Porto Velho registrou a sexta maior taxa de roubo e furto de celular entre os municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes. O indicador chegou a 1.123,2 aparelhos subtraídos por 100 mil moradores em 2025.
A taxa serve para comparar cidades com populações diferentes. Ela não significa que ocorreram exatamente 1.123 casos, que houve 1.123 vítimas ou que esse foi o número absoluto de aparelhos levados na capital de Rondônia.
Os dados de roubo e furto de celular reúnem registros policiais das duas modalidades. Para o morador, a orientação prática é não reagir, bloquear rapidamente o aparelho e as contas, registrar a ocorrência e alterar senhas. Outras notícias de segurança podem ser acompanhadas no TVdoPOVO.
- como interpretar a taxa de roubo e furto de celular;
- quais cidades aparecem antes de Porto Velho;
- a diferença entre roubo e furto;
- o que fazer logo após perder o aparelho;
- como reduzir o acesso indevido a contas e dados.
Porto Velho é 6ª em roubo e furto de celular
São Luís lidera a lista, seguida por Belém, São Paulo, Salvador e Lauro de Freitas. Porto Velho aparece logo depois, com taxa de 1.123,2 por 100 mil habitantes. Manaus ocupa a posição seguinte, com 1.107,1.
O indicador de roubo e furto de celular não informa, por si só, quais bairros, horários ou perfis foram mais atingidos em Porto Velho. Também não explica automaticamente por que a capital alcançou a sexta posição. Para essas conclusões, seriam necessários dados locais mais detalhados.
Roubo e furto de celular têm diferenças
Roubo envolve violência ou grave ameaça durante a abordagem. Furto ocorre sem confronto direto e pode ser percebido somente depois, como em locais movimentados, filas, transporte coletivo ou estabelecimentos comerciais.
No Brasil, o roubo e furto de celular somou 792.284 ocorrências em 2025, com taxa nacional de 371,2 por 100 mil habitantes. O total caiu 7,7% em relação a 2024. Os roubos recuaram 18,6%, enquanto os furtos cresceram 0,9% e responderam por seis em cada dez aparelhos subtraídos.
O que fazer após roubo e furto de celular
A prioridade é preservar a integridade física. Não reaja, não tente perseguir quem levou o aparelho e procure um local seguro. Em seguida, acione os mecanismos de bloqueio para reduzir o risco de acesso a mensagens, aplicativos bancários, e-mail e redes sociais.
O programa Celular Seguro permite registrar roubo, furto ou extravio, solicitar o bloqueio do aparelho e da linha e comunicar instituições parceiras. Quem não utiliza a plataforma deve procurar diretamente a operadora e os bancos pelos canais oficiais.
Em Rondônia, a Delegacia Virtual da Polícia Civil permite registrar ocorrências como roubo, furto e extravio pela internet. O boletim não garante a recuperação do aparelho, mas formaliza o fato e pode contribuir para bloqueios e investigações.
Prevenção reduz danos após roubo e furto de celular
Antes de sair, guarde o número IMEI e a nota fiscal em local separado do telefone. Ative senha forte, biometria, bloqueio automático curto e autenticação em duas etapas. Evite repetir senhas entre e-mail, aplicativos bancários, mensagens e redes sociais.
Na compra de um aparelho usado, consulte se existe restrição por roubo, furto ou extravio. A consulta oficial usa uma base integrada com registros do Celular Seguro, da Anatel e de boletins de ocorrência.
Os dados de roubo e furto de celular colocam Porto Velho em posição de atenção, mas a leitura correta depende do ano, da taxa e do recorte populacional. Para o morador, a resposta prática combina prevenção, proteção das contas, registro oficial e a orientação de nunca confrontar quem levou o aparelho.




