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segunda-feira, maio 18, 2026
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Brasil tem 2.906 mortes e 45.757 casos de coronavírus, diz ministério

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O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (22) o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil. Os principais dados são:

  • 2.906 mortes, na terça eram 2.741.
  • 45.757 casos confirmados, na terça eram 43.079.
  • Em 7 dias, foram mais 982 mortes confirmadas.
  • São Paulo tem 1.134 mortes e 15.914 casos.

Mortes em 7 dias.  — Foto: Guilherme Pinheiro / G1

 

AM chega a 2.479 casos confirmados do novo coronavírus; 879 pacientes já se recuperaram, diz FVS

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Com 209 novos casos confirmados, o Amazonas já registra 2.479 pessoas contaminadas pelo novo coronavírus, conforme boletim divulgado, nesta quarta-feira (22), pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). O estado registra um total de 207 mortes causadas pela Covid-19, enquanto o número de pacientes recuperados da doença chega a 879.

Conforme a FVS-AM, 1.203 casos confirmados da Covid-19 no Amazonas estão em isolamento social ou domiciliar. O número de pessoas recuperadas da doença é de 879, e elas são consideradas fora do período de transmissão.

Um dos casos é de Antônio Guedes da Silva, de 66 anos, que ganhou alta após a internação, nesta terça-feira (21), e se divertiu com equipe médica da Fundação de Apoio ao Idoso ao retornar para o local, que funciona como abrigo em Manaus.

Dos casos confirmados no Amazonas, 1.958 foram registrados em Manaus. Outros 32 municípios também registram casos confirmados da Covid-19, sendo que Manacapuru apresenta o maior número, com 230 confirmados e 14 mortes.

A cidade de Manacapuru é o município da região metropolitana de Manaus com maior incidência de casos e mortes por Covid-19 por habitantes no estado do Amazonas. O município mais que dobrou o total de registros da doença em uma semana.

As outras cidades que apresentam casos confirmados da doença são: Itacoatiara (48), Iranduba (37), Parintins (35), Maués (29), Tabatinga (22), São Paulo de Olivença (15), Benjamin Constant (13), Tonantins (13), Presidente Figueiredo (12), Santo Antônio do Iça (11), Careiro Castanho (9), Anori (8), Maraã (7), Tefé (6), Careiro da Várzea (4), Autazes (3). As cidades Coari, Lábrea, Novo Airão e Rio Preto da Eva apresentam dois casos, cada. Os municípios que apresentam apenas um caso da doença são: Anamã, Barcelos, Beruri, Boca do Acre, Canutama, Carauari, Juruá, Jutaí, Manicoré, Nova Olinda do Norte e Santa Isabel do Rio Negro.

Mortes por Covid-19 no AM exige medidas extremas

Conforme o último boletim da FVS-AM, 273 mortes por Covid-19 já foram notificadas no Amazonas. O número de óbitos confirmados pela doença subiu para 207, com taxa de letalidade de 8,35%. Outras 22 mortes foram descartadas, e 44 seguem sob investigação.

Nesta terça-feira (21), a Prefeitura de Manaus informou que está fazendo valas comuns, chamadas pelo órgão de trincheiras, para enterrar vítimas do novo coronavírus no no cemitério público Nossa Senhora Aparecida, no bairro Tarumã, Zona Oeste.

O rápido aumento de mortes por Covid-19 no estado fez com que dezenas de covas fosse abertas no mesmo cemitério, desde a última sexta-feira (17). Segundo informações da prefeitura, desde março, houve um acréscimo de aproximadamente 50% na demanda. Cartórios da capital também estenderam o regime de plantão para atender alta demanda de registro de óbito.

Na segunda-feira (20), contêineres frigoríficos foram instalados no local para comportar a alta demanda de caixões que estão sendo enviados de hospitais públicos da capital, muitos de vítimas do novo coronavírus.

A implantação de contêineres frigoríficos também foi uma medida adotada pelo Governo do Amazonas para comportar os corpos de vítimas de Covid-19 em hospitais de Manaus, após a repercussão de um vídeo que mostra corpos posicionados ao lado de pacientes internados no Hospital João Lúcio, na Zona Leste de Manaus.

Sistema de saúde do AM em colapso

O boletim desta quarta-feira (22), divulgado pela FVS-AM, aponta que 898 pacientes estão internados com suspeita e confirmação do novo coronavírus. Desses, 190 casos testaram positivos para a Covid-19 e os outros 708 continuam sob investigação.

Em leitos clínicos, são 81 pacientes confirmados para a Covid-19 e outros 548 suspeitos. Nos leitos de UTI, são 109 pacientes positivos para o novo coronavírus, e 160 suspeitos.

A secretária estadual de saúde, Simone Papaiz, informou, na terça-feira (21), em coletiva de imprensa virtual, que, em média, a taxa de ocupação de leitos está em torno de 96% a 97%, tanto em UTI, quanto nos leitos de internação.

O drama de quem busca um leito no estado está sendo vivido por cada vez mais pessoas. Nesta terça-feira (21), uma imagem que circulou em redes sociais mostra um paciente inconsciente em uma unidade de Pronto Atendimento, em Manaus. O homem estava com dificuldade para respirar e os médicos tiveram que improvisar um “equipamento”: um saco plástico que funcionou como uma câmara de ar para o rapaz.

Simone Papaiz alegou que o Estado busca contratar novos profissionais para aumentar o número de leitos disponíveis do Estado. Em uma teleaudiência com o Governo do Estado, o Ministério Público do Amazonas (MPAM) decidiu manter as exigências de uma ação que pede o aumento de leitos do Hospital Delphina Aziz – referência no tratamento de covid-19 em Manaus -, além da utilização do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HGV) e Hospital Beneficente Português.

O Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), representado pelo Dr. Mário Vianna, entregou para a Assembleia Legislativa do Estado (ALE), nesta terça-feira (21), um pedido de impeachment do governador do Amazonas, Wilson Lima, e do vice-governador Carlos Almeida Filho. A categoria alega má gestão da saúde no período da Covid-19 no Amazonas. A ALE-AM também enviou um pedido de intervenção federal no estado à presidência da República.

O período de estado de calamidade pública no Amazonas foi prorrogado por mais 180 dias em virtude do aumento no número de casos de contaminação por coronavírus na região.

Empresas podem abrir em Porto Velho com as regras impostas em decreto de Hildon, diz Justiça

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https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/211217280330429/

DECRETO Nº 16.629: ?

O desembargador Oudivanil de Marins, do Tribunal de Justiça de Rondônia acatou nesta quarta-feira (22) atendeu pedido de liminar em agravo de instrumento, impetrado pela Prefeitura de Porto Velho contra decisão de um juiz plantonista que suspendeu os efeitos do decreto municipal que determinava a abertura gradual do comércio na semana passada em meio a pandemia causada pelo Coronavírus.

Para cassar a decisão do juizado de primeiro grau, o desembargador disse que iria apenas analisar a legalidade do decreto e ponderou que o prefeito agiu certo porque um decreto do Governo do Estado permitiu aos municípios decidirem questões locais. “Ante o exposto, considerando a conformação do Decreto Municipal 16.629/2020 com superveniente edição/publicação do Decreto Estadual 24.961/2020, de 17 de abril de 2020 (sexta-feira), entendo preenchidos os requisitos do CPC e, via de consequência, defiro efeito suspensivo à decisão agravada que suspendera parcialmente legislação municipal em virtude de alegada extrapolação de competência, viabilizando o presente pleito liminar”, afirmou.

De acordo com o magistrado, com a edição de decreto governamental, houve um alinhamento do decreto municipal não apenas com a Constituição Federal, mas também com a norma estadual e a decisão do STF. “Outrossim, o Decreto Municipal não apenas estabelece as regras para o funcionamento das atividades, como também a fiscalização e penalidade para aqueles que o descumprirem”.

O que pode ser aberto imediatamente

I – gráficas;
II – papelarias;
III – imobiliárias e Seguradoras;
IV – concessionárias de automóveis, motocicletas, caminhões e equipamentos
pesados, e lojas de veículos novos e semi-novos;
V – lavanderias e serviços essenciais de limpeza como limpa fossa;
VI – produtos de informática e telefonia;
VII – óticas, joalherias e relojoarias;
VIII – tabacarias;
IX – salões de cabelereiro, clínicas de estética e barbearias.
E ainda:

I – comércio de Confecções em geral;
II – comércio de Calçados em geral;
III – eletroeletrônicos e móveis;
IV – Autoescolas e Despachantes

Restaurantes e lanchonetes ficam autorizados a funcionar, com atendimento local, a partir do dia 27 de abril, devendo adotar uma série de providências, como limpeza a cada três horas pisos e paredes, manter distanciamento de mesas e os atendentes usando máscaras. Os empreendimentos não podem fazer eventos ao vivo, além de manterem abertos apenas 50% de suas capacidades.

O decreto de Hildon Chaves define ainda a abertura de shopping centers, mas em horários restritos e de forma gradual. Os clientes devem usar máscaras:

I – no período de 27.04 a 03.05.2020 no horário de 12h às 18h, neste período não haverá atividade nas praças de alimentação e restaurantes, cinemas e estabelecimentos de entretenimento, excetuando as compras de delivery e retirada nas lojas de alimentação, bem como nos quiosques;
II – no período de 04.05 a. 10.05.2020 a partir de 12h às 19h;
III – no período de 11.05 a 17.05.2020 a partir de 12h às 20h;
IV – do período de 18.05.2020 em diante, a partir de 10h às 22h.

Ainda de acordo com o decreto, bares, academias, escolas, faculdades, igrejas, entre outros, devem abrir somente em maio.

Por fim o decreto define que permanecem suspensos todos os alvarás de funcionamento:

I – cinemas, teatros e bares;
II – boates, casas noturnas, danceterias, e outros estabelecimentos de
III – reuniões ou encontros periódicos de qualquer natureza inclusive os de cunho
religiosos.

CLIQUE E CONFIRA A DECISÃO

Mais de 500 denúncias são registradas em RO por infração às medidas de isolamento social

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Mais de 560 notificações foram registradas em Rondônia pela Polícia Militar (PM), desde o início dos decretos estaduais e municipais de calamidade pública, em decorrência de infrações às medidas de isolamento social e normas de funcionamento do comércio.

Segundo relatório da PM, nesse período já foram assinados 101 termos circunstanciados, no qual o infrator se compromete a não repetir a irregularidade. O capitão Alex Miranda, chefe da comunicação da PM, diz que a maior parte das denúncias recebidas pela polícia são relacionadas a aglomerações, cerca de 20 por dia, e que esse número sobe mais de 50% nos finais de semana.

Para conseguir atender o maior número de denúncias, alguns policiais que estavam trabalhando de casa voltaram para as ruas. Atualmente, por turno trabalham em Porto Velho de cinco a seis equipes somente com denúncias de descumprimento do decreto e em ações relacionadas à pandemia do novo coronavírus, o que representa cerca de 30% do número total de policiais nas ruas.

“O número de denúncias cresceu gradativamente com o tempo e com esse crescimento a demanda reprimida, a demanda que a polícia não consegue abarcar, cresceu cerca de 50% em todo o estado. Então a Polícia Militar de Rondônia, frente a essa demanda, reforçou o policiamento nas ruas da capital, cerca de 20% a 30% do policiamento, exclusivamente para atender esses casos de denúncia”, disse o capitão.

Ainda de acordo com a polícia, as primeiras abordagens têm sido educativas, para explicar a situação e pedir que situações de aglomeração, por exemplo, não voltem a acontecer. Não há registro de presos por descumprimento do decreto até esta quarta-feira (22).

Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo 190.

Vilhena suspende entrega dos carnês de IPTU; veja como retirar online e ganhar desconto

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Como medida de prevenção durante a pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Vilhena (RO) no Cone Sul do estado, suspendeu a entrega dos carnês físicos do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) nas residências.

Agora, o carnê do IPTU 2020, e também débitos anteriores, podem ser retirados diretamente no site da prefeitura. Basta digitar o CPF, ou CNPJ, e clicar no botão azul “Consultar” para exibir os valores em aberto.

Para ajudar financeiramente os contribuintes a prefeitura prorrogou o prazo final para pagamento do IPTU em cota única para o dia 30 de maio.

O desconto para terrenos com edificação é de 15% e para lotes vazios é de 10% no pagamento à vista.

Conforme a Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), será possível ainda requerer isenção do pagamento até o dia 30 de maio. Estão isentos idosos acima de 60 anos, portadores de deficiência, aposentados e pensionistas, imóveis tombados, imóveis de entidades culturais sem fins lucrativos, imóveis que pertencem a associações de moradores de bairro, idosos e centros comunitários.

Quem não tiver acesso à internet pode procurar o gabinete do prefeito das 7h às 13h para receber ajuda.

Dúvidas podem ser sanadas pelos números (69) 3919-7080, 3919-7011 ou 3919-7012 (WhatsApp).

Coronavírus: Governo de Rondônia instala novos geradores de energia e condicionadores de ar no Cemetron e demais unidades

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Para suprir eventuais quedas no fornecimento de energia elétrica, evitando que o atendimento aos pacientes seja prejudicado, o Governo de Rondônia realiza por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) a instalação de um gerador de 500 KVA no Hospital de Base Doutor Ary Pinheiro (HBPAB) e outro de 125 KVA no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron).

De acordo com o secretário de saúde, Fernando Máximo, as instalações das novas máquinas mostram a prioridade que o Governo tem dado a estruturação da rede, onde já se observa um aumento expressivo na demanda de serviços devido à pandemia do novo coronavírus.

“Os geradores vão complementar o fornecimento já existente garantindo a capacidade de atendimento em todos os setores dos hospitais como: Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ambulatórios clínicos, administrativo, laboratórios, entre outros, evitando assim que haja prejuízo aos atendimentos por eventuais sobrecargas na rede de energia ou até mesmo falta de energia.”

AR-CONDICIONADO

Com uma estrutura antiga, o Cemetron passa por uma reforma na unidade, desde o início do ano, e está recebendo aparelhos de ar-condicionado novos para os ambulatórios de Covid-19.

Ao todo são 43 aparelhos: 18 para o Cemetron, 20 para o Hospital de Base Doutor Ary Pinheiro, três para o Hospital Regional de São Francisco do Guaporé e dois para a Assistência Médica Intensiva (AMI).

“O Cemetron pela primeira vez vai ter instalado em seus ambulatórios aparelhos de ar-condicionado e isto mais uma vez demonstra o quanto estamos priorizando a saúde independente de pandemia, pois a unidade também está passando por uma grande reforma”, explicou o secretário.

Governo edita Guia de Compra para orientar órgãos públicos durante período de calamidade em Rondônia

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O Governo de Rondônia editou (instituiu) esta semana o seu Guia Orientativo de Compras, mais uma ferramenta legal de apoio às instituições governamentais que necessitam de fazer aquisições diretas para atender às demandas suscitadas no combate à disseminação do novo coronavírus, que exigiu a decretação do estado de calamidade pública em Rondônia.

De acordo com o controlador-geral do Estado (CGE), Francisco Netto, o objetivo do Guia de Comprasc, publicado em 17.04.20, no Diário Oficial do Estado (DOE), página 9, é padronizar os procedimentos legais de compra para dar maior segurança jurídica e transparência às aquisições públicas, em atendimento à determinação do governador Marcos Rocha, previstas Decreto de Calamidade Pública.

Segundo ele, o guia que trata de um conjunto de regras para compras públicas, em obediência às diretrizes do Governo do Estado, é específico para orientar os órgãos da Administração que precisam fazer aquisições diretas em razão da pandemia do novo coronavírus. Seu teor contempla também regras para contratação de obras e serviços com causa na emergência sanitária, que exigem ao mesmo tempo rapidez e transparência nas tomadas de decisões, e, ainda, quanto a flexibilizações legais.

Segundo o controlador-geral, outro aspecto importante implícito no Guia de Compras, é que estabelecendo as regras e procedimentos legais, fica assegurado à Administração todos os meios para garantir as entregas e a qualidade dos produtos adquiridos no devido prazo, além da necessária segurança jurídica que são fundamentais nas compras e contratações.

Outro dado importante a ser observado, segundo o controlador Francisco Netto, é que a clareza de todas as medidas, além de dar transparência aos atos, permite a sociedade e aos órgãos de controle acompanhar e fiscalizar todo e qualquer contrato de compra. “Assim, mais uma vez, o Estado de Rondônia antecipa medidas e procedimentos legais e pertinentes para atender as necessidades da população e atingir os objetivos de transparência”, disse.

Ministério promete agora 46,2 milhões de testes, mas só entregou 2,5 milhões

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Mesmo atrasado para entrega da primeira leva de testes para Covid-19 prometidos, de 23,9 milhões de unidades, o Ministério da Saúde quase dobrou a meta e quer distribuir 46,2 milhões de exames durante a crise. Até agora, no entanto, a pasta só enviou aos Estados 2 milhões de testes rápidos, recomendados para aplicação em profissionais de saúde, e 524,3 mil testes do tipo RT-PCR – mais caro, rápido e preciso.

A ideia de dobrar a meta de testes foi anunciada na segunda-feira pelo novo ministro da Saúde, Nelson Teich. Ele afirmou que a medida é um pilar do projeto “que já está sendo feito” de revisão do distanciamento social. O fim das quarentenas é uma bandeira do presidente Jair Bolsonaro. Opor-se a ideia foi um dos motivos para a demissão do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM).

“Teste em massa não significa testar a população toda. A gente vai usar teste de forma que pessoas examinadas vão refletir a população brasileira”, disse Teich em vídeo enviado pela equipe de comunicação do ministério. O ministério também ampliou a capacidade de análise de testes. Em contrato com o Grupo Dasa, a pasta espera processar 30 mil exames por dia. A Coreia do Sul realiza de 10 a 15 mil testes diários.

Técnicos da pasta dizem que mesmo com maior capacidade de processamento no Brasil, há dificuldade para encontrar exames confiáveis no mercado. Outro ponto que dificulta a entrega é o atraso da Fiocruz na produção. Em boletim epidemiológico divulgado no fim de semana, o ministério afirma que recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para testagem em massa, sem alerta para os países se equiparem, fez sumir o produto do mercado.

Os testes rápidos já entregues pelo governo foram doados pela mineradora Vale. Já exames do tipo RT-PCR distribuídos são de compras feitas com a Fiocruz, o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e doação da Petrobras.

O governo fechou recentemente também uma compra de 10 milhões de testes RT-PCR por meio de parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A previsão é de que cerca de 500 mil testes comecem a chegar na próxima semana e, depois, cerca de 800 mil a cada semana.

Segundo integrantes do ministério, há forte pressão do Palácio do Planalto para ampliar o número de testes no País. A Saúde tem sinalizado que pretende ampliar o público-alvo para exames de diagnóstico rápido. Antes a pasta recomendava apenas a aplicação de testes rápidos para quem atua na “linha de frente” do combate à covid-19, como profissionais da saúde. Em boletim publicado no fim de semana, no entanto, o ministério afirma que deseja “progressivamente” incluir idosos, portadores de condições de risco para complicações da covid-19 e a população economicamente ativa na rotina de testagem. A ideia seria também aumentar a “carteira” de curados e imunes à doença que poderiam retornar ao trabalho, dizem integrantes do governo.

Os testes rápidos, porém, têm “limitações importantes”, reconhece o próprio ministério em nota. O produto doado pela Vale, por exemplo, pode errar 75% dos diagnósticos negativos, segundo análise do Grupo Dasa feita a pedido do governo federal. Como este exame detecta a presença de anticorpos, o ministério orienta aplicá-lo sete dias após o começo de sintomas da doença.

O Ministério da Saúde confirmou ontem mais 166 mortes ocasionadas pelo novo coronavírus, totalizando 2.741 óbitos. O total de casos soma 43.079.

Drive-thru

O governo do Distrito Federal começou nesta terça-feira a realizar testes na população para covid-19 por meio de serviço de drive-thru, aplicação no estacionamento. A ideia é chegar a 450 mil exames até maio, segundo o governador do Ibaneis Rocha (MDB).

A primeira fase dos testes, com 100 mil exames, está sendo feita no Plano Piloto e em Águas Claras, regiões com mais casos da covid-19. Houve filas de carros em pontos de coleta de amostras, como no Estádio Mané Garrincha e nos estacionamentos de cinco pontos em Águas Claras.

Para decidir quem está apto ao exame, o Corpo de Bombeiros mede a temperatura dos passageiros com câmeras térmicas. Apenas quem apresentar febre é selecionado. O governo realizou testes rápidos, que apresentam resultados em até 30 minutos, mas têm menor grau de precisão, e do tipo RT-PCR, com resultado em 48 horas. Ibaneis Rocha tem dito que os dados de infectados no Distrito Federal servirão para auxiliar em decisões sobre flexibilizar a quarentena.

Recomendação

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) recomendou nesta terça-feira que os países-membros elevem a capacidade de testes para identificar os casos de coronavírus e tomem cuidado ao flexibilizar as restrições à circulação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Anvisa aprova primeiro produto à base de maconha no País

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira, 22, registro do primeiro produto à base de maconha no País. Trata-se de um fitofármaco que possui canabidiol e concentração inferior a 0,2% de THC, substância com efeitos psicotrópicos.

O produto pode ser vendido nas farmácias, desde que haja prescrição médica. A Anvisa afirma que o fármaco será usado para casos em que não há alternativa terapêutica, mas não especificou quais doenças seriam beneficiadas. A Anvisa não informou o nome do medicamento. O produto é fabricado pela empresa Prati-Donnaduzzi.

A agência aprovou em dezembro de 2019 resolução para permitir registro de produtos à base de cannabis. Por pressão do governo Jair Bolsonaro, a agência reprovou à época autorização de plantio da maconha com fins medicinais e de pesquisa.

A nova resolução criou uma categoria específica para produtos à base da planta. Antes, apenas medicamentos com substâncias extraídas da cannabis poderiam ser registrados, desde que apresentassem robusto estudo clínico. Este tipo de pesquisa é caro e, segundo pessoas do setor, de difícil execução para produtos mais simples, como fitoterápicos.

O Brasil já permite a venda do medicamento Mevaty, de preço superior a R$ 2 mil no Brasil, indicado para espasticidade moderada a grave relacionada à esclerose múltipla. A expectativa com a nova regra da Anvisa é que outros produtos fiquem disponíveis na farmácia, de menor complexidade, como fitoterápicos.

OMS: aumento nos casos de coronavírus na América do Sul é preocupante

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Líder da resposta da OMS à pandemia, a epidemiologista Maria Van Kerkhove afirmou que existe uma tendência de aumento nos casos de coronavírus na América do Sul, o que é “preocupante”. A declaração foi dada após o comando da entidade ser questionado sobre o quadro na região, por uma jornalista argentina que falou por telefone durante a entrevista coletiva em Genebra (Suíça).

Kerkhove não tratou sobre casos específicos, mas ressaltou que a trajetória da pandemia em cada país “depende de como cada um deles reage” ao problema. Ela afirmou também que ainda há uma janela de oportunidade para que vários países atuem para conter o ritmo das novas transmissões.

Também presente na coletiva em Genebra, o diretor executivo do Programa de Emergências à Saúde da OMS, Michael Ryan, discutiu como poderão ser retomados eventos que reúnem muitas pessoas, como os esportivos. Ryan disse que será impossível determinar exatamente quantas pessoas reunidas seria seguro. Ele notou que aproximar as pessoas eleva os riscos, “mas obviamente elas querem voltar à vida normal”.

Diante disso, Ryan recomendou um trabalho conjunto entre as autoridades e as pessoas, para reduzir os riscos “ao mínimo que seja gerenciável”, além de insistir na necessidade de que se organizem bem esses eventos quando eles forem acontecer, a fim de se diminuir os riscos.

Maria Van Kerkhove afirmou que a OMS apoia que os países mudem suas estratégias com relação ao coronavírus, conforme evolui o cenário para a doença em cada um deles. Michael Ryan enfatizou a necessidade de haver comunicação e diálogo entre as sociedades, a fim de que as decisões relativas ao problema sejam tomadas e seguidas.

Ryan ainda lembrou que a OMS não tem o poder de impor suas recomendações, nem de intervir nas decisões soberanas de cada país. Ressaltou, porém, que o órgão continua a ter seu papel de recomendar políticas na área de saúde, a fim de buscar minimizar os problemas existentes.

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