imunoterapia e quimioterapia são dois caminhos usados no tratamento do câncer, mas atuam de formas diferentes e não seguem uma mesma fórmula para todos os pacientes. O tema é explicado no programa Vida Plena, em três blocos que abordam funcionamento das terapias, definição da conduta, efeitos que podem ocorrer e cuidados durante o acompanhamento.
Participam do episódio a oncologista clínica Dra. Erika Lopes, o oncologista clínico Dr. Gustavo Dix Junqueira e Tays da Silva Evangelista Joho, supervisora de enfermagem do Centro Infusional do Hospital de Amor. A conversa reforça que tipo de tumor, estágio, exames, condições clínicas e resposta do organismo influenciam a estratégia definida pela equipe.
Ao longo dos três blocos, imunoterapia e quimioterapia são apresentadas dentro desse planejamento individual, sem a ideia de que uma mesma combinação sirva para todos os diagnósticos.
Imunoterapia e quimioterapia agem de formas diferentes
No primeiro bloco, os convidados explicam que a quimioterapia atua sobre células que se dividem rapidamente. Já a imunoterapia procura favorecer a ação do sistema imunológico contra células tumorais. A comparação ajuda a entender por que imunoterapia e quimioterapia podem aparecer separadamente, em sequência ou em combinação, conforme o caso.
Os especialistas também diferenciam os efeitos que podem ocorrer. Na imunoterapia, a ativação do sistema imune pode provocar processos inflamatórios em diferentes órgãos. Na quimioterapia, os efeitos dependem do medicamento, da dose e da resposta individual. O episódio evita tratar uma modalidade como automaticamente superior à outra.
▶ Assista ao Bloco 1 — diferenças entre os tratamentos
O programa apresenta como cada abordagem funciona e por que a indicação depende da avaliação clínica.
Tratamento é definido conforme tumor, estágio e condição do paciente
O segundo bloco mostra como a equipe avalia tipo e subtipo do tumor, extensão da doença e condições clínicas antes de definir a estratégia. Dentro desse planejamento, imunoterapia e quimioterapia são consideradas de acordo com o objetivo do tratamento e com as características de cada diagnóstico.
A organização por especialidades também entra na conversa. Os casos podem ser discutidos por profissionais de áreas diferentes, permitindo combinar cirurgia, medicamentos e outros recursos quando necessário. A explicação reforça que pacientes com diagnósticos parecidos não recebem obrigatoriamente o mesmo protocolo.
▶ Assista ao Bloco 2 — definição do tratamento e sinais de alerta
Os especialistas explicam a organização da oncologia clínica e os cuidados que acompanham as infusões.
Febre durante a quimioterapia é tratada como sinal de alerta
Durante a conversa, a supervisora de enfermagem explica que alguns tratamentos podem reduzir células de defesa do organismo. No contexto do serviço apresentado no programa, temperatura de 37,8°C ou mais é tratada como sinal para procurar atendimento imediatamente, sem aguardar o dia seguinte.
A orientação aparece ligada ao acompanhamento individual. O episódio recomenda que o paciente informe que está em quimioterapia quando procurar atendimento e siga as instruções recebidas pela equipe responsável. O conteúdo tem caráter educativo e não substitui a avaliação médica do caso concreto.
Cuidados do dia a dia continuam fora do centro de tratamento
No terceiro bloco, imunoterapia e quimioterapia são discutidas junto com cuidados da rotina. Os convidados falam sobre proteção solar, atenção a pequenas lesões e cutículas, alimentação segura e prática de atividade física quando houver condição clínica. O programa também aborda cansaço e a importância de relatar mudanças relevantes à equipe.
O apoio emocional é apresentado como parte do cuidado. Familiares e profissionais podem ajudar o paciente a atravessar fases de maior insegurança, mas alterações importantes de humor, sintomas persistentes ou dificuldades para manter a rotina também precisam ser discutidas com a equipe de referência.
▶ Assista ao Bloco 3 — cuidados durante o tratamento
O fechamento aborda proteção solar, alimentação, exercícios, apoio psicológico e uso de outras substâncias.
Chás, suplementos e outros produtos devem ser informados à equipe
Os convidados alertam que produtos classificados como naturais também podem interagir com medicamentos. Por isso, quem passa por imunoterapia e quimioterapia deve informar à equipe assistencial o uso de chás, ervas, suplementos, vitaminas e outros produtos para que possíveis interações sejam avaliadas.
A mensagem que atravessa os três blocos é que imunoterapia e quimioterapia precisam ser compreendidas dentro de um planejamento individual. Diagnóstico, exames, condição clínica, resposta ao tratamento e diálogo contínuo com os profissionais ajudam a orientar decisões e ajustes ao longo da jornada oncológica.
O episódio também mostra que dúvidas sobre imunoterapia e quimioterapia devem ser levadas à equipe responsável, especialmente quando surgem novos sintomas, mudanças de medicação ou uso de outros produtos durante o tratamento.
Fontes dos vídeos
Vida Plena — Imunoterapia e Quimioterapia — Bloco 1 no YouTube
Vida Plena — Imunoterapia e Quimioterapia — Bloco 2 no YouTube
Vida Plena — Imunoterapia e Quimioterapia — Bloco 3 no YouTube
Mais leitura no TVdoPOVO
Terapias integrativas: benefícios debatidos no Vida Plena
Vida Plena aborda diabetes, sinais de alerta, prevenção e cuidados
Fonte e estágio da informação: conteúdo elaborado a partir dos três blocos do Vida Plena de 20/09/2026. As orientações relatadas refletem a conversa dos profissionais convidados e não substituem avaliação médica individual. Percentuais de interações medicamentosas citados no encerramento do programa não foram reproduzidos porque o material fornecido não identifica o estudo de origem.







