reforça debate sobre decisões monocráticas

Durante pronunciamento no plenário, Alcolumbre afirmou que o Senado discute, há meses, um novo marco legal para crimes de responsabilidade e também uma proposta que limita decisões monocráticas no Judiciário. Ele afirmou que, embora o STF tenha autonomia, nenhum ministro pode alterar sozinho uma lei aprovada pelas duas Casas e sancionada pelo presidente da República.

Conforme declarou, apenas uma mudança legislativa poderia revisar o dispositivo. Assim, a intervenção judicial, segundo ele, “reduz direitos e distorce competências”.

O que muda com o novo entendimento do STF

A Constituição determina que o Senado julga ministros do STF por crimes de responsabilidade. No entanto, a legislação brasileira permitia que qualquer cidadão, parlamentar ou não, denunciasse ministros da Corte ou o procurador-geral da República.

Com a decisão de Mendes, essa possibilidade deixa de existir. A partir de agora, somente a PGR pode formalizar um pedido de abertura de processo. Além disso, o ministro também alterou o quórum: em vez de maioria simples, o Senado precisará de maioria qualificada de dois terços dos parlamentares para dar andamento a uma denúncia.

O ministro ainda proibiu o uso de entendimentos jurídicos — como votos e decisões — como argumento para pedidos de impeachment. Assim, discordâncias técnicas não poderão servir de base para acusações contra magistrados.

Outra mudança relevante envolve o retorno ao cargo após absolvição. A lei garantia reintegração automática e pagamento retroativo de salários, mas o novo entendimento elimina essa segurança.

Crimes de responsabilidade e punições possíveis

A Lei do Impeachment define como crimes de responsabilidade atos como:

  • julgar causas nas quais o ministro deve se declarar suspeito;

  • exercer atividade político-partidária;

  • agir com desídia no cumprimento do cargo;

  • comprometer a honra e o decoro da função.

As punições incluem perda do cargo e inabilitação por até cinco anos para o exercício de funções públicas.

Cenário político fica mais tenso com decisão

A reação imediata de Alcolumbre mostra que o debate sobre limites institucionais continua em evidência em Brasília. Embora o STF defenda que a medida reduz abusos e evita uso político de denúncias, o Congresso interpreta a mudança como interferência em sua autonomia.

O julgamento no plenário do Supremo, previsto para dezembro, deve definir se a decisão monocrática será mantida. Até lá, o ambiente político seguirá marcado por tensão e disputas sobre competências entre os Poderes.

Fonte: G1

‘Falsa Venda’ lidera ranking de golpes no Brasil

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Mão usando smartphone com alerta digital representando risco de golpe online.
Alerta digital indica risco de golpe em compras e mensagens no celular.

A “Falsa Venda” se tornou, neste ano, o golpe mais aplicado no Brasil. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), foram 174 mil ocorrências apenas no primeiro semestre de 2025, o que representa um aumento de 314% em relação ao mesmo período do ano passado. Por causa desse avanço expressivo, especialistas reforçam que a atenção do consumidor deve ser redobrada, especialmente em períodos de maior demanda por compras online, já que a falsa venda lidera golpes no Brasil.

Como funciona o golpe

Nesse tipo de fraude, criminosos criam páginas falsas que simulam lojas virtuais e, em seguida, enviam promoções inexistentes por e-mail, SMS ou WhatsApp. Além disso, eles desenvolvem perfis enganosos em redes sociais para tornar a oferta mais convincente. Como consequência, muitas pessoas acreditam que estão aproveitando um desconto real, mas acabam pagando por um produto que nunca será entregue, exemplificando como a falsa venda lidera entre os golpes.

O diretor-adjunto de serviços e segurança da Febraban, Walter Faria, explica que o consumidor deve desconfiar sempre que o preço estiver muito abaixo do valor praticado no mercado. Ele também destaca que mensagens pressionando pela compra imediata e e-commerces recém-criados em redes sociais costumam ser sinais claros de golpe. Portanto, a falsa venda lidera golpes comuns no Brasil.

Falsa Central Telefônica: o segundo golpe mais frequente

Logo atrás aparece o golpe da Falsa Central Telefônica, que registrou 139 mil casos no primeiro semestre. Isso significa um aumento de 195% em comparação ao ano passado. Nesse caso, o golpista liga para a vítima fingindo ser um funcionário do banco e, portanto, afirma que há irregularidades na conta. Depois disso, solicita dados pessoais ou orienta a realização de transferências sob o pretexto de corrigir o suposto problema, mas essencialmente a falsa venda lidera golpes no Brasil em número.

Entretanto, a Febraban reforça que bancos não pedem senhas, códigos de segurança, atualizações de sistema ou transferências para regularizar cadastros. Por isso, qualquer pedido desse tipo deve ser encarado como tentativa de fraude. Lembrando, falsos esquemas como falsa venda lidera golpes no Brasil.

Golpe do WhatsApp segue entre os mais comuns

Embora o golpe do WhatsApp tenha registrado queda de 9,9% em relação a 2024, ele ainda aparece entre os crimes mais reportados, somando 73 mil ocorrências no semestre. A tática é conhecida: os criminosos tentam clonar contas para solicitar dinheiro aos contatos da vítima. No entanto, ativar a verificação em duas etapas reduz significativamente o risco, já que impede acessos não autorizados mesmo quando o golpista possui o código inicial. Apesar disso, a falsa venda lidera entre os golpes reportados.

Além disso, especialistas reforçam que o código enviado por SMS nunca deve ser compartilhado, mesmo que a mensagem pareça partir de uma empresa confiável, mostrando que a falsa venda ainda lidera golpes frequentes no Brasil.

Outros golpes que merecem atenção

O levantamento também inclui outras fraudes em alta, como falso investimento, phishing, falso boleto, troca de cartão, golpe da mão fantasma, devolução de empréstimo e golpe do delivery. Embora cada modalidade tenha características próprias, todas exploram situações de pressa, distração ou confiança excessiva do consumidor. No entanto, a falsa venda lidera como o golpe mais frequente no Brasil.

Com a proximidade da Black Friday e das compras de fim de ano, a tendência é que esses golpes se intensifiquem. Por isso, especialistas recomendam verificar a reputação da loja, desconfiar de ofertas exageradas e evitar clicar em links enviados por desconhecidos. Afinal, no Brasil, a falsa venda lidera lista de golpes reportados e continua ameaçando os consumidores pouco atentos.

Fonte: Olhar Digital

Hospital de Base faz transplante de pele em caso grave

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Instrumentos cirúrgicos sobre mesa hospitalar usados em transplante de pele no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro.
Arte de capa destaca instrumentos cirúrgicos utilizados no transplante de pele realizado pelo Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro em paciente com queimaduras severas.

Cirurgia garante proteção e estabilidade ao paciente

O Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, realizou um transplante de pele em um paciente de Ariquemes que sofreu queimaduras graves. A intervenção ocorreu no início da semana e marcou o quarto procedimento desse tipo na rede pública estadual. Assim, o hospital reforça sua atuação em casos de alta complexidade.

A pele utilizada no transplante saiu do Banco de Pele de Porto Alegre e chegou a Porto Velho no dia 18 de novembro. A equipe de saúde recebeu o material no aeroporto e o levou imediatamente ao centro cirúrgico para preparação. Essa rapidez evitou perda de qualidade do tecido e garantiu condições seguras para a cirurgia.

Equipe destaca importância do enxerto temporário

A cirurgiã plástica Flávia Lenzi explicou que o enxerto funciona como uma pele temporária. Ele protege o organismo enquanto a pele do paciente se regenera. Segundo a médica, áreas muito extensas ficam vulneráveis à perda de líquidos, desidratação e infecções. Por isso, o transplante reduz esses riscos e melhora a resposta clínica.

O secretário de Saúde, Jefferson Rocha, destacou o esforço integrado das equipes de Rondônia e Porto Alegre. Ele afirmou que a logística rápida e a coordenação entre os profissionais garantiram o melhor aproveitamento do tecido doado. Dessa forma, o paciente recebeu o procedimento no momento ideal.

Logística estruturada garante sucesso do procedimento

A coordenadora da Central de Transplantes de Rondônia, Edcleia Gonçalves, ressaltou que a equipe preparou tudo antes da chegada da pele. Ela explicou que esse alinhamento evitou atrasos e favoreceu o resultado final. Para Edcleia, o caso demonstra o comprometimento dos profissionais e a evolução dos serviços do estado.

Rondônia avança em transplantes de alta complexidade

O transplante de pele acelera a cicatrização e reduz infecções em queimaduras severas. Além disso, ele melhora a recuperação funcional e estética do paciente. O Hospital de Base também se destaca em outros procedimentos: já realizou mais de mil transplantes de córnea e se tornou referência em transplantes ósseos na Região Norte.

Fonte: Governo de Rondônia

Cérebro protegido: como a cirurgia dos vasos previne derrame e salva vidas

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Ilustração em 3D de um cérebro com vasos sanguíneos destacados, envolvido por um halo azul que simboliza proteção vascular.
Ilustração mostra o cérebro e seus vasos sanguíneos, destacando a importância da cirurgia vascular na prevenção de derrames.

O cérebro humano trabalha em ritmo contínuo. Mesmo durante o sono, ele mantém atividades vitais, processa memórias, regula movimentos e coordena impulsos elétricos que sustentam o funcionamento de todo o organismo. Para que isso aconteça sem interrupções, o tecido cerebral depende de um fluxo constante de sangue rico em oxigênio e glicose. Quando esse fluxo falha, mesmo por poucos segundos, as células nervosas ficam vulneráveis e podem morrer rapidamente. Felizmente, há opções de cirurgia vascular que previne derrame, garantindo a saúde do cérebro.

Quando o fluxo sanguíneo falha e o risco de AVC aumenta

O suprimento de sangue para o cérebro ocorre por meio de uma rede complexa de artérias e veias. Entre elas, as carótidas, localizadas no pescoço, desempenham papel decisivo. Quando essas artérias acumulam placas de gordura, o calibre diminui e o fluxo perde eficiência. Em situações graves, o vaso se fecha completamente e provoca o AVC isquêmico, o tipo mais comum.

Há também o AVC hemorrágico, que ocorre quando uma artéria cerebral se rompe. Nesse caso, o sangue extravasado comprime estruturas delicadas, agrava o edema e reduz ainda mais a irrigação das áreas afetadas. Em ambos os cenários, o tempo de resposta é determinante, pois os neurônios começam a morrer em minutos e a cirurgia vascular que previne derrame se torna urgente.

É justamente nesse ponto que a cirurgia vascular que previne derrame se torna essencial.

O que faz a neurocirurgia vascular e quais doenças ela trata

A neurocirurgia vascular dedica-se ao diagnóstico e ao tratamento de doenças que atingem os vasos sanguíneos do cérebro e da medula espinhal. Muitas dessas condições evoluem de forma silenciosa e só são identificadas após exames de rotina ou quando sintomas persistentes, como dores de cabeça frequentes, chamam atenção.

Entre as principais doenças tratadas estão:

  • Aneurismas cerebrais – dilatações nas artérias que podem se romper e causar hemorragias graves.

  • Malformações arteriovenosas (MAV) – conexões anormais entre artérias e veias que alteram o fluxo e aumentam o risco de sangramento.

  • Cavernomas – acúmulos de vasos anômalos que provocam convulsões ou sangramentos repetidos.

  • Estenose carotídea por ateromatose – estreitamento das carótidas que eleva significativamente o risco de AVC, necessitando de cirurgia vascular que previne derrame.

  • Fístulas arteriovenosas – comunicações anormais entre artérias e veias, geralmente após traumas ou tromboses.

  • Doença de Moya-Moya – condição rara em que vasos cerebrais se estreitam progressivamente, exigindo cirurgias de revascularização.

Os tratamentos variam de acordo com a localização e a complexidade das lesões. Podem envolver cirurgia aberta, técnicas endovasculares — como embolização — ou abordagens combinadas, sempre com foco em preservar a circulação e impedir danos irreversíveis.

Como a cirurgia vascular protege funções cognitivas e reduz complicações

O objetivo do neurocirurgião vascular é garantir que o cérebro receba oxigênio e nutrientes de forma contínua. Isso depende tanto do diagnóstico precoce, por meio de exames como angiotomografia e angiografia cerebral, quanto de intervenções precisas que corrigem alterações antes que causem sequelas.

No caso dos aneurismas, por exemplo, o tratamento preventivo evita rupturas potencialmente fatais. Em situações de estenose das carótidas, a intervenção reduz drasticamente o risco de AVC. Já nas malformações complexas, o tratamento adequado impede sangramentos recorrentes e melhora a qualidade de vida do paciente.

Cuidar da circulação cerebral significa, antes de tudo, proteger memória, fala, coordenação e toda a capacidade cognitiva que define quem somos. A neurocirurgia vascular reúne tecnologia, precisão e conhecimento anatômico para manter o cérebro funcionando plenamente ao longo da vida.

Operações no Brasil e na Argentina derrubam 558 streamings piratas

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Capa mostrando o título Brasil e Argentina derrubam 558 streamings piratas ao lado de um crânio digital vermelho e uma TV box pirata.
Capa destaca as operações no Brasil e na Argentina que derrubaram 558 serviços ilegais de streaming.

Brasil e Argentina iniciaram, nos últimos dias, uma ofensiva conjunta contra a pirataria digital. As ações derrubaram 558 serviços ilegais de streaming, mostrando como as operações derrubam 558 streamings piratas, incluindo plataformas conhecidas no mercado clandestino, como BTV, Red Play, My Family Cinema e TV Express. As operações começaram na quinta-feira (27) e envolveram forças policiais, órgãos de fiscalização e autoridades de vários países.

Rede internacional operava como empresa formal

Operações de combate à pirataria, realizadas na Argentina e no Brasil, tiraram do ar 558 serviços de streaming ilegais nos últimos dias (Imagem: Who is Danny/Shutterstock)

Na Argentina, a etapa mais recente ocorreu no domingo (30). As autoridades retiraram do ar 22 aplicativos ilegais, complementando outra fase que já havia bloqueado 14. Desde setembro de 2024, o Ministério Público Fiscal de Buenos Aires investiga o grupo após uma denúncia da Alianza, entidade latino-americana que combate a pirataria audiovisual .

As apurações revelaram um esquema sofisticado. A estrutura funcionava como uma empresa comum, com escritórios, áreas de marketing e vendas e até setor de Recursos Humanos para cerca de 100 funcionários. Apesar disso, a parte técnica operava a partir da China. No total, os investigadores mapearam 36 aplicativos envolvidos na operação.

O grupo alcançava 6,2 milhões de assinantes, sendo 4,6 milhões no Brasil, e movimentava mais de US$ 150 milhões por ano. Os números mostram a dimensão continental da rede e a capacidade de lucrar com serviços irregulares de vídeo sob demanda .

Brasil bloqueia 535 sites na oitava fase da Operação 404

TV boxes são permitidas no Brasil, desde que homologadas pela Anatel (Imagem: CeltStudio/Shutterstock)

Paralelamente, o Brasil avançou na oitava fase da Operação 404, iniciada pelo Ministério da Justiça em 2019. Nesta etapa, as autoridades bloquearam 535 sites e um aplicativo que oferecia transmissões não autorizadas. Também cumpriram 44 mandados de busca e apreensão, além de quatro prisões preventivas e três flagrantes. A ação reuniu a Anatel, a Ancine, polícias civis de 15 estados e autoridades de outros quatro países da região .

Desde o início da operação, mais de três mil sites e aplicativos foram removidos ou tiveram conteúdo ilegal desativado. Dessa forma, o governo reforça o combate ao mercado clandestino e pressiona operadores de plataformas ilegais.

TV boxes piratas expõem usuários a riscos e prejuízos

Grande parte desses serviços chega ao público por meio das chamadas TV boxes piratas, aparelhos similares a dispositivos de IPTV. Eles permitem acessar canais, filmes e séries sem autorização. Embora a venda de TV boxes seja permitida no Brasil, a Anatel exige homologação para garantir segurança e funcionamento adequado.

A agência alerta para riscos graves. Dispositivos não certificados podem causar interferências em outros equipamentos, além de abrir brechas para ataques cibernéticos. A prática também traz prejuízos ao consumidor. O Procon-SP explica que quem assina serviços piratas não possui direito a reembolso, já que aceita voluntariamente participar de uma atividade ilegal. Como muitas empresas nem existem formalmente, órgãos de defesa do consumidor sequer conseguem notificá-las .

Cerco à pirataria fica mais rígido no continente

O avanço das operações na região demonstra uma estratégia coordenada entre autoridades brasileiras e argentinas. Como resultado, o cerco se fecha contra plataformas que funcionam com alto lucro e grande alcance. A expectativa é que investigações futuras incluam novas parcerias internacionais, já que a pirataria digital atua em rede e depende de servidores e intermediários instalados em diversos países.

Ao mesmo tempo, os governos reforçam campanhas sobre segurança cibernética e alertam para os riscos de dispositivos irregulares. Assim, o combate à pirataria deixa de focar apenas em direitos autorais e passa a incluir a proteção do usuário e do ambiente digital.

Fonte: Olhar Digital

Finanças lança serviço de mensagem ativa via WhatsApp em RO

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Arte mostra mão segurando celular com mensagens flutuando, representando o WhatsApp ativo da Sefin em Rondônia.
Capa destaca o novo serviço de mensagem ativa via WhatsApp da Sefin, que envia avisos e lembretes oficiais aos contribuintes de Rondônia.

O Governo de Rondônia lançou um serviço de mensagem ativa via WhatsApp, ampliando a modernização do atendimento digital. A nova ferramenta fortalece a comunicação direta com o contribuinte, já que os avisos e lembretes passam a chegar de forma automática no celular. Além disso, o recurso reforça a segurança das informações e facilita o acesso aos serviços da Sefin.

Governo reforça segurança e comunicação direta

O número oficial da Sefin para atendimento é (69) 3211-6116, e todas as mensagens enviadas pelo canal são exclusivamente informativas. Por isso, o governo orienta os contribuintes a verificarem sempre o número antes de responder, o que reduz riscos de golpe e garante a autenticidade das notificações.

O lançamento ocorre quando a plataforma de atendimento via WhatsApp completa um ano. Nesse período, o canal se tornou um dos mais utilizados pela população, pois oferece rapidez, acessibilidade e suporte imediato.

Serafin ganha upgrade e respostas mais humanizadas

A Sefin também anunciou melhorias no assistente virtual Serafin, que agora está mais conversativo e intuitivo. O chatbot passou a oferecer respostas mais precisas e humanizadas, o que facilita a navegação do contribuinte pelos serviços disponíveis. Assim, a Secretaria reforça o compromisso com a inovação e com a simplificação dos atendimentos.

Mensagens oficiais chegam automaticamente ao contribuinte

Com a nova funcionalidade, o cidadão recebe lembretes de prazos, orientações e avisos oficiais enviados diretamente pela Sefin. O envio automatizado aumenta a transparência, já que reduz fraudes e garante que o contribuinte receba informações confiáveis. Além disso, o recurso agiliza o acesso a serviços essenciais do Estado.

O secretário de Finanças, Luís Fernando Pereira da Silva, afirma que a iniciativa segue a linha de digitalização adotada pelo governo.
“Os investimentos em tecnologia tornam o atendimento mais simples e eficiente. O serviço de mensagens pelo WhatsApp reforça nossa busca por modernização e por um atendimento humanizado.”

Para a chefe do Núcleo de Atendimento, Darlene Amaral, o recurso aproxima ainda mais a Sefin da população. Segundo ela, “a informação chega ao contribuinte com praticidade, segurança e confiabilidade”.

Atendimento agendado será ampliado em Rondônia

A Sefin ampliará o atendimento agendado para todas as agências do estado a partir de 1º de dezembro. A medida garante mais organização e reduz o tempo de espera, já que permite ao contribuinte escolher o melhor horário para o atendimento presencial. O agendamento está disponível no portal da Sefin e funciona de forma integrada às soluções digitais já implantadas.

Avanço na Modernização do Atendimento Público

O Governo de Rondônia avança na modernização dos serviços públicos ao implementar o serviço de mensagem ativa via WhatsApp, aprimorar o Serafin e ampliar o atendimento agendado. Com isso, o Estado fortalece a transparência, melhora a experiência do contribuinte e amplia o acesso às informações oficiais.

Fonte: Governo de Rondônia

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