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quinta-feira, agosto 6, 2026

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RuralCast mostra como o cooperativismo pode fortalecer o agro em Rondônia


Assista ao episódio completo do RuralCast

Cooperativismo em Rondônia é o tema de um episódio do RuralCast com Salatiel Rodrigues, presidente da OCB Rondônia. A conversa mostra como a organização coletiva pode aproximar produtores de serviços, capacitação, crédito e novos mercados.

Ao longo da entrevista, o cooperativismo em Rondônia aparece como ferramenta para fortalecer a agricultura familiar, ampliar a comercialização e agregar valor à produção local. O convidado também aborda industrialização, cooperativas indígenas, regularização fundiária e logística.

Guia do episódio
Neste artigo, você vai ver
Como a organização coletiva pode fortalecer pequenos produtores.
Qual é o papel da OCB e do Sescoop na estrutura cooperativista.
Por que crédito, industrialização e intercooperação agregam valor.
Como cooperativas indígenas podem ampliar produção e acesso ao mercado.
Como documentação, água, crédito e logística afetam o campo.
Quais demandas foram reunidas pela Caravana do Agro Sustentável.

Cooperativismo em Rondônia transforma esforço individual em organização

Salatiel Rodrigues apresenta o cooperativismo como uma forma de unir pessoas em torno de objetivos econômicos e sociais comuns. No caso do cooperativismo em Rondônia, o cooperado não atua apenas como cliente, pois integra uma organização na qual pode acompanhar decisões, participar da gestão e compartilhar resultados.

Segundo o entrevistado, as cooperativas estão presentes nos 52 municípios do estado e atuam em diferentes ramos. Para o setor produtivo, essa presença pode aproximar assistência, comercialização, capacitação e outros serviços de produtores com menor poder de negociação quando trabalham isoladamente.

Trecho do episódio
Salatiel explica o cooperativismo de forma simples

O trecho começa quando o convidado apresenta o modelo para quem ainda não conhece o funcionamento de uma cooperativa.

Cooperativismo em Rondônia também depende de gestão e capacitação

Na entrevista, Salatiel diferencia as funções das duas instituições. A OCB é apresentada como responsável pela representação institucional e pela defesa do cooperativismo no diálogo relacionado às políticas públicas.

O Sescoop aparece ligado à educação, ao monitoramento, à formação profissional e à melhoria da gestão. No cooperativismo em Rondônia, o crescimento de uma cooperativa depende de planejamento, controles internos, dirigentes preparados e equipes qualificadas.

Trecho do episódio
OCB e Sescoop apoiam representação, educação e gestão

O convidado detalha a atuação institucional da OCB e o trabalho técnico de capacitação e monitoramento desenvolvido pelo Sescoop.

Intercooperação pode ampliar crédito, serviços e mercado

Um dos pontos centrais do episódio é a intercooperação. Dentro do cooperativismo em Rondônia, cooperativas de crédito podem atender organizações de outros ramos e criar uma rede na qual financiamento, serviços e conhecimento circulam dentro do próprio sistema.

A conversa também destaca a necessidade de beneficiar a produção no estado. Café, castanha, açaí, cupuaçu e outros produtos podem gerar mais emprego e renda quando chegam ao mercado com processamento, embalagem, identidade e padrão de qualidade.

Agregação de valor
O que pode permanecer em Rondônia
Empregos ligados ao beneficiamento e à embalagem.
Uma parcela maior da renda gerada pela produção.
Identidade regional e melhor apresentação dos produtos.
Maior capacidade de negociação e entrada em novos mercados.
Trecho do episódio
Intercooperação e agregação de valor fortalecem o agro

Salatiel relaciona crédito cooperativo, industrialização e geração de valor para os produtos de Rondônia.

Cooperativismo em Rondônia chega às cooperativas indígenas

O episódio também apresenta experiências relacionadas aos povos originários. Salatiel cita cooperativas indígenas como estruturas capazes de reunir produção, melhorar a apresentação dos produtos e abrir caminhos de comercialização.

A Coopaiter é mencionada em uma agenda que envolve café, castanha e outros produtos do território. O exemplo mostra como o cooperativismo em Rondônia pode apoiar planejamento, qualidade, identidade e permanência das famílias em suas comunidades.

Trecho do episódio
Cooperativas indígenas ganham escala e acesso a mercados

O trecho mostra como a organização coletiva pode ampliar produção, negociação e comercialização.

Regularização e outorga ainda limitam produção e crédito

Ao tratar dos gargalos do campo, Salatiel cita regularização fundiária, regularização ambiental e outorga de água. A demora na documentação pode impedir investimentos, atrasar projetos de irrigação e dificultar o planejamento das propriedades.

O problema também alcança o financiamento. No cooperativismo em Rondônia, essa dificuldade interfere diretamente na expansão da produção, porque sem documentação da terra e garantias adequadas instituições financeiras podem encontrar obstáculos para liberar recursos aos produtores.

Gargalos apresentados
O que pode dificultar novos investimentos
Pendências na regularização fundiária da propriedade.
Demora na regularização ambiental e na outorga de água.
Falta de garantias aceitas pelas instituições financeiras.
Custos que reduzem a capacidade de investir e produzir.
Trecho do episódio
Regularização, água e crédito afetam quem produz

O convidado relaciona documentação, outorga de água, irrigação e garantias necessárias para o acesso ao crédito.

Caravana do Agro Sustentável reúne demandas do setor

Salatiel relata que a Caravana do Agro Sustentável 2026 percorreu Rondônia com empresários, lideranças e representantes de mais de 20 entidades. A proposta foi ouvir pessoas ligadas à produção e organizar os principais entraves identificados.

Segundo o entrevistado, a iniciativa reuniu nove tópicos em uma carta, incluindo regularização fundiária, outorga, crédito e logística. O documento é apresentado como instrumento de cobrança institucional por respostas de futuros gestores.

Trecho do episódio
Caravana do Agro Sustentável coleta demandas em Rondônia

O trecho mostra como entidades percorreram o estado para ouvir produtores e sistematizar dificuldades.

Logística e pedágio entram no custo da produção

A logística aparece como um dos desafios fora da porteira. O custo de transportar insumos e produção interfere na competitividade do campo e pode reduzir a margem disponível para produtores e cooperativas.

Ao comentar a BR-364, Salatiel afirma não ser contrário à duplicação ou à cobrança em si, mas questiona o formato e o impacto financeiro para quem percorre longas distâncias. No cooperativismo em Rondônia, esses custos podem ser incorporados ao preço final dos produtos e reduzir a competitividade da cadeia produtiva.

Trecho do episódio
Pedágio e transporte pressionam os custos do agro

O trecho aborda a BR-364 e a transferência das despesas logísticas ao longo da cadeia produtiva.

Cooperativismo em Rondônia exige organização, gestão e valor agregado

Ao longo do episódio, Salatiel defende que o futuro do campo depende de produtores organizados, cooperativas profissionalizadas, crédito conectado às necessidades reais e medidas capazes de reduzir entraves documentais e logísticos.

Nesse cenário, o cooperativismo em Rondônia aparece como instrumento de organização, escala e participação econômica. O modelo, porém, não deve ser tratado como solução automática para todos os problemas.

Uma cooperativa exige participação dos associados, gestão democrática, capacitação, acompanhamento financeiro e planejamento. O crescimento sem controle também pode criar riscos para a própria organização.

A principal mensagem da entrevista é que o cooperativismo em Rondônia pode ampliar a capacidade de negociação, abrir mercados e manter uma parcela maior da renda circulando entre produtores e comunidades do estado.

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