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domingo, abril 19, 2026

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TSE elege Nunes Marques presidente e André Mendonça vice

Nunes Marques presidente do TSE foi a definição tomada pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral nesta terça-feira (14), em sessão que também elegeu o ministro André Mendonça para a vice-presidência da Corte. A nova direção terá papel central na condução das Eleições Gerais de 2026, em um dos momentos institucionais mais sensíveis do calendário político brasileiro.

A escolha ocorreu por meio de votação na urna eletrônica, dentro do próprio plenário do tribunal. Antes da votação, foi impressa a zerésima, confirmando a inexistência de votos registrados. Em seguida, os ministros escolheram entre os números atribuídos aos candidatos, e o resultado final confirmou a eleição de Nunes Marques por 6 votos a 1.

Cenário institucional

O que a nova direção do TSE passa a definir

Definição central

Comando da Corte para o pleito de 2026

A eleição interna define quem ficará à frente da estrutura máxima da Justiça Eleitoral no país durante a preparação e a realização das próximas eleições gerais.

Resultado

6 votos a 1

Impacto

A presidência do TSE concentra liderança administrativa, coordenação eleitoral e forte visibilidade pública.

Nunes Marques presidente do TSE comandará a Corte em ano eleitoral

Nesse contexto, a escolha de Nunes Marques presidente do TSE ganha relevância porque o cargo reúne funções de direção administrativa, representação pública e liderança estratégica em um ciclo eleitoral de alcance nacional. A definição de Nunes Marques presidente do TSE também reforça o protagonismo institucional da Corte no processo que antecede as eleições gerais de 2026.

Por isso, a eleição de Nunes Marques presidente do TSE tem efeito que vai além da rotina administrativa do Judiciário. A escolha projeta desde já a nova liderança da Corte como referência central no debate sobre estabilidade institucional, preparo técnico e credibilidade da eleição de 2026.

Rito da sessão

Como a eleição foi conduzida no plenário

1ª etapa

Impressão da zerésima

O procedimento comprovou que a urna eletrônica iniciou a votação sem qualquer registro prévio.

2ª etapa

Escolha dos números pelos ministros

Os integrantes do tribunal votaram entre os números atribuídos a Nunes Marques e André Mendonça.

3ª etapa

Leitura do boletim de urna

A ministra escrutinadora anunciou o resultado final, com vitória de Nunes Marques por ampla maioria.

Após a votação, a ministra Cármen Lúcia, atual presidente do tribunal, destacou a experiência dos sucessores e a responsabilidade institucional envolvida na nova fase da Corte. Em sua manifestação, ressaltou a confiança na continuidade do trabalho da Justiça Eleitoral e no compromisso histórico do órgão com a cidadania e com a democracia brasileira.

André Mendonça vice-presidente do TSE durante sessão no plenário do tribunal eleitoral
André Mendonça, eleito vice-presidente do TSE, durante sessão no plenário da Corte Eleitoral

Ao agradecer a escolha dos colegas, Nunes Marques afirmou que presidir o TSE representa uma das maiores honras de sua vida. André Mendonça, por sua vez, reforçou o compromisso de colaborar com a gestão e disse que atuará com empenho para que o tribunal tenha uma condução exitosa ao longo do processo eleitoral.

Nova direção

Quem assume o comando do tribunal

A presidência e a vice-presidência passam a ser exercidas por dois ministros do Supremo Tribunal Federal que atualmente integram o TSE.

Presidente eleito

Kassio Nunes Marques

STF desde 2020

Natural de Teresina, foi advogado, juiz do TRE do Piauí, desembargador do TRF-1 e ministro efetivo do TSE desde 2023.

Vice-presidente eleito

André Mendonça

STF desde 2021

Natural de Santos, foi advogado-geral da União, ministro da Justiça e ministro efetivo do TSE desde 2024.

Nunes Marques presidente do TSE amplia peso institucional da Corte

O TSE é composto por, no mínimo, sete ministros. Três são oriundos do STF, dois vêm do Superior Tribunal de Justiça e dois representam a classe dos juristas. Cada integrante exerce mandato de dois anos, com limitação à recondução após dois biênios consecutivos. Essa estrutura reforça o caráter técnico e institucional das decisões adotadas pela Corte.

Nesse contexto, a escolha de Nunes Marques presidente do TSE ganha relevância porque o cargo reúne funções de direção administrativa, representação pública e liderança estratégica em um ciclo eleitoral de alcance nacional. A presidência do tribunal, portanto, não é apenas simbólica: ela se conecta diretamente ao funcionamento do sistema eleitoral e à percepção de estabilidade democrática no país.

Peso da decisão

Por que a eleição interna tem impacto nacional

A nova presidência liderará a preparação institucional das eleições gerais de 2026.

A Corte ficará no centro das decisões sobre organização, segurança jurídica e confiança pública.

O comando do tribunal será acompanhado de perto no calendário político e eleitoral do país.

Com isso, a eleição realizada no plenário do TSE projeta a nova cúpula da Justiça Eleitoral como um dos centros de atenção institucional do Brasil nos próximos meses. A definição da presidência e da vice-presidência organiza desde já a linha de comando da Corte e antecipa o protagonismo do tribunal no processo que culminará no pleito de 2026.

Fonte da notícia: Tribunal Superior Eleitoral

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