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segunda-feira, junho 22, 2026

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Exame toxicológico entra na primeira habilitação das categorias A e B

O exame toxicológico passa a ser exigido no processo de primeira habilitação das categorias A e B em Rondônia. A nova etapa vale para candidatos que estão concluindo o processo para receber a Permissão para Dirigir, conhecida como PPD.

Para seguir até a emissão do documento, o candidato deverá apresentar resultado negativo no exame toxicológico. A exigência foi estabelecida pela Lei nº 15.153, de 2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro, e levou o Detran-RO a adequar seus sistemas para conferir a informação antes da liberação.

Nova exigência
Exame entra antes da Permissão para Dirigir
A e B
primeira habilitação
Negativo
condição para avançar
Sistema
validação integrada 

Exame toxicológico passa a integrar a primeira habilitação

A mudança cria uma etapa específica dentro do processo de habilitação. Segundo o Governo de Rondônia, o Detran-RO ajustou seus sistemas para verificar o exame toxicológico antes da emissão da Permissão para Dirigir.

Na prática, o candidato deverá realizar o procedimento em laboratório credenciado. Após a coleta e a análise, o resultado será vinculado automaticamente ao processo de habilitação, permitindo o avanço das demais fases quando o cadastro estiver regular.

A medida busca garantir que o processo ocorra de forma padronizada, transparente e em conformidade com a legislação. Para quem está tirando a primeira CNH, isso significa incluir mais uma providência no planejamento antes da etapa final.

Como funciona
Resultado será integrado ao processo
Coleta: feita em laboratório credenciado.
Laudo: vinculado ao processo de habilitação.
PPD: emissão segue após conformidade. 

Detran-RO adequa sistemas para cumprir nova lei

O Detran-RO informou que criou uma etapa própria de conferência do exame toxicológico. A adequação tecnológica foi feita para assegurar a aplicação da lei em todo o estado e evitar que processos avancem sem a validação exigida.

O governador Marcos Rocha afirmou que a aplicação da legislação contribui para formar condutores mais responsáveis e reforça o compromisso com a proteção da vida. O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, destacou que os ajustes começaram após orientações técnicas para implementação da medida.

Além da parte tecnológica, o órgão passou a orientar servidores, centros de formação e clínicas credenciadas. A comunicação busca reduzir dúvidas, evitar atrasos e garantir que a nova etapa seja cumprida corretamente por todos os envolvidos.

O que muda
Nova checagem antes da permissão
✓ Obrigatório
Etapa entra na primeira habilitação.
✓ Integrado
Resultado será conferido no sistema.
✓ Preventivo
Foco em segurança viária. 

Exame toxicológico será conferido antes da PPD

A diretora técnica de habilitação, Aline Lima, explicou que o procedimento já está incorporado ao sistema da autarquia. Com isso, o exame toxicológico passa a ser requisito obrigatório antes da emissão da Permissão para Dirigir.

A orientação aos candidatos é acompanhar as informações repassadas pelo Detran-RO, pelo centro de formação e pela clínica credenciada. Como o exame toxicológico agora integra o fluxo da primeira habilitação, a ausência de resultado negativo pode impedir a conclusão regular do processo.

A exigência também reforça a necessidade de organização durante o processo de CNH. Antes de chegar à fase final, o candidato deve verificar prazos, laboratório credenciado e atualização do resultado no sistema, evitando retrabalho na etapa de emissão.

Atenção do candidato
Nova fase exige planejamento
Antes da PPD
Laboratório credenciado
Resultado no sistema
Sem laudo negativo validado, a emissão da permissão pode não avançar. 

Com a nova exigência, o exame toxicológico passa a funcionar como etapa de controle antes da autorização inicial para dirigir. A medida coloca Rondônia dentro da determinação legal e busca reforçar a segurança viária desde a formação dos novos condutores.

Para os candidatos das categorias A e B, o exame toxicológico deve ser tratado como parte obrigatória do cronograma. O ideal é buscar orientação com antecedência, confirmar o credenciamento do laboratório e acompanhar a integração do resultado ao processo.

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