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Mais de 500 famílias recebem chave da casa própria em Porto Velho

Casa própria em Porto Velho ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (17), com a entrega das chaves de 592 unidades habitacionais nos residenciais Porto Madero II e V, na Zona Leste da capital. A ação reuniu investimentos dos governos federal e estadual e beneficiou centenas de famílias que aguardavam havia anos pela moradia definitiva.

No Porto Madero II, 304 famílias em situação de vulnerabilidade social receberam os imóveis após processo de inscrição e seleção coordenado pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas). No Porto Madero V, outras 288 unidades também foram entregues, mas com inscrições e seleção sob responsabilidade da prefeitura. Juntos, os dois residenciais alcançam 592 famílias, o equivalente a cerca de 2.368 pessoas beneficiadas.

Famílias
592
Somando Porto Madero II e Porto Madero V
Porto Madero II
304
Seleção conduzida pela Seas
Porto Madero V
288
Processo organizado pela prefeitura
Pessoas
2.368
Estimativa média de beneficiados diretos

Casa própria em Porto Velho reforça política habitacional

A entrega dos apartamentos também evidencia a retomada de uma agenda de moradia com participação articulada de diferentes esferas do poder público. No caso do Porto Madero II, houve contrapartida financeira e apoio técnico do governo de Rondônia, enquanto as unidades foram construídas por meio de parceria firmada entre os governos federal e estadual, com investimento de R$ 19.730.446,01.

Entrega de chave de residência
Famílias recebem simbolicamente as chaves de novas moradias durante entrega dos residenciais Porto Madero II e V, em Porto Velho.

Além do peso financeiro, a entrega tem impacto direto na rotina das famílias. Com moradia fixa, elas deixam para trás a insegurança do aluguel, passam a ter maior previsibilidade no orçamento e ganham condições mais estáveis para reorganizar a vida familiar. Esse é um dos pontos centrais que sustentam o valor social da casa própria em Porto Velho, sobretudo para grupos em situação de vulnerabilidade.

Como a entrega foi organizada
Duas frentes de atendimento marcaram a distribuição das unidades
Residencial Porto Madero II
304 unidades entregues

As inscrições e a seleção dos beneficiários ficaram sob responsabilidade da Seas, com foco em famílias em situação de vulnerabilidade social.

Residencial Porto Madero V
288 unidades entregues

Neste bloco, as inscrições e a escolha dos candidatos foram conduzidas pela prefeitura, ainda com aporte financeiro dos governos federal e estadual.

A secretária da Seas, Luana Rocha, destacou que a conclusão da entrega ocorreu depois de anos de espera e afirmou que a moradia adequada ajuda a proteger contra a violência, reduzir desigualdades e ampliar condições para o desenvolvimento familiar. Na prática, a casa própria em Porto Velho passa a representar também um fator de cidadania e estabilidade emocional.

Outro ponto relevante é a conexão entre a entrega dos residenciais e o programa estadual Meu Sonho. A iniciativa garante auxílio financeiro de até R$ 30 mil para famílias com renda per capita de até R$ 8 mil e prevê 5 mil beneficiários em todo o estado. Segundo o governo, já foram disponibilizados R$ 152.995.809,69 para transferência aos contemplados, conforme a faixa salarial.

Programa Meu Sonho em andamento
Auxílio
Até R$ 30 mil por família
Valor voltado ao apoio financeiro da entrada, conforme a condição de renda.
Meta estadual
5 mil beneficiários
O programa busca ampliar o acesso à moradia em diferentes municípios de Rondônia.
Primeiras entregas
23 unidades em Ji-Paraná
As primeiras casas vinculadas ao programa foram entregues em fevereiro deste ano.

O restante dos candidatos do Meu Sonho segue em avaliação financeira ou aguarda a disponibilização de imóveis pelas construtoras à instituição financeira responsável pelo financiamento. Isso mostra que a política habitacional não se encerra com o ato simbólico da entrega das chaves. Ao contrário, a casa própria em Porto Velho entra em uma fase de consolidação, com novos processos ainda em curso.

O que muda para as famílias
Mais segurança
A residência fixa reduz a instabilidade causada por mudanças e despejos.
Orçamento mais previsível
O valor antes comprometido com aluguel pode ser reorganizado dentro da renda familiar.
Mais cidadania
A moradia digna fortalece vínculos, reduz desigualdades e melhora a perspectiva de futuro.

Com a entrega dos residenciais Porto Madero II e V, o governo estadual e os parceiros envolvidos reforçam uma política que combina investimento público, seleção de beneficiários e expansão de programas habitacionais. Para quem recebeu as chaves, a casa própria em Porto Velho deixa de ser promessa e passa a representar recomeço, estabilidade e perspectiva real de futuro.

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