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segunda-feira, maio 18, 2026
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Bolsonaro desafia Poderes em ato pró-intervenção

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O presidente Jair Bolsonaro elevou neste domingo, 19, o tom do confronto com o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) e, diante do Quartel-General do Exército, pregou o fim da “patifaria” em uma manifestação que pedia intervenção militar no País. Com microfone em punho, Bolsonaro subiu na caçamba de uma caminhonete e fez um discurso inflamado para seguidores que exibiam faixas com inscrições favoráveis a um novo AI-5, o mais duro ato da ditadura (1964 a 1985), e gritavam palavras de ordem contra o STF e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“Nós não queremos negociar nada. Queremos é ação pelo Brasil”, disse Bolsonaro, aplaudido por centenas de manifestantes. “Chega da velha política! (…) Acabou a época da patifaria. Agora é o povo no poder.”

Dezenas de cartazes sugeriam fechamento do Congresso e do Supremo, além de pedidos para que as Forças Armadas ocupassem as ruas. O grito de “Fora Maia” era um dos mais ouvidos ali. Em nenhum momento, porém, o presidente contestou os apelos pela volta da repressão.

A reportagem apurou que militares do governo não gostaram da atitude de Bolsonaro. O protesto foi visto como preocupante por governadores, prefeitos e pelas cúpulas do Legislativo e do Judiciário, que enxergaram no gesto de Bolsonaro o sintoma de uma escalada autoritária no País, justamente no momento em que ele perde apoio e a pandemia do coronavírus se agrava.

“O mundo inteiro está unido contra o coronavírus. No Brasil, temos de lutar contra o corona e o vírus do autoritarismo”, escreveu Maia, no Twitter. Para ele, defender a ditadura é o mesmo que “flertar com o caos” e estimular o desemprego. Do outro lado da Praça dos Três Poderes, o ministro do STF Luís Roberto Barroso foi na mesma linha. “É assustador ver manifestações pela volta do regime militar, após 30 anos de democracia”, afirmou.

Embora Bolsonaro tenha tentado passar a ideia de que o ato ocorreu de improviso, na esteira de carreatas pela reabertura do comércio, seguidores bolsonaristas convocaram as manifestações pelas redes sociais. “Dia 19-04-2020. O Brasil vai parar. 14:00 h. Na frente dos quartéis”, dizia uma das convocações, em verde e amarelo, ao pregar a “deposição” do Supremo e de governadores. Além disso, mensagens de WhatsApp traziam endereços de vários quartéis e batalhões pelo País. O texto era acompanhado das hasthags #abaixo STF e #abaixo Congresso Nacional.

Ao chegar no domingo ao QG do Exército, por volta de 13h30 – após almoçar na casa do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho -, o presidente foi ovacionado por apoiadores. Apesar da recomendação da Organização Mundial da Saúde para que sejam evitadas aglomerações, com o objetivo de diminuir o risco de contágio da covid-19, o apelo não foi respeitado. Muitos bolsonaristas chegaram ao local em carreatas, que pediam o fim do isolamento social e a reabertura do comércio.

Pelo segundo dia consecutivo, Bolsonaro não poupou ataques aos outros Poderes e se empolgou com o apoio recebido. Parecia mesmo estar em um palanque de campanha. “Contem com o seu presidente para fazer tudo aquilo que for necessário para que nós possamos manter a nossa democracia e garantir aquilo que há de mais sagrado em nós, que é a nossa liberdade. Todos no Brasil têm que entender que estão submissos à vontade do povo brasileiro”, discursou ele, que tossiu várias vezes durante o ato.

Na prática, a ofensiva de Bolsonaro contra o Congresso, o Supremo e governadores que defendem a quarentena tem aumentado de intensidade na mesma proporção de seu isolamento político. Na rampa do Planalto, no sábado, o presidente criticou o Supremo em transmissão ao vivo pela internet e chegou até mesmo a apontar para o prédio da Corte ao lembrar que os magistrados deram autonomia a Estados e municípios para decretarem medidas de distanciamento social. “Estão fazendo o que bem entendem”, disse ele, que também atacou o Congresso. “Não vão me tirar daqui”, afirmou.

Na noite deste domingo, Bolsonaro se reuniu com os ministros da Defesa, Fernando Azevedo; do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, no Palácio da Alvorada. Questionado sobre o tema do encontro, Heleno foi lacônico: “Falamos sobre futebol”.

Também no domingo, o comandante do Exército, general Edson Pujol, pregou união e classificou a pandemia como “uma das maiores crises vividas nos últimos tempos”.

Outras manifestações

Estimulados pelo presidente Jair Bolsonaro, manifestantes foram às ruas de São Paulo ontem pelo segundo dia consecutivo contra o isolamento social. Além de Brasília e São Paulo, houve atos no Rio, Salvador e Manaus. Na capital paulista, uma faixa de um quarteirão da Avenida Paulista foi fechada. Ontem, o número de mortes no Estado pela covid-19 passou de mil. Os manifestantes atacaram o governador João Doria (PSDB) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

INSS cria serviço para ajustar marcação de perícia médica

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) criou um serviço para que os segurados façam acertos na marcação de perícia médica. A medida tem por objetivo garantir o atendimento aos segurados.

Nesse sentido, o INSS publicou portaria no Diário Oficial da União desta segunda-feira (20), que trata do assunto.

O serviço está disponibilizado exclusivamente para requerimento pela Central 135 a fim de que possa ser realizado filtro prévio antes da criação da demanda.

 

Juízes avisam que ‘não admitirão retrocesso institucional’

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Depois de o presidente Jair Bolsonaro discursar para manifestantes em Brasília que pediam intervenção militar e o fechamento do Congresso Nacional neste domingo, 19, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e outras cinco entidades da magistratura federal afirmaram que “não admitirão qualquer retrocesso institucional ou o rompimento da ordem democrática”.

Em nota, as associações pedem a união das autoridades públicas, “evitando polêmicas desnecessárias que possam gerar sérias crises institucionais”.

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) também se posicionou sobre as manifestações contra o Supremo Tribunal Federal, a Câmara e o Senado, afirmando estar pronta “para atuar em defesa da Constituição, da magistratura e do sistema de Justiça”. A entidade sinalizou ainda que no atual momento de crise, “o caminho correto para a busca das soluções é o cumprimento rigoroso da lei e o trabalho em conjunto das instituições em prol da construção de soluções”.

A Ajufe destacou que o único caminho para o desenvolvimento de uma sociedade livre, justa e solidária é o respeito à democracia, à independência dos Poderes e à Constituição Federal. “A República Federativa do Brasil constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho, da livre iniciativa e o pluralismo político”, diz a nota da entidade dos juízes federais.

A atitude de Bolsonaro de ir a um protesto antidemocrático e de incentivar a aglomeração de pessoas foi considerada por políticos como “grave”, “incentivo à desobediência” e “escalada antidemocrática”. As manifestações foram criticadas por ministros do Supremo – Luís Roberto Barroso disse que é “assustador” ver manifestações pela volta do regime militar, após 30 anos de democracia, e Marco Aurélio Mello chamou os manifestantes de “saudosistas inoportunos”.

Roberto Carlos pede pra todos usarem máscara em show de comemoração do aniversário de 79 anos

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O cantor Roberto Carlos se apresentou ao vivo neste domingo (19), direto de seu estúdio no Rio de Janeiro, para comemorar o aniversário de 79 anos, em show transmitido pelo Globoplay.

Entre sucessos como “Emoções”, o rei aproveitou para reforçar um pedido durante a pandemia de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus: “Fique em casa”. Ele ainda mostrou a máscara que estava usando antes de começar a cantar e ressaltou a importância do uso.

“Só tirei porque preciso cantar, cantar de máscara é estranho”, justificou.

“Quero dizer para vocês que estava usando essa máscara, ela está usada. Vocês têm que usá-la com certeza. Isso é uma defesa muito grande contra tudo isso que está acontecendo neste momento, que eu não gosto nem de falar o nome”, disse Roberto.

Com uma produção mínima e cercado de cuidados, Roberto Carlos se apresentou acompanhado apenas do maestro Eduardo Lages e de Tutuca Borba, nos teclados.

Além de curtir os sucessos e comemorar o aniversário junto com Roberto Carlos, o público é convidado a se juntar à corrente de solidariedade que toma conta do Brasil e do mundo e conhecer o ParaQuemDoar.com.br, plataforma criada pela Globo que reúne projetos de institutos, fundações, entidades e movimentos sociais que estão atuando e precisam de apoio para minimizar os impactos da pandemia.

Ivy é eliminada do ‘BBB20’ com 74,17% dos votos

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Ivy foi a eliminada do “BBB20” neste domingo (19) com 74,17% dos votos. Ela foi a 15ª participante a deixar a casa.

Com isso, Rafa e Thelma, que também estavam no paredão, continuam no reality show. Thelma recebeu 19,52% dos votos. Já Rafa levou 6,31%.

Ao sair, a modelo agradeceu: “Obrigada BBB! Foi lindo, foi lindo!”.

Na conversa com Tiago Leifert após deixar o confinamento, Ivy contou que se sentiu muito bem com Mari e Marcela. “Eu me sentia muito bem com todo mundo, mas eu fiquei muito feliz nesses últimos dias com a Mari. Melhor experiência da minha vida é ser mãe. A segunda é o Big Brother Brasil”, finalizou.

Depois da eliminação foi realizada a prova do líder, que foi vencida por Rafa. Na sequência, foi feita a formação de um novo paredão.

A líder indicou Mari. Manu foi escolhida pela casa e indicou Babu.

Babu, Manu e Mari estão no paredão. Eliminação será nesta terça-feira (1) — Foto: Reprodução/TV Globo

Como lidar com o chefe enquanto trabalha de casa?

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Com o isolamento social por causa da pandemia e o consequente aumento de profissionais trabalhando em casa, de forma remota, manter uma boa relação com o chefe que não está ao lado fisicamente requer cuidados.

De acordo com especialistas da plataforma de soluções em recrutamento Glassdoor, a primeira recomendação é em relação à comunicação. No home office, é obrigatório saber se comunicar continuamente com o gestor, seja a respeito de agenda, planejamentos, resultados, dúvidas, preocupações, tudo o que possa impactar o trabalho.

“Não se trata de mostrar ao chefe que está trabalhando. É preciso saber se comunicar bem, sobretudo para que ele saiba do que o profissional precisa para obter bons resultados. Afinal, não é mais possível ir até a mesa do chefe e perguntar alguma coisa. Tampouco as ferramentas de comunicação instantânea substituem esse contato. É possível enviar mensagens online a qualquer momento, mas pode ser que o gestor esteja concentrado em outra coisa e demore para responder”, informa a plataforma.

Além disso, é necessário ser bom em planejamento: para qualquer projeto, é preciso pensar no que você precisa do seu gestor e pedir tudo com antecipação. Reuniões à distância, portanto, precisam ser planejadas com mais atenção para garantir que abordarão as questões mais importantes.

Veja dicas para garantir uma relação positiva e produtiva com o gestor no trabalho remoto:

Comunique-se de forma inteligente

Quando for marcar reuniões com o seu chefe, faça isso sabiamente. Se já sabe que as tardes são difíceis para você, não marque uma reunião para depois do almoço. Além disso, fale abertamente sobre seu nível de estresse ou outras coisas que estejam acontecendo que possam ter efeitos no seu desempenho. Até o gestor mais empático pode ter problemas em identificar isso à distância.

Procure conhecer seu gestor

Se tiver a oportunidade, pergunte sobre coisas como o seu estilo de comunicação, o que gosta e o que não gosta e, especialmente, o que o deixa irritado. Pode ser que essas coisas passem batido quando se está junto em um mesmo escritório, mas a mudança para uma rotina remota talvez revele ranços escondidos.

Use o vídeo

É possível fazer reuniões por telefone, mas todos nós sabemos o quanto nossos gestos e expressões faciais acrescentam à comunicação. Portanto, sugira ao seu chefe usar vídeo em suas reuniões. Assim, a conversa será mais rica e produtiva — e vocês se sentirão mais próximos.

Facilite para seu gestor saber o que você está fazendo

Isso ajuda a criar um vínculo de confiança. Se para vocês dois funciona ter uma atualização uma vez na semana ou diária, faça isso. Faça bom uso da tecnologia. Pode ser útil colocar tudo em seu calendário e compartilhá-lo com seu gestor. Dessa forma, fica muito mais fácil acompanhar seu trabalho sem precisar fazer interrupções — e saber que a pessoa tem essa visibilidade ajudará você a trabalhar de forma mais produtiva.

Esteja aberto para o feedback e faça perguntas

Às vezes, os conselhos e respostas vão ficando tão curtos e rápidos na comunicação por e-mail ou mensagens instantâneas que deixam de fazer sentido. Se você não concorda com algum feedback ou não o entendeu bem, pergunte. Afinal, se não compreendeu a mensagem, não poderá implementá-la corretamente. É muito melhor ter certeza de que estão na mesma página antes de começar a mudar as coisas.

Você não é seu próprio chefe

Não caia na ideia de que, por não estar trabalhando ao lado do seu chefe, você pode deixar de prestar contas. A menos que ambos tenham combinado anteriormente, seu gestor deve saber antecipadamente se você pretende tirar um dia de folga ou ir ao médico. Se assumir que pode fazer o que quiser, você cai no risco de colocar seu chefe numa posição desconfortável com outras pessoas, o que obviamente vai ter um reflexo negativo na sua imagem. Se seu gestor sabe onde você está, poderá lhe defender quando alguém estiver perguntando.

Famílias com renda de cerca de R$ 3 mil devem ter maior perda de consumo com crise do coronavírus

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As famílias com renda domiciliar ao redor de R$ 3 mil serão as que terão seu consumo mais afetado pela crise econômica desencadeada pelo surto de coronavírus. Neste ano, esse grupo distribuído em 13,1 milhões de domicílios no país deve perder 11% do seu potencial de consumo.

Os dados são de um estudo da consultoria IPC Marketing e que analisa o consumo de cada classe social definida pelos critérios da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa de Mercado (Abep).

As famílias com renda de R$ 3.085,48 mil integram a classe C1. Em números absolutos, devem deixar de consumir R$ 105 bilhões em 2020, de acordo com o levantamento.

As projeções utilizadas para realizar o estudo têm como base o cenário apresentado no relatório Focus, do Banco Central, que colhe a avaliação dos analistas para o desempenho da economia. Nele, as projeções são de queda de quase 2% do Produto Interno Bruto (PIB) e alta de 2,5% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Fundo Monetário Internacional (FMI), no entanto, estima uma queda de 5,3% no PIB – o que faria o consumo dessa faixa ‘encolher’ em R$ 131 bilhões.

Os integrantes da classe C1 enfrentam uma combinação perversa. São prejudicados pela deterioração do mercado de trabalho – muitos são empregados do setor privado ou atuam como conta própria – e não são amplamente beneficiados pelos programas emergenciais do governo federal.

Até 6h40 desta segunda, as secretarias estaduais de Saúde divulgaram 39.144 casos e 2.484 mortes.

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As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 6h40 desta segunda-feira (20), 39.144 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 2.484 mortes.

Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde no fim da tarde de domingo apontava 38.654 casos no país e 2.462.

Neste domingo (20), o estado de São Paulo, onde há o maior número de contágios no país, chegou à marca de mil mortes, com 24 novos óbitos. O total de casos confirmados no estado foi de 14.267.

Em várias capitais do país, as ofertas de leitos vem diminuindo. No Amazonas, por exemplo, os hospitais públicos já entraram em colapso, como mostra o vídeo acima. Em Manaus, até nas unidades básicas de saúde, há pacientes em estado grave.

Na quinta-feira (16), o Ceará já havia se tornado o primeiro estado a ter ocupação total dos leitos de unidade de terapia intensiva. No Rio de Janeiro, quatro emergências já estão sem vagas.

Caixa paga nesta segunda auxílio emergencial a 6,15 milhões de beneficiários do Bolsa Família e inscritos via app e site

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A Caixa Econômica Federal segue com o calendário de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600. Nesta segunda-feira (20), serão creditados os pagamentos para 6.154.392 pessoas, entre beneficiários do Bolsa Família e inscritos via aplicativo e site, que vão receber por meio de poupança digital da CEF.

Até as 21h de domingo, já haviam sido pagos R$ 12,2 bilhões para 17,9 milhões de brasileiros. Entre os que já receberam a primeira parcela do benefício, estão 9,29 milhões de inscritos Cadastro Único que não recebem Bolsa Família; 3,85 milhões de beneficiários do Bolsa Família; e 3,44 milhões de cadastrados via aplicativo e site que já tinham conta poupança na Caixa. No sábado, a Caixa creditou ainda o benefício para outros 1,4 milhão de inscritos via app e site.

Ao todo, 45,2 milhões de pessoas já haviam sido aprovadas para receber o auxílio emergencial, segundo a Dataprev.

São três calendários de pagamento diferentes:

  1. um para quem se inscreveu para receber o Auxílio Emergencial através do aplicativo ou do site do programa;
  2. um segundo para os beneficiários que recebem o Bolsa Família;
  3. e um terceiro para os inscritos no Cadastro Único que não recebem o Bolsa Família e mulheres chefes de família.

Para quem receber via poupança digital da Caixa, os saques em dinheiro começarão a ser liberados a partir do dia 27. Antes disso, no entanto, os recursos poderão ser movimentados digitalmente (veja o calendário ao final desta reportagem).

VEJA O CALENDÁRIO POR GRUPOS DE BENEFICIÁRIOS

1. Inscritos no aplicativo e site

  • Segunda-feira (20):
    – 
    Crédito para 4.230.900 pessoas na Poupança Social Digital Caixa

2. Bolsa Família

  • Segunda-feira (20):
    – 1.923.492 
    beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 3
  • Quarta-feira (22):
    – 1.924.261 
    beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 4
  • Quinta-feira (23):
    – 1.922.522 
    beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 5
  • Sexta-feira (24):
    – 1.919.453 
    beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 6
  • Segunda-feira (27):
    – 1.921.061 
    beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 7
  • Terça-feira (28):
    – 1.917.991 
    beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 8
  • Quarta-feira (29):
    – 1.920.953 
    beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 9
  • Quinta-feira (30):
    – 1.918.047 
    beneficiários do Bolsa Família cujo último digito do NIS é igual a 0

3. Inscritos no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família

Para os inscritos no CadÚnico e que não fazem parte do programa Bolsa Família, a Caixa já creditou, entre os dias 14 e 17, R$ 6,3 bilhões para 9,3 milhões de brasileiros. Foram abertas mais de 6,4 milhões de contas do tipo poupança social para esse público.

Conta poupança digital

A Caixa está abrindo automaticamente contas de poupança digitais para os beneficiários considerados aptos a receber o auxílio emergencial e que não tenham outra conta bancária nem sejam beneficiários do Bolsa Família.

Os que receberem o crédito por meio da conta digital poderão efetuar transferências ilimitadas entre contas da Caixa ou realizar gratuitamente até três transferências para outros bancos a cada mês, pelos próximos 90 dias. Além disso, podem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras. A conta é isenta de tarifas.

O acesso à conta é feito pelo aplicativo CAIXA Tem, que pode ser baixado na loja de aplicativos dos smartphones neste link.

Saques da poupança digital

Para evitar aglomerações nas agências, a Caixa estabeleceu um calendário para os beneficiários que quiserem sacar em dinheiro o valor depositado nas poupanças digitais abertas para os trabalhadores:

  • 27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 28 de abril – nascidos em março e abril
  • 29 de abril – nascidos em maio e junho
  • 30 de abril – nascidos julho e agosto
  • 4 de maio – nascidos em setembro e outubro
  • 5 de maio – nascidos em novembro e dezembro

Quem tem direito

Durante três meses, será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra todos estes requisitos:

  • ser maior de 18 anos de idade com CPF regularizado;
  • não ter emprego formal;
  • não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família;
  • ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135);
  • que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento desses requisitos. O trabalhador deve exercer atividade na condição de:

  • microempreendedor individual (MEI);
  • contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria;
  • trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado
  • intermitente inativo
  • estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020
  • ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima, desde que faça uma autodeclaração pelo site do governo.

A mulher que for mãe e chefe de família e estiver dentro dos demais critérios poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

Quem recebe outro benefício que não seja o Bolsa Família (como seguro-desemprego e aposentadoria) não terá direito ao auxílio emergencial.

  • 45,2 milhões de pessoas foram aprovadas para receber o auxílio emergencial

Como pedir o auxílio

Os trabalhadores podem pedir das seguintes formas:

VEJA PASSO A PASSO PARA SOLICITAR O AUXÍLIO EMERGENCIAL

O aplicativo e o site devem ser usados pelos trabalhadores que forem Microempreendedores Individuais (MEIs), trabalhadores informais sem registro e contribuintes individuais do INSS.

Aqueles que já recebem o Bolsa Família ou que estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) não precisam se inscrever pelo aplicativo ou site. O pagamento será feito automaticamente. (Clique aqui para ver como saber se você está no Cadastro Único).

A Caixa também disponibilizou o telefone 111 para tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o auxílio emergencial. Não será possível se inscrever pelo telefone, apenas tirar dúvidas.

MT registra 174 casos confirmados da Covid-19 em 22 municípios

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Mato Grosso tem 174 casos confirmados da Covid-19, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), divulgados neste domingo (19). Nas últimas 24 horas, surgiram três novas confirmações nos municípios de Cuiabá (1), Várzea Grande (1) e Cáceres (1).

O novo coronavírus já atinge 22 municípios do estado. Cinco óbitos em decorrência do vírus foram registrados.

Os casos confirmados estão em:

  • Cuiabá (92)
  • Rondonópolis (24)
  • Sinop (13)
  • Várzea Grande (9)
  • Tangará da Serra (5)
  • São José dos Quatro Marcos (4)
  • Primavera do Leste (4)
  • Cáceres (4)
  • Aripuanã (2)
  • União do Sul (1)
  • Pontes e Lacerda (1)
  • Nova Mutum (1)
  • Nova Monte Verde (1)
  • Mirassol D’Oeste (1)
  • Lucas do Rio Verde (1)
  • Lambari D’Oeste (1)
  • Ipiranga do Norte (1)
  • Conquista D’oeste (1)
  • Canarana (1)
  • Campo Novo do Parecis (1)
  • Barra do Garças (1)
  • Alta Floresta (1)
  • Residentes de outros Estados (4)

De acordo com a SES-MT, dos 174 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 79 estão em isolamento domiciliar, 79 estão recuperados e 11 estão hospitalizados – sendo oito em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e três em enfermaria.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 60% dos diagnosticados são do sexo feminino e 40% masculino. Além disso, 96 pacientes têm faixa-etária entre 36 a 55 anos.

Os dados apontam ainda que um total de 1.487 amostras já foram processadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 23 amostras em análise laboratorial.

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

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