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segunda-feira, maio 18, 2026
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Sindicato dos Médicos ingressa com pedido de impeachment do governador Wilson Lima na ALE-AM; deputados estaduais analisam pedido

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O Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), representado pelo Dr. Mário Vianna, entregou para a Assembleia Legislativa do Estado (ALE) um pedido de impeachment do governador do Amazonas, Wilson Lima, e do vice-governador Carlos Almeida Filho. A categoria alega má gestão da saúde no período da covid-19 no Amazonas no documento entregue nesta terça-feira (21).

A ALE-AM recebeu o pedido, protocolou e o documento será analisado pelos deputados estaduais. Conforme o último balanço da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM) divulgado nesta terça-feira (21), o Amazonas registra 2.270 casos confirmados do novo coronavírus e 193 mortes. Com o aumento das mortes, contêineres frigoríficos foram instalados no cemitério público no Tarumã, Zona Oeste, onde corpos das vítimas estão sendo enterrados em valas comuns.

G1 entrou em contato com o Governo do Estado, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

No Amazonas, o período de estado de calamidade pública foi prorrogado por mais 180 dias em virtude do aumento no número de casos de contaminação por coronavírus na região.

Em dezembro de 2019, os deputados estaduais Wilker Barreto (Podemos) e Dermilson Chagas (PP) protocolaram na ALE-AM, um outro pedido de impeachment do governador Wilson Lima e do vice-governador, Carlos Almeida Filho, pelo mesma questão que o Simeam alega: prática de crimes de responsabilidade e improbidade administrativa.

Na ocasião, os dois deputados afirmaram que a denúncia se baseava na “grave crise da saúde pública no Estado” e na “omissão do Governo em propor soluções para as problemáticas como a falta de medicamentos e insumos nas unidades hospitalares, ausência de equipamentos para exames e atraso de quase seis meses de salários para os profissionais terceirizados da saúde”.

Segundo publicação no Diário Eletrônico da ALE-AM, a mesa diretora da casa rejeitou o pedido dos dois deputados “pela falta de fundamentação com relação aos elementos subjetivos da conduta, ausência de demonstração de nexo de causalidade, além da ausência de descreição precisa e clara dos fatos”

No novo pedido de impeachment desta terça-feira (21), feito pelo Simeam e destinado ao presidente de ALE-AM, deputado Josué Neto, os médicos relatam a “prática de crimes de responsabilidade e improbidade”, e pedem a perda do mandato público, bem como a inabilitação para exercer a função pública pelo prazo de cinco anos.

Na segunda-feira (20), o presidente de ALE-AM, deputado Josué Neto, assinou o pedido de intervenção federal na saúde pública do Amazonas, que foi aprovado no mesmo dia durante uma sessão ordinária virtual da Assembleia, realizada entre os deputados estaduais. O pedido foi aprovado com 13 votos a favor.

No mesmo dia da votação do pedido de intervenção federal na saúde pública do Amazonas, o vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão, esteve em Manaus em uma reunião de portas fechadas com prefeito de Manaus, Arthur Neto, e o governador do Amazonas, Wilson lima. A pauta era para alinhar estratégias de combate ao novo coronavírus no Estado.

Segundo o documento do pedido de impeachment, “a probidade administrativa foi completamente quebrada no momento em que estes foram contra o princípio da economia das verbas públicas, com esvaziamento desenfreado e inconsequente dos cofres públicos do Amazonas”.

Em entrevista ao G1 na manhã desta quarta-feira (22), o presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas, Mário Vianna, que assinou e enviou o pedido de impeachment para a ALE-AM, disse que diversas ações, desde o início da gestão do governador Wilson Lima, o levou a entrar com o pedido. Ele disse que a situação se agravou com o avanço da pandemia do novo coronavírus no Estado.

“É o conjunto da obra. É sobre tudo. O mais grave é a falta de diálogo. Não existe diálogo da Secretária de saúde com os profissionais da saúde. A Susam acha que tem o poder de tudo, sabe tudo e não resolve nada. Toma decisão equivocada, não ouve os médicos. É um descontentamento geral, não só da área da saúde, mas, principalmente, nesse momento é a saúde”.

O presidente do sindicato falou também sobre a compra dos respiradores. Ele ressalta que deve ser feita uma investigação em relação às compras realizadas pelo estado. “Foi comprado por sete vezes a mais que o valor normal”, além de comentar sobre a falta de estrutura para os profissionais da saúde que atuam em linha de frente nas redes públicas de saúde do Amazonas.

Ao decorrer do documento, o sindicato descreve os gastos de patrocínio do governo com eventos durante a crise. O Simeam cita, ainda, que “o Amazonas enfrenta um cenário crítico e desolador”. Após a confirmação do primeiro caso de covid-19, no dia 16 de março, o governo decretou situação de emergência na saúde pública por 120 dias.

Entre os motivos do pedido, o sindicato relata a situação dos hospitais de Manaus durante a pandemia do novo coronavírus. Um dos trechos fala sobre a não-operação de 50% do Hospital Delphina Aziz, referência no tratamento de covid-19.

“Em um período que se mostra absolutamente delicado ao Estado do Amazonas, onde a sua população está falecendo por uma doença que causa uma pandemia global atualmente, e, também, onde o hospital referência no tratamento dessa doença não opera nem com 50% da sua capacidade, mas o Instituto responsável pela sua gestão recebe mensalmente o valor integral para execução do contrato”, diz trecho.

“Em meio à crise do novo coronavírus, o Governo do Estado do Amazonas se mostra com grande potencial de irresponsabilidade com a sua população, gastando desenfreadamente e sem sequer dar satisfação aos contribuintes acerca das medidas que estão sendo tomadas com suas próprias verbas”.

Com todos os relatos, o sindicato pede que a ALE-AM admita e autorize “a instauração do necessário processo de impeachment do Excelentíssimo governador do Estado do Amazonas e do vice-governador, Carlos Alberto Souza de Almeida Filho”. Vianna finaliza com a motivação de que há uma “farta comprovação da prática de crime de responsabilidade e improbidade administrativa”.

Carreata em Manaus pediu saída do governador

Motoristas realizaram carreata em Manaus na manhã deste domingo (18) — Foto: Carolina Diniz/G1AM

O governo do Amazonas tem sido alvo de críticas por conta da forma que tem lidado com a crise na saúde pública diante da pandemia do novo coronavírus. No dia 19 de abril, centenas de motoristas contrariaram as medidas dos órgãos de saúde, se aglomeraram e realizaram uma carreata pelas principais vias de Manaus para pedir a saída do governador Wilson Lima.

O grupo de motoristas teve como destino, a fachada do Comando Militar da Amazônia, na Ponta Negra. Os motoristas desceram dos veículos e, mesmo com máscaras, e se aglomeraram em frente ao local. Em forma de protesto, com adesivos, eles pediam a saída do governador.

Manifestações de profissionais da saúde

Ao longo de 2019, o G1 acompanhou manifestações de profissionais da saúde que atuam em hospitais públicos de Manaus. Eles alegavam a falta de pagamento e pediam melhores condições de trabalho dentro das unidades hospitalares.

No dia 20 de março deste ano, quando o Amazonas registrava 81 casos de covid-19, enfermeiros terceirizados da saúde pública realizaram uma manifestação em frente ao Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Serviço de Saúde do Estado do Amazonas (Sindipriv)

Terceirizados da saúde fazem protesto para cobrar salários atrasados em Manaus — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

No dia da manifestação, além de relatarem salários atrasados, os profissionais pediam materiais suficientes para atuarem na linha de frente em combate ao novo coronavírus.

“Além de não terem os equipamentos de proteção individual (EPIs). Em alguns hospitais, os enfermeiros são obrigados a usar as máscaras por 12 horas, porém, a eficácia do material dura apenas 4 horas. Sem salário e arriscando a vida dentro das unidades”, contou a presidente do sindicato, Graciete Mouzinho.

Em fevereiro de 2019, médicos, enfermeiros e demais profissionais da saúde do hospital 28 de Agosto fecharam a Avenida Mário Ypiranga durante um protesto. Naquele dia, opresidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), Mário Vianna, esteve no local, e, junto aos colegas, cobrou salários atrasados, além de melhores condições na unidade.

“Faltam insumos, medicamentos, fio cirúrgico, anestésicos, leitos. Há superlotação nas maternidades. As unidades neo-natal não têm vaga para bebês prematuros. Além do atraso no pagamento do salário. Todas as categorias terceirizadas da saúde estão com o salário atrasado, de todas as unidades SPAs, hospitais e Pronto-Socorros”, disse.

Casos de Coronavírus no Amazonas

No Amazonas, até o último boletim divulgado nesta terça-feira (21), foram registrados mais 110 casos de Covid-19, e foi alcançado um total de 2.270 casos confirmados. Também foram confirmadas mais oito novas mortes por Covid-19, totalizando 193 mortes no Amazonas. .

Conforme o boletim desta terça-feira, 1.170 pessoas com diagnóstico de Covid-19 estão em isolamento social ou domiciliar, o que corresponde a 51,54% dos casos confirmados no Amazonas. De segunda (20) para esta terça-feira, mais 91 pessoas se recuperaram da doença e estão fora do período de transmissão do vírus, totalizando, agora, 726 recuperados.

Servidores do João Paulo II infectados com Coronavírus já são 45; outros 60 aguardam resultados

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Mais 19 profissionais da saúde que atuam no Pronto Socorro João Paulo II de Porto Velho, testaram positivo para o Coronavírus, segundo informou o secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, durante coletiva realizada na manhã desta quarta-feira (22). No total, 45 servidores foram infectados com a doença.

De acordo com o secretário, aproximadamente 200 servidores já realizaram exames para Covid-19. Outros 61 profissionais fizeram o exame, apresentaram resultado negativo e já retornaram ao trabalho. Até o momento, 60 trabalhadores da área da saúde estão aguardando resultado de exames.

O secretário informou que dois servidores do Hospital João Paulo II positivados com Coronavírus estão internados no Cemetron. O estado de saúde deles é considerado estável. Os demais profissionais que foram contaminados com a doença estão se recuperando em casa e com sintomas leves.

Sobre os 100 mil testes rápidos anunciado pelo secretário no dia 7 de abril, estão previstos para saírem da China nesta quinta-feira (23). Quando chegarem em São Paulo, passarão pelos procedimentos de praxe e em seguida serão distribuídos para todos os municípios do Estado.

O secretário informou ainda, que não houve nenhum caso registrado de pacientes infectados no Hospital João Paulo II.

Durante a coletiva, o secretário foi questionado pelo RONDONIAGORA sobre uma denúncia feita por uma paciente positivada com Coronavírus e que está internada no Cemetron, onde ela reclamava sobre a falta de ar-condicionado na enfermaria. Em resposta, Fernando Máximo informou que tomou conhecimento da situação e que 18 equipamentos já estão sendo instalados. “Há 30 anos o hospital não tinha esse equipamento, mas agora vai ter”, disse.

Recentemente, Rondônia adquiriu 7,5 mil comprimidos de hidroxicloroquina manipulados para tratar pacientes com Coronavírus e segundo o secretário, todos os pacientes estão usando o medicamento. “Temos relatos de pessoas que estavam internadas no Cemetron, que usaram o remédio e tiveram melhoras”, finalizou Fernando Máximo.

Casos confirmados

Até a tarde da terça-feira (21) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos confirmados – 223
Pacientes curados – 40
Óbitos – 5
Pacientes internados com Covid-19 – 12 internados
Descartados – 1220
Aguardando resultados do Lacen – 115

Para evitar aglomerações em Rondônia, pacientes recebem medicamentos em casa

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Com a pandemia do novo coronavírus, o governo de Rondônia montou estratégias para não interromper o tratamento dos pacientes atendidos pela Farmácia Especializada, que atende 19.738 pacientes em todo o Estado. Desse total, 9.143 são pacientes da Capital e 10.595 do interior do Estado.

Para os pacientes que residem em Porto Velho, o atendimento está sendo realizado através da entrega domiciliar, como explicou a gerente do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), Luciana Mendes. “Nós já realizávamos a entrega através do Programa Remédio Aqui em Casa. Com a pandemia, houve uma flexibilização das regras e o número de atendimentos domiciliares aumentou, mas temos conseguido atender a demanda”, destacou.

A força tarefa foi montada seguindo diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Nós entramos em contato individualmente com cada paciente cadastrado para informar a mudança no fluxo de atendimento presencial da Farmácia Especializada.

ANTES E DEPOIS DA PANDEMIA

Segundo a gerente, antes os pacientes retiravam os medicamentos, que são entregues apenas para quem possui cadastro no sistema do Ministério da Saúde, de forma presencial na farmácia. Visando evitar a propagação do coronavírus, os medicamentos estão sendo enviados pelos correios para os pacientes da Capital. Já para os pacientes do interior do Estado, a gerente explica que o fluxo de atendimento continua o mesmo, a mudança ocorreu apenas no deslocamento dos servidores das Regionais de Saúde que recebem os medicamentos agora pelo serviço de correios.

“Ao todo 1,5 mil pacientes da capital pertencentes ao programa Remédio Aqui em Casa recebiam os medicamentos na residência e o restante retirava na farmácia. Com a pandemia cerca de 7 mil pacientes estão recebendo agora os medicamentos em casa, incluindo os medicamentos controlados, uma exceção aberta pela Anvisa devido ao momento que estamos vivendo”, ressaltou Luciana.

Em alguns casos, dependendo da disponibilidade de estoque, os pacientes estão sendo atendidos com antecipação de dispensação, com envio à residência  de até 3 meses de tratamento.

MEDICAMENTOS TERMOLÁBEIS

Os medicamentos termolábeis são aqueles que necessitam atenção redobrada devido ao armazenamento, pois perdem a eficácia se armazenados em temperatura inadequada. Nesse caso, segundo a gerente, esses medicamentos não sofreram alteração no deslocamento.

“De todos os medicamentos, apenas os termolábeis permanecem sendo entregues de forma presencial, já que sabemos a necessidade de armazenamento adequado. O cenário de pandemia fez com o nosso serviço sofresse uma adaptação e estamos trabalhando para melhor atender a população”, concluiu a gerente do CEAF.

COVID-19 Banco do Povo de Rondônia emprestará R$ 12 milhões a pequenos, formais e informais, a partir da próxima semana

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Com o sistema eletrônico em fase de ajustes, o Banco do Povo de Rondônia começa a liberar,a partir da próxima semana, os primeiros contratos de empréstimos com aval solidário, no montante de R$ 12 milhões.

Esse dinheiro socorrerá pequenos empreendedores, trabalhadores formais e informais prejudicados pela diminuição de negócios durante a quarentena.

Pequenos, sejam autônomos, microempreendedores individuais ou hortifrutigranjeiros, terão direito a créditos de R$ 300 a R$ 3 mil, com aval solidário. A juros ínfimos de 1,81% ao mês, o empréstimo aos pequenos tem seis meses de carência.

Esse modelo funciona assim: se uma pessoa não pagar o que deve, os outros do grupo passam a ser responsáveis pela dívida. No Banco do Povo, a grande maioria dos tomadores de empréstimos quitam estatutariamente suas dívidas. Pagando em dia, na sequência, o beneficiado terá juro zero.

Os recursos disponíveis são das carteiras da Associação de Crédito Cidadão de Rondônia (Acrecid) e Fundo de Apoio ao Empreendimento Popular de Ariquemes (Faepar) – Banco do Povo, que atua em Ariquemes e no Vale do Jamari.

“Diante da situação de pandemia, e por trabalhar sempre em parceria com o Governo de Rondônia, o governador Marcos Rocha mobilizou o banco para socorrer os mais necessitados”, disse na quarta-feira (22) o diretor presidente da Acrecid/Banco do Povo, Manoel Serra.

Reunião técnica entre a direção do banco e o superintendente estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura, Sérgio Gonçalves, resultou na Resolução n º 014/2020, publicada no Diário Oficial do dia 13 de, página 38, que contemplará empreendedores formais e informais, microempreendedores individuais, microempresas, empresas de pequeno porte, associações e cooperativas.

Para micro e pequenas empresas, associações e cooperativas, os empréstimos variam de R$ 3 mil a R$ 30 mil, igualmente com juros de 1,81%.

Muitos proprietários de pequenas oficinas, mototaxistas e outros trabalhadores procuraram angustiados a sede do Banco do Povo, na Rua João Goulart 2.182. Foram pedir apoio financeiro da instituição. Indagado a respeito de possíveis aglomerações, Serra disse que os acalmou, explicou o preenchimento dos contratos, e confiou à sua equipe a adaptação do antigo modelo de atendimento ao atual período de pandemia.

Desde antes do contágio do novo coronavírus, a agência procura atender um cliente por vez, o que já evita falhas no distanciamento entre clientes. Agora, com máscaras e álcool em gel 70% disponíveis, o banco consolida esse jeito próprio na prática.

“Eu sei como estão as pessoas, porque também tenho loja na cidade, e já ouvi clientes temerosos de ir até lá; a economia sofre, mas depois toma rumo”, comentou o presidente.

Serra elogiou as providências antecipadas tomadas pelo governo estadual, considerando-as “um fator positivo para o estado não ter tantos óbitos quanto os vizinhos”. “Rondônia é mesmo abençoada por Deus”, acrescentou.

ENCONTRE O BANCO DO POVO
Interessados por empréstimos entrem podem entrar em contato com o Banco do Povo de Rondônia: Central Porto Velho: (69) 3026-1037 | (69) 3026-4591 ou Central Ariquemes: (69) 3536-3151.
Conheça endereços e telefones de agências no Interior do Estado.

Agero cria orientação com o objetivo de evitar desperdício de água potável em Rondônia

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A Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados do Estado de Rondônia (Agero), que criou a Orientação nº 01/2020/AGERO-PRES, orienta a população evitar o desperdício de água potável. Em virtude do isolamento domiciliar, previsto em decreto estadual de calamidade pública, o consumo de água aumentou com a população passando mais tempo em casa.

A ouvidora da Agero, Cecília Brito Silva, disse que a Agência recebeu informações das concessionárias de abastecimento de água sobre esse aumento no consumo de água. “Nosso objetivo é que o consumo de água seja feito de forma consciente, a fim de evitar desperdícios. Em verdade, essas são medidas que já devem ser adotadas pela população e precisam ser reforçadas nessa situação, afinal, embora nossa localidade seja bem servida de água, nossos recursos hídricos precisam ser preservados para garantir que sejam utilizados pelas gerações presentes e futuras”, esclareceu a ouvidora.

A Agero é um órgão que fiscaliza e se preocupa com a manutenção, por isso a Agência está conscientizando a população sobre o consumo de água. “Através dessa orientação, os cidadãos devem usar a água com mais discernimento, para que não haja desperdício, e isso pode vir a comprometer o abastecimento de água. Visto que as empresas de forma geral, não somente a Caerd (Companhia de Águas e Esgotos do Estado de Rondônia), estão trabalhando em home office, com o quadro de pessoas reduzidos e toda precaução é fundamental nesse momento de pandemia e calamidade que estamos vivendo”, explica o diretor presidente da Agero, Clébio Billiany de Mattos.

Com iniciativas simples, sem comprometer o conforto e o atendimento às necessidades do dia a dia, a economia de água pode ser feita com pequenas mudanças nos hábitos domésticos. As orientações da Agero estão disponíveis via Sei e nos canais de comunicação da Agero.

USO RACIONAL DE ÁGUA:

  • Diminuir o tempo de banho e fechar o registro do chuveiro sempre que possível;
  • Manter as torneiras fechadas quando não estiver utilizando;
  • Verificar se há vazamentos nas torneiras, chuveiros e vasos sanitários;
  • Efetuar a limpeza das calçadas e áreas externas com vassouras e, sendo necessário lavá-las, não utilizar mangueiras, devendo ser utilizados baldes;
  • Lavar o carro somente quando extremamente necessário e, preferencialmente com balde;

Governo de Rondônia e Ministério Público estadual buscam assegurar entendimento sobre decreto

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Na manhã de terça-feira (21), ocorreu na Casa Civil do Estado de Rondônia, reunião entre os membros do Ministério Público de Rondônia (MPE) e equipe técnica do governo do Estado, com o objetivo de poder pacificar as decisões em cima das mudanças dos decretos. “É um acordo para parar com a judicialização entre o Estado o Ministério Público e conseguirem caminhar em um entendimento. Nós sabemos que os dois lados estão buscando o melhor para a população”, descreve o secretário-chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves.

Participaram da reunião as promotoras de justiça Emília Oiye e Flávia Barbosa Shimizu Mazzini, o secretário de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo, o secretário de Estado de Finanças (Sefin), Luís Fernando Pereira da Silva, a diretora executiva da Sesau, Amanda Diniz, a médica infectologista do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), Mariana Pinheiro Alves Vasconcelos, o procurador do Estado, Maxwell Mota, entre outros técnico.

Segundo o secretário Junior Gonçalves, é importante frisar que a iniciativa surgiu de uma propositura do MP ao governo do Estado para que se fechasse um acordo com o objetivo de parar com as judicialização que geram desgaste. “Essa harmonia é muito importante, pois assevera que o decreto saia e realmente tenha eficácia, e possa ser conduzido sem que seja derrubado na justiça”, destaca Junior.

Além disso, tem maior efetividade quando se ouve, em conjunto, os especialistas, secretário de saúde, infectologista, representantes do comércio, entre todos que estão sendo impactados e entendem o melhor caminho para subsidiar o governador Marcos Rocha nas melhores decisões para a sociedade.

Padre Fábio de Melo “entra” na sofrência e lança música com Simone e Simaria

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O padre Fábio de Melo aderiu à sofrência de Simone e Simaria e lançou uma música com as coleguinhas. O clipe das irmãs ao lado do religioso, inclusive, já está nas redes sociais e plataformas digitais de músicas.

De acordo com o padre, a ideia é conversar com o momento em que os fãs estão passando. Diante da pandemia, Simone e Simaria optaram por trazer uma mensagem de esperança aos fãs.

“É muito linda. Hoje, podemos ver que se encaixa completamente no que estamos vivendo. Quando gravamos, em fevereiro, não imaginávamos que estaríamos passando por essa situação de pandemia“, explicaram as duas irmãs.

“É impressionante como Deus faz as coisas e a música veio no momento certo para ajudar quem precisa ter fé e não desistir. Quando recebemos a letra eu fiquei emocionada. Simone amou. Tenho certeza que vai tocar muitas pessoas a seguir em diante”, afirmaram.

O padre, por sua vez, disse que a força da canção está na mensagem de fé da letra. “Com a força da mensagem, a música eleva a fé, que se aproxima de Deus. Independentemente de qual foi a dificuldade que você teve que viver ou que está experimentando agora, lembre-se de que você é capaz de sair dessa. E bem mais forte do que quando entrou nesse cenário”, revelou o religioso.

OAB requer ao Governo de Rondônia portal online com os gastos públicos por conta da pandemia

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O presidente da Seccional Rondônia da Ordem dos Advogados do Brasil, Elton Assis, ao notificar o Governo do Estado para estabelecer diálogo e cooperação com municípios no enfrentamento ao coronavírus, também requereu ao Poder Executivo que implante medidas de controle social, para que a sociedade acompanhe, em tempo real, os atos da gestão quanto a contratação pública em face da decretação do Estado de Calamidade. A atual situação do Estado requer a adoção de medidas necessárias e urgentes para combater os efeitos negativos da Covid-19.

O objetivo do pedido da OAB, visa garantir o ordenamento jurídico que prevê o acesso à informação e, desta forma, facilitar a atenção e a fiscalização, que deve ser  redobrada pelos órgãos de fiscalização e controle no trato com os gastos nesses tempos da pandemia.

Elton Assis destaca que o efeito jurídico da calamidade pública é justamente a simplificação nos procedimentos legais administrativos de contratação e gastos públicos, com a abreviação nas contratações.  Porém é imperioso conciliar a necessidade de contratar com os cuidados inerentes a coisa pública. O presidente cita como exemplo de clareza neste aspecto, o Ministério da Saúde criou um painel exclusivo para acompanhamento das compras feitas para combater o coronavírus.

“Implementar tal boa prática nos órgãos de controle (por meio do Portal da Transparência, por exemplo) representa imenso avanço na transparência e colabora com os mecanismos de controle social, prestigiando o ordenamento jurídico e as normas do compliance”, enfatiza Elton Assis no documento.

Para o presidente da Comissão de Compliance e Combate à Corrupção,  Marco Cesar Kobayashi, é preciso ter um controle mais apurado dos gastos públicos. “Manter a transparência de todos os atos, principalmente em período de calamidade pública, onde sabe-se que os meios de controle e combate às eventuais ilicitudes nas compras públicas ficam vulneráveis, é fundamental. Parabenizo o presidente desta seccional pela sensibilidade e atendimento do pedido da comissão de compliance e combate à corrupção”.

A OAB requer que o portal da transparência seja online, em tempo real, que esteja  em local de destaque, na página oficial do Governo, e de fácil acesso para facilitar a consulta pelo cidadão.

CNJ prorroga até 15 de maio regime de plantão na Justiça

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prorrogou até 15 de maio o funcionamento dos tribunais brasileiros em regime extraordinário de plantão em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

A medida suspende o trabalho presencial de magistrados, servidores e colaboradores, com exceção de serviços essenciais ao funcionamento dos tribunais, como a distribuição de processos e os setores de tecnologia da informação, por exemplo.

A resolução do CNJ garante a apreciação de habeas corpus, medidas cautelares e outros tipos de pedido, como os de medidas protetivas em decorrência de violência doméstica e os relacionados a atos praticados contra crianças e adolescentes ou em razão do gênero.

O atendimento a partes, advogados e Ministério Público deve ser feito prioritariamente de modo remoto, diz a resolução.

Os prazos processuais devem ser retomados em 4 de maio para os processos em meio eletrônico. Para os processos físicos, os prazos seguem suspensos até 15 de maio. Essa regra não se aplica ao Supremo Tribunal Federal (STF) nem à Justiça Eleitoral.

Prefeitura de Ji-Paraná, RO, prorroga pagamento do IPTU por conta da pandemia de Covid-19

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A prefeitura de Ji-Paraná (RO) decidiu prorrogar a data de vencimento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por conta da pandemia do novo coronavírus.

Apesar da prorrogação, o pagamento já segue liberado para os moradores que desejarem quitar seus débitos.

Com a mudança, o contribuinte que optar pagar em cota única, com desconto de 10%, poderá fazer o pagamento até o dia 30 de junho.

Já os que decidirem pelo parcelamento, podem pagar em até oito vezes com o início do pagamento para o dia 30 de julho.

As demais parcelas (4, 5, 6, 7 e 8) seguirão com data de vencimento para os dias 30 agosto, 30 de setembro, 30 de outubro, 30 novembro, 30 de dezembro. Já a primeira e a segunda parcela, que teriam vencimento em maio e junho, ficaram com prazo de vencimento para 30 de novembro e 30 de dezembro de 2020.

O boleto está disponível no site oficial da prefeitura. Na aba Serviços/IPTU para imprimir tanto a cota única, como o valor parcelado.

Dúvidas podem ser sanadas pelos telefones: (69) 3424-5504 e 3424-1708.

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