VÍDEO COMPLETO: ENTREVISTA ESPECIAL COM O CANDIDATO A PREFEITO DE ROLIM DE MOURA – RO.
LUIZÃO DO TRENTO
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O serviço de elevação da pista da BR-319, após a ponte do Rio Madeira, no trecho que ficou alagado pelo transbordamento do Lago Maravilha, por causa da cheia do Rio Madeira que ultrapassou os 17 metros, foi finalizada na tarde da última quinta-feira (14). Foram colocados pedaços de rochas por uma empresa contratada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
De acordo com o engenheiro do órgão Emanuel Neri, quando o rio baixar ao nível considera normal e encerrar o período chuvoso, a equipe volta ao local para fazer o serviço de pavimentação asfáltica para fluir melhor o tráfego. As rochas servirão de base para a camada asfáltica.
O alteamento da pista foi necessário porque moradores da Vila do Dnit solicitaram providências, uma vez que eles precisavam atravessar, muitos por dentro da água, diariamente. Eles chegaram a fazer um pequeno protesto no último dia 7 de março.
Apesar do local já não ter mais água, o engenheiro pede mais atenção dos motoristas para que acidentes sejam evitados. “É preciso que os motoristas passem devagar porque essas pequenas pedrinhas que ficam soltas podem quebrar o vidro dos veículos podendo causar um acidente”, pede o engenheiro.
A elevação da pista foi feita com rochas que foram levadas de uma pedreira no Km 50 da BR-364. O engenheiro disse a pista foi alteada em até um metro na parte mais alta, no trecho de 200 metros. Depois o trecho foi coberto com brita graduada simples para garantir a trafegabilidade
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Nas ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2016
O Projeto de Lei 611/19 torna obrigatória a instalação de telas ou redes de proteção ao longo de pontes e viadutos localizados em áreas urbanas. O objetivo é evitar tentativas de suicídio. O projeto determina ainda a afixação de placas com o telefone do Centro de Valorização da Vida (CVV), 188.
Segundo o texto, os responsáveis por pontes e viadutos terão que efetuar a adequação em até 180 dias após a publicação da nova lei. O descumprimento da medida, no caso de pontes e viadutos administrados por concessionárias, implicará multa diária no valor de 2% da arrecadação mensal da concessionária, sem prejuízo de outras sanções civis e administrativas.
Autor do projeto, o deputado Eros Biondini (Pros-MG) afirma que, apesar de não ser uma prática tão usual ultimamente, muitas pessoas ainda atentam contra a própria vida pulando de lugares altos das áreas urbanas.
“Precisamos buscar mecanismos ajudar aqueles que se encontram em um momento desesperador e também criar meios para evitar o ato que já possa estar em andamento, por meio de dispositivos que retardem ou contenham fisicamente o suicida”, argumenta.
O Centro de Valorização da Vida foi criado em 1962 e é uma associação civil sem fins lucrativos com 70 postos e cerca de 2.000 voluntários que se revezam para o atendimento 24 horas por dia, inclusive aos domingos e feriados. Esse atendimento é prestado por telefone (188 grátis para todo Brasil), e-mail, pessoalmente nos postos e via chat.
Tramitação
O projeto será analisado conclusivamente pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Porto Velho: RIO MADEIRA com ÁGUA CLARA e ESVERDEADA
“GRAVADO em 12 de OUTUBRO de 2016”
MORADORES PAGAM CARO PARA ARRUMAR RUA ABANDONADA
RUA QUATIPURU – BAIRRO – JARDIM ELDORADO II – ZONA SUL DE PORTO VELHO
A disputa no leilão de 12 aeroportos marcado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para ocorrer nesta sexta-feira, 15, deve ser acirrada, sendo que pelo menos dez grupos interessados já foram mapeados pelo mercado. Entre os possíveis interessados estão a Vinci Airports e Aéroports de Paris ADP (França), Zurich Airport (Suíça), Aena (Espanha), Avialliance (em parceria com o Pátria) e Fraport (Alemanha), além da CCR e Socicam, do Brasil.
Com investimento previsto de R$ 3,5 bilhões, o valor da outorga ao longo de 30 anos de concessão é de R$ 2,1 bilhões. O lance mínimo para arrematar os 12 terminais é de R$ 218 milhões, outorga que deve ser paga à vista para a União.
Na avaliação de Daniel O’Czerny, responsável por financiamento de projetos de infraestrutura do Citi, o sucesso do leilão deve confirmar que essa estrutura funciona, abrindo caminho para os próximos leilões de clusters. “Falamos de perfis muito distintos de aeroportos, o que acaba atraindo uma maior diversidade de players para o leilão”, acrescenta O’Czerny .
Em meados de fevereiro, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou que a concorrência pelos aeroportos estava acirrada e que recebia diariamente informações sobre novos interessados no leilão. “Vamos ter uma surpresa boa aí”, disse em conversa com a imprensa após participar de evento com investidores organizado pelo Citi.
Em relatório sobre o assunto, o BTG Pactual chama a atenção, no entanto, para a ausência dos mexicanos na disputa, lembrando que no passado os mexicanos não apresentaram lances por ativos brasileiros de maior relevância – exceto a ASUR, que fez um lance pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos em 2012.
“Suas despesas corporativas também devem ser maiores em relação aos potenciais concorrentes visto que eles não têm operações no Brasil, diferentemente de alguns players internacionais”, observam os analistas Samuel Alves, Gordon Lee e Renato Mimica. Somado a isso, o BTG observa que tanto a ASUR quanto a GAP já mencionaram em recentes teleconferências que não devem participar do certame.
Blocos
Os aeroportos, que correspondem a 9,5% do mercado doméstico, foram distribuídos em três grupos: Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, sendo o primeiro o maior e mais atraente por sua proximidade com a Europa e intenso fluxo de turistas. Esse bloco é composto pelos aeroportos de Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE), João Pessoa (PB) e Campina Grande (PB).
No caso do bloco Centro-Oeste a possibilidade de atender o agronegócio é o ponto chave, ao ofertar aeroportos em Cuiabá (MT), Sinop (MT), Rondonópolis (MT) e Alta Floresta (MT). O menor deles, o bloco Sudeste, tem a seu favor o fato de Vitória (ES) ser um importante terminal de cargas e a relevância de Macaé (RJ) para a indústria de óleo e gás.
De acordo com o edital, o lance mínimo inicial no leilão para o bloco Centro-Oeste é de R$ 800 mil, a do Nordeste é de R$ 171 milhões e a do Sudeste de R$ 46,9 milhões e carência inicial de cinco anos. No lançamento do edital, em novembro passado, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ressaltou ainda que além do valor fixo mínimo, a contribuição inicial poderá ser acrescida pelo ágio decorrente da competição durante o leilão.
Investimentos
Nos primeiros cinco anos de vigência da concessão os investimentos devem somar R$ 1,47 bilhão, segundo o edital, sendo R$ 788 milhões referente ao bloco Nordeste, R$ 386,7 milhões ao Centro-Oeste e R$ 302 milhões ao Sudeste. No mesmo intervalo, a receita média anual por bloco é de R$ 394,7 milhões, R$ 101,5 milhões e R$ 123,4 milhões, respectivamente.
Maximizando o valor da outorga para o Estado, nesta rodada um mesmo proponente poderá apresentar lances e arrematar todos os blocos de aeroportos. A disputa pelos três lotes ocorrerá de maneira simultânea e vence a licitação quem apresentar maior valor de contribuição inicial. O operador aeroportuário não poderá ter menos que 15% caso participe em consórcio e a empresa aérea que desejar integrar o capital dos proponentes terá sua participação limitada ao porcentual de 2%.