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domingo, novembro 1, 2026
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Produção de ovos de galinha cresce 6% no primeiro trimestre

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A produção de ovos de galinha cresceu 6% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de 912,6 milhões de dúzias de ovos é a maior para um primeiro trimestre da série histórica da pesquisa, iniciada em 1984.

Apesar disso, na comparação com o último trimestre do ano passado, houve queda de 3,1% na produção de ovos de galinha.

As Pesquisas Trimestrais da Pecuária mostram que a aquisição de leite pelas unidades que industrializam o produto cresceu 3% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. A aquisição de 6,2 bilhões de litros também foi a maior para um primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 1997.

Assim como ocorreu com a produção de ovos, na comparação com o último trimestre do ano passado, houve uma queda (-7,5%) na aquisição de leite.

A aquisição de couro pelos curtumes caiu em ambas comparações: -2,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2018 e -5,8% na comparação com o último trimestre daquele ano.

Abate de animais

A pesquisa também registra abates de bois, porcos e frangos. O abate de bovinos (7,89 milhões de cabeças no primeiro trimestre deste ano) cresceu 1,6% na comparação com o primeiro trimestre e caiu 3,6% em relação ao último trimestre.

No caso dos suínos (11,31 milhões), houve altas em ambas comparações: 5,5% e 1,1% respectivamente. Já o abate de frangos (1,45 bilhão) registrou quedas de 2% e de 2,3%, respectivamente.

Mais ônibus para reforçar a frota que atende aos usuários de coletivos em Porto Velho

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Mais 15 ônibus do Consórcio SIM passarão a atender os usuários do transporte coletivo de Porto Velho, a partir da próxima semana. Os veículos foram apresentados ao secretário Nilton Kisner (Semtran), na manhã desta quarta-feira (12/6).

“Esses ônibus irão diminuir a idade total da frota, melhorando a qualidade do transporte, principalmente aos portadores de necessidade especiais, pois, foi feito uma verificação quanto ao sistema de elevadores dos ônibus, que passam a integrar essa nova frota”, disse Kisner. Ele acrescentou que o prefeito Hildon Chaves quer mais eficiência e qualidade do serviço aos usuários.

Por parte da Semtran, foi apresentada ao Consórcio uma nova ordem de serviço, com previsão de aumentar em mais de 20% o quantitativo de ônibus que hoje atende a população, o que possibilita também ampliar o número de ‘linhas’ para atender a comunidade.

“Desde o início deste ano, estamos trabalhando, apesar dos problemas de mudança de gestão do Consorcio SIM, onde iniciou na data de 1º de fevereiro uma gestão compartilhada junto com a Semtran, cumprindo uma determinação judicial. Porém, o ponto positivo dessa nova gestão é a eficiência”, comentou Kisner.

Fiscalização

Também na manhã desta quarta-feira, o secretário Nilton Kisner e uma equipe da Semtran realizaram uma fiscalização de rotina na garagem do Consórcio SIM, para conferir a situação da frota que está prestando serviços. Eles verificaram os planos de manutenções corretivas e preventivas, bem como a situação da frota atual.

“Constatamos que hoje, o consórcio conseguiu melhorar a capacidade na gestão quanto as falhas devido a falta de manutenção, o que aumenta a eficácia de atuação das ordens de serviços próximo de 98%”, informou o secretário.

STF deve retomar nesta quinta-feira julgamento sobre criminalização da homofobia

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O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nesta quinta-feira (13) o julgamento sobre a criminalização da homofobia e da transfobia.

O julgamento começou em fevereiro, e esta será a sexta sessão destinada à análise do tema. Dos 11 ministros do tribunal, seis já votaram, todos a favor de enquadrar a homofobia e a transfobia como crime de racismo (veja no vídeo mais abaixo).

A análise, porém, tem gerado críticas de parlamentares, que afirmam que a decisão sobre o tema caberia ao Poder Legislativo, não ao Judiciário. Nas sessões destinadas ao julgamento, ministros já disseram avaliar que há omissão do Congresso.

Duas ações no STF pedem a criminalização de todas as formas de ofensas, individuais e coletivas, homicídios, agressões e discriminações motivadas pela orientação sexual e/ou identidade de gênero, real ou suposta, da vítima.

Na última sessão, a votação serviu exclusivamente para o STF decidir se continuaria a análise do caso, uma vez que, na ocasião, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado havia aprovado em primeiro turno um projeto sobre o tema. A maioria dos ministros entendeu que sim.

No mérito da questão, já votaram a favor de enquadrar a homofobia e a transfobia na lei de racismo os seguintes ministros:

  • Celso de Mello;
  • Edson Fachin;
  • Alexandre de Moraes;
  • Luís Roberto Barroso;
  • Rosa Weber;
  • Luiz Fux.

Faltam os votos dos ministros:

  • Cármen Lúcia;
  • Dias Toffoli;
  • Gilmar Mendes;
  • Marco Aurélio Mello;
  • Ricardo Lewandowski.
Maioria do STF iguala homofobia a crime de racismo

Maioria do STF iguala homofobia a crime de racismo

Análises paralelas

Um dos pontos mais polêmicos é o que envolve religião. Enquanto o STF discute se equipara a homofobia ao crime de racismo, o Senado e a Câmara dos Deputados discutem exceções para discurso religioso.

As duas Casas deram andamento a projetos sobre o tema após o Supremo retomar o julgamento.

A proposta que criminaliza a homofobia no Senado prevê reclusão de um a três anos, além do pagamento de multa, para quem praticar, induzir ou incitar a intolerância, discriminação ou preconceito de orientação sexual ou identidade de gênero.

No relatório sobre o assunto, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) propôs isentar de punição quem impedir ou restringir “manifestação razoável de afetividade” em templos religiosos. Questionado se pode abrir margem para interpretações, o parlamentar respondeu que a interpretação da lei “sempre exige o bom senso”. “É para isso que a gente tem juiz, magistrado, para fazer análise disso”, acrescentou.

O projeto ainda terá de passar por nova votação na CCJ, onde pode sofrer modificações. Se aprovada pela comissão, a proposta seguirá para análise da Câmara.

Na Câmara, uma proposta passou na Comissão de Direitos Humanos e Minorias duas semanas após o STF formar maioria de votos a favor de enquadrar a homofobia como racismo. No texto, porém, não há crime em caso de “manifestação de crença em locais de culto religioso”, exceto se houver estímulo à violência.

O projeto, que já tramita há cinco anos, ainda tem que ser analisado por outras duas comissões da Casa e pelo plenário.

O que acontece em caso de decisão?

Se o Supremo finalizar o julgamento antes de as propostas serem aprovadas em definitivo pelo Congresso, os parlamentares ainda poderão legislar sobre a questão.

Isso porque a expectativa é que a Corte deve estabelecer uma regra até o Poder Legislativo se pronunciar.

No entanto, uma vez estabelecidos os limites constitucionais, o Congresso dificilmente poderá aprovar uma legislação que desrespeite os parâmetros fixados pelo Supremo Tribunal Federal.

Críticas de parlamentares

Este é um dos casos em que o Supremo é acusado por parlamentares de “legislar” sobre temas que, na opinião deles, caberiam ao Congresso.

O aborto em casos de anencefalia, as possibilidades de união estável de homossexuais e de registro civil para transgêneros, porém, só se tornaram direitos após a Corte tomar uma decisão.

Para o segundo semestre, há a expectativa de que o Supremo decida se o porte de drogas para consumo próprio é crime.

Argumentos apresentados ao STF

Enquanto associações LGBTI apresentaram argumentos a favor da igualdade de direitos, outras entidades também apresentaram fundamentos em defesa da liberdade religiosa.

Um exemplo é a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), que representa igrejas evangélicas. A associação diz que, em geral, todas as religiões consideram a homossexualidade “ontologicamente como pecado ou contra seus valores e princípios morais”.

“É desproporcional, abusivo e inconstitucional admitir que, se um padre, pastor ou qualquer líder religioso, nos seus sermões, sendo fiel ao texto que eles têm como regra de fé e prática – a Bíblia, por exemplo –, assente que as práticas homossexuais são ‘pecados’, estejam assim sendo homofóbicos”, diz.

Outro argumento religioso foi apresentado pela Frente Parlamentar da Família e apoio à Vida, segundo a qual protestantes, evangélicos e católicos se veem ameaçados como indivíduos, família e igreja, já que a homossexualidade “discrepa da vontade Divina para a humanidade, havendo Deus criado homem e mulher”.

Paulo Lotti, representante da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexuais (ABGLT), afirma ter “muita esperança” de que o Supremo reconhecerá a homofobia e a transfobia como crime.

“Tenho certeza que o STF reconhecerá o dever constitucional do Congresso Nacional em criminalizar a homofobia e a transfobia. Tenho muita esperança que ele as reconheça como crime de racismo, na acepção político-social de raça e racismo que o STF já afirmou, num famoso julgamento que ocorreu na década passada, sobre antissemitismo. Lembrando que há pareceres favoráveis da Procuradoria-Geral da República para tanto”, diz.

A Procuradoria Geral da República (PGR) afirma que a Constituição prevê a proteção aos direitos fundamentais.

Celso de Mello critica ‘meninos vestem azul e meninas vestem rosa’ em voto sobre homofobia

Celso de Mello critica ‘meninos vestem azul e meninas vestem rosa’ em voto sobre homofobia

Voto do relator

Quando o julgamento começou, o relator de uma das ações, Celso de Mello, considerou que não há “qualquer ofensa ou dano potencial à liberdade religiosa” no caso. Ele também repudiou a homofobia e criticou a “inércia” do Congresso.

Afirmou que a livre expressão de ideias, pensamentos e convicções, inclusive em questões religiosas ou confessionais, não pode ser impedida pelo poder público ou por grupos antagônicos nem pode ser submetida a interferências do Estado, de qualquer cidadão ou de instituições da sociedade civil.

O ministro considerou, no entanto, que não se trata de “direito absoluto”. Argumentou que pronunciamentos que “extravasam os limites da livre manifestação de ideias”, transformando-se em insulto, ofensa ou estímulo à intolerância e ao ódio, “não merecem a dignidade da proteção constitucional que assegura a liberdade de expressão do pensamento”.

“Isso significa, portanto, que a prerrogativa concernente à liberdade de manifestação do pensamento, por mais abrangente que deva ser o seu campo de incidência, não constitui meio que possa legitimar a exteriorização de propósitos criminosos, especialmente quando as expressões de ódio público — veiculadas com evidente superação dos limites da propagação de ideias — transgridem, de modo inaceitável, valores tutelados pela própria ordem constitucional”, votou o ministro.

Neymar é esperado para depor nesta quinta em SP com esquema de segurança reforçado

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A Polícia Civil de São Paulo terá um esquema de segurança especial para receber nesta quinta-feira (13) o jogador Neymar. Ele é esperado para prestar depoimento à tarde na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em Santo Amaro, Zona Sul da capital paulista. Neymar é acusado de agressão e estupro pela modelo Najila Trindade Mendes de Souzadurante encontro íntimo em Paris no mês passado.

Nos últimos dias, advogados do jogador foram à delegacia verificar as condições do prédio e como proceder com a segurança do jogador, que tem usado muletas depois que sofreu uma grave contusão no jogo da Seleção Brasileira contra Honduras na semana passada. Neymar vai depor para a delegada Juliana Bussacos.

O G1 apurou que a rua da delegacia deverá ser bloqueada para o trânsito e grades serão instaladas para não permitir a entrada de curiosos. Algumas grades já foram colocadas nesta quarta-feira para isolar parte da imprensa da entrada da delegacia.

Neymar deverá chegar de helicóptero em algum ponto da Zona Sul de São Paulo e seguir de carro até a 6ª DDM. Esta será a segunda vez que o jogador terá de comparecer a uma delegacia desde que o caso com a modelo Najila veio à tona.

No dia 6, no Rio de Janeiro, o jogador prestou depoimento por cerca de uma 1 hora e 40 minutos em uma delegacia da Cidade da Polícia, na Zona Norte do Rio. Neymar foi chamado para prestar esclarecimentos no inquérito sobre a divulgação de imagens íntimas da modelo, que ele afirmou ter sido feita por assessores.

Naquele dia, Neymar não respondeu a perguntas de jornalistas, mas agradeceu pelas manifestações de apoio que tem recebido.

“Só quero agradecer todo apoio, a mensagem que todo mundo mandou, meus amigos, fãs, todo mundo que está acompanhando. Só agradecer, obrigado pelo carinho, e dizer que me senti muito amado, então é só agradecer o carinho de todos”, disse ao deixar a delegacia.

Promotoras do caso

Promotoras do caso Neymar falam com a imprensa — Foto: TV Globo/Reprodução

Promotoras do caso Neymar falam com a imprensa — Foto: TV Globo/Reprodução

As promotoras de Enfrentamento à Violência Doméstica designadas pelo Ministério Público de São Paulo para acompanhar o caso estiveram na quarta-feira (12) na delegacia. Elas disseram que a palavra da vítima deve ser levada em conta em casos de denúncias de violência contra a mulher.

“Em crimes que envolvem violência doméstica, sempre a palavra da vítima conta muito desde que com outros elementos que apoiem a palavra dela”, afirmaram as duas.

As promotoras também disseram que não acreditam que a repercussão sobre o caso desestimule que outras mulheres denunciem casos de estupro. “As pessoas não se veem nessa situação”, afirmou Flavia.

Ex-marido depõe

Estivens Alves presta depoimento na 6ª DDM em São Paulo — Foto: Gabriela Gonçalves/G1

Estivens Alves presta depoimento na 6ª DDM em São Paulo — Foto: Gabriela Gonçalves/G1

Estivens Alves, ex-marido de Najila, chegou por volta de 10h10 desta quarta-feira à delegacia para depor. Segundo o advogado dele, Estivens iria falar sobre a visita que fez ao apartamento de Najila na quinta-feira (6) para retirar o tablet e o notebook do filho do casal.

Na quarta-feira (5), Najila havia dito que o apartamento dela foi arrombado. Segundo o advogado, Najila teria mandado uma mensagem ao ex-marido pedindo para ele ir no dia seguinte ao apartamento retirar o tablet do filho.

“A Najila disse que ele [Estivens] teria furtado esse tablet, mas o tablet que ele retirou é o tablet do filho, um tablet cinza”, disse Roberto Guastelli, advogado de Estivens. “E, segundo ele, ele vai confirmar se existia ou não um segundo tablet, o tablet rosa que seria o da Najila.”

Novo advogado

Najila deverá apresentar um novo advogado para sua defesa. O advogado Danilo Garcia de Andrade afirmou na noite desta segunda-feira (10) que deixou a defesa dela. Ele disse que “não participaria de uma ilicitude para lograr proveito econômico de quem quer que seja” e por isso não se sente mais confortável para o trabalho.

Alegou ainda que a modelo não apresentou o vídeo de sete minutos onde teria provas de agressão de Neymar. Najila afirmou que o vídeo estaria em um tablet que teria sido furtado de seu apartamento.

Relator apresenta parecer sobre Previdência nesta quinta; texto modifica proposta do governo

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O relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentará nesta quinta-feira (13) à comissão especial da Câmara o parecer sobre a proposta de reforma. Moreira já informou que vai propor mudanças no texto enviado à Câmara pelo governo de Jair Bolsonaro.

Após a leitura do relatório, deverá ser concedida a chamada “vista coletiva”, ou seja, um tempo para os integrantes da comissão analisarem o parecer.

Entre outros pontos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) enviada pelo governo prevê idade mínima de aposentadoria para homens (65 anos) e para mulheres (62 anos).

Samuel Moreira disse que não fará mudanças nesse ponto, considerado por ele “a principal estrutura” da proposta.

No entanto, o relator já informou que deve retirar da reforma alguns pontos, entre os quais:

  • mudanças na aposentadoria rural;
  • mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC);
  • a chamada “desconstitucionalização da Previdência”, que permitiria alterações nas regras por projeto de lei, sem necessidade de PECs.

Além disso, deve ficar de fora do relatório, conforme anunciou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o regime de capitalização proposto pelo governo.

Ao falar sobre a exclusão, Maia disse que o tema deverá ser debatido pela Câmara somente no próximo semestre.

A capitalização é uma espécie de poupança que o próprio trabalhador faz para assegurar a aposentadoria no futuro. O regime atual é o de repartição, pelo qual o trabalhador ativo paga os benefícios de quem está aposentado.

De acordo com o relator, a expectativa é que, mesmo com as mudanças, o projeto a ser aprovado mantenha a economia de R$ 1 trilhão, estimada pelo governo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fala numa economia de R$ 800 bilhões a R$ 1 trilhão.

Tempo mínimo de contribuição

No parecer sobre a reforma, o relator deverá propor a redução de 20 para 15 anos do tempo mínimo de contribuição para as mulheres poderem se aposentar pela idade.

A reforma proposta pela equipe econômica do governo previa, além da idade mínima, um tempo mínimo de contribuição para uma pessoa se aposentar pelo regime geral.

Pelo texto encaminhado pelo governo, o tempo mínimo passaria de 15 anos para 20 anos para homens e mulheres. O relator, porém, deve modificar o texto em relação às mulheres, mantendo 20 anos para homens.

Professoras

Outra mudança que pode ser incluída no relatório é a diminuição da idade mínima para aposentadoria de professoras.

Na reforma proposta pelo governo, foi estabelecida idade mínima de 60 anos; o relator disse estar “lutando” para reduzir a 57 anos.

Estados e municípios

Samuel Moreira também deve retirar servidores estaduais e municipais da reforma da Previdência. O relator já disse que a vontade dele era manter, mas não há consenso sobre isso.

Rodrigo Maia afirmou que estados e municípios poderão ser reinseridos na reforma durante o debate da proposta no plenário, por meio de um destaque (possível alteração) ao texto.

Articulação

O presidente da Câmara articula com lideranças partidárias a possibilidade de o relatório ser analisado pela comissão especial no dia 25 de junho.

Com isso, os deputados teriam a próxima semana para debater o texto apresentado por Samuel Moreira nesta quinta.

De acordo com a projeção de Rodrigo Maia, se o texto for aprovado pela comissão especial até o fim deste mês, poderá ser aprovado pelo plenário principal da Câmara antes do recesso.

No plenário, a reforma precisará dos votos de pelo menos 308 dos 513 deputados, em dois turnos, para ser aprovada. Depois, caberá ao Senado votar a proposta.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), já estimou em três meses o prazo para os senadores votarem a reforma, após a aprovação pela Câmara.

Entrevista coletiva com o relator da reforma da Previdência 12/06/19

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Em momento histórico, presidente da Assembleia empossa 14 aprovados no 1º concurso público após a Constituição de 1988

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Na manhã desta quarta-feira (12), o auditório da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE/RO) foi palco de um momento histórico para o parlamento rondoniense, com a posse de aprovados no 1º concurso público realizado pela Casa de Leis de Rondônia, após a Constituição Federal de 88.

Para o presidente da Assembleia, Laerte Gomes (PSDB), fazer parte da cerimônia de posse foi muito gratificante, pois há mais de 30 anos ela não se repetia. “Estamos diante de um acontecimento histórico e estou muito feliz em estar aqui hoje como presidente desta Casa, mas não podemos deixar de lembrar que esse processo começou com o ex-presidente Maurão de Carvalho e hoje estamos apenas concluindo um trabalho realizado em equipe”, disse Laerte Gomes.

O certame foi realizado com 110 vagas para os cargos de assistente legislativo, analista legislativo, consultor legislativo e advogado da Assembleia. “Desses 110 aprovados, 107 estão aptos para tomarem posse e hoje vamos dar posse para 14 novos servidores. Nosso planejamento é chamar todos os candidatos aptos para suprir as demandas da casa e dos servidores aposentados”, esclareceu o presidente da Assembleia.

Laerte Gomes apontou ainda que os novos servidores serão bem recebidos por todos os departamentos e terão a oportunidade de trabalhar em um prédio novo e com equipamentos modernos. “Estamos fazendo uma gestão diferenciada com economia e modernidade e contamos com vocês nesse desafio. Sei que vocês estão chegando para somar e agradecemos. Esse mérito, esse cargo é de vocês. Muitos tentaram, mais vocês conseguiram, parabéns e sucesso”, concluiu.

O presidente do Sindicato dos Servidores dos Poderes Legislativos do Estado de Rondônia (Sindler-RO), Rubens Luz Silva, destacou a importância da abertura dessas vagas para o andamento da Casa Legislativa. “Estou feliz em fazer parte deste momento, pois estive presente também no cadastro do 1º funcionário da ALE/RO. O ex-presidente Maurão de Carvalho entendeu a necessidade de realizar um concurso e o Laerte deu sequência nesse processo e hoje estamos prestigiando a posse de novos servidores”, disse.

Para Rubens, que já viveu muitas histórias e presenciou muitas temporadas ao longo de anos de trabalho no legislativo rondoniense, os novos servidores precisa acima de tudo, amar o que fazem. “Quando se ama o que faz, não se trabalha um único dia. O trabalho é árduo, mas feito com dedicação flui facilmente. Vocês estão aqui para discutir e construir leis em prol de toda sociedade, independente do seu desejo. Vocês terão que aprender a acima de tudo, respeitar os pensamentos do seu próximo”, destacou.

Resumo do certame

De acordo com o membro da comissão que realizou o concurso público da ALE/RO, Rafael Figueiredo, o processo passou por uma criteriosa contratação da banca examinadora, cuja escolha foi a renomada Fundação Getúlio Vargas, por diversas fases e até por todo tipo de provações, contudo mostrou a evolução do Poder Legislativo rondoniense.

“Ao longo desse certame, houve quem dissesse que seria um concurso de cartas marcadas, pondo em xeque a credibilidade e o profissionalismo desta Casa. Contudo, mostramos que é possível sim, atender aos anseios da população, que nada mais espera dos seus representantes do que o cumprimento de sua missão constitucional de legislar e fiscalizar os atos do Poder Executivo em prol do bem comum, com a responsabilidade que a lei exige. É evidente que ainda há muito a ser feito. Porém, hoje, podemos dizer que o Poder Legislativo se fortalece ainda mais, e avança na busca pela gestão responsável, transparência, eficiência e efetividade de suas ações”, explicou.

Rafael destacou ainda que, de um universo de mais de 36 mil pessoas inscritas, apenas três entraram com ações judiciais e outras 03 extrajudiciais. “Isto demonstra tamanha foi a preocupação que tivemos em tratar com zelo e esmero a missão que nos foi dada”, disse.

Figueiredo apontou o custo pela realização de todo processo foi absorvido com a arrecadação de R$ 2,1 milhões das taxas de inscrição. “A inscrição desse concurso foi uma das mais baratas do país, principalmente para o cargo de Advogado, a mais cara e que custou apenas R$ 130,00. Sobrou na conta ainda, cerca de R$ 140 mil, que esta Casa poderá usar, preferencialmente, em capacitação de pessoal e investimentos”, concluiu.

Empossados

O termo de posse foi lido pelo deputado DR. Neidson (PMN), que desejou sucesso aos novos funcionários.

Candidatos aprovados no I Concurso Público para provimento de Cargos do Quadro de Pessoal Permanente da ALE/RO, nomeados pelo Ato nº 003/2019 – MD/ALE, publicado em 14/05/2019 são: Carina Rodrigues Moreira – Processo Legislativo, Charles Roberto Ramos Vlaxio – Técnico em informática, Cleidiane da Penha Segura de Melo – Técnico em Tradução e Interpretação de Libras, Derik Gonçalves Nunes – Técnico em Informática, Eduardo Balbueno da Cunha – Redação e Revisão, Giordani Guterres Gonçalves – Taquigrafia, João Paulo Feitoza Clementino Palitot – Técnico em Produção de Áudio e Vídeo, Kim Rober Leite de Lima Sampaio – Técnico em Informática, Lizandra Silva Ferreira – Taquigrafia, Lucas Cúrcio Vieira – Assessoramento em Orçamentos, Marília Costa de Queiroz – Taquigrafia, Pablo Henrique Shumacher de Sousa – Técnico em Contabilidade, Pedro Lourenço Sobrinho Neto – Técnico em Produção de Áudio e Vídeo e Vinícius dos Santos Gama – Técnico em Contabilidade.

Falando em nome dos demais empossados, Eduardo Balbueno da Cunha, afirmou que hoje eles estão comemorando uma vitória de muitas batalhas. “A cada etapa vencida, redação, resultado preliminar, prova prática e de títulos, resultado final, homologação e nomeação até o dia de hoje, os nossos corações batiam acelerados esperando ansiosamente a concretização da posse no cargo desejado. Cada um de nós tem uma história, uns estão ingressando pela primeira vez em um cargo público outros são naturais deste Estado, outros não, mas agora não importa de onde viemos, somos destemidos pioneiros, somos brasileiros e plantamos nossos sonhos aqui em Rondônia”, disse.

Ao finalizar a cerimônia, o presidente Laerte Gomes ressaltou a importância dos empossados para o andamento da Casa de Leis e afirmou que agora “todos são a Assembleia Legislativa de Rondônia”.

Os deputados Marcelo Cruz (PTB), Adelino Follador (DEM), Aélcio da TV (PP), Cássia Muleta (Podemos), Eyder Brasil (PSL), Ezequiel Neiva (PTB), Luizinho Goebel (PV), Cirone Deiró (Podemos), Geraldo da Rondônia (PSC), o Defensor Público-Geral do Estado, Marcus Edson de Lima, o secretário Geral da ALE/RO, Arildo Lopes e o secretário Legislativo, Dr. Helder Risler de Oliveira também estiveram presentes na cerimônia.

Segunda safra de milho deve atingir novo recorde de 68,2 milhões de toneladas

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A estimativa da segunda safra de milho de 2019 deve chegar a 68,2 milhões de toneladas. O valor representa um aumento de 22,6% na comparação com a mesma safra em 2018 e marca um novo recorde na série histórica do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), ao ultrapassar os 67,6 milhões de toneladas alcançados em 2017. Com isso, em maio, a estimativa para a safra de grãos de 2019 passa a ser de 234,7 milhões de toneladas, 3,6% acima da safra de 2018.

 Segundo o gerente da pesquisa, Carlos Antônio Barradas, o aumento na produção se deve a uma série de fatores: “o ano agrícola começou mais cedo. As chuvas previstas para outubro caíram na segunda quinzena de setembro, antecipando o plantio da soja. Isso expandiu a janela de plantio do milho, que por sua vez pegou um clima favorável por mais tempo. E o aumento nos preços na época do plantio completou o quadro positivo”.

Os maiores aumentos em volume de produção de milho, em relação a abril, foram estimados para Mato Grosso (8,3%, ou 2,2 milhões de toneladas) e Sergipe (39,2%, ou 203,9 mil toneladas).

Já a estimativa de produção nacional frente a 2018 é de quedas de 4,5% para a soja e de 11,2% para o arroz, e acréscimo de 15,7% para o milho.

Armazenagem de grãos aumenta 0,3% no segundo semestre de 2018

A Pesquisa de Estoques, também divulgada hoje pelo IBGE, mostrou que o total de capacidade útil disponível para armazenamento cresceu 0,3% no segundo semestre de 2018, frente ao primeiro semestre de 2018, totalizando 169,5 milhões de toneladas.

Em termos de capacidade útil armazenável, os silos predominam no país, com 81,8 milhões de toneladas, o que representa 48,3% da capacidade útil total. Armazéns graneleiros e granelizados responderam por 63,7 milhões de toneladas de capacidade útil armazenável, enquanto armazéns convencionais, estruturais e infláveis, somaram 24 milhões de toneladas.

Entre os produtos agrícolas, o maior volume estocado era de milho (11,1 milhões de toneladas), seguido pela soja (5,5 milhões), trigo (4,2 milhões), arroz (2,2 milhões) e café (1,3 milhões).

Comissão da Câmara aprova convite para Moro, ainda sem data definida

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A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 12, um convite para ouvir o ministro da Justiça, Sergio Moro. Ainda não há data definida para que o ex-juiz compareça. O pedido inicial do deputado que apresentou a proposta, Rogério Correia (PT-MG), era de convocação (quando há uma obrigação legal de se comparecer), mas o pedido foi transformado em convite.

Além do pedido de Correia, há na Câmara outros dois para que o ministro seja convocado no Plenário e na Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Esses últimos são do deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA).

Todos os pedidos pedem que Moro preste esclarecimento sobre o vazamento de supostos diálogos dele quando ainda era juiz da Lava Jato.

Na terça-feira, 11, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) do Senado informou que irá receber o ministro no próximo dia 19. Moro deve também comparecer à CCJ da Câmara no dia 26, mas essa data ainda não está fechada.

Agronegócio de Rondônia em ilustração editorial com entrevista em microfone, lavouras, pecuária, colheita e gráficos de custos.

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RuralCast debate crédito caro, custos, regularização e dados para o agronegócio de Rondônia.
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