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sexta-feira, junho 19, 2026
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Ressaca: As bebidas alcoólicas que mais geram efeito indesejável

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Quando o assunto é curar ressaca, cada um tem sua fórmula: beba Sprite, coma frutas e alimentos leves, coma comidas gordurosas, beba Coca-Cola… A lista é grande. A dura verdade, porém, é que se você não quer acordar com a cabeça latejando, sentindo náusea, cansaço e com gosto ruim na boca, a melhor alternativa é a prevenção. E as bebidas que você escolhe na noitada anterior são fundamentais para evitar este trágico destino.

Alguns estudos mostram que as bebidas escuras, como uísque, conhaque, vinho tinto, podem causar mais ressaca que as bebidas mais claras, como vodca e gim.

Isso porque, ao serem metabolizadas no nosso corpo, elas podem formar o chamado formaldeído, que é uma substância bastante tóxica. Se ingerida em bastante quantidade pode até provocar cegueira e morte.

Isso explica porque bebidas como Catuaba podem dar uma grande ressaca: além de ter vinho na composição, ela é bem “docinha” e nada diurética como a cerveja, o que pode facilmente ser ingerida em grandes quantidades ― agravando, portanto, a intoxicação.

Também não quer dizer que as bebidas claras blindam a ressaca. Gim e vodca, por serem à base de álcool puro (etanol), formam o acetaldeído ao serem metabolizadas no corpo. Essa substância é responsável pela ressaca: agride as mucosas intestinais, provocam desidratação e pode dar uma baita dor de cabeça.

A cerveja, apesar de ser mais escura e conter mais substâncias do que as bebidas claras, é uma das bebidas mais brandas, já que possui uma porcentagem menor de álcool e contém mais água na composição, o que ajuda a evitar a desidratação. Mas, se você exagerar na bebida pode, sim, acabar com uma terrível dor de cabeça e acordar com um gosto ruim na boca.

“O grande problema é que o álcool em excesso desidrata e isso agrava ainda mais a ressaca”, conta o médico nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia).

O especialista explica que o álcool é diurético, ou seja, faz você ir mais vezes ao banheiro. Isso acontece porque ele inibe a ação do hormônio ADH, antidiurético que regula o nível da água na corrente sanguínea. Assim, a bebida alcoólica promove desidratação ― o que agrava ainda mais o estado de alguém que está dançando e suando o dia todo, como acontece em festas e Carnaval. “Se as pessoas ao menos alternassem álcool com água, poderiam evitar a ressaca.”

Cuidado com o álcool adulterado

NACHO DOCE / REUTERS
Álcool adulterado também é vilão na intoxicação do corpo.

Bebidas muito baratas podem ser falsificadas e trazem riscos graves à saúde. O problema destas bebidas é que elas contêm metanol em grande quantidade ― uma substância altamente tóxica para o corpo humano.

Uma vez ingerido, o metanol é convertido em formaldeído e ácido fórmico, que deixa o sangue ácido (acidose metabólica). Além da embriaguez, outros sintomas comuns são dificuldade de respirar, pressão arterial baixa, tontura, dor de cabeça, náusea, diarreia e até convulsões e cegueira.

O metanol, utilizado como “substituto” do álcool, pode atacar o nervo óptico e, se tomado em excesso, pode causar cegueira permanente. Foi o que aconteceu com Hanna Powell, jovem de 20 anos, em 2016. Ela ficou cega após tomar um drink batizado durante uma festa na cidade de Zante, na Grécia.

Hanna foi levada para o hospital no dia seguinte da festa após acordar com muita dor no estômago e sem enxergar nada. Ela estava com falência dos rins, e exames mostraram que ela tinha grandes quantidades de metanol no corpo.

Como evitar a ressaca, afinal?

Como o álcool é diurético, ele causa desidratação quando consumido em excesso. No dia seguinte, os sintomas de desidratação do corpo são boca seca, dor de cabeça, redução da concentração e irritabilidade.

Ao mesmo tempo, os níveis de açúcar no sangue caem porque o corpo produz muita insulina em resposta à alta concentração de álcool no sangue. Isso contribui também para os sintomas da ressaca, e com o passar dos anos, tudo tende a piorar.

O álcool também irrita o estômago e piora a qualidade do sono, o que causa cansaço e até náuseas no dia seguinte.

Portanto, a melhor maneira de evitar a temida ressaca é se hidratar entre um drink e outro. Tente beber água e nunca consuma álcool de estômago vazio.

Também estabeleça um limite: não misture diferentes bebidas alcoólicas, limite seus drinks ou estipule um horário para deixar de beber – mesmo com todos os macetes já inventados para evitar ressaca, a moderação continua sendo sua melhor aliada no dia seguinte.

Game of Thrones: O que sabemos (até agora) sobre a última temporada

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Goste-se ou não, Game of Thrones é uma série que vai entrar para a história da TV como um dos marcos que redefiniu o conceito de entretenimento seriado. Este é um dos motivos por que a oitava temporada é uma das atrações mais aguardadas de 2019 — e isso no mesmo ano de Vingadores: Ultimato e Star Wars: Episódio IX. E quanto mais próxima fica a estreia da temporada final, mais aumenta a ansiedade. Será que os últimos episódios farão jus a toda a expectativa?

Para ajudar a enganar um pouquinho a ansiedade enquanto esperamos por um trailer, o AdoroCinema resolveu reunir todas as informações concretas (ou não tão concretas assim) que já foram divulgadas. Quem será que vai terminar no Trono de Ferro? Ou melhor, será que alguém vai, de fato, terminar no Trono de Ferro?

George R.R. Martin recusou participação especial na última temporada de Game of Thrones

Com estreia marcada para 14 de abril, a oitava temporada de Game of Thrones será a menor de todas, com apenas seis episódios. Vale lembrar que, enquanto tradicionalmente as demais tiveram dez cada, a penúltima contou com sete, e a inédita terá um a menos. Inicialmente, a HBO queria finalizar a série com sete temporadas, mas dadas as impossibilidades técnicas de concluir a história tão rapidamente, os produtores decidiram estender até a oitava, sendo que ambas são ligeiramente reduzidas.

HBO/AdoroCinema

O time de roteiristas e diretores é formado por veteranos da série. A direção dos seis episódios será dividida entre quatro nomes: David Nutter (“The Rains of Castamere”, “The Dance of Dragons”, “Mother’s Mercy”) dirige os episódios 1, 2 e 4 — encerrando sua jornada na série tendo comandado 9 episódios entre a segunda temporada e a última; Miguel Sapochnik, um favorito dos fãs por ter comandado “The Battle of the Bastards” e “The Winds of Winter”, assume os episódios 3 e 5. Por fim, David Benioff e D.B. Weiss, os showrunners da atração, fecham com chave de ouro dirigindo o episódio final.

Já o texto é de Dave HillBryan Cogman e Benioff & Weiss. Hill (que assinou “The Sons of the Harpy” e “Eastwatch”, dois episódios que não são exatamente bons) responde pelo primeiro; Bryan Cogman (veterano da primeira temporada) responde pelo segundo, enquanto a dupla de showrunners escreve os outros quatro.

Quanto ao dinheiro, nada de economia: cada episódio custou à HBO US$ 15 milhões, US$ 5 milhões a mais que o investimento feito por episódio nas temporadas seis e sete. Isso tem certa relação com o tempo de duração: enquanto o episódio 8.01 deve ter os tradicionais 60 minutos, a distribuidora francesa chegou a confirmar que os demais giram em torno de 80min cada.

TÁ, MAS…?

Não é segredo para ninguém que, em anos anteriores, a HBO não conseguiu ser exatamente sigilosa com as temporadas de Game of Thrones. Roteiros inteiros foram disponibilizados no Reddit antes da estreia, paparazzi clicaram absolutamente tudo em filmagens na Espanha, e até mesmo episódios caíram na rede antes da hora — por culpa da própria HBO, diga-se de passagem.

Para a oitava temporada, houve mais cuidado. De “drones assassinos” a dicas que vieram de Rian Johnson (Star Wars: Os Últimos Jedi) e Kathleen Kennedy, Benioff e Weiss conseguiram burlar grande parte daquela galera que fica de plantão querendo pescar qualquer pedacinho de informação privilegiada.

Ainda assim, é claro que uma coisa ou outra passou. Algumas fotos clicadas no início de 2018 mostram que (ATENÇÃO PARA O SPOILER!)  spoiler: 

Game of Thrones: Imagens do Set revelam grande spoiler

Mas provavelmente ainda há muito a acontecer antes disso. O primeiro episódio da temporada vai mostrar Daenerys (Emilia Clarke) chegando a Winterfell, em um paralelo à chegada de Robert Baratheon (Mark Addy) no piloto. Haverá algumas reuniões e primeiros encontros que prometem ser, no mínimo, interessantes. E, aliás, uma das únicas cenas divulgadas da última temporada mostra exatamente o encontro entre Dany e Sansa (Sophie Turner), que parece não gostar nem um pouco da sua nova… visitante.

“O que vai motivá-la?”, questionou Turner em entrevista a respeito de sua personagem “A questão é apenas manter Winterfell neste lugar bom? É a ameaça dos não-mortos? É um lugar muito estranho para ela. Onde estão suas motivações? Agora ela não tem mais quem manipular, talvez ela esteja um pouco perdida.”

Tendo ou não motivações, a possibilidade de a Senhora de Winterfell não ter um bom primeiro encontro com a Mãe dos Dragões é mesmo gigante, mas a atriz também disse que os fãs podem se preparar para uma Sansa valente:

“Esta é a primeira vez que uso uma armadura”, contou à EW. “Tivemos a ideia no início das filmagens de [o traje] ser muito protetor e que ela vai se abotoando. Queria que ela tivesse algo do tipo e que fosse um pouco mais guerreira. É como se ela fosse a guerreira de Winterfell.”

Do outro lado do mapa, temos uma rainha não muito sã no Trono de Ferro. Embora alguns tenham especulado que a gravidez de Cersei (Lena Headey) era uma farsa, os produtores já confirmaram que a informação é verdadeira. E enquanto muitos acreditam que a Rainha Lannister esteja fadada a um trágico fim, pode ser que sejamos surpreendidos.

“Eu [presumi] que iria morrer”, disse Headey à Time, sobre quando leu o roteiro. “E então eu cheguei até o fim. Fiquei chocada. Obviamente eu acho agora que vai haver uma boa contagem de corpos até o fim da temporada.”

Game of Thrones: O que a gravidez de Cersei significa para o futuro da personagem

Ainda sobre o primeiro episódio, uma descrição no site oficial da HBO encontrada por fãs revelou alguns retornos surpreendentes. Robin Arryn (Lino Facioli), Edmure Tully (Tobias Menzies), Bronn (Jerome Flynn), Tormund (Kristofer Hivju), Beric Dondarrion (Richard Dormer) e Melisandre (Carice van Houten) estão listados no elenco. Qual será a importância do pequeno Senhor do Ninho da Águia e de seu tio?

Nada de trailer por enquanto, mas a HBO divulgou algumas breves cenas da temporada. Dois comerciais mostram separadamente o primeiro encontro entre Sansa e Dany e o momento em que Arya vê Drogon, sobrevoando o exército dos Imaculados (acima). Além disso, há uma série de 20 cartazes individuais, que mostram os principais personagens ocupando o Trono de Ferro e também algumas fotos do primeiro episódio. Veja abaixo os cartazes.

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Game of Thrones: Cartazes individuais questionam quem vai assumir o Trono de Ferro
20 IMAGENS

Agora, as fotos.

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DIAPORAMA
Game of Thrones: HBO divulga as primeiras imagens oficiais da 8ª temporada!
14 IMAGENS
NÃO É O FIM

Game of Thrones chega ao fim oficialmente em 19 de maio de 2019, mas o universo criado por George R.R. Martin vai continuar na TV. A HBO está desenvolvendo a primeira série derivada, The Long Night. Conheça mais aqui!

Personagem de José Loreto morrerá afogado em ‘O Sétimo Guardião’, diz jornal

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Apesar da negativa inicial do autor Aguinaldo Silva, o personagem Júnior, interpretado por José Loreto, terá seu fim antecipado na novela “O Sétimo Guardião”. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com a publicação, o personagem encontrará a água mágica escondida dentro do casarão, não resistirá a um mergulho e morrerá afogado. A cena deve ir ao ar nos próximos dias.

A mudança no roteiro pode ter relação com a polêmica separação do casal José Loreto e Débora Nascimento. O divórcio levantou supeitas de traição do ator e o nome de Marina Ruy Barbosa, que contracena junto com ele, foi especulado no meio dos boatos. Outas atrizes da novela também tiveram os nomes envolvidos na história.

Bolsonaro defende Lava Jato da Educação: ‘há algo de muito errado’

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Poder Ideias - Almoço com o pré -candiadato a Presidência da República, Dep. Jair Bolsonaro, no rastuatente Piantella. Brasília, 08-05-2108. Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O presidente Jair Bolsonaro defendeu a “Lava Jato da Educação” em seu perfil do Twitter na manhã desta segunda-feira, 4. Para embasar seu ponto de vista, ele citou que o Brasil gasta mais em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do que a média de países desenvolvidas, mas ocupa as últimas posições na Programa Internacional de Avaliação (PISA). Segundo ele, em 2003, o Ministério da Educação (MEC) gastava R$ 30 bilhões em Educação, e, em 2016, gastou quatro vezes mais, chegando a R$ 130 bilhões.

“Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União criaram a Lava-Jato da Educação.”

Segundo Bolsonaro, os dados iniciais da investigação revelam “indícios muito fortes” de que a máquina está sendo usada para a manutenção de “algo que não interessa ao Brasil”. Ele ainda completou que sabe que isso pode acarretar greves e movimentos coordenados, “prejudicando o brasileiro”.

Na noite de domingo, o presidente também usou sua página no Twitter para cobrar a fiscalização da MP 873, editada na sexta-feira, 2, e que impede que o pagamento da contribuição sindical voluntária seja descontada diretamente do salário dos trabalhadores. Agora, o pagamento só pode ser feito mediante boleto bancário individual enviado aos trabalhadores que tenham autorizado previamente a cobrança.

Bolsonaro disse que a medida desagradou líderes sindicais e pediu a fiscalização do pleito para evitar que a MP expire ou seja derrotada no Congresso. A medida tem prazo de 120 dias para ser apreciada no Parlamento ou perde validade.

Mulher é condenada a indenizar motorista que a atropelou

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O 1.º Juizado Especial Cível de Chapecó, em Santa Catarina, condenou uma mulher atropelada a pagar R$ 2,8 mil por prejuízo provocado a uma motorista de carro ao atravessar uma rua fora da faixa de pedestre. “É importante aceitar que os pedestres também possuem deveres de trânsito que devem ser observados”, destacou o juiz André Alexandre Happke, na sentença.

Emanuelli Vanessa Harter, atropelada em junho de 2017, buscou reparação judicial pelo acidente, alegando que sofreu grave fratura no tornozelo esquerdo e precisou realizar dois procedimentos cirúrgicos e 20 sessões de fisioterapia. No pedido, ela requereu R$ 10 mil em danos morais.

Segundo a decisão, ela admitiu que “atravessou fora da faixa de pedestres porque no dia não enxergou a faixa de segurança”.

A motorista Patrícia Ratt declarou na ação que, para evitar um acidente ainda maior, desviou o carro o máximo que conseguiu e, com isso, subiu em uma mureta e chocou-se contra outro automóvel. Ela também alegou que estava grávida na data do acidente e que, em decorrência dos abalos emocionais, acabou tendo a gravidez interrompida.

Patrícia requereu a condenação de Emanuelli ao pagamento de R$ 3.728 a título de danos materiais e R$ 15 mil de danos morais.

A Justiça destacou que não houve indício de que a motorista dirigia com excesso de velocidade ou sob o efeito de álcool ou drogas. O juiz André Alexandre Happke não aceitou o pedido de danos morais, mas determinou que a pedestre pague R$ 2,8 mil à motorista pelos danos no veículo.

“Fica demonstrada a existência da gestação, bem como restou demonstrado que a gravidez não evoluiu. Porém, não há nos autos prova suficientemente fora de alguma dúvida sobre a descontinuidade da gravidez ter sido derivada diretamente do ocorrido neste processo”, apontou o magistrado.

“Houve, por parte da autora (Emanuelli), falta de cuidado ao atravessar uma rua movimentada, parando em meio à pista para tentar concluir a passagem, razão pela qual, ao ingressar na via fora da faixa de segurança destinada aos pedestres, ‘entrou na frente’ do veículo e deu azo ao acidente, restando incontroverso que a culpa pelo evento é da autora e não da ré”, concluiu o juiz.

A sentença ainda cita o artigo 254 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa de R$ 44,19 ao pedestre que cometer infrações, mas que ainda não entrou em vigor no País.

Segundo o artigo, pode ser punido o transeunte ‘que permanecer ou andar nas pistas; cruzar pistas nos viadutos, pontes ou túneis; atravessar a via dentro das áreas de cruzamento; utilizar-se da via em agrupamentos ou para a prática de qualquer folguedo, esporte, desfiles e similares sem a devida licença da autoridade competente; andar fora da faixa própria, passarela, passagem aérea ou subterrânea; e desobedecer à sinalização de trânsito específica’.

A legislação que estabelece multa para pedestres e ciclistas começaria a valer nesta sexta-feira, 1, mas o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) revogou a resolução e alegou que o assunto exige discussões sobre engenharia, educação e fiscalização de trânsito.

Saúde suspende autoteste de HIV realizado como projeto piloto em 14 cidades

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O Ministério da Saúde solicitou aos 14 municípios que participam do projeto piloto de distribuição do autoteste de HIV no SUS que suspendam temporariamente, como medida preventiva, a distribuição de todos os kits de autoteste. As cidades são: Rio de Janeiro, Florianópolis, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Manaus, São Paulo, Campinas, Santos, Piracicaba, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo.

A orientação se deve após a falha identificada pela Anvisa que implica na impossibilidade de interpretação do resultado. A agência realizou o teste a pedido do Ministério da Saúde, após relatos de problemas na finalização do resultado de dois lotes do total 98 lotes adquiridos, sendo que cada lote com a média de 4 mil testes. A Anvisa prosseguirá com a investigação de amostras representativas de outros lotes dos Kit de autoteste.

O Ministério orienta a quem fizer o autoteste que observe a linha de controle. Caso esteja ausente, o que torna o teste inválido, a pessoa deve procurar os locais onde pegou o produto para realizar outra alternativa de diagnóstico rápido.

Cadernetas de saúde da criança estão sendo enviadas aos estados

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O Ministério da Saúde iniciou em fevereiro a distribuição de Cadernetas de Saúde da Criança – Passaporte da Cidadania. Foram adquiridas 3.277.186 cadernetas. O documento acompanha a situação de saúde das crianças até os nove anos de idade. A Caderneta estará em todos os estados até o final do mês de março.

O quantitativo adquirido pelo Ministério tem como base a média de nascidos vivos do ano de 2017 registrado pelos estados no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC). A orientação da Pasta é que os gestores distribuam nas maternidades públicas e privadas e também nas unidades de saúde da atenção primária.

A Caderneta é um instrumento de coordenação do cuidado. As informações de saúde registradas no documento permitem acompanhamento e compartilhamento dos profissionais com a família, facilitando a comunicação entre os serviços que cuidam da criança nos diversos níveis de atenção.

A Política Nacional de Saúde da Criança prevê a disponibilização da “Caderneta de Saúde da Criança”, com atualização periódica de seu conteúdo (art. 9º do anexo X), bem como a sua distribuição gratuitamente a todas as crianças nascidas em território nacional.

TABELA POR UF

UFQuantidade total
AC18.974
AM88.350
AP19.608
AL55.174
BA229.816
CE146.964
DF65.062
ES61.702
GO97.348
MA126.258
MG294.510
MS48.906
MT62.090
PA157.822
PB64.892
PE153.428
PI57.886
RN53.442
RJ245.610
RO31.072
RR12.914
RS164.670
SC111.160
SE38.612
SP663.670
TO27.214
*Reserva Técnica180.032
TOTAL DE CADERNETAS3.277.186

*O Paraná opta por imprimir a Caderneta no próprio estado

Carnaval não é feriado nacional

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Símbolo da cultura brasileira, o Carnaval é a festividade mais popular do país. De Norte a Sul, pessoas celebram a folia ou aproveitam para descansar ao longo de quatro dias. O período, porém, não é um feriado nacional, embora possa ser considerado feriado estadual ou municipal em alguns locais – necessitando para isso de amparo legal.

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão editou a Portaria n° 442, de 27 de dezembro de 2018 para tratar do trabalho durante as festividades. De acordo com o documento, são considerados pontos facultativos os dias 5 e 6 de março (segunda e terça-feira de Carnaval) e até as 14h da Quarta-feira de Cinzas (dia 7). A portaria é válida para os órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo, e também pode ser referência para as empresas privadas em geral.

As repartições públicas permanecem fechadas nesses dias e só reabrem às 12h da Quarta-Feira de Cinzas. As empresas podem ter expediente normal e exigir que seus funcionários trabalhem.

Sem problemas – Para que o empregado não tenha problemas, é necessário verificar a lei estadual e municipal de cada localidade. É preciso se certificar se há ou não indicação do Carnaval como feriado. Outro fator importante é checar se há indicação de feriado ou autorização de trabalho em feriado na convenção coletiva da categoria.

Nas localidades onde a data não é considerada feriado, a segunda e a terça-feira de Carnaval e a Quarta-Feira de Cinzas podem ser ou não definidas como pontos facultativos. Na prática, empresas e funcionários podem fazer acordo sobre os dias a serem trabalhados e as formas de compensação das horas.

Nas cidades onde é feriado local durante os dias de Carnaval, o trabalhador que não for dispensado nesses dias deverá ter folga compensatória em outra data, durante a semana. Se isso não ocorrer, ele deverá receber o pagamento dos dias de trabalho em dobro.

Em locais onde o período de Carnaval não é feriado, é ainda facultado a empregadores e empregados realizarem acordos para folgas e posterior reposição da carga horária correspondente. Nesses casos, o funcionário pode repor até no máximo duas horas por dia (veja resumo abaixo).

COMO AS EMPRESAS PODEM PROCEDER NO CARNAVAL
Não sendo feriado em seu estado ou cidade:
– trabalha-se normalmente;
– a empresa dispensa o empregado por mera liberalidade;
– o empregado fica dispensado do trabalho neste dia, devendo compensar essas horas (até o limite de 2 horas diárias) em outros dias da semana – mediante acordo por escrito;
– os dias não trabalhados podem ser descontados do salário;
– os dias não trabalhados podem entrar no banco de horas como horas-débito.

Sendo feriado:
– o empregado não trabalha;
– o empregado trabalha e recebe remuneração em dobro;
– tendo a empresa autorização para funcionar em feriados, o empregado trabalha e recebe como negociado na convenção coletiva (normalmente como hora extra ou folga).

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O Ministério Público do Rio de Janeiro, que investiga movimentações financeiras suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, enfim recebeu explicações de Queiroz – por escrito – após tentativas frustradas de ouvi-lo pessoalmente.

A Promotoria já havia tentado obter explicações de Queiroz em quatro ocasiões, mas o ex-assessor faltou às convocações alegando emergências médicas. Sua mulher e suas filhas também faltaram a convocações para depor. Com as explicações em mãos, quais serão os próximos passos do Ministério Público fluminense?

A investigação deve focar agora a análise das informações dadas por Queiroz em seu depoimento por escrito.

O ex-assessor disse afirmou que fazia “gerenciamento financeiro” dos salários recebidos pelos outros funcionários do gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro. Ele confirmou que os funcionários do gabinete repassavam parte dos salários para sua conta, mas disse que o objetivo era contratar com esse dinheiro mais funcionários para trabalhar com o intuito de “intensificar a atuação política” do deputado.

Segundo Queiroz, essa estratégia teria sido informal e realizada sem o conhecimento do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.

A Promotoria deve investir também em pontas soltas da história. Em sua defesa, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro não deu informações sobre:

  • Quem foi subcontratado e para quais funções?
  • Em que período esses supostos contratos foram feitos e com que salários?
  • Por que os depósitos e os saques foram feitos de modo fatiado?
  • Por que Flávio Bolsonaro não seria informado de subcontratação de funcionários em seu gabinete?
  • Se o dinheiro era para subcontratação, por que um funcionário do gabinete afirmou que os repasses eram reinvestidos por Queiroz?
  • Por que Queiroz repassou um cheque de R$ 24 mil à primeira-dama Michelle Bolsonaro?

Queiroz afirma que vai apresentar os nomes no futuro, que acredita ter agido “de maneira lícita” e que “jamais se beneficiou de qualquer recurso público para si ou terceiro”.

Flávio BolsonaroDireito de imagem REUTERS/SERGIO MORAES
Flávio Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o depoimento de Queiroz

Próximos passos

O promotor responsável pelo caso, Luis Otávio Figueira Lopes, também deve colher depoimentos de outras pessoas envolvidas, procurar e analisar provas e documentos pertinentes.

Também pode pedir ajuda da outras instituições. O Ministério Público não divulga quem serão as próximas testemunhas ouvidas e quais os próximos passos porque as investigações acontecem em sigilo de Justiça.

Formalmente, Flávio ainda não é investigado em procedimentos criminais no caso, mas sabe-se que a Promotoria também quer colher seu depoimento sobre as movimentações financeiras de Queiroz quando trabalhava em seu gabinete. O Ministério Público já tentou ouvi-lo, mas o senador não compareceu, alegando não ter tido acesso ao conteúdo da investigação.

Em um post no Facebook, ele disse que se comprometia a marcar dia e horário para prestar os “esclarecimentos devidamente fundamentados”, mas pouco tempo depois pediu a suspensão das investigações ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A principal suspeita do Ministério Público é de que o ex-assessor embolsava o dinheiro para si mesmo ou repassava a quantia para Flávio. Se o Ministério Público concluir que crimes foram cometidos, ele deve reunir as provas e apresentar denúncias à Justiça, mas ainda não há previsão de conclusão das investigações.

O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, disse em janeiro que o Ministério Público do Estado pode apresentar denúncia à Justiça mesmo que Flávio Bolsonaro não preste depoimento.

Segundo Gussem, há “provas documentais consistentes” embasando investigação e os depoimentos seriam para ouvir as defesas dos envolvidos.

Como começou a investigação?

A apuração sobre o caso Queiroz começou depois que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que atua na prevenção e combate à lavagem de dinheiro, identificou movimentações atípicas e incompatíveis com seu patrimônio em suas contas durante uma investigação ligada à Operação Lava Jato, no fim do ano passado.

Tuíte de Flávio BolsonaroDireito de imagem REPRODUÇÃO/TWITTER
No Twitter, Flávio Bolsonaro falou sobre sua confiança no ex-assessor

O relatório do Coaf veio à tona no início de dezembro do ano passado, em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, pouco tempo depois da eleição de Jair Bolsonaro à Presidência.

Dias depois, o Jornal Nacional revelou que o Coaf também descobriu que outros funcionários do gabinete de Flávio repassavam dinheiro ao assessor, na maior parte das vezes em datas próximas ao dia de pagamento na Assembleia Legislativa do Rio.

Como o Ministério Público Federal não encontrou indícios de que as transações tenham relação com o esquema da Lava Jato, o caso foi repassado ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que abriu um procedimento de investigação criminal.

Após faltar a um dos depoimentos, Queiroz deu uma entrevista ao canal SBT dizendo que o dinheiro veio de suas atividades econômicas extras, como a venda de carros – versão que reforçou no depoimento por escrito ao Ministério Público.

Vaivém no Supremo

Dias depois de não comparecer ao MP para prestar depoimento e se comprometer a marcar data para dar esclarecimento, Flávio entrou com um pedido no STF para que a investigação criminal saísse da primeira instância judicial e fosse remetida ao Supremo por prerrogativa de foro privilegiado.

O argumento de Flávio era de que, mesmo não sendo formalmente investigado, ele é o alvo efetivo dos investigadores estaduais, o que feriria sua prerrogativa de foro como senador.

Inicialmente, o ministro Luiz Fux atendeu ao pedido liminarmente e as investigações foram interrompidas. Mas em 1º de fevereiro o ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso, reverteu a decisão e disse que “a situação jurídica (de Flávio) não se enquadra na Constituição Federal em termos de competência do Supremo”.

Flávio BolsonaroDireito de imagem SERGIO LIMA/AFP
Como parte de uma investigação da Operação Lava Jato, foi identificada uma movimentação bancária suspeita no valor de R$ 1,2 milhão por parte de um ex-assessor de Flávio Bolsonaro

No ano passado, o STF havia o entendimento sobre o foro especial de parlamentares, que passa ser restrito a crimes ocorridos no exercício do mandato e ligados à atividade parlamentar.

Se o pedido fosse aceito pelo STF, a investigação passaria a tramitar na Corte e a ser conduzida pela Procuradoria-Geral da República. Como foi negado, ela continuou com a promotoria estadual do Rio de Janeiro.

Alguns dias depois, o promotor designado para o caso, Cláudio Calo se declarou suspeito para investigá-lo após ser revelado na imprensa que ele já relativizou a gravidade dos depósitos suspeitos e que se encontrou com ele em novembro do ano passado durante uma reunião de amigos.

A investigação então foi assumida por Luis Otávio Figueira Lopes, que pediu ajuda do Gaecc (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção) para apurar as suspeitas.

Segundo a Promotoria fluminense, o auxílio foi solicitado “em razão da complexidade do caso e da necessidade de análise mais específica e detalhada dos elementos de prova”.

Procurado pela BBC News Brasil após o depoimento de Queiroz, Flávio Bolsonaro disse por meio de sua assessoria que não haverá pronunciamento oficial no momento.

Como foram as 9 horas de Lula fora da prisão para velório do neto

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a prisão em Curitiba, no Paraná, na manhã deste sábado, por cerca de nove horas. Ele viajou a São Bernardo do Campo, em São Paulo, para o velório e a cerimônia de cremação de seu neto Arthur, de sete anos, que morreu no dia anterior vítima de meningite meningocócica.

O pedido para que Lula pudesse participar do funeral foi feito por seus advogados com base no artigo 120 da Lei de Execução Penal, segundo o qual “os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”. O Ministério Público Federal (MPF) deu parecer favorável à saída temporária do ex-presidente e a viagem foi autorizada pela Justiça Federal, com escolta policial.

Ao todo, 275 policiais militares participaram da operação.

Lula está preso desde 7 de abril de 2018 em uma sala especial na Polícia Federal (PF) em Curitiba. Nesse período, Arthur foi visitá-lo duas vezes. O ex-presidente cumpre pena de 12 anos 1 mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá, da Operação Lava Jato.

Segundo a Justiça, Lula recebeu propina da empreiteira OAS na forma de um apartamento no Guarujá, em troca de favores na Petrobras. A defesa do ex-presidente nega as acusações.

Essa foi a segunda vez que Lula deixou a prisão. Na primeira, em 14 de novembro do ano passado, ele saiu para prestar depoimento à juíza Gabriela Hardt, que substitui Sergio Moro nas ações da Operação Lava Jato que ainda correm na primeira instância.

Em janeiro deste ano, a defesa de Lula solicitou à Justiça que o ex-presidente deixasse à prisão para ir ao funeral de seu irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, em São Bernardo do Campo. Mas a juíza Carolina Lebbos – responsável por supervisionar o cumprimento da pena de Lula e autora da decisão que o liberou para o velório do neto – negou.

Na ocasião, a magistrada diz ter tomado a decisão com base em um parecer da Polícia Federal, segundo o qual não era possível, à época, garantir a segurança de Lula e das demais pessoas durante o trajeto até São Bernardo devido ao curto prazo.

Pouco antes do enterro de Vavá, no entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o ex-presidente a deixar a prisão. Mas Lula decidiu não ir – não havia mais tempo hábil.

O ex-presidente Lula deixando a sede da Polícia Federal em Curitiba, onde cumpre pena, para participar do velório do neto, ArthurDireito de imagem REUTERS
Esta foi a segunda vez que Lula deixou a superintendência da Polícia Federal desde que chegou ao local, em 7 de abril de 2018. A primeira foi em novembro, quando saiu para prestar depoimento à juíza Gabriela Hardt, substituta de Sergio Moro na Vara de Curitiba

Confira abaixo a cronologia das quase 9 horas de Lula fora da prisão:

7h – Lula deixa a carceragem da PF em Curitiba de helicóptero

7h19 – Decola em um avião Cessna Grand Caravan de prefixo PP MMS, que pertence ao governo do Paraná, do aeroporto de Bacacheri.

8h31 – Pousa no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

10h25 – Embarca em helicóptero para São Bernardo do Campo.

11h – Chega ao velório em um carro da PF sob um forte esquema de segurança. O acesso ao funeral e à cerimônia de cremação foi restrito a familiares e amigos.

13h – Deixa o cemitério Jardim da Colina após a cerimônia de cremação.

13h20 – Volta para Congonhas em helicóptero da PM.

14h14 – Embarca de volta para Curitiba no mesmo avião que o levou a São Paulo.

15h30 – Pousa no aeroporto de Bacacheri.

15h45 – Retorna à carceragem da PF.

Ex-presidente Dilma Rousseff sobe rampa de cemitério para participar do velório do neto do ex-presidente Lula. Imagem também mostra outras pessoas nas proximidadesDireito de imagem: REUTERS
A ex-presidente Dilma compareceu ao velório e deixou o local sem falar com a imprensa

A morte e o velório de Arthur

Arthur Araújo Lula da Silva era filho de Marlene Araújo Lula da Silva e Sandro Luis Lula da Silva, filho da ex-primeira-dama Marisa Letícia.

O menino deu entrada no Hospital Bartira, em Santo André, às 7h20 da sexta-feira, com “quadro instável”. Ele morreu às 12h11 “devido ao agravamento do quadro infeccioso”, segundo a assessoria da Rede D’Or São Luiz, da qual o hospital faz parte.

A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Ela pode ser causada por diversos agentes infecciosos (bactérias, vírus ou fungos). A meningocócica é uma meningite bacteriana e, junto com a pneumocócica, é considerada uma das formas mais graves e preocupantes da doença.

O corpo de Arthur foi cremado no cemitério Jardim da Colina, o mesmo a avó, Marisa Letícia, foi cremada em fevereiro de 2017.

A ex-presidente Dilma e o candidato à Presidência pelo PSOL em 2018, Guilherme Boulos, estão entre os que compareceram ao velório. Na entrada, centenas de militantes e apoiadores se concentraram e receberam Lula aos gritos.

Colaborou Felipe Souza, da BBC News Brasil em São Paulo

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