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sexta-feira, junho 19, 2026
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Tatá Werneck está grávida de cinco semanas, diz colunista

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O jornalista e colunista Léo Dias, do ‘Fofocalizando’, do SBT, anunciou em primeira mão na tarde desta sexta-feira (1) que o casal de atores Tatá Werneck e Rafa Vitti ‘está grávido’ de cinco semanas.

Segundo o colunista, Tatá precisará de muito repouso por causa de uma endometriose [Distúrbio em que o tecido que normalmente reveste o útero cresce fora do útero].

Ainda de acordo com Léo Dias, as reuniões da próxima temporada do Lady Night estão marcadas para segunda quinzena de março. A dúvida é como Tatá acompanhará os encontros do programa.

Tatá e Vitti Juntos desde 2017.

Ex-paquita refaz pose de sua capa na ‘Playboy’ após 30 anos

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Aos 49 anos de idade, Andréa Veiga, ex-paquita de programas da Xuxa nas décadas de 1980 e 1990, chamou atenção na última quinta-feira, 28, ao publicar uma foto reproduzindo sua pose na foto em que foi capa da revista Playboy lançada há cerca de 30 anos.

“Mudei muito?”, perguntou ela aos seus seguidores. A edição da Playboy da qual Andréa foi capa foi lançada em setembro de 1988. À época, a atriz tinha 19 anos de idade.

Ex-deputados Ganham ATÉ R$ 33,7 Mil de Aposentadoria

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Quase 500 ex-deputados recebem, atualmente, aposentadoria acima do teto do INSS

Os parlamentares também devem ser afetados com a reforma da Previdência em tramitação no Congresso. O governo propõe o fim do regime especial de aposentadoria dos congressistas e que eles passem a receber, no máximo, o teto do INSS, fixado em R$ 5,8 mil. Mas a realidade de hoje é bem diferente. Atualmente, 499 ex-deputados federais ganham, juntos, R$ 7,18 milhões mensais em aposentadorias, uma média de R$ 14,39 mil por beneficiário – quase três vezes o limite proposto (veja a lista completa dos aposentados e seus respectivos benefícios mais abaixo).

Entre eles, apenas sete (1,4%) recebem abaixo do teto do INSS. Um grupo maior, formado por 17 beneficiários, tem direito a mais de R$ 33 mil por mês, valor pago aos parlamentares no exercício do mandato. Os dados não consideram os valores repassados àqueles que se aposentaram pelo Senado e foram extraídos da folha de pagamento da Câmara, referente a fevereiro, obtida pelo Congresso em Foco.

Entre os que ganham o teto estão parlamentares que deixaram o Congresso no último dia 31 depois de vários mandatos, como Miro Teixeira (Rede-RJ), deputado por 11 vezes, Simão Sessim (PP-RJ) e Bonifácio de Andrada (DEM-MG). Esses três, por exemplo, chegaram à Câmara ainda na década de 1970 e permaneceram na Casa por pelo menos 40 anos. Para receber o benefício integral é preciso acumular 35 anos de atividade (ou seja, nove mandatos na Câmara).

Entre os que recebem R$ 33,7 mil está o ex-presidente da Casa Henrique Eduardo Alves (MDB-RN), que foi deputado entre 1971 e 2015. Condenado em junho do ano passado por fraudes no FI-FGTS da Caixa Econômica e alvo de outros processos, ele recebe R$ 33.763 por mês. Entre 2017 e 2018, ele passou quase um ano preso em razão da Lava Jato.

Quem está na cadeia e começa a desfrutar do benefício da Câmara é o ex-deputado Geddel Vieira Lima (MDB-BA), que no próximo dia 14 de março completa a idade mínima de 60 anos para a aposentadoria parlamentar. Seu nome já aparece na folha de pagamento de fevereiro, apto a receber R$ 20.354 por mês. Geddel está preso desde setembro de 2017, após a Polícia Federal (PF) encontrar mais de R$ 51 milhões em espécie em um imóvel ligado a ele.

O valor de cada aposentadoria dos congressistas é calculado sobre o tempo de mandato. A cada ano cumprido na Casa, o deputado ou senador acumula 1/35 do salário (R$ 964) para a futura aposentadoria. No caso dos senadores, basta um mandato (oito anos) para ter direito a uma aposentadoria de R$ 7.717, valor quase R$ 2 mil acima do teto do INSS. Para deputados, em geral, só compensa aderir ao plano com no mínimo dois mandatos.

Extinção lenta

O regime com o qual os parlamentares contribuem hoje é o Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC). A adesão ao plano é opcional. Para receber aposentadoria atualmente, o parlamentar precisa alcançar 60 anos de idade e 35 de contribuição, seja para a previdência parlamentar ou para o regime geral do INSS, por exemplo.

O PSSC foi criado em 1999 após a extinção do antigo, o Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC), que foi liquidado naquele ano e repassou sua dívida à União. São os cofres da União que arcam com os compromissos desde então.

Apesar de extinto há 20 anos, este programa antigo ainda pesa no erário: a fatia prevista para cobrir o IPC no Orçamento da União em 2019 é de R$ 161,25 milhões, somando os repasses a ex-deputados e ex-senadores. É o IPC que ainda responde pela maioria dos benefícios: dos 499 ex-deputados aposentados, 433 (ou 86,77%) estão vinculados ao plano antigo, ou seja, contrataram a aposentadoria especial ainda no século passado. Há quarto anos, o Congresso em Foco mostrou que o IPC já havia engolido mais de R$ 2 bilhões em dinheiro público desde a extinção.

Esse quadro demonstra que a reforma do governo Bolsonaro, mesmo se aprovada nesses termos, ainda está longe de eliminar os desembolsos do programa. O texto determina que todos os políticos passem para o regime geral do INSS, mas o PSSC e o antigo IPC continuarão pagando aposentadorias até o último beneficiário vivo.

Brechas na reforma

A proposta da equipe econômica dá um prazo de 180 dias (seis meses), contados a partir da aprovação da reforma, para que os atuais deputados e senadores decidam se vão permanecer ou não nos regimes previdenciários aos quais se encontrem vinculados.

Outro trecho do projeto prevê “a reinscrição do ex-segurado que vier a ser titular de novo mandato, ou a concessão de aposentadoria, quando cumpridos os requisitos exigidos na data de promulgação”. Ou seja, qualquer deputado ou senador que voltar ao cargo e tiver contribuído com o PSSC no passado, em algum momento, poderá retornar ao plano ou receber a aposentadoria especial, se já tiver alcançado os requisitos de idade mínima e tempo de contribuição.

O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) afirma que apresentará uma emenda para corrigir as brechas que ele enxergou no projeto da reforma “Temos que fechar essa porta para valer, senão o rombo nunca vai ter fim”, disse o parlamentar ao Congresso em Foco.

Parlamentares recém-empossados, eleitos com a plataforma de economia de recursos públicos, têm anunciado publicamente que renunciaram ao plano e ficarão com o regime do INSS. A renúncia ao PSSC não é incomum, porque a alíquota de contribuição (11%) espanta alguns políticos, que consideram o plano caro. Há caso de deputados que aderiram ao plano e, logo no mês seguinte, desistiram, ao ver o desconto no salário.

Bolsonaro manda confiscar celulares em reuniões

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Alvo de vazamentos de conversas com ministros, o presidente Jair Bolsonaro adotou uma regra para quem se reúne com ele: celulares não entram. O confisco dos aparelhos é uma medida de proteção usada não só em seu gabinete, mas em todas as reuniões das quais tem participado.

Vinte e dois deputados que estiveram no Palácio da Alvorada para se reunir com o presidente nesta semana contaram que havia um local designado para deixar os aparelhos na entrada da sala. No Palácio do Planalto, uma caixinha no corredor que antecede o gabinete presidencial faz este papel.

A prática já era adotada por outros presidentes. Na gestão atual, porém, a regra foi ampliada. No gabinete do vice-presidente, Hamilton Mourão, qualquer pessoa que entra em sua sala é convidado a deixar o telefone celular do lado de fora.

Até mesmo o secretário de imprensa, tenente-coronel Alexandre de Lara, passou a exigir esta semana que jornalistas também não entrem em seu gabinete com celulares.

A proibição, porém, não está sendo seguida à risca. Na semana passada, o jornal O Globo mostrou que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ligou, sem querer, para um repórter enquanto conversava com Bolsonaro. No breve diálogo, os dois tratam da demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno, que deixou vazar conversas de WhatsApp com o presidente.

BBB 19: Paula vence prova de resistência e é a nova líder

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O Big Brother Brasil já sabe qual é a nova líder da semana. Trata-se de Paula. A sister venceu a prova de resistência, patrocinada pela Coca-Cola, permanecendo por quase 11 horas amarrada pelo braço.

As últimas rivais de Paula na disputa pela liderança eram Hariany e Carolina. A dupla insistiu até o final, mas deixou o desafio juntas.. Dessa forma, a mineira levou a prova.

Bancos não abrem durante o carnaval 2019

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A FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos informa que as agências bancárias estarão fechadas para atendimento ao público na segunda-feira (4) e na terça-feira 5). Na quarta-feira de cinzas (06), os bancos abrirão a partir do meio-dia.

A entidade lembra que a população pode utilizar os canais eletrônicos e correspondentes para o pagamento das contas. Além disso, os tributos que possuem código de barras podem ter o seu pagamento agendado nos caixas eletrônicos, no internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).

“Os bancos possuem ferramentas que possibilitam ao cliente agendar pagamentos e acompanhar os lançamentos na conta corrente pelo aplicativo do banco no celular”, declara o diretor-adjunto de Operações da FEBRABAN, Walter Tadeu Pinto de Faria.

As contas de consumo (água, energia, telefone etc.) e carnês com vencimento em 4 ou 5 de março poderão ser pagas, sem acréscimo, na quarta-feira (6). Normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais. Caso isso não tenha ocorrido no documento de arrecadação, a sugestão é antecipar o pagamento.

Já para aqueles clientes que irão passar a semana inteira viajando e não dispensam a ida até uma agência, é possível consultar o endereço dos bancos no site Busca Banco da FEBRABAN. Basta acessar o link www.buscabanco.com.br e fazer a busca de acordo com o Estado e município desejado.

ANS suspende a venda de 46 planos de saúde; veja lista

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou nesta sexta-feira (1) a suspensão da venda de 46 planos de saúde de 13 operadoras, a partir do dia 11 de março, em função de reclamações recebidas de consumidores.

Os planos atingidos pela suspensão atendem atualmente 570 mil beneficiários, que continuarão a ter assistência regular garantida, segundo a agência.

A medida é temporária e um resultado do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, realizado a cada três meses pela ANS. As principais reclamações envolvem cobertura assistencial e autorizações, prazo máximo de atendimento, reembolso e rede de atendimento.

Perfil das reclamações sobre planos de saúde
Em %

Autorizações prévias, franquia, coparticipação e outros: 35,09Rol de procedimentos e coberturas: 19,47Reembolso: 19,4Prazos máximos para atendimento: 11,5Rede de atendimento: 10,8Carência: 2,45Doenças ou lesão preexistente, cobertura parcial temporária e agravo: 1,28

Rol de procedimentos e coberturas
19,47
Fonte: ANS

“O objetivo do programa é estimular as empresas a qualificarem o atendimento prestado aos consumidores. Assim, os planos suspensos só podem voltar a ser comercializados quando forem comprovadas melhorias”, informou a agência.

Entre 1º de outubro e 31 de dezembro do ano passado, foram registradas 19.186 reclamações nos canais de atendimento da ANS. Dessas, 15.821 foram consideradas para análise pelo Programa de Monitoramento. Segundo a agência, mais de 94% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela agência.

Paralelamente à suspensão, a ANS liberou a comercialização de 7 planos de saúde de duas operadoras, que haviam sido suspensos em ciclos anteriores.

No site da ANS é possível conferir a lista de planos reativados e a classificação de todas as operadoras.

Veja a lista de planos com comercialização suspensa:

SALUTAR SAÚDE SEGURADORA S/A

  • SALUTAR 600 MAIS
  • SALUTAR 600
  • SALUTAR 800 MAIS
  • SALUTAR 600
  • Especial Adesão sem Coparticipação sem Franquia
  • Clássico – Emp Estadual QC Sem FM
  • ESPECIAL
  • Salutar Clássico Adesão Enfermaria Sem Co-Part ou Franquia
  • Salutar Clássico Empresarial Enf Sem Co-Part ou Franquia

UNIMED NORTE/NORDESTE-FEDERAÇÃO INTERFEDERATIVA DAS SOCIEDADES COOPERATIVAS DE TRABALHO MÉDICO

  • COLETIVO POR ADESÃO PLUS – UNNE
  • COLETIVO POR ADESÃO BÁSICO – UNNE
  • COLETIVO POR ADESÃO APART
  • COLETIVO POR ADESÃO ENFERMARIA

CAIXA DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DA FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – CAPESESP

  • CAPESAÚDE Assistência Superior I

AMI – ASSISTÊNCIA MÉDICA INFANTIL LTDA

  • Flex I – Enfermaria
  • Diamante I – Enfermaria
  • Diamante II – Apartamento
  • Master I – Enfermaria
  • Master II – Apartamento

UNIMED NATAL SOC. COOP. DE TRAB. MÉDICO

  • UNICOL II
  • UNI GREEN AD C-E

UNIMED VALE DO AÇO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

  • Unimed Nacional Enfermaria
  • AMBULAT + HOSPITALAR COM OBSTETRÍCIA – QUARTO PRIVATIVO

UNIMED-RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO DO RIO DE JANEIRO

  • Unimed Delta 2 PPE
  • Unimed Personal Quarto Coletivo 2
  • Unimed Alfa 2
  • Unimed Beta 2
  • Unimed Delta 2
  • Unimed Ômega Plus PPE
  • Unipart Beta 2 (0114)
  • Unimed Delta
  • UniPart Singular
  • UniPart Alfa 2 Dental
  • UniPart Rio Básico QP

AMEPLAN ASSISTÊNCIA MÉDICA PLANEJADA LTDA

  • Plano Executivo
  • PLENO PFE
  • AMEPLAN SENIOR PFE
  • Plano Executivo
  • Plano Especial

AMENO ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA

  • PLANO REGIONAL GLOBAL
  • PLENUS PJ

POSTAL SAÚDE CAIXA DE ASSISTÊNCIA E SAÚDE DOS EMPREGADOS DOS CORREIOS

  • CorreiosSaúde II

COOPUS PLANOS DE SAÚDE LTDA

  • 130.1.3

HOSPITAL BOM SAMARITANO S/S LTDA

  • PLANSAÚDE ESPECIAL
  • PLANSAÚDE PLUS

HALSA OPERADORA DE MEDICINA DE GRUPO LTDA

  • EMPRESARIAL REFERÊNCIA GR.MUM

Prefeitura de Porto Velho decreta ponto facultativo nos dias de carnaval

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O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, decretou ponto facultativo nos órgãos da administração direta, indireta, autárquica e fundações do Poder Executivo municipal, na segunda, terça e quarta-feira, dias 4, 5 e 6 de março, considerando que o carnaval é um dos principais eventos de folclore que se realiza anualmente.

O expediente voltará ao normal na quinta-feira (7/3). De acordo com o decreto, publicado no Diário Oficial do Município (DOM), edição eletrônica da última segunda-feira (25/2), apenas os órgão cujos serviços não admitam paralisação, por serem considerados essenciais, estão excluídos do decreto.

A exclusão é necessária para assegurar à população a oferta de serviços nas áreas da saúde (unidades de urgência e emergência), infraestrutura, como drenagem, asfalto e tapa buracos e ainda fiscalização e segurança do trânsito, entre outros.

Para isso a Semusa, Semusb e Suop (vinculadas a Semisb) e a Semtran deverão organizar turnos de revezamento, a fim de que não haja a interrupção dos serviços prestados à comunidade por essas repartições municipais.

O caos chega à fronteira

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Há 200 anos, em 15 de fevereiro de 1819, Simón Bolívar, exaltado como herói da independência por venezuelanos e colombianos de todos os matizes políticos, fez o seu famoso Discurso de Angostura, que leva o antigo nome do município de Ciudad Bolívar, no sudeste da Venezuela. “Moral e luzes são nossas primeiras necessidades”, disse Bolívar. A frase há anos estampa muros e cartazes das escolas da Venezuela, mas atualmente soa irônica, quase como uma piada de mau gosto diante da situação deplorável em que se encontra a população que há quase 20 anos sofre os desmandos de um projeto de poder que começou com um coronel golpista, Hugo Chávez, e continua com sua imitação mais barata, o ex-motorista de ônibus Nicolás Maduro.

Moral e luzes, sim. Mas pergunte aos venezuelanos sobre suas primeiras necessidades e eles dirão que precisam de comida e de remédios. As gôndolas dos supermercados estão vazias, a inflação é a maior do mundo e há crianças literalmente morrendo de fome em hospitais desprovidos de insumos básicos. Os venezuelanos, é claro, também carecem de liberdade, mas mesmo para se livrar da tirania chavista eles precisam conseguir se manter de pé. E o regime chavista provou, no fim de semana passado, que é capaz até de matar para impedir que o povo tenha o que comer. Por quanto tempo se estenderá o martírio venezuelano? O que a comunidade internacional, inclusive o Brasil, pode fazer a respeito?

Ajuda humanitária

Levada a cabo nos últimos dias 22, 23 e 24, a tentativa de enviar ajuda humanitária à Venezuela — na forma de caminhões carregados com alimentos e remédios que deveriam ter cruzado para o país vizinho através da fronteira brasileira, em Pacaraima (RR), e colombiana, em Cúcuta — tinha um objetivo triplo. O primeiro, e mais premente, era mitigar a fome e a falta de cuidados médicos de parte da população. O segundo era escancarar a situação que os venezuelanos enfrentam por causa da corrupção e das políticas calamitosas do regime de Maduro. O terceiro pretendia fortalecer Juan Guaidó, o deputado oposicionista que foi reconhecido por cerca de 50 nações, inclusive o Brasil, como presidente interino do País desde janeiro, quando Maduro iniciou um novo mandato ancorado em eleições fraudulentas. Guaidó foi à Colômbia para liderar a entrada dos caminhões de ajuda, e pretendia entrar triunfante na Venezuela, rompendo possíveis resistências das forças de segurança de Maduro. Mas as coisas não saíram como o esperado.

Versão fantasiosa

DIPLOMACIA Bolsonaro se encontrou na quinta-feira 28 com o presidente legítimo da Venezuela, Juan Guaidó (Crédito:Marcos Correa)

Maduro mandou fechar as fronteiras e destacou a Guarda Nacional Bolivariana (GNB) — além de milícias formadas por delinquentes e por integrantes do grupo narcoterrorista colombiano ELN — para usar a força contra a entrada dos caminhões. As milícias chavistas atiravam com munição real contra os voluntários venezuelanos que tentavam forçar a passagem dos caminhões, enquanto a GNB disparava balas de borracha e lançava bombas de gás lacrimogêneo. Quatro pessoas morreram nos confrontos na fronteira com o Brasil. O índio venezuelano Kliver Alfredo Perez Rivero, de 24 anos, que estava internado em estado grave em Boa Vista (RR), morreu na quarta-feira 27. Na sexta-feira 22, ele e outros integrantes de sua tribo haviam tentado manter uma passagem aberta na fronteira com o Brasil quando foram atacados pelas forças de Maduro.

O ditador venezuelano criou a versão fantasiosa de que a comida, enviada principalmente pelos Estados Unidos, estava envenenada e que a ajuda humanitária não passava de um cavalo de troia para derrubá-lo. Maduro sabe, porém, que não são sacos de arroz que vão tirá-lo do poder. Isso só ocorrerá quando o seu último sustentáculo ruir: o apoio da cúpula das Forças Armadas. O dos soldados e dos oficiais de baixa patente ele já perdeu. Em uma das pontes que separam a Colômbia da Venezuela, mulheres policiais das forças de Maduro choravam enquanto os voluntários pediam que elas deixassem a ajuda passar. Acabaram cedendo, mas as cargas foram incendiadas do lado venezuelano por milicianos. Ao longo da semana, mais de 400 militares venezuelanos desertaram, sete para o Brasil.

O inédito confronto na fronteira entre Brasil e Venezuela, que chegou a atingir em alguns metros o território brasileiro, foi recebido de maneiras díspares pelos militares e pela diplomacia brasileira. Os primeiros, por meio do Ministério da Defesa e das declarações do vice-presidente Hamilton Mourão, que é general da reserva, demonstraram comedimento. Já o Itamaraty, comandado pelo chanceler Ernesto Araújo, elevou o tom mais do que o necessário. Por sorte, o que tem prevalecido é a postura pacífica defendida por Mourão. Em encontro realizado na Colômbia por representantes de países empenhados em encontrar uma solução para a Venezuela — e que contou com a participação, entre outros, de Juan Guaidó, do presidente colombiano Iván Duque e do vice-presidente americano Mike Pence —, Mourão deixou claro que o Brasil está disposto a pressionar pela mudança de regime no país vizinho, mas que o protagonismo deve ser dos venezuelanos. Ou seja, a solução deve ser pacífica e não implicará em um participação militar do Brasil — nem mesmo indiretamente, permitindo o uso do território brasileiro como base para tropas americanas. Alguém falou em intervenção militar? De certa forma, sim. Na Colômbia, Pence disse que o presidente americano mantém “todas as cartas sobre a mesa” para forçar Maduro a apear do poder. O próprio Guaidó pediu que “todas as opções” para a liberação da Venezuela sejam consideradas.

Uma intervenção militar externa na Venezuela seria o pior dos cenários. Maduro encontraria nela a justificativa para sua narrativa de que há um complô imperialista contra ele. A legitimidade de Guaidó ficaria abalada. O alto comando militar venezuelano, cuja lealdade o ditador mantém a duras penas, se veria motivado a manter-se unido para fazer frente a uma invasão. Ainda que as Forças Armadas joguem a toalha e desistam de proteger Maduro, tudo indica que o país descambaria para um caos ainda maior, com milícias chavistas e outros grupos criminosos que lucram com o regime pegando em armas. A Venezuela poderia entrar em guerra civil.

O que resta, então, fazer? Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que o impasse atual, de um país com dois presidentes, ainda pode se prolongar por muito tempo. Resta ao Brasil, em coordenação com os Estados Unidos, intensificar a pressão econômica e diplomática contra Maduro. Um passo importante foi dado pelo governo americano este ano, ao aplicar sanções unilaterais contra a exportação de petróleo venezuelano, que representa 90% da entrada de divisas do regime. “A situação só vai se resolver quando os militares se sentirem pressionados pela população a substituir Maduro”, diz Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Washington. Na quinta-feira 28, Guaidó se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro em Brasília. O brasileiro disse que não poupará esforços “para que a democracia seja restabelecida na Venezuela”. Bolsonaro assumiu a disposição de buscar ativamente a derrubada do governo de um país vizinho, algo estranho à tradição da diplomacia brasileira. Dado o impacto que a crise venezuelana tem sobre o Brasil, essa é uma decisão correta. Mas é preciso ter uma estratégia clara — e pacífica — para se atingir o objetivo.

 

Campanha do Ministério da Cidadania adverte sobre riscos do uso de drogas

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Brasília – O Ministério da Cidadania lançou, nesta quinta-feira (28), uma campanha nas redes sociais sobre a prevenção ao uso de drogas, advertindo sobre os danos causados pela dependência química. As peças alertam sobre a alta incidência do uso de entorpecentes durante o período do Carnaval.

“Nesta época do ano, existe uma pressão social maior, até dos próprios amigos, para que o jovem experimente drogas. Por isso, é importante que todos estejam conscientes dos riscos aos quais que estão expostos, tanto para si, quanto para terceiros”, destaca o secretário de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania, Quirino Cordeiro Júnior.

Para Quirino Júnior, o país vive uma epidemia de dependência química, responsável pelo aumento da violência e da pobreza. Ele ressalta que o uso de drogas acaba levando a alterações psíquicas devastadoras, o que pode contribuir para situações de extrema vulnerabilidade. “Independente da droga utilizada, o indivíduo se expõe a situações de risco, algumas interferem na coordenação psicomotora, outras aumentam o comportamento agressivo, colocando em perigo não somente o usuário, mas as pessoas ao seu redor”, afirma.

Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e doutor em Psiquiatria, também pela USP, Quirino aponta ainda os males causados à saúde mental. “No Brasil, tem ocorrido uma diminuição da percepção de risco de algumas drogas, como a maconha, por exemplo. Passa-se uma ideia de que não prejudica a pessoa que está utilizando. É um grande equívoco. É um grande fator de risco para sintomas psicóticos, para depressão e quadros de ansiedade”, exemplifica.

Cédulas de Produto Rural impulsionam o financiamento privado do agronegócio brasileiro

Cédulas de Produto Rural chegam a R$ 565 bilhões em maio

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Instrumento amplia o financiamento do agronegócio brasileiro, embora novas emissões tenham recuado no acumulado da safra atual.
Investimento no Detran-RO amplia fiscalização, videomonitoramento e segurança viária

Alero aprova R$ 51,2 milhões para reforçar ações do Detran-RO

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Verba ampliará videomonitoramento, campanhas educativas, fiscalização e estrutura operacional para melhorar serviços em todo o estado.
recolhimento de medicamentos

Anvisa recolhe antibiótico com vidro e suspende outros lotes

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Hospitais, clínicas, distribuidoras devem retirar três produtos injetáveis após falhas encontradas durante fiscalização nacional.
Moradias populares em Rondônia que receberão recursos para conclusão das obras

Deputados aprovam R$ 111,1 mil para concluir moradias em Rondônia

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Crédito suplementar viabiliza serviços restantes nos conjuntos de Ji-Paraná e Jaru, ampliando o acesso à habitação social.
Queimadas em Rondônia avançam perto da rede elétrica e ameaçam o fornecimento de energia

Estiagem eleva risco de apagões provocados por queimadas no estado

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Ocorrências próximas à rede elétrica interrompem serviços essenciais e elevam riscos para moradores durante o período mais seco.